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04 agosto, 2016

Tatuagens tecnológicas

A companhia estadunidense Chaotic Moon acaba de apresentar uma nova técnica de tatuagem chamada Tech Tats para fins estritamente médicos e esportivos. Como explicam seus criadores, essa tatuagem eletrônica ao ser colocada na pele proporciona informações médicas do seu portador, em tempo real, que podem ser usadas tanto para o controle de enfermidades crônicas como para a detecção dos sinais vitais durante a prática de esportes.
A tatuagem eletrônica não produz dor durante a execução, pois prescinde do uso de máquina e agulhas para introduzir pigmentos na pele. Ao invés das tintas vegetais ou acrílicas, comumente utilizadas pelos tatuadores tradicionais, emprega-se na Tech Tats uma tinta eletrocondutora especial que é depositada sobre a pele por um aplicador ou transferida a partir de um adesivo.
A tatuagem se complementa com um microcontrolador e LEDs que dão uma aparência de circuito eletrônico personalizado a ela. Os dados coletados são transmitidos para o smartphone do usuário através de um aplicativo projetado para essa fim.


A empresa, com sede em Austin, pretende aperfeiçoar a tecnologia Tech Tats, tendo em vista a futura comercialização do produto. Será personalizado e configurado com as funções desejadas pelo usuário. Assim, além da estética futurista e da novidade dos microLEDs aderidos à pele, a tatuagem poderá ajudar a controlar  a glicose, os hormônios tiroidianos etc. Inclusive realizar a geolocalização de portadores de Alzheimer que tenham se perdido.

Fonte: http://blogthinkbig.com/tech-tats-tatuajes-electronicos-con-fines-medicos-y-deportivos c/ vídeo

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27 julho, 2015

Os Jogos Pan-Americanos de 2015

Encerrou-se ontem (26 de julho) o Pan Am 2015, em Toronto, Canadá.
Medalhas, medalhas, medalhas
Com os Estados Unidos em primeiro lugar geral, o Canadá, em segundo, e o Brasil, em terceiro.
O Brasil subiu ao pódio 141 vezes, 41 das quais para receber medalhas de ouro.

Veja aqui o quadro de medalhas dos 41 países participantes do Pan Am 2015
com a distribuição das premiações por categorias de esportes.

Sobre a continência de atletas à bandeira do Brasil
A atitude de alguns atletas brasileiros de prestar continência à bandeira do Brasil, durante a cerimônia de premiação, chamou a atenção no Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Eles são ligados às Forças Armadas e fazem parte de um programa de apoio a atletas de alto rendimento dos ministérios da Defesa e do Esporte.
Dos 590 atletas brasileiros que estão em Toronto, 123 fazem parte do projeto.
No judô, das 13 medalhas que o Brasil ganhou, 12 foram obtidas por atletas que integram o Programa de Incorporação de Atletas de Alto Rendimento nas Forças Armadas.
Cerca de 40 por cento das medalhas conquistadas pelo país, segundo o Ministério da Defesa, foram conquistadas por atletas que fazem parte das Forças Armadas como militares temporários. Apesar de muitos deles prestarem continência na hora de receber a premiação, essa saudação não era obrigatória.
Os atletas que a fizeram falam em orgulho e respeito por estarem representando o país.
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) defendeu a atitude dos atletas. Informou que a continência foi uma demonstração de patriotismo, sem qualquer conotação política, e compatível com a emoção do atleta ao subir no pódio. Além de representar, segundo o COB, um reconhecimento pelo apoio que recebem das Forças Armadas.
Edição: Aécio Amado

21 novembro, 2009

Competição de ideias


- Quem disse que ganhar ou perder não importa, provavelmente perdeu.
Martina Navratilova, ex-tenista tcheca, naturalizada norte-americana

Os dois não foram contemporâneos, ainda bem.