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24 junho, 2026

No Salão Oval...

Apreciem o ar de satisfação do gato laranja (cercado pelos ratos que lhe rendem vassalagem), só por  imaginar que pode estar influenciando a dinâmica eleitoral no Brasil.
Esta sátira política foi postada por Reinaldo Azevedo no X e no Metrópoles.

29 abril, 2026

Arre, que arrogância!

Donald Trump não é uma exceção na política americana; ele é seu resultado natural. Sua trajetória de estrela de reality show a Presidente mostra o declínio intelectual e político dos Estados Unidos. Trump não entende de ideologia, história ou diplomacia. Em vez disso, ele usa a arrogância para encobrir sua ignorância. Tristemente, muitos americanos acham isso atraente.
Ele se assemelha ao herói americano superficial que vemos em filmes de Hollywood — forte, mas não pensativo, excessivamente confiante e orgulhoso de saber muito pouco. No mundo real, guerras não são vencidas apenas pela força; diplomacia exige inteligência e liderança demanda responsabilidade. Mas para pessoas como Trump, o mundo é um palco para um filme de ação, cheio de grandes ameaças e gestos chamativos. Ele transforma política, governança e relações internacionais em um programa de TV.
O verdadeiro problema não é Trump em si, mas o sistema que permitiu que ele se tornasse Presidente. Se os Estados Unidos, vistos como uma das grandes potências dos séculos XX e XXI, podem eleger uma pessoa tão superficial, o país pode estar já no caminho do declínio. Outrora conhecida por liderar em ciência, tecnologia e cultura, a que se diz América agora é governada por discursos populistas, teorias da conspiração e uma política que trata a ignorância como uma virtude.
Trump também é um símbolo. Ele reflete o que uma grande parte do público americano — consciente ou não — escolheu: uma sociedade que vê a ignorância como bravura e rejeita o conhecimento e a expertise. Em um ambiente como esse, um líder como Trump parece quase inevitável.
Isso é perigoso para o mundo inteiro. Enquanto uma figura como Trump liderar uma superpotência como os Estados Unidos, a estabilidade global dependerá de seus caprichos, truths e rancores pessoais. A ideia da diplomacia e da diplomacia cuidadosa desaparecem, e até mesmo as questões mais sérias se tornam parte de um show. Isso poderia marcar o começo do fim, não apenas para a que se diz América, mas para todos.

07 outubro, 2025

Tom e Donald

O presidente Donald Trump comemorou a notícia de que um grupo de ex-alunos de West Point cancelou uma cerimônia de premiação em homenagem a Tom Hanks. O ator deveria ter recebido o Prêmio Sylvanus Thayer de 2025, em 25 de setembro, mas a associação de ex-alunos da Academia Militar dos EUA cancelou a cerimônia.
"Movimento importante!", disse Trump em uma publicação em sua rede social. "Não precisamos de vencedores destrutivos e desinformados recebendo nossos queridos prêmios americanos!!! Espero que o Oscar e outras premiações falsas revisem seus padrões e práticas em nome da imparcialidade e da justiça."
COMENTÁRIO. Compreensível que Trump tenha agido assim. Tom Hanks foi em busca do soldado Ryan contra a sanha nazista. Foi o produtor de "Band of Brothers" que mostrou a saga da Cia Easy do treinamento até a ocupação do Ninho da Aguia, refúgio do Führer. E muitos outros filmes sobre a luta contra os nazistas. Vai que Hanks tivesse levemente pensado em caçar o nazista laranjão.
PS. Em 2004, durante uma visita à Casa Branca , Hanks soube que o Corpo de Imprensa não tinha cafeteira e, logo depois, doou uma máquina de café expresso . Ele doou novas máquinas novamente em 2010 e 2017. Sua doação de 2017 foi acompanhada por uma nota que dizia: "Ao Corpo de Imprensa da Casa Branca, continuem a boa luta pela Verdade, Justiça e o Modo de Vida Americano. Especialmente pela parte da Verdade."

01 agosto, 2025

TSK, TSK

Quero ver o governo Trump aplicar a Lei Magnitsky contra Nayib Bukele, presidente de El Salvador, que comete violações sistemáticas de direitos humanos (inclusive encarceramento em massa sem o devido processo legal), tortura e repressão à dissidência.

"Passei anos lutando pela aprovação da Lei Magnitsky para acabar com as impunidade de violadores graves dos direitos humanos e cleptocratas. Pelo que sei, o juiz brasileiro Moraes não se enquadra em nenhuma destas categorias."
~ Sir William Browder, no X

02 abril, 2025

Groenlândia em 3 tempos

1. A Groenlândia é um baú de tesouro sob o gelo.
Sob a vasta superfície gelada da Groenlândia estão alguns dos depósitos de matéria-prima mais ricos da Terra.
Esta ilha ártica não é apenas a maior ilha do mundo; é uma mina de ouro geológica. Formadas ao longo de bilhões de anos, as rochas antigas da Groenlândia são parte da crosta original da Terra. E trancadas dentro delas? Elementos de terras raras, ouro, platina, ferro, urânio e até diamantes.

2. À medida que a camada de gelo derrete e a terra se torna mais acessível, cresce o interesse pelos recursos da Groenlândia. As empresas de mineração estão de olho em tudo, desde minerais essenciais para energia verde (como neodímio para turbinas eólicas) até metais preciosos usados ​​em tecnologia. Muitos deles ocorrem em carbonatitos, pegmatitos e formações ferríferas bandadas, bem documentados em regiões como o sul da Groenlândia e a província de Gardar.

3. Enquanto isso, o vice JD Vance e sua esposa passaram apenas três horas na Groenlândia durante uma visita — inteiramente em uma base militar dos EUA. Protestos e um boicote comercial total os forçaram a sair, pois os moradores locais se recusaram a servi-los ou a admiti-los em qualquer lugar.


"PERFURE, BABY, PERFURE"

18 março, 2025

Donald "Jabba" Trump

Mundo ao Minuto - Neste domingo (16), o deputado Raphaël Glucksmann, que representa a França no Parlamento Europeu, sugeriu que os Estados Unidos devolvessem a Estátua da Liberdade, que foi oferecido pela França no centenário da Declaração da Independência dos Estados Unidos.
Glucksmann, que é um grande defensor da Ucrânia, fez a sugestão após as medidas que estão sendo tomadas pela administração Trump na guerra da Rússia. O parlamentar justificou que os EUA já não se guiam pelos valores que levaram Paris a dar este presente.
O eurodeputado fez críticas não só à atuação de Washington em relação á guerra na Ucrânia, e à aproximação a Vladimir Putin, mas também contra as demissões que estão acontecendo em instituições públicas, como em organizações de pesquisas nas áreas da saúde e do clima.

08 março, 2025

Aumentam ataques russos à Ucrânia após posse de Trump

Os ataques de drones e mísseis russos à Ucrânia aumentaram enormemente desde que Donald Trump tomou posse em janeiro de 2025. Dados do instituto norte-americano Institute for the Study of War mostram picos notáveis no número de ataques nos últimos dois meses.

24 fevereiro, 2025

Adolfo, o Lobo

"And the Wolf Said" é um desenho animado criado por Theodor Seuss Geisel (Dr. Seuss) em 1941, que apareceu na PM Magazine, quando a neutralidade em relação à agressão nazista e fascista na Europa estava perdendo popularidade entre os americanos, que cada vez mais expressavam preocupação com os aliados sofrendo com a agressão nazista. Este ainda famoso desenho animado do cartunista Dr. Seuss satirizou o movimento isolacionista "America First" do início dos anos 1940, destacando seus fundamentos nativistas e absurdo moral. O desenho animado começou a circular novamente após a eleição de Donald Trump em 2016, por causa de sua evocação de "America First" em sua retórica política.
http://acampusdivided.umn.edu/still_image/and-the-wolf-chewed-up-all-the-children/


"Então, o Lobo mastigou as crianças e cuspiu seus ossos. Mas elas eram crianças estrangeiras e isso realmente não importava."

19 fevereiro, 2025

O branqueamento das escolas militares nos Estados Unidos

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América está impondo um regime de censura abrangente em sua rede de 161 escolas primárias e secundárias — eliminando conteúdo que reconheça as contribuições de mulheres, minorias e pessoas LGBTQ+.
As restrições pretendem implementar ordens executivas do presidente Trump, incluindo "Defender as mulheres do extremismo da ideologia de gênero e restaurar a verdade biológica ao governo federal" e "Acabar com a doutrinação radical na educação básica". A repressão ao discurso é considerado importante, não apenas porque afeta 67.000 alunos de famílias militares, mas porque provavelmente reflete uma agenda que o governo Trump tentará impor a todas as escolas públicas.
O memorando cancela "todos os eventos especiais planejados e atividades não instrucionais relacionadas a observâncias de conscientização cultural". Isso significa que as escolas estão proibidas de celebrar o Mês da História Negra, o Mês da História das Mulheres, o Mês do Orgulho, o Mês da Herança Hispânica, o Mês da Herança Indígena Americana e outros eventos.
Como parte do cumprimento da diretriz, algumas escolas estão removendo pôsteres e conteúdo de mídia social que homenageiam mulheres e pessoas de cor. Uma escola militar, de acordo com o congressista Jamie Raskin, "removeu fotos das paredes de Susan B. Anthony e Dr. Martin Luther King Jr.".
Extraído de:
The whitewashing of military schools. In: Popular.Info

08 fevereiro, 2025

Jogai e vigiai 24/7

Uma família canadense na fronteira usa tacos de hóquei com olhos esbugalhados para zombar de recente   exigência de Trump.

com googly eyes

22 janeiro, 2025

⬇ Denali, ⬆ McKinley

"A Idade de Ouro da América começa agora."
Quando fez esta proclamação em seu discurso de posse, segunda-feira, 20 de janeiro, Donald Trump referiu-se a um período que ele adora. Apelidado de Era Dourada, onde o brilho escondia a pobreza, este período americano seguiu-se à Guerra Civil (1861-1865). Foi feito de fortunas surpreendentes, impérios industriais, corrupção política generalizada, lutas sociais violentas, segregação no Sul e uma imprensa subjugada.
Em seu discurso de posse, Trump anunciou também que iria homenagear "um grande presidente, William McKinley, que nos tornou muito ricos". Ao restaurar o nome anterior da cúpula mais alta dos Estados Unidos, no Alasca.
Este pico, a 6.190 metros acima do nível do mar, que havia sido renomeado como Denali, em 2015, por Barack Obama (conforme solicitado pelos nativos americanos), voltará a se chamar Monte McKinley.
Protecionismo
William McKinley foi ao mesmo tempo um grande protecionista e um grande imperialista, tal como Donald Trump pretende ser ao querer conquistar a Groenlândia e recuperar o controle do Canal do Panamá. (*) Por sua instigação, quando McKinley era senador por Ohio, os Estados Unidos introduziram tarifas em 1890, que aumentaram de uma média de 38% para quase 50% e ele as aumentou novamente quando foi eleito presidente. Donald Trump sonha com este modelo, que permitiu financiar mais da metade do orçamento federal.
Fonte: artigo de Arnaud Lepamantier, correspondente em NY de Le Monde
(*) Trump também quer mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América.

15 outubro, 2024

FACETRUMP

DONALD É TODO AMOR
Amor à grana.
Amor ao poder.
Amor a si mesmo.

HEIL, VANCE!
"Eu estava errado em chamar Trump de Hitler da América, mas agora percebi que nós dois podemos ser o Hitler da América juntos."
(A crueldade de Trump é estúpida e oportunista. A crueldade de Vance é pensada e intencional.)

DONALD:
(falando) Eu quero ver Biden na prisão!!!
BIDEN:
(pensando) O que faz Donald pensar que eu vou vê-lo na prisão?

EU CHEQUEI!
O interessante sobre os imigrantes é que, sem eles, nem Trump nem Vance teriam esposas.
Melania é eslovena e Usha é filha de imigrantes indianos.
(Se a mãe e os avós paternos de Trump não tivessem imigrado para os EUA, nem Trump seria americano.)

INVASÕES À PARTE
"Eu me dou muito bem com Putin. Eu entendi; eu entendo completamente o que está acontecendo. (Ucrânia) era a menina dos olhos dele; ele costumava falar sobre isso. Mas eu disse: 'Você não vai entrar', e ele não entrou."

01 outubro, 2024

A cadeia alimentar segundo o trumpismo

Tradução: PGCS

Uma estratégia central de Donald Trump, tanto como candidato quanto como presidente, tem sido fabricar medo e desprezo em relação a migrantes sem documentos (entre outros grupos). Esta estratégia globalizou-se, ao ser replicada com pequenos ajustes em outros países, inclusive no Brasil.

18 julho, 2024

Bonés e armas de fogo no Capitólio

Trump continua um século de tradição autoritária no uso de estratégias de marketing para criar uma nova comunidade sagrada. Ele dá a seus seguidores de base uma identidade tribal e uma maneira de baixo custo de ostentá-la com orgulho (o chapéu ou boné MAGA), transformando-os em embaixadores ambulantes da marca. O chapéu dá aos devotos uma conexão pessoal com ele. Eles podem não ter condições de pagar seus ternos Brioni sob medida, mas compartilham o mesmo capacete.
"Ele estava vendendo Trump, mas poderia estar vendendo tênis", disse um estrategista rival do diretor de mídia digital de Trump, Brad Parscale, e do modelo de comércio eletrônico que a campanha usou para levar Trump ao cargo.
O chapéu MAGA os atrai, mas a arma os mantém lá. A ilegalidade machista sempre foi a raiz do apelo de Trump. Ser encorajado pelo líder a transgredir (a verdade, a "correção política", o estado de direito, os tabus contra bater no vizinho) foi e continua sendo uma grande parte da emoção de ser um seguidor de Trump.
A arma aparece no chapéu porque a violência está embutida no modelo político de Trump, que prega que alguns devem ser prejudicados, ou pelo menos ameaçados ao silêncio, ou "trancados", para que a glória da verdadeira nação possa se concretizar.
A arma, já símbolo da repressão sistemática do governo às pessoas de cor, representa os direitos dos civis portadores de armas de criar e policiar a nova comunidade nacional. Mandel pode ser um ex-fuzileiro naval, mas a arma que ele retrata é presumivelmente uma questão privada. As armas já figuram em uma visão de mudança política, incorporada na tentativa de golpe de 6 de janeiro, que depende da força e de medidas extralegais.


Autoritários sempre precisam de um verniz de respeitabilidade para manter as elites financeiras e outras a bordo e deixar as pessoas pensarem: "Não é tão ruim; não é tão sério". Essa é a função do chapéu ou boné MAGA. No entanto, não há nada de inofensivo na violência cometida por aqueles que usam esses chapéus, que incluem muitos que invadiram o Capitólio. Os chapéus MAGA podem se referir a um futuro Trumpiano alegre, mas a violência é a maneira como esse futuro provavelmente será realizado. (Trad.: PGCS)

http://lucid.substack.com/p/the-maga-hat-and-the-gun, Lucid archive

02 abril, 2024

Um boné MAGA, uma arma de fogo

Dois emblemas do Trumpismo, um movimento alimentado pelo glamour capitalista e pela violência, o primeiro dando cobertura ao segundo (como nesta foto).



12 janeiro, 2022

Traduzindo Trump

Deu no The Guardian:
12/01/18 (há 4 anos) - A descrição de Donald Trump do Haiti, El Salvador e países africanos (não especificados) como "shitholes" em uma reunião no Oval Office com senadores dos EUA para discutir a imigração na quinta-feira rapidamente disparou em todo o mundo.
Mas no momento em que a história chegou às telas e às primeiras páginas em alguns países, a linguagem ofensiva havia sido algo perdida na tradução, enquanto nos cantos mais conservadores da América - Utah, rede de TV - estava escondida pelo eufemismo.
A agência central de notícias de Taiwan liderou a confusão na Ásia traduzindo "países de shithole", como, na fonética, "niao bu sheng dan de guo jia". Isso significa, literalmente, "países onde as aves não colocam ovos", embora revelasse também uma alusão a lugares de desolação ou tédio.
Na China, o Diário do Povo decidiu que significava "países que sugam", enquanto o Jornal da Juventude, em Cidade Ho Chi Minh, foi para "estados de lixo". Na Europa, o jornal grego Ta Nea estabeleceu-se em "países ladrões".
O venerável Le Monde, da França, não chegou muito bem com os países "meridianos". Mas um site de notícias francês irmão, Courrier International, foi direto para a jugular com "trou a merde", ou buraco de merda.
Enquanto isso, em alguns dos países que Trump insultou, não houve confusão. O site de notícias digital La Pagina, em El Salvador, referiu-se em sua manchete para "agujeros de mierda".
O jornal mais antigo do Haiti, Le Nouvelliste, dirigiu uma manchete tímida e enigmática em francês, simplesmente: "O governo haitiano condena as palavras de Trump." Mas no corpo da história em si dispensou tanto modéstia quanto asteriscos e se referiu claramente a "un trou de merde".
O governo do Botswana publicou um tweet anunciando que "indagou do governo dos EUA, por meio do embaixador, para esclarecer se Botswana é considerado um país "shithole". Ele disse que considerava" os enunciados como altamente irresponsáveis, repreensíveis e racistas ".
Dado que Trump não especificou a quais países da África estava se referindo, era difícil para algumas nações saber como responder. Pelo menos, Trump pareceu saber que a África é um continente e não um único país, ao contrário da candidata vice-presidencial de 2008, Sarah Palin.

01 novembro, 2020

Madame Tussauds, em Berlim, despeja Trump antes das eleições

BERLIM (Reuters) - O museu de cera Madame Tussauds em Berlim carregou sua efígie do astro da TV que se tornou o presidente republicano Donald Trump em uma lixeira na sexta-feira. Uma medida aparentemente com a intenção de refletir suas expectativas para a eleição presidencial da próxima terça-feira.


No que parecia mais um insulto calculado, a estátua de seu predecessor e nêmesis Barack Obama, que contava com a chanceler alemã, Angela Merkel, entre seus aliados mais próximos, permaneceu no local em que estava, radiante e bem apresentada. 
"A atividade de hoje tem um caráter simbólico antes das eleições nos Estados Unidos", disse o gerente de marketing do museu, Orkide Yalcindag. "Nós aqui no Madame Tussauds Berlim removemos a estátua de cera de Donald Trump como uma medida preparatória."
Há meses, Trump vem atrás de seu adversário democrata Joe Biden nas pesquisas de intenção de votos, em parte por causa da desaprovação generalizada a sua condução da pandemia do novo coronavírus que varre a Europa e os Estados Unidos, embora pesquisas recentes tenham mostrado que ele está ganhando terreno em alguns estados-chave.
A exibição permanente do Madame Tussauds também inclui ex-presidentes dos Estados Unidos: independentemente do resultado eleitoral, Trump e sua lixeira provavelmente estarão de volta em breve.

"NINGUÉM JOGA FORA PESSOAS QUE DIVIDEM ALMAS COMO BERLIM." O Twitter de Deus

12 outubro, 2019

A casa da árvore de Trumpinho

Trumpinho, com a ajuda de alguns amiguinhos, terminou a construção de uma casinha de madeira numa árvore do gramado da Casa Branca. Ontem, o garoto de dez anos proibiu, por tempo indeterminado, que qualquer menino do Brazil entrasse na OCDE (que é como ele chama a tal casa da árvore).


"Não tenho a menor ideia de quem são esses meninos. Com que brinquedos eles brincam? Gostam de arminhas como nós? Eles sabem fritar hambúrgueres? Talvez alguns meninos sejam do bem, mas não quero arriscar que um menino do mal apareça", declarou Trumpinho, através de um copo de plástico conectado por treze pés de fio a outro copo de plástico, ao ser entrevistado por Petúnia, do blog EntreMentes.
Enquanto a casa da árvore estava em construção, Trumpinho teria prometido a entrada de um pequeno grupo de brasileirinhos, sob a condição de apresentar certidão negativa para crimes ambientais. No entanto, uma vez que os aspirantes a companheiros de brincadeira não cumpriram esta exigência, Trumpinho adiou a permissão de entrar para as calendas hebraicas.

22 agosto, 2019

Por que Donald Trump quer fazer da Groenlândia o 51º estado americano?

APP - À primeira vista, este imenso território gelado oferece poucos atrativos, mas seus recursos naturais e sua situação geográfica fazem dele uma peça importante para o futuro, diante do apetite de outras superpotências no Ártico.
Copenhague e o governo local rejeitaram de forma categórica a oferta de compra da possessão dinamarquesa autônoma feita pelo presidente americano. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen classificou a proposta de compra como "absurda" e disse que Copenhague não tem o poder de vender a Groenlândia, que tem um alto grau de autonomia.
Em resposta, Trump cancelou uma visita que faria no início de setembro à Dinamarca, seu aliado na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).


A Groenlândia - "terra verde" em dinamarquês - tem verde apenas no nome. Com três quartos de sua superfície cercados pelas águas do oceano Ártico, esta ilha de quase dois milhões de quilômetros quadrados é 85% recoberta de gelo. Mais de 90% de seus 55 mil habitantes são inuits procedentes da Ásia Central. Cerca de 17 mil vivem na capital, Nuuk.
Para além da exportação de pescado, é sobretudo por suas entranhas que a Groenlândia desperta tanto interesse das potências estrangeiras: seu subsolo esconde minerais preciosos (ouro, rubi, urânio, olivina) e reservas de gás e petróleo. A China já tem uma licença para uma mina de terras-raras.
Já a Rússia espera se tornar, no Ártico, a primeira potência econômica e militar, também se beneficiando da rota do Norte, que reduz o trajeto entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
Não é a primeira vez que os Estados Unidos tentam colocar as mãos na Groenlândia. Já em 1867, o Departamento de Estado havia manifestado seu interesse. Depois, em 1946, o presidente Harry S. Truman havia oferecido US$ 100 milhões no câmbio da época - em ouro - por essa ilha. Sem sucesso.
Talvez Donald Trump tenha consultado um manual de História ao propor a compra da Groenlândia à Dinamarca. Em 1916, o reino escandinavo concordou com a venda, por US$ 25 milhões, das Índias Ocidentais Dinamarquesas, nas Antilhas, que se tornaram as Ilhas Virgens Americanas.

Conheça mais sobre a Groenlândia, novo objeto do desejo de Trump, Yahoo

15 dezembro, 2018

A estátua afundada

"Como presidente eu não posso levar em consideração, antes do bem-estar dos cidadãos americanos, o  Acordo de Paris. Este acordo climático é simplesmente o mais recente exemplo de Washington entrar em um acordo em que as desvantagens ficam para os Estados Unidos. Assim, a partir de hoje, os Estados Unidos vão cessar toda a implementação deste acordo não vinculativo." Donald Trump
[Aplausos]

Vídeo:https://youtu.be/BVXY-JJ5-kI

Trump ganhou estátua no sul do Brasil – afundada na água
Com a saída dos EUA do acordo climático para a redução das emissões de CO2, surgiu uma ideia para chamar a atenção das pessoas sobre a decisão de Trump. Uma estátua do presidente estadunidense foi instalada em uma praia do sul do Brasil – ou melhor, afundada, e assim permanecerá até que o acordo seja assinado por ele novamente. Somente então a estátua será colocada em um lugar menos úmido. E a ideia é seguir colocando na água estátuas de presidentes de outros países, que não façam parte ou, eventualmente, deixem de fazer parte dos acordos climáticos.


A estrela de Trump na Calçada da Fama