Do latim tardio cruscio (escovar), do francês croissir (esmagar), do inglês médio cruschen (espremer), do inglês crush (colidir), do português do Brasil Crush®.
É uma gíria para se referir a alguém por quem está apaixonado ou sentindo algum tipo de atração.
No Brasil, esta palavra é muito usada nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram etc.) como sinônimo de "paixão" ou "queda" por alguém.
Na maioria dos casos, o "crush" é um amor não correspondido. Ou platônico, se quisermos eufemizar a situação.
O VICE Brasil fala sobre crush na Praia dos Crush em Fortaleza.
Eles têm uma página no Face e um grupo no Whatsapp.
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15 maio, 2019
27 março, 2018
Uma trágica verdade
Gente, acorde!
Para o fato de que um telefone celular pode ser também uma distração mortal. Os dispositivos móveis retiram nossa consciência do mundo físico e os arquivos dos Prêmios Darwin estão repletos de testemunhos que comprovam esta trágica verdade.
Para o fato de que um telefone celular pode ser também uma distração mortal. Os dispositivos móveis retiram nossa consciência do mundo físico e os arquivos dos Prêmios Darwin estão repletos de testemunhos que comprovam esta trágica verdade.
11 novembro, 2017
Alcoofilia
Dizem as más línguas masculinas - e as boas línguas femininas aprovam - que mulher só reclama de duas coisas: de tudo e de nada.
Então, férias na praia, tem que reclamar da descontração do marido na barraca de praia. E o marido tem que levar no vai da valsa, senão complica.
- Precisa misturar desse jeito? Ficar sentado na barraca até anoitecer? Vai com calma, a bebida não vai acabar amanhã, não.
- Meu bem, mas eu nem gosto de misturar bebida...
- Gosta não, engraçadinho? Bebe cachaça, uísque, depois cerveja, campari... E bebe até querosene se trouxerem num copo!
- É porque sou flex!, e cai na gargalhada.
- Mas nunca gostei de misturar bebida, não. Tomo uma de cada vez. Quem gosta de mistura é baitola. Rabo-de-galo, (*) coquetel... Isso não é coisa de macho, não.
- E precisa ficar de porre todo dia?
- Mas nêga. Deve ser por causa da maresia, da água do mar, sei lá! Acaba deixando a gente mareado! Hehehehehe
- E quando chega em casa, final de semana? Lá não tem mar! Fica bêbado porquê?
- Sei lá, deve ser por causa da secura, da altitude...
- Engraçadinho!
- Brigadão!!!, e dá uns beijos na nêga.
Fernando Gurgel Filho
N. do E.
(*) A turma de Os Boêmios tem uma opinião divergente, Fernando. Eles acham que o rabo-de-galo, que combina cachaça barata com o vermute tinto ("para descer melhor"), é só para quem é "brabo".
17 abril, 2017
A descoberta da praia
![]() |
| Édouard Manet |
Por volta de meados do século 18, de acordo com Corbin, as elites europeias começaram a divulgar as qualidades curativas do ar fresco, dos exercícios e dos banhos de mar. Especialmente na Grã-Bretanha, onde aristocratas e intelectuais estavam preocupados com a própria saúde. Eles viam os trabalhadores, nas fábricas e novas cidades industriais, com a destreza física reforçada através do trabalho. Em comparação com estes, as classes economicamente superiores pareciam frágeis e decadentes. A noção do "mar restaurador" nascia. Médicos prescreviam um mergulho em águas frias para revigorar e animar. O primeiro resort à beira-mar foi aberto na costa oriental da Inglaterra, na pequena cidade de Scarborough, perto de York. E outras comunidades costeiras surgiram para atender uma clientela cada vez maior de banhistas, que procuravam tratamento para uma série de condições: raquitismo, lepra, tuberculose, gota, impotência, problemas menstruais, melancolia e histeria. Em uma versão anterior da cultura de bem-estar de hoje, a prática de banhos de mar havia entrado para o mainstream.Descrevendo esta reviravolta notável do "despertar irresistível de um desejo coletivo para a costa marítima", Corbin conclui que, em 1840, a praia passou a significar algo novo para os europeus. Tornou-se um lugar de consumo humano; um cobiçado "escape" da cidade e do trabalho penoso da vida moderna. A ascensão da indústria e do turismo facilitou este processo cultural e comercial. A viagem tornou-se acessível e fácil. e famílias da classe média buscavam a costa em números cada vez maiores. "On the beach" (na praia), no jargão dos marinheiros, em vez da conotação de desamparo (ser preso ou deixado para trás), agora transmitia saúde e prazer. E o termo "vacation" (férias), antes utilizado para descrever uma ausência involuntária no trabalho, era agora um interlúdio desejado. (PGCS)
Inventing the Beach: The Unnatural History of a Natural Place (Smithsonian)
The Lure of the Sea: The Discovery of the Seaside in the Western World, 1750-1840 (Amazon)
05 novembro, 2016
Do outro lado do oceano
Este mapa do continente americano é interessante.
Se você estiver na praia, ele mostra o país que está do outro lado do oceano.
Clique sobre o link.
Fortaleza ► Congo
Se você estiver na praia, ele mostra o país que está do outro lado do oceano.
Clique sobre o link.
Fortaleza ► Congo
21 fevereiro, 2016
Senta e kika
Não tenho nada contra nenhum tipo de música, seja lá qual for ou que letra tenha. E quando digo "nada" é nada mesmo.Faço apenas uma restrição: EU, somente EU, escolho o tipo de música que quero ouvir. Os outros podem ouvir o que quiserem. Não concordo é que tenham de obrigar todo mundo num raio de cem quilômetros a ouvir junto com eles.
Entretanto, em alguns lugares não temos escolha e somos obrigados a tentar desviar a atenção do que nos fere os ouvidos, conversando ou nos distraindo com coisas que consideramos mais úteis ou agradáveis.
Mas, principalmente em barracas de praia, a altura do som é diretamente proporcional à qualidade da letra/música. Então, se nas barracas - principalmente nas praias baianas - o som já incomoda pelas letras apelativas, chorosas e/ou violentas, ainda aparecem indivíduos que conseguem piorar, e muito, aquilo que já está insuportável.
Não sei quem meteu na cabeça vazia dessas pessoas que o universo inteiro está ali apenas para ouvir seus "cem mil auto falantes" com um barulho de deixar surdos ensurdecidos e atordoados com tanta asneira.
E, repito, a altura do som é SEMPRE diretamente proporcional à qualidade da letra/música. Quanto pior achamos mais alto é o som.
Aí, é um tal de "senta, senta, senta" ou "eu vou sentar e vou kikar" ou "ganhei uma galhada". É daí para pior.
Eu, particularmente, fico emocionado com tanta inspiração. É de deixar cair as lágrimas devagarinho de tanta e pura emoção. [hehehehe]
Fernando Gurgel Filho
25 outubro, 2014
Xadrez de praia
O xadrez não estava na lista dos passatempos de praia.
Agora está. Graças a estes pequenos cubos do Beach Chess que possibilitam que o jogo seja realizado na praia.
Eles são usados para imprimir na areia as peças de um jogo de xadrez. Para tanto, cada face de um cubo traz o ícone de uma das seis modalidades de peças do xadrez.
Para jogá-lo, os praticantes devem alisar o solo, rabiscar um tabuleiro e carimbar nas respectivas casas os peões, cavalos, bispos, torres, reis e rainhas.
Capturar e mover as peças? Não há mistérios (afora aqueles relacionados com as habilidades específicas). No primeiro caso, basta apagá-las e, no segundo, apagá-las e imprimi-las em outras casas do tabuleiro.
Agora está. Graças a estes pequenos cubos do Beach Chess que possibilitam que o jogo seja realizado na praia.
Eles são usados para imprimir na areia as peças de um jogo de xadrez. Para tanto, cada face de um cubo traz o ícone de uma das seis modalidades de peças do xadrez.
Para jogá-lo, os praticantes devem alisar o solo, rabiscar um tabuleiro e carimbar nas respectivas casas os peões, cavalos, bispos, torres, reis e rainhas.
Capturar e mover as peças? Não há mistérios (afora aqueles relacionados com as habilidades específicas). No primeiro caso, basta apagá-las e, no segundo, apagá-las e imprimi-las em outras casas do tabuleiro.
08 fevereiro, 2014
Brumas no lado bom da vida
Envelhecer, aposentar, poder passear no calçadão em frente à praia, ao fim da tarde. Correr no tal calçadão vendo o mar, o doce balanço do mar, que passa ondulando ao seu lado.
Este é o lado bom de envelhecer com saúde. O outro lado... Bem, uma das facetas do outro lado é não ter o bom senso de saber o quanto já envinagrou. E que tem pouquíssimas uvas que ainda querem a sombra de sua parreira.
Meu amigo calhorda gosta muito do lado bom, mas esqueceu todos os outros lados. Depois de um dia de sol maravilhoso, final do dia, fazia sua corrida diária quando a gatinha passou, andando devagar e, imantada, atraindo todos os olhares do calçadão.
Parou de correr e sentou-se no banco logo à frente, esperando o desfile triunfal que teria que passar por ali. Verdadeiro carro alegórico de uma pessoa só.
Quase passou. Mas parou de repente, olhou para ele, abriu um sorriso do tamanho do universo e perguntou, preocupada:
- O senhor tá bem, tio?
Se tivesse dado um pontapé na canela não teria doído tanto.
- Estou ótimo, filha. Sentei pra tomar um fôlego. Obrigado.
E caiu na gargalhada.
A gatinha, sem entender o porquê do riso do "veím", ainda falou, se despedindo e ressaltando o ridículo da situação:
- O senhor sentou tão rápido.
E a noite pareceu ter caído de repente naquele olhar que ainda brilhava.
Fernando Gurgel Filho
02 fevereiro, 2014
De onde vem a chuva
Costumo repetir que, em viagem por essas estradas sem placas confiáveis, frentista de posto de gasolina tem que saber tudo de endereço de estradas, cidades, ruas, hotéis etc.
E quem trabalha em barraca de praia tem que saber tudo de meteorologia. Mas a turma da praia aprendeu a se defender.
Manhã de quase sol, no horizonte do mar sem fim se formou uma barra de nuvens pesadas. Carregadas de chuva. Se viesse em direção à praia, adeus banho de mar.
Fiz a pergunta inevitável para o rapaz que nos atendia na barraca:
- Será que vem nessa direção?
- Nem sempre. Tomara que fique por lá, mesmo.
- A chuva aqui normalmente vem do mar ou do continente?, insisti.
- O senhor mora onde, patrão?
- Moro em Brasília. Por quê?
- Lá deve de ser do mesmo jeitinho daqui. A chuva vem de cima.
Não demorou muito e o céu desabou torrencialmente. Preparou-se no leste e veio de cima. Bem feito.
Toin, toin...
Fernando Gurgel Filho
29 janeiro, 2014
Caipirinha x Cerveja
Na barraca de praia, enquanto cumpria a sentença ditada pela vacina, ouvia o grande clássico do verão, PQP - http://youtu.be/IpSlphRPC1E (212 mil acessos) - que era cantado bem alto, "em mil autifalantes", para a distração de crianças, adolescentes, adultos, velhos e afins.
Em outra barraca tocava outro clássico que repetia o refrão: "enfia, enfia, enfia...". Não sei se enfiaram, mas depois tocou mais um grande clássico da praia. Que não vou repetir, quem quiser vá lá ouvir.
Terminada a abstinência, chamei o garçom.
- Por favor, pode trazer uma caip...
Temporada fraca, o garçom, apesar do bom humor, não deixou nem terminar o pedido. Creio que queria desabafar. Passou a contar a história de um turista, muito machão, zagueirão violento, batedor de baba - traduzindo: jogador de pelada de praia - e que gostava de tomar umas caipirinhas. Tomava muitas. O problema era que, a partir da quarta, o rapaz ficava literalmente de quatro e dava em cima de todos os homens que passavam por perto. Dai pra frente soltava a franga e os gritinhos histéricos. Bem ao ritmo das músicas que estavam no ar.
- O senhor queria o quê, mesmo?
- Ahn, uma cervejinha, por favor.
Melhor tomar esses sucos de milho que dizem ser cerveja. Sei lá se o problema não é com os limões da praia. Ou seria com a cachaça?
Daí pra frente a gozação foi total.
- Garçom, meu cunhado quer tomar umas quatro caipirinhas hoje.
- E aí, já tomou quantas caipirinhas hoje?
21 janeiro, 2014
Um raio mortífero na praia
O fotógrafo Rogério Soares, 40 anos, registrou o momento em que a turista brasileira Rosangela Biavati foi atingida pela descarga elétrica na praia da Enseada, no Guarujá. O profissional estava fazendo fotos do movimento das praias quando, por volta das 15 horas, o tempo começou a fechar. “Chamou a minha atenção o carro parado na faixa de areia, e comecei a fazer o registro.”
De dentro do carro da reportagem, onde se abrigava da chuva, Soares sentiu o impacto do raio. “Foi tão forte que eu achei que tinha caído ao meu lado.”
Foi quando ele se deu conta de que a moça que fotografava entrando no mar, de braços abertos, estava no chão, sendo socorrida pelos familiares. “Por cerca de dois minutos eles tentaram reanimá-la, mas como continuavam caindo raios, os parentes a tiraram dali na caminhonete”, afirma.
Em janeiro do ano passado, Soares acompanhou profissionalmente o caso de um menino que foi atingido por um raio quando caminhava com os pais no calçadão.
A professora de Física da FEI (Fundação Educacional Inaciana) Rosângela Gin diz que o alerta é essencial. “Não adianta se proteger só da chuva. A pessoa precisa se abrigar em local fechado, e não em pontos de ônibus, debaixo de árvores.” Segundo Rosângela, os quiosques da praia não são seguros por serem abertos. O ideal, conforme a especialista, é se abrigar dentro de um imóvel ou carro fechado.
A professora explica que em locais abertos a probabilidade de uma pessoa ser atingida por um raio é maior por conta de sua altura em relação ao solo. “O raio procura os pontos mais altos para se conectar com o chão.” Além disso, a pessoa não precisa ser atingida diretamente para sofrer consequências para a saúde. “A descarga elétrica pode alcançar uma pessoa a até dez quilômetros de distância de onde o raio caiu.”
A melhor maneira de se proteger de um raio?
Viver em um país desenvolvido.
"Os Estados Unidos são um grande estudo de caso para o fenômeno", escreveu Rebecca J. Rosen no The Atlantic. No início do século 20, cerca de 400 estadunidenses eram mortos por raios, anualmente. Em 2011, esse número foi 23.
Contribuem para a redução de mortes por raios nos países desenvolvidos a urbanização, a tecnologia, a qualidade das moradias, a educação pública e outros fatores.
07/08/2017 - Só para comparar
Raio atinge um rio (vídeo)
De dentro do carro da reportagem, onde se abrigava da chuva, Soares sentiu o impacto do raio. “Foi tão forte que eu achei que tinha caído ao meu lado.”
Foi quando ele se deu conta de que a moça que fotografava entrando no mar, de braços abertos, estava no chão, sendo socorrida pelos familiares. “Por cerca de dois minutos eles tentaram reanimá-la, mas como continuavam caindo raios, os parentes a tiraram dali na caminhonete”, afirma.
Em janeiro do ano passado, Soares acompanhou profissionalmente o caso de um menino que foi atingido por um raio quando caminhava com os pais no calçadão.
A professora de Física da FEI (Fundação Educacional Inaciana) Rosângela Gin diz que o alerta é essencial. “Não adianta se proteger só da chuva. A pessoa precisa se abrigar em local fechado, e não em pontos de ônibus, debaixo de árvores.” Segundo Rosângela, os quiosques da praia não são seguros por serem abertos. O ideal, conforme a especialista, é se abrigar dentro de um imóvel ou carro fechado.
A professora explica que em locais abertos a probabilidade de uma pessoa ser atingida por um raio é maior por conta de sua altura em relação ao solo. “O raio procura os pontos mais altos para se conectar com o chão.” Além disso, a pessoa não precisa ser atingida diretamente para sofrer consequências para a saúde. “A descarga elétrica pode alcançar uma pessoa a até dez quilômetros de distância de onde o raio caiu.”
DIÁRIO DO GRANDE ABC, 20/01/2014
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| Um surpreendente memento mori, fotografado por Soares |
A melhor maneira de se proteger de um raio?
Viver em um país desenvolvido.
"Os Estados Unidos são um grande estudo de caso para o fenômeno", escreveu Rebecca J. Rosen no The Atlantic. No início do século 20, cerca de 400 estadunidenses eram mortos por raios, anualmente. Em 2011, esse número foi 23.
Contribuem para a redução de mortes por raios nos países desenvolvidos a urbanização, a tecnologia, a qualidade das moradias, a educação pública e outros fatores.
07/08/2017 - Só para comparar
Raio atinge um rio (vídeo)
30 junho, 2013
Estilhaços
Misturadas aos grãos de areia naturais das praias da Normandia, até 4 por cento dessa areia se deve à presença de pequeninas esferas de aço.
São fragmentos remanescentes das operações do Dia D na Segunda Guerra Mundial. Eles foram formados pelo resfriamento súbito em pleno ar de munições que explodiram.
As ondas, as tempestades e a ferrugem provavelmente levarão um prazo superior a cem anos para limpar a costa da Normandia desta incomum arqueologia microscópica.
As ondas, as tempestades e a ferrugem provavelmente levarão um prazo superior a cem anos para limpar a costa da Normandia desta incomum arqueologia microscópica.
27 dezembro, 2012
UTI e Praia da Pipa
Registro o recebimento em minha residência destes dois livros enviados por seus autores:
TERAPIA INTENSIVA NO CEARÁ. UTI - LUGAR DE VIDA, de Joel Isidoro Costa e Luiza Helena Amorim, que trata da evolução da terapia intensiva, da implantação das UTI no Brasil, da história da terapia intensiva no Ceará, da formação em terapia intensiva e da regulamentação dessa especialidade, da criação da sociedade e da cooperativa dos médicos intensivistas no Ceará, da crise nas UTI e da situação atual da medicina intensiva no Ceará, dentre outros tópicos. Com esta obra, o médico intensivista Joel Isidoro e a jornalista Luiza Helena produziram a mais importante referência em nosso Estado, quiçá no Brasil, sobre os aspectos históricos e administrativos da terapia intensiva. No terceiro capítulo do livro, das páginas 39 a 41, os autores me surpreendem com a transcrição do meu relato A UTI Respiratória do Hospital de Messejana, originalmente postado neste blog em 19 de novembro de 2006.
A PRAIA DA PIPA DO TEMPO DOS MEUS AVÓS, de Ormuz Barbalho Simonetti, com histórias vivenciadas pelo autor em seus veraneios na Praia da Pipa, Rio Grande do Norte. Reunidas em mais de 400 páginas, juntam-se a essas histórias (que remontam a "um tempo da delicadeza") preciosas informações sobre os costumes, a culinária, a geografia, a fauna e a flora da região. Cada capítulo traz ainda apreciações dos leitores do blog Genealogia e História, no qual o autor antecipou, sob a forma de postagens, muitas das crônicas enfeixadas no livro. Ormuz, que é também genealogista, prepara para publicação um livro sobre a família GURGEL. Aproveite para ver, em Linha do Tempo, os vídeos de sua recente entrevista para o programa "Conexão Potiguar".
Aos autores: agradeço os livros enviados e acrescento que estou lendo-os com grande interesse e prazer.
TERAPIA INTENSIVA NO CEARÁ. UTI - LUGAR DE VIDA, de Joel Isidoro Costa e Luiza Helena Amorim, que trata da evolução da terapia intensiva, da implantação das UTI no Brasil, da história da terapia intensiva no Ceará, da formação em terapia intensiva e da regulamentação dessa especialidade, da criação da sociedade e da cooperativa dos médicos intensivistas no Ceará, da crise nas UTI e da situação atual da medicina intensiva no Ceará, dentre outros tópicos. Com esta obra, o médico intensivista Joel Isidoro e a jornalista Luiza Helena produziram a mais importante referência em nosso Estado, quiçá no Brasil, sobre os aspectos históricos e administrativos da terapia intensiva. No terceiro capítulo do livro, das páginas 39 a 41, os autores me surpreendem com a transcrição do meu relato A UTI Respiratória do Hospital de Messejana, originalmente postado neste blog em 19 de novembro de 2006.
A PRAIA DA PIPA DO TEMPO DOS MEUS AVÓS, de Ormuz Barbalho Simonetti, com histórias vivenciadas pelo autor em seus veraneios na Praia da Pipa, Rio Grande do Norte. Reunidas em mais de 400 páginas, juntam-se a essas histórias (que remontam a "um tempo da delicadeza") preciosas informações sobre os costumes, a culinária, a geografia, a fauna e a flora da região. Cada capítulo traz ainda apreciações dos leitores do blog Genealogia e História, no qual o autor antecipou, sob a forma de postagens, muitas das crônicas enfeixadas no livro. Ormuz, que é também genealogista, prepara para publicação um livro sobre a família GURGEL. Aproveite para ver, em Linha do Tempo, os vídeos de sua recente entrevista para o programa "Conexão Potiguar".
Aos autores: agradeço os livros enviados e acrescento que estou lendo-os com grande interesse e prazer.
07 janeiro, 2012
26 setembro, 2009
Abdome indefinido
Se for homem responda:
Já fez isto alguma vez na praia?

Não???
Tira cômica de Edika
(pseudônimo do desenhista franco-egípcio Édouard Karali)
09/06/2012 - Atualizando...
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