A "cowcalculator" (algo a ser traduzido como "vacalculadora) foi uma invenção curiosa da qual você não pode encontrar muita informação na internet e que consiste em uma espécie de computador analógico primitivo para calcular coisas sobre as vacas leiteiras.
Esta engenhoca provavelmente foi muito útil em seus dias para os fazendeiros do sul dos Estados Unidos, que é onde ela parece ter sido vendida. Sua operação era tão peculiar e rara quanto se pode imaginar para uma máquina daquela época. Um tipo de computador que só servia para uma coisa e que, sem dúvida, tinha muitas limitações.
Para começar, a "vacalculadora" era uma máquina analógica eletrônica, no tamanho pasta. Nos mostradores, os dados eram marcados manualmente como o preço da forragem, o ritmo de alimentação, a porcentagem de nutrientes na comida etc. Tudo dentro de um alcance limitado e sem a possibilidade de alterar as "fórmulas".
Talvez o mais interessante seja que alguns dos cálculos e estatísticas não pudessem ser feitos pela "vacalculadora". Eles eram enviados em papel pelos correios para o departamento da empresa fabricante que, após analisá-los, retornava as respostas pelos correios. Não é que fosse um método muito rápido, mas lembre-se de que ela tinha o charme de ser "uma máquina do futuro".
Há pessoas que costumam se sentar de forma expansiva em transportes públicos. Em geral, homens.
A respeito dessa prática de sentar-se com as pernas afastadas, cobrindo assim mais de um assento, é que se criou na língua inglesa o neologismo "manspreading".
Alguns praticantes do manspreading argumentam que "é fisicamente doloroso para os homens fecharem as pernas". Apontando para a necessidade de os homens abrirem as pernas a fim de acomodarem adequadamente os testículos.
Não concordando com essa argumentação, a Empresa Municipal de Transporte de Madri realizou em 2017 uma campanha para incentivar a postura respeitosa. Ao lado, o símbolo que ela usou na campanha.
Fotografado no metrô de NY ocupando dois lugares, o ator Tom Hanks foi muito criticado por isso. Ele respondeu em um programa de entrevistas: "Ei, Internet, sua idiota! O trem estava meio vazio! Eu estava espalhado - havia muito espaço!"
Quem procede assim não está agindo sob o estímulo de alguma "conspiração patriarcal" para diminuir o que cabe às mulheres. Tanya Vacharkulksemsuk, pesquisadora de pós-doutorado da UC Berkeley, publicou um estudo em que conclui que espalhar pernas e braços torna os homens mais sexualmente atraentes.
O uso do termo manspreading já foi criticado como "uma caricatura do feminismo", e à sua prática tem sido justapostos exemplos de mulheres que ocupam espaço excessivo em espaços públicos. Eu não conto o número de vezes que eu já vi mulheres fazendo isso nos transportes públicos - com suas bolsas!
Shebagging: mulher no metrô de Londres, ocupando o assento adjacente:(
Ele cria a ilusão óptica de quatro movimentos possíveis: para cima, para baixo, para a direita e para esquerda. Na verdade, trata-se de uma ilusão óptica, pois o Diamante Perpétuo não altera sua localização, que é no centro da tela.
Este fenômeno de mudança de sentido do movimento "é determinado pelas fases relativas de modulação da luminância entre as faixas de borda e o fundo".
Celebra-se hoje o 200.º aniversário do Museu do Prado, em Madri. Inaugurado neste dia em 1819, o museu abriga milhares de pinturas espanholas do século XII ao XX, incluindo obras de El Greco, Francisco Goya, Diego Velázquez, entre outros mestres europeus.
Originalmente chamado de Museu Real, mais tarde foi chamado de Museu Nacional del Prado. Com uma coleção de mais de 5.000 peças, o museu seguiu um projeto de expansão que aumentou o acesso do público e reduziu a aglomeração no edifício principal.
(imagem criada pelo Google doodler Nate Swinehart para o 200.º aniversário do Prado)
Os visitantes podem ver uma grande parte deste museu em algumas horas. assim como podem perder a noção do tempo tentando descompactar as cenas de "O Jardim das Delícias Terrenas", [1] [2] de Hieronymus Bosch.
Felizes dois séculos, Museu do Prado!
O feriado da Proclamação da República desse ano foi marcado por comentários enaltecedores de membros do governo ao período imperial brasileiro. Inquieto diante disso, fiz rápidos comentários críticos a esse respeito, utilizando algumas informações sobre a educação.
Algumas pessoas ficaram contrariadas com o fato de eu ter trazido dados relativos ao analfabetismo para apontar o quão deslocados foram os rasgados elogios feitos pelo ministro da educação a Dom Pedro II e a monarquia. Abraham Weintraub chamou o monarca de "patriota, honesto e um dos maiores gestores e governantes da história".
O bom dessas contrariedades de rede sociais é que elas nos fazem voltar a estudos já feitos ou mesmo pesquisar algo que nunca tínhamos investigado. O que os dados nos dizem em relação ao analfabetismo?
Como pode se ver na imagem abaixo, a transição para república converge historicamente com o início da queda do analfabetismo no Brasil. Sabe-se que muitos fatores explicam essa redução, a educação é um fenômeno multicausal. São variáveis a se considerar: o fim da escravidão, a política de incentivo a imigração europeia adotada no final do século XIX e início do XX, a urbanização crescente, o processo de industrialização, mudanças paradigmáticas no campo das ideias, entre outras.
Não se está dizendo, portanto, que a república como sistema de governo é a causa da redução sistemática do analfabetismo, mas que ela é o contexto no qual ele ocorre. Com base nisso, podemos dizer que qualquer defesa da monarquia não se justifica politicamente e nem se assenta em dados quando falamos em educação.
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(*) Gregório Grisa é Doutor em Educação, Pós-Doutor em Sociologia pela UFRGS e Professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul.
Na matemática, o espaço tridimensional se espalha para o infinito em todas as direções. Com uma quantidade infinita de espaço, ele deve ser capaz de manter um número infinito de coisas dentro dele - pérolas, pavões ou mesmo planetas.
Mas uma prova recente de Olga Frolkina, uma matemática da Universidade Estadual de Moscou, mostra que um objeto matemático relativamente conhecido não pode ser empacotado infinitamente em uma quantidade infinita de espaço: a fita de Möbius, uma fita bidimensional com as extremidades coladas com meia torção. O resultado ressalta o delicado esforço de situar as superfícies no espaço, bem como a natureza desafiadora da intuição dos infinitos.
Imagine, por exemplo, que você gostaria de colocar uma quantidade incontável de cilindros no espaço 3-D sem que nenhum cilindro toque no outro. Para fazer isso, basta colocar todos os cilindros no mesmo eixo e dar a eles larguras diferentes, com cada largura correspondendo a um dos muitos pontos incontáveis na linha numérica. Os cilindros se aninharão uns dentro dos outros como um incontável conjunto de bonecas russas.
À primeira vista, pode parecer que a situação deveria ser semelhante para as fitas de Möbius. Mas se você fizer uma fita de Möbius e tentar aninhar uma segunda dentro dela, você descobrirá que a segunda banda termina do lado de fora da primeira quando você terminar.
De fato, se uma banda permanecesse dentro da outra consistentemente, isso daria à banda uma orientação, uma maneira consistente de designar dentro e fora. E isso não pode ser, já que a fita de Möbius é o exemplo mais tangível de uma variedade não orientável.
— Tá de noite, tá de dia...
— Para com essa brincadeira idiota.
Vá vendo estes:
girafas aos pescotapas
suricate mijando no pé de outro
esquilo fazendo beat box
coruja adita ao café
passarim dançando Moonwalker
. . .
Merda é uma palavra latina ainda hoje utilizada por falantes de várias línguas em sua forma original.
No século I d.C., o poeta Marcial já dizia: Sed nemo potuit tangere: merda fuit. Tradução - Mas ninguém podia tocá-la: era [uma] merda.
No epigrama acima, completo, o que parecia ser uma torta era na verdade… uma merda. Estava quentinha e não podia ser tocada, o guloso a assopra e, quando vai meter-lhe os dedos, vê que é uma porcaria. http://pt.quora.com/Ainda-existe-alguma-palavra-em-latim-que-%C3%A9-utilizada-atualmente-na-sua-forma-original
Os franceses, com sua proverbial elegância, se referem à "merde" (merda) como «le mot de cinq lettres» (a palavra de 5 letras), e também a chamam de "le mot de Cambronne", isto é, "a palavra de Cambronne".
O general francês estava sendo derrotado pelos britânicos... Mas Cambronne teria respondido: “A Guarda (Imperial) não se rende jamais!”
Os britânicos teriam insistido e ele teria respondido de forma lacônica: "Merde!"
Este evento foi retratado várias vezes na literatura francesa e até integrou canções de rap. Também apareceu como uma referência irônica nos Smurfs.
⇚ Pierre Cambrone escreve seu livro sobre a história da Inglaterra. Sátira antibritânica de Willete (1899) https://twitter.com/arielpalacios/status/1082326723373531136 "Merde!"
No teatro, "merda" foi (talvez ainda seja) utilizado entre os atores de uma peça para desejar boa sorte ao entrar em cena.
Este costume veio da França pelo fato de o público ter acesso à casa teatral por meio de carruagens a cavalos que, muitas vezes, amontoavam fezes na entrada.
Haver muita merda na entrada do teatro era sinal do sucesso das apresentações https://br.pinterest.com/pin/2533343524611825/?utm_campaign=category_pp&e_t=c3e20afa2efb4b86ba9d5196abd7671a&utm_content=2533343524611825&utm_source=31&utm_term=1&utm_medium=2012
Oliver Sacks no Jardim Botânico de NY. (fotografia de Bill Hayes)
[...] Essas recompensas inigualáveis, tanto psicológicas quanto fisiológicas, são o que o neurologista e escritor Oliver Sacks (9 de julho de 1933 a 30 de agosto de 2015) explora em seu ensaio intitulado "Why we need gardens" (Por que precisamos de jardins). Ele escreve:
Como escritor, considero os jardins essenciais para o processo criativo. Como médico, levo meus pacientes a jardins sempre que possível. Todos nós tivemos a experiência de vagar por um exuberante jardim ou por um deserto atemporal, andando junto a um rio ou oceano, ou escalando uma montanha e nos achando simultaneamente acalmados e revigorados, engajados na mente, refrescados em corpo e espírito. A importância desses estados fisiológicos na saúde individual e comunitária é fundamental e abrangente. Em quarenta anos de prática médica, descobri que apenas dois tipos de terapia não farmacêutica são de vital importância para pacientes com doenças neurológicas crônicas: música e jardins.
Em outros lugares, ter um relacionamento aberto era um ato político.
Na Rússia, a revolução se estendeu ao casamento: a necessidade de liberdade sexual e a liberação de mulheres faziam parte de algumas teorias marxistas. Entre os artistas de vanguarda, o casamento monogâmico era considerado um comportamento burguês.
Então, quando Ossip e Lilya Brik viram Vladimir Maiakóvski lendo um poema em uma festa em 1915, ambos "apaixonaram-se perdidamente por ele" e não foi um desastre, de acordo com Emma Lavigne, diretora do Pompidou-Metz.
De fato, quando Ossip descobriu que Lilya havia dormido com Maiakóvski, ela teria respondido: "Como você pode recusar qualquer coisa a esse homem?" Escritor e editor, Ossip continuaria a defender o trabalho do jovem poeta.
Maiakóvski acabou indo morar com eles. O ménage à trois era público e durou 15 anos - até o suicídio de Maiakóvski, em 1930, com apenas 36 anos (Lilya se divorciou de Ossip no mesmo ano).
Embora o relacionamento dos três tenha sido duradouro, também era tempestuoso. Todos tinham outros amantes, e o ciúme era um problema para o melodramático Maiakóvski, pelo menos.
Muitos de seus poemas eram sobre ou dedicados a Lilya, mas vários mostram sua tensão. "O que eu sou senão/ um aleijado / infectado / com amor / Uma espécie de / vaso vazio / você pode encher / com sua merda" (tradução livre do inglês), ele escreveu em Pro Eto (Sobre Isto).
A farsa de Hutchison tem o nome de um canadense excêntrico, John Hutchison, um fã de bobinas de Nikola Tesla. Hutchison afirma ter descoberto uma série de coisas estranhas, como a levitação de objetos pesados e a fusão de metal e madeira por forças até então não detectadas por cientistas normais. Hutchison chama essas coisas estranhas de "efeito Hutchison".
Algumas das coisas que ele chama de estranhas parecem ser explicáveis em termos de eletromagnetismo e outras forças físicas conhecidas, mas ele tem explicações mais misteriosas, como "energia de ponto zero e campos eletromagnéticos que anulam a gravidade". Infelizmente, ele parece ser o único que pode produzir os efeitos, mas nem mesmo ele pode reproduzi-los - pelo menos ao estar na presença de observadores imparciais. Sua evidência consiste principalmente de sua palavra e seus vídeos.
Uma sugestão feita pelos céticos é que a Hutchison usa um eletroímã no teto e coloca peças ocultas de metal dentro dos objetos para que eles sejam atraídos pelo ímã. Ele poderia, então, filmar os objetos com uma câmera invertida enquanto ele desliga o eletroímã, fazendo com que os objetos no filme pareçam flutuar para cima quando, na realidade, eles estão caindo no chão. Muitos dos vídeos incluem objetos conspícuos na cena que não se movem (como uma velha vassoura), que podem ser presos deliberadamente para aumentar a ilusão de que a câmera não está de cabeça para baixo. Os críticos também apontam que os vídeos não mostram o que acontece com os objetos depois de levitarem.
Seu laboratório é sua garagem, cozinha e outros cômodos em seu apartamento. Grande parte de seu aparato parece ter vindo de lojas de excedentes militares.
Os irmãos Fleischer eram conhecidos, em 1938, por seus desenhos do Super-Homem e do Popeye e por competirem com a Disney produzindo filmes de animação, como o "Viagens de Gulliver". Aqui, antes que o estúdio concorrente pudesse criar algo similar, eles pularam na frente com "All's Fair at the Fair".
Este filme é sobre um casal de velhos que vai para a nova Feira Mundial (de NY em 1939, possivelmente). É uma feira completamente insana em que máquinas e robôs fazem todos os tipos de coisas. É tudo muito bobo e encantador. Mais importante ainda é que o desenho animado mostra a grande esperança que as pessoas tinham na época com relação à Feira.
Quando os nazistas assumiram o poder na Alemanha, liderados por Adolf Hitler, levaram ao Estado não apenas a visão radical da política, mas também perfis artísticos e culturais que ainda são objetos de pesquisas. Para além de todo o militarismo que caracterizava o governo alemão da década de 1930, havia uma série de símbolos que marcavam profundamente a ideologia do nazismo.
Dentre eles, destacou-se o uso da suástica, o símbolo máximo de identificação da Alemanha de Adolf Hitler. No entanto, existiam outros. Um deles era o chamado Sol Negro. A imagem, basicamente em cor preta, estampava um sol central expelindo doze raios. Observando-se mais atentamente, vê-se que este símbolo era composto de três suásticas, aumentando a identificação com o nazismo.
Amparado por ideias esotéricas e ocultistas, o misticismo nazista espalhou símbolos pelos locais que considerava mais representativos da cultura ariana. Um desses era o castelo Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn, que recebeu vários ornamentos nazistas.
No andar de mármore do castelo foi implantado um mosaico com um disco dourado no centro, representando o Sol Negro. Este termo, contudo, somente se tornou popular após o término da II Guerra Mundial, especialmente porque, devido à luminosidade do local, o símbolo parece adquirir a cor preta.
O Sol Negro é utilizado atualmente por correntes do neopaganismo, que atribuem significados distintos ao símbolo, como também por integrantes de grupos neonazistas.
Este fenômeno acontece quando o Sol fica em seu ponto de maior verticalidade sobre a Terra, o que faz que as sombras laterais dos habitantes desapareçam.
Nesses dias, o Sol estará bem acima das nossas cabeças e, por isso, as pessoas não projetarão sombras durante alguns minutos. O mesmo acontecerá com os edifícios.
24/05/1919 - A passagem do "sol no topo" em Yucatán, México
(https://zap.aeiou.pt/fenomeno-astronomico-deixou-mexico-sem-sombras-3-dias-258892)
A passagem do Sol pelo topo ocorre duas vezes por ano, quando a nossa estrela se dirige para o norte na primavera e, em seu regresso, após o solstício de verão.
O fenômeno acontece diariamente nos lugares entre o Trópico de Câncer e o de Capricórnio. As datas são estas:
21/3 Equador
21/6 Trópico de Câncer
21/9 Equador
21/12 Trópico de Capricórnio.
Na verdade, só exatamente ao meio dia solar LOCAL (atenção para esta última palavra!) é que não há sombra NO LOCAL. À medida que o Sol vai descrevendo o seu movimento "aparente" (na realidade, é a Terra que vai rodando) o LOCAL em que não há sombra vai mudando (porque o meio dia solar vai mudando, claro).
Era uma série de rotas interligadas através da Ásia do Sul, usadas no comércio da seda entre o Oriente e a Europa. Assim, os carregamentos eram transportados por caravanas e embarcações oceânicas que ligavam comercialmente o Extremo Oriente e a Europa. Provavelmente esses percursos foram estabelecidos a partir do oitavo milênio a.C. e foram fundamentais para as trocas entre estes continentes até a descoberta do caminho marítimo para a Índia. A rota da seda formava a maior rede comercial do Mundo Antigo.
Estas rotas não só foram significativas para o desenvolvimento e florescimento de grandes civilizações, como o Egito Antigo, a Mesopotâmia, a China, a Pérsia, a Índia e até Roma, mas também ajudaram a fundamentar o início do mundo moderno. Rota da Seda é uma tradução do alemão Seidenstraße, a primeira denominação do caminho feita pelo geógrafo alemão Ferdinand von Richthofen no século XIX.
No passado remoto, os chineses aprenderam a fabricar seda a partir da fibra branca dos casulos dos bichos-da-seda. Só os chineses sabiam como fabricá-la e mantinham esse segredo muito bem guardado. Quando eles fizeram contato com as cidades do Ocidente, encontraram pessoas dispostas a pagar muito caro pela seda. Os dois lados da rota aprenderam muito sobre culturas diferentes das suas, e isso expandiu suas ideias sobre o mundo. O viajante, mercador e comerciante veneziano Marco Polo percorreu a Rota da Seda no século XIII. WIKI
Nova Rota da Seda
Em 14 maio de 2017, o presidente da China, Xi Jinping, discursando no Fórum sobre a "Nova Rota da Seda", anunciou o investimento de 70 bilhões de dólares no projeto.
Bem-vindo ao mundo do apontamento do lápis.
Isso pode parece um tema chato. Na verdade, é muito mais chato do que você imagina. Há vários estilos de ponta, vários métodos de apontar o lápis, e o artista do desenho precisa estar afiado em todos eles.
Citando-se os estilos, são principalmente quatro: a ponta padrão (v. imagem), a ponta em cinzel, a ponto em agulha e a ponta em forma de bala.
Slideshows
1 - DESENHOS HIPERREALISTAS
São desenhos feitos a lápis por alguns dos grandes mestres do gênero. Tão perfeitos que parecem fotografias!
2 - DESAPONTADORES DE LÁPIS
Os lápis, os apontadores, como se relacionam, o que fazer com os toquinhos e as aparas etc. Saibam tudo sobre eles. E tenham um Feliz Natal!
Índios Tabajaras
Muçaperê (Tianguá - CE) e Erundi (1918, Crato - CE) eram índios da tribo Tabajara. Em 1933, esses dois irmãos cearenses migraram a pé para o Rio de Janeiro. E, numa caminhada que durou três anos, a dupla entrou em contato com violeiros e cantadores das regiões pelas quais passaram. No Rio de Janeiro, onde a seguir fixaram residência, eles se registraram com os nomes de Antenor e Natalício, respectivamente. Mantiveram, porém, o nome de "Índios Tabajaras" para suas apresentações e gravações de discos.
O repertório da dupla ia do gênero popular (apresentado em trajes indígenas) ao erudito (apresentado com smokings). Os "Índios Tabajaras" residiram por alguns anos nos Estados Unidos, onde alcançaram grande sucesso, e fizeram excursões musicais em diversos países da América Latina, da Europa e Japão.
Cacique Robson Miguel
Robson Neves Miguel, nascido em 28/8/1959, em Vitória, ES. Violonista, compositor e arranjador.
Entre os seus discos, destacam-se "Dos Manos y una Guitarra", "Sueño azul" e "Robson Miguel en vivo, Córdoba-España", lançados na Espanha, e "Cores do Brasil", lançado na Alemanha..
Maestro Cacique Robson Miguel (falando):
"Uma vez, eu encontrei uma índia a quem perguntei:
– Qual o seu nome?
– We-e-e-na.
– Como?
– We-e-e-na.
– Qual é mesmo o seu nome?
– We-e-e-na.
– Mas por que você está cantando We-e-e-na? Mi, Si, Mi, Mi.
– Eu sou da etnia Tikuna que fica na fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru. Nossa língua está sendo estudada porque somos os únicos índios na América com uma língua tonal. Meu pai é Boatecu, minha irmã é Jueena, e eu sou Weena.
– Que interessante! Uma índia que eu tenho de cantar para dizer o nome: We-e-e-na.
Então, começou um grande amor e agora estamos casados há oito anos."
(transcrito do vídeo "Escuta Só: Ouvido Absoluto", 18:26–19:17)
Fernando Batista
A viola foi um instrumento utilizado para a catequização dos indígenas pela Companhia de Jesus, em 1549. O som da viola, segundo alguns autores, despertava entre os silvícolas uma espécie de encantamento, facilitando a conversão ao cristianismo. Em 1929, em Paris, Heitor Villa-Lobos apresentou a primeira execução pública de seu poema sinfônico "Amazonas", após 59 anos do grande sucesso na Europa da ópera "O Guarani", de Antônio Carlos Gomes. Em seus espetáculos, os dois grandes músicos procuravam representar o universo indígena brasileiro para as plateias europeias.
Na Comunidade Indígena Amarelão, no Rio Grande do Norte, o Projeto Musical Irmã Therezinha Galles iniciava, desde 2004, crianças e adolescentes no estudo de flauta e violão. Foi nesse projeto que o jovem potiguara Fernando Batista conheceu a musicalidade, não da viola catequista mas da música erudita, com que se tornou um violonista da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/3288-comunidade-amarelao-tem-um-violonista-erudito
Vídeos
"Hora Staccato" - de Grigoras Dinicu [https://youtu.be/XwgVdsixnYI]
"Czardas" - de Victorio Monti [https://youtu.be/V9HIWGklegI]
"La Catedral" - de Agustín Barrios [https://youtu.be/h4djFzNF5_Q]
A Terra é o único planeta rochoso que tem muita água e um satélite relativamente grande que estabiliza seu eixo. Se não fossem esses fatores, não existiria vida em nosso planeta.
Segundo um comunicado da Universidade de Münster (Alemanha), os cientistas comprovaram a hipótese de que 4,4 bilhões de anos atrás a Terra colidiu com um corpo celeste gigante chamado Theia, que era do tamanho de Marte, e na sequência dessa colisão se formou a Lua.
Antes, os cientistas pensavam que Theia se formou na parte interior de nosso Sistema Solar, na qual também se encontra o planeta Terra. Todavia, um novo estudo, publicado na Nature Astronomy, demonstrou que Theia proveio da parte exterior do Sistema Solar. Os investigadores chegaram a esta conclusão fazendo análises da composição de nosso planeta.
A análise de radioisótopos do molibdênio revelou que a maior parte do material do manto terrestre consiste de uma substância parecida à composição dos asteroides carbonosos ricos em água que se formam somente na parte exterior do Sistema Solar.
Os investigadores acreditam que tenha sido Theia que alimentou o manto terrrestre com o material dos asteroides carbonosos, ao tempo em que trouxe também uma grande quantidade de água para a Terra.
🗺O que alguns estrangeiros disseram a respeito: Bernie Sanders, senador americano e pré-candidato à Presidência dos EUA:
"Como presidente, Lula fez mais do que ninguém para diminuir a pobreza no Brasil e defender os trabalhadores. Estou encantado por ele ter sido libertado da prisão, algo que, em primeiro lugar, nunca deveria ter acontecido." Alberto Fernández, presidente eleito da Argentina:
"Comove a força de Lula para enfrentar essa perseguição (única definição que se encaixa no processo judicial arbitrário ao qual foi submetido). Sua força demonstra não apenas seu compromisso, mas a imensidão desse homem. Viva!" Cristina Kirchner, ex-presidente argentina e vice-presidente eleita:
"Hoje cessa uma das maiores aberrações da lei na América Latina: a privação ilegítima da liberdade do ex-presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva." Anne Hidalgo, prefeita de Paris, na França:
"É bom saber que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva acaba de ser solto. Espero por ele o mais rápido possível em Paris, onde ele é cidadão honorário." Kailash Satyarthi, ativista indiano e vencedor do Prêmio Nobel da Paz:
"Parabéns ao meu querido amigo e ex-presidente Lula! Notícia incrível! Eu o conheci na prisão há apenas 15 dias e agora ele está livre. A verdade prevalece. Sua liberação ajudará a unificar uma sociedade brasileira dividida, a restaurar a fé na justiça. Ele pode emergir como um ícone para a paz." François Hollande, ex-presidente da França:
"O lugar de Lula não era na prisão. A liberdade lhe foi restaurada, eu sei que ele a colocará a serviço do Brasil." Nicolás Maduro, presidente da Venezuela:
"A verdade triunfou no Brasil! Em nome do povo da Venezuela, expresso minha mais profunda alegria pela libertação de meu irmão e amigo Lula, que estará novamente nas ruas para liderar as justas causas de brasileiros e brasileiras."
Fonte: Twitter
Em 1949, o King Features Syndicate produziu um livro ilustrado no estilo das HQ para explicar como a fissão nuclear funciona.
Foi estrelado por Dagwood e sua esposa Blondie (Belinda, no Brasil), com aparições de outros personagens cômicos do King Features: Popeye, Sobrinhos do Capitão, Reizinho e outros.
A ciência é explicada por Mandrake, o Mago!
As 36 páginas do livro foram digitalizadas e ampliadas em O efêmero. Esteja avisado, há um teste no final.
O ator e humorista participou de audiência pública no STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 2ª feira (4.out.2019) sobre o Conselho Superior do Cinema.
[Trechos iniciais] Eu queria começar falando de São Lourenço, padroeiro dos humoristas. Pouca gente sabe que São Lourenço morreu na grelha por uma piadinha. São Lourenço fez uma gracinha. O imperador de Roma pediu que entregasse todas as riquezas da Igreja, e Lourenço foi ao imperador, com uma multidão de pobres, e disse: "eis a maior riqueza da igreja". E foi condenado à grelha. Na grelha, ardendo em chamas, deitado sobre a grelha, e já ardendo quase morto, ele ainda se vira para o carrasco e diz: "pode virar que este lado já está bom". Por essa, São Lourenço é o padroeiro dos humoristas e dos cozinheiros (e dos churrasqueiros também). Eu sou devoto de São Lourenço, apesar de ateu.
Eu aprendi com ele que o humorista não pode ter medo, que o humor não convive com o medo. Então, eu não tenho medo nem da morte, eu vou ter da censura? Ao contrário, eu quero agradecer aos censores, sim, porque não tem nada melhor para a classe dos humoristas do que a figura dos censores. Não há nada mais patético, mais risível, mais ridículo, mais propício a piadas do que essa contradição humana, que é o sujeito pudico que passa o dia à procura de sacanagem. É um beato que passa o dia inteiro à procura de um pinto. Ele acorda, ele se senta à sua mesa, ele põe os óculos e pega uma caneta e, até o final do dia, ele procurará mamilos, riscará petecas, sublinhará a bilaus. É isso que ele faz na vida.
Ele é um sujeito que se dedica a procurar a obscenidade. É um sujeito que, para escolher essa profissão, precisa ser no mínimo um pervertido. Ele quer a sacanagem só para ele e não deixa que ninguém mais veja. Pior, ele sugere arremedos que sempre pioram o objeto censurado. Tanto é que a história se encarrega de esquecê-los. Nelson Rodrigues, Chico Buarque, Caetano Veloso, Graciliano Ramos, Cassandra Rios, Érico Veríssimo - todos censurados! Alguém se lembra do nome dos censores? Ninguém. Não há sequer um beco em homenagem a eles. Ele está no último dos círculos do inferno de Dante.
Segundo o atual diretor de artes cênicas da Funarte, os artistas estão "deturpando os valores mais nobres da nossa civilização, propagando suas nefastas agendas progressistas, denegrindo nossa sagrada herança judaico-cristã". É graças a gente como ele que eu tenho um emprego garantido pelos próximos três anos, porque esse governo é um pré-sal da estupidez. Então, nesse processo de "damarisação" do Brasil, alguns choram, outros vendem lenço. Eu estou vendendo lenços, mas o mesmo não pode ser dito dos artistas que não vivem do ridículo alheio e que são muitos. Esses, sim, correm um sério risco, porque toda arte que presta (um dia) na história foi considerado nefasta. [. . .]
Uma ideia
Em 2005, o estudante Alex Tew teve uma ideia de um milhão de dólares. O jovem de 20 anos estava pensando em como pagar um curso de negócios de três anos.
Tew já estava preocupado com o fato de que sua conta entraria ainda mais no negativo. Então, rabiscou em um papel: "Como se tornar um milionário".
Vinte minutos depois, ele chegou ao que pensou ser a resposta. Tew criou um site chamado Million Dollar Homepage (Página de Um Milhão de Dólares, em tradução livre).
Era quase ridiculamente simples: no site, havia um milhão de pixels de espaço publicitário, disponíveis para serem comprados em blocos de 100 a US$ 1 por pixel. Depois de comprá-los, eles seriam do seu novo dono para sempre. Quando o milionésimo bloco fosse vendido, Tew seria um milionário. Pelo menos, esse era o plano.
A Million Dollar Homepage foi lançada em 26 de agosto de 2005, depois que Tew gastou 50 euros para registrar o domínio e configurar a hospedagem. Os anunciantes compraram pixels e forneceram um link, uma imagem minúscula e uma pequena quantidade de texto para quando o cursor pairasse sobre ela.
Depois de pouco mais de um mês, graças ao boca-a-boca e à crescente atenção da mídia, a página de Tew arrecadou mais de US$ 250 mil. Em janeiro de 2006, os últimos 1 mil pixels foram vendidos em leilão por US$ 38,1 mil. Tew realmente conseguiu o seu US$ 1 milhão. http://blogdopg.blogspot.com/2008/11/pgina-de-um-milho-de-dlares.html https://blogdopg.blogspot.com/2015/05/a-pagina-de-um-milhao-de-dolares-2.html
A decadência veloz - e invisível - da internet A Million Dollar Homepage ainda está online, quase uma década e meia depois de ter sido criado.
Muitos dos clientes - que incluem o jornal britânico The Times, o serviço de viagens Cheapflights.com, o portal Yahoo! e a dupla de rock Tenacious D - tiveram 15 anos de publicidade com esse pagamento único. O site ainda tem milhares de visitantes todos os dias. Provavelmente, foi um investimento muito bom.
Tew, que agora dirige o aplicativo de meditação Calm, tornou-se um milionário. Mas a página que ele criou também se tornou outra coisa: um museu vivo para os primórdios da internet.
Quatorze anos podem não parecer muito tempo, mas, na internet, é como uma era geológica.
Cerca de 40% dos links na página inicial da Million Dollar Homepage são de sites extintos. Muitos dos outros agora levam a páginas diferentes, após o endereço ter sido vendido para novos proprietários.
A Million Dollar Homepage mostra que a decadência deste período inicial da internet é quase invisível. https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-48139797 (texto na íntegra)
Os alienígenas são atenciosos. Eles raramente perturbam os terráqueos durante o trabalho ou durante o sono. Em vez disso, eles tendem a chegar à noite, especialmente nas sextas-feiras, quando as pessoas estão nas varandas de suas casas, apreciando as luzes que piscam no céu, aí pela quarta cerveja. (Paulo Gurgel, em Avistamento de OVNIs)
Uma doença crônica em que as vítimas não têm a força de vontade para fazer qualquer coisa que exija esforço. Toda a população (com exceção dos workaholics) sofre desta doença. Não há cura conhecida.
A preguiça é o melhor dos 7 pecados, pois ela impede de cometer os outros 6.
Produto do dia Lying glasses são ótimos para prevenir cãibras no pescoço ou cansaço ocular. Permitem assistir TV enquanto deitado de costas. Sua visão com um ângulo de 90 graus para baixo, eliminando a necessidade de movimentos da cabeça.
A análise das histórias de 192 países do mundo encontrou apenas 22 que nunca sofreram uma invasão dos ingleses. Esta análise está contida em um livro, "All the countries we've ever invaded: and the few we never got round to" ("Todos os países que nós já invadimos: e os poucos que nós nunca conseguimos").
Stuart Laycock, o autor, trabalhou ao redor do mundo, pesquisando a história dos países para estabelecer se, a qualquer momento, eles experimentaram uma incursão da Grã-Bretanha. Apenas uma proporção comparativamente pequena do total da lista de Estados invadidos de Laycock constituía uma parte oficial do império britânico.
O restante foi incluído porque se descobriu que os britânicos exerceram algum tipo de presença militar no território - ainda que transitório - seja por força, ameaça de força, negociação ou pagamento.
Incursões de piratas britânicos, corsários ou exploradores armados também foram incluídas, desde que operadas com a aprovação de seu governo.
"Outros países poderiam escrever livros semelhantes - mas eles seriam muito mais curtos. Não acho que nenhum poderia igualar a isso, embora os americanos tenham começado mais tarde e estivessem trabalhando duro no século XX", diz Laycock. "A única outra nação que alcançou algo que se aproxima do total britânico foi a França - que também detém o infeliz registro de ter sido a que mais sofreu invasões britânicas."
Os países nunca invadidos pelos ingleses:
Andorra, Belarus, Bolívia, Burundi, República Centro-Africana, Chade, República do Congo, Guatemala, Costa do Marfim, Quirguistão, Liechtenstein, Luxemburgo, Mali, Ilhas Marshall, Mônaco, Mongólia, Paraguai, São Tomé e Príncipe, Suécia, Tajiquistão, Uzbequistão e Cidade do Vaticano.
Os primos Arliane Golvin, de 21 anos, e Luciano Golvin, de 17, e o amigo Jobel Flanyr, de 25, tentariam pela, primeira vez, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Manaus.
Os três chegaram ao ponto de ônibus na BR-174 (que liga Boa Vista a Manaus), por volta das 10h. E o ônibus passou em seu horário usual - - meia hora depois.
No entanto, o motorista não parou o coletivo para eles, que entraram em desespero. Sem dinheiro suficiente para pagar um veículo de aplicativo, o trio perdeu a prova.