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20 janeiro, 2026

Matemáticos no bar

Um número infinito de matemáticos entra no bar.
O primeiro pede 1 cerveja.
O segundo pede 1/2.
O terceiro pede 1/4.
Mas, antes que o quarto matemático faça seu pedido, o garçom chega com duas cervejas enquanto explica:
"Isso deve dar para vocês todos."

24 fevereiro, 2023

Bar Zeppelin

Em 1972 fui frequentador do Zeppelin, no Rio de Janeiro.
Inaugurado em 1937, o bar e restaurante Zeppelin ficava na Rua Visconde de Pirajá, 499, em Ipanema. Seu dono era o austríaco Oskar Geidel, um trapezista de circo que se encantou com a Cidade Maravilhosa. E o nome do point era uma homenagem ao dirigível alemão Graf Zeppelin que fazia a rota Frankfurt-Rio.
No livro "Ela é Carioca", diz Ruy Castro, que o Zeppelin, em algum momento da II Guerra Mundial, chegou a ser depredado por estudantes da esquerda. Ainda assim, Oskar reconstruiu o bar e manteve o mesmo nome.
Nos anos 1950, era frequentado por nomes como Albino Pinheiro, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, Sérgio Porto, Ary Barroso e Dorival Caymmi.
Na década seguinte, ganhou a frequência de Vinicius de Moraes, Cacá Diegues, Arnaldo Jabor, Cecil Thiré, Betty Faria, Claudio Marzo, Ferdy Carneiro (fundador da Banda de Ipanema), Nelson Motta e toda a nata do Cinema Novo.
Também no Zeppelin, em 1968, surgiu a ideia de criar um dos jornais mais críticos da ditadura militar: "O Pasquim" (fundado no ano seguinte por Ziraldo, Jaguar, Millôr e Paulo Francis).
Em setembro de 1968, Oskar decidiu pendurar as chuteiras e vendeu o bar para Ricardo Amaral. Antes de passar o restaurante adiante, deu uma festa de despedida que ficou famosa como um dos maiores porres da história de Ipanema.
Por cortesia da casa, os chopes no Zeppelin davam direito a doses da Steinhäger, uma bebida destilada alemã que o garçom trazia em minúsculos copos. A dose era para ser acrescentada ao chope, de modo a fazer uma mistura conhecida por "submarino" que, dizia-se, realçava o sabor do chope.
Quadros com "Os Chopnics" do Jaguar eram vistos em suas paredes. Um deles, com o personagem BD (Hugo Bidet, na vida real), divulgava uma célebre frase do Paulo Francis: "Intelectual não vai à praia, intelectual bebe".


Em 1972, o Zeppelin cerrou as portas definitivamente e "ficou como uma lenda na noite etílica de Ipanema".
Fontes:
http://bafafa.com.br/turismo/historias-do-rio/bar-zeppelin-aberto-em-1937-encantou-varias-geracoes-em-ipanema
http://almanaquedomalu.blogspot.com/2012/07/chopnics.html
http://blogdopg.blogspot.com/2020/07/feijoada-no-bide.html
http://historietologo.blogspot.com/2013/06/jaguar.html

20 novembro, 2022

Tiro ao Álvaro

1960 "Tiro ao Álvaro" foi composta por Adoniran e seu produtor Oswaldo Moles.

1973 Junto com outras canções de Adoniran, "Tiro ao Álvaro" foi censurada. A Censura expressou-se assim: "Letras com palavras incorretas e que brincam com a oralidade de São Paulo". Para que pussese ser aprovada tinha que virar "Tiro ao Alvo" e as palavras "tauba", "automorve" e "revorve" deveriam ser corrigidas. Adoniran, que fazia os sambas para o povo - e era desse jeito, coloquialmente, que o povo se expressava-, preferiu guardar suas canções a ter de adequá-las.

1978 "Tiro ao Álvaro" voltou à cena. Desta vez, no histórico encontro de Adoniran Barbosa com Elis Regina no Bar da Carmela, no Bixiga, em São Paulo. Adoniran elogiou a cantora, dizendo: "Não é por que o samba é meu mas você canta como eu quero, você leva a sério as coisas e não fica fazendo gracinha, e não tem graça o samba, é um drama, é um drama..."

1990 O grupo Demônios da Garoa grava pela Copacabana "Tiro ao Álvaro" no LP "Esses Divinos Demônios da Garoa".

Transcrito de: "Censura na Música Brasileira", vídeo por Badi Assad, com inclusão de outras fontes.


O Dona Carmela não existe mais. Junto com imóveis vizinhos, foi demolido, cedendo espaço para um grande estacionamento. Pois, então. São Paulo não tem um personagem mais amado, em sua história, do que Adoniran Barbosa. A gaúcha Elis Regina projetou-se, a partir de São Paulo, como a maior cantora brasileira de todos os tempos. O cantinho deles deveria ter sido guardado, como algo quase sagrado, como as fotografias de nossos mais queridos antepassados.

28 maio, 2022

Uma noite no Beco das Garrafas

14/05/2022 - Tendo morado em 1972 na rua Prado Júnior (Ed. Corumbá), em Copacabana, é quase injustificável que eu não tenha conhecido à época o Beco das Garrafas.
Amante amantíssimo da bossa nova que eu era.
Fui algumas vezes à boate "Plaza", onde me lembro de ter sido sorteado com um relógio "roscofe", e frequentei os bailões do "Jaboatão", na avenida Princesa Isabel, no Leme. E até mesmo cheguei a aboletar-me num dos bancos do Beco da Fome para pegar um rango.
Dizem que o Beco das Garrafas ganhou esse nome por causa das garrafas atiradas por moradores de um prédio vizinho que se sentiam incomodados pelas jam sessions e/ou pelas discussões entre os frequentadores de suas boates (Little Club, Bottle's e Bacarat). Enquanto isso, a bossa nova rolava solta no apartamento da Nara Leão, sem que alguém fosse lá para avisar que já era madrugada.
Agora descubro que o Beco das Garrafas continua impávido em seu lugar de sempre na Duvivier, 37. Fiel à sua antiga missão, que é a de congregar os brasileiros aficionados em bossa e jazz.
Estava eu hospedado no Copa Sul, quando liguei para o "Bottle's Bar" (968008683 e 25432962). Atendeu-me o Sr. Alberto que, me confirmou para a noite, às 21 horas, o show de Dan Sebastian, e reservou-me uma mesa.
Elba e eu no Bottle's Bar
Um bar ao melhor estilo para um "pocket show" - com palco, sistema de som e iluminação. Com as paredes cobertas de fotos históricas que testemunham a importância da casa para a música brasileira (Elis Regina, sexteto Sérgio Mendes, Wilson Simonal, Dóris Monteiro, Tamba Trio, Bossa 3 e Jorge Ben, entre outros, apresentaram-se por lá). E com suas mesas e cadeiras que remontam ao ano de 1953, segundo acrescenta o prestativo Sr. Alberto.
Como chegamos cedo flagramos os músicos e cantor executando a passagem de som no palco. Um quarteto constituído por um tecladista, um baixista (baixo acústico), um baterista e o saxofonista Dan Sebastian, que é também cantor.
O show
O que se ouviu a seguir foi uma grande apresentação de músicos virtuosos e criativos. Dan Sebastian, um claro admirador do cool jazz do trumpetista Cheat Baker, é exímio em seu saxofone e nas vocalizações. Inclusive quando ele incursiona no repertório nacional (que ali esteve representado por canções de Billy Blanco, Carlos Lyra, Djavan e Geraldo Pereira).
Ao final de um show que durou duas horas, Dan Sebastian circulou entre as mesas para cumprimentar os clientes.
Atrás de um vistoso balcão, o Sr. Sergio de Martino comandava o movimento do "Bottle's Bar". Ele é o proprietário dessa casa desde 1972 e se prepara para abrir um segundo espaço no Beco.
Em nossa permanência no bar, consumimos: Cuba libre, taças de espumante, queijo provolone à milanesa e pasteis. E pagamos dois couverts artísticos de R$ 40,00, ficando toda a despesa muito aquém do deleite que nos foi proporcionado.
Paulo Gurgel, blog EM
Site: http://becodasgarrafas.mus.br/

14 fevereiro, 2021

Bar dos esquilos

"Esquilos são ratos com boas relações públicas."

Claro que você pode apenas dar uma noz para um esquilo pidão. Ou, se estiver mais generoso, distribuir nozes a granel com os esquilos da vizinhança.
Thinking outside the nut (Pensando fora da noz):
Duke Harmon, um mestre marceneiro, foi quem levou a coisa mais longe. Ele construiu um bar elegantemente refinado em que oferece aos esquilos a oportunidade de saborear uma grande variedade de alimentos. Enquanto apreciam o ambiente sofisticado e culto, seus pequenos frequentadores podem experimentar castanhas, amendoins, sementes de girassol, nozes, pistache e amêndoas.


Duke Harmon é também um bom editor de VÍDEO.

29 novembro, 2020

Um padre, um castor e um rabino

Uma piada de bar (bar joke) é um tipo muito comum de piada. A sintaxe básica é a seguinte: "Um homem entra em um bar e ... [algo acontece aqui]". A percepção inicial da piada é que um homem está entrando em um bar para tomar um drinque, mas isso dura apenas alguns segundos, o tempo em que a frase final é rapidamente dita. É uma forma de piada que já ganhou uma grande quantidade de variantes ao longo dos anos.

Exemplo:
Um padre, um castor e um rabino entram em um bar. O garçom pergunta ao castor "o que vai querer?". O castor responde: "Nada. Eu estou aqui só por causa da Autocorreção."


Essa forma de fazer piada ficou tão conhecida que é objeto de pelo menos uma piada sobre a popularidade da própria piada: 

Um padre, um castor e um rabino entram em um bar. O garçom olha para eles e diz: "O que é isso, uma piada?'"

11 março, 2020

Quarentena

A cidade que nos deu a palavra quarentena há quase 600 anos está novamente enfrentando uma epidemia. Em 23 de fevereiro, as autoridades de Veneza cancelaram os dias finais de seu festival de carnaval, que leva hordas de turistas à cidade-lago notoriamente superlotada. O vírus da Covid-19 havia chegado.


Humor
Oi, querida.
Estou no bar com os rapazes tomando umas geladas.
Infelizmente, como alguém por aqui está tossindo o tempo todo, fomos colocados em quarentena.
Vejo você em 14 dias.

03 abril, 2018

Mulher sentada no bar






Eu estou no bar, e uma bela mulher acaba de sentar no banco ao lado.
Agora é só uma questão de tempo para que nada aconteça.
Jonco Stl

08 abril, 2017

Um homem entra no bar...

Um homem entra no bar e pede um copo d'água.
O dono do bar aponta uma arma de fogo de grosso calibre para o homem.
Ele agradece e sai.
O que de fato aconteceu?


O homem estava com soluços e queria um copo d'água para debelar a crise. Mas o dono do bar sabia que um bom susto é ainda melhor.

Série: 1, 2, 3 e 4

04 março, 2017

Um cavalo entra no bar...


Um cavalo entra no bar e pede uma cerveja. O garçom fica em estado de choque: um cavalo de verdade entrou em seu bar, sentou-se ao balcão como uma pessoa, e pediu uma cerveja - em português perfeito!
Ele avisa para o cavalo:
- Sinto muito, senhor, mas eu tenho que falar primeiro com meu gerente.
Então, o garçom vai aos fundos do bar e explica a situação ao gerente. O gerente pensa por um momento e diz :
- Bem, isto é um bar, então vá em frente e sirva-lhe a cerveja. Mas, considerando que ele é um cavalo, ele provavelmente não tem ideia do preço de uma cerveja, então aproveite para cobrá-la a 20 reais.
O garçom volta ao balcão com a cerveja. Lentamente, coloca a cerveja no copo trazido para o cavalo e deixa a conta sobre o balcão.
O cavalo bebe a cerveja, paga a conta e está prestes a sair.
O garçom ainda está confuso com a presença do cavalo no bar. Mas ele não quer correr o risco de ofendê-lo, fazendo perguntas erradas. Assim, ele opta apenas por dar uma deixa.
- Você sabe, nós realmente não atendemos muitos cavalos por aqui...
O cavalo responde:
- Não devia estranhar. Com vocês vendendo cerveja quente, a este preço...

Um táquion entra no bar...
Um romano entra no bar...
Um pato entra no bar...

09 dezembro, 2016

Briga de bar

"Nunca vi uma briga de bar envolvendo pessoas que estivessem bebendo vinho. Cerveja, sim. Destilados, sim. Mas vinho, não." ~ NeilDeGrasse Tyson, no Twitter

Réplica - Como grande cientista que é, Neil sabe que um relato de casos não é o melhor da evidência científica.
O começo da briga | Como ganhar uma briga de bar

07 outubro, 2016

Bob pegou o dinheiro

Bob entrou num bar às 20 horas. Sentou-se ao lado de uma loura e olhou para a TV. O jornal das 20 estava começando. A equipe de reportagem cobria a história de um homem que ameaçava saltar do terraço de um grande edifício. A loura olhou para Bob e disse: "Você acha que ele vai pular?". Bob disse: "Eu aposto que vai". A loura respondeu: "Bem, eu aposto que ele não vai". Bob colocou uma nota de 20 dólares no balcão do bar e disse: "OK". Assim que a loura pegou o seu dinheiro para pôr no balcão, o homem saltou do prédio para a morte. A loura estava visivelmente chateada, mas entregou seus 20 dólares a Bob, dizendo: "Aí está o dinheiro". Bob respondeu: "Eu não posso ficar com ele. Eu vi essa notícia no jornal das 17 e  já sabia que ele ia saltar". A loura respondeu: "Eu também vi, mas achei que ele não faria isso de novo". Bob pegou o dinheiro.

26 julho, 2016

Em busca do bar perfeito

Em maio de 1911, um usuário abriu no Blogger o diário eletrônico Em busca do bar perfeito.
Atualmente, a página tem dois seguidores e nenhuma postagem. Numa prova de que os amigos do copo são mais fáceis de serem encontrados do que os amigos das páginas.

O bar perfeito


23 março, 2016

Como ganhar uma briga de bar


"Pegue uma cadeira...". Isso foi o que a minha mãe (a campeã de judô Ann Maria De Mars) disse à minha irmã, quando ela foi para a faculdade. Ela não lhe deu conselhos de como cuidar da roupa. Ela disse: "Ouça:... Você é uma pessoa pequena, por isso, se der merda em um bar, você pega uma cadeira e começa a balançá-la a seu redor". Ela nunca nos ensinou a colocar uma maquiagem, ela nunca nos ensinou a cozinhar, mas ela nos ensinou que, se você estiver em uma briga de bar, você pega uma cadeira e fica a balançá-la ao redor.

– Ronda Rousey, campeã da UFC, em uma entrevista à Esquire

Poderá também gostar de ver
O começo da briga

07 janeiro, 2016

(B)ar alcoólico


Um bar inaugurado em Londres, o Alcoholic Architecture (o Arquitetura Alcoólica), inovou na maneira de servir seus clientes. Além de oferecer bebidas alcoólicas, como qualquer bar que se preza, ele disponibiliza para seus frequentadores uma "nuvem de álcool", apelidada de "drinque respirável". Trata-se de um vapor que mistura álcool e energético numa proporção de 1:3. Os efeitos são bastante fortes, pois o álcool é absorvido pelo corpo humano através dos pulmões, olhos e pele. Dessa forma, ele entra diretamente na corrente sanguínea, sem passar pelo fígado (onde seria metabolizado), o que acentua seus efeitos sobre o cérebro. Por isso, os clientes só têm autorização para ficar 50 minutos desfrutando da citada "nuvem".
Não se sabe, porém, se o bar será uma nuvem passageira. Psiquiatras ouvidos pelo jornal The Independent já se mostraram totalmente contrários a essa novidade.
E o Dr. Niall Campbell, um especialista em dependência de álcool, do Hospital Priory, em Roehampton, foi ainda mais contundente:
"A última coisa que este país precisa é de uma outra maneira de alcoolizar-se."

29 dezembro, 2012

Boteco x Academia

Por que será que é mais fácil frequentar um bar do que uma academia?
Para resolver esse grande dilema, foi necessário frequentar os dois (o bar e a academia) por uma semana.
Vejam a seguir o resultado desta importante pesquisa.
Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
- 1x0 pro bar.
Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece ao primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
- 2x0.
Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda.
- Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio.
- 3x0.
Compaixão:
- Alguém já lhe deu uma semana de ginástica de graça?
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja "por conta".
- 4x0.
Liberdade:
- Você pode falar palavrão na academia?
- 5x0.
Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, o problema é seu...
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
- 6x0.
Saúde:
- Você já viu um frequentador de bar reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite?
- 7x0.
Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia?
- É só "bate-estaca", né?
- 8x0.
Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time?
- No bar ou na academia?
- 9x0.
Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
- 10x0 pro BAR!
Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!
(repassado por Martinho Rodrigues)

04 junho, 2011

O relógio da saideira

Vá a um bar, peça uma cerveja e ponha a nota fiscal no estilete que fica no centro do mostrador.

Sempre que você quiser saber que horas são, basta olhar para a nota. Se você achar que o relógio está ficando atrasado, é só pedir outra cerveja etc.

The ultimate watch, Bits and Pieces

27 abril, 2011

Louras cartas de bebidas

Há um bar em Amsterdam, Holanda, cujas garçonetes (são quatro louras) atendem nuas. Em seus corpos estão anotados os nomes das bebidas com os respectivos preços.
Cada garçonete tem o salário mensal de 4 mil euros, que pode chegar a 15 mil com as gorjetas.

Ao me enviar esta matéria, Nelson Cunha fez as seguintes observações:
Bebidas caras estão escritas nas partes mais caras das mulheres. Não preciso dizer que partes são estas.
Os cegos comprovados podem usar o tato para ler o cardápio. Eu não leio Braille, mas saberia dizer pelo tato onde está escrito LEITE.
Nelson


- Acho o proprietário dessa casa muito esperto, Nelson. Atrai clientes aos montes púbicos e não gasta nada com uniformes. PG