Mostrando postagens com marcador TV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TV. Mostrar todas as postagens

15 fevereiro, 2025

Topo Gigio

Em italiano, Topo quer dizer rato. Gigio é um apelido derivado de Luigi. Foi um personagem de um programa infantil exibido na televisão italiana na década de 1960.
Imensamente popular na Itália, seu país de origem, Topo Gigio se tornou uma sensação mundial depois de suas aparições recorrentes, começando nos Estados Unidos em 1963, no The Ed Sullivan Show, pela rede de televisão CBS.
No México, Topo Gigio teve um programa próprio no final da década de 1960, que foi apresentado pelo ator argentino Raúl Astor (na foto, com ele).
Em 1969, o personagem estreou no Brasil no programa Mister Show, na TV Globo. Topo Gigio contracenava com o humorista Agildo Ribeiro e a voz era dublada pelo italiano Peppino Mazzullo, que não sabia falar português e decorava as frases a serem ditas apenas de maneira fonética, sem saber a tradução.

04 setembro, 2024

Clube do Bolinha

Era um programa de calouros transmitido pela TV Bandeirantes nos sábados à tarde.
Apresentado por Edson Cury, conhecido como Bolinha, esta atração ficou no ar durante 20 anos, de 1974 a 1994.
Bolinha era um sujeiro bonachão e simpático, e as camisas de mangas bufantes eram a sua marca característica.
Registrado no nascimento (1936, em Santos) como Edson Cabariti, adotou o nome artístico Édson Cury pois, segundo ele, "o seu verdadeiro nome não soava bem no rádio".
A música de abertura do seu programa dizia: "Bo-bo-bo-Bolinha, está na hora de você entrar na linha" (vídeo).


Disputava audiência com Raul Gil e Chacrinha. E as bailarinas do "Clube do Bolinha" eram apelidadas de "boletes".
Faleceu em 1998, aos 61 anos.

"Cantando bem você ganha os parabéns; cantando mal vai cantar no seu quintal".(Bolinha)

12 agosto, 2024

Áudios e legendas

Lauren Weinstein, Mastodon

Um dos aspectos das séries de televisão comerciais dos anos 60 e 70 (e, em certa medida, também um pouco mais tarde) era o fato de os produtores não sentirem a necessidade de pontuar CADA SEGUNDO DE CADA FILME.

Ao vermos clássicos como "Columbo" e o original "Havaí 5.0", reparamos como o áudio é tão claro e as conversas são fáceis de ouvir e compreender, sem música contínua por baixo (ou por vezes por cima) de praticamente tudo o que alguém está a dizer.

É frequente observar o tempo que estes programas conseguiam aguentar com um plano contínuo sem cortes, enquanto os programas "modernos" sentem a necessidade de irritantes cortes múltiplos por segundo na maior parte do tempo.

Mas a questão do áudio é mais básica. Quando há uma partitura contínua (quer estejam ou não envolvidos sintetizadores de baixa qualidade), manter a noção do que está a ser dito pode ser uma confusão.

E isto não é apenas um problema para os espectadores mais velhos. Os inquéritos revelam que uma percentagem surpreendentemente elevada de todos os grupos etários deixa agora as legendas ativas por rotina, porque a dificuldade em ouvir e compreender os diálogos tornou-se tão intensa nas séries de televisão e filmes modernos (sendo que, na maioria dos casos, estes últimos nem sequer oferecem legendas práticas nas salas de cinema).

"Consegue ouvir-me agora?"

04 março, 2023

Boxe com urso

Em 1949, ocorreu uma luta de boxe entre Gus Waldorf e um urso pardo. O objetivo dessa luta era atrair audiência para um programa de televisão.

Ainda que ele fosse um animal treinado de circo, a luta de boxe foi realizada sob a vigilância de juízes e outros profissionais, com o urso usando focinheira e luvas bem apertadas para impedir que o animal usasse os dentes a as garras durante a luta.

A fotografia mostra o exato momento em que o urso desfere um soco de esquerda em Waldorf.

20 fevereiro, 2023

Mussum, sua "históris"

Nascido como Antônio Carlos Bernardes Gomes, em 7 de abril de 1941, foi como Mussum que ele se eternizou para o público brasileiro.
Ele cresceu no Morro da Cachoeirinha, no Rio de Janeiro. Filho de uma empregada doméstica, teve uma infância pobre, mas aprendeu com a mãe o valor do estudo. Analfabeta, sua mãe lhe dizia o quanto era importante aprender a ler. E ele, ainda menino, passou a ensinar a mãe a ler.
Trabalhou como ajustador mecânico, faxineiro, cozinheiro e serviu a Força Aérea Brasileira, porém foi na música que seu talento se destacou. Formou com amigos o grupo musical "Originais do Samba", que gravou 13 discos e fez muito sucesso nos anos 1970.
Em 1965, deu os seus primeiros passos no humor, participando do programa humorístico da Rede Globo, "Bairro Feliz". Nesse programa, ele recebeu o apelido com que ficou conhecido. Grande Otelo passou a chamá-lo de Mussum, em referência ao muçum ou mussum, (*) um peixe escorregadio e liso. Para o ator, Antônio Carlos parecia-se com esse peixe por ser capaz de se livrar das situações mais constrangedoras.
Em suas apresentações humorísticas, conheceu Dedé Santana. Logo depois, chamou a atenção de Renato Aragão por causa de seu talento para o improviso. Em 1972, formou um trio com Dedé e Didi. Dois anos depois, a entrada de Zacarias fez com que eles formassem um quarteto e, através do programa "Os Trapalhões", conquistaram um imenso público na TV brasileira.
Além de seu carisma e facilidade para contar causos, Mussum se destacou pelo jeito de falar, criando um dialeto próprio que até hoje é lembrado e repetido por muita gente. Enchendo a sua fala com palavras terminadas em "is": "Cacildis", "forévis", "biritis", "turmis", "todo mundo vê os porris que eu tomo, mas ninguém vê os tombis que eu levo!"
Em 1977, ele deixou o grupo "Os Originais do Samba" para se dedicar apenas ao humorístico "Os Trapalhões". A música, porém, nunca o abandonou. Fez diversas apresentações musicais no programa de humor e chegou a gravar três discos solos.
O problema cardíaco pôs fim à vida desse homem de coração imenso e sorriso largo. Sua alegria, seu talento em representar, o samba no pé, a habilidade no reco-reco, o dialeto pessoal, a irreverência e tantas outras qualidades o tornaram admirado e querido por muita gente.
Fonte: Iconografia da História

(*) Mussum pode ser peixe ou o ator. Muçum pode ser peixe ou um município gaúcho. E as duas opções dão palíndromos!

05 novembro, 2022

Em algum lugar do "Brasil, sil, sil!"

A famosa vinheta "Brasil, sil, sil!", interpretada por Edmo Zarife, e que marca as transmissões esportivas do Sistema Globo de Rádio e da Rede Globo de Televisão começou a nascer em 1968. O diretor geral da rádio na época Mário Luiz e o narrador esportivo Waldir Amaral, procuravam dar uma dinâmica maior às transmissões de futebol da Rádio Globo, para dar uma estética mais alegre e um "toque de show" nas mesmas. E, nessa época, o cantor paraguaio Fábio Rolon gravou a lendária vinheta "Rádio Globooooooooooo!", que ficou no ar por 4 décadas (saindo do ar apenas em 2009). Chegada a época das eliminatórias da Copa do Mundo de 1970, eles pediram a Edmo Zarife e ao técnico de som José Cláudio Barbedo (o "Formiga") que fizessem um grito de guerra para incentivar a Seleção Brasileira. Assim, Zarife e Formiga ficaram duas horas dentro do estúdio, gravando em um "fitão" várias frases e bordões. E, ouvindo a fita gravada, Barbedo, com seu conhecimento no assunto, após ouvir o "Brasil, sil, sil!", apontou e disse: "Zazá, é essa". E assim, nasceu a vinheta "Brasil, sil, sil!" 

Tempos depois, procurando dar uma dinâmica maior às "transmissões esportivas" do personagem João Canabrava  na  Escolinha do Professor Raimundo, o humorista cearense Tom Cavalcante criou para ele a vinheta "Braziu, ziu, ziu!". [VÍDEO]

11 abril, 2022

Orelhões em quadros de humor na TV

Este invento brasileiro, o orelhão (em alusão a uma "orelha grande"), já fez muito sucesso em quadros de humor da televisão brasileira.
Nos anos 1980, um personagem do Jô Soares divertiu o Brasil dando voz aos torcedores da Seleção, na época inconformados com o esquema tático adotado pelo então técnico Telê Santana. É que Telê abrira mão do ponta-direita no time – com a equipe passando a jogar com quatro jogadores no meio de campo e dois no ataque. Por conta disso, "Zé da Galera" ligava de um orelhão para dar palpites no time. E exigia, aos gritos: "Bota ponta, Telê".
Em outro quadro do programa "Viva o Gordo", Jô Soares representava um personagem numa interminável paquera pelo orelhão, enquanto ia crescendo uma fila de pessoas que aguardavam para usar o telefone público. A quem o interpelava sobre a demora na ligação telefônica, ele dizia: "O senhor conhece a Jupira?"
Ainda na mesma década, o comediante Aloísio Ferreira Gomes, o "Canarinho", ganhou destaque no programa humorístico "A Praça É Nossa", usando o telefone público próximo de outras pessoas, falando alto, e provocando grandes confusões.

http://youtu.be/8fapLQ43Ecc Zé da Galera
http://youtu.be/wGlKTzK_IcU O paquera da Jupira
http://youtu.be/i9CSX276YBE Canarinho

Fonte: fabiosola.com (este link parou de funcionar)

14 novembro, 2021

A Chiquinha, de "Chaves"

María Antonieta de las Nieves, a eterna Chiquinha do seriado Chaves, entrou para o Guinness Book de 2022. Aos 70 anos, a atriz mexicana foi incluída no livro dos recordes justamente por conta da personagem, que interpreta há quase cinco décadas.
No Instagram, a artista esclareceu que entrou para a publicação por ser a dona do recorde de atriz com a carreira profissional mais longa interpretando o mesmo personagem infantil. María Antonieta posou para a foto segurando o certificado e o livro de 2022, diante de uma estante repleta de bonecas da Chiquinha e outros personagens de Chaves.


María Antonieta começou a interpretar a filha de Seu Madruga em 1971, quando tinha 21 anos. No seriado, ela ainda viveu a avó de Chiquinha, Dona Neves.
Em 2002, Bolaños — que morreu em 2014 — processou María Antonieta, com o objetivo de proibir a atriz de continuar interpretando Chiquinha. Ela, porém, venceu a ação e conseguiu seguir dando vida à personagem em seus trabalhos.
Ao todo, foram exibidos 312 episódios de Chaves, mas 39 estão perdidos. A produção alcançou grande sucesso no Brasil, marcando a infância de diversas gerações.

Bordôes da Chiquinha
Os adultos são como as crianças, só que os adultos já estão usados.
Não tem um sábado que eu não tome banho. Porque eu tomo banho todos os sábados, precise ou não precise.
De agora em diante, nós, mulheres, não temos mais que pedir permissão aos homens para cometer as barbaridades que cometíamos quando não nos davam permissão.
Ai, Chaves, você só não é mais burro por falta de vitaminas.
Minhas tias não me deixavam fazer nada, eu queria brincar de fogueirinha com os móveis novos da minha tia, não. Eu queria fazer uma tenda de campanha no jardim, com a cortina da sala, não. Eu queria laçar a televisão com uma corda, não. Acredita que não me deixaram fazer um dominó com as teclas do piano? E com o trabalho que eu tive pra tirar as teclas do piano...
De longe, ela é feia; de perto, parece que está longe.
Pois é, pois é, pois é.
(Usava no final de uma história, normalmente mentirosa.)

Sr. Barriga e Nhonho (a publicar)
E a Bruxa do 71 (a publicar)

08 agosto, 2021

Tema do Benny Hill Show

Benny Hill foi um comediante e ator inglês, mais conhecido por sua atuação no programa de TV "The Benny Hill Show", com o famoso tema "Yakety Sax", que era utilizado nos esquetes de perseguição e nas cenas de humor pastelão do show. Bem a propósito, Benny Hill acelerava as filmagens, fazendo lembrar o comportamento de um desenho animado.
O "Benny Hill Show" (1955-1991) era um programa de variedades com esquetes, piadas e apresentações musicais de diferentes artistas, semelhante ao "Saturday Night Live". Benny Hill costumava fazer imitações e paródias de celebridades e filmes famosos. Com transmissão internacional, 21 milhões de espectadores assistiam ao "Benny Hill Show" no auge de sua popularidade, em 1977.
A música "Yakety Sax" foi escrita por Homer "Boots" Randolph e James Q. "Spider" Rich, em 1963. Randolph gravou a música e lançou-a como um single no mesmo ano. Usada como tema do "Benny Hill Show", tornou-se a música característica do programa.

VÍDEO: Olivier Hanriot



Arquivo
Vídeo de um camarão correndo sobre uma esteira subaquática ao som do "Benny Hill Theme".

22 junho, 2021

Bussunda (1962 – 2006)


Cláudio Besserman Viana, mais conhecido como Bussunda (Rio de Janeiro, 25 de junho de 1962 – Vaterstetten, 17 de junho de 2006), foi um humorista, ator, jornalista, escritor, cronista esportivo, editor de revista e dublador brasileiro, membro do grupo Casseta e Planeta.
O apelido pelo qual Bussunda viria a ser conhecido no Brasil, veio da aglutinação dos nomes Besserman e Sujismundo. Bussunda, ainda adolescente, na colônia de férias Kinderland, foi apelidado de "O Besserman Sujismundo" pelos seus colegas; daí "Bessermundo", e mais tarde, "Bussunda". O próprio Bussunda apresentava uma versão diferente para a origem do seu apelido, dizia que era a mistura "das duas coisas que eu mais gosto - aquela que começa com "Bus" e aquela que termina com "unda".
Na TV, Busssunda vestiu a pele de diversos personagens reais e fictícios. Dentre os reais, interpretando Lula da Silva, Ronaldo, Diego Maradona, Eurico Miranda e Jeca Camargo. Dos personagens fictícios, o mais inesquecível era o "Seringueiro". Que sempre aparecia reclamando da "única piada de seringueiro do mundo" (dizendo que "seringueiro passa o dia inteiro no meio do mato, tirando leite do pau").
Claudio Besserman queria ser mais do que "só um rostinho bonito na TV". Ele foi uma das principais faces do humor para toda uma geração de espectadores do Casseta e Planeta, programa que animava as noites de terça na Globo. 
Em homenagem ao humorista morto há 15 anos, a Globoplay revisitou sua vida e obra para produzir o "Meu amigo Bussunda", uma série documental em 4 episódios.

Frases

"Quanto pior o governo, mais fácil a piada."

"Arrastão é uma espécie de free shop de pobre."

"O lugar mais estranho onde fiz amor? São Paulo."

"Somos o grupo de humoristas mais politicamente correto do Brasil - debochamos de todas as minorias sem nenhuma distição de sexo, credo ou raça. E temos amparo para isso porque há no grupo dois judeus, dois negros e até uma bicha, que não posso dizer quem é."

"Sabe quando uma loura tem dois neurônios? Quando está grávida."

"Tim Maia ficou irritado comigo por causa da imitação que fiz dele e disse que ia me dar porrada. Mas no dia em que ele marcar a briga não vou ficar preocupado, porque sei que ele vai furar."

"A gente não aceita porque o negócio do Tabajara é ser o pior time do mundo e, se a gente jogar contra o Brasil, corre o risco de vencer."

"Fala sério, aí!" (bordão de Marrentinho Carioca, jogador de futebol do fictício Tabajara Futebol Clube)

"Na faculdade pública meus pais não podiam reclamar que pagavam mensalidade e a faculdade ajudava no meu projeto de vida de não fazer nada. Não me formei, mas foram ótimos anos."

"Nunca desista do seu sonho. Se não encontrar numa padaria, procure na proxima!"

Arquivo
E Bussunda não trouxe o piano

16 junho, 2021

Critiquices

Em 2014, o apresentador de TV australiano Karl Stefanovic usou o mesmo terno azul todas as manhãs durante um ano no programa Today do Channel Nine. Nem um único espectador perguntou sobre isso.
No mesmo período, os telespectadores enviaram críticas regulares ao guarda-roupa da coapresentadora Lisa Wilkinson. "Quem diabos é o estilista de Lisa?", um escreveu.
As mulheres são julgadas com muito mais severidade e determinação pelo que fazem, dizem e... vestem.


13 setembro, 2020

Red Green x MacGyver. Façam suas apostas

Vídeo
Isto aqui é uma serra para ser manuseada por dois homens, e eu sou apenas um.
Qual é o problema?
Eu sou o tipo do cara que prefere ter uma maneira de fazer tudo sozinho.



O personagem-título do The Red Green Show, Red Green (Steve Smith) é o líder do Possum Lodge e um autoproclamado trabalhador manual que constantemente elogia as virtudes da fita adesiva ("a arma secreta do trabalhador manual"). É casado com Bernice Green e não tem filhos. Ele raramente é visto sem a sua marca registrada de suspensórios vermelhos e verdes e o boné de manobras militares canadenses.
Segundo a biografia do DVD de Red Greeen, ele se tornou o líder do Possum Lodge depois de gradualmente se envolver com o grupo e se tornar, ao longo do tempo, "o único cara que ninguém odiava". A certa altura, ele pegou emprestado uma grande quantia de dinheiro de seu irmão, pouco antes de seu irmão perder o emprego no banco. Em troca, Red contratou seu sobrinho Harold como produtor e diretor do The Red Green Show.
Além de ser um trabalhador braçal, Red também tem várias filosofias na vida, algumas das quais são repassadas ao grupo. A principal delas é a frase "Quando omni flunkus moritati" (pseudo-latino para "Quando tudo mais falhar, finja-se de morto"). Ele também conclui cada um de seus segmentos de Handyman Corner com a frase: "Se as mulheres não acham você bonito, devem pelo menos achar você útil".
Red Green é dono do que é conhecido como "Possum Van", um caminhão de carga Dodge Ram de 1979 a 1993 , pintado de um cinza gambá sobre um fundo azul claro e com uma placa com a inscrição "POSSUM". É um dos poucos veículos de Red que realmente funciona. Ele desempenhou (e doou) muitas partes dos projetos do Handyman's Corner. Depois que a série terminou, a van foi desmontada.
A sagacidade seca e muitas vezes sarcástica de Red Green é equilibrada por um forte senso de camaradagem com os colegas, em parte porque ele direciona a maior parte de seu sarcasmo para Harold. Apesar disso, Harold e o restante da Possum Lodge parecem encarar Red com um alto nível de respeito, embora ocasionalmente alguns dos membros do grupo desafiem de uma maneira ou de outra sua autoridade.

30 março, 2020

Daniel Azulay (1947 - 2020)

Daniel Azulay ficou conhecido no Brasil como o desenhista e educador responsável pela criação da "Turma do lambe-lambe", um grupo de personagens infantis que protagonizou programas de TV e quadrinhos.
Ele morreu aos 72 nesta sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus, no Rio de Janeiro.
Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais.
Com o tempo, também se provou pintor, músico, escritor, ilustrador de livros infantis, apresentador de TV e educador, dedicando grande parte de sua carreira a desenvolver arte e educação para crianças e jovens.
Fonte: G1

Colegas de profissão fizeram esta homenagem ao artista.

30 outubro, 2019

I Love Lucy

É uma das mais aclamadas e populares séries da televisão norte-americana. Estrelada por Lucille (Lucy) Ball, Desi Arnaz, Vivian Vance e William Frawley, a série foi ao ar de 15 de outubro de 1951 a 6 de maio de 1957 pela CBS.
Foram produzidos um total de 194 episódios, incluindo um especial de Natal "perdido". Apesar de ter originalmente acabado em 1957, o programa continuou no ar por mais três temporadas no formato de especiais de uma hora, exibidos de 1957 a 1960.
No Brasil, a série foi apresentada pela Rede Tupi entre 1958 e 1979. O enorme sucesso de I Love Lucy na TV Tupi São Paulo logo inspirou na emissora o surgimento de uma versão nacional: "Alô, Doçura!", a primeira sitcom brasileira. Mais tarde, a I love Lucy foi reprisada pela TV Gazeta, Rede Bandeirantes, TV Cultura, Multishow e SBT.
A fama também trouxe problemas e levou Lucille Ball ao comitê anticomunista, em 1953, que questionava seu apoio ao Partido Comunista americano na eleição de 1936. A defesa veio no episódio 68 (The Girls Go Into Business) em que Desi, mirando as câmeras, afirmou: "O único toque vermelho de Lucy é seu cabelo e, mesmo assim, não é legítimo".
O programa era filmado nos estúdios "Desilu", cujos donos eram Lucille Ball e Desi Arnaz. O nome "Desilu" é uma junção dos nomes dos dois atores. WIKI

Antes como hoje I Love Lucy continua sendo uma fonte inspiradora de memes.

antes havia emojis, havia Lucy

13 julho, 2019

Os robôs mais famosos da ficção científica

A palavra "robô" origina-se da palavra checa "robota", que significa "trabalho forçado". Ela apareceu pela primeira vez, em janeiro de 1920, na obra do dramaturgo checoslovaco Karel Capek (1890-1938) chamada "Robôs Universais de Rossum", R.U.R., em que o protagonista Harry Domin cria uma empresa no meio do oceano dedicada à fabricação de criaturas com a aparência de seres humanos, com o objetivo de usá-las como mão de obra barata. Tudo funciona sem problemas até o Dr. Gall, chefe do Departamento de Psicologia dos Robôs Universais, dar alma a essas criaturas robóticas. O resultado é o esperado: os androides se rebelam por serem escravizados e declaram guerra à espécie humana.
(https://www.muyinteresante.es/tecnologia/fotos/los-robots-mas-famosos-de-la-historia)

Rosie, dos Jetsons
É a empregada doméstica robô da família. É um modelo fora-de-linha que os Jetsons amam e nunca o trocariam por outro mais moderno. Rosie faz todo o trabalho de casa e também ajuda como babá.
Criado em 1962 por William Hanna e Joseph Barbera.

Hal 9000, de Odisseia no Espaço
É um personagem ficcional de "Odissey Space", de Arthur C. Clarke, e foi imortalizado pela adaptação cinematográfica feita por Stanley Kubrick para "2001 - Uma Odisseia no Espaço". A representação física da inteligência artificial de Hal 9000 é um olho-câmera de cor vermelha. Ele foi um dos primeiros a ingressar no Robot Hall of Fame.
Criado em 1968 por Arthur C. Clarke.

R2-D2, de Star Wars.
Inseparável companheiro de C-3PO. Apesar dos protestos de C-3PO, este droide astromecânico de Luke Skywalker tem o hábito de salvar a Galáxia.
Criado em 1977 por George Lucas.

C-3PO, de Star Wars
Sempre junto com seu parceiro R2-D2, C-3PO aparece em todos os filmes da série. Um tanto tímido, sua figura dourada estilizada não passa despercebida. Domina mais de seis milhões de formas de comunicação e costuma apresentar-se negativo em questões de possibilidade de sobrevivência. Os Ewoks o consideram um deus.
Criado em 1977 por George Lucas.

Exterminador, de The Terminator
É um ciborgue assassino interpretado por Arnold Schwarzenegger, na série de filmes "The Terminator" (O Exterminador do Futuro). Seu nome técnico é Cyberdyne Systems Modelo 101, série 800 (que gera sua alcunha mais utilizada, T-800), exceto o de "Terminator 3: Rise of the Machines", série 850 (T-850).
Criado em 1984 por James Cameron.

Johnny 5, de Short Circuit
De "O Incrível Robô" (nome da película no Brasil), em que um robô fabricado inicialmente para fins militares é dotado acidentalmente de consciência após ser atingido por um raio. Trata-se de um dos poucos robôs da época que não desejavam acabar com a humanidade e nos mostravam seu lado mais amável.
Criado em 1986 por Syd Mead. LINK

Bender, de Futurama
Bender Bending Rodríguez é um personagem do desenho animado Futurama e apesar de não ser o personagem principal, é geralmente o mais lembrado pelos fãs da série. Fabricado em Tijuana, México, no ano de 2997, é um sociopata de aço (bem, de ferro, titânio, chumbo, zinco, dolomita e níquel), Bender atua como uma síntese de todos os defeitos do ser humano de uma forma muito divertida.
Criado em 1999 por Matt Groening.

Outros robôs: Wal-4, RoBoCop

28 julho, 2018

Horizontal x Vertical

O vídeo parece mais natural horizontalmente, mas seguramos nossos telefones verticalmente.

Contraditório:
Síndrome do Vídeo Vertical x Vertical Cinema Manifesto

Em outras palavras, estamos testemunhando um choque titânico entre nossos olhos e nossas mãos, entre a lógica e a ergonomia, entre o antigo e o novo. Qual é a solução? Os jovens nunca colocarão seus telefones na horizontal. Por outro lado, as TVs, salas de cinema e telas de computador não serão projetadas verticalmente. Este não é um problema de transição temporário, como foi, quando nos mudamos o padrão da TV de alta definição: desta vez os dois formatos terão que coexistir.
David Pogue, Scientific American

29 junho, 2018

Feriado para Cordas, Trombones e Neymar

"Holiday for Stings" (Feriado para Cordas) foi composta e gravada por David Rose em 1942, na MGM Studios, quando ele era compositor desse estúdio. O diretor musical da MGM à época, Herbert Stothart, gostou tanto da composição que promoveu Rose a maestro, e então, em 1943, Rose se tornou o diretor musical da MGM, cargo que ocupou até 1948. Na década de 1940, David Rose tornou-se também amigo do comediante Red Skelton na MGM, e quando a Red Skelton foi oferecida a chance de ter seu próprio programa de comédia musical na CBS-TV, em 1951, ele ligou para David Rose e ofereceu-lhe o trabalho de diretor musical em seu programa de TV, que foi ao ar até 1971. "Holiday for Stings" ficou sendo a música-tema do "Red Skelton Show".


https://youtu.be/f2u0BvyDxdM

Em 1957, David Rose compôs também "Holiday for Trombones" (Feriado para Trombones).
https://youtu.be/oeLlm1caZK0
No Brasil, "Holiday for Stings" ficou conhecida como a música do "Pião da Casa Própria", por ser tocada (na versão da Orquestra de Henry Jarome) enquanto o pião está girando nos sorteios do "Baú da Felicidade" (Programa Sílvio Santos).
[http://www.tvhistoria.com.br/NoticiasTexto.aspx?idNoticia=3173]
https://youtu.be/Y72kUPFCE1U
Mais recentemente, "Holiday for Stings" foi utilizada como fundo musical de um vídeo (meme) em que o menino Ney aparece rodando loucamente no gramado depois de ter levado um "carrinho" de um jogador da Sérvia.
https://youtu.be/Pv3ssv0sJKE

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

12/07/2018 - Atualizando ...
Fizeram um alfabeto com as quedas do Neymar:
https://twitter.com/fiineves/status/1016804936733118464

13 março, 2018

O guru que tentou matar o cético na televisão

Para muitos, Pandit Sharma era o guru mais poderoso da Índia. Ele afirmava que poderia usar da magia para fazer quase qualquer coisa acontecer, e ele realmente acreditava nisso. Tanto que, quando o cético Sanal Edamaruku o desafiou a usar seus poderes para matá-lo num programa de TV ao vivo, Sharma concordou.
Os dois ficaram em frente de uma audiência num estúdio de TV, enquanto Sharma cantava palavras mágicas e borrifava água no rosto de Edamaruku. Como isso não causou nada, Sharma começou a movimentar uma faca ao redor do corpo do desafiante, a pressionar os dedos em sua cabeça e, pelas tantas, escreveu o nome Sanal em um papel que foi a seguir queimado, mas todo o efeito que causou em Edamaruku foi fazê-lo rir. VÍDEO
Duas horas após, o guru reconheceu que não tinha poderes para matá-lo. "Edamaruku", declarou Sharma, "deve adorar um deus poderoso que o protege". Mas o cético retrucou: "Não, eu sou ateu". E ficou pensando que teria desmontado uma farsa. Entretanto, ao ver Sharma sentado em um canto da sala, desolado e confuso, mudou de ideia. Sharma não seria um farsante. "Talvez ele realmente acreditasse que poderia me matar", escreveu Edamaruku mais tarde.

Autoproclamados santos cuyos milagros salieron horriblemente mal #9

12 agosto, 2017

Julius, o pai do século




Julius, o patriarca da família Rock, da série "Todo Mundo Odeia o Chris", é o personagem que escolhi para ser "o pai do século".
Por ter dois empregos (e estar sempre disposto a aceitar mais um), aguentar Rochelle, uma esposa mandona e meio maluca, e também educar os três filhos do casal, Chris, Drew e Tonya, que lhes causam muitos tipos de problemas, Julius merece esta homenagem.



  • Se eu não comprar nada o desconto é maior.
  • Eu ganhei meus primeiros 25 dólares com 30 anos de idade, e ainda não gastei tudo.
  • Como você se esquece de um dinheiro que veio de graça? Eu me lembro dos primeiros 35 dólares que eu achei. Eram 17 horas, em frente ao banco, fazia 27 graus, eu achei duas notas de 10, duas de 5, três moedas de um dólar, quatro moedas de 25, e cem moedas de 1, e uma delas era canadense…
  • Desliga esse relógio da tomada. Você não vê as horas enquanto dorme.
  • Se você encostar um dedo no meu filho, você não vai para cadeia: eu vou para a cadeia.
  • Uma coisa que aprendi em relação às mulheres é que, mesmo quando você tá certo, você tá errado.
  • Papai bem, Nebraska, milharal, Chris, lixo, desliga! (falando rápido na ligação a cobrar)
  • Sabe quantas vezes eu estava certo e tive que pedir perdão? 4.351 vezes!
  • Por que eu vou sair pra relaxar se eu posso relaxar em casa que é grátis?
  • Uma corrente de ouro só serve para prender o portão de ouro de sua casa de ouro.
  • Quando eu era garoto não precisava de roupa especial, ter roupa já era especial.
  • E quanto isso vai me custar?
  • Como assim largou o emprego? Largar é para bebida e cigarro!
Dá para ver que suas frases giram em torno de um exacerbado pão-durismo, tudo a ver com a infância difícil que ele passou num bairro pobre de NY. Mas Julius é marido e pai carinhoso, e ama muito sua família.

26 novembro, 2016

Plantão da Globo

Houve tempo em que o Plantão da Globo dava a notícia em primeira mão. Hoje em dia a gente vê primeiro no Twitter.
A musiquinha é tipo uma trombeta do Apocalipse.
É pior do que muitos filmes de terror.
Precisamos conversar sobre a nova vinheta.
Depois do Twitter, o Plantão da Globo, tornou-se totalmente obsoleto. Alguém duvida?
Cadê o Plantão da Globo para mostrar o Show dos Atrasados?
Quem morreu? Plantão da Globo.
O carro passa por aqui com a musiquinha do Plantão da Globo. Você acha que é algo interessante. SÃO 30 OVOS POR 10 REAIS!!!
"Tá caro" os ovos.