02 setembro, 2011

Para quem não conhece a Disneylândia

Dr. Winston Graça me envió por e-mail una copia de una Cédula de Identidad:


Véase también...
El verdadero Email.

UM CONTO, UM CANTO

FALAR FINO É UMA DESGRAÇA
por PAULO GURGEL
Em princípio, falar fino é um desgraça. Quando o dono da voz é homem e, por motivo profissional, muito depende dela em seu relacionamento público. O caso de Valdemar, que é um político.
De sua adolescência, guardava uma triste recordação: o bullying que sofrera. Ninguém da turma se dirigia a ele que não fizesse, por pura gozação, a voz em falsete.
Para agravar a situação, Valdemar fora batizado com o nome do protagonista do "Boi da cara preta". Uma marchinha composta por Paquito e cantada por Jackson do Pandeiro, que fez enorme sucesso em 1959 e nos anos seguintes.
Mas o que dizia a tal marchinha de carnaval? Isto:
"Coitado do Valdemar,
Tá dando o que falar,
Comeu carne de boi, falou fino
E deu pra se rebolar.
Mas que azar!"
Mas que azar mesmo! O político Valdemar, qual o xará da marchinha, era uma finura de voz. Podia fácil, fácil entrar para um coro de castrasti - sem necessidade de sofrer mutilação. Quanto a rebolar, é que não!
Ah, bem que ele tentara - inutilmente - a solução de sua deficiência vocal! Numa peregrinação que durou anos por consultórios de afamados otorrinos e fonoaudiólogos de sua cidade. Já tomara inclusive umas aulas de empostação com a Glorinha Beutenmüller, sem que, como se prognosticava, conseguisse pegar o famoso timbre "global".
E Valdemar continuou a falar fino por esse mundo afora. Num palanque, então, sua voz era um estorvo. Logo aparecia um engraçadinho para gritar:
- Fala grosso senão eu te janto!
Intervenções jocosas desse tipo vinham acontecendo cada vez mais em suas aparições públicas. Provocando zombaria na plateia e, por via de consequência, comprometendo o seu projeto político.
Foi um cabo eleitoral que resolveu o problema: "Dr. Valdemar, toda tarde coloque um copo d'água ao sol pegando o mormaço. Aí, beba que isso dá uma laringite danada, garanto que engrossa a voz. Para o caso de passar da conta, o senhor chupa umas sementes de romã."
Graças a esse macete, é que a voz de Valdemar tem ficado mais encorpada. Há momentos até em que ele se sente o próprio Estentor.
Mas... como tudo tem limites: Valdemar já sabe que nunca vai ter aquela voz de... Noriel Vilela, um dos baixos dos Cantores de Ébano.

UIRAPURU
por NILO AMARO E SEUS CANTORES DE ÉBANO

Grupo formado por Nilo Amaro (Moisés Cardoso Neves) e um coro de vozes negras femininas e masculinas (um soprano, um mezzo soprano, um contralto, dois baixos, um tenor e três barítonos), com destaque para o baixo Noriel Vilela. O conjunto fez muito sucesso na década de 1960. Seu repertório era composto de clássicos da música popular brasileira (sambas e sambas-canções) e do folclore, e de versões para o idioma português de spirituals dos negros americanos. Dicionário Cravo Albin da MPB

01 setembro, 2011

BOOK

= Built-in Orderly Organized Knowledge
Este vídeo, inspirado em un texto original - LEARN WITH BOOK - de R. J. Heathorn, escrito em 1962, apresenta o LIVRO como sendo uma inovação tecnológica de ponta com amplas vantagens sobre os meios digitais.
Veio para criar polêmicas. A primeira delas é... LIVRO x VÍDEO.

Inventos malucos em medicina - 3

Em seu pedido de patente (nº. 3216423, nos Estados Unidos), o inventor desta centrífuga para parturientes argumentava que era uma forma de tornar o parto mais fácil.
Fundamento
Deitada no aparelho (figura), que giraria a 33, 45 ou a 78 RPM, a mãe contaria com a ajuda da força centrífuga para puxar o bebê para fora do canal de parto.
Este projeto ficou apenas na concepção concepção, jamais foi construído.


A propósito...
Dance Flick Baby Part

31 agosto, 2011

S de sigla










Pensei que UFC era a sigla da Universidade Federal do Ceará. Antigamente, era. Né mais não. Agora, parece que é sigla de marmanjos se agarrando e se esmurrando.
Aí, dá no que dá.
Antigamente, casa de tolerância era onde os homens se divertiam e as mulheres ganhavam dinheiro, DST e filhos. Agora, a casa de tolerância maior é onde se apaga toda a vida pregressa do meliante. Ou seja, ao invés de pagar pelo crime na cadeia, paga-se no Congresso. Talvez seja a máxima levada ao máximo de cara de pau: “Lavou, tá novo!”.
Ou nova, sei lá.
Mas não se assustem, não. Não há nada de tão ruim que não possa piorar. Basta ter um pouco de paciência. Ou tolerância.
Fernando Gurgel, de Brasília

Ripostando
A antiga UFC, apesar de seu lema Virtus Unita Fortior (a virtude unida é mais forte), perdeu o cinturão midiático para o Ultimate Fighting Championship. Por acomodação, talvez. De tanto só disputar o título com as pouco visíveis Unidades Formadoras de Colônias. Mas ainda pode pedir revanche, Fernando.
Quanto ao LTN, vulgo "Lavou, tá novo!", este aí ganha todas das Letras do Tesouro Nacional. É nocaute garantido.
PGCS

Autor x Autor

Vladimir Nabokov
30. Gustave Flaubert (Madame Bovary) sobre George Sand (Mattéa)
“Uma grande vaca recheada de nanquim”
29. Robert Louis Stevenson (O Médico e o Monstro) sobre Walt Whitman (Leaves of Grass)
“Ele escreve como um cachorro grande e desengonçado que escapou da coleira e vaga pelas praias do mundo latindo para a lua”
28. Friedrich Nietzsche (Assim Falou Zaratustra) sobre Dante Alighieri (A Divina Comédia)
“Uma hiena que escreveu sua poesia em tumbas”
27. Harold Bloom (A Invenção do Humano) sobre J.K. Rowling (Harry Potter)
"Como ler 'Harry Potter e a Pedra Filosofal'? Rapidamente, para começar, e talvez também para acabar logo. Por que ler esse livro? Presumivelmente, se você não pode ser convencido a ler nenhuma outra obra, Rowling vai ter que servir."
26. Vladimir Nabokov (Lolita) sobre Fyodor Dostoievsky (Crime e Castigo)
"A falta de bom gosto do Dostoievsky, seus relatos monótonos sobre pessoas sofrendo com complexos pré-freudianos, a forma que ele tem de chafurdar nas trágicas desventuras da dignidade humana - tudo isso é muito difícil de admirar"
25. Gertrude Stein (The Making of Americans) sobre Ezra Pound (Lustra)
“Um guia turístico de vila. Excelente se você fosse a vila. Mas se você não é, então não é."
24. Virginia Woolf (Passeio ao Farol) sobre Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo)
"É tudo um protesto cru e mal cozido"
23. H. G. Wells (Guerra dos Mundos) sobre George Bernard Shaw (Pygmalion)
“Uma criança idiota gritando em um hospital"
22. Joseph Conrad (Coração das Trevas) sobre D.H. Lawrence (Filhos e amantes)
“Sujeira. Nada além de obscenidades.”
21. Lord Byron (Don Juan) sobre John Keats (To Autumn)
“Aqui temos a poesia 'mija-na-cama' do Johnny Keats e mais três romances de sei lá eu quem. Chega de Keats, eu peço. Queimem-no vivo! Se algum de vocês não o fizer, eu devo arrancar a pele dele com minhas próprias mãos.”
20. Vladimir Nabokov sobre Joseph Conrad
“Eu não consigo tolerar o estilo loja de presentes de Conrad e os navios engarrafados e colares de concha de seus clichês românticos.”
19. Dylan Thomas (25 Poemas) sobre Rudyard Kipling (The Jungle Book)
“O senhor Kipling representa tudo o que há nesse mundo cancroso que eu gostaria de que fosse diferente”
18. Ralph Waldo Emerson (Concord Hymn) sobre Jane Austen (Orgulho e Preconceito)
“Os romances da senhorita Austen me parecem vulgares no tom, estéreis em inventividade artística, presos nas apertadas convenções da sociedade inglesa, sem genialidade, sem perspicácia ou conhecimento de mundo. Nunca a vida foi tão embaraçosa e estreita."
17. Martin Amis (Experiência) sobre Miguel Cervantes (Dom Quixote)
“Ler 'Don Quixote' pode ser comparavel a uma visita sem data para acabar de seu parente velho mais impossível, com todas as suas brincadeiras, hábitos sujos, reminiscências imparaveis e sua intimidade terrível. Quando a experiência acaba (na página 846 com a prosa apertada, estreita e sem pausa para diálogos), você vai derramar lágrimas, isso é verdade. Mas não de alívio ou de arrependimento e sim lágrimas de orgulho. Você conseguiu!"
16. Charles Baudelaire (Paraísos Artificiais) sobre Voltaire (Cândido)
"Eu cresci entediado na França. E o maior motivo para isso é que todo mundo aqui me lembra o Voltaire... o rei dos idiotas, o príncipe da superficialidade, o antiartista, o porta-voz das serventes, o papai Gigone dos editores da revista Siecle"
15. William Faulkner (A Cidade) sobre Ernest Hemingway (Por Quem os Sinos Dobram)
"Ele nunca sequer pensou em usar uma palavra que pudesse mandar o leitor para um dicionário."
14. Ernest Hemingway sobre William Faulkner
"Pobre Faulkner. Ele realmente pensa que grandes emoções vem de grandes palavras?"
13. Gore Vidal (O Julgamento de Paris) sobre Truman Capote (A Sangue Frio)
“Ele é uma dona de casa totalmente empenada do Kansas, com todos os seus preconceitos.”
12. Oscar Wilde (O Retrato de Dorian Grey) sobre Alexander Pope (Ensaio sobre a crítica)
“Existem duas formas de se odiar poesia: uma delas é não gostar, a outra é ler Pope."
11. Vladimir Nabokov sobre Ernest Hemingway
"Quanto ao Hemingway, eu li um livro dele pela primeira vez nos anos 40, algo sobre sinos, bolas e bois, e eu odiei."
10. Henry James (Calafrio) sobre Edgar Allan Poe (Os Crimes da Rua Morgue)
"Se entusiasmar com o Poe é a marca de um estágio decididamente primitivo da reflexão."
9. Truman Capote sobre Jack Kerouac (On The Road)
“Isso não é escrever. Isso é só datilografar.”
8. Elizabeth Bishop (Norte e Sul) sobre J.D. Salinger (Apanhador no Campo de Centeio)
“Eu odiei o 'Apanhador no Campo de Centeio'. Demorei dias para começar a avançar, timidamente, uma página de cada vez e corando de vergonha por ele a cada sentença ridícula pelo caminho. Como deixaram ele fazer isso?"
7. D.H. Lawrence sobre Herman Melville (Moby Dick)
“Ninguém pode ser mais palhaço, mais desajeitado e sintaticamente de mau gosto como Herman, mesmo em um grande livro como 'Moby Dick'. Tem algo falso sobre sua seriedade, esse é o Melville."
6. W. H. Auden (Funeral Blues) sobre Robert Browning (Flautista de Hamelin)
"Eu não acho que Robert Browning era nada bom de cama. Sua mulher também provavelmente não ligava muito pra ele. Ele roncava e devia ter fantasias sobre garotas de 12 anos."
5. Evelyn Waugh (Memórias de Brideshead) sobre Marcel Proust (Em Busca do Tempo Perdido)
“Estou lendo Proust pela primeira vez. É uma coisa muito pobre. Eu acho que ele tinha algum problema mental."
4. Mark Twain (As Aventuras de Huckleberry Finn) sobre Jane Austen
"Eu não tenho o direito de criticar nenhum livro e eu nunca faço isso, a não ser quando eu odeio um. Eu sempre quero criticar a Jane Austen, mas seus livros me deixam tão bravo que eu não consigo separar minha raiva do leitor, portanto eu tenho que parar a cada vez que eu começo. Cada vez eu eu tento ler 'Orgulho e Preconceito' eu quero exumar seu cadáver e acertá-la na cabeça com seu osso do queixo."
3. Virginia Woolf sobre James Joyce (Ulisses)
"Ulisses é o trabalho de um estudante universitário enjoado coçando as suas espinhas"
2. William Faulkner sobre Mark Twain
"Um escritor mercenário que não conseguia nem ser considerado da quarta divisão na Europa e que enganou alguns esqueletos literários de tiro-certo com cores suficientemente locais para intrigar os superficiais e preguiçosos."
1. D.H. Lawrence sobre James Joyce
“Meu Deus, que idiota desastrado esse James Joyce é. Não é nada além de velhos trabalhos e tocos de repolho de citações bíblicas com um resto cozido em suco de um jornalismo deliberadamente sujo."

www.flavowire.com, via revistatrip.uol.com.br (indicação: Fernando Gurgel Filho)

A Morte

Desculpe-me interromper o seu sadio entretenimento. Porém, parece-me oportuno aproveitar esta ocasião para lhe lembrar que temos dívidas pendentes.

30 agosto, 2011

Homens descansando

Poucas empresas dão condições a que, entre os turnos de trabalho, os empregados possam de fato aproveitar o intervalo relaxando e descansando. Apesar de ser um direito assegurado em lei, não é mesmo?
Nesta empresa, por exemplo, muito conhecida pelos colchões ortopédicos que ela produz, os funcionários do escritório logo aprenderam que...

Imagem: Bits and Pieces

... se querem descansar um pouco, durante o tal intervalo, só podem contar com eles mesmos, isto é, com seus próprios corpos.

Post relacionado: Com sombra.

Tudo se transforma

O artista estoniano Mati Karmin criou este para lá de estranho móvel para escritório. Passando adiante umas minas navais soviéticas que boiavam meio enferrujadas.

29 agosto, 2011

Honestidade



É assim: eu acho mil reais. Aí eu devolvo ao dono quinhentos reais e fico com os outros quinhentos para pagar minha honestidade.

Do Dicionário de Humor Infantil, de Pedro Bloch

O mapa [dos McDonald's] dos EUA

Esta é uma imagem interessante: cada ponto luminoso representa uma unidade do McDonald's em território norte-americano. A costa leste é a parte mais iluminada do mapa pela presença maciça da rede de fast food. E no estado de Nevada, mais para o oeste, fica o ponto onde se está mais distante de uma dessas lojas de refrigerantes, batata fritas e hambúrgueres.


Neatorama, via Blue Bus

28 agosto, 2011

27 agosto, 2011

O pênis na coleira

A polícia francesa deteve uma mulher de 63 anos, que estava levando seu companheiro de 40, ao longo de uma rua comercial movimentada, por uma coleira amarrada em seu pênis exposto.
Eles compareceram ao tribunal da cidade de Carcassone, no mês de abril, sob acusações de indecência pública.
Como defesa disseram ser viciados em sexo e que estavam no meio de um "jogo" quando foram presos.

Uma estratégia contra a execução

ANTES DE MORRER TENTE DIZER ALGO 
QUE INTERESSE À HUMANIDADE.

26 agosto, 2011

Cuidado: HIV bravo

A médica Miriam Tomkowski Walton fixou 31 seringas na grade externa de sua casa. A seguir colou na grade este aviso:
MURO COM SANGUE HIV POSITIVO. NÃO PULE


Miriam andava aborrecida com os furtos que estavam acontecendo em sua residência, situada num condomínio fechado em Sobradinho, Distrito Federal.
Mas, porém, contudo, todavia...
Fontes: 1, 2, 3...

Confúcio, Darwin, Bowen e eu

Procurar em um quarto escuro por um gato preto que não está lá.

Ilustração: Carbono de Estrelas

Confúcio disse apenas que era difícil.
Charles Darwin acrescentou que, se além de tudo, a pessoa for cega é porque seria um matemático profissional.
Já Lord Bowen, mantidas as outras condições, optou por procurar um chapéu preto.
Quanto a mim... bem, acho que um gato branco e de verdade facilitaria ser encontrado, ainda que o quarto estivesse um breu. PG

25 agosto, 2011

A cara de cearense e as outras caras

Eu tenho cara de caririense do Crato, cara de cearense, cara de nordestino, cara de gente diferenciada e, segundo o norueguês da recente tragédia, cara de brasileiro disfuncional.
Tenho cara de judeu (como insinuaram em um bar de Beirute, Líbano) e cara de egípcio lóki -quando eu era mais bonitinho, me confundiram em uma taverna da Calle de la Cruz, em Madrid, com um egípcio, repare só, um design egípcio, o Karim Rashid.
Você tem cara de quê? A solene indagação vem a propósito da polêmica provocada pela legítima esposa do diretor global Marcos Paulo, a Antônia Fontenelle.
No Twitter, a atriz, na maior cara de pau, respondeu a um texto do crítico Pablo Villaça, do site “Cinema em cena”, com o que ela imagina ser uma ofensa: o rapaz teria cara de cearense.
A crítica foi sobre o filme do maridão, que dirigiu "Assalto ao Banco Centra", baseado em fatos reais ocorridos, por coincidência, no Ceará.
Pablo Villaça é mineiro, mas poderia ser cearense, com muito orgulho, segundo o próprio.
Poderia ser cearense como a cantora Bjork é cearense, como o escritor John Updike é cearense, como o craque Iniesta (Barcelona) é o maior dos cearenses.
Como o Truman Capote é cearense desde pequenininho, a cara e a voz de cearense de Tracey Thorn, o Nicholas Cage tem muitas poses de cearense e até a Bette Davis (foto), nas suas horas de bondade ou de maldade, foi mega cearense.
Duvidam? Então confiram aqui e agora no blog dos amigos Cearenses Internacionais.
E você, amigo(a), repito, tem cara de quê?

Xico Sá, Blogs da Folha
(matéria enviada por Fernando Gurgel)

O primeiro edifício "verde" de NY

A Heast Tower, em Nova Iorque, é um exemplo de inovação em design e tecnologia. Foi o primeiro edifício de Manhattan a receber a medalha de ouro do programa Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), do US Green Building Council, em 2006.
A Hearst Tower definitivamente não é um prédio convencional. Sua estrutura é composta por um sistema denominado diagrid, palavra da língua inglesa composta pela junção de duas outras: grade e diagonal. Esse sistema estrutural é uma malha diagonal de alta eficiência em termos de peso, pois necessita de cerca de 20 por cento menos de aço do que uma armação estrutural convencional. Tal permitiu uma economia de aproximadamente 2.000 toneladas do material.
A torre de 42 andares foi projetada para consumir 25 por cento menos de energia do que os prédios situados nas redondezas. As fachadas de vidro permitem a entrada de luz natural em todos os andares. Painéis de vidro em seus espaços internos geram uma leveza visual, dando a impressão de que o edifício flutua. A automação da luz foi minuciosamente estudada. No interior dos escritórios existem sensores que controlam a quantidade de luz artificial necessária em cada momento do dia. A economia de energia a cada ano equivale a uma retirada de 174 carros das ruas.
Seu telhado possui um sistema de coleta de água das chuvas. Essa água é armazenada no subsolo e reutilizada no próprio edifício. Um dos pontos de reutilização está no lobby do edifício, onde fica uma queda d’água projetada com a função de umidificar o ambiente e amenizar a temperatura interna. O sistema de aproveitamento da água pluvial reduz a emissão de água para os esgotos da cidade em 25 por cento.
Com o novo edifício, o império Hearst reuniu pela primeira vez sob o mesmo teto publicações de sucesso como Cosmopolitan, Esquire, Marie Claire e Harper's Bazaar, entre outras.

Ler este artigo (completo) de Izabela Americano, em Obvious.

24 agosto, 2011

O tipógrafo

Depois de um dia de trabalho o tipógrafo volta para casa.


- Meu Deus, eu estou outra vez nas mãos de um GIF animado para que um post faça sentido!

A Praça e o Vento

Houve um tempo na mui leal e heróica cidade de Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção em que os rapazes ficavam na Praça do Ferreira à espera do vento que levantava as saias das moças.

23 agosto, 2011

Foi infinita enquanto durou

Esta nota - A Pimenta Infinita - foi publicada em 18 de agosto. Mas tinha sido escrita há alguns meses.
Enquanto isso, a Pimenta Infinita (1.257.468) perdeu o seu título para a Niger Viper (1.382.118) e as duas, em seguida, foram ultrapassadas pela Trinidad Scorpion Butch T (1.463.700).
Esses números pertencem à escala Scoville, que mede a ardência dos picantes. Quanto maior é ele, mais ardida é a pimenta.
A fila andou, portanto. O que também prova que, no mundo das pimentas, nenhuma delas esquenta o trono.
Apesar dos pesares, a Pimenta Infinita foi infinita enquanto durou.
E, para evitar novas decepções, só resta apelar para a capsaicina pura (15.000.000). Por ser exatamente o limite superior da escala Scoville, ela jamais será tratada como refresco.

As garotas Jarmilla Elders e Linda Sartoris na colheita da Trinidad Scorpion.
 Blog Carcará

Googlemania

A melhor forma de começar o dia continua sendo pelo Google.

Itapiúna - CE

22 agosto, 2011

Fardado artístico

Star Wars como se fosse uma pintura em vaso grego antigo.
Sobre esta imagem, Jeremy Barker escreveu:
"É como se eu estivesse em minhas aulas de Clássicos com uma diferença fundamental: ninguém está nu. Por isso, eu fico eternamente grato."
Via Neatorama

Para beber com os olhos

Piña Colada
Uma ideia posta em prática pelo cientista/artista Michael Davidson, da Flórida. Estas imagens microscópicas de cores psicodélicas, obtidas a partir de bebidas alcoólicas, que podem ser usadas como elementos de decoração de uma sala de estar, por exemplo. Elas são comercializadas pela BevShots, que já vendeu mais de 20 mil dessas fotografias, ao preço médio de 40 dólares cada peça.
O site Obvious, onde encontrei a notícia, traz um resumo da técnica criada por Davidson:
"Para se chegar ao resultado destas fotografias, é necessário primeiro cristalizar a bebida numa lâmina do microscópio, colhendo algumas gotas. Depois, espera-se que elas sequem e, usando uma máquina fotográfica incorporada a um microscópio, que a luz passe pelo cristal da lâmina, criando as cores que podemos ver nas imagens. Um trabalho que requer alguma técnica e paciência, já que só a secagem pode demorar até quatro semanas e o processo completo até três meses."

Ver também: Para comer com os olhos.

21 agosto, 2011

O berço do forró

"De onde é que vem o baião?
Vem debaixo do barro do chão.
De onde é que vêm o xote e o xaxado?
Vêm debaixo do barro do chão."

Recomendo a leitura de um interessante artigo de Daniel Aderaldo, publicado ontem (20/08) no Último Segundo/Ig, que trata de uma polêmica existente entre pesquisadores do Pernambuco e do Ceará a respeito de qual estado foi o berço do forró.
Os cearenses tentam emplacar como primeiro registro fonográfico o "Forró na roça", gravado por Xerêm e Tapuya, em outubro de 1937, pela RCA Victor. Esse disco de cera (há um exemplar no Arquivo do Nirez) seria a prova documental de que, doze anos antes de o pernambucano Luiz Gonzaga entrar em estúdio para gravar o "Forró de Mané Vito", os cearenses já haviam criado o forró.
Mas Xerêm, o autor da música, não era um legítimo forrozeiro. Cedo, ele foi morar em Minas Gerais onde adquiriu novas referências musicais. Virou cantor de moda de viola e formou por lá dupla caipira. O seu "Forró na roça" tem forró apenas no título.
Já Luiz "Lua" Gonzaga criou o baião e, com o seu jeito diferente de tocar sanfona, popularizou o forró em todo o Brasil. E o Ceará tem uma parte dessa glória já que um de seus principais parceiros foi o "doutor do baião" Humberto Teixeira, cearense do Iguatu.
Juntos, eles compuseram: "Asa branca", "Assum preto", "Baião", "Baião de dois", "Estrada de Canindé", "Juazeiro", "Légua tirana", "Lorota boa", "Mangaratiba", "No meu pé de serra", "Paraíba", "Qui nem jiló", "Respeita Januário", "Xanduzinha", entre outras canções. PGCS

Nessa luta do rochedo com o mar...

... acredito serem os mais valentes os "percebeiros" da Galícia.

Germano Gurgel enviou esta matéria:
Na Galícia, norte da Espanha, os catadores de um raro e cobiçado marisco denominado "percebe" conseguem ganhar cerca de 800 Euros (R$ 2.200,00) em somente duas horas de trabalho.
Apenas com o "pequeno" risco de nunca saberem se sairão vivos da empreitada.
Uma média de 5 catadores de percebes ("percebeiros") morrem a cada ano e muitos outros se machucam gravemente entre o mar e os rochedos...


... e ninguém percebe!

20 agosto, 2011

A vida como um labirinto

LEVE O MAIOR TEMPO POSSÍVEL...


... PARA ENCONTRAR A SAÍDA.

Lar doce lar

Esta frase é uma tradução literal da expressão inglesa home sweet home.
Foi extraída da letra de uma canção da peça teatral que estreou em Londres, em 1823, a ópera Clari, Maid of Milan. O autor da peça e da letra da canção foi John Howard Payne, um dramaturgo e ator estadunidense.
E a letra logo prendeu os corações ingleses. Pois aparecia numa época em que as conquistas do Império Britânico obrigavam a muitos deixar sua pátria para viver nas colônias.
A frase também pode ser empregada com sentido irônico.
Em espanhol é hogar dulce hogar.

Definición
"Hogar es donde la WiFi se conecta automáticamente."

19 agosto, 2011

Elogie do jeito certo

por Marcos Meier(*)

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.
Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.

(*) Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante. Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br (Fernando Gurgel Filho).

Boatos

Os boatos são vistos como crimes cometidos por terceiros. São crimes perfeitos, não deixam o menor vestígio e não precisam de qualquer tipo de arma - a defesa fica sem pernas para andar. Jean-Noël Kapferer

Em Paris (59, rue des Petits Champs) existe uma instituição única no mundo: a Fundação para o Estudo e a Informação sobre os Boatos. Criada pelo psicólogo Jean-Noël Kapferer, essa fundação se dedica a estudar o mecanismo de formação dos boatos bem como o incrível poder de comunicação que eles apresentam.
Nos telefones da Fundação, as secretárias eletrônicas registram os boatos que são transmitidos pelo público. A partir dessa coleta de dados, cada boato é dissecado. Para receber o foro de boato é preciso que haja de 100 a 150 chamadas sobre o assunto.
Os franceses se ligam principalmente nos boatos da área da saúde pública, enquanto os norte-americanos têm uma especial predileção por boatos que falem de sexo.
[...]
Dizem que um incorrigível boateiro foi preso. Para assustá-lo, colocaram-no diante de um pelotão de fuzilamento. Mas era só uma simulação e o homem a seguir foi solto. De volta à prática, a sua primeira ação foi anunciar:
- Não espalhem, mas o exército está sem munição.
Há boatos quando há segredos. Há boatos porque as pessoas precisam fantasiar a realidade. E há pessoas que são propensas a certos boatos porque estes vão ao encontro de seus interesses. Os boatos são encontrados sempre que as circunstâncias são ambíguas, as questões são importantes e a capacidade crítica é baixa.
E como neutralizar um boato quando se sabe que o ato de desmenti-lo pode reforçá-lo?
Não passem adiante, mas há uma falação de que a fundação de Kapferer está para fechar as portas...
PGCS
O artigo completo está no Preblog.

18 agosto, 2011

A Pimenta Infinita

Medindo 1,17 milhão na escala Scoville (que mede o grau picante de uma pimenta), esta é agora a mais "quente" das pimentas do mundo. Ela foi cultivada por acidente em Lincolnshire, na Inglaterra.
Apelidada de Infinity Chilli, é consideravelmente mais "quente" que a detentora anteriora do título, a Bhut Jolokia, da Índia.
Nick Woods, proprietário da empresa Fire Foods, um dia percebeu a ocorrência de uma nova pimenta mestiça em sua estufa. Intrigado com ela, Nick decidiu prová-la, o que foi uma experiência deveras lamentável. Uma experiência descrita como uma sensação insuportável de queimação que lhe atingiu a garganta, deixando-o por alguns momentos sem condições de falar.
A destronada Bhut Jolokia já foi assunto do blog, em 10/01/10. Clique aqui.
The Presurfer
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Comentário
Com o título mudado para Pimenta que derruba até baiano a nota acima foi publicada no Luis Nassif Online, no qual recebeu, até o momento, 15 comentários. Dentre eles, destaco o que foi enviado pelo leitor de nome Alfeu.
Transcrevo-o a seguir:
"Meu pai era um grande adorador de pimentas. Pernambucano, gostava de desafios. Havia em casa uma coleção delas. Vários tipos, uma para cada tipo de prato, ou uma para cada dia de desafio. Convivia com uma gastrite e já tinha sofrido de úlcera. Quando sucumbia por uma crise estomacal, me pedia para eu ir na Granado, e aviava uma receita para o seu bombardeado estômago. Depois de alguns dias de "tratamento" o seu estômago estava zero, pelo menos era assim que ele dizia, e isso era a senha para regar os seus pratos com a sua coleção de pimentas. Nada mais óbvio que o ciclo recomeçava. Se alguma visita experimentava uma pimenta por ele oferecida, e mostrasse a sua resistencia, um novo tipo mais explosivo era apresentado. Como é de se esperar, uma pessoa, no caso eu, vendo tudo isso, não vai ter a pimenta como uma iguaria dentre os seus favoritos.
Mas isso não impede de ser vítima de armadilhas pelo mundo afora. Quando, num período dos anos 80, morei no Japão, em pleno verão entrei numa casa que era especialista em lamen (longe do sabor e da qualidade dos chamados "miojo", aqui no Brasil). Um wakame lamen (wakame é um tipo de alga vermelha - Undaria sp;Rodophyta) que era imersa, na minha opinião, em pimenta malagueta; mas eles usam o togarashi que é uma pimenta, e que detalhes e sutilezas não me importam, pois queimam a língua, a garganta e principalmente a paciência. Mas uma coisa me chamou a atenção, ao sair do restaurante, o ambiente não me pareceu tão quente quanto antes de entrar. É essa a filosofia da pimenta.
Duas coisas para terminar: caso meu pai estivesse vivo e lesse esse post iria na caça destas variedades de pimenta; outro é que no Japão quando tinha essas "agradáveis" experiências com a pimenta, inclusive no inverno, ficava pensando na culinária baiana - pois diversas vezes fui para a Bahia - e achava o baiano um povo com estômago de aço (ou de adamantium, igual às garras do Wolverine); pois, para mim, é impossível se gostar de tanta pimenta."
Alfeu

Plantas que se comunicam

"Avisam umas às outras do perigo iminente, mas não sei como."

O químico e biólogo norte-americano Davey Rhoades infectou com lagartas um grupo de salgueiros (plantas do gênero Salix que vivem principalmente à beira dos rios). Estas árvores se protegeram da praga das lagartas mudando a composição química de suas folhas. Como? Elevando o nível de ácido clorogênico nelas, de modo a torná-las tóxicas para as lagartas (que morreram). Até aí, nada inexplicável. O estranho aconteceu depois, quando Rhoades descobriu que outro grupo de salgueiros, que existia nas proximidades, e que ele não tinha infectado pelas lagartas, também elevara o nível de ácido clorogênico em suas folhas, como se estivesse se preparando para uma agressão iminente. Permanece obscura, para o cientista, a forma de comunicação que existiu entre os dois grupos de árvores.
Usaram assim uma linguagem silenciosa para o ouvido humano.

Árboles parlantes, por Pepe Cervera

Salgueiro branco (Salix alba)
Curiosidade
Hipócrates, o pai da medicina, já conhecia as propriedades analgésicas e antipiréticas do pó da casca do salgueiro. Em 1828, o farmacêutico francês Henri Leroux e o químico italiano Raffaele Piria isolaram o princípio ativo da casca, o ácido salicílico (derivado de Salix, o nome latino do gênero a que pertence o salgueiro). Em 1897, o laboratório farmacêutico alemão Bayer conjugou quimicamente o ácido salicílico com acetato, criando o ácido acetilsalicílico (Aspirina), que descobriram ser menos tóxico do que o ácido original. Foi o ácido acetilsalicílico o primeiro fármaco a ser produzido pela indústria farmacêutica e não apenas recolhido já em sua forma final da natureza.

12/05/2013 - Atualizando...
Se você continua achando estranho que as plantas possam "falar" entre si, aqui está algo ainda mais estranho: uma maneira de se comunicarem, umas com as outras, através de uma rede subterrânea de fungos!
Plants Talk to Each Other Using Underground Fungus Network, Neatorama

17 agosto, 2011

Valsinha



"E ali dançaram tanta dança 
que a vizinhança toda despertou
e foi tanta felicidade 
que toda cidade se iluminou."


Vinicius - Chico Buarque

Tributo a Charles Darwin

As apreciações originais que Darwin desenvolveu em sua célebre obra "A Origem das Espécies", de 1859, e em diversas outras, a respeito da variabilidade das espécies, formam o corpo de sua doutrina transformista.


Poderá gostar de ver: Uma fusão de modelos e Ensinem a Controvérsia.