Na Grécia antiga, jogar uma maçã em alguém era visto como um pedido de casamento.
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02 agosto, 2022
30 novembro, 2019
Sem o conceito de tempo
Uma pequena cidade norueguesa quer acabar com o conceito de tempo
O Sol se eleva no horizonte pela manhã e depois, algum tempo depois, se põe. Construímos nossas vidas e nossas sociedades em torno dessa periodicidade, com dias divididos em horas, minutos e segundos, e conseguimos gerenciar a conta graças aos relógios. Mas, em alguns lugares da Terra, o Sol só sai uma vez por ano e se põe uma vez por ano. Então, como seu conceito de dia está tão distante do resto do mundo, uma pequena cidade do Ártico começou a se perguntar: o que aconteceria se abandonássemos completamente o conceito de tempo?
Essa é a idéia do norueguês Kjell Ove Hveding, que mora ao norte do Círculo Ártico, (*) em uma cidade chamada Sommarøy. A idéia parece estar tomando forma e foi disseminada pela agência estatal de notícias da Noruega e outros grandes jornais do país. Em junho, Hveding encontrou-se com um membro local do parlamento para transmitir um estranho pedido: livrar-se do conceito de tempo na cidade. O objetivo de tudo isso, ao que parece, é fazer de Sommarøy um lugar onde as pessoas possam fazer o que quiserem, quando quiserem.
A proposta não entra em muitos detalhes e, para sermos honestos, ainda não sabemos realmente o quanto é séria. Mas foi em parte relacionada com a discussão sobre a utilidade do horário de verão , que a União Européia derrubou este ano. Essas discussões não são importantes para as pessoas de Sommarøy, uma vez que o Sol só se põe por lá uma vez por ano. Sem o tempo, as lojas estariam abertas quando o comerciante quisesse. Obviamente, este tipo de estilo de vida não é para todos, mas Sommarøy tem apenas 321 habitantes desde 2017.
Isso me fez pensar: os humanos poderiam se livrar dos relógios? A resposta, em suma, é não. Vivemos em uma sociedade que precisa ser dividida em horas e minutos. Livrar-se dos relógios pode fazer tudo parecer mais flexível para quem quer viver fora dessas regras, mas, em última análise, o trabalho, a educação e o transporte precisam do tempo para funcionar adequadamente. Quando falamos com Hveding, ele estava prestes a pegar um voo, algo que provavelmente não seria possível sem relógios.
Extraído de: Esta pequeña ciudad noruega quiere acabar con el concepto de tiempo, por Ryan F. Mandelbaum, GIZMODO
N. do E. - O Círculo Ártico atravessa Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, Alasca (EUA), Canadá, Groenlândia (Dinamarca) e Islândia. Devido ao clima frio rigoroso apenas 4 milhões de pessoas no mundo vivem ao norte do Círculo Ártico.
Assunto relacionado: A TV Lenta da Noruega
| Vista da vila de Sommarøy, WIKI |
Essa é a idéia do norueguês Kjell Ove Hveding, que mora ao norte do Círculo Ártico, (*) em uma cidade chamada Sommarøy. A idéia parece estar tomando forma e foi disseminada pela agência estatal de notícias da Noruega e outros grandes jornais do país. Em junho, Hveding encontrou-se com um membro local do parlamento para transmitir um estranho pedido: livrar-se do conceito de tempo na cidade. O objetivo de tudo isso, ao que parece, é fazer de Sommarøy um lugar onde as pessoas possam fazer o que quiserem, quando quiserem.
A proposta não entra em muitos detalhes e, para sermos honestos, ainda não sabemos realmente o quanto é séria. Mas foi em parte relacionada com a discussão sobre a utilidade do horário de verão , que a União Européia derrubou este ano. Essas discussões não são importantes para as pessoas de Sommarøy, uma vez que o Sol só se põe por lá uma vez por ano. Sem o tempo, as lojas estariam abertas quando o comerciante quisesse. Obviamente, este tipo de estilo de vida não é para todos, mas Sommarøy tem apenas 321 habitantes desde 2017.
Isso me fez pensar: os humanos poderiam se livrar dos relógios? A resposta, em suma, é não. Vivemos em uma sociedade que precisa ser dividida em horas e minutos. Livrar-se dos relógios pode fazer tudo parecer mais flexível para quem quer viver fora dessas regras, mas, em última análise, o trabalho, a educação e o transporte precisam do tempo para funcionar adequadamente. Quando falamos com Hveding, ele estava prestes a pegar um voo, algo que provavelmente não seria possível sem relógios.
Extraído de: Esta pequeña ciudad noruega quiere acabar con el concepto de tiempo, por Ryan F. Mandelbaum, GIZMODO
N. do E. - O Círculo Ártico atravessa Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, Alasca (EUA), Canadá, Groenlândia (Dinamarca) e Islândia. Devido ao clima frio rigoroso apenas 4 milhões de pessoas no mundo vivem ao norte do Círculo Ártico.
Assunto relacionado: A TV Lenta da Noruega
22 agosto, 2019
Por que Donald Trump quer fazer da Groenlândia o 51º estado americano?
APP - À primeira vista, este imenso território gelado oferece poucos atrativos, mas seus recursos naturais e sua situação geográfica fazem dele uma peça importante para o futuro, diante do apetite de outras superpotências no Ártico.
Copenhague e o governo local rejeitaram de forma categórica a oferta de compra da possessão dinamarquesa autônoma feita pelo presidente americano. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen classificou a proposta de compra como "absurda" e disse que Copenhague não tem o poder de vender a Groenlândia, que tem um alto grau de autonomia.
Em resposta, Trump cancelou uma visita que faria no início de setembro à Dinamarca, seu aliado na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
A Groenlândia - "terra verde" em dinamarquês - tem verde apenas no nome. Com três quartos de sua superfície cercados pelas águas do oceano Ártico, esta ilha de quase dois milhões de quilômetros quadrados é 85% recoberta de gelo. Mais de 90% de seus 55 mil habitantes são inuits procedentes da Ásia Central. Cerca de 17 mil vivem na capital, Nuuk.
Para além da exportação de pescado, é sobretudo por suas entranhas que a Groenlândia desperta tanto interesse das potências estrangeiras: seu subsolo esconde minerais preciosos (ouro, rubi, urânio, olivina) e reservas de gás e petróleo. A China já tem uma licença para uma mina de terras-raras.
Já a Rússia espera se tornar, no Ártico, a primeira potência econômica e militar, também se beneficiando da rota do Norte, que reduz o trajeto entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
Não é a primeira vez que os Estados Unidos tentam colocar as mãos na Groenlândia. Já em 1867, o Departamento de Estado havia manifestado seu interesse. Depois, em 1946, o presidente Harry S. Truman havia oferecido US$ 100 milhões no câmbio da época - em ouro - por essa ilha. Sem sucesso.
Talvez Donald Trump tenha consultado um manual de História ao propor a compra da Groenlândia à Dinamarca. Em 1916, o reino escandinavo concordou com a venda, por US$ 25 milhões, das Índias Ocidentais Dinamarquesas, nas Antilhas, que se tornaram as Ilhas Virgens Americanas.
Conheça mais sobre a Groenlândia, novo objeto do desejo de Trump, Yahoo
Copenhague e o governo local rejeitaram de forma categórica a oferta de compra da possessão dinamarquesa autônoma feita pelo presidente americano. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen classificou a proposta de compra como "absurda" e disse que Copenhague não tem o poder de vender a Groenlândia, que tem um alto grau de autonomia.
Em resposta, Trump cancelou uma visita que faria no início de setembro à Dinamarca, seu aliado na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
A Groenlândia - "terra verde" em dinamarquês - tem verde apenas no nome. Com três quartos de sua superfície cercados pelas águas do oceano Ártico, esta ilha de quase dois milhões de quilômetros quadrados é 85% recoberta de gelo. Mais de 90% de seus 55 mil habitantes são inuits procedentes da Ásia Central. Cerca de 17 mil vivem na capital, Nuuk.
Para além da exportação de pescado, é sobretudo por suas entranhas que a Groenlândia desperta tanto interesse das potências estrangeiras: seu subsolo esconde minerais preciosos (ouro, rubi, urânio, olivina) e reservas de gás e petróleo. A China já tem uma licença para uma mina de terras-raras.
Já a Rússia espera se tornar, no Ártico, a primeira potência econômica e militar, também se beneficiando da rota do Norte, que reduz o trajeto entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
Não é a primeira vez que os Estados Unidos tentam colocar as mãos na Groenlândia. Já em 1867, o Departamento de Estado havia manifestado seu interesse. Depois, em 1946, o presidente Harry S. Truman havia oferecido US$ 100 milhões no câmbio da época - em ouro - por essa ilha. Sem sucesso.
Talvez Donald Trump tenha consultado um manual de História ao propor a compra da Groenlândia à Dinamarca. Em 1916, o reino escandinavo concordou com a venda, por US$ 25 milhões, das Índias Ocidentais Dinamarquesas, nas Antilhas, que se tornaram as Ilhas Virgens Americanas.
Conheça mais sobre a Groenlândia, novo objeto do desejo de Trump, Yahoo
16 agosto, 2016
Quer casar comigo?

Veja no Buzzfeed os esforços de 16 pessoas em suas propostas de casamento.
Assim distribuídas:
– 15 por meio de pizzas
– 1 com sorvete
Funiculi, funiculà | Nem todos odeiam o Power Point | Eu me amo | Pedidos de casamento 1 e 2
27 agosto, 2014
O desafio do balde do gelo
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| Bits and Pieces |
Inspirado no desafio, ao qual não têm faltado o apoio de muitas celebridades (pelo menos, nos Estados Unidos), alguém propôs praticá-lo em proporções maiores.
Aumentando-o com sustentabilidade.
Este é o projeto, melhor dizendo, o croqui de uma máquina perpétua de arrecadar dinheiro – dinheiro infinito. A ser todo aplicado nas pesquisas com ELA. a esclerose lateral amiotrófica.
Agora vai haver grana para a cura da doença.
N. do E.
Não liguem para a ausência de gelo. A queda d'água já é bastante gelada.
23 julho, 2013
O Amor e o Terror
O piloto Ryan Thompson queria convencer a namorada a dizer "sim".
Então, ele fingiu que o pequeno avião em que voavam estava apresentando uma pane.
Sem gravidade, Pedidos de casamento, "Eu me amo" e Nem todos odeiam o PowerPoint
Então, ele fingiu que o pequeno avião em que voavam estava apresentando uma pane.
Sem gravidade, Pedidos de casamento, "Eu me amo" e Nem todos odeiam o PowerPoint
05 junho, 2009
O Dia do Blog
Como tudo que tem alguma importância no mundo o blog merece ter o seu dia. Um dia a ser pelos interessados (no caso, nós blogueiros) devidamente comemorado.

Inicialmente, pensei no dia 1º de abril. Em 1997, nesse dia, o norte-americano Dave Winer deu início à "aldeia blogal" com a criação de seu Scripting News. Mas seria muito "encher a bola" desses norte-americanos que já "apitam" demais. Para não falar que esse dia, o 1º de abril, não passa de uma grande mentira.
O 6 de junho é uma data também a se pensar. O dia em que nasceu o padre Marcelino Champagnat, o fundador da Ordem dos Irmãos Maristas, e também eu. Mas é melhor deixarmos que o dia continue apenas para os festejos maristas.
Então, que tal 29 de fevereiro para ser o Dia do Blog? Uma data que festejaríamos a cada quatro anos - e com total garantia de sucesso! Como já acontece com a Copa do Mundo e com as Olimpíadas.
Aprovada a última data, nesse dia não trabalharíamos. Cada blog apenas publicaria um soneto de algum poeta bissexto. O que seria uma forma de compensar esta laboriosa classe pelo incômodo de termos "invadido a sua praia".
E, a cada 29 de fevereiro, a grande surpresa: os comentários estariam com as catracas livres! Como forma de prestigiar os nossos leitores (PGCS).

Publicado para consulta pública.
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