03 abril, 2018

Mulher sentada no bar






Eu estou no bar, e uma bela mulher acaba de sentar no banco ao lado.
Agora é só uma questão de tempo para que nada aconteça.
Jonco Stl

O tarot das redes sociais

Por aqui, não sou muito de curtir baralhos de videntes, mas Jacopo Rosati criou um baralho de tarot das redes sociais que é preciso reconhecer que tem sua graça.
Entre os personagens deste peculiar baralho estão o troll, o stalkeador, o hater e algumas situações bem conhecidas como as fake news, as atualizações do Adobe Acrobat e as conspirações. Naturalmente, não poderiam faltar os clássicos como o bot, o príncipe africano que te avisa que vais herdar algo e a foto de gatos.

02 abril, 2018

Leis fortes dos números pequenos

A primeira lei forte dos números pequenos (Gardner 1980, Guy 1988, 1990) afirma:
"Não há números pequenos suficientes para atender às muitas demandas existentes".
E a segunda lei forte dos números pequenos (Guy 1990) afirma que "quando dois números parecem iguais, não são necessariamente assim".
Guy (1988) dá 35 exemplos dessa afirmação e mais 40 em Guy (1990).
Assim, qualquer número inteiro pequeno aparece em muito mais contextos do que pode parecer razoável, levando a muitas coincidências surpreendentes em matemática, simplesmente porque esses números aparecem com grande frequência e são tão poucos.
Isso pode levar matemáticos inexperientes a concluírem que esses conceitos estão relacionados, quando na verdade eles não o são.
A observação de Guy, desde então, tornou-se parte do folclore matemático e é comumente referenciada por outros autores.
O britânico Richard K. Guy escreveu quatro trabalhos com Paul Erdős, e seu número de Erdős é 1.
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O uso de senhas de segurança é sustentável?
Uma postagem do Ideias Cretinas, do ScienceBlogs Brasil
Esta não é uma questão ecológica, a menos que se considerem os números inteiros como uma espécie ameaçada (o que seria estranho porque, afinal, eles são infinitos). Mas há algum tempo chegaram aqui em casa novos cartões de crédito, em substituição a alguns que estavam vencendo. Todos com chip e senha.
Somando-se a isso a senha dos cartões de débito, a senha do computador do trabalho, a senha para editar este blog, as senhas das minhas contas de e-mail, do twitter, orkut (em 2009), scribd… Bom, não dá. Simplesmente, não dá.
Existe um princípio irônico-matemático chamado Lei Forte dos Números Pequenos, que diz que “não existem números pequenos suficientes para dar conta de tudo que se exige deles”.
Essa "lei" foi sugerida originalmente como uma observação do fato de que várias séries numéricas começam da mesma forma (a On-Line Encyclopedia of Integer Sequences registra nada menos que 13.526 séries começando com 1,2,3…), mas ganha um novo significado neste nosso mundo de códigos de acesso. E ela também merece uma generalização, que poderíamos chamar de Lei Forte do Teclado Qwerty: não existem combinações aleatórias suficientes de caracteres arábicos, latinos e especiais para dar conta de tudo o que se exige deles.
Claro, matematicamente falando, as combinações possíveis de letras e números superam em muito a população da Terra (são 48 teclas no meu computador, sendo que cada uma delas pode gerar pelo menos dois caracteres, num total de 96. O total de senhas de seis caracteres que isso pode produzir é de 96 à sexta potência, ou quase 800 bilhões), mas na prática é preciso levar em consideração que (a) em várias partes do mundo já temos muito mais de uma senha por habitante e (b) a memória humana é falível, limitada, o que leva as pessoas a criar senhas em torno de padrões pré-estabelecidos ou a andar com os códigos anotados na carteira. O que derrota todo o propósito das senhas, para começo de conversa.
Portanto, como podemos equilibrar uma boa senha que precisa ser longa e complexa com a capacidade de memorizá-la sem anotá-la?
Enquanto a antropometria (biometria) não chega, eu já tomei uma decisão, duplamente sudável: vou cortar radicalmente o uso de cartões de crédito.
Os grifos são nossos. (PGCS)

Sincronia de vaga-lumes

Vídeo documentando um experimento realizado em manguezais da Tailândia em que vaga-lumes de verdade (Pteroptyx malaccae) são induzidos a sincronizar seus flashes com os de LEDs controlados por computador. Ao ajustar a velocidade e a cor dos LEDs, os artistas influenciam a velocidade e o ritmo do piscar de milhares de vaga-lumes. Através deste vídeo, eles exploram a ideia do livre arbítrio e transformam uma máquina em um ator vivo dentro de uma colônia de insetos.

Sincronia de metrônomos

01 abril, 2018

O homem que acordou um vulcão

Em 1º de abril de 1974, um homem levou centenas de pneus para o Edgecumbe, um vulcão adormecido no Alasca, e ateou fogo neles, com a finalidade de enganar a população local e a guarda costeira, fazendo-as pensar que o vulcão estava entrando em atividade.

Foto do Edgecumbe, em 1º de abril de 1974.
Observe-se a fumaça da fogueira produzida no vulcão.
A notícia deu a volta ao mundo e sempre figura nas listas das grandes mentiras do 1º de abril. Porky Oliver Bickar, o autor da façanha, faleceu em 2003, dirigindo a mesma serralheria de sempre em sua cidade, na base do vulcão que lhe deu seus 15 minutos de fama.

Ler a notícia na íntegra em Metamorfose Digital.

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Aqui é uma notícia enviada por Jaime Nogueira sobre a recente sismicidade no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, EUA. Pequenos terremotos que vem acontecendo na região podem fazer acordar um supervulcão que existe no Parque, de modo a cobrir uma grande parte dos Estados Unidos com lava e cinzas. As consequências poderiam ser terríveis.
Earthquakes Rock Yellowstone Supervolcano: Is Eruption Imminent?

Uma redução transitória na gravidade da Terra

Em 01/04/1976, foi divulgado pela BBC que aconteceria uma redução transitória na gravidade da Terra.
Esse fenômeno, que foi chamado de efeito gravitacional jupiteriano-plutoniano, tratava-se de uma pegadinha (hoax) criada pelo astrônomo inglês Patrick Moore para o dia 1º de Abril.
Moore informou seus ouvintes de rádio que o evento astronômico aconteceria às 9:47 daquele dia, devido a uma conjunção de Júpiter e Plutão, e que se esperava tivesse um efeito observável em toda parte.
Quando Plutão passasse por trás de Júpiter, causaria uma poderosa combinação da gravitação dos dois planetas, o que diminuirá a gravidade na Terra. Se os ouvintes saltassem para o ar naquele exato momento sentiriam uma sensação de flutuação.
Logo após as 9:47 daquela manhã, a BBC começou a receber centenas de telefonemas de pessoas que relataram ter observado a diminuição da gravidade. Uma mulher que telefonou até mesmo afirmou que ela e onze amigos estavam sentados e "saíram de suas cadeiras e orbitaram suavemente pela sala".
Curiosamente, em 1980, Moore colaborou com Clyde Tombaugh, o homem que tinha descoberto Plutão em 1930, para publicar um novo livro sobre o planeta anão.
http://pballew.blogspot.com.br/2017/04/onthis-day-in-math-april-1.html#links

Uma aula de matemática sobre números complexos: VÍDEO
- Eu queria ter tido um professor de matemática assim!

31 março, 2018

Charlie, Anjo 18

Charlie Lagarde, uma canadense de Quebec, comprou um bilhete de loteria no dia em que completou 18 anos - e ganhou! O prêmio? Um milhão de dólares de uma vez ou mil dólares por semana pelo resto da vida.
Ela escolheu a segunda opção.



Este cearense aqui de 69 anos, se fosse o ganhador do prêmio da loto canadense, antes de optar perguntaria:
"Vocês não têm um milhão de dólares para ontem?"


Histórias lotéricas
No fim de um arco-íris | Loteria e cia. | Dinheiro fácil | O azarado sortudo | El Gordo | A loteria do código postal

Segunda geração

por Jaime Nogueira
Muito interessante o caprichoso gingado (ou caminho de bêbado?) dos cursos d'água em solos sedimentares. Define muito bem aquilo que tanto xingavam os barqueiros do Rio Pindaré (*) em seu curso S-N, referindo-se à chatice de "navegar numa porcaria de um rio que não anda" (sic). A sedimentologia fluvial moderna teve uma contribuição enorme de Hans Albert Einstein, o segundo filho do físico Albert Einstein e da matemática Mileva Marić.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hans_Albert_Einstein
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mileva_Mari%C4%87
Sobre o relacionamento com o pai, Albert Einstein, Hans declarou ao New York Times, em 1973: "Provavelmente o único projeto do qual ele desistiu fui eu. Ele tentou me dar conselhos, mas logo descobriu que eu era cabeça-dura demais e que ele estava apenas perdendo tempo." Um dos conselhos do pai foi para que ele desistisse de estudar os fenômenos de transporte sólido nos rios e se dedicasse à física quântica, "pois este era assunto menos complicado do que a sedimentologia dos rios".
Alguns hidráulicos brasileiros trabalharam com modelos físicos de sedimentologia em Laboratórios de Hidráulica Fluvial, entre os quais Díocles Rondon, Jorge Paes Rios e Alfredo Ribeiro da Costa.

(*) O rio Pindaré, um dos mais importantes rios do estado do Maranhão, está seriamente assoreado e com suas margens destruídas, em consequência do desenfreado desmatamento que, aos poucos vai destruindo a grande Amazônia Brasileira. Em suas margens estão as cidades de Açailândia, Bom Jesus das Selvas (servindo de divisa entre os mesmos), Alto Alegre do Pindaré, Santa Inês, Pindaré Mirim, Bom Jardim, Monção e dezenas de povoados. A Estrada de Ferro Carajás, acompanha seu percurso desde as proximidades da cidade de Bom Jesus das Selvas, até a cidade de Santa Inês, em um trecho de mais de 200 km.



O serpentear dos rios
Corrigendum: onde se lê Albert Einstein, leia-se Hans Albert Einstein.

30 março, 2018

Recuar para avançar

... só se for para pegar impulso.


"Recuar é uma filosofia, avançar é uma ciência."

Quanto sangue russo corria pelas veias dos Romanov?

Alguém pode ser mais russo do que um tsar da Dinastia Romanov? Bem, prepare-se para alguns fatos surpreendentes sobre a genealogia dessa dinastia imperial.
George, que foi rei da Grâ-Bretanha, e Nicolau 2º, o último imperador da Rússia, eram primos. Suas mães, Dagmar e Alexandra, eram filhas do rei da Dinamarca, Christiano 9º. Isso significa, então, que eles eram metade dinamarqueses? Tipo isso.
Mas isso também quer dizer que o último imperador russo era metade russo? A resposta é: não. Um quarto russo? Errado de novo. Sua bisavó era russa? Desculpe desapontá-los... A verdadeira resposta é: ele era menos que 1% russo! Para ser mais preciso, era 0,7% russo – e isso não é brincadeira. Vejamos como isso ocorreu.
A culpa é de Pedro 1º
Miguel Fiodorovitch, o primeiro governante da Dinastia Romanov, assumiu o trono russo em 1613. Seu pai era um boiardo, e membro da família nobre dos Romanov; sua mãe era Boiarinia Chestova. Miguel era sobrinho do último governante da antiga dinastia Rurik, portanto, podia-se dizer que tinha sangue 100% russo.
Ao longo dos 112 anos seguintes, isso não mudou: os cinco tsares que reinaram nesse período (incluindo Miguel) eram integralmente russos. Os governantes misturavam seu sangue apenas com damas de famílias influentes como Strechnevi e Miloslavskie. O quinto e mais conhecido desses tsares foi Pedro, o Grande.
Sob Pedro, no entanto, tudo mudou. Embora considerando o "grande", Pedro vivia atormentado por algumas conflitos de pai e filho, eventualmente executando seu potencial sucessor, o tsarevitch Aleixo, acusado de conspiração para derrubar o tsar.
Isso permitiu que uma pessoa sem sangue russo governasse o país pela primeira vez na história. A segunda esposa de Pedro, o Grande, posteriormente intitulada Catarina 1ª, nasceu como Marta Helena Skowrońska em uma família pobre – talvez, polonesa, talvez, lituana, metade sueca ou até mesmo alemã. Ninguém sabe ao certo. Mas, como seus dois filhos morreram muito cedo, ela acabou assumindo o governo por dois anos.
O último tsar 100% russo
Na sequência, foi decidido que o sétimo tsar Romanov seria um menino de 10 anos e filho do tsarevitch assassinado. Quando Aleixo estava vivo, ele se casara com uma mulher da Casa de Welf, uma dinastia europeia que incluiu várias monarquias alemãs e britânicas nos últimos mil anos. Originalmente, Pedro, o Grande, considerou o casamento de seu filho com Charlotte Christine Sophie como uma demonstração de diplomacia, uma vez a irmã mais velha dela era casada com o imperador romano-germânico Carlos 6º. Desse modo, o jovem governante, Pedro 2º, era só meio russo. Mas ele não governou por muito tempo, pois morreu aos 14 anos.
Durante o resto do século 18, a maioria dos governantes russos foram mulheres. O oitavo Romanov a se sentar no trono foi Anna Ioannovna, filha do quarto tsar, Ivan 5º. Sua mãe era de uma bem conhecida e poderosa família russa, os Saltikovi, razão pela qual pode-se considerá-la a última imperadora de sangue 100% russo.
A questão, porém, é que Anna Ioannovna não teve filhos.
Houve uma tentativa de continuar a linhagem de Ivan 5º proclamando seu neto de dois meses, Ivan 6º, como imperador, mas isso também não durou muito.
A astúcia de Catarina 2ª
Em seguida, foi a vez de Isabel, a filha de Pedro, o Grande, e Catarina 1ª (ou Marta Helena Skowrońska) subir ao trono. Isabel era naturalmente "metade russa" e, como não podia ter filhos, acabou deixando o trono para o filho de sua irmã, Pedro 3º.
O novo imperador era, assim, somente 25% russo. Seu pai era o duque de Schleswig-Holstein-Gottorp, que possuía terras na atual Dinamarca e no norte da Alemanha.
Os membros dessa família ascenderam a vários tronos europeus, incluindo Suécia, Noruega, Dinamarca, Grécia e Rússia.
Não é surpresa, portanto, que Pedro 3º tenha se casado com uma princesa da família alemã de Anhalt. Mas Sophie e Pedro não se deram bem desde o início. Ela era um pouco mais sábia que o marido, além de mais popular entre os membros da alta sociedade. Assim, permitiu que o esposo governasse por apenas 186 dias, obrigando-o a assinar um ato de abdicação. Ela então se autodeclarou Catarina 2º, e foi a última da Casa dos Romanov com nem mesmo uma gota de sangue russo.
Princesas alemãs e dinamarquesas
O resto da história é pura matemática – basta ir dividindo por dois. Mesmo com as diferenças entre Sophie e Pedro 3º, eles tiveram um filho. Catarina 2ª nomeou seu filho e herdeiro, Paulo. Pedro 3º era um quarto russo, Catarina 2ª não era nada russa; então a porção de sangue russo nas veias de Paulo 1º era metade de 25%, ou 12,5%.
Por alguma razão, todos os imperadores seguintes, incluindo Paulo, casaram-se com com uma princesa alemã ou dinamarquesa. Se o objetivo fosse viver em paz com o resto da Europa, pode-se dizer que foi uma estratégia malfadada, pois isso nunca impediu a eclosão de guerras. E a Primeira Guerra Mundial é exemplo disso.
Assim sendo, Alexandre 1º, filho da duquesa Sophie Dorothea de Württemberg tinha 6,25% de sangue russo (o mesmo que seu irmão mais novo, Nicolau 1º). Já Alexandre 2º, que era o filho da princesa Charlotte da Prússia, tinha 3,1%, e seu sucessor, Alexandre 3º, 1,5%. Não é à toa o último tsar, Nicolau 2º, era o menos russo de todos.

Fonte: RUSSIA BEYOND

29 março, 2018

Genes para racistas?

"Quem é branco?... Pessoas não judias de descendência totalmente europeia. Sem exceções."
John Law, membro da National Vanguard

Uma equipe liderada pelo sociólogo da ciência Aaron Panofsky, da Universidade da Califórnia, Los Angeles, acompanhou a conversa de 600 pessoas nos fóruns do site supremacista branco Stormfront.org – o mais "tradicional" deles, fundado num longínquo 1996.
Eles comentavam sobre os resultados de seus testes de ancestralidade genética. Ainda que alguns deles tenham conseguido o que queriam, mostrando ser 100% germânicos ou nórdicos, outros tiveram notícias bem diferentes.
Na apresentação de seu estudo Genes for Racists, Panofsky revela algumas conversas. "Olá, vieram meus resultados de DNA e aprendi hoje que sou 61% europeu", comentou um dos membros. "Estou muito orgulhoso de minha raça branca e minhas raízes europeias". Recebeu a seguinte resposta: "Preparei uma bebida para você. É 61% água pura. O resto é cianeto de potássio. Eu suponho que você não tenha objeções a bebê-la… Cianeto não é água e VOCÊ não é branco!".
Mas há solidariedade mesmo entre neonazistas diante da "tragédia". Segundo Panofsky, respostas como a acima são raras e reservadas a quem os membros do fórum consideram como trolls. Geralmente, o que se tenta é pôr panos quentes.[...]
A reação de um neonazista..., por Fábio Marton

As reações apresentadas pelos neonazistas diante dos resultados inesperados nos exames de ancestralidade genética vão do "ruído estatístico" à hipótese da "conspiração judia".

Genealogia por DNA, Linha do Tempo

Tiangong-1: fora de controle

A estação espacial chinesa Tiangong-1, de 9,4 toneladas, está fora de controle e deverá cair na Terra entre os dia 30 de março e 2 de abril.
O USO DO CAPACETE SERÁ OBRIGATÓRIO NESTAS ÁREAS

28 março, 2018

O carteiro do Apocalipse

Este vídeo de Douglas Thron, gravado por meio de um drone, mostra um carteiro entregando a correspondência — nas caixas de correio que ainda permanecem em pé — em um bairro de Santa Rosa, Califórnia, quase completamente arrasado por incêndios durante dias e até mesmo algumas horas antes.
É um curta-metragem (1:39) comovente.



Ver também: Um carteiro de fibra

Bônus: Mr. Postman, com The Beatles

Gatos de ilhas

Em 1914, a borda do vulcão Whakaari (White Island), na Nova Zelândia, entrou em colapso, enterrando uma operação de mineração de enxofre e matando 10 homens.
"Notavelmente, houve um sobrevivente: o gato do acampamento, Peter the Great", observa Sarah Lowe, na Nova Zelândia Geográfica . "O gato voltou a Whakatane, talvez com uma vida a menos, mas com a virilidade intacta: muitos donos de gato da região rastrearam a genealogia de seu animal de estimação até essa besta robusta".


Diz-se que um gato despachou a última cotovia da Ilha Stephens, também na Nova Zelândia, tornando-se o único caso conhecido de um indivíduo ter extirpado uma espécie inteira.
Em 1893, foi instalado um farol na ilha, que passou a ter pela primeira vez ocupação humana. Com o faroleiro David Lyall, chegou também um gato doméstico chamado Tibbles, apenas um mas o suficiente para provocar uma hecatombe. Ao longo dos meses seguintes, o gato caçou e matou todas as cotovias que, como não voavam, não lhe conseguiam fugir. O gato trouxe várias das suas presas ao dono, que achou graça nos passarinhos e vendeu cerca de nove corpos ao Barão Walter Rothschild, um ornitólogo que os identificou como espécie: a cotovia-da-ilha-stephens. Era tarde demais, pois a voracidade do gato já tinha feito o seu trabalho.

Em seu diário, Mark Twain escreveu: "Um gato é mais inteligente do que as pessoas acreditam e pode ser ensinado a cometer qualquer crime".

Ver também: OS GATOS PLANEJAM MATAR VOCÊ

27 março, 2018

A Sociedade dos Filósofos Mortos


Eu tenho uma teoria:
Para fazer qualquer sentença parecer profunda tudo o que você precisa é escrever no final o nome de um filósofo morto.
Verbi gratia: Platão (com Sócrates, na gravura ao lado) ou Sócrates (com Platão, na gravura ao lado).

Platão e Sócrates divergiam só no essencial.

Ver também...
A Academia de Platão, a qual foi fechada por não suportar a concorrência do Google Traductor.

Fernando Gurgel postou um comentário.

Uma trágica verdade

Gente, acorde!
Para o fato de que um telefone celular pode ser também uma distração mortal. Os dispositivos móveis retiram nossa consciência do mundo físico e os arquivos dos Prêmios Darwin estão repletos de testemunhos que comprovam esta trágica verdade.

26 março, 2018

A premiação dos profetas

Em 2011, o maior antiprêmio da ciência, o Ig Nobel, corrigiu uma injustiça histórica contra os numerólogos do Apocalipse, ao listar entre os vencedores do ano profetas que falharam em prever o fim do mundo por oito vezes.
Nomes dos líderes espirituais americanos Harold Camping, Pat Robertson, Dorothy Martin e Elizabeth Clare foram citados com os do coreano Lee Jang, do japonês Shoko Akahara e da ugandense Credonia Mwerinde.
Eles erraram a data do Apocalipse em 1954, 1982, 1990, 1992, 1994, 1997, 1999 e 2011. Ganharam na categoria Matemática por "ensinar o mundo a ter cuidado ao elaborar hipóteses e fazer cálculos".
Os profetas estavam entre os vencedores que não compareceram à cerimônia de entrega dos diplomas humorísticos. Cientistas laureados em geral levam a piada na esportiva e vão à festa do Ig Nobel em Harvard.

O dial ético

O dial ou botão ético seria um controle imaginário a ser instalado nos painéis dos carros autônomos do futuro. Antes de iniciar uma viagem, ele poderia ser regulado para o modo em que o carro atuaria em caso de acidente - ou mesmo em outras situações menores. Basicamente, uma regulação que modificaria as decisões do veículo em situações que pudessem causar danos aos seres humanos.
Mas...
Por que não também sobre o cumprimento das "normas sociais" do tráfego? Os carros deveriam contar com esse botão, nenhum ou qualquer outro? Se todos deveriam usá-lo ou ser algo como o "cartão de ponto"? Como os programadores poderiam garantir a sua eficácia?
Quase todas as análises colocam alguma restrição quanto à sua possibilidade perturbadora. Haveria mais bons veículos samaritanos ou Mad Max nas estradas?

http://www.microsiervos.com/archivo/coches/dial-etico.html

Relacionada: Automóveis autônomos

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Você quis dizer: O dialético (Google)
Não, Google. Eu quis dizer exatamente "O dial ético".

25 março, 2018

Escolhas portuguesas

Especialmente para os "enochatos" de plantão:

 ~ Jaime Nogueira

Os franceses também já tropeçaram no dilema.

Ler: Vinho caro é para otário.

Uma pesquisa sobre o robô Curiosity

O robô Curiosity, da Nasa, acaba de completar 2.000 dias caminhando na superfície de Marte.
Uma pesquisa sobre ele foi realizada aqui na Terra.
Métodos
Enquete realizada no Twitter Brasil, entre os dias 24 e 25 de março, com 24 horas de duração.
Usou-se a pergunta: "O que o robô Curiosity faz na maior parte do tempo em Marte?".
Apenas uma resposta era possível para as quatro opções apresentadas.
Pesquisa financiada pelo autor (através da perda de tempo) e sem conflito de interesses.
Resultados
  • Tirar fotos: 50%
  • Perfurar o solo marciano: 2%
  • Recolher rochas: 7%
  • Atualizar a linguagem JAVA: 41%
Participaram da pesquisa 121 das 729 pessoas que acessaram o tweet da pergunta.
Discussões
Não há o que discutir. Vox populi, vox Dei.
Conclusões
Curiosity deve continuar priorizando a atividade fotográfica mesmo estando com sua linguagem na versão anterior. ~ PGCS

https://twitter.com/EntreMentes/status/977520219597000704

Lá vem o sol [2]

Ano 1 500 002 018 d.C. Um Sol gigantesco se levanta sobre o horizonte leste da Terra. Se você pudesse acordar nessa manhã, daqui a 1,5 bilhão de anos, não encontraria nada do mundo que conhece hoje. Nossa estrela está 10% mais brilhante e parece ocupar um pedaço enorme do céu, que por sinal não é mais azul. A atmosfera, opaca, úmida e abafada, é dominada por uma luz cor-de-laranja e amarela. Sobre o solo árido não há água, nenhuma planta ou animal. Enorme, brilhante e abrasador, o Sol está começando a morrer. E os primeiros sintomas da sua longa agonia já eliminaram a vida da Terra. Essa é a previsão da equipe de astrônomos liderada por Juliana Sackmann, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Alguns cálculos que definem o cenário que você vai conhecer a seguir foram feitos pelos pesquisadores especialmente para a SUPER.
Thereza Venturoli


Música incidental: "Here comes the sun", The Beatles

— Gente, vamos criar uma equipe de manutenção para cuidar da troca muito antes da catástrofe.

24 março, 2018

A solidão é progressiva - 2

O universo está em expansão.
"As galáxias afastam-se umas das outras com uma velocidade proporcional à distância entre elas." ~ Lei de Hubble

Este artigo sobre o universo em expansão é um esboço. Você pode nos ajudar (e muito) não o expandindo.

A solidão é progressiva - 1

O velho Piccard

Auguste Antoine Piccard (28 de janeiro de 1884 - 24 de março de 1962) foi um físico suíço, inventor e explorador. Piccard e seu irmão gêmeo Jean Felix nasceram em Basel, na Suíça. Mostrando grande interesse intenso em ciência, ele cursou o Instituto Federal de Tecnologia (ETH), em Zurique, e tornou-se-se, em 1922, professor de física da Universidade Livre de Bruxelas.
Foi membro dos congressos Solvay de 1922, 1924, 1927 (vide foto), 1930 e 1933.
O aeronauta
Em 1930, seu interesse por balonismo, e sua curiosidade pelos fenõmenos da atmosfera superior levaram-no a projetar uma gôndola de alumínio esférica pressurizada, que permitiria a ascensão a grandes altitudes sem a necessidade de usar um traje pressurizado.
Uma importante motivação para sua pesquisa na atmosfera superior foram as medições de radiação cósmica, que deveriam fornecer evidências experimentais para as teorias de Albert Einstein, que Piccard conhecia das conferências Solvay e de quando era aluno do ETH.
Ele fez um total de vinte e sete vôos de balão, estabelecendo um recorde final de 23.000 m.
O hidronauta
Em meados da década de 1930, os interesses de Piccard mudaram quando ele percebeu que uma modificação no cockpit de seu balão de alta altitude permitiria a descida para o oceano profundo. Em 1937, ele já havia projetado o batiscafo, uma pequena gôndola de aço construída para suportar uma grande pressão externa. A construção começou, mas foi interrompida pela eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Retomando o trabalho em 1945, ele completou o cockpit em forma de bolha que mantinha a pressão de ar normal para uma pessoa dentro da cápsula, mesmo que a pressão da água fosse muito aumentada. Acima da cápsula, um pesado tanque de aço foi acrescentado, sendo preenchido com um líquido de baixa densidade para a flutuabilidade do conjunto. Os líquidos são relativamente incompressíveis e podem proporcionar flutuabilidade ainda que a pressão seja progressivamente aumentada. E assim, o enorme tanque foi cheio com gasolina, não como combustível, mas para a flutuação. Para fazer a embarcação agora flutuante submergir, toneladas de ferro foram anexadas ao flutuador, com um mecanismo de liberação para poder retornar à superfície.

Personagens
Piccard foi a inspiração para o Professor Calculus (gravura), personagem da HQ "The Adventures of Tintin", do cartunista belga Hergé. Ele participava de um encontro de ensino em Bruxelas, onde Hergé viu sua figura inconfundível na rua.
Auguste foi citado pelo compositor Paulo Vanzolini na música "Samba Erudito": "Fui ao fundo do mar / Como o velho Piccard / Só pra me exibir / Só pra te impressionar".
Além disso, juntamente com seu irmão Jean, é considerado a inspiração para o nome do personagem Capitão Jean-Luc Picard, da série "Jornada nas Estrelas - A Nova Geração".

23 março, 2018

Evolução do biquíni

Apesar de ser produto de exportação brasileiro, o biquíni foi invenção de um francês na década de 1940. Louis Réard, que lançou uma coleção de roupas de banho em 1946, com um conjunto de duas peças ousado, desfilado por uma streepteaser, Micheline Bernardini (foto), contratada para usar as peças. O nome biquíni foi em razão das explosões atômicas experimentais no Atol de Bikini, no Oceano Pacífico, imaginando ele que sua criação seria tão explosiva quanto uma bomba atômica.


Antes disso, mulheres já usavam conjuntos de duas peças para se divertir nas praias ou piscinas, mas em versões mais discretas. A exemplo, vejam a reprodução deste mosaico romano do século IV, de Villa del Casale, em Piazza Armerina, na Itália.


Na década de 1980, os modelos asa-delta e fio dental apareceram nas areias brasileiras. O fio dental só vingou no Brasil.

Conheça a história do biquini em 20 fatos.

A parábola da borboleta


Certa vez um homem encontrou uma borboleta que estava começando a sair de seu casulo. Ele se sentou e observou a borboleta por algum tempo, enquanto ela lutava para sair através de um pequeno buraco. Então, de repente, a borboleta parou de fazer força e parecia que estava presa.
Diante disso, o homem decidiu ajudar a borboleta a sair. Ele pegou uma tesoura e alargou o buraco do casulo. A borboleta então emergiu facilmente, embora tivesse o corpo inchado e as asas pequenas e murchas.
O homem se sentou novamente, esperando que aquelas as asas se ampliassem para a borboleta poder voar. No entanto, isso não aconteceu. E a borboleta passou o resto de sua vida incapaz de voar, rastejando com suas pequenas asas e um corpo inchado.
Apesar do coração obsequioso do homem, ele não entendia que o casulo restritivo e o esforço que a borboleta empreendia para sair através de um pequeno buraco eram o modo de forçar o fluido do corpo da borboleta a ir para suas asas a fim de que ela pudesse voar, assim que estivesse fora do casulo.

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=10404, reescrito.

04/03/2024 - Atualizando ...
Cada fase da borboleta é um desafio diferente. Uma borboleta pairando no seu jardim significa muitos obstáculos superados por ela, que acontecem em silêncio e nem nos damos conta.

22 março, 2018

Como conquistar o cosmos?

Cosmo ou cosmos (do grego antigo κόσμος, transl. kósmos, "ordem", "organização", "beleza", "harmonia") é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo.
Neil deGrasse Tyson cita o método científico como primordial à conquista do cosmos (Universo).



Legendas - Esta aventura só é possível porque gerações de pesquisadores seguiram rigorosamente um conjunto de regras:
  1. Teste ideias através de experimentos e observações.
  2. Desenvolva as ideias que passaram no teste. Rejeite as que falharam.
  3. Siga as evidências aonde quer que elas forem.
  4. Questione tudo.
Aceite estes termos e o cosmos será seu.

A memória auditiva de Inaudi

O italiano Giacomo Inaudi (1867 - 1950), também conhecido como Jacques Inaudi na França, foi um prodigioso calculador. Era capaz de realizar mentalmente, de forma rápida e precisa, cálculos aritméticos complexos.
Nascido em uma família pobre no Piemonte italiano, Inaudi começou a vida como pastor, mas descobriu que possuía um prodigioso talento para o cálculo, e logo ele estava dando demonstrações nas grandes cidades europeias.
Camille Flammarion escreveu: "Foi-lhe perguntado, por exemplo, quantos minutos se passaram desde o nascimento de Jesus Cristo, quanto seria a população se os mortos dos últimos dez séculos fossem ressuscitados e, ainda, qual a raiz quadrada de um número de doze dígitos, e ele deu as respostas com precisão em dois ou três minutos - enquanto se divertia com outra atividade".
Problemas para os quais tabelas de logaritmo são geralmente usadas, ele os resolvia mentalmente com uma precisão maravilhosa."
Ao contrário de outros prodígios do gênero, Inaudi não visualizava seu trabalho. Ele o ouvia. Inaudi declarou: "Ouço os números claramente, e é o ouvido que os retém. Eu os ouço ressoando, como eu os proferi, com minha própria voz, e esta sensação interior persiste por muito tempo". Charcot, que produziu um notável estudo sobre ele, em nome da Academia Francesa de Ciências, concluiu pela existência de uma memória auditiva em Inaudi. Outros cientistas franceses como Broca e Binet também estudaram as habilidades do italiano.
O pai de Inaudi se aproximou de Flammarion esperando que seu filho pudesse ser educado para uma carreira em astronomia. "Foi um erro, seja qual for a maneira que alguém olhe para ele", escreveu Flammarion, dez anos depois. "Na ciência, não se pode fazer uso de seus métodos, de suas fórmulas adaptadas ao cálculo mental". E foi também: "Em relação a sua posição financeira, pois ele agora tem, como resultado da curiosidade que sua habilidade tem despertado, um salário que é mais de três vezes o do diretor do Observatório de Paris".

https://theodora.com/encyclopedia/i/jacques_inaudi.html
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24697632

21 março, 2018

A evolução da religião - 2



Ateísmo
A crença que Charles Darwin criou o Universo e enviou seu filho Richard Dawkins para remir nossos pecados. Faz sentido.

Erro
"... pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião." ~ Monteiro Lobato

A evolução da religião - 1

O Edifício do Alfabeto

Arquitetos holandeses criaram um design único para o ALFABETGEBOUW de Amsterdã, um prédio de escritórios para pequenas e médias empresas da área de criatividade. No lado leste do prédio, uma série de janelas pontilhadas exibe o número do prédio (52) na rua, e, no lado norte, a forma de cada janela identifica a unidade de cada inquilino.


Para que o alfabeto se encaixasse em uma fachada de 6 × 4, eles tiveram que omitir duas letras: Q e I. Nenhum problema, "o QI está dentro do prédio".

20 março, 2018

Rock on, Tina!



Intercomments
Quando você não consegue tocar a Sonata ao Luar no piano e vê uma garota que toca na guitarra...
Ela não é deste planeta!
É um robô com forma humana desenvolvido por ETs para humilhar a espécie humana.
A prova que Beethoven era um metalhead, muito antes de todo mundo.
Aposto que você não consegue tocar o 3º Movimento no violão!
Segure minha cerveja. Tina.
Isso realmente está acontecendo?
Que execução! Que tudo!

Uma destas coisas não é como as outras

Bored Panda compilou uma lista hilariante de "Uma destas coisas...".
Não só para alegrar seu dia, mas também para verificar como anda sua atenção.


Ver também: Pepsicologia

19 março, 2018

O eco mais longo do mundo

No subterrâneo profundo das montanhas escocesas encontra-se um complexo de tanques de armazenamento de petróleo construídos durante a Segunda Guerra Mundial. Localizados perto da cidade de Invergordon, estes tanques da Inchindown foram usados para armazenar petróleo num ambiente à prova de bombas, enquanto escondiam um segredo sônico.
Em 2014, doze anos após os tanques serem esvaziados e desativados, um professor de engenharia acústica chamado Trevor Cox descobriu que eles eram capazes de produzir o eco mais longo do mundo em uma estrutura feita pelo homem.
Nos tanques da Inchindown, o som de uma arma disparada reverbera por incríveis 112 segundos e o simples som de uma fala normal ecoa por mais de 30 segundos.

O serpentear dos rios

Foi Albert Einstein que explicou a razão pela qual os rios serpenteiam. Quando um rio se forma, há inicialmente pequenas torções e curvas nele. Einstein observou que a água que flui no lado externo de uma curva se move mais rápido do que a água que flui em seu lado interno. Isso corrói o banco externo mais rapidamente do que o banco interno, e o rio se move para fora, criando uma curva progressivamente maior. Eventualmente, as curvas tornam-se tão acentuadas que se encontram, e o rio faz um atalho entre elas, endireitando-se. Mas o processo logo recomeça e o comprimento real do rio tenderá a voltar ao anterior.

1984 - 2012
https://i.imgur.com/Uak4YU3.gif

Uma história
Em 1906, a Rio Grande Land and Irrigation Company realizou um desvio não autorizado do Rio Grande, que moveu um terreno de 413 acres (1,67 km2 ), incluindo Rio Rico, ao sul do rio. A empresa foi mais tarde multada, mas o desvio do rio foi permitido ficar de pé se a empresa colocasse marcadores de limites, o que nunca fez.
A terra estava agora fisicamente ao sul do Rio Grande - a fronteira entre o México e os EUA desde 1845 - e as autoridades mexicanas inconscientemente assumiram o controle da área, que se tornou conhecido como o Tracto Horcón . No entanto, uma vez que a mudança do curso foi devido a mudanças feitas pelo homem e não a mudanças naturais, o direito internacional ditou que a terra permaneceu no território dos EUA, fato que não estava em disputa. Algo de uma cidade turística cresceu lá durante os anos 1920 e 1930, com licor e jogos de azar que fluem livremente.
Os EUA finalmente cederam o território ao México com o Tratado de Fronteira de 1970 , e foi formalmente anexado pelo estado de Tamaulipas . A transferência ocorreu em 1977. Depois que um residente local apresentou uma ação judicial para evitar que o Serviço de Imigração e Naturalização dos Estados Unidos o deportasse, os tribunais dos EUA decidiram que todos os residentes nascidos na cidade antes de 1972 poderiam manter sua cidadania dos EUA. A decisão quase esvaziou a cidade dos moradores, pois agora podiam se mudar para outras áreas dos Estados Unidos como cidadãos plenos. WIKI

Um clichê como conclusão
Você nunca entra no mesmo rio duas vezes. A água está sempre mudando, sempre fluindo.

18 março, 2018

Fotografias aéreas


A fotografia aérea foi praticada, pela primeira vez, pelo fotógrafo e balonista francês Gaspard-Félix Tournachon, conhecido como "Nadar", em 1858, sobre Paris, França. As fotografias que ele fez não existem mais.
Portanto, a que você vê reproduzida ao lado é a mais antiga fotografia aérea preservada.
(http://pballew.blogspot.com.br/).
Ela foi tomada por James Wallace Black e Samuel Archer King, em 13 de outubro de 1860. Mostra a cidade de Boston, a partir de uma altura de 630 metros.
Título: "Boston, como a águia e o ganso selvagem a veem".

Amelia, uma piloto de verdade

Um mistério nas revistas médicas

Por que há tão poucos artigos em revistas médicas sobre ferimentos causados por cancelas de estacionamento?
Tais ferimentos - que acontecem quando uma cancela de estacionamento encontra um corpo humano - são considerados bastante frequentes. No entanto, o PubMed, um banco de dados preeminente de estudos médicos, quase não inclui trabalhos científicos relacionados com estes acidentes. Por quê? Temos sido negligentes com eles? Ou, então, suas lesões são tão simples de serem tratadas que nenhum profissional médico julga que valha a pena escrever?
Este vídeo mostra um destes (muitos, ao que se presume) acidentes:



O mistério de por que há tão poucos artigos nas revistas médicas se estende, também, à questão das lesões sofridas quando um motorista de automóvel tem uma relação fisicamente infeliz com uma máquina de coleta automática de bilhetes de estacionamento.

http://www.improbable.com/2017/05/03/medical-journals-mystery-what-about-those-parking-gate-injuries/

Ver também: Na batuta