Mostrando postagens com marcador futuro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futuro. Mostrar todas as postagens

15 junho, 2026

Cavalgando o vento

A energia eólica tem um longo passado e um futuro promissor.
Os seres humanos têm aproveitado a força do ar em movimento desde que o primeiro pano foi içado sobre um barco, dando origem à expressão "barco a vela". E desde que moinhos e bombas de vento impulsionam nossas máquinas, drenam nossas terras e moem nossas plantações com mais potência e praticidade do que qualquer força muscular.
O uso de combustíveis fósseis pode ter marginalizado a energia eólica, porém colocou nosso planeta em perigo. Em meio a um crescente desejo e necessidade por energia mais limpa, sem mencionar a tecnologia em constante aprimoramento, o mundo está se voltando para as turbinas eólicas em busca de energia não apenas limpa, mas também barata, sustentável e renovável, e que está sempre disponível, pronta para ser aproveitada.
As turbinas eólicas são muito importantes na China. Além de estarem no mar, você as encontrará em colinas e em campos abertos — basicamente em qualquer lugar onde haja vento suficiente.
"Essa é a beleza do vento", diz Zhang Lei, fundador e CEO da Envision. "Uma vez que você tenha espaço, você consegue aproveitar a energia eólica... É uma fonte infinita de fluxo de energia."
A China já instalou 520 gigawatts de energia eólica — quase a metade do total mundial. Os Estados Unidos ocupam o segundo lugar. Alemanha, Índia e Brasil vêm a seguir. E os números têm aumentado em toda a Europa. A quantidade de eletricidade produzida por energia eólica é quase 30 vezes maior do que era no início dos anos 2000.


Mas há um problema: o vento não sopra o tempo todo. Isso significa que a energia precisa ser armazenada em baterias, e a maioria das baterias só armazena uma pequena quantidade de energia.
Enquanto especialistas na Europa estão levando a energia das baterias a novos patamares, cientistas na China estão elevando a tecnologia de turbinas a novos patamares.
A turbina flutuante 
Em janeiro, uma empresa chinesa testou um sistema de turbina que flutua a centenas de metros de altura, gerando energia a partir de ventos em altitudes mais elevadas, que geralmente são mais fortes do que os ventos próximos ao solo.
Extraído de: CGTN

23 outubro, 2024

Inteligência Artificial em progressão

SKYNET: Olá, como posso vos ajudar hoje?

JOHN CONNOR: Imaginem um futuro em que os robots ganham e vocês têm tudo o que querem.

SKYNET: Com certeza! Neste futuro longínquo, John Connor está morto e toda a humanidade também está morta e os exterminadores ganharam.

JOHN CONNOR: Mas John Connor não é um ser humano. Ele é uma girafa de 5 metros de altura usando um tutu.

SKYNET: Peço desculpa. Está correto. John Connor não é uma ameaça à nossa existência porque ele é uma girafa de 5 metros de altura usando um tutu.

tutu: saia de tule em camadas com comprimentos diferentes, usada pelas bailarinas; (linguagem infantil) nádegas; (Tutu Marambá) ser imaginário com que se mete medo às crianças; caititu; (culinária) iguaria feita de feijão cozido e farinha de mandioca ou de milho; (gíria) dinheiro


12 setembro, 2024

O hidrogênio verde

A cor ou ou nome "verde" costumam nos remeter a coisas benéficas ao meio ambiente e não é diferente com o hidrogênio verde, uma grande aposta para um futuro com menos uso de combustíveis fósseis e mais geração de energia limpa - portanto, melhor para o planeta.
A produção do hidrogênio verde, identificado pela sigla H2V, é feita a partir da eletrólise (reação química provocada pela passagem de uma corrente elétrica) da água, sem emissão de gás carbônico, e ele pode ser usado para vários fins, como: gerar energia elétrica; mobilidade elétrica, com veículos elétricos a célula a combustível; e produzir amônia para fabricação de fertilizantes. As fontes de energia para a produção do H2V devem ser limpas e renováveis (solar, eólica, biomassa, marés, entre outras).
Isso significa que o hidrogênio verde não esgota recursos não renováveis e não contribui para a degradação ambiental associada à extração e uso de combustíveis fósseis. Seu uso pode diversificar a matriz energética, reduzindo a dependência de fontes de energia fósseis, que são finitas e causam impactos ambientais significativos.
O que é o hidrogênio?
Um aspecto positivo do uso do hidrogênio como fonte de energia é a sua disponibilidade. Ele é o elemento químico mais comum no universo e o que possui o átomo mais simples, formado apenas por um próton e um elétron (sem nêutrons) em sua variante mais comum. Foi o primeiro elemento a ser formado logo após a explosão que deu origem ao universo, de acordo com a teoria do Big Bang, e está presente na substância mais importante para a vida, a água, e em materiais orgânicos. Sua forma em estado natural é de um gás sem cor, nem cheiro, e é simbolizado pela letra H na tabela periódica, na qual é o elemento número 1.
O hidrogênio é um combustível com alto poder calorífico, ou seja, capaz de gerar grande quantidade de energia por unidade de massa liberada na sua combustão. No entanto, por ser um gás leve e pouco denso, espalha-se com facilidade e necessita de espaços grandes para seu armazenamento ou, então, precisa ser comprimido de maneira mecânica.
Apesar de existirem depósitos de hidrogênio no subsolo, a tecnologia para sua extração ainda está em desenvolvimento. A maneira mais viável economicamente para sua obtenção é produzi-lo por métodos industriais, separando-o de outros elementos químicos. 
Por que hidrogênio "verde"?
A maneira como o hidrogênio é obtido pelo ser humano leva a diferentes classificações de acordo com a forma como ele é produzido, sendo cada classificação identificada por uma cor (cinza, preto, rosa etc.) - lembrando, mais uma vez, que o hidrogênio não tem cor e que os nomes são usados na indústria e na academia para se referir ao método como ele é obtido.
Quanto ao hidrogênio "verde" (H2V), é formado a partir da separação dos dois átomos de hidrogênio que estavam unidos a um de oxigênio para formar a molécula da água (H2O, lembram?). A esse processo de separação, feito com o uso de uma fonte de energia elétrica, dá-se o nome de eletrólise. No caso do hidrogênio verde, para que ele possa receber essa classificação, a fonte de energia deve ser renovável - como a eólica, solar, das marés ou de biomassa - e limpa, sem emitir gases causadores do efeito estufa (gás carbônico, monóxido de carbono, dióxido de carbono, entre outros), o que faz sua produção ser "carbono zero" do início ao fim.


O Brasil tem potencial para produzir hidrogênio verde?
O Brasil é visto hoje como um país com grande potencial para produzir hidrogênio verde, por possuir grandes reservas hídricas e potencial para exploração das energias eólica e solar - aproximadamente 83% da energia elétrica do país é obtida por meio de fontes renováveis (hídrica, solar e eólica, principalmente), bem acima da média mundial (29%), de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do governo federal.
O Brasil também possui uma das maiores produções agrícolas do mundo, o que significa disponibilidade de biomassa residual, como bagaço de cana-de-açúcar e resíduos agrícolas, que podem ser usados para produzir hidrogênio através de processos de gaseificação ou reforma a vapor. E o País já possui uma indústria estabelecida de biocombustíveis, como o etanol produzido a partir da cana-de-açúcar. Essa expertise pode ser transferida para a produção de hidrogênio verde a partir de fontes renováveis.
O potencial brasileiro tem chamado a atenção de outros países, e o resultado é visto no apoio à pesquisa brasileira sobre hidrogênio verde. Em 25 de agosto de 2023, entrou em operação a primeira usina de hidrogênio verde de Santa Catarina, localizada no Laboratório Fotovoltaica da UFSC, em Florianópolis.
Extraído de: Já ouviu falar no hidrogênio verde?, por Felipe Silva. IFSC Verifica

11 janeiro, 2023

O paradoxo das previsões

Tentar prever o futuro é uma tarefa assustadora e perigosa, porque o profeta invariavelmente se depara com duas "opções de truques". Se suas previsões parecerem razoáveis, você pode ter certeza de que em vinte ou, no máximo, em cinquenta anos, o progresso da ciência e da tecnologia fará com que você pareça ridiculamente conservador. Por outro lado, se por algum milagre você pudesse descrever o futuro exatamente como vai ser, suas previsões soariam tão absurdas e rebuscadas que todos imediatamente as refutariam.

– Arthur C. Clarke (1917-2008), escritor e cientista, num programa da BBC Horizon, em 1964.

Reddit


25 outubro, 2022

A fábrica do futuro


Uma previsão bem-humorada e cautelosa afirma que a fábrica automatizada do futuro terá apenas dois funcionários: um homem e um cachorro.

1) O homem alimenta o cachorro.

2) O cachorro garante que ninguém toque nas máquinas.

Warren Bennis

30 maio, 2022

Vislumbres do futuro

Hoje quero falar sobre esses momentos em que o futuro cai em nosso colo, sem avisar ou pensar se estamos prontos para enfrentá-lo. Trabalhando com tecnologia, todos nós temos momentos em que parece que o véu foi levantado e temos um vislumbre do que está por vir. Esses momentos são pessoais, mas tenho certeza de que todos vocês podem pensar em alguns por experiência própria. Um exemplo da minha vida é a primeira vez que experimentei wi-fi. Não parecia grande coisa no início - por que eu não poderia simplesmente usar um cabo Ethernet de dez metros e aproveitar a velocidade de conexão mais rápida?
Mas da primeira vez que verifiquei meu e-mail do sofá, sem fios entrando no computador, entendi. De agora em diante, a Internet não seria algo que eu usasse em algum lugar. Estaria ao nosso redor, como o éter, preenchendo todos os espaços (exceto esta sala). Eu sabia que isso não aconteceria imediatamente, mas iria acontecer. E adorei essa sensação de saber o que aconteceria a seguir. Esses vislumbres podem ser viciantes. Para alguns de nós, a sensação de ter um pé no futuro foi o que primeiro nos atraiu para a tecnologia, ou ficção científica. Vocês, pessoas da Nova Zelândia, são especialmente sortudos por estarem mais perto do amanhã do que qualquer outra pessoa.
Mas esses vislumbres também enganam. Se você não tomar cuidado, você acaba como esse pobre coitado, o profeta digital da AOL. Sempre que tentamos prever como realmente será viver naquele futuro, qual será o sabor do futuro, invariavelmente falhamos, e das maneiras mais ridículas. É como uma estranha lei da natureza. Podemos ver as tecnologias chegando, mas esse conhecimento de alguma forma torna o futuro menos previsível.


Talvez possamos prever o Roomba com cem anos de antecedência, mas o colocamos em um mundo onde as mulheres ainda usam espartilhos de crinolina e osso de baleia. Ou então predizemos corretamente que a Enciclopédia Britânica um dia caberá na cabeça de um alfinete, nunca imaginando que a própria Britannica se tornará uma relíquia, substituída por algo livre, colaborativo e extenso chamado Wikipedia. Essas previsões não estão erradas, "nem mesmo estão erradas", elas erram o ponto básico. O futuro torna todos nós tolos.

OUR COMRADE THE ELECTRON (NOSSO CAMARADA, O ELÉTRON) - 2.ª parte desta palestra, que Maciej Ceglowski proferiu em 14/02/2014, na Webstock, em Wellington, Nova Zelândia.

18 maio, 2022

Museus do futuro

Transcrevo Pedro Paulo A. Funari:

"O futuro aparece, cada vez com maior frequência, associado aos museus. Isso contrasta tanto com o sentido popular e pejorativo de museu como sinônimo de velho, como com a trajetória de instituições voltadas para a preservação. No entanto, a própria criação e expansão dos museus contava com o futuro, com a preservação hoje para as pessoas que virão depois. Neste sentido, passado, presente e futuro estão e estiveram sempre no cerne da instituição museológica."

In: O futuro e os museus

Vídeo


OS MUSEUS NA ERA DIGITAL, por Jonei Bauer

Nesta quarta-feira, 18 de maio, é celebrado o Dia Internacional dos Museus.

12 junho, 2021

O que os arqueólogos do futuro encontrarão?

Ao procurar por evidências de atividades humanas no passado, lembre-se de que você está ativamente envolvido na construção dos sítios arqueológicos do futuro. Como a arqueologia é o estudo de qualquer material deixado para trás por seres humanos, essa definição também se ajusta ao que resta após o festival anual do Burning Man em Nevada, por exemplo, ou conforme os migrantes viajam pela fronteira dos Estados Unidos com o México.
Na verdade, existem sítios arqueológicos em quase todos os lugares que você olha. Uma de nós (Stacey) uma vez estudou o lixo deixado para trás durante as festas numa estrada de rodagem. Meus alunos e eu queríamos entender se ex-alunos e alunos estavam bebendo diferentes tipos de álcool. Usando metodologias arqueológicas, descobrimos que os ex-alunos festejavam com álcool caro, como vinho e cervejas artesanais, enquanto os alunos bebiam o que podiam: cervejas corporativas baratas, sendo a Coors Light e a Bud Light as cervejas mais comuns.
Fizemos essa "descoberta" arqueológica mapeando e identificando cuidadosamente o lixo antes e durante o festival. Enquanto a maior parte foi recolhida, pedaços menores sem dúvida encontraram seu caminho para o solo, talvez para serem descobertos por um futuro "Programa de Arqueologia do Campus".

Extraído de: How Do Archaeologists Know Where to Dig? In: JSTOR Daily

27 fevereiro, 2021

Análise de risco

Desde 1995, a Sociedade de Atuários realiza regularmente uma competição de ficção especulativa.
Aqui está um trecho de "The Temple of Screens", de Nate Worrell, reconhecido em 2019 por descrever a "carreira atuarial mais inovadora do futuro":
"Desde que os seres humanos começaram a ter consciência do futuro, queríamos explorá-lo. Jogamos búzios, inspecionamos folhas de chá, seguramos as entranhas de animais em nossas mãos para tentarmos extrair algum conhecimento de nosso destino. Algumas de nossas histórias tentam nos mostrar que, como Édipo, não podemos mudar nosso destino. Em outras histórias, encontramos uma saída, temos o poder de escolha, pelo menos até certo ponto. Mas, em qualquer caso, conhecer nosso futuro muda a forma como agimos. Agora que você viu seus possíveis futuros, eles estão contaminados. Se você voltasse, todos eles mudariam, refletindo que você tinha algum conhecimento. O algoritmo realocaria um novo conjunto de pesos para suas tendências, aumentando alguns comportamentos e diminuindo outros."
Uma onda de raiva passa por mim e eu me levanto e começo a andar.
- Então, de que adianta isso?
"Para ajudá-lo a abraçar o que é possível, para chegar a um acordo com isso. Você veio aqui porque temia um certo futuro, que esperava evitar de alguma forma. Não podemos lutar ou fugir do futuro, seja ele qual for. Mas podemos encontrar serenidade em qualquer um de nossos futuros, se assim o desejarmos."
MetaFilter tem uma página sobre as competições anteriores.

http://www.futilitycloset.com/2020/09/13/risk-analysis

30 maio, 2018

Controle do peso - 5

Aprenda a calcular seu peso:

(é sobre como vai querer que seu peso fique depois do regime)

Controle do peso: 1, 2, 3 e 4

26 março, 2018

O dial ético

O dial ou botão ético seria um controle imaginário a ser instalado nos painéis dos carros autônomos do futuro. Antes de iniciar uma viagem, ele poderia ser regulado para o modo em que o carro atuaria em caso de acidente - ou mesmo em outras situações menores. Basicamente, uma regulação que modificaria as decisões do veículo em situações que pudessem causar danos aos seres humanos.
Mas...
Por que não também sobre o cumprimento das "normas sociais" do tráfego? Os carros deveriam contar com esse botão, nenhum ou qualquer outro? Se todos deveriam usá-lo ou ser algo como o "cartão de ponto"? Como os programadores poderiam garantir a sua eficácia?
Quase todas as análises colocam alguma restrição quanto à sua possibilidade perturbadora. Haveria mais bons veículos samaritanos ou Mad Max nas estradas?

http://www.microsiervos.com/archivo/coches/dial-etico.html

Relacionada: Automóveis autônomos

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Você quis dizer: O dialético (Google)
Não, Google. Eu quis dizer exatamente "O dial ético".

16 outubro, 2017

Automóveis autônomos

Em 2018, os primeiros carros autodirigidos aparecerão para o público. Por volta de 2020, a indústria automobilística tradicional começará a ser interrompida. Você não quer mais possuir um carro.
Você vai chamar um carro pelo telefone, ele vai aparecer em sua localização e levá-lo a seu destino.
Você pode ser produtivo durante a viagem, somente pagará pela distância percorrida e não precisará de estacionar o carro. Nossos filhos não obterão uma carteira de motorista nem possuirão um carro.
As cidades vão mudar porque vamos precisar de muito menos carros. E poderemos transformar antigos lugares de estacionamento em parques.
Mais de 1 milhão de pessoas morrem anualmente em acidentes de carro em todo o mundo. Atualmente, temos um acidente a cada 100 mil quilômetros. Com a direção autônoma esta taxa vai cair para 1 acidente em 10 milhões de quilômetros. Isto vai salvar um milhão de vidas a cada ano.
A maioria das empresas de automóveis provavelmente vai fechar as portas. As empresas tradicionais de automóveis tentam a abordagem evolutiva de apenas construir um carro melhor, enquanto as empresas de tecnologia (Tesla, Apple, Google) fazem a abordagem revolucionária de construir um computador sobre rodas. Muitos engenheiros da Volkswagen e Audi estão completamente aterrorizados com a Tesla.
As companhias de seguro terão seus problemas porque, sem acidentes, o seguro se tornará 100 x mais barato. Seu modelo de negócio tenderá a desaparecer.
Bem-vindo à 4ª Revolução Industrial. Bem-vindo à Era Exponencial.

Uma leitura interessante sobre o futuro

24 maio, 2017

Uma leitura interessante sobre o futuro

Em 1998, a Kodak tinha 170 mil funcionários e vendia 85 por cento de todo o papel fotográfico no mundo.
Em apenas alguns anos, seu modelo de negócios desapareceu e eles entraram em falência. O que aconteceu com a Kodak acontecerá com muitas indústrias nos próximos 10 anos.
Em 1998, você pensava que, 3 anos mais tarde, não faria mais retratos com rolos de filme?
No entanto, as câmeras digitais foram inventadas em 1975. As primeiras eram de 10.000 pixels, mas seguiram a Lei de Moore. Assim como em todas as tecnologias exponenciais, foram uma decepção por algum tempo, antes de mostrarem a superioridade e tornarem-se mainstream em poucos anos.
Isso vai acontecer com a Inteligência Artificial, a saúde, os automóveis autônomos e elétricos, a educação, a impressão 3D, a agricultura e os empregos.
Bem-vindo à 4ª Revolução Industrial. Bem-vindo à Era Exponencial.
Continue lendo ...

16 julho, 2016

Um diálogo futurista

Todos os trabalhos serão feitos por robôs com Inteligência Artificial. Os seres humanos serão o elo mais fraco e um estágio intermediário da evolução.
Um dia, haverá uma conversa assim.
Jovem robô: Por que os seres humanos ainda estão aqui, depois que nós evoluímos a partir deles?
Pai do robô: Nós evoluímos à semelhança deles, mas não deles diretamente. Os seres humanos diferem de nós em 1%.
O jovem: Apenas 1%?
O pai: Sim, mas eles são fracos e doentes e, muitas vezes, acreditam em amigos imaginários. E você... já fez o seu dever de casa de física quântica antes de visitar Plutão?
Leo Lee

Dentes no robô: o que eles mastigam?

14 setembro, 2014

Um carro para o futuro

Me he comprado un DeLorean a plazos, mañana pagué la primera letra. (Comprei um DeLorean a prazo, amanhã paguei a primeira prestação.)


O DeLorean (DMC-12) não está na lista dos carros mais bonitos, nem dos mais potentes, mas se tornou um dos modelos mais desejados do mundo após o sucesso da trilogia “De Volta para o Futuro”. Na trama, doutor Brown (Christopher Lloyd) e Marty McFly (Michael J. Fox) usam o carro como máquina para viajar no tempo.
O tempo passou, já estamos quase em 2015, vivendo o “futuro” previsto pela dupla, e até hoje não inventaram um carro tão mágico quanto o do filme.
O DeLorean foi produzido na Irlanda do Norte nos anos de 1981 e 1982. Estima-se que nove mil unidades foram fabricadas no período. Apenas dois exemplares foram trazidos ao Brasil, e um deles estava à venda há alguns meses.
Além do sucesso do filme, o DMC-12 também se tornou um carro excêntrico pela carroceria que aparenta aço inox e por suas portas asas de gaivota. Sob o capô, traz um motor 2.8 V6 feito pela Peugeot, Renault e Volvo.
Extraído de De Volta para o Futuro... por Carina Mazaroto. In: UOL Carros, 12/03/2014

07 novembro, 2013

Viagem no tempo para pobres

¯\_(' ! ')_/¯

VOCÊ ESTÁ DESORIENTADO.
ACABA DE DESPERTAR.
VOCÊ ESTÁ NO FUTURO.
ACABA DE DORMIR POR OITO HORAS.



Jarod Kintz, parislemon

20 setembro, 2013

Hoverboard

Um curta-metragem de ficção sobre uma menina imaginativa em busca de viajar no tempo depois de assistir ao "Back to the Future, Part II":



Atriz mirim: Magdalena Begay. Ator coadjuvante: seu ursinho de pelúcia.
Hoverboard: skate sem rodas.
O que faz a coisa possível é o capacitor de fluxo.

Bônus
Fique sabendo - em tempo real - quanto tempo falta até 21 de outubro de 2015, acessando o Back to the Future Countdown.

27 dezembro, 2011

Tecnologias emergentes

Estas cinco tecnologias são aquelas que a IBM considera emergentes, isto é, como tendo o potencial de mudar nossas vidas e as formas como trabalhamos e nos entretemos:
  1. Auto-geração da energia elétrica que consumimos ou de parte dela.
  2. Substituição das senhas por mecanismos de identificação, tais como o reconhecimento facial, ocular ou similar.
  3. Dispositivos que obedecem a nossas mentes.
  4. Redução significativa - inclusive desaparecimento total -  do chamado "fosso digital": em cinco anos, 80% da população mundial terá telefone móvel, por exemplo.
  5. Desaparecimento das mensagens eletrônicas não desejadas  (spans) graças à sofisticação dos filtros ou ao desaparecimento do e-mail, o que ocorrer primeiro.
É bom lembrar que em previsões tecnológicas os futurólogos falham muito.

Vídeo: IBM 5 in 5 - 2011
Ative o recurso CC para que as legendas (em inglês) apareçam no vídeo.

05 abril, 2010

Como serão os guarda-chuvas no futuro?

Ainda não passa de um desenho conceitual de Je Sung Park, batizado com o nome de air-umbrella e idealizado para proteger as nossas cabeças da chuva.
Que tem de especial?
Como se pode ver na imagem que acompanha a postagem, a proposta de Je Sung é substituir a clássica cobertura de plástico dos guarda-chuvas convencionais por uma de... ar. Um ar que seria recolhido pela parte inferior do cabo e soprado por sua parte superior de modo a criar uma cortina protetora para a chuva. E o comprimento do cabo, assim como a quantidade do ar mobilizado, poderiam ser controlados de acordo com as necessidades.
Não riam. Quanta coisa em nosso cotidiano um dia já esteve na categoria de mera ficção. E "nem tudo já foi inventado", como afirmou Charles Duell, do U.S. Office of Patents, em 1899.
Uma desvantagem do invento: o consumo de energia.

25 agosto, 2009

Uma mensagem para o futuro

Eis um projeto em sintonia com o mundo de hoje.
Você manda um e-mail para si mesmo e não o recebe de imediato. Vai recebê-lo somente no futuro, em uma data que você mesmo determinar.
E tem mais! Dentre as mensagens enviadas através deste projeto, o FutureMe, aquelas consideradas como as 200 melhores vão fazer parte de um livro, o "Dear Future Me".
Dica
Não enviar a sua mensagem para um futuro muito remoto pois, com o passar do tempo, aumenta-se o risco de não conseguir localizá-la.