Por que isso é interessante:
O que dizem os especialistas:
"Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio… pois, na segunda vez, o rio já não é o mesmo, tampouco o homem." Heráclito de Éfeso.
"Os rios atravessam nossas civilizações como fios em um colar de pérolas”, escreveu Olivia Laing. "Há um mistério nos rios que nos atrai, pois eles nascem de lugares escondidos e percorrem as rotas que nem sempre serão as mesmas."
"O tempo é um rio que me arrasta, mas eu sou o rio." JL Borges
"Os rios que atravessam uma cidade também atravessam a infância de quem cresce nela." Renata Rossi
"Conheci rios tão antigos quanto o mundo e mais antigos que o fluxo do sangue nas veias humanas. Minha alma se aprofundou como os rios." Langston Hughes
"Rio, caminho que anda e vai resmungando talvez uma dor." Luís Antônio, em "Eu e o rio"
Em 1996, o geólogo da Universidade de Cambridge, Hans-Henrik Stølum, publicou um artigo anunciando sua descoberta surpreendente de que pi também impulsiona, sempre impulsiona, os caminhos sinuosos dos rios do mundo a continuarem seus meandros aparentemente caóticos — em um padrão matematicamente previsível. Sua simulação, usando dados empíricos e modelagem de dinâmica de fluidos, descobriu que os caminhos oscilantes dos rios — sua sinuosidade, calculada dividindo-se o comprimento real dos meandros do rio pelo comprimento da linha reta traçada da nascente ao mar — têm uma média de 3,14.
E garantir que todos estejam na mesma página (ou: tirem a mesma conclusão):
Nicholas Saunderson, um ilustre matemático inglês que sucedeu a Isaac Newton na Universidade de Cambridge no século XVIII, era totalmente cego desde os oito anos de idade. Em outras palavras, toda a matemática de alto nível que ele dominava com perfeição, ele aprendeu sem ver, apenas pela força de sua visão interior.
"Fazer matemática significa aprender a fazer malabarismos mentalmente. (…) Em matemática, tudo acontece no cérebro. Portanto, não é necessário ver de verdade". É o que afirma Emmanuel Giroud, um cego que é também um imenso matemático contemporâneo, que parafraseia muito bem "O Pequeno Príncipe" de Saint Exupéry: na matemática, diz-nos Giroud, o essencial é invisível aos olhos. Só vemos claramente com a mente.
"Eu (Stanislas Dehaene), que bombardeei grupos de estudantes com o meu "não acredito no que vejo, acredito no que entendo" (batendo o pé como o coelhinho Tambor no final da frase), fiquei obviamente sensível a este discurso."
http://clairelommeblog.fr/2024/08/11/on-ne-voit-bien-quavec-lesprit/
"É como se você estivesse lendo um grande drama, ou tentando entender a mensagem em algum grande poema, e de repente o Coelho Branco de Alice no País das Maravilhas vem correndo resmungando: "Nossa! Oh céus! Eu devo chegar muito tarde!"Não é o Coelho Branco que você vê na matemática, mas o efeito é o mesmo. Euler deve ter sentido essa sensação depois de se esforçar para encontrar o valor da série 1/12 + 1/22 + 1/32+ + . . . e descobre que é π2/6.
Dois ciclistas a 30 quilômetros de distância começam a pedalar um em direção ao outro a 15 km/h. No instante em que eles começam, uma mosca começa a ir e voltar entre um e outro a 30 km/h. Quando os ciclistas se encontrarem, qual a distância total que a mosca terá percorrido?Um estudante apresentou esse problema ao matemático, que instantaneamente deu a resposta correta:
Quando o professor resolve complicar ...
O meu sonho era ter, além do conhecimento da matemática, uma lousa dessas.
Chefe esperto + Empregado esperto = LucroNo amor:
Chefe esperto + Empregado burro = Produção
Chefe burro + Empregado esperto = Promoção
Chefe burro + Empregado burro = Hora-extra
Homem esperto + Mulher esperta = Romance
Homem esperto + Mulher burra = Caso
Homem burro + Mulher esperta = Casamento
Homem burro + Mulher burra = Gravidez não planejada
— Michael I. Hartley e Dimitri Leemans, "Quotients of a Universal Locally Projective Polytope of Type {5, 3, 5}", Mathematische Zeitschrift 247:4 (2004), 663-674.
Arquivo PDF: http://arxiv.org/pdf/math/0307075.pdf (p.8)
O primeiro autor gostaria de reconhecer e agradecer a Jesus Cristo, por meio de quem todas as coisas foram feitas, pelo encorajamento, inspiração e sugestões ocasionais que foram necessárias para completar este artigo. O segundo autor, entretanto, nega especificamente esse reconhecimento. O segundo autor gostaria de agradecer o apoio financeiro do Fundo Nacional Belga para Pesquisa Científica, que tornou este projeto viável. Ambos os autores reconhecem com gratidão os comentários úteis feitos por Buekenhout em um rascunho deste artigo.
Arquivo EM: Eu também quero creditar
É uma sucessão de números que obedecem um padrão em que cada elemento subsequente é a soma dos dois anteriores.
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584...
http://matematicazup.com.br
Se você precisar pronunciar "iff", segure realmente os "efes" para que as pessoas percebam a diferença de "if'".