17 agosto, 2011

Valsinha



"E ali dançaram tanta dança 
que a vizinhança toda despertou
e foi tanta felicidade 
que toda cidade se iluminou."


Vinicius - Chico Buarque

Tributo a Charles Darwin

As apreciações originais que Darwin desenvolveu em sua célebre obra "A Origem das Espécies", de 1859, e em diversas outras, a respeito da variabilidade das espécies, formam o corpo de sua doutrina transformista.


Poderá gostar de ver: Uma fusão de modelos e Ensinem a Controvérsia.

16 agosto, 2011

Tumultos em Londres

O doodle que o Google não fez:


Confira os doodles (rabiscos, em inglês) do Google nos últimos meses. Aqui.

Dois enigmas

Um condenado à morte tem de fazer uma afirmação que pode decidir sua sorte. Se o que disser for mentira será enforcado na árvore da mentira e se o que disser for verdade será enforcado na árvore da verdade. Que deve dizer para se salvar?
Duas mulheres, ao verem dois homens que se aproximam, dizem: aí vêm nossos pais, os pais de nossos filhos e nossos próprios maridos. Que parentesco apresentam entre elas?
Abaixo estão as soluções dos enigmas com tinta invisível:
(para revelá-las posicione o cursor após as reticências, clique o botão esquerdo do mouse e, sem soltá-lo, arraste o cursor até o final do texto)
Do primeiro... Que vão enforcá-lo na árvore da mentira. Se o enforcam nela, por ter dito uma verdade, então teria de ser enforcado na árvore da verdade. Mas se o enforcam na árvore da verdade, por ter dito uma mentira, então teria de ser enforcado na árvore da mentira. E... (o argumento se repete indefinidamente e… assim nunca o enforcam).
Do segundo... As duas são órfãs de mãe e estão casadas cada uma com o pai da outra.

15 agosto, 2011

Nada a fazer

Um vereador de Fortaleza apresentou um projeto de lei para a instituição do Dia do Orgulho Heterossexual na capital cearense. A proposta foi citada durante a sessão ordinária de 10 de agosto na Câmara Municipal de Fortaleza. “Esse dia é para dizer que nós estamos aqui. Ainda somos a maioria. Eu tenho orgulho de ser homem”, justificou o edil.
Tudo a ver

O cabo de guerra

Um jogo de cabo de guerra pode ser mais perigoso do que parece. Disputando uma partida do jogo, Jim Thurber, um canadense de 59  anos, teve quatro de seus dedos arrancados.
Os dedos amputados foram conservados em gelo e os cirurgiões de um hospital em Halifax conseguiram, a seguir, reimplantá-los.

14 agosto, 2011

Corrida ecológica

Fernando Gurgel Filho

Apesar de andar meio parado... Sejamos sinceros, apesar de totalmente sedentário, sempre fui um esportista nato. Não por qualquer vontade de ser campeão de alguma coisa, mas porque sempre gostei de esportes.
Hoje, até tai-chi-chuan me dá cãibras.
Nem por isso deixo de assistir aos eventos esportivos.
Como minha mulher gosta de correr, de vez em quando me vejo obrigado a assistir a algumas corridas. Repito, não que eu seja averso a corridas, muito pelo contrário, o problema é o horário e as condições em que os simples mortais são colocados para assistir às corridas.
Na última que fomos, no Parque da Cidade, tivermos que acordar à seis horas da manhã. A corrida seria às oito horas. Acordar com os passarinhos em pleno domingão não faz parte das minhas preferências de vida, mas a gente faz um sacrifício.
Então, acordamos ainda com um friozinho da manhã e nos dirigimos ao Parque da Cidade.
Os atletas se preparam para correr em meio a um som bem alto e sob a voz de um locutor – que quer ser animador – que grita mais do que transmite qualquer coisa de importante. Com algum atraso é dada a largada.
Quase quinze minutos depois ainda tem gente largando. Uns porque chegaram atrasado, outros porque não conseguem acompanhar os corredores. Dão uns passos que parecem de corrida, mas andam apenas. Dizem as más línguas que alguns não fazem nem mais check up médico. Fazem check in – os que acreditam em outra vida -, ou check out – os que esperam ir para sempre. Pura maldade, mesmo.
O locutor grita a todo instante que aquela corrida é uma corrida ecológica e que os saudáveis corredores são uma das formas mais visíveis de autossustentabilidade (!!!????).
Não sei como uma corrida ecológica espalha tanto lixo pelo Parque. Os corredores e seus familiares não dão a mínima importância em jogar copos e garrafas de plástico pelos gramados. Um outro, de manhã bem cedo, antes da corrida acendeu um cigarro e depois jogou a guimba na grama seca. Não sei como a grama não pegou fogo.
E como é que se pode dizer que um ser humano é autossustentável? Aliás, essa palavrinha é muito bonitinha, os ecologistas adoram, mas, para mim, ela não quer dizer absolutamente nada. E quem conhecer um ser vivo autossustentável que me mostre! Eu não conheço nenhum na face do planeta. Ora, na minha profunda ignorância dos assunto, um ambiente ou organismo somente seria autossustentável se produzisse seu próprio alimento e sua energia, sem tirar nada do ambiente onde está inserido, e produzisse também sua própria água e o ar que respira.
E o locutor grita e reforça o caráter ecológico e autossustentável daquela corrida. E parabeniza o público presente – apenas os familiares dos corredores – e finaliza parabenizando os corredores, frisando que o importante não é vencer, é participar.
Nesse ponto, concordo plenamente com ele, pois se não fossem as inscrições dos que estão ali pelo prazer de correr, não haveria premiação para os dois ou três que são chegam na frente.
A corrida acaba. Nós, os simples espectadores já estamos torrando sob o sol que resolveu esquentar a manhã e metade do domingo já se foi. Ainda bem que a coisa acaba sendo bastante divertida.

Quando é o Dia dos Pais?

É hoje, filho distraído.
Há relato de que o Dia dos Pais surgiu na Babilônia, há mais de 4 mil anos, quando um jovem chamado Elmesu fez um cartão de argila para seu pai, desejando-lhe sorte, saúde e longa vida. Não acreditem nessa conversa babilônica. É mais provável que a ideia de comemorar o Dia dos Pais tenha sido uma iniciativa da Nerf Gun, sendo a seguir adotada pelas crianças do mundo inteiro.
A NERF é uma linha de brinquedos, que inclui principalmente armas e munição de fantasia, que podem ser jogados em ambientes fechados, com pouco risco de causar acidentes.


Para que você nunca mais esqueça da efeméride em questão, EntreMentes desenvolveu um processo mnemônico que é tiro e queda:
SEGUNDO (porque lembra que "entre homem e dinheiro, o segundo é o primeiro")
DOMINGO (pede cachimbo)
de AGOSTO (mês do desgosto).
Não tente empregar essa fórmula fora do Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, a data cai no terceiro domingo de junho.

13 agosto, 2011

Uma etiqueta sem etiqueta

Paulo,
Fui presenteado por uma camisa que minha filha trouxe de Modena-Italia, terra da Ferrari. Claro que é uma linda camisa com o conhecido cavalinho.


Ao examiná-la detidamente, descobri que a camisa, na verdade, é portuguesa. Leia o que está escrito no verso da etiqueta:

“Wash This When Dirty” :
Ou seja:
“Lave a camisa quando estiver suja”

Sem essa providencial advertência, possivelmente atiraria a camisa no lixo quando ficasse suja.
Nelson Cunha
Ripostando
Camisa portuguesa, vendida na Itália, com instrução em inglês... vem com vício de etiqueta. Como o de querer subestimar a inteligência do brasileiro.
A propósito, releiam os leitores: A importância do manual de instrução. PGCS

A ajuda

Um homem rico passeia em seu carro quando, à beira da estrada, vê um homem pobre a comer punhados de grama.
Ordena a seu motorista para encostar o carro e grita: "O que você está fazendo aí?"
O pobre diz: "Estou falido e com fome e isso é o melhor que pude encontrar."
O rico diz: "Venha comigo que eu posso ajudá-lo!"
O pobre diz: "Não posso ir sem a minha mulher?"
O rico diz: "Ela pode vir."
O pobre diz: "E os meus filhos que estão ali adiante?"
O rico diz: "Eles podem vir também."
O pobre diz: "E os meus irmãos e sobrinhos?"
E o rico diz: "Ah, você não faz ideia de como é enorme o meu gramado!"

Traduzido de A helping hand, Bits & Pieces

12 agosto, 2011

U de Universo



O Universo é regido por três elementos:
energia,
matéria
e interesses pessoais escusos.

Atenção integral à saúde do homem. Lançamento de livro

O Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), tem a honra de convidar para o lançamento do livro "Promovendo a política estadual de atenção integral à saúde do homem: situação de saúde e experiências municipais na atenção à saúde do homem", coordenado pelo médico Francisco Monteiro (Chico Passeata), responsável pela implantação da política de saúde do homem na Sesa.
Data: 12 de agosto de 2011
Horário: 19 horas
Local: Hotel Vila Galé (Av. Dioguinho, 4189, Praia do Futuro, Fortaleza-CE

Trata-se de um estudo descritivo que aborda, de forma sumária, os indicadores epidemiológicos referentes à saúde do homem nas Américas, no Brasil e no Ceará. “Inaugura a sistematização de informações, com recorte na população masculina, compondo a situação de saúde do homem para subsidiar a tomada de decisões na gestão estadual e nos municípios”, conforme assinala o secretário da saúde do Estado, Arruda Bastos, na apresentação do livro.
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POST SCRIPTUM
"A sociedade cearense e a medicina, em particular, emudecem hoje (12/08/11), diante da perda do seu valoroso varão, o cidadão Francisco das Chagas Dias Monteiro, mais conhecido por “Chico Passeata”, alcunha oriunda de sua combativa militância estudantil, quando pôs sua integridade física sob risco, para dar combate ingente às forças repressivas, vigentes no Brasil pós-64, insurgindo-se ele, com palavras e ações cívicas, contra o estado de exceção então imposto. [...]
Nota: O corpo do Dr. Chico Monteiro está sendo velado na Funerária Eternus. A missa de corpo presente será oficiada às 15 horas e o sepultamento ocorrerá às 17 horas no Parque da Paz.
Descanse em paz, colega e amigo Chico. PGCS

11 agosto, 2011

Sinal verde para a maconha?

Muita gente boa defende a descriminalização da maconha. Mas daí a danificar o patrimônio público há uma boa distância.
O que vem acontecendo, por exemplo, a alguns semáforos em Fortaleza, onde vândalos têm desenhado imagens com o formato da folha de maconha, não é justificável.
Link para o vídeo da reportagem do CETV, 2ª edição, que mostrou ontem (10/08) o fato.
Pô, rapaziada, logo no sinal verde, que é o maior amigo do homem. Principalmente do homem apressado.
Se identificados os responsáveis pela pichação, vão estar sujeitos a penas de 6 meses a 3 anos de prisão, além de multas.
Dura lex sed lex, ainda que minhas restrições à Cannabis sativa estejam essencialmente no plano da saúde.
A propósito: 287 - Como a maconha deixa os pulmões, Acta Pulmonale

Alguns números sobre o cérebro

Estudos realizados em tecidos cerebrais removidos cirurgicamente dão uma ideia de como é complexo o cérebro humano:
sinapse
(representação visual)
  • O órgão apresenta cerca de 100 bilhões de neurônios.
  • Cada neurônio se conecta em média a mil outros neurônios, o que contabiliza 100 trilhões dessas conexões (sinapses).
  • Para processar as informações sinápticas estão envolvidas 1.461 proteínas.
  • E estas, por sua vez, são produzidas a partir de 1.461 genes, os quais representam 7 por cento dos 20 mil genes codificadores de proteínas que existem no genoma humano.
In Map of Brain Junction, Avenues to Answers, The New York Times - Science

Vídeo
Ode ao Cérebro: da série musical Sinfonia da Ciência, de John Boswell. Pelas palavras poderosas dos cientistas Carl Sagan, Robert Winston, Vilayanur Ramachandran, Jill Bolte Taylor, Bill Nye e Oliver Sacks.



10 agosto, 2011

Aula de fotografia - 4

Imagem: Neatorama

  1. Utilize a iluminação ambiente.
  2. Desenhe um disco voador na parede.
  3. Coloque o seu filho em cena.
  4. Espere até ele ser abduzido.

Planking: a nova moda

Você sabe o que é planking?
O termo surgiu na Austrália para designar uma brincadeira em que a pessoa se deita com o corpo esticado e os braços colados ao corpo, como se estivesse em cima de uma prancha ou tábua (plank, em inglês). Mas a brincadeira só tem graça se for feita em lugares inusitados: uma moto, uma cabine telefônica, uma cesta de vôlei, um poste de iluminação ou até mesmo a bancada de um telejornal.


Reunir uma boa assistência local e ter pelo menos uma fotografia tomada e publicada na internet são partes integrantes do jogo.
Pense como a vida hoje em dia seria desinteressante se não existisse o planking.
Slideshow



09 agosto, 2011

Se for beber não faça sombra

Nelson Cunha me enviou esta foto:


Com os seguintes dizeres: NÃO É NEM A SOMBRA DO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO.

Raio e arco-íris

Aconteceu em Hollywood mas o fato não tem a ver com cinema.
São dois fenômenos naturais - raio e arco-íris - que ali "resolvem" dividir a mesma cena.

Posts relacionados: O engarrafador de raios, Esta eu deixo com o Aleixo, Os raios no Brasil, Trovoada, Descargas Atmosféricas, No fim do arco-íris e O homem do duplo arco-íris.

Itapiúna - CE

08 agosto, 2011

O dia em que a ditadura matou Mané Garrincha

por Roberto Vieira, Blog do Roberto

20 de junho de 1964.
Garrincha e Elza Soares dormem na Ilha do Governador.
O casal mais odiado do país.
Castelo Branco se define como homem de centro-esquerda.
Os cariocas apoiam Castelo.
O São Paulo é campeão em Florença.
O Flamengo é campeão do Torneio Naranja com Paulo Choco.
Mas Elza estava com Jango no Comício da Central.
Elza estava com Jango na sede do Automóvel Clube.
Garrincha estava com Elza pro que desse e viesse.
Garrincha por Loredano
A ditadura chega de madrugada.
Os homens acordam todo mundo na casa.
Garrincha, Elza, a mãe e os três filhos da cantora.
Armas em punho.
Todo mundo nu virado pra parede da sala.
Paredão.
Garrincha pede que poupem as mulheres.
Os militares vasculham a casa.
Destroem os móveis.
Semeiam o terror.
Garrincha está só diante do time adversário.
Garrincha bicampeão mundial.
Garrincha das pernas tortas.
A ditadura vence o jogo.
Mas antes de sair, deixa uma lembrança.
Um dos carabineiros abre a gaiola do mainá.
Pássaro indiano.
Xodó de Mané Garrincha.
Curiosamente presente de Carlos Lacerda.
Lacerda que amava os tanques.
Lacerda que também teria seu dia de mainá.
O pássaro desaparece nas mãos do futuro torturador.
O mainá tem seu pescoço torcido.
Garrincha observa o gesto e chora.
O último a sair agarra Mané e afirma:
“Se abrir o bico vai ficar que nem esse passarinho!”
Os jornais publicam a notícia.
Subtraindo a verdade.
O Brasil do mulato inzoneiro.
O Brasil do homem cordial.
Mostra sua face brutal.
Longe das arquibancadas.
Longe dos campos de futebol.
20 de junho de 1964.
O dia em que a ditadura matou Mané Garrincha...

(matéria repassada por Fernando Gurgel)

Numa boa...

Numa Pompílio, o segundo rei de Roma, segundo a lenda, costumava internar-se sozinho na floresta de Arícia, no Lácio, onde ficava em meditação, durante longas horas, a fim de poder decretar leis capazes de fazer a felicidade de seu povo. Encontrar-se-ia, na floresta, com a ninfa Egéria, que lhe dava conselhos sobre a maneira de bem conduzir os negócios do Estado. Interpretações realistas acham, no entanto, que o rei ia se encontrar na floresta com uma amante plebeia, para gozar alguns momentos amorosos, em pleno bucolismo.
Sábia Egéria. Durante o reinado de Numa Pompílio, Roma não conheceu guerras.

07 agosto, 2011

O jacaré impenetrável

Três policiais confundiram um jacaré de concreto com um réptil de verdade e dispararam contra a suposta criatura em Independence, no estado do Missouri (EUA).
Rick Sheridan, que assistiu à insólita caçada, viu logo que aquele réptil não podia ser de verdade.
As balas batiam nele e... ricocheteavam.

Assunto relacionado: Um cisne preto em noite sem lua.

MechaniCards

São uma espécie de cartões postais com estruturas que se movimentam ao ser girada uma pequena manivela. Criados por Bradley N. Litwin, que publicou o vídeo abaixo para divulgá-los, os MechaniCards são vendidos em edições limitadas.

06 agosto, 2011

Fail Whale no Japão





Imagino que a Fail Whale, a baleia do Twitter, deva ser assim no Japão.







Se o motivo da escolha desta imagem tiver ficado obscuro, então leia: Fail Whale e, principalmente, Troféu Hipocrisia.

Só a verdade

= William Phelps, Aventuras e Confissões =
Via Navios e Navegadores
O capitão de um navio escreveu certa vez em seu diário de bordo:
“O imediato hoje apareceu bêbado.”
Passada a bebedeira, o imediato sentiu-se profundamente contrariado e desgostoso, tendo suplicado ao capitão que não mantivesse aquela nota desairosa no diário, declarando que nunca havia bebido antes e que jamais tornaria a beber.
O capitão, contudo, foi irredutível e salientou:
“Neste diário”, disse ele, “só escrevemos a verdade.”
Na semana seguinte, chegou a vez do imediato fazer os respectivos registos no diário de bordo, tendo em dado momento consignado:
“O capitão hoje não estava bêbado.”

05 agosto, 2011

Beliscando...



Nos raros momentos disponíveis, entre o ócio e o dolce far niente, o Príncipe Charles tem-se dedicado a estudar Música. Aqui, ele aparece com o instrumento que ele já domina como poucos. Há inclusive quem o aponte como o maior do mundo na categoria.
O mordomo do Palácio de Buchingham, por exemplo.
E o instrumento é o ukulele ou ukelele, que tem quatro cordas, originário da Ilha da Madeira (Portugal) com passagem pelo Havaí, e que é tocado de uma forma "beliscada".
O ukulele do Príncipe Charles foi feito com um pote vazio de gordura hidrogenada (margarina), mas isso não vem ao caso. Está à altura do régio instrumentista. PGCS


Awesome!
Sophie Madeleine com seu "uke" em "Pure Imagination".

Línguas faladas no mundo

Na atualidade há 6.910 línguas faladas no mundo. Deste número, 240 são faladas por 97 por cento da população mundial. Lidera o ranking de falantes o mandarim, na China, que é utilizado por 1 bilhão de pessoas. A seguir estão: o inglês, o hindi, o espanhol, o russo, o árabe, o bengali, o português, o indonésio e o francês. Nenhuma destas grandes línguas corre algum risco de desaparecer.
Do outro lado do ranking, encontram-se as línguas tendentes à extinção. Estima-se que cerca de 3 mil delas desaparecerão até o fim deste século. E uma língua que desaparece, desaparece para sempre, o que é uma pena.

04 agosto, 2011

Gatos em queda

Têm os gatos a extraordinária capacidade de sobreviver a quedas de grande altura?
Há um estudo já meio antigo (é de 1987), realizado por dois veterinários, Drs. Wayne Whitney e Cheryl Mehlhaff, da Faculdade de Medicina Animal de Manhattan, que parece confirmar a existência desse "superpoder felino".
Eis o resumo dos resultados desse estudo:
De 115 gatos que foram trazidos para o centro médico veterinário, após terem sofrido uma queda do 2º ao 32º andar de um prédio, a grande maioria conseguiu sobreviver.
Dos gatos que caíram do 2º ao 6º andar, 10 por cento morreram.
Apenas 5% dos gatos que caíram do 7º ao 32º andar morreram.
A lesão mais comum após a queda foi o sangramento nasal.
A duplicação da taxa de sobrevivência com o aumento da altura de onde os animais caíram foi explicada pelos efeitos da "velocidade terminal". Quando é alcançada essa velocidade (em que a resistência do ar contrabalança o aumento da velocidade de queda pela ação da gravidade), a sensação de queda diminui para o animal. E este, relaxado (em termos gerais), pode se preparar para o impacto contra o solo escolhendo uma melhor posição.


Poderá também gostar de ler: Gato de asas, Física aplicada, O Império contra-ataca e  Que é o escapa-gato?

Dólar quase falso

Nelson José Cunha
Quem não passou seus apertos na vida? Momentos dramáticos que o tempo vai maquiando até tomarem feições divertidas. Meto-me em enrascadas que depois viram pratos apetitosos para serem servidos aos amigos ao redor de uma cerveja. Destas, vou contar-lhes uma, que preferia não tê-la vivido. Estudava em Barcelona e aproveitei uns dias de folga para ir à Paris assistir a um Congresso Mundial de Oftalmologia.
Éramos quatro brasileiros com o mesmo objetivo: banhar-se no brilho dos grandes mestres da oftalmologia mundial em plena Cidade Luz. Trocamos nossas poucas pesetas por dólares e embarcamos num comboio espanhol de acomodações franciscanas. Coube-nos um assento à altura do bilhete barato que escolhemos. Duro como o bolso dos seus ocupantes.
O caminho entre Barcelona e Paris inicia-se pela Costa Brava espanhola, segue-lhe os Montes Pirineus, que ao abrirem passagem junto ao mar deixam o caminho livre para o trem chegar à França sem ladeiras para subir e cansar. A paisagem é deslumbrante, pois o trem se esgueira entre o rochedo e o mar Mediterrâneo. Briga de azuis. Mar e céu disputando a atenção do viajante.
Em Paris, buscamos no Quartier Latin um hotelzinho charmoso e barato de onde fazíamos nossas incursões. Começávamos o dia no Congresso e terminávamos sentados nas calçadas dos Cafés vendo a vida parisiense passar. Bebíamos vinho de tonel ao som de realejo.
A mulher francesa é a mais linda e elegante do mundo, difícil vê-la sem discreta maquiagem: as argentinas, ao contrário, embora adeptas de um pó de arroz, usam-no aos quilos, como máscara, sem a medida do discreto. As brasileiras batem-nas num quesito: o jeito de andar. As mademoiselles francesas andam sem balanço, com pressa, batendo o calcanhar no chão como soldados em parada militar.
Os dias foram consumindo os francos que eu levara. Dei uma escapadinha do Congresso para trocar uns dólares numa casa de câmbio ao largo dos Campos Elísios. Entrei, apresentei as notas verdinhas junto ao passaporte e esperei o câmbio em francos.
O funcionário, por zelo ou chatice mesmo, passou a maquininha nas notas, sentiu-lhes a textura, olhou-as contra a luz e virando-se para mim sem dizer palavra, contornou o balcão e veio fechar com chave a porta do estabelecimento. Pensei:
-Iiiii... Pintou sujeira!
Rapidamente, comecei a reunir o meu repertório de desculpas, antecipando o interrogatório que seria certo. Eu teria de parecer o mais convincente possível. Os dólares foram comprados na Espanha, dentro do próprio Instituto onde eu trabalhava. Era um hospital de renome mundial que recebia enfermos forrados de dólares, que eram despejados na tesouraria. Todos dólares de boa cepa.
O funcionário desandou a falar baixinho ao telefone enquanto me olhava dos pés à cabeça. Fiquei imaginando a polícia chegar com todo aquele aparato de sirenes, algemas e outros adereços para levar o pobre brasileiro de Brasília para conhecer Bastilha.
Estava nestas divagações quando, de outra porta interna, chegou mais um funcionário que pela idade e carranca parecia ser o chefe.
Examinaram as notas, deram mais uns telefonemas e finalmente o mais velho deles aproximou-se e perguntou:
- Onde estás hospedado?
- O que fazes em Paris?
- Qual a tua profissão?
Respondi ao interrogatório como um seminarista responde ao bispo: com cara de santo. Não fizeram menção aos dólares, entreolharam-se em código de amigos, entregaram-me um maço de francos, meti-os no bolso do abrigo e pedi que destrancassem a porta. Saí sem conferir o dinheiro, ou ao menos olhar para trás. Entrei no primeiro bistrô que encontrei para tomar uma talagada de conhaque. Desceu como água "Perrier" suave e escorrido. É isto que dá carregar notas de cem dólares, as mais queridas dos falsários. Conselho aos viajantes:
Nota de cem dólares? Jamé!... Jamé!

03 agosto, 2011

Que dia é hoje?

A história de um pequeno povoado onde todos ficaram "ariados" devido ao sumiço de um calendário de folhinha conforme o relato do escritor Fernando Gurgel Filho.
O tempo, representado pelo ir e vir do sol e da lua, bem como pelas mudanças de humor do clima - frio, quente, seco, chuvoso etc - sempre definiu o dia a dia da humanidade. E, com o tempo, a humanidade aprendeu a esperar o tempo certo para dormir, acordar, plantar, colher, sofrer e festejar.
O raiar do dia, anunciado pelo canto do galo, avisando que o sol está chegando para homenageá-lo, e pelo alarido dos pássaros em festa pelos bichinhos sonolentos que vão adoçar seus bicos, devem ter sido os primeiros despertadores do ser humano nos campos e florestas. Não havia mais que isso para marcar o tempo e este transcorria dia após dia. Não havia semanas, meses e anos.
Depois o homem aprisionou o tempo em artefatos, como ampulhetas, relógios e calendários, e o tempo aprisionou o homem para sempre.
Hoje não se concebe como um ser humano pode abdicar do tempo medido, cortado em fatias e apresentado como pedaços de bolo em festa.
Às vezes, podemos até esquecer o dia da semana ou o dia do mês, mas basta olhar para qualquer lado - celular, microondas, aparelho de cd/dvd, computador, letreiros eletrônicos nas cidade etc - e temos como obter essa informação de forma rápida e segura.
Agora, em uma cidade sem luz elétrica, água encanada, telefone, relógio, rádio ou qualquer outra coisa que a ligue ao mundo exterior, exceto jumentos e cavalos, a marcação do tempo somente pode ser feita à mão no calendário.
Segundo vejo na tv alguém contar, em um pequeníssimo povoado, um belo dia a dona Bia acordou e perguntou pro Seu Ariostatino:
- Que dia é hoje? Dia 10 tenho que ir à cidade, vou ao dotô.
Ariostatino - Ari pros familiares, Jeguinho para os colegas na roça - levantou e foi consultar o calendário, ou seja, a famosa folhinha de parede, onde, todos os santos dias, ao acordar, marcava o dia que estava iniciando.
Mas, cadê o calendário?
Alguém arrancara o calendário do seu lugar sagrado na parede da cozinha!
- Ariosvaldo, Arienrique, Arilhermina, cadê a folhinha?, gritou Seu Ari.
Em resposta, os dois meninos e a menina gritaram quase ao mesmo tempo:
- Vi não, pai!
E correram para a cozinha, assustados com o desaparecimento de coisa tão preciosa.
- Como não viram? Folhinha num sai da parede sozinha! Eu quero ela aqui e agora!!!, esbravejou.
E ficou apenas nisso, pois as crianças insistiam em dizer que não sabiam do paradeiro do calendário e dona Bia muito menos.
O jeito foi consultar a vizinhança:
- Dona Aristatina, a senhora pode ver na sua folhinha que dia é hoje? Sumiram cum a minha...
- Puxa vida, Seu Ari, faz um tempão que o Aridelvino num atualiza. Lembra que ele ficou um tempão fora? - - Pois é, ele disse inté que ia pedir pro sinhô atualizá a dele.
Assim foi em todo o povoado. Uma meia dúzia de casas. Por uma dessas coincidências do tempo que escorre no dia a dia, o tempo no povoado deixara de ser marcado em todos calendários - uns três ou quatro - existentes ali.
Em todas as casas, a pergunta:
- Que dia é hoje?
Ninguém sabia ao certo.
Que fazer, então?
Só havia um jeito, pegar a carroça e ir com a mulher para a cidade. Foram, a consulta era dois dias depois. Ari aproveitou, foi nas lojas e farmácias, pediu um tanto de calendário de parede para marcar os dias e a vida no povoado voltou ao normal. Agora, com calendário de sobra.
Quanto ao antigo calendário do Ari, Dona Bia depois lembrou que alguém pedira emprestado, mas não lembrava quem foi. Para ela e para o povoado, medição do tempo parecia não ter tanta importância assim. Até o dia em que teve que se submeter ao tempo dos outros.

O encurtador de chope

Tem bebido mais do que deveria? Então, não deixe de ver este slideshow.

JORNAL MOVIMENTO, UMA REPORTAGEM. Lançamento de livro

Coube a Aguinaldo Silva contar, a um país amordaçado pela ditadura, o dilema dos brasileiros cariocas e suburbanos que acordavam às 4h da madrugada para tentar chegar à Central do Brasil, espremidos como bagagens em vagões destroçados pela falta de manutenção e, é bom dizer, de violação à cidadania. De tempos em tempos, quando algum ser humano despencava e se estatelava no meio dos trilhos, os passageiros eram obrigados a desocupar os vagões e pagar outra passagem. Aí, eclodia um quebra-quebra, quase uma revolta popular. Isso num período em que a população brasileira era tratada como uma “carneirada” pelo poderio militar, que se mantinha no comando da nação havia 11 anos, armado até os fios do cabelo.
A história publicada em 7 de julho de 1975 foi estampada na capa do jornal Movimento. Chegou às bancas esquartejada pela censura prévia, mas estava ali diante de 21 mil leitores que a levaram para casa e a consumiram como se estivessem diante de um oásis. Afinal, aquele Brasil era um país fantasioso, que “crescia” sob a falácia de milagre econômico e estava prestes a entrar num colapso financeiro.
— Quem leu Movimento nº 1 não pôde imaginar o tamanho da batalha que foi travada para aquela edição chegar às suas mãos. Na semana do lançamento, os editores e a equipe se revezaram entre a redação, a sede da Polícia Federal e as oficinas. O esforço para suprir os buracos da tesoura não foi pequeno. Os censores vetaram nada menos que quatro propostas de capas do jornal, além de 18 matérias inteiras, oito fotografias, 10 ilustrações e 12 charges, conta Carlos Azevedo, no livro JORNAL MOVIMENTO, UMA REPORTAGEM (Manifesto Editora).
Conselho de notáveis
Carlos Azevedo está no núcleo fundador de Movimento. O expediente do número inaugural mostra uma redação de sonhos. Raimundo Pereira era o editor-chefe e, no conselho editorial, conviviam os notáveis Chico Buarque de Hollanda, Fernando Henrique Cardoso, Hermilo Borba Filho e Orlando Villa-Boas. Na criação de textos e arte, estavam Aguinaldo Silva, Elifas Andreato, Fernando Peixoto (cultura), Bernardo Kucinski. Jean Claude Bernardet escrevia sobre cinema e José Miguel Wisnik era um dos editores assistentes.
Última edição
Movimento acabou mergulhado numa grave crise financeira, de identidade política numa confusa época de transição e abatido por conta do terrorismo de direita que acometeu o país entre 1980 e 1981, com bancas de jornais sendo alvo de explosões e ameaças de atentados. A última edição está agora a alcance de todos e a história mostra que o fim foi realmente aparente. Movimento está na base da luta pela redemocratização do Brasil.
Serviço
A obra será lançada hoje (03/06), às 19h, no Sebinho (406 Norte, Brasília). Com o precioso livro de resgate da história do semanário Movimento (1975 — 1981), que tem reportagem de Marina Amaral e Natalia Viana, há um tesouro anexo: um DVD com todas as 334 edições do periódico, incluindo as que foram totalmente proibidas. O projeto de financiamento é da Petrobras. Está lá, por exemplo, a histórica edição nº154, de 12 de junho de 1978, que anuncia o fim da censura prévia ao jornal. A capa sobre a morte de Vladimir Herzog, que tinha um lindo desenho de Elifas Andreato, era finalmente publicada, três anos depois de ser vetada. O livro tem 336 páginas e o preço de venda é R$ 59.

Fernando Gurgel, de Brasília

02 agosto, 2011

Citações de Mae West - 2

Ao ser republicada no Luis Nassif Online, a postagem Citações de Mae West recebeu valiosas contribuições de três leitores do referido site:
Ivan Moraes, que inseriu este vídeo com Mae West (Light My Fire):


Laura (s/ link), que gostou das "sacadas" da diva norte-americana, porém achando que uma delas (a 3ª) possa ser de Beth Davis.
Sanzio, que enviou outras citações de Mae West:
* O casamento é uma grande instituição, mas eu ainda não estou pronta para uma instituição (há um jogo com a palavra instituição, que pode significar também um hospital psiquiátrico).
* Eu acredito na censura. Fiz uma fortuna com ela.
* Errar é humano, mas a sensação é divina.
* Eu mesma escrevi o roteiro. É sobre uma garota que perdeu a reputação e nunca sentiu falta dela.
* Não são os homens na minha vida que contam, é a vida nos meus homens.
* O amor supera tudo, menos a pobreza e dor de dente.

O Clube 27

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01 agosto, 2011

A Última Ceia da Ciência

Abundam na internet as paródias de A Última Ceia, o celebérrimo afresco de Leonardo da Vinci. Uma delas (abaixo), por exemplo, reúne as imagens de destacados cientistas de todos os tempos.

versão MAIOR

Da esquerda para a direita: Galileo Galilei, Marie Curie, J. Robert Oppenheimer, Isaac Newton, Louis Pasteur, Stephen Hawking, Albert Einstein (Jesus), Carl Sagan, Thomas Edison, Aristóteles, Neil deGrasse Tyson, Richard Dawkins and Charles Darwin.

N. do E.
Nesta versão de A Última Ceia não se sabe quem ficou com o papel de Judas. Louis Pasteur? Bem, não haveria essa dúvida, se Isaac Newton tivesse cruzado a cabeça por trás do corpo do bacteriologista francês. Mas há quem ache que, ocupando o lugar de Nikola Tesla, o papel de Judas cabe mesmo a Thomas Edison.

Nikola Tesla (1856-1943)

Filho de pais sérvios, Nikola Tesla nasceu na aldeia de Smiljan, no Império Austríaco, que hoje faz parte da Croácia. Fez estudos de engenharia eletrotécnica em Graz e em Praga (interrompidos) e residiu em vários países europeus. Em 1884, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde se tornou assistente do famoso cientista Thomas Alva Edison. Após um sério desentendimento com este, por não haver recebido um bônus prometido por Edison (segundo este, uma brincadeira) por algumas de suas descobertas, Tesla perde o emprego e passa por um período difícil em que realiza trabalhos braçais. Retornando às pesquisas científicas, Tesla produz incessantemente e deixa um vasto legado de contribuições nas áreas de eletromagnetismo, engenharia eletromecânica, robótica, balística, ciência computacional, entre outras.
Vida pessoal
Tesla pode ter sofrido de transtorno obsessivo-compulsivo e tinha muitas manias e fobias pouco habituais. Fazia as coisas de acordo com o número três, e era inflexível em relação a ficar em quartos de hotel cujo número fosse divisível por três. Tesla era também conhecido por ficar fisicamente revoltado com relação a joias, sobretudo com brincos de pérola. Era fastidioso acerca da limpeza e higiene e era, segundo a opinião corrente, misofóbico. Por vezes, mostrava traços de crueldade ao expressar abertamente a sua repulsa por pessoas obesas, tendo despedido certa vez uma secretária devido a excesso de peso. Era também rápido para criticar as roupas dos outros e, em ocasiões, ordenou a uma subordinada que fosse a casa e mudasse de vestido.
Tesla era obcecado por pombos, encomendando sementes especiais para os pombos que alimentava no Central Park e chegando mesmo a trazer alguns com ele para o seu quarto de hotel. Era um amante de animais, lembrando-se muitas vezes com contentamento de um gato que criara na infância. Ao tornar-se um vegetariano, num artigo no Century Illustrated Magazine, escreveu: "É decerto preferível cultivar vegetais e, penso eu, portanto, que o vegetarianismo é uma alternativa recomendável aos hábitos bárbaros de abate de animais." Tesla argumentava ser errado comer carne, um alimento caro, quando um número tão elevado de pessoas estava com fome. E acreditava que a alimentação vegetal seria "superior a isso [carne] tanto no desempenho mecânico como no mental."
Tesla nunca se casou. Era celibatário e afirmava que a castidade era muito útil às suas capacidades científicas.No entanto, existiram numerosos relatos de mulheres que disputavam a afeição de Tesla, algumas mesmo loucas de amor por ele. Tesla, embora delicado, reagia de um modo ambivalente a essas mulheres, no sentido romântico. Na meia idade, ele tornou-se um amigo muito próximo de Mark Twain, passando ambos muito tempo juntos em seu laboratório e em outros lugares.
Era conhecido pela teatralidade com que apresentava suas inovações e inventos ao público, fazendo-o de uma forma artística, quase como um mágico. E isso parecia não estar de acordo com a sua observada propensão à reclusão. Tesla era uma figura complexa. Recusava-se a se proteger de sua bobina (de Tesla) ao bombardear eletricidade através da sala, diante de uma audiência muitas vezes aterrorizada, por confiar que era tudo absolutamente seguro.

Foto do laboratório de Tesla em Colorado Springs, em 1900
Fonte: Wikipédia
19/01/12 - Atualizando...
Uma marca imaginária de cerveja que exalta a rivalidade entre os dois cientistas: Tesla vs. Edison.