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16 julho, 2024

As primeiras vítimas civis de uma explosão atômica

~ "I became Death, the destroyer of worlds" ("Tornei-me a Morte, a destruidora de mundos").

Na manhã de 16 de julho de 1945, um grupo de doze adolescentes dormia em um acampamento de verão em um lugar remoto chamado Ruidoso, Novo México. Então, eis que foram acordados por uma explosão muito poderosa que os derrubou da cama.
Eles fugiram, logicamente assustados e tiveram que cobrir os olhos. Como disseram mais tarde: "O céu estava estranho", "doía olhar para o céu". Uma luminosidade estranha e poderosa inundou tudo.
Duas horas depois começou a cair uma estranha cinza branca que parecia flocos de neve e as meninas começaram a brincar com aquela “neve” que era bem macia.
Mais tarde banharam-se numa cascata local que deu nome ao local e que acharam surpreendentemente quente.
Não tinham como saber que a 40 km dali, num lugar chamado “Jornada del Muerto”, havia explodido a primeira bomba atômica da história (uma bomba de plutônio de 6 kg, dos quais 1,2 kg sofreu fissão). Apenas uma dessas meninas viveu o suficiente para chegar aos 30 anos.
O Projeto Manhattan era o segredo mais importante dos EUA, tanto que eles não podiam fazer nada para suspeitar de espiões em potencial. Nem mesmo para expulsar a população local, que era considerada muito pequena (de origem indígena e hispânica).
Além disso, a explosão foi muito maior do que o esperado.
Nos dias seguintes, uma equipe científica analisou a área da explosão. Para minimizar os riscos, eles se movimentavam dentro de tanques e usavam traje de proteção. Ninguém avisou a população local que continuou circulando pela área como se nada tivesse acontecido.
Ainda hoje existe uma grande área que permanece fechada e onde o acesso não é permitido, então havia gente morando ali.
Nos meses que se seguiram à explosão, os efeitos começaram a ser sentidos.
Inúmeras crianças nasceram com malformações, muitos bebês morreram com diarréia estranha e o número de pessoas que sofrem de câncer começou a aumentar. Muitos animais de estimação morreram inexplicavelmente. Ninguém deu qualquer explicação para o que estava acontecendo por muitos anos.
A precipitação radioativa contaminou os aquíferos de que bebiam a população local e o seu gado. A poeira radioativa contaminou os campos que os alimentavam. Os moradores encontraram alguns cristais muito atraentes (trinitites, oriundos da Experiência Trinity) e, sem saber que eram altamente radioativos, levaram-nos para casa.
Logicamente, muitas pessoas sentiram e viram a explosão, mas a imprensa local publicou que um enorme depósito de munições havia explodido e as pessoas acreditaram.
Com o tempo foram chamados de "downwinders" (aqueles ao sabor do vento), aqueles que viviam na direção que soprava o vento naquele dia.
Até hoje, os EUA não reconheceram qualquer responsabilidade por este incidente e há associações downwinders que continuam a exigir algum gesto de reconhecimento.
Fonte: http://mastodon.social/@Tiberio@mastorol.es
Os grifos são nossos. PGCS

09 agosto, 2015

Hiroshima lembra as vítimas da bomba de 1945

Em 6 de agosto de 1945, uma bomba de fissão de urânio, de codinome "Little Boy", foi detonada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima. Três dias depois, em 9 de agosto, outra bomba de fissão, desta vez de plutônio, de codinome "Fat Man", foi explodida sobre a cidade de Nagasaki, no Japão. Estes dois ataques resultaram na morte de cerca de 200 mil pessoas — a maioria civis — por causa dos graves ferimentos decorrentes das explosões e da radiação. O papel dos bombardeamentos nucleares na rendição do Japão e se seu uso foi ético ainda hoje são objetos de discussão.

Lanternas de papel em rio de Hiroshima para lembrar as vítimas da bomba de 1945
Data da foto: 06/08/2015. Crédito: BBC 

Hiroshima, Nagasaki e Chernobyl

Vídeo
Rosa de Hiroshima, de Vinicius de Moraes - c/ Ney

06 setembro, 2012

Máquina mortífera

Para garantir que o cianureto que tomaria para se matar era eficiente, Hitler fez um teste em Blondi.
A cadela do ditador morreu, é claro.

Holocausto
De acordo com textos, fotografias e testemunhos de sobreviventes, além de uma extensa documentação deixada pelos próprios nazistas, referente a vários países sob a ocupação alemã, sabe-se hoje, aproximadamente, qual foi o número de mortos do nazismo. Morreram 17 milhões de soviéticos (sendo 9,5 milhões de civis); 6 milhões de judeus; 5,5 milhões de alemães (3 milhões de civis); 4 milhões de poloneses (3 milhões de civis); 2 milhões de chineses; 1,6 milhão de iugoslavos; 1,5 milhão de japoneses; 535 000 franceses (330 000 civis); 450 000 italianos (150 000 civis); 396 000 ingleses e 292 000 soldados norte-americanos. WIKIPÉDIA

Ver também...
"Dr. Auschwitz" e Uma artimanha britânica

11/09/2012 - Atualizando...
Há de se ter cuidado com a política, seus operadores, os homens, são como jamantas sem freio, uma vez iniciada a decida da indignidade, não param mais. Aproveitam e se deliciam com a suave brisa que sopra em seus rostos. (NJC)
A Cidade do Silêncio

09 agosto, 2007

Escavações

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Prosseguem as obras para a ampliação do metrô de São Paulo.
Enquanto você vir no blog esta figura de “El Escarafunchador” significa que não há novas vítimas por lá.