Embora os trabalhos individuais sejam às vezes citados como particularmente dignos de nota, o prêmio é baseado no conjunto da obra de um autor como um todo. A Academia Sueca é responsável por escolher o ganhador do prêmio e anunciar os nomes dos laureados, no início de outubro.
Da coluna de Pedro Almeida no PublishNews:
Não há necessidade de o(a) autor(a) ser traduzido(a) para dezenas de países, nem vender muito, nem ser publicado por grandes editoras ou ser famoso. O importante é ser reconhecido no país, respeitado, celebrado e traduzido para alguns idiomas acessíveis, em especial o inglês.
Há uma preocupação enorme com o sigilo. Eles não revelam quem já foi indicado e nem quem indicou por 50 anos.
A Academia não gosta de autores-estrela ou que se veem como celebridade, aqueles em que o seu nome na capa é o grande destaque, maior que o título da obra. É um jeito de pensar a literatura que é premiada.
Os candidatos devem ser escritores vivos e – em princípio – ter publicado no ano da indicação.
65 anos é a idade média dos laureados.
72% dos prêmios foram dados a europeus e 12,5% foram destinados a mulheres (fala-se que a academia busca corrigir isso).

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