Mostrando postagens com marcador vandalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vandalismo. Mostrar todas as postagens

11 janeiro, 2025

A restauração de um relógio vandalizado

Das 20 peças que retornaram ao Palácio do Planalto, nessa quarta-feira (8), a única que não foi restaurada pela parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e a Universidade Federal de Pelotas foi um relógio de mesa do século 17, produzido pelo então relojoeiro da corte francesa, Balthazar Martinot.
Este relógio havia sido um presente nupcial do Rei Luís XIV, da França, e trazido para o Brasil pela família real portuguesa, em 1808, É uma das peças mais antigas do acervo da Presidência da República.
Para a reconstrução do relógio, foi feito um acordo de cooperação técnica com a embaixada da Suíça. E a relojoaria Audemars Piguet, uma empresa familiar fundada em 1875, foi a responsável pela restauração.
As maiores dificuldades envolveram a reprodução das cores originais, a obtenção de materiais raros de sua estrutura, como um casco de tartaruga, e um bronze que não é mais fabricado.
A depredação do artefato histórico, perpetrada por um dos invasores dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, ficou muito conhecida por ter sido gravada pelas câmeras de segurança interna do Planalto.
E ele, o responsável pela quebra do referido relógio, segue preso.
Fontes: Nexojornal e Wikipédia

30 julho, 2018

A história se repete (2)

A Calçada da Fama (Hollywood Walk of Fame) é um passeio ao longo das ruas Hollywood Boulevard e Vine Street em Hollywood, Califórnia, Estados Unidos, constituído por mais de 2.000 lajes com estrelas, fazendo menção a celebridades homenageadas pela Câmara do Comércio de Hollywood por suas contribuições para a indústria do entretenimento.
Nesta quarta-feira (25), Austin Clay foi detido nos EUA sob a acusação de praticar vandalismo na Calçada da Fama. A golpes de picareta, ele quebrou a estrela do presidente Donald Trump. Contudo, vai responder ao processo criminal em liberdade. E quem pagou a fiança foi Jaime Otis, exatamente o sujeito que esteve preso em 2016 - pelo mesmo motivo.


Intercomments
Eu pago tua fiança, mas você precisa fazer algo.
Em 2020, eu vou quebrar essa estrela de novo. Espero que o cara de 2018 pague a minha fiança.
Gente, não vamos quebrar essa pirâmide tão bonita.
Isto bem que poderia se tornar jurisprudência: a fiança sendo paga por quem destruiu a estrela na vez anterior.
A história se repete: 1.º como tragédia; 2.º como fiança. Marx, modificado.
Uma mão tira a poeira da outra. PGCS

A história se repete (1)

08 julho, 2016

A Pedra do Chapéu do Sol

Se você mora nas imediações de Brasília e ainda não conhece a Pedra do Chapéu do Sol não perca a oportunidade. Planeje um dia para ver esta maravilha da natureza. Um bloco gigantesco de quartzito com 1,2 bilhões de anos e mais de 347 toneladas, equilibrado em um minúsculo ponto de apoio.
Você vai ter que dirigir apenas poucos quilômetros em estrada não asfaltada, mas de boa qualidade. É muito fácil visitar a Pedra do Chapéu do Sol.
Para quem vem de Brasília é só medir 2 km a partir do trevo de Unaí, um pouco antes de Cristalina, que irá encontrar a estrada de acesso à esquerda, ao lado do Posto Petrobras. A partir deste ponto, percorra 2 km até um desvio à direita e mais 3 km onde existirá uma pequena estrada, também à direita (sinalizada). Percorra mais 850 metros até a Pedra do Chapéu do Sol.
Ou, se preferir, coloque no seu GPS as coordenadas 16°44'26.06"S e 47°34'12.26"O e navegue até ela.
O Portal do Geólogo foi até a Pedra do Chapéu do Sol (fotografia) para ver e entender a sua real relevância.
Assim como você ficará extasiado, nós também ficamos.


Infelizmente, a Pedra do Chapéu do Sol está sendo alvo de vândalos.
Nesse monumento natural, há pichações e o cometimento de outras infrações por grupos de escaladores que, de forma irresponsável, escalam a Pedra e podem estar comprometendo o equilíbrio da mesma.
As pichações devem e têm de ser apagadas, mas as escaladas podem levar a consequências muito mais sérias.
(resumo de matéria enviada por Jaime Nogueira)

Pedra sobre pedra

11 agosto, 2011

Sinal verde para a maconha?

Muita gente boa defende a descriminalização da maconha. Mas daí a danificar o patrimônio público há uma boa distância.
O que vem acontecendo, por exemplo, a alguns semáforos em Fortaleza, onde vândalos têm desenhado imagens com o formato da folha de maconha, não é justificável.
Link para o vídeo da reportagem do CETV, 2ª edição, que mostrou ontem (10/08) o fato.
Pô, rapaziada, logo no sinal verde, que é o maior amigo do homem. Principalmente do homem apressado.
Se identificados os responsáveis pela pichação, vão estar sujeitos a penas de 6 meses a 3 anos de prisão, além de multas.
Dura lex sed lex, ainda que minhas restrições à Cannabis sativa estejam essencialmente no plano da saúde.
A propósito: 287 - Como a maconha deixa os pulmões, Acta Pulmonale