17 agosto, 2016

A Escola Sem Partido

por PAULO GURGEL
A Escola Sem Partido é um projeto defendido por pensadores brasileiros de escol, como o assessor especial para assuntos ejaculatórios do Ministério da Educação, o Alexandre Frota, e o patrocinado grupo Revoltados Online.
Este novo modelo de ensino tem a finalidade de evitar que os professores comam os cérebros das criancinhas.
Para isso, é preciso que algumas palavras e expressões de forte carga ideológica sejam desde já substituídas no vocabulário escolar por outras mais amenas.
Exemplos:
  • Golpe de 64: por Troca de Guarda Civil-Militar
  • Escravidão no Brasil: por Trabalho Compulsório e Gratuito de Africanos e seus Descendentes em Solo Brasileiro
  • Tortura: por Obtenção de Confissões de Insurgentes mediante Ações de Desconforto Corporal
  • Delação Premiada: por Depoimento Absolvitório com Emulação
  • Voto Feminino: por Opção das Vadias no Processo Eleitoral
Assim por diante. Até chegarmos à inominável palavra onde o problema todo começou: "presidenta". Foi uma afronta deixarmos que esta palavra tomasse, mesmo que fosse por um simples lustro, o lugar de um substantivo comum de dois gêneros que, de Deodoro a Temer, esteve prestigiando (com seu "e" final) o ato de diplomação dos supostamente grandes Catões da República.
"Presidenta", apesar de constar do VOLP, o "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa", e dos dicionários do Aurélio e do Houaiss, do Michaelis e até mesmo do "Novo Dicionário da Língua Portuguesa" (de 1899, redigido em harmonia com os modernos princípios da ciência da linguagem etc), de autoria do filólogo português Cândido de Figueiredo, e de ter sido também utilizada por Machado de Assis, Érico Veríssimo e Carlos Drummond de Andrade, em alguns textos autorais, esta palavra foi firmemente repudiada por aquela que se diz "amante da língua portuguesa", a ministra Cármen Lúcia. A futura presidente do STF já declarou que é assim que deseja ser tratada enquanto estiver na presidência da egrégia Corte.
Judex dixit, e isto cria vínculo.
Ascendam os presidentes ao Poder por voto popular, renúncia ou morte do titular, quartelada, conchavo ou golpe paraguaio (o caso brasileiro), tanto faz: é "presidente" para todos.
Também aceito (para mostrar que não sou intransigente) a impronunciável forma "presidentx", que foi uma sugestão do Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos.

04/09/2016 - Para ler no LN Online
Ignorância de Cármen Lúcia é linguistica e social, por Weden

16 agosto, 2016

Quer casar comigo?




Veja no Buzzfeed os esforços de 16 pessoas em suas propostas de casamento.
Assim distribuídas:
– 15 por meio de pizzas
– 1 com sorvete

Funiculi, funiculà | Nem todos odeiam o Power Point | Eu me amo | Pedidos de casamento 1 e 2

O comércio das armas de fogo nos EUA

Nos Estados Unidos a discussão sobre armas de fogo continua com força total.
A preocupação é com o aumento do comércio de armas sempre que acontece um massacre, como o de San Bernardino, na Califórnia, há 8 meses.
A história norte-americana explica porque é tão natural ter uma arma nos EUA. Está na Constituição do país, há mais de 200 anos, o direito de cada cidadão ter e portar armas. E, cada vez que uma tragédia com armas de fogo acontece nos EUA, é assim que eles reagem: armando-se ainda mais.
Em 2009, um militar matou 13 pessoas na base de Fort Hood, no Texas. Logo depois, a venda de armas cresceu em 15 por cento.
Em 2012, um homem saiu atirando no interior de uma sala de cinema no Colorado e matou 12 pessoas. O comércio de armas teve um aumento de 17 por cento.
No mesmo ano, em Connecticut, um rapaz entrou na escola Sandy Hook e matou 26 pessoas, a maioria crianças. Na sequência, o comércio de armas teve um pico de aumento de 39 por cento.
Por fim, depois do massacre de 14 pessoas em San Bernardino, o aquecimento no comércio de armas tornou a se repetir.
O lobby do setor quer que as pessoas acreditem que ter e portar mais armas é a solução.

15 agosto, 2016

Sardas




Há quem as chame de "beijinhos de anjo".
Não costumam ser tão grandes assim. Esses dois aí devem ter-se descuidado do uso dos protetores solares.

No Acta
852 - Por que existem as sardas

A aranha que inspirou Bruce

Lembram-se da história da aranha no relógio?
A história tem todos os elementos de uma fábula clássica. A aranha servindo como uma metáfora para a luta universal contra o tempo e a adversidade. Apesar de sofrer constante derrota, ela não esmorecia e continuava (fiando e porfiando) tentando construir a teia (a aranha vive do que tece, apud Gilberto Gil), sem se importar com as dificuldades insuperáveis.
A prisão da aranha no relógio apenas acrescentava um toque moderno à fábula, atualizando-a para a década de 1930.
Na época da saga do aracnídeo, alguns escreveram sobre a semelhança entre a aranha no relógio e a aranha que, certa vez, inspirou o rei escocês Robert the Bruce (gravura).
A "Lenda de Bruce e a  Aranha" (com a aranha colocada em primeiro lugar na edição de Sir Walter Scott, em 1828) conta que, durante uma fuga, o rei escocês escondeu-se em uma caverna escura onde passava o tempo assistindo a uma aranha que construía uma teia.
Inspirado pelo esforço incessante de aranha, Bruce fortaleceu o espírito para derrotar os ingleses na Batalha de Bannockburn.

14 agosto, 2016

Para falar "oi" no Rio


Para os turistas que visitam a Cidade Maravilhosa durante a Olimpíada Rio 2016, o Google preparou umas dicas de comportamento. Como esta, ao lado (uma mensagem em inglês/português), que o Blue Bus fotografou em um múpi do metrô da cidade.
O Google ensina e traduz.

MUPI, marca .registrada francesa, de Mobilier Urbain Pour l'Information (mobiliário urbano para a informação).
múpi,substantivo masculino, Painel urbano vertical, mais alto do que largo e menor do que um outdoor, destinado a conter mapas, informações ou publicidade.
In: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], consultado em 14-08-2016.

O melhor dos pais

E este é o seu dia.
Se você não possui um OCULUS ou outro dispositivo de realidade virtual, não se avexe. Você ainda pode fazer isto por seu filho:



O que há para ver no 2º domingo de agosto
Quando é o Dia dos Pais? | Dia dos Pais - o passado do presente | Paizão

13 agosto, 2016

O personagem M

M é um personagem fictício da série James Bond, de Ian Fleming. É o chefe do Serviço Secreto de Inteligência, também conhecido como MI6. Para criar este personagem, Fleming baseou-se em várias pessoas que comandaram seções da Inteligência britânica.
Nos 12 romances em que o personagem M aparece, segundo Kingsley Amis, em seu "James Bond Dossier" (1965), ele é descrito por Fleming como:
  • abrupto, com raiva (3 vezes)
  • brutal, frio (7 vezes)
  • lacônico, seco (5 vezes)
  • gelado (2 vezes)
  • áspero (7 vezes)
  • rígido (3 vezes)
  • impaciente (7 vezes)
  • irritável (2 vezes)
  • temperamental, grave, agudo (2 vezes)
  • curto (4 vezes)
  • azedo (2 vezes)

Amis calcula que isso dá um índice de irascibilidade um pouco menos de 4,6 por livro.
O romancista baseou o caráter de M principalmente no estilo do contra-almirante John Godfrey (foto), que era superior de Fleming na Divisão de Inteligência Naval, durante a Segunda Guerra Mundial.
Após a morte de Fleming, Godfrey reclamou:
"Ele me transformou em um personagem desagradável, M."

Fontes
Boss Issues, Futility Closet
M (James Bond), Wikipedia

A impressionante disputa de um ponto no tênis de mesa

Foi um dos mais impressionantes pontos já vistos no tênis de mesa, segundo a Federação Internacional deste esporte.
Os jogadores Xu Xin e Zhu Linfeng protagonizam uma disputa de 35 segundos e 41 lances durante uma partida da Super Liga da China.
Xu, número dois do mundo, e Zhu, ambos canhotos, conseguiram rebater a bola de ângulos impensáveis. O DIA DOS CANHOTOS, COMENTADO
A partida terminou com a vitória do favorito Xu Xin.



Tênis de porta |  O interesse dos gatos pelo pingue-pongue |  Um robô mesa-tenista |  Um pingue-pongue de rua

12 agosto, 2016

Tamagotchi x Pokémon Go

O Tamagotchi, cujos inventores foram agraciados com o Prêmio Ig Nobel de Economia em 1997, é celebrado por Jaime Rubio Hancock, que escreve no El Pais: ¿Es que nadie se acuerda de los Tamagotchis? 
Será que ninguém se lembra do Tamagotchi?
... Este brinquedo japonês de Bandai viciava milhões de crianças em 1996. Não era mais do que um pequeno aparelho oval com uma tela em preto e branco e três míseros botões para percorrer o menu. Isso era o suficiente para cuidar de um pet virtual, E eles já venderam mais de 79 milhões de unidades, não muito abaixo dos 100 milhões de downloads do Pokémon Go.
Em setembro de 1997, El País ilustrou o furor que causava este brinquedo em uma artigo intitulado Adicción japonesa a la fauna virtual. O texto lembra que o Tamagotchi tinha gerado "problemas sociais, como a negligência na escola e nas responsabilidades profissionais, e até mesmo acidentes de trânsito". E acrescenta que, para compartilhar dúvidas, preocupações e paixões, "há também muitos clubes de fãs e algumas páginas na Internet ao estilo das que são organizadas em torno de um grande filme ou música. Isso para não mencionar os cemitérios e enterros virtuais organizados por templos budistas".
E o texto conclui com uma mensagem amarga: "O Tamagotchi não é uma moda passageira, mas o ícone de uma nova geração de relacionamentos em que as fronteiras entre o real e o virtual desapareceram."

Retro toys
  1. O Tamagotchi
  2. O cubo de Rubik
  3. Os sudokus
  4. A serpente de Nokia
  5. O Furby
  6. O iPhone de 2007
Vídeo
Crianças reagem ao Tamagotchi



O poeta, segundo Wislawa Szymborska

O poeta, independentemente da educação, idade, sexo e gostos, permanece no fundo do próprio coração como um herdeiro espiritual da humanidade primitiva. As explicações científicas do mundo não o impressionam muito. Ele é um animista e um fetichista, que acredita nos poderes secretos que dormem em todas as coisas, e está convencido de que pode agitar essas forças com a ajuda de algumas palavras bem escolhidas. O poeta pode até ter sete distinções cum laude –, mas no momento em que ele se senta para escrever um poema, o seu uniforme acadêmico racionalista começa a apertá-lo. Ele se contorce e sibila, desprende-se o primeiro botão, depois outro, e, finalmente, ele pula para fora de sua roupa, completamente, e se apresenta como o que é: um selvagem com uma argola no nariz. Sim, sim, um selvagem. De que outra forma você pode chamar uma pessoa que fala em versos para os mortos e os não-nascidos, as árvores, os pássaros, e até mesmo para as lâmpadas e as pernas de uma mesa, exceto, talvez, de um idiota?
Maria Popova, Brains Pickings

11 agosto, 2016

Abraham Lincoln e John Lennon

Semelhanças surpreendentes entre os dois:
  1. Seus últimos nomes começam com "L" e terminam com "N".
  2. Ambos nasceram em um ano iniciado pelo número "1".
  3. Lennon conduzia um Lincoln antes de ser baleado; Lincoln foi baleado por alguém chamado John.
  4. Ambos tinham barbas, em um momento ou outro.
  5. Ambos se casaram com mulheres feias, pequenas e que não sabiam cantar.
http://www.bitsandpieces.us/2016/03/19/amazing-similarities-between-abraham-lincoln-and-john-lennon/

03/03/2017 - Créditos das imagens desta postagem: Sharon Cummings
http://fineartamerica.com/featured/abraham-lincoln-art-colorful-abe-by-sharon-cummings-sharon-cummings.html

Nunca discuta com as crianças

Uma menina conversava com seu professor sobre as baleias.
O professor dizia que era impossível uma baleia engolir um ser humano porque, apesar de ser um grande animal, sua garganta era muito pequena. A menina afirmava que Jonas, sim, fora engolido por uma baleia. Irritado, o professor reiterou que uma baleia não poderia engolir um ser humano; era fisicamente impossível.
"Quando eu chegar ao céu, vou perguntar a Jonas?", disse a menina.
"E se Jonas tiver ido para o inferno?"
"Então, você pergunta a ele."

As crianças tinham sido fotografadas em grupo, e a professora tentava convencer cada uma a comprar uma cópia do retrato.
"Basta pensar o quão bom será olhar para essa fotografia, quando você estiver crescida, e poder dizer: 'É Jéssica, ela é uma advogada, ou, é Rafael, ele é um médico...'"
Uma pequena voz, lá na parte de trás da sala, exclamou: "É a professora, ela está morta."

Uma professora dava uma aula sobre a circulação do sangue. Tentando tornar o assunto mais claro, ela disse:
"Agora, se eu ficar de cabeça para baixo, o sangue, como vocês sabem, correrá para ela e eu ficarei com o rosto vermelho. Então, por que é que, enquanto eu estou de pé na posição comum, o sangue não corre para eles?"
Uma criança gritou: "Porque seus pés não estão vazios!"

As crianças foram colocadas em fila na cantina de uma escola católica para o almoço.
Na cabeceira da mesa havia uma grande pilha de maçãs. A freira fez uma nota e postou na bandeja das maçãs: "Pegue apenas uma, Deus está olhando".
Ao longo da linha de bandejas, na outra extremidade da mesa, havia também uma grande pilha de biscoitos de chocolate. Uma criança tinha escrito a seguinte nota:"Pegue quantos você quiser. Deus está vendo as maçãs".

(http://www.1timothy4-13.com/files/children/reasons.html).Tradução: PGCS

Desde 1927, aos onze dias do mês de agosto, é comemorado o Dia do Estudante no Brasil.

13/08/2016 - Comentário
A última historinha infantil é um espelho fiel do que acontece hoje no Patropi. Inventam improváveis seres controladores, sobre mais que prováveis modos de agir, ao invés de educar para evitar esses reprováveis modos de agir.
Enquanto isso, os que têm certeza de improváveis punições, comem biscoitos de chocolate à vontade.
Fernando Gurgel, por i-1/2

10 agosto, 2016

Você viajaria de volta no tempo para matar Hitler?

Muitas histórias de viagem no tempo apresentam em seu enredo um ou mais personagens que voltam no tempo para matar Hitler. Com a ideia de evitar o surgimento do nazismo na Alemanha, na década de 1920, e possivelmente prevenir que acontecesse depois a II Guerra Mundial.
Voluntários nunca faltaram para a missão. E essa ideia tem inclusive evoluído para matar Hitler ainda bebê.
Mas isso acentuaria um dilema ético:
Você mataria um bebê (foto) assim tão fofinho? Mesmo que o bebê ao crescer se tornasse uma das figuras mais execráveis do século 20?
Jeb Bush disse recentemente (Hell Yeah, I Would!) que ele não teria nenhum problema para matar o bebê Hitler. Mas o irmão de George Bush não é um bom exemplo de moralidade humana.
Pessoalmente, eu acho que o debate "viagem no tempo" x "eliminação de Hitler" poderia ser resolvido sem derramamento de sangue. Por alguém que fosse ao passado para comprar as pinturas de Hitler, e desse modo impulsionar a sua carreira artística.
O pintor Hitler, estando a seguir muito ocupado em desenhar e vender quadros de edifícios e cães pastores alemães, não teria conduzido o partido nazista ao poder, E, trinta anos mais tarde, quem sabe, ele  poderia ser visto saindo com Andy Warhol no Soho.

18/06/2019 - Atualizando ...
- Eu voltei no tempo e matei Adolf Hitler.
- Não sei de quem você está falando.

O espírito olímpico

Povinho reclamão, sô!!!
Ninguém sabe do enorme esforço olímpico do escrete – ô palavrinha xula – canarinho.
Duvido, repito dez vezes: duvido, duvido etc... – que algum peladista, destes que tanto reclamam de nossa seleção masculina, consiga fazer o que nossos craques fazem tão bem.
Ora, acertar a trave, mesmo estando embaixo do gol, não é pra qualquer um, não. Tenta aí pra ver se consegue, seu tonto?
E chutar pra fora, estando embaixo das traves e o goleiro adversário "perdido"? É mais difícil ainda. Juro que até eu tentei e não consegui. A bola sempre entra.
Tudo isso um atleta consegue somente depois de muiiiiito treino, muiiiito suor, muiita dor no estrombo, no cocoruto...
Por essas e outras, parem de reclamar, pô!!!
Fernando Gurgel
Fernando,
A estas sábias palavras, baseadas em tua experiência de campo (de futebol soçaite, de várzea, de salão etc.), eu respondo com imagens. Apenas duas imagens: uma, "extática" (de êxtase), e a outra, com movimento.
"Perda de tempo. Ele só baixa na Central Globo de Jornalismo." (Natasha Pimentel)

O verdadeiro espírito olímpico


09 agosto, 2016

O gato e o arqueiro

Um gato, qualquer gato, gosta de se lamber. Isso não é novidade.
Séculos atrás, um destes animais estava a se lamber no scriptorium de um monge copista. A natureza fez do gato um ser contorcionista e sem pudor.
Entediado com o manuscrito, o monge pega o pigmento cinza e começa a desenhar o gato.


A lógica do gato sujo

+ ILUMINURAS
Salomé e A natureza inexata de Behemoth

TV Escola


http://jornalggn.com.br/blog/eli-rezende/a-geracao-digital-nao-sabe-pesquisar-parte-i

08 agosto, 2016

Romântico é uma espécie em extinção

O corpo do cantor e compositor mineiro Vander Lee foi enterrado no sábado, no Cemitério Bosque da Esperança, em Belo Horizonte. O enterro foi marcado por forte emoção dos parentes, amigos e dos fãs que o homenagearam cantando suas canções. O músico morreu aos 50 anos, na manhã da última sexta-feira (5), de problemas cardiovasculares.
Nascido na capital mineira, Lee começou a carreira tocando em bares e teatros de Belo Horizonte e de outras cidades de Minas. Em 1996, ganhou o segundo lugar no festival Canta Minas, realizado pela TV Globo Minas, com a música "Gente não é cor". Depois da premiação, o artista começou a produzir seu primeiro disco, ainda como Vanderly. Só a partir do segundo álbum passou a usar o nome Vander Lee.
Com nove discos, entre registros de estúdio e ao vivo, o músico tinha como tema de suas canções o amor, o futebol, a espiritualidade e o cotidiano urbano. Suas canções foram também gravadas por muitos cantores como Gal Costa, Alcione, Maria Bethânia, Fagner, Elza Soares, Emilinha Borba, Leila Pinheiro, Luiza Possi, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Elba Ramalho e Regina Souza, entre outros.
Cantando e tocando violão, só ou acompanhado de uma banda, e em momentos cantando a capella, Vander Lee era um artista excepcional. De seu maravilhoso repertório, gosto especialmente de "Cafezinho com biscoito" (cujo vídeo já foi postado aqui), "Onde Deus possa me ouvir", "Sambado", "Pensei que fosse o céu", "Esperando aviões", "Alma nua" e "Românticos".



De Luis Nassif:
Há os que ambicionam a eternidade construindo empresas, golpeando instituições, lutando na arena política, com seus aspectos lúgubres, góticos, construindo castelos de cartas nos porões do poder com as armas dos subterfúgios, fazendo das sombras seu habitat, do ódio a sua arma.
E os que vêm para iluminar, para consolar, para lembrar a todos nós a necessidade da luta permanente para a consolidação dos valores da civilização, da solidariedade, da capacidade de emocionar, de superar o ódio e a intolerância.
Vander Lee veio, partiu cedo, mas deixou sua marca.
http://jornalggn.com.br/noticia/vander-lee-romanticos-sao-eternos-por-luis-nassif

A aranha no relógio

Em 1932, Louise Thompson notou que uma pequena aranha tinha entrado em seu relógio despertador. Isso não era algo assim tão surpreendente, mas logo ela notou que a aranha estava tentando tecer uma teia entre o ponteiro das horas e o ponteiro dos minutos, o que seria uma tarefa praticamente impossível, porque eles se mexiam rasgando a teia.
Mas a aranha persistiu em seu ofício.
Louise e seu marido ficaram atentos nos dias seguintes, pensando que a aranha acabaria por desistir, mas ela não desistiu.
A notícia se espalhou, a mídia se interessou pelo assunto, e a próxima coisa que aconteceu, você sabe, foi a aranha virar uma celebridade. O relógio foi levado com a aranha para a Universidade de Akron para estudo.


Pessoas de todo o mundo passaram a acompanhar a saga da pequena aranha, e John A. Twamley, de Rochester, Nova Iorque, escreveu um poema em sua homenagem.
Algumas pessoas, no entanto, ficaram horrorizados com todo aquele espetáculo. Em particular, os membros da Akron Humane Society que deploraram a prisão do aracnídeo (no caso, uma auto-prisão). Eles queriam que a aranha fosse logo libertada. Mas alguns cientistas foram contrários. Diziam que, fora do relógio, a aranha iria sucumbir no frio do inverno.
Lembrem-se que tudo isso aconteceu em 1932, no auge da Grande Depressão, e o apelo popular exercido pela aranha torna-se fácil de entender. Os tempos eram difíceis, e a aranha oferecia uma lição de perseverança diante dos contratempos.

The spider that waged a battle against a clock, por Alex Boese. In: About Entertainment

07 agosto, 2016

Uma equação matemática suspeita

Um economista italiano acabou fazendo com que a decolagem de um voo fosse temporariamente suspensa, depois que outra passageira na mesma aeronave o viu trabalhando em uma equação matemática e, preocupada, alertou a tripulação.
Guido Menzio foi retirado do avião. Interrogado por agentes policiais, o economista mostrou a eles a equação diferencial que estava escrevendo, e o voo acabou decolando – com mais de duas horas de atraso.


Ele é professor da Universidade da Pensilvânia e havia embarcado no voo para ir de Syracuse, no Estado da Filadélfia, a Ontario, no Canadá, onde daria uma palestra.
Menzio disse ao jornal The Washington Post que o piloto demonstrou ter ficado envergonhado com toda a situação.

Um professor terrorista

Terminal B

Uma abelha traquinas toma a atenção de um controlador de pista.



Código 3425 :: Técnicos em transportes Aéreos na Classificação Brasileira de Ocupações
Descrição sumária
Elaboram e implementam programa de segurança de vôo e plano de emergência aeronáutica. Controlam tráfego aéreo em solo e no ar; promovem a segurança aeroportuária. Planejam vôos; despacham vôos; embarcam e desembarcam passageiros. Realizam inspeção em áreas restritas de segurança. Fiscalizam atividades do sistema de aviação civil e ministram treinamento.

06 agosto, 2016

Por que esta cena é inacreditável?

Resposta
Coelho e gato raramente tocam juntos.

O aplauso é belo: e a vaia foi linda

Deu no CartaCapital:
Não deu nada certo a cuidadosa blindagem com que os organizadores da Olimpíada tentaram proteger o presidente ilegítimo Michel Temer na abertura oficial dos Jogos, na noite desta sexta-feira 5.
As vaias que iam fatalmente acontecer... aconteceram. O usurpador estava visivelmente constrangido.
O zelo chegou ao requinte. O telão evitou imagens da triste figura e o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, agradeceu genericamente às "autoridades brasileiras". Nenhum nome pronunciado.
A Folha de S.Paulo, sempre solícita na defesa de Temer e do golpe, tinha previamente tentado dizer que vaias, no Maracanã, são genéricas, não específicas. Ou seja, vaia-se por vaiar, não porque as Olimpíadas do Rio nascem à sombra de um governo sombrio.
O Maracanã aplaudiu perigosamente a delegação de Cuba, do Uruguai e da Palestina. Devia ter muito bolivariano infiltrado por lá.
A ovação à delegação dos atletas olímpicos refugiados reitera o tom de toda a abertura: solidariedade e boas intenções.
O espetáculo surpreendeu. Foi de uma beleza sutil, sem folclorização excessiva, na medida do bom gosto – tudo aquilo que se desconfia que o Brasil é incapaz de fazer. Aquela coisa do carnaval – um excesso de improvisação e voluntarismo que acaba dando certo.
Um comovente show produzido por artistas brasileiros com a participação de artistas brasileiros. Essa gente sempre acusada pela elite ignóbil e ignorante de ser parasita, de viver das migalhas das benesses oficiais, das leis de incentivo etc. Artistas capazes de espargir talento e produzir beleza.
No cenário de indigência moral, política, estética de um Brasil que perdeu o rumo, ainda bem que há momentos como este. O aplauso é belo; e a vaia foi linda.

Um dia no museu

Blue Bus, 15/07/2016
Já temos uma nova Cecilia Giménez – lembra da senhora espanhola que tentou restaurar a obra "Ecce Homo" e criou uma pequena monstruosidade? Dessa vez a história vem da Alemanha – uma senhora de 91 anos que visitava o Neues Museum, na cidade de Nuremberg, preencheu uma obra de arte de 51 anos depois de confundi-la com palavras cruzadas. “Para sermos justos, são palavras cruzadas. Apenas não do tipo que você deve preencher”, esclarece o Shortlist. Trata-se de uma obra de 1965, do artista avant-garde Arthur Koepcke, que inclui a frase "Insira Palavras" e já vinha com alguns quadradinhos preenchidos. Quando questionada sobre o motivo da "intervenção", a visitante disse que estava simplesmente seguindo as instruções. Outras obras no museu são interativas, o que certamente colaborou para a confusão. A obra, intitulada "Reading-work-piece", tinha o valor estimado em USD 89 mil – na cotação de hoje, cerca de R$ 290 mil. A diretora do museu, Eva-Christina Kraus, informou que o Neues Museum prestou uma queixa criminal, mas apenas por questões burocráticas, já que o procedimento é necessário para que o museu seja ressarcido pela seguradora. “Está claro para nós que a senhora não fez por mal”, declarou Kraus. Ainda segundo o museu, especialistas acreditam que a obra pode ser restaurada com sucesso. (Com informações também de Deutsche Welle.)

05 agosto, 2016

A História da Aviação - Parte 2

Não pesquise aqui "A História da Aviação - Parte 1", pois nunca houve.

Sidney Paget, o ilustrador de Sherlock Holmes

Sidney Edward Paget (1860 — 1908) foi um ilustrador britânico da era vitoriana que fez muitos trabalhos para a revista The Strand Magazine.
É conhecido como o criador das mais populares ilustrações de Sherlock Holmes. Ele foi inadvertidamente contratado para ilustrar "As Aventuras de Sherlock Holmes", uma série de doze contos publicados entre 1891 e 1892, quando os editores acidentalmente mandaram-lhe um contrato de trabalho, ao invés de mandar a seu irmão Walter que também era ilustrador.
Em tons predominantemente escuros para refletir o espírito lúgubre dos textos, as ilustrações de Paget influenciaram os filmes estadunidenses de detetives, o cinema noir e, com certeza, todo e cada filme com Sherlock Holmes.
Ele publicou cerca de 356 ilustrações das séries e, depois de sua morte, outros ilustradores descobriram que tinham que copiar o estilo de Paget quando desenhavam Sherlock Holmes.
Sidney Paget fez de Sherlock Holmes o que John Tenniel fez de Alice de Lewis Carroll: definiu a aparência de um personagem realmente bom e original.
Um conjunto das revistas The Strand com as histórias ilustradas de Sherlock Holmes é um dos itens mais raros e caros na história das publicações para seus colecionadores. Um original de Paget, de Holmes e Moriarty em "Mortal Combat at the Edge of the Reichenbach Falls", por exemplo, foi vendido em 2004 por 220.800 dólares.

Uma das ilustrações criadas por Sidney Paget para The Adventure of the Speckled Band, um conto policial de Sir Arthur Conan Doyle protagonizado por Sherlock Holmes e Dr. Watson, publicado pela primeira vez na Strand Magazine, em fevereiro de 1892, com 9 ilustrações de Sidney Paget.

04 agosto, 2016

Litofones do Vietnã

O litofone é um instrumento musical constituído de pedaços de rochas que, quando golpeados, emitem notas musicais.
As peças estão dispostas em uma seqüência ordenada: as rochas de som mais grave estão à esquerda da bancada e, em direção à direita, estão as rochas de som progressivamente agudo.
Pertence ao grupo dos idiofones de percussão como o xilofone, a marimba e o africano balafon, sendo estes três instrumentos feitos de placas de madeira.



O xilofone-propaganda de telefone

Tatuagens tecnológicas

A companhia estadunidense Chaotic Moon acaba de apresentar uma nova técnica de tatuagem chamada Tech Tats para fins estritamente médicos e esportivos. Como explicam seus criadores, essa tatuagem eletrônica ao ser colocada na pele proporciona informações médicas do seu portador, em tempo real, que podem ser usadas tanto para o controle de enfermidades crônicas como para a detecção dos sinais vitais durante a prática de esportes.
A tatuagem eletrônica não produz dor durante a execução, pois prescinde do uso de máquina e agulhas para introduzir pigmentos na pele. Ao invés das tintas vegetais ou acrílicas, comumente utilizadas pelos tatuadores tradicionais, emprega-se na Tech Tats uma tinta eletrocondutora especial que é depositada sobre a pele por um aplicador ou transferida a partir de um adesivo.
A tatuagem se complementa com um microcontrolador e LEDs que dão uma aparência de circuito eletrônico personalizado a ela. Os dados coletados são transmitidos para o smartphone do usuário através de um aplicativo projetado para essa fim.


A empresa, com sede em Austin, pretende aperfeiçoar a tecnologia Tech Tats, tendo em vista a futura comercialização do produto. Será personalizado e configurado com as funções desejadas pelo usuário. Assim, além da estética futurista e da novidade dos microLEDs aderidos à pele, a tatuagem poderá ajudar a controlar  a glicose, os hormônios tiroidianos etc. Inclusive realizar a geolocalização de portadores de Alzheimer que tenham se perdido.

Fonte: http://blogthinkbig.com/tech-tats-tatuajes-electronicos-con-fines-medicos-y-deportivos c/ vídeo

Notas relacionadas (no Acta)
93 - Uma revista feita nas coxas
346 - Não ressuscitar
688 - Henna com PPD
706 - A tatuagem paramédica
766 - Paizão
810 - É verão!

03 agosto, 2016

Celina Côrte Pinheiro (1949–2016)

É com imenso pesar que registro aqui o falecimento na madrugada de hoje, 3 de agosto de 2016, da  Dra. Celina Côrte Pinheiro, médica ortopedista, escritora e musicista, uma pessoa muito querida nos diferentes ciclos de sua vida social e profissional.
Dra. Celina nasceu na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, em 24 de julho de 1949, filha do casal Cândido Côrte e Maria Conceta Bianco Côrte. Formou-se em Medicina e concluiu sua especialização na mesma cidade. Aos 26 anos, casou-se com Francisco Wilson Pinheiro de Sousa, também médico ortopedista, com quem teve três filhos: Fernando, Fabrício e Flávio, todos já casados. Deixou três netos: Gabriel, Giulia e Felipe.
Ingressou na Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará (Sobrames-CE) como membro titular, em 1987, e participou de 20 antologias dessa associação. Ocupou os cargos de 1.ª secretária da Sobrames-CE (1988-90), vice-presidente (1990-92) e membro do conselho fiscal.
Em 2012, Dra. Celina assumiu a presidência da Sobrames-CE, tendo sido reeleita em 2014, Com notável proficiência e reconhecida competência, a médica sobramista conduziu esta associação por duas gestões (2012-14 e 2014-16).
Fontes: Blog do Marcelo Gurgel, Blog da Sobrames-CE e Almece
Apresento minhas condolências aos familiares de tão estimada colega e amiga.
O corpo da Dra. Celina Côrte Pinheiro estará, a partir das 12 horas, no Complexo Velatório Ethernus, à Rua Pe. Valdivino, n.º 1.688, onde sua família e seus amigos se reunirão para prestar homenagens e despedidas às 20 horas de hoje.
Artigos de Dra. Celina
No blog EM: Proibido proibir? | Natal do espírito | Arena de Iracema | Lixo e saúde pública
No blog Acta: Somos todos pedestres | Guerrilha urbana | Ciclistas também atropelam!

O "poder" dos passaportes


O site Passport Index é uma ferramenta online que traz informações sobre 190 passaportes de todo o mundo, classificando-os de acordo com seu "poder".  Esta classificação é baseada em fatores como acesso a países estrangeiros e mobilidade sem a necessidade de visto, por exemplo.
Na seção RANK você descobre, por exemplo, que Alemanha e Suécia são os países com os passaportes mais "poderosos" do mundo. E o Brasil aparece em 43º lugar, tendo acesso sem visto ou possibilidade de solicitar visto na chegada ao destino em 141 países. Dentre os passaportes da América do Sul, o do Brasil é o 2º mais "poderoso", perdendo apenas para o da Argentina.


02 agosto, 2016

O melhor projeto para uma garrafa de leite

O Imedia Criativa Bureau, do Quirguistão, desenvolveu este conceito para uma garrafa de leite.
Do Imedia:
"Estávamos tentando criar uma embalagem com um projeto original e inteligente. Então, desta vez, a tarefa era criar uma garrafa de leite diferente de tudo que já existia nas prateleiras do mercado.
Queríamos encontrar uma associação muito abstrata ou distante com leite e vaca.
Vaca sendo abduzida por um OVNI é uma imagem bastante comum na cultura pop. Mas foi uma ideia muito inesperada para uma garrafa de leite. Então, começamos a trabalhar nesse projeto. No início, esboçamos a forma da garrafa e suas proporções. Em seguida, Kanat (nosso designer 3D) começou a modelar a garrafa, enquanto o resto da equipe se dedicava a procurar a nomenclatura adequada.
Encontramos alguns nomes legais como "Cowsmilk" (que se lê como "cósmica"), "Mimimilk" e, entre eles, estava "Molocow".
Como você sabe "Moloko" é uma palavra russa, mas graças ao notável cineasta Stanley Kubrick todo mundo ficou conhecendo esta palavra, supomos. Quisemos prestar homenagem ao maior filme de Stanley Kubrick, o "Laranja Mecânica", que também dirigiu o "2001: Uma Odisseia no Espaço", um sci-fi clássico. Ficamos satisfeitos com o nome do produto.
Kanat trabalhou neste projeto por um mês aproximadamente. Ele obteve um excelente resultado, que alguns poderiam tomá-lo como real."
Tradução: PGCS
N. do T.
O "Laranja Mecânica" não especifica os ingredientes, por isso há muitas variações sobre a fórmula do "Moloko". Todas à base de leite (não confundir com o "Molico") – com o acréscimo de drogas, tais como barbitúricos, mescalina sintética e adrenocromo. Os principais personagens do livro (e do filme) bebem o "Moloko"  enquanto se preparam para exercer a "ultraviolência".

Um portal sensacional


Jaime Nogueira envia-me a dica de um portal, que ele define como sensacional, e no qual é possível a gente ver um vasto acervo digital para lá de legal. Trata-se da BNdigital, de propriedade da Biblioteca Nacional.
Não peço calma, pessoal. É essencial fazer logo uma visita geral ao recomendado portal. Antes que esse bagaçal (e meio que asnal) governo dê a ele um final, com funeral a cargo do boçal Alexandre Frota.
(nota redigida com muitos ecos em "al")



Jaime Nogueira: perfil de um colaborador
Seus genes são oriundos da Serra da Mantiqueira onde nasceu (Itajubá, MG), por parte de sua mãe (Da Costa Machado) e dos sopés do Serrote de Quinamuiú (Tauá, CE) – seu pai (Alexandrino Nogueira). De um total de 5 irmãos formados na Escola de Engenharia da UFC, Jaime Nogueira desgarrou-se após casar e concluir o Mestrado no Instituto da Pesquisas Hidráulicas da UFRGS e começar a trabalhar no Rio, na então CVRD,  por cerca de 30 anos – sempre envolvido com projetos de exploração mineral na Serra dos Carajás, PA (Fe, Au, Cu) e um trabalho de desenvolvimento tecnológico para purificação de SiO2 na Zona da Mata, MG. Em '87 passou uns 3 meses na DDR (Alemanha Oriental), na Escola de Minas de Freiberg, com direito ao Checkpoint Charlie, em Berlim, e a Autobahn usada para a Invasão dos Sudetos e, lógico, a fantástica cerveja da Saxônia.

01 agosto, 2016

Penso, logo cito - 32

Max Nunes, médico e humorista brasileiro:

"O Brasil precisa explorar
com urgência a sua riqueza,
porque a pobreza
não aguenta mais
ser explorada."

800 k acessos

Atingimos na manhã de hoje (1.º de agosto) as seguintes marcas: 800 mil acessos e 2 mil comentários.
Mas não estamos comemorando apenas estes números.

ESTAMOS SEM INCIDENTES COM VELOCIRAPTORES

HÁ EXATOS 3.544 DIAS

Cálculo dos dias sem incidentes pelo How Long Have I Been Alive For?

Quem fratura um dedo fatura um amigo

Ellen Terry, aos 16 anos de idade
Em 1856, Ellen Terry, aos 10 anos de idade, estava prestes a dizer a fala final de Puck, em "Sonho de Uma Noite de Verão", de Shakespeare, quando um assistente de palco fechou um alçapão sobre seu pé, quebrando-lhe o hálux, vulgo dedo grande do pé. Ela gritou, e a gerente Ellen Kean ofereceu dobrar seu salário se ela terminasse a representação.
Assim, apoiada por Kean de um lado e por sua irmã Kate, por outro, ela recitou o monólogo.
"Como eu consegui, não sei!", escreveu Ellen em seu livro de memórias, de 1908. "Mas meu salário foi duplicado – de quinze xelins para trinta – e Mr. Skey, diretor do Bartolomew's Hospital, que estava por lá, naquela mesma noite foi até os bastidores para recolocar o meu dedo do pé no lugar certo. Ele ficou sendo meu amigo pela vida toda".
Fratura do hálux
http://www.clinicadeckers.com.br/html/orientacoes/ortopedia/109_fratura-halux.html
Por que nós ainda temos os dedos dos pés?
Sério, por quê? Eles são péssimos para pegar as coisas, quebram facilmente, e eles parecem, em um sentido puramente estético, meio estranhos.
Ler no Acta Obscura.
Nomenclatura
http://blogdopg.blogspot.com.br/2014/06/nomenclatura-para-os-dedos-do-pe.html