O HIPÓPOTAMO NADA E CORRE MAIS RÁPIDO DO QUE O SER HUMANO.
O QUE ISSO SIGNIFICA?
QUE A BICICLETA É SUA ÚNICA CHANCE DE VENCÊ-LO NO TRIATLO.
O BLOG DO PAULO GURGEL
O HIPÓPOTAMO NADA E CORRE MAIS RÁPIDO DO QUE O SER HUMANO.
O QUE ISSO SIGNIFICA?
QUE A BICICLETA É SUA ÚNICA CHANCE DE VENCÊ-LO NO TRIATLO.
No dia 4 de setembro de 1934, André Filho e Aurora Miranda, irmã mais nova de Carmen, entraram no estúdio da Odeon para gravar a música "Cidade Maravilhosa".
"E se um dia você se perguntou por que Carmen teria deixado "Cidade Maravilhosa" para a irmã — quando ela própria, Carmen, poderia tê-la gravado —, não perca seu tempo", explica o jornalista e escritor Ruy Castro no livro "Carmen – Uma Biografia" (2005). "O compositor André Filho ofereceu a marchinha Cidade Maravilhosa diretamente à Aurora. Ela já gravara outras músicas dele, os dois eram amigos, e Aurora era uma cantora em fulminante ascensão".
Um ano depois de gravá-la, André Filho resolveu inscrevê-la em um concurso promovido pela prefeitura do Rio e realizado no Teatro João Caetano. Para espanto do público, tirou o segundo lugar: perdeu a primeira colocação para "Coração Ingrato", interpretada por Sílvio Caldas. Segundo os jornais da época, o público vaiou a campeã e, por pouco, não depredou o teatro. André Filho, em compensação, foi aplaudido de pé. "A maior manifestação da minha vida", escreveu o compositor no recorte do jornal "A Noite", de 11 de fevereiro de 1935.
O compositor André Filho eternizou a expressão "Cidade Maravilhosa". Até hoje, sua marchinha é tocada e cantada em cerimônias oficiais, bailes de carnaval e desfiles de rua. Mas, quem criou o epíteto?
Em artigo publicado na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o escritor e tradutor Ivo Korytowski a Jane Catulle. Em 1913, ela publicou um livro de poemas, "A Cidade Maravilhosa" (La Ville Merveilleuse, no original), depois de conhecer o Rio de Janeiro, dois anos antes. No primeiro dos 33 poemas, ao descrever a chegada do seu navio à Baía de Guanabara, ela exaltou: "Jamais tantos esplendores deslumbraram os olhos! Aqui é a terra de todas as luzes!".
De setembro a dezembro de 1911, a poetisa francesa Jane Catulle Mendès, viúva do escritor e poeta Catulle Mendès, visitou o Rio de Janeiro, encontrando uma cidade recém-emergida de um "banho de loja" que foi a reforma urbanística de Pereira Passos. Encantada com a cidade, sobretudo pelas belezas naturais, escreveu uma série de poemas de "amor ao Rio" publicados em Paris no livro de 2013.
Se imaginarmos quão bem ela foi recebida, e a época realmente gloriosa para a cidade em que isso se passou, fica claro o motivo do encantamento que a inspirou a escrever e publicar, em 1913, em Paris, o livro de poemas, "La Ville Merveilleuse, Rio de Janeiro, poèmes". Extasiada com a beleza da cidade, os poemas, muitos deles dedicados a ilustres figuras da época faziam a apologia em regra da cidade e, graças ao título do livro, nascia o seu epíteto plenamente consagrado.
É óbvio que em textos anteriores, especialmente na imprensa, tal expressão já fora usada, como bem pesquisou Ivo Korytowski, o que deve ter acontecido com todas as cidades notáveis do mundo. Parece-nos, portanto, que a hoje totalmente esquecida Jane Catulle Mendes foi, senão a criadora, a oficializadora do epíteto do Rio de Janeiro.
Fontes
http://www.dw.com/pt-br/por-que-o-rio-%C3%A9-chamado-de-cidade-maravilhosa/a-75327797
http://literaturaeriodejaneiro.blogspot.com/2003/03/qual-origem-da-expressao-cidade.html
http://blogdopg.blogspot.com/2012/01/rio-de-janeiro-fevereiro-e-marco.html
17/01/2020 — Embora muita gente não acredite ser realmente possível colonizar Marte e usá-lo com uma "segunda Terra", assim como os incrédulos cientistas Neil deGrasse Tyson e Bill Nye, o visionário Elon Musk continua sendo o maior entusiasta dessa ideia — e mais: em uma série de tweets que postou, o CEO da SpaceX detalhou seus planos de "povoar o Planeta Vermelho com nada menos do que 1 milhão de terráqueos até 2050".
10/02/2026 — Elon Musk afirma que construirá uma "cidade autossustentável" na Lua nos próximos 10 anos. Segundo ele, a SpaceX "mudou o foco", passando da colonização de Marte para a fundação de uma cidade lunar, porque o alinhamento planetário permite que a viagem de seis meses a Marte seja lançada apenas uma vez a cada 26 meses, enquanto uma viagem de dois dias à Lua pode partir a cada 10 dias.
"Boa tarde. Meu nome é [informação omitida]. Minha esposa e eu estamos no Centro de Detenção de Otay Mesa (OMDC) desde 15 de abril de 2025", dizia um bilhete escrito à mão, enrolado em um frasco de loção que foi jogado por um homem mantido em cativeiro dentro do OMDC.
"Aqui faz frio o tempo todo e a comida é ruim", continua a carta. "Há 280 dias não comemos uma única fruta. Estamos todos em um grande cômodo sem portas nem janelas. Não conseguimos ver grama nem árvores. Estamos todos constantemente doentes."
A garrafa precisou ser arremessada com força suficiente para atravessar um muro de concreto, duas cercas de arame farpado, cada uma com cerca de quatro metros de altura e separadas por aproximadamente um metro e meio de cascalho, e mais três metros de estrada. Tudo isso para chegar às mãos dos participantes de uma vigília realizada em frente ao OMDC.
Húngaro de nascimento, Arnold Gluckmann era maestro, arranjador e compositor. Em 1929, já o encontramos à frente de uma orquestra sinfônica no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, num concerto em que Radamés Gnatalli, então com 23 anos, brilhou como solista. Em 1934, assumiu a direção da Rádio Club do Brasil, tornando-se responsável pela entrada de diversos artistas para o broadcasting da emissora.
Nasceu aí o contato artístico de Gluckmann com o compositor Noel Rosa. O método e o formalismo musical de um, o autodidatismo e a bossa de outro. O ar sisudo e grave do maestro, em confronto com o espírito gozador e a malícia de Noel. E a opereta "A Noiva do Trocador" é fruto deste encontro de culturas.
Num tempo em que as programações das estações de rádio eram bem diferentes - aos sábados à noite, por exemplo, a Radio Club (PRA 3) transmitia a Noite de Baile Cafiaspirina, no qual uma orquestra tocava para os ouvintes dançarem em casa. E a ilustração abaixo é uma peça publicitária da Bayer, publicada em 1934 na revista Fon Fon.