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21 agosto, 2019

O que se pode fazer com a tatuagem para uma ex?

... aí ele adicionou todas as Luanas que encontrou no Face, até começar a namorar com outra Luana, aproveitando assim a tatuagem com o nome da ex-namorada.

A ilustração de Aparar pela rabiola, verbete do Dicionário Brasileiro de Frases, tem uma bela história com Fabíola.

27 julho, 2017

Mortífero ar

Existem lugares no mundo onde a Mãe Natureza realmente pode matar. De tempestades mortais a erupções vulcânicas, há ameaças em toda parte.
E, de todas as zonas de perigo da Terra, qual é a mais mortal?
Ella Davies divide a Terra em seus quatro elementos (água, ar, terra e fogo) para descrever suas zonas de perigo.
Ar
Uma série de "lagos assassinos" foram encontrados na África, mas não é a água que é a preocupação.
No lago Nyos, na República dos Camarões, e no Lago Kivu, na fronteira da República Democrática do Congo e do Ruanda, há um perigo invisível. Estes lagos sentam-se em áreas de atividade vulcânica onde o dióxido de carbono escapa de abaixo do solo.
Durante uma "erupção línica", o dióxido de carbono explode do fundo do lago para formar uma nuvem. Porque o gás é mais pesado que o ar, ele desce, afastando o oxigênio e sufocando qualquer vida na área. Depois de duas erupções na década de 1980, que mataram mais de 1.700 pessoas e 3.500 animais em Camarões, especialistas desenvolveram métodos para aliviar com segurança o Nyos de seu gás, usando tubos e sifões.
Um desastre em potencial foi revertido no lago Kivu, onde há também o gás metano que escapa da Terra. Um projeto foi estabelecido para usar o gás sifonado de modo a obter energia e levar eletricidade para milhões de pessoas.
Mas não são apenas os gases que podem matar. O próprio ar pode provocar um castigo mortal quando os ventos se tornam brutais.
O Cabo Denison na Antártida é, em uma média anual, o lugar mais ventoso na Terra. Sem surpresa, é desabitado.
No entanto, as tempestades sazonais causam devastação em áreas povoadas em todo o mundo.
As tempestades mais fortes se formam sobre oceanos quentes ao norte e ao sul do equador. Aqui, os ventos alísios são impulsionados pela mudança de pressão e girados pelo efeito Coriolis, criando sistemas meteorológicos rotativos conhecidos como furacões, ciclones e tufões.
Quando se trata dessas tempestades, o Haiti é considerado a ilha mais vulnerável do Caribe. Não só se encontra em uma estrada de furacão, mas o país atingido pela pobreza carece de resiliência. Os assentamentos são construídos em planícies de inundação, suas defesas naturais como as florestas foram degradadas, e a economia não é suficiente para financiar sistemas de alerta.
Isso explica por que as tempestades mais intensas não são necessariamente as mais mortíferas.
Jörn Birkmann é especialista em riscos de desastres naturais na Universidade de Stuttgart, na Alemanha. Ele diz que os ciclones são perigosos porque são difíceis de prever.
"É importante mencionar que as pistas ciclônicas mais prováveis ​​mudarão seu padrão espacial", diz ele. "Isso significa que os ciclones ocorrerão em algumas regiões que não viram ciclones antes ou apenas muito poucos. Portanto, estas regiões estão altamente em risco, já que as pessoas e as comunidades não têm ou têm muito pouco conhecimento sobre como se preparar para ciclones".
Birkmann faz parte da equipe que compila anualmente o Relatório Mundial dos Riscos, publicado pela Universidade das Nações Unidas. O relatório destaca os países mais vulneráveis ​​às catástrofes naturais, tendo em conta tanto a sua exposição como a sua resiliência, com a intenção de concentrar os esforços globais em sua proteção.
Em 2016, Vanuatu encabeçou a lista. Mais de um terço da população da ilha é afetada por desastres naturais a cada ano. Em 2015, um terremoto, uma erupção vulcânica e um severo ciclone incidiram na ilha em apenas algumas semanas e 11 pessoas foram oficialmente consideradas mortas.
Este número de mortes relativamente baixo é um testemunho dos esforços globais para proteger as pessoas de desastres naturais: tanto durante, com infra-estrutura melhorada, como depois, com melhores esforços de ajuda. Para comparação, as piores perdas de vidas devido a um ciclone aconteceram em novembro de 1970, quando Bangladesh foi atingido pelo ciclone Bhola. Quase 500 mil pessoas morreram.

Ler na íntegra em The places on Earth where nature is most likely to kill you, BBC.

09 junho, 2012

Inteligência e Engenho. A diferença

1. A caneta esferográfica espacial:
Quando a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas canetas não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.
Ao fim de 6 anos de testes e investigações, que exigiram um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que ia de abaixo de zero até 300 graus centígrados.
Os russos, por seu lado, ao se depararem com o mesmo problema, descartaram as canetas e, simplesmente, deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.
2. O empacotador de sabonetes:
Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tóquio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operacional; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se. Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixinha em movimento não foi cheia com o respectivo sabonete.
Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X", com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira, se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo dessa máquina superou os 250.000 dólares.
Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de cinco meses de operação nos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um potente ventilador (ventoinha) de 50 dólares e apenas o apontou na direção da parte final da passadeira transportadora. À medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias simplesmente saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.
3. O hoteleiro de NY:
O gerente geral de uma cadeia hoteleira americana viajou pela segunda vez para Seul no lapso de um ano; ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se foi recebido calorosamente com um "Bienvenido nuevamente señor, que bueno es verlo una vez más en nuestro hotel". Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, propôs-se que - no seu retorno a New York- imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava.
No seu regresso convocou e reuniu todos os seus gerentes pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia para tal pretensão. Os gerentes decidiram implementar um software de reconhecimento de rostos, base de dados atualizada dia-a-dia, câmaras especiais, com um tempo de resposta em microssegundos, assim como a pertinente formação dos empregados, etc., cujo custo aproximado seria de 2.5 milhões de dólares.
O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.
O recepcionista disse-lhe então: “Repare senhor, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto; durante o trajeto eles perguntam ao passageiro se já antes se hospedou neste hotel, e, se a resposta é afirmativa, eles, à chegada ao Hotel, depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento. Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado com um dólar pelo seu trabalho"

Fontes:  Amigos do Freud, Casa da Çogra, Na trilha da vida, Abaciente etc. Texto revisado.

07 fevereiro, 2012

Gambiarra

O termo é utilizado em diversas áreas profissionais como informática, programação, eletrônica, engenharia civil, cinema, teatro, artes plásticas, arquitetura, design, geralmente se referindo a soluções improvisadas, adaptações, ajustes, muitas vezes como uma solução que não se utiliza de métodos, plano ou projeto.
A gambiarra é muitas vezes entendida de forma pejorativa como algo precário, provisório, transitório, mal-acabado ou rústico.
O uso informal do termo [como improviso] denota uma propensão cultural relacionada ao que aqui se costuma chamar de jeitinho brasileiro. É uma manifestação não exclusiva, porém típica e muito presente na cultura popular brasileira.
Em www.thereifixedit.com você vai encontrá-la à maneira norte-americana.

Itapiúna - CE

Grande
Artifício da
Mecânica
Brasileira
Inventada para
Arrumar
Recuperar ou
Realizar
Algo

16 agosto, 2011

Dois enigmas

Um condenado à morte tem de fazer uma afirmação que pode decidir sua sorte. Se o que disser for mentira será enforcado na árvore da mentira e se o que disser for verdade será enforcado na árvore da verdade. Que deve dizer para se salvar?
Duas mulheres, ao verem dois homens que se aproximam, dizem: aí vêm nossos pais, os pais de nossos filhos e nossos próprios maridos. Que parentesco apresentam entre elas?
Abaixo estão as soluções dos enigmas com tinta invisível:
(para revelá-las posicione o cursor após as reticências, clique o botão esquerdo do mouse e, sem soltá-lo, arraste o cursor até o final do texto)
Do primeiro... Que vão enforcá-lo na árvore da mentira. Se o enforcam nela, por ter dito uma verdade, então teria de ser enforcado na árvore da verdade. Mas se o enforcam na árvore da verdade, por ter dito uma mentira, então teria de ser enforcado na árvore da mentira. E... (o argumento se repete indefinidamente e… assim nunca o enforcam).
Do segundo... As duas são órfãs de mãe e estão casadas cada uma com o pai da outra.