Simplesmente hilário. Pena que o Estanislau Ponte Preta (Stanislaw) não esteja participando e contribuindo diretamente com este projeto. Certamente, inspirando-o. ~ Jaime Nogueira
Escrito por Luisa Buarque e Márcia Sá Cavalcanti Schuback, com projeto gráfico de Brigita Gelžinytė, o "Desbolsonário de bolso" acaba de ser lançado nas redes pela "Edições Clandestina". São quase 50 páginas de verbetes organizados de forma profissional para se entender o Brasil atual. Não deixe de ler. Pode ser um vademecum indispensável para sua sobrevivência nos próximos quatro anos.
~ Nocaute, o Blog do Fernando Moraes
Desbolsonário - versão pdf
O magazine "Puck", a primeira revista de humor nos EUA, célebre por suas charges coloridas, caricaturas e sátiras políticas dos acontecimentos da época, nesta edição de 1877 mostra que "fake news" (notícias falsas), "cheap sensations" (sensações baratas) e "humbug news" (notícias baratas) já tinham virado notícia naquela época.
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28 dezembro, 2018
02 outubro, 2013
Por que a China comprou 5% da Ucrânia?
Uma notícia surpreendeu a todos. Há alguns dias, a China fechou a compra de 5 por cento da Ucrânia com finalidade agrícola. A necessidade de contar com solo suficiente para produzir alimentos para a população chinesa, obrigando a China a tanto, mostra-nos também uma perspectiva bem real da crise alimentar que se aproxima.
Ainda que essa notícia pareça anedótica, o certo é que por trás dela se oculta um problema que irá se agravar nos próximos anos. O aumento progressivo da população mundial, que alcançará os 9,1 bilhões de habitantes em 2050, segundo estimativas da FAO, é um desafio político e socioeconômico que teremos de enfrentar.
E o exemplo da compra de terras na Ucrânia por parte da China não é novo. Também a União Europeia procura terras cultiváveis fora de suas fronteiras. Consta inclusive que a União já cultiva 35 milhões de hectares fora do continente europeu.
Ainda que essa notícia pareça anedótica, o certo é que por trás dela se oculta um problema que irá se agravar nos próximos anos. O aumento progressivo da população mundial, que alcançará os 9,1 bilhões de habitantes em 2050, segundo estimativas da FAO, é um desafio político e socioeconômico que teremos de enfrentar.
E o exemplo da compra de terras na Ucrânia por parte da China não é novo. Também a União Europeia procura terras cultiváveis fora de suas fronteiras. Consta inclusive que a União já cultiva 35 milhões de hectares fora do continente europeu.
Ler o artigo completo no ALT1040 (em espanhol)
Na terra como no mar
29 agosto, 2013
A ordem das bicadas
Logo após a Primeira Guerra, um naturalista norueguês chamado Thorlief Schjelderup-Ebbe decidiu passar uns tempos na fazenda de seus pais. Ao cuidar do galinheiro, notou que ali havia hierarquia: algumas galinhas comiam primeiro os grãos despejados em um pote; saciadas, abriam espaço àquelas no segundo nível da hierarquia; por fim, quem estava na base ficava com as sobras. Tudo bem ordeiro.
Ele chamou essa estrutura de “a ordem das bicadas” (pecking order).
Então Thorlief decidiu fazer um teste. Trouxe uma nova galinha para o galinheiro e ficou observando. Queria ver onde ela se colocaria nessa pirâmide social. Teve uma surpresa: todas as galinhas começaram a brigar entre si na hora da comida.
Ele percebeu que, com a chegada da nova galinha, todas as outras ficaram inseguras e passaram a atacar as demais para confirmar a manutenção de seu status. Afinal, se a nova moradora conquistasse boa posição na hierarquia, empurraria alguma galinha para baixo. E quem seria? Nenhuma delas estava a salvo, e era bom deixar claro às outras que não seria vítima fácil.
Por outro lado, aquelas na base da pirâmide, aproveitando a confusão, tentaram galgar alguns degraus, abrindo caminho com bicadas. As galinhas que estavam no topo sentiram o perigo, e passaram a bicar também.
O resultado é que todas se machucaram. Algumas galinhas ficaram praticamente sem penas.
Thorlief descobriu que, no mundo das galinhas, há uma divisão entre aristocratas e plebeus. E que um pacífico galinheiro pode ser um campo de batalha, com a chegada de, digamos assim, estrangeiros. Essas conclusões de Thorlief foram melhor desenvolvidas posteriormente por outros especialistas, auxiliando a compreender o comportamento de grupos sociais e, até mesmo, de sistemas financeiros.
Esta nota, enviada pelo colaborador Fernando Gurgel, de Brasília, foi extraída de um artigo de Victor Lisboa, do blog Papo de Homem.
Bônus - A dança das galinhas
Ele chamou essa estrutura de “a ordem das bicadas” (pecking order).
Então Thorlief decidiu fazer um teste. Trouxe uma nova galinha para o galinheiro e ficou observando. Queria ver onde ela se colocaria nessa pirâmide social. Teve uma surpresa: todas as galinhas começaram a brigar entre si na hora da comida.
Ele percebeu que, com a chegada da nova galinha, todas as outras ficaram inseguras e passaram a atacar as demais para confirmar a manutenção de seu status. Afinal, se a nova moradora conquistasse boa posição na hierarquia, empurraria alguma galinha para baixo. E quem seria? Nenhuma delas estava a salvo, e era bom deixar claro às outras que não seria vítima fácil.
Por outro lado, aquelas na base da pirâmide, aproveitando a confusão, tentaram galgar alguns degraus, abrindo caminho com bicadas. As galinhas que estavam no topo sentiram o perigo, e passaram a bicar também.
O resultado é que todas se machucaram. Algumas galinhas ficaram praticamente sem penas.
Thorlief descobriu que, no mundo das galinhas, há uma divisão entre aristocratas e plebeus. E que um pacífico galinheiro pode ser um campo de batalha, com a chegada de, digamos assim, estrangeiros. Essas conclusões de Thorlief foram melhor desenvolvidas posteriormente por outros especialistas, auxiliando a compreender o comportamento de grupos sociais e, até mesmo, de sistemas financeiros.
Esta nota, enviada pelo colaborador Fernando Gurgel, de Brasília, foi extraída de um artigo de Victor Lisboa, do blog Papo de Homem.
Bônus - A dança das galinhas
31 agosto, 2011
S de sigla
Pensei que UFC era a sigla da Universidade Federal do Ceará. Antigamente, era. Né mais não. Agora, parece que é sigla de marmanjos se agarrando e se esmurrando.
Aí, dá no que dá.
Antigamente, casa de tolerância era onde os homens se divertiam e as mulheres ganhavam dinheiro, DST e filhos. Agora, a casa de tolerância maior é onde se apaga toda a vida pregressa do meliante. Ou seja, ao invés de pagar pelo crime na cadeia, paga-se no Congresso. Talvez seja a máxima levada ao máximo de cara de pau: “Lavou, tá novo!”.
Ou nova, sei lá.
Mas não se assustem, não. Não há nada de tão ruim que não possa piorar. Basta ter um pouco de paciência. Ou tolerância.
Fernando Gurgel, de Brasília
Ripostando
A antiga UFC, apesar de seu lema Virtus Unita Fortior (a virtude unida é mais forte), perdeu o cinturão midiático para o Ultimate Fighting Championship. Por acomodação, talvez. De tanto só disputar o título com as pouco visíveis Unidades Formadoras de Colônias. Mas ainda pode pedir revanche, Fernando.
Quanto ao LTN, vulgo "Lavou, tá novo!", este aí ganha todas das Letras do Tesouro Nacional. É nocaute garantido.
PGCS
24 maio, 2011
O sorriso Pikachu
Provando que a imaginação humana não conhece limites, estes japoneses aí aderiram ao sorriso Pikachu. É um sorriso, que pode virar moda no Japão, obtido pela iluminação com lâmpadas LEDs.
Os LEDs (sigla para diodo emissor de luz) estão se tornando cada vez mais populares no mundo todo. Graças ao pequeno consumo de energia e à longa vida útil que eles apresentam.
Facilmente afixadas nos dentes, essas lâmpadaspodem ficar mudando de cores. E as cores, por sua vez, podem ser controladas através de uma conexão wireless com um computador. E até sincronizadas com música!
Há exatamente um ano, na postagem A luz dos olhos teus, eu escrevi sobre as pestanas iluminadas por lâmpadas LEDs, criadas pela coreana Soomi Park.
Os LEDs (sigla para diodo emissor de luz) estão se tornando cada vez mais populares no mundo todo. Graças ao pequeno consumo de energia e à longa vida útil que eles apresentam.
Facilmente afixadas nos dentes, essas lâmpadaspodem ficar mudando de cores. E as cores, por sua vez, podem ser controladas através de uma conexão wireless com um computador. E até sincronizadas com música!
02 novembro, 2008
Na contramão da medicina
A Associação Britância de Dermatologia está alertando os médicos para a possibilidade de ocorrer um outro tipo de problema em pessoas que usam excessivamente os telefones celulares. É o surgimento de lesões avermelhadas que coçam nas orelhas e nas bochechas dessas pessoas.
Conhecidas como "dermatite do aparelho celular", as lesões cutâneas são atribuíveis ao níquel, um metal que está presente em muitos desses equipamentos telefônicos.
Indiferente à advertência feita pela Associação Britânica de Dermatologia, um fabricante de aparelhos celulares acaba de desenvolver um sofisticado modelo (hands-free), que vai aumentar o risco para a dermatite descrita. Uma vez que, usando esse modelo (imagem abaixo), a pessoa deixa a pele por mais tempo exposta ao aparelho celular.
Conhecidas como "dermatite do aparelho celular", as lesões cutâneas são atribuíveis ao níquel, um metal que está presente em muitos desses equipamentos telefônicos.
Indiferente à advertência feita pela Associação Britânica de Dermatologia, um fabricante de aparelhos celulares acaba de desenvolver um sofisticado modelo (hands-free), que vai aumentar o risco para a dermatite descrita. Uma vez que, usando esse modelo (imagem abaixo), a pessoa deixa a pele por mais tempo exposta ao aparelho celular.
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