Um dos crimes mais lembrados do século XX foi o assassinato do cantor John Lennon, morto por Mark David Chapman no dia 8 de dezembro de 1980. Chapman está em prisão perpétua desde então e, em uma audiência de liberdade condicional (a 14ª pela qual ele passou), o assassino falou sobre sua motivação para o crime.
Ele afirmou que teria cometido o crime para "ser alguém". Chapman contou que estava em um ponto muito baixo de sua vida naquela época e que encontrou "um propósito" no crime. Durante o depoimento, ele também se desculpou pelo sofrimento causado aos fãs e amigos do músico, mas o comitê não considerou suas palavras convincentes.
O pedido de liberdade condicional foi negado pelo comitê e Chapman segue cumprindo sua pena na Penitenciária Green Haven. Ele está com 70 anos.
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O assassinato de John Lennon
A busca destrutiva da notoriedade
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08 dezembro, 2025
31 maio, 2024
O violão perdido de John Lennon
O violão acústico de 12 cordas, modelo Hootenanny, de fabricação alemã, usado por John Lennon na gravação do álbum e do filme "Help!", em 1965, foi vendido por US$ 2.857.000 (cerca de 15 milhões de reais) pela casa de leilões Julien’s Auctions.
O Hootenanny ultrapassou o violão Gibson J160E, também tocado por Lennon e vendido, em 2015, por US$ 2,4 milhões, tornando-se o instrumento mais caro da história dos Beatles.
O instrumento passou cinco décadas desaparecido.
Inicialmente, o violão esteve sob os cuidados do cantor e compositor escocês Gordon Waller, membro da dupla Peter and Gordon (com Peter Asher). Depois, ficou com os empresários do duo. Cinco décadas mais tarde, foi descoberto em um sótão no interior do Reino Unido. O estojo do violão foi resgatado do lixo.
O Hootenanny ultrapassou o violão Gibson J160E, também tocado por Lennon e vendido, em 2015, por US$ 2,4 milhões, tornando-se o instrumento mais caro da história dos Beatles.
O instrumento passou cinco décadas desaparecido.
Inicialmente, o violão esteve sob os cuidados do cantor e compositor escocês Gordon Waller, membro da dupla Peter and Gordon (com Peter Asher). Depois, ficou com os empresários do duo. Cinco décadas mais tarde, foi descoberto em um sótão no interior do Reino Unido. O estojo do violão foi resgatado do lixo.
09 outubro, 2021
Dissonnetto para John Lennon
"Filho da classe trabalhadora, Lennon dividiu com Paul McCartney a liderança da principal banda de todos os tempos, os Beatles, que universalizou o rock, conquistou o mundo e influenciou tudo o que veio depois em termos de música e postura contra o establishment." ~ Marcos Aurélio Ruy
http://twitter.com/glauco_mattoso/status/1314545182294126600
Bom para 09/10/2021
http://twitter.com/glauco_mattoso/status/1314545182294126600
Bom para 09/10/2021
04 novembro, 2020
Com uma pequena ajuda de vocês
Há 57 anos (04/11/1963), os Beatles se apresentaram no The Royal Variety Show, no The Prince Of Wales Theatre.
Naquela noite, John Lennon fez sua famosa observação:
"For our last number, I'd like to ask your help. Would the people in the cheaper seats clap your hands. And the rest of you, if you'll just rattle your jewelry....." (Para nosso último número, eu gostaria de pedir a ajuda de vocês. As pessoas nos assentos mais baratos batam palmas. O resto apenas sacode suas jóias...").
Esse era John Lennon! Who else would have the courage to make fun of the Queen? (Quem mais teria a coragem de tirar esse sarro da Rainha?).
Naquela noite, John Lennon fez sua famosa observação:
"For our last number, I'd like to ask your help. Would the people in the cheaper seats clap your hands. And the rest of you, if you'll just rattle your jewelry....." (Para nosso último número, eu gostaria de pedir a ajuda de vocês. As pessoas nos assentos mais baratos batam palmas. O resto apenas sacode suas jóias...").
Esse era John Lennon! Who else would have the courage to make fun of the Queen? (Quem mais teria a coragem de tirar esse sarro da Rainha?).
09 outubro, 2020
Dê uma chance ao palíndromo
ORO NO SONHO: JOHN, O SONORO
Nesta data em 1940,
nascia em Liverpool, no Reino Unido,
o cantor, compositor e ativista da paz
John Winston Lennon,
fundador e líder da famosa banda The Beatles.
08 fevereiro, 2020
27 setembro, 2019
Lá vem o sol [3]
60.000.000 a.C.
[1] [2]
"Here comes the sun", faixa 1 do lado B do álbum "Abbey Road" (1969).
======================================================================
John voltou a Abbey Road, meio século depois. Bem, na verdade, ele nunca saiu dali. @lilian s.
- Lá vem o sol, mãe.
- Tudo bem, filho.
|
"Here comes the sun", faixa 1 do lado B do álbum "Abbey Road" (1969).
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John voltou a Abbey Road, meio século depois. Bem, na verdade, ele nunca saiu dali. @lilian s.
08 setembro, 2018
O assassinato de John Lennon
O assassinato de John Lennon, membro do grupo de rock britânico The Beatles, ocorreu na noite de 8 de dezembro de 1980.
Por volta de 23 horas, o músico retornava, com sua esposa Yoko Ono, de um estúdio de gravação. Quando Lennon dava entrada em sua residência, o Edifício Dakota, em Nova Iorque, um homem de 25 anos chamado Mark David Chapman, que, no fim da tarde do mesmo dia, havia se encontrado com Lennon junto a fãs e obtido dele um autógrafo em uma capa do álbum do cantor chamado "Double Fantasy", sacou um revólver e efetuou cinco disparos contra Lennon.
As balas utilizadas foram projéteis de ponta côncava, os quais se expandem ao atingirem seu alvo, causando muito mais danos aos tecidos vivos do que as balas comuns. O porteiro do edifício desarmou Chapman, perguntando-lhe: "Você sabe o que fez?". Mark Chapman respondeu calmamente: "Sim, eu atirei em John Lennon." Chapman não tentou escapar, sentando-se na calçada e esperando a chegada da polícia. E Lennon foi levado em um carro policial até o Hospital Roosevelt, chegando lá em parada cardiorrespiratória e choque hipovolêmico, sem condições para ser reanimado e foi declarado morto.
O motivo do crime
Segundo Mark Chapman, que se considerava um cristão renascido, seu ódio a John Lennon originou-se das várias afirmações do cantor sobre Deus e religião. Ele era grande fã dos Beatles e tinha Lennon como ídolo, mas isto mudou quando Chapman começou a praticar seriamente a religião. Ao "renascer em Cristo", ele passou a abominar certas letras do compositor, em especial "God", música de 1970 em que Lennon afirma não crer em Jesus e na Bíblia, além de descrever Deus como "um conceito". Era algo que sempre o enfurecia, mesmo tendo sido o disco lançado pelo menos 10 anos antes.
A polêmica declaração de que os Beatles eram mais populares que Jesus, feita por Lennon em 1966, também o irritava profundamente. Ele a considerou uma blasfêmia, alegando que "não deveria haver ninguém mais popular que o Senhor Jesus Cristo".
E seu ódio a Lennon aumentou ainda mais quando este lançou a música "Imagine", em 1971, em que o cantor diz que se deve imaginar que o céu — no sentido metafísico — e o inferno não existem ("No hell below us, above us only sky"), o que contraria a doutrina de algumas religiões, principalmente a da seita evangélica que ele seguia.
Na hora de puxar o gatilho, disse Chapman, não havia dentro de si emoção nem raiva. Apenas um silêncio mortal em seu cérebro. Em outra entrevista, alegou ter ouvido uma voz misteriosa que lhe repetia: "Do it, do it, do it!" ("Faça isto!"), quando John passou por ele.
Ler também: A busca destrutiva da notoriedade
Por volta de 23 horas, o músico retornava, com sua esposa Yoko Ono, de um estúdio de gravação. Quando Lennon dava entrada em sua residência, o Edifício Dakota, em Nova Iorque, um homem de 25 anos chamado Mark David Chapman, que, no fim da tarde do mesmo dia, havia se encontrado com Lennon junto a fãs e obtido dele um autógrafo em uma capa do álbum do cantor chamado "Double Fantasy", sacou um revólver e efetuou cinco disparos contra Lennon.
As balas utilizadas foram projéteis de ponta côncava, os quais se expandem ao atingirem seu alvo, causando muito mais danos aos tecidos vivos do que as balas comuns. O porteiro do edifício desarmou Chapman, perguntando-lhe: "Você sabe o que fez?". Mark Chapman respondeu calmamente: "Sim, eu atirei em John Lennon." Chapman não tentou escapar, sentando-se na calçada e esperando a chegada da polícia. E Lennon foi levado em um carro policial até o Hospital Roosevelt, chegando lá em parada cardiorrespiratória e choque hipovolêmico, sem condições para ser reanimado e foi declarado morto.
O motivo do crime
Segundo Mark Chapman, que se considerava um cristão renascido, seu ódio a John Lennon originou-se das várias afirmações do cantor sobre Deus e religião. Ele era grande fã dos Beatles e tinha Lennon como ídolo, mas isto mudou quando Chapman começou a praticar seriamente a religião. Ao "renascer em Cristo", ele passou a abominar certas letras do compositor, em especial "God", música de 1970 em que Lennon afirma não crer em Jesus e na Bíblia, além de descrever Deus como "um conceito". Era algo que sempre o enfurecia, mesmo tendo sido o disco lançado pelo menos 10 anos antes.
A polêmica declaração de que os Beatles eram mais populares que Jesus, feita por Lennon em 1966, também o irritava profundamente. Ele a considerou uma blasfêmia, alegando que "não deveria haver ninguém mais popular que o Senhor Jesus Cristo".
E seu ódio a Lennon aumentou ainda mais quando este lançou a música "Imagine", em 1971, em que o cantor diz que se deve imaginar que o céu — no sentido metafísico — e o inferno não existem ("No hell below us, above us only sky"), o que contraria a doutrina de algumas religiões, principalmente a da seita evangélica que ele seguia.
Na hora de puxar o gatilho, disse Chapman, não havia dentro de si emoção nem raiva. Apenas um silêncio mortal em seu cérebro. Em outra entrevista, alegou ter ouvido uma voz misteriosa que lhe repetia: "Do it, do it, do it!" ("Faça isto!"), quando John passou por ele.
[WIKI, condensado]
O juiz sentenciou-o a vinte anos de prisão, com acompanhamento psiquiátrico durante todo o período de encarceramento. A Chapman foi dado cinco a menos do que a pena máxima prevista (de vinte e cinco anos) porque ele se declarou culpado de assassinato, evitando assim o tempo e a despesa de um julgamento prolongado. De 2000 a 2018, foi-lhe negada a condicional em dez audiências. Embora considerado que ele apresentava baixo risco de reincidir, o conselho de liberdade condicional em sua 10.ª audiência escreveu: "Você admitidamente planejou e executou o assassinato de uma pessoa mundialmente famosa por nenhuma outra razão além de ganhar notoriedade, e este fato continua sendo uma preocupação para nós".Ler também: A busca destrutiva da notoriedade
11 agosto, 2016
Abraham Lincoln e John Lennon
Semelhanças surpreendentes entre os dois:
03/03/2017 - Créditos das imagens desta postagem: Sharon Cummings
http://fineartamerica.com/featured/abraham-lincoln-art-colorful-abe-by-sharon-cummings-sharon-cummings.html
- Seus últimos nomes começam com "L" e terminam com "N".
- Ambos nasceram em um ano iniciado pelo número "1".
- Lennon conduzia um Lincoln antes de ser baleado; Lincoln foi baleado por alguém chamado John.
- Ambos tinham barbas, em um momento ou outro.
- Ambos se casaram com mulheres feias, pequenas e que não sabiam cantar.
03/03/2017 - Créditos das imagens desta postagem: Sharon Cummings
http://fineartamerica.com/featured/abraham-lincoln-art-colorful-abe-by-sharon-cummings-sharon-cummings.html
11 abril, 2014
O que se pode fazer com um dente de John Lennon
Em 2011, o dentista canadense Michael Zuk comprou em um leilão, por aproximadamente 34 mil dólares, um molar de John Lennon.
Agora, ele diz que gostaria de clonar esse dente para criá-lo como seu próprio filho.
"Ele ainda seria uma cópia exata de Lennon, mas, você sabe, espero mantê-lo longe das drogas e dos cigarros", acrescenta Zuk.
O dentista também tem outros planos envolvendo o dente, incluindo um pingente de DNA, fotografias artísticas, um documentário e a obtenção de fundos para obras de caridade
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Um esqueleto para Michael Jackson
Agora, ele diz que gostaria de clonar esse dente para criá-lo como seu próprio filho.
"Ele ainda seria uma cópia exata de Lennon, mas, você sabe, espero mantê-lo longe das drogas e dos cigarros", acrescenta Zuk.
O dentista também tem outros planos envolvendo o dente, incluindo um pingente de DNA, fotografias artísticas, um documentário e a obtenção de fundos para obras de caridade
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