25 abril, 2017

Palavras de ordem

Há uma multidão protestando do lado de fora de uma Faculdade de Física.
Eles gritam palavras de ordem:
"O que nós queremos?"
"Viagem no tempo!"
"Quando queremos?"
"Irrelevante!"
Palavras de ordem - Palavra ou conjunto de palavras que serve para marcar uma posição para reivindicar algo, geralmente pela repetição.

ENTREMENTES 
ATINGIU ONTEM A MARCA DE 1 MILHÃO DE VISUALIZAÇÕES

24 abril, 2017

O Guerreiro do Arco-íris no Brasil

No final de semana do dia 29 de abril até o feriado de 1 de maio, o Rainbow Warrior estará aberto para a visitação no Rio de Janeiro.
É o mais emblemático barco do Greenpeace, que vem ao Brasil no momento em que a organização completa 25 anos de suas atividades em nosso país.
Caso não possa comparecer nestas datas, o Rainbow Warrior estará aberto também de 4 a 6 de maio, antes de partir para sua próxima missão.
A visitação é gratuita, basta você registrar seu interesse aqui.


Corais da Amazônia, um tesouro nacional

Ann Hodges: atingida por um meteorito

Em 1954 , em Sylacauga, Alabama, EUA, Ann Hodges, 32, foi ferida no braço e na cintura (onde teve um grande hematoma) por um meteorito que caiu, através do telhado de sua casa, em plena sala de estar. Ele quebrou a caixa de madeira de seu rádio e atingiu-a enquanto ela estava deitada, descansando em um sofá.
Quando Eugene Hodges, marido de Ann, voltou do trabalho naquele dia, encontrou sua casa cercada por curiosos querendo entender o que havia ocorrido. Em plena Guerra Fria, muitos estavam convictos de que aquilo tinha sido um ataque da União Soviética.
Para evitar que a situação saísse do controle, o xerife local confiscou a rocha e a enviou à Força Aérea, que confirmou se tratar de um meteorito. A população se tranquilizou com o anúncio e iniciou uma campanha para que a pedra fosse devolvida a Ann, que concordava com a ideia. "Eu sinto como se o meteorito fosse meu", disse Ann.  "Eu acho que Deus queria me dá-lo. Afinal, Ele me acertou!", afirmou ainda.
Mas a história não acabou aí: depois de conseguir o meteorito de volta, o casal ainda teve que brigar na justiça por ele. Isso porque eles eram inquilinos de uma viúva chamada Birdie Guy, que o desejava para si e entrou com um processo, alegando que a bolota espacial lhe pertencia, já que havia caído em sua propriedade. No final, a proprietária abriu mão de sua reivindicação por 500 dólares, valor pago de bom grado por Eugene, que acreditava que poderia faturar alto com a pedra.
Após ter essa expectativa frustrada, Eugene e Ann resolveram doar o meteorito ao Museu de História Natural do Alabama.
Este continua a ser o único registro (até 2006) de uma pessoa atingida por um meteorito.

Outra nota sobre o Meteorito de Sylacauga.

23 abril, 2017

O Jardim das Delícias Terrenas

Uma interpretação contemporânea e animada da famosa obra de Hieronymus Bosch (óleo sobre tela, 1504) que se encontra no Museu do Prado, em Madrid.



O Jardim das Delícias Terrenas é um tríptico de Hieronymus Bosch, que descreve a história do Mundo a partir da criação, apresentando o paraíso terrestre e o inferno nas abas laterais. Ao centro aparece um Bosch que celebra os prazeres da carne, com participantes desinibidos, sem sentimento de culpa. A obra expõe ainda símbolos e atividades sexuais com vividez. Especula-se sobre seus financiadores, que poderiam ser adeptos do amor livre, já que parece improvável que alguma igreja tradicional a tenha encomendado.

Ver também: O Juízo Final, de Hieronymus Bosch.

Penso, logo cito - 34



Michel de Montaigne, filósofo francês do século XVI:



"Os livros são o melhor companheiro para a viagem desta vida humana."



23/04 - Dia Internacional do Livro
Edições anteriores: 2014, 2015 e 2016

22 abril, 2017

Por que adicionar um blog ao site de sua empresa


A grande maioria dos sites de pequenas e médias empresas não inclui um suporte de blog e isto é um erro. Hoje, tendo que disputar o mercado com muitos concorrentes, é essencial que você disponha de todas as armas possíveis.
O blog é um ponto em favor, ponto.
O site corporativo, que só traz as informações sobre a empresa com um formulário de contato (na melhor das hipóteses), ignora esta grande vitrine que é o blog. Comporta-se como um site estático em que os usuários entram, não interagem e se vão para sempre.
Siga lendo em SEO BADAJOZ

Uma rede sustentada por drones

Saiba mais sobre a experiência neste vídeo em holandês.

Afinal, esta rede sustentada por drones confirma ou não a Primeira Lei de Newton?
Que diz:
"Por inércia, um corpo em repouso tende a continuar em repouso."

21 abril, 2017

O óleo essencial da gasolina

Seu carro requer gasolina para andar, certo?
Você tem um carro; você sabe que se você não o suprir de gasolina, ele irá parar de funcionar completamente. Noventa e oito por cento dos mecânicos pesquisados ​​concordaram que a gasolina é necessária para o  motor de um carro funcionar saudavelmente.
Agora, essa energia da gasolina está disponível de uma forma concentrada! Nós usamos uma destilação patenteada e um processo de prensagem a frio para reduzir a gasolina até um óleo essencial, que você pode agora comprar em forma de um creme tópico e aplicá-lo diretamente nos bancos e no para-brisa do seu carro.
Isso permite você transferir a energia pura da gasolina do carro para o motor. O creme é facilmente absorvido diretamente das almofadas dos assentos, que estão 37 por cento mais próximos do motor do que o tanque de gasolina, proporcionando assim um sistema de abastecimento muito mais eficiente devido ao fluxo direto.
O creme aplicado no pára-brisa também fornece uma camada protetora com ressonância ao motor do carro, o que significa que o seu carro vai correr mais rápido e mais limpo, e irá apresentar aquele "brilho de carro novo" por muito mais tempo.
Você também pode desfrutar dos benefícios da energia do óleo essencial da gasolina ao aplicá-lo diretamente sobre os pulsos, os pés e atrás das orelhas, restaurando o equilíbrio natural entre você e seu carro.

Dave Pacheco, Google+

Em cima do muro - 2



Venha sentar a meu lado
Eu disse a mim mesmo
E embora não fizesse sentido
Eu segurei minha própria mão
Como uma pequena prova de amizade
E permaneci comigo mesmo
Em cima do muro.

Em cima do muro - 1

20 abril, 2017

Com parênteses é melhor?

Nesta imagem, Donald Trump aparece ao lado do coelhinho de Páscoa (da Casa Branca), por ocasião do último feriado religioso.
O programa Squawk on the Street (da CNBC), que não é um programa de humor (e sim um programa de negócios), transmitiu a imagem com esta informação (completamente desnecessária) em sua legenda:
"O Presidente dos Estados Unidos (à esquerda) deu as boas vindas..."

Cientistas imaginários influentes nestes tempos de fatos imaginários influentes

Por que falsificar dados quando você pode falsificar um cientista?
Inventar nomes e currículos é um dos mais recentes truques em Ciência.
Essa é a manchete de um artigo na revista Nautilus, escrito por Adam Marcus e Ivan Oransky. Aqui está parte do artigo:
... O fato é que o avanço profissional para cientistas de todo o mundo está se tornando um desafio cada vez maior em uma era de financiamento para a investigação científica cada vez mais escasso e, com isso, apertando a competição por pontos no corpo de pesquisadores. Para ter sucesso no ambiente de publicar-ou-perecer da academia, a maioria dos cientistas tranca-se no laboratório e joga dentro das regras. Alguns, porém, abrem uma escotilha....
[Uma] da maior parte das novas fraudes de hoje é incrivelmente simples: invente novas pessoas.
Jesús Ángel Lemus é um investigador veterinário espanhol que perdeu 13 trabalhos por retratação devido à falta de veracidade em seus dados. Essa conduta não é tão incomum - mesmo 13 retratações não coloca Lemus entre os 30 maiores pesquisadores por retrações. O que torna Lemus interessante é que ele parece ter criado um coautor fictício para cinco de seus artigos, um "big Xavier" (cujas vagas filiações, ironicamente, fizeram dele um grande homem no campus da Universidade de Castilla -La Mancha ). É difícil entender por que o fato de aumentar o número de autores seja também uma forma de aumentar a aparente credibilidade de um estudo, especialmente se eles acontecem em uma prestigiada instituição.

19 abril, 2017

Quimera




O baixo tem um violão que tem um ukulele

Qual é a vantagem?
É a melhor forma de manter a banda unida.

O que é quimera:
Pode significar uma figura mítica, um peixe, um fenômeno genético, entre outras coisas. Neste caso; um devaneio.

O primeiro mouse da história

De maneira independente, o pesquisador Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisa Stanford, vinha trabalhando desde 1963 em um projeto muito avançado para a época. No início da década de 1960, a maioria dos computadores era operada com cartões perfurados e outros métodos que não permitiam a interação do usuário com a máquina.
Entre os dispositivos de entrada apresentados por ele, em 1968, durante a primeira demonstração pública de seu projeto, havia uma caixinha de madeira com um botão vermelho na parte superior e um cabo que saia de uma das extremidades, lembrando, de alguma forma, o rabo de um rato. Era o primeiro mouse da história.
Em 1970, foi emitida para Douglas C. Engelbart a patente US 3541541 A X-Y Position Indicator for a Display System (Indicador de Posição XY para um Sistema Display) - o mouse do computador.
Cronologia
1952: nasce a primeira trackball
1963: o primeiro protótipo de mouse
1970: primeiro mouse comercializado
1973 - 1981: os mouses da Xerox
1983: primeiro mouse da Apple
1999: a estreia do mouse ótico
A evolução dos mouses não para por aí e, recentemente, os "ratos" ganharam "asa". Graças aos giroscópios, agora os mouses não precisam nem mesmo ser operados sobre uma superfície física e plana. Esse modelo requer apenas alguns movimentos leves do pulso do usuário para que o cursor seja movido, reduzindo assim o cansaço físico causado por arrastar o mouse durante o dia todo.

http://www.tecmundo.com.br/historia/10976-como-inventaram-o-mouse.htm

18 abril, 2017

O trem mais curto do mundo

Espere, o trem está atrasado...



Ah, já passou?!

O "treminhão" (o caminhão mais longo do mundo)

As liberdades do ar

No âmbito do Direito Aeronáutico, as liberdades do ar são uma série de direitos relativos à aviação comercial que garantem as linhas aéreas de um Estado entrar no espaço aéreo de outro Estado. Diferenciam-se em liberdades técnicas, liberdades comerciais e outras liberdades, perfazendo um total de nove. WIKIPÉDIA
Na prática, apenas cinco são (quase) universalmente reconhecidas. Coisas como poder voar do país A para o país B, sobrevoando o espaço aéreo de C sem aterrissar ou ou aterrissar por razões técnicas etc. Por desgraça, as coisas não são sempre assim tão idílicas: há linhas aéreas ou tipos de aviões proibidos em muitas zonas, há zonas em que é proibido voar (no-fly zones) por guerra ou por motivos políticos (assim esteve a União Soviética durante décadas) e locais em que não se permite aterrissar (ou decolar) sem uma boa desculpa.
É interessante que, ainda que se possa sobrevoar a maioria dos países, não está claro qual é o limite do espaço aéreo ou onde começa o espaço (que se supõe «internacional», ainda que haja também quem creia que ele não exista). Alguns órgãos usam as mesmas 12 milhas náuticas (12 km) das águas territoriais; outros dizem que o espaço aéreo sobre cada país é até 30 km (altitude do globo aerostático); outros, que é até a linha de Kármán (100 km) ou até 160 km (a dos satélites em órbita baixa). Curiosamente, os Estados Unidos chamam de «astronauta» a qualquer um que passe dos 80 km, de modo que se supõe que, para eles, é esse o limite do espaço.
(http://www.microsiervos.com/archivo/aerotrastorno/cinco-libertades-aviacion-comercial.html)

Quem é dono do ar?

17 abril, 2017

A descoberta da praia

Édouard Manet
Até o século 18, a beira-mar não era um lugar que as pessoas fossem para relaxar. Nos tempos antigos, era onde você podia correr o risco de ser atacado por monstros marinhos como Cila e Caríbdis, piratas sanguinários ou mesmo pegar a varíola. Então, algo mudou. O historiador da Universidade de Sorbonne Alain Corbin explora esta história incomum no livro "The Lure of the Sea: The Discovery of  the Seaside in the Western World, 1750-1840" (O Fascínio do Mar: A Descoberta da Praia no Mundo Ocidental, 1750-1840), uma das fontes para um artigo fascinante na revista Smithsonian sobre a "invenção da praia":
Por volta de meados do século 18, de acordo com Corbin, as elites europeias começaram a divulgar as qualidades curativas do ar fresco, dos exercícios e dos banhos de mar. Especialmente na Grã-Bretanha, onde aristocratas e intelectuais estavam preocupados com a própria saúde. Eles viam os trabalhadores, nas fábricas e novas cidades industriais, com a destreza física reforçada através do trabalho. Em comparação com estes, as classes economicamente superiores pareciam frágeis e decadentes. A noção do "mar restaurador" nascia. Médicos prescreviam um mergulho em águas frias para revigorar e animar. O primeiro resort à beira-mar foi aberto na costa oriental da Inglaterra, na pequena cidade de Scarborough, perto de York. E outras comunidades costeiras surgiram para atender uma clientela cada vez maior de banhistas, que procuravam tratamento para uma série de condições: raquitismo, lepra, tuberculose, gota, impotência, problemas menstruais, melancolia e histeria. Em uma versão anterior da cultura de bem-estar de hoje, a prática de banhos de mar havia entrado para o mainstream.
Descrevendo esta reviravolta notável do "despertar irresistível de um desejo coletivo para a costa marítima", Corbin conclui que, em 1840, a praia passou a significar algo novo para os europeus. Tornou-se um lugar de consumo humano; um cobiçado "escape" da cidade e do trabalho penoso da vida moderna. A ascensão da indústria e do turismo facilitou este processo cultural e comercial. A viagem tornou-se acessível e fácil. e famílias da classe média buscavam a costa em números cada vez maiores. "On the beach" (na praia), no jargão dos marinheiros, em vez da conotação de desamparo (ser preso ou deixado para trás), agora transmitia saúde e prazer. E o termo "vacation" (férias), antes utilizado para descrever uma ausência involuntária no trabalho, era agora um interlúdio desejado. (PGCS)

Inventing the Beach: The Unnatural History of a Natural Place (Smithsonian)

The Lure of the Sea: The Discovery of the Seaside in the Western World, 1750-1840 (Amazon)

On board

"We will, we will rock you."

Como se traduz a legenda acima?
  1. Gratos por ter escolhido a United Airlines.
  2. O treino do nosso staff começa agora.
  3. Deu overbooking, estamos precisando de algumas desistências.
  4. Nós vamos, nós vamos sacudir você.

16 abril, 2017

Grafite: se permite; pichação é predação

No Brasil 
Existe uma diferença entre o grafite e a pichação. Ambas tendem a alimentar discussões acerca dos limites da arte, sobre arte livre ou arte-mercadoria, liberdade de expressão, sobre Pollock, Rothko e Basquiat.
O grafite, em princípio, é bem mais elaborado e de maior interesse estético, sendo socialmente aceito como forma de expressão artística contemporânea, respeitado e mesmo estimulado pelo Poder Público. Já a pichação é considerada essencialmente transgressiva, predatória, visualmente agressiva, contribuindo para a degradação da paisagem, vandalismo desprovido de valor artístico ou comunicativo. Costumam ser enquadradas nessa categoria as inscrições repetitivas, bastante simplificadas e de execução rápida, basicamente símbolos ou caracteres um tanto hieroglíficos, de uma só cor, que recobrem os muros das cidades. A pichação é, por definição, feita em locais proibidos e à noite, em operações rápidas, sendo tratada como ataque ao patrimônio público ou privado, e portanto o seu autor está sujeito a prisão e multa (artigo 65 da Lei 9.605/98 - Lei dos Crimes Ambientais).
O grafite tende a ser feito em locais permitidos ou mesmo especialmente destinados à sua realização.
Sobre Pollock: [1] [2] [3] [4]

A placa que mantém um hospital livre de pichações
Todos os prédios da redondeza estão pichados, mas as paredes do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, na Avenida Independência, em Porto Alegre, permanecem limpas. Nem sempre, no entanto, foi assim – antigamente, o prédio era completamente pichado. A mudança aconteceu depois da instalação de uma pequena placa de metal na fachada, há 12 anos."Atenção, Sr. Pichador – Sua mãe, sua irmã, sua esposa ou até mesmo sua filha podem precisar de atendimento neste Hospital Público. Os recursos necessários para tal atendimento podem ter sido gastos para corrigir os estragos feitos pelo seu ato. Por favor, cooperar com a saúde pública", diz a mensagem. Segundo a equipe da instituição, é essa placa que garante a "imunidade" do hospital aos pichadores. E a ideia – veja só – foi de quem geralmente leva a culpa por tudo dentro de uma empresa – o estagiário. ;-)

Careri: apagar grafite é como queimar livros
Os romanos já faziam. Os gregos também. O grafite não foi invenção dos paulistanos, diz o arquiteto e escritor italiano Francesco Careri.
Professor de estudos urbanos da Universidade Roma Tre, onde também dirige o programa de pós-graduação "Artes, arquitetura, cidades", Careri afirma que os rabiscos nos muros são uma forma milenar de expressão.
Para ele as paredes ainda ocupam um espaço inalienável: dizer o que não é dito em nenhum outro meio, falar da vida da cidade para todos, até para quem não sabe ler.

Grafite: se permite; pichação é predação. ~ Paulo Gurgel

Lagartos. Vida e arte

Na região de Kimberely, na Austrália, um pequeno lagarto franjado enfrenta um homem.



A vida imita o estado da arte.


15 abril, 2017

Pinguins sem cabeça

O fotógrafo britânico Charles Kinsey, de 64 anos, registrou esta imagem curiosa que parece mostrar dois pinguins-rei sem cabeça andando sobre as pedras da Ilha Georgia do Sul.


Mas os pinguins não estão decapitados, segundo a agência Caters News. Apenas giraram as cabeças ao mesmo tempo para coçar as costas.

Uma lição de vida

O macacão limpador de chão

Esta inovação vem do Japão. A Terra do Sol Nascente, como se sabe, está sempre tecnologicamente um passo à frente do resto do mundo.
É uma roupa com fiapos para o bebê ir limpando o chão enquanto engatinha.


Uso não recomendado no Brasil. Há risco de processo por exploração de trabalho infantil.

Juridicamente perfeito: Assaduras, nunca mais.

14 abril, 2017

Essa «gente de bem» de hoje em dia...

Copiei. ~ Fernando Gurgel Filho
"Jesus nasceu numa quebrada. Periferia da periferia mesmo.
Passou a vida arrumando treta por questões sociais. Defendeu assassino, ladrão, puta, pobre e leproso.
Juntou uma galera pra defender a causa. Começou a fazer barulho.
Conquistou o desafeto da classe média e da elite (ponto pro cara).
Considerado subversivo, foi preso pelo Império.
A classe média pedia pena de morte, mas o crime não a justificava. Pôncio Pilatos jogou o b.o. pra Herodes. Herodes se ligou na mesma coisa e devolveu o b.o..
Pilatos deixou pra galera decidir. Bem pensado, porque desde aquele tempo, o povo já tava cheio de «dateninha» linchador.
O cara foi executado ouvindo piadinha de justiceiro.
E não foi morto «entre» bandidos. Foi executado pelo Estado «como» bandido - subversivo, que de fato era.
Enfim, o messias cristão foi um sujeito pobre, nascido na «perifa», engajado em questões sociais, executado como bandido pelo Estado sob os aplausos dos justiceiros.
Então, Jesus, se você estiver lendo isso e pensando em voltar, fica esperto.
Essa «gente de bem» de hoje em dia vai querer matá-lo de novo, enquanto come bacalhau e ovo de Páscoa."
____________________________________
texto de Rauni Fontana - retirado da internet

Ladrõezinhos de empregos

Não sejam bobos. Os robôs não se tornarão superseres que matarão os humanos. Não, isso é ridículo. Por que iriam nos matar quando, em vez disso, eles podem simplesmente tomar nossos empregos e nos lançar na rua da amargura?
Em uma reviravolta irônica (que muitas pessoas que perderam seus empregos devido à concorrência da mão de obra barata no exterior vão apreciar), uma empresa chinesa descobriu que as máquinas são ainda mais baratas do que a mão-de-obra barata.
No South China Morning Post:
  • As máquinas podem classificar até 200 mil pacotes por dia e são auto-carregáveis, o que significa que podem operar no sistema 24/7.
  • Um porta-voz da Shentong Express disse que os robôs ajudaram a empresa a economizar metade dos custos com relação a quando eram usados trabalhadores humanos.
  • Também melhoraram a eficiência em cerca de 30% e maximizaram a precisão da classificação, disse ele.
Leia o resto no South China Morning Post ou só dê uma olhadela no vídeo em que estes ladrõezinhos de empregos, quero dizer, classificadores de pacotes aparecem.


A propriedade intelectual de uma partida de xadrez

O historiador do xadrez Edward Winter nos lembra que esta não é uma questão nova.
Esteve presente, em 1911, por ocasião das negociações dos jogos de um campeonato de  xadrez entre o titular Emanuel Lasker e o seu desafiante José Raul Capablanca. Com Lasker insistindo que possuía os direitos exclusivos sobre os jogos.
Winter cita a resposta gentilmente mordaz do jovem cubano:
"Um jogo de xadrez, a partir de sua própria natureza e da forma de sua produção, deve ser de propriedade conjunta das duas pessoas que o produzem."
https://www.bloomberg.com/view/articles/2016-11-15/there-s-legal-intrigue-at-the-world-chess-match

Bônus

13 abril, 2017

O amor nos tempos do smartphone

Se você, às vezes, é tentado a perguntar: "Qual é a relação entre o smartphone com multitarefas e a intimidade romântica?". Então, podemos lhe recomendar que leia este paper, na Psychological Reports, de 5 de agosto de 2016, intitulado: Intimacy and Smartphone Multitasking — A New Oxymoron?
"Esta pesquisa sugere que o smartphone com a função multitarefas tem uma associação negativa com as interações cara a cara. As pessoas ficam atentas aos custos de seus smartphones durante essas interações."
A imagem (ao lado) é amplamente atribuída ao renomado artista Bansky, do Reino Unido, e eu só criei o título da postagem.

Que é oxímoro?

Ver também: O amor nos tempos da gripe 1 e 2.

Os animais mais rápidos do mundo

Muitas pessoas ainda pensam que o guepardo é o animal mais rápido do mundo. Até recentemente, a resposta correta era o andorinhão-preto, mas agora se sabe que o animal mais rápido é realmente a Tadarida brasiliensis, uma espécie de morcego da família Molossidae.
O guepardo ou chita pode correr a 65 quilômetros por hora. Os andorinhões (Apus apus) podem atingir velocidades de 110 quilômetros por hora, mas o morcego da espécie T. brasiliensis, conforme estudo recente, consegue cruzar o céu noturno a mais de 160 quilômetros por hora.
Há um desafiante ao título do morcego: os falcões peregrinos, que podem voar a 300 quilômetros por hora. Mas eles só podem ir assim tão rápido durante o mergulho.
Portanto, se você quer apostar na maior velocidade possível no reino animal, o falcão ganha. Mas, se você quer pôr suas fichas na maior velocidade para frente, isto é, no voo horizontal, o morcego é a aposta mais segura.

"Pegue-me se for capaz"

12 abril, 2017

O Tamagotchi está de volta!

Para celebrar os 20 anos do lançamento do brinquedo (sim, já faz este tempo todo), a Bandai está produzindo uma nova versão do bichinho virtual. O preço é US$ 13.55 (o equivalente a R$ 42,00).
A notícia foi para os assuntos do momento (TT - Brasil) no Twitter:
  • Se o Tamagotchi era caro quando as coisas eram baratas, imaginem agora. Vou ter que vender o corpo na esquina para comprar um.
  • Era caro mesmo. Quando meu pai comprou o meu e o da minha irmã, ele pagou com cheque.
  • É o apelido de quem na delação da Oddebrecht?
  • Primeiro foi o Tamagotchi, agora é o Pokémon. A humanidade sangra.
  • Cada geração tem direito a pelo menos um lapso coletivo.
  • Querido Deus, como eu posso ter um filho se perco a paciência apenas em alimentar e brincar com o Tamagotchi?
  • Agora vocês vão poder parar de cuidar da vida dos outros para cuidar da vida dele.
  • Venho por meio desta mensagem informar que ele passa por sérios problemas de saúde.
  • Só sabe quem teve o bichinho: o nervosismo de chegar ao dia seguinte para ver se ele ainda estava vivo.
  • O meu sempre morria porque eu entupia ele de sorvete.
  • Fico pensando no textão que vai aparecer caso a nova versão não tenha bichos diversos.
  • Quem já teve o Tamagotchi do Gugu? O bichinho era um pinguim.
  • Tardígrado: o Tamagotchi real com superpoderes.
  • Era apenas um preparo para a chegada dos smartphones. Bastava apitar para a gente correr logo para ele.
  • Virei fã dos japoneses. O Tamagotchi foi meu primeiro celular.
  • Como assim o Tamagotchi virava um dinossauro? Nunca soube disso!
  • Ele ainda tem fôlego para ir aos TT.
  • Volta o Tamagotchi, mas não volta o Juaforró!
Relacionadas: Uma pedra de estimação e Tamagotchi x Pokémon Go

O mundo ao revés

Florent Porta nos deleita com este vídeo intitulado Preposterous: um curta sobre o absurdo, no qual  o artista reúne vários videoclipes de um mundo ao contrário.


11 abril, 2017

Monóxido de dihidrogênio

Este composto químico, também conhecido pela sigla MODH, não tem odor, sabor e cor. Contudo, oferece risco à saúde e, dependendo da quantidade que for ingerida ou aspirada, pode ser fatal para o ser humano.
Foi a substância usada por Deus para fazer o Dilúvio Universal.


Ver também...
A verdade sobre os rastros de aviões

Primeira seletiva do "King of the Kings - 2017"

No blog Coleguinhas, em 2 de abril:
Já estamos em abril! Rápido, né? Então, já é hora da primeira seletiva do King of the Kings - 2017! Selecionei dez matérias e sei que você vai reclamar ("mas teve muito mais") e devo concordar. No entanto, como faço há alguns anos – desde que os coleguinhas de redação perderam de vez a noção e a vergonha e passaram a cascatear como se não houvesse amanhã -, tenho sido muito rígido na escolha das cascatas que chegam à seletiva: elas precisam ser bem escancaradas, cabeludas mesmo, para chegarem ao escrutínio.
Como sempre, comecemos pelas regras:
1. Você pode votar em até seis (6) concorrentes entre as dez da lista.
2. Você ainda terá uma nova chance de votar nas quatro não classificadas, pois elas voltarão na próxima seletiva.
3. A votação terminará no próximo domingo, 9 de abril.

Resultados
1. Folha usa foto de manifestação de 2016 para mostrar que protesto do MBL de 2017 foi um sucesso. (77 votos/14%)
2. Maluco conhecido diz ter levado mala de dinheiro para Lula e IstoÉ dá capa. (72/13%)
3. Exame usa exemplo de Mick Jagger para defender reforma da Previdência. (71/13%)
4. Apresentadora da Record diz que índios deviam ficar sem remédios contra malária para morrerem. (61/11%)
5. Delegado da PF diz que não de precisa de provas para prender Lula, apenas “timing” certo. (Veja) (57/10%)
6. PF afirma que carne é enxertada com papelão e vitamina C é cancerígena e veículos publicam sem checar (Vários). (57/10%)

10 abril, 2017

Ciência: soberania nacional

por Miguel Nicolelis, médico e neurocientista brasileiro



Desde 1994, Miguel é professor e codiretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade de Duke, nos Estados Unidos. Ele lidera grupos de pesquisadores que atuam no estudo de múltiplas aplicações das chamadas interfaces Cérebro-Máquina, um paradigma criado por Miguel e seu grande amigo, John Chapin.
É membro das Academias Francesa e Brasileira de Ciências e, em 2004, foi apontado pela revista Scientific American como um dos 20 maiores cientistas da atualidade.
Além disso, desde 2009 coordena o Projeto Andar de Novo.

Jogando bolas de vidro a partir de edifícios altos

Por fim
Uma monografia de matemática para pessoas que gostam de edifícios altos, bolas de vidro, janelas e títulos longos:
"O número máximo de andares que um edifício deve apresentar para você saber qual é o andar mais alto de onde pode lançar uma bola de vidro sem quebrá-la, se você tem 'b' bolas de vidro e são permitidos 't' arremessos, é Σ1 ≤ i ≤ b binômio (t,i)", por Shalosh B. Ekhad.

Por outro lado
Se houver uma competição para escolher o trabalho de pesquisa que apresenta o título mais curto este é um forte candidato ao título:
"Q". por Leon Knopoff. Reviews of Geophysics, vol. 2, no. 4, 1964, pp. 625-660.
Começa assim:
"Se não fosse pela atenuação intrínseca do som no interior da Terra, a energia dos terremotos do passado ainda estaria hoje reverberando no interior da Terra. O caos resultante dessa perspectiva impressionante é uma especulação que está fora do escopo deste artigo. E nossa tarefa aqui é investigar onde, na terra sísmica, a energia é convertida em calor; e se esta conversão é realizada com igual eficiência em todo seu interior, ou se algumas partes do interior são mais capazes de realizá-la do que outras."
Concorre com ele:
"E", por Christopher J. Mulvey, Supplemento ai Rendiconti del Circolo Matematico di Palermo, 1986.
(Em verdade, o título desse trabalho não é a conjunção aditiva "e" em letra maiúscula. É o sinal que representa a conjunção latina "et", o qual é muito usado em nomes de empresas e que, por isso, é também conhecido como "e comercial". Ele é, dentre todos os caracteres, o que mais parece um monograma. E, se até agora você não matou a charada, ele é o que divide a tecla com o número 7 em seu teclado QWERTY. Lamentavelmente, não posso escrevê-lo no blogue porque ele é automaticamente modificado para: "ele mesmo + abreviatura de ampersand + ponto-e-vírgula". Coisas do HTML.)

09 abril, 2017

A Delação Premiada Cautelar

Recorrendo ao site Zé Moleza, que muita gente boa de índole má do Poder Justiceiro acessa para copiar passagens interessantes para suas monografias, dissertações e teses, nada encontrei sobre o instituto da Delação Premiada Cautelar.
De forma que eu resolvi acabar com esse vazio legal. Assim como fiz ao outorgar a Hierarquia das Leis no Brasil e ao prefaciar sob a proteção de Deus a Constituição do Brasil no Twitter.
Isto posto, começo por definir o que vem a ser a tal Delação Premiada Cautelar:
É quando o indiciado sem cometimento de crime algum antecipa-se à denúncia do procurador e, para não pegar uma pena de prisão perpétua, delata de ouvir dizer e sem necessidade de apresentar as provas exclusivamente o que o juiz quer ouvir.

ABC do nerdinho

Clique AQUI para ver a imagem ampliada.

Fierljeppen

Surgiu como uma forma de atravessar os muitos cursos de água que existem nos Países Baixos.
Agricultores dessas regiões descobriram que, com o auxílio de longas varas, podiam saltar sobre os canais de drenagem.de suas propriedades, para acessar os diferentes lotes de terra,
Com o passar do tempo, Fierljeppen estruturou-se como um esporte, e competições passaram a ser promovidas nos Países Baixos e na Alemanha.



Corrida + escalada + salto com vara = isso é o Fierljeppen.
Os holandeses além de serem os recordistas mundiais, sabem pronunciar como ninguém o nome desse esporte.

08 abril, 2017

O passo do asno



O passo do asno corresponde ao tanto de cevada que lhe dás. Provérbio judaico

(http://profissaoatitude.com.br/Blog/Post/3889681)

Um homem entra no bar...

Um homem entra no bar e pede um copo d'água.
O dono do bar aponta uma arma de fogo de grosso calibre para o homem.
Ele agradece e sai.
O que de fato aconteceu?


O homem estava com soluços e queria um copo d'água para debelar a crise. Mas o dono do bar sabia que um bom susto é ainda melhor.

Série: 1, 2, 3 e 4

07 abril, 2017

Fome de Justiça


A Sobrevivência dos Mais Gordos (2002)
É esta escultura de cobre, com três metros de altura, representando uma adiposa figura feminina (Justitia) sentada nas costas de um homem faminto.
Do dinamarquês Jens Galschiot, serralheiro, ourives e escultor autodidata, que possui oficina própria em Frederikssund, sua cidade natal, desde 1985.

Pensamento do dia
"Os ricos farão de tudo pelos pobres, menos descer de suas costas." - Leon Tolstoi

As coincidências em nossas vidas

Vamos contar uma história:
Em 1929, uma americana chamada Anne Parrish foi a Paris com o marido.
Era um domingo ensolarado de junho. Eles foram à missa em Notre Dame, visitaram o mercado de aves e almoçaram no Les Deux Magots.
Anne resolveu dar uma caminhada. Um passeio que acabou em um tenda de livros á margem do Sena, onde ela encontrou um exemplar do livro infantil de Helen Madeira, "Jack Frost and Other Stories".
Valeu a pena comprar aquele livro que tinha sido a sua leitura favorita quando era criança.
Ela correu de volta para o marido para lhe mostrar o livro. Ele virou as páginas.E achou a escrita de uma criança rabiscada na frente:
"Anne Parrish, 209 North Weber Street, Colorado Springs"
Esse livro que ela comprou, um oceano longe de casa, era o mesmo que ela tanto amara enquanto criança.
Como isso aconteceu?
Como um matemático disseca uma coincidência:
Você não disse na história inicial as variáveis ​​ocultas.
Eu comecei a cavar e aventei como poderia o livro estar ali naquele momento em particular, justamente quando Anne Parrish andava pelas barracas.
Quando você começa a cavar encontra biografias. Anne Parrish não era uma pessoa aleatória. Sua mãe era amiga de Mary Cassatt, a famosa pintora impressionista que se mudou para Paris. Isso poderia perfeitamente ter sido como o livro viajou através do Atlântico - pelas mãos de Mary Cassat.
Mas o marido de Anne Parrish é também um detalhe-chave. Charles Corliss é importante nesta história.
Neste caso, ele passou a ser um industrial muito rico. Com a riqueza dele tornou mais provável para Anne Parrish fazer o que era inacessível para  maioria dos americanos da época: saborear o vinho perto do Sena,
Mary Cassat morreu em 1926, apenas três anos antes de Anne visitar Paris. Sua propriedade foi provavelmente liquidada, ou seja, o livro de Anne entrou no mercado. E para livros ingleses em Paris, os vendedores não têm muitas opções.
Quais são as lojas de livros em Paris?
Havia apenas duas naqueles anos: a Shakespeare and Company e as tendas de livros de Paris.
Outro detalhe que falta?
Anne Parrish era também uma autora de livros infantis. Esta seria certamente a primeira seção que ela iria verificar quando se navega em livros.
Com todos esses fatos juntos, você pode começar a fazer algumas estimativas.
Qual era a probabilidade de Anne ir a Paris em 1929?
O matemático Joseph Mazur adivinha: 0,1 - um décimo.
Ele vasculhou os registros das viagens de Anne e viu que ela e seu marido foram a Paris a cada dois anos. Dez contra um para ela ir a Paris em 1929 é realmente muito conservador.
A probabilidade das livrarias parisienses serem por ela visitadas?
Conservadoramente, 0,3. Ela era um autora em uma longa viagem, e havia definitivamente uma chance em três de que ela procurasse alguns livros.
E a probabilidade de o livro estar naquela primeira barraca?
Com todos esses fatores juntos, era provavelmente 0,01 - uma em cem.
Quais as chances de encontrar o livro?.
Cerca de 1 para 3.331.
E as chances de conseguir um "quatro de um tipo" no pôquer?
São de 1 para 4.164. Digamos que isso representa uma hora jogando pôquer.
http://www.themindvoyager.com/mathematician-dissects-coincidence/
https://youtu.be/PQynVVwlcSE

Poderá também gostar de ler
FÉRIAS. Quais são as chances de você encontrar seu chefe?

06 abril, 2017

Tributo à Mãe Natureza

Uma linda dança de sombras em celebração da Natureza. ~ Jaime Nogueira


(grupo filipino "El Gamma Penumbra", na final do programa Asia's Got Talent)

Exercício Kegel

Vamos combinar o seguinte:
Popeye e Brutus testam a força, Olívia, a elasticidade, e vocês leitores, a argúcia.


– Consideraria isso um cabo de guerra com dois competidores?
– Sim, um cabo de guerra minimalista.

– Esta cena foi antes ou depois do espinafre?
– AE. Caso contrário Olívia apareceria faltando um braço no episódio subsequente.

Quando os braços de Olívia Palito são esticados, as pernas também respondem. Na verdade, isso tudo está sendo para Olívia um exercício Kegel (para fortalecer os músculos do assoalho pélvico).

05 abril, 2017

O museu japonês de rochas com rostos humanos

Em Chichibu, Japão, duas horas a noroeste de Tóquio, há um museu estranho; talvez o único de seu tipo. É o chamado Chinsekikan (que significa salão de rochas curiosas), o qual abriga mais de 1700 rochas que lembram rostos humanos.
Fazendo parte do acervo do museu há rochas com rostos de celebridades como Elvis Presley e de personagens fictícios do cinema como ET, King Kong e Nemo.


O museu é atualmente gerido por Yoshiko Hayama, a esposa do proprietário original que faleceu em 2010. Foi na coleção de pedras do marido onde tudo começou. Um ávido colecionador, o falecido Shozo Hayama passou 50 anos coletando pedras que pareciam rostos.
Sua única exigência era que a natureza fosse o único artista.
É recomendável que você avise com antecedência se pretende visitar o Chichibu Chinsekikan, porque o museu é conhecido por fechar inesperadamente por motivos pessoais.

O seixo Makapansgat

Colheres: a versão russa da vuvuzela para a Copa de 2018

por Ekaterina Sinelschikova, GAZETA RUSSA
Com pouco mais de um ano para o início da Copa de 2018, a versão russa da vuvuzela já foi escolhida – colheres de madeira que eram usadas como instrumento de percussão na Rus Kievana, precursora da Rússia.
Em mãos experientes, as colheres podem produzir combinações interessantes de sons rítmicos, que, de certa forma, assemelham-se aos das castanholas espanholas.
Mas, assim como ocorreu com a vuvuzela, no caso de haver muitas colheres no estádio tocadas fora de um ritmo constante (o que é bastante provável), os propulsores da ideia garantem: o barulho será muito alto.
Ideia antiga
As colheres empregadas nesse instrumento popular são apenas isso – colheres de verdade que, na Rus Kievana, faziam parte do jogo de jantar e eram feitas de vários tipos de madeira.
Não se sabe ao certo quando as colheres começaram a ser usadas como instrumentos musicais. A primeira citação é do século 13, mas alguns historiadores consideram que o objeto passou a ser utilizado para produzir som apenas no final do século 18.
A diferença entre elas e as colheres usadas para comer está na durabilidade. Para reforçá-las, essas colheres são feitos de madeira grossa e dura, como bordo ou bétula. O tipo de madeira também determina o timbre do som produzido.
"Desde o início, excluímos os instrumentos de sopro devido à crítica da vuvuzela usada na África do Sul. Então, excluímos os instrumentos volumosos que são difíceis de usar, como a balalaika, o acordeão, assim como o gusli [o mais antigo instrumento russo de cordas múltiplas]", explicou Rustam Nugmanov, fabricante de instrumentos musicais em Moscou, ao site Znak.com.
Foi justamente Nugmanov que teve a ideia de propor a colher como instrumento musical da torcida para Copa em seu país.
V de vitória
A quantidade de colheres para produzir o som varia conforme a complexidade do ritmo e a habilidade de quem está tocando. É uma missão difícil para novatos, mesmo com o número básico (duas peças), já que as colheres devem ser habilmente posicionadas entre os dedos. Nem mesmo os russos conseguem fazer um bom trabalho logo na primeira tentativa.
Como pouquíssimas pessoas sabem hoje tocar com essas colheres, o instrumento só é encontrado em bancas de souvenires; em geral, os principais compradores são turistas que dificilmente compreendem todas as suas possibilidades.
O fato de as colheres não serem mainstream – atualmente, são basicamente usadas ​​ por conjuntos folclóricos russos – e não serem um instrumento de sopro simples, como a vuvuzela, Nugmanov teve de pensar em uma alternativa.
Para contornar esse problema, desenvolveu um fixador de borracha em formato da letra latina V, motivo pelo o instrumento já ganhou o apelido de "colheres da vitória".


04 abril, 2017

Quando o ignorante não quer entender

"A inguinorança é o que astravanca o pogresso." Mario "Bertoldo Brecha" Tupinambá

Consta do anedotário brasileiro que um chefe arrogante e estúpido, ao chamar um subalterno às falas, disse: "O senhor é um ignorante, sequer sabe escrever. Olha só esse número três que o senhor escreveu. Parece um cinco!" E o empregado, humildemente, respondeu: "Mas chefe, isso é um cinco". Eis que o superior, com a autoridade de um oficiante da Farsa Jato, retrucou: "E então? Por que parece um três? "
Bem, não adianta explicar quando o ignorante não quer entender.
A. R. Coelho Neto

A ponte suspensa de Tacoma

Sete de novembro de 1940, aproximadamente às 11 horas. A ponte suspensa de Tacoma Narrows, Washington, que tinha sido aberta ao tráfego há poucos meses, rompeu-se devido a vibrações de amplitude progressiva causadas pelo vento, que culminaram com uma oscilação de torção.


Em português vulgar: a ponte papocou.



O professor aposentado de matemática Pat Ballew considera este "filme instrutivo para as aulas de equações diferenciais".

03 abril, 2017

Godzilla, através dos anos (2)

Quando o Godzilla original foi lançado em 1954, ele lançou também uma sombra terrível sobre Tóquio - uma metáfora dos horrores da guerra nuclear.
Após 62 anos do filme, quando imaginamos o titã logo o associamos a imagens de edifícios destroçados a seus pés, com milhares de extras japoneses mal pagos e fugindo do terror.
No entanto, o Godzilla original, com 50 metros de altura, não se sobressai entre os modernos edifícios. O Rei dos Monstros não se destacaria mais se fosse solto na Tóquio de 2017. Ele mais pareceria um miúdo perdido na cidade do que um gigante da destruição.
Assim é que a altura do titã atômico vem aumentando de filme para filme, com exceção da infeliz contribuição de 1998 para a série. E o último, o Shin Godzilla (na imagem ao lado), tem a altura de 118,5 metros.

www.dorkly.com

Godzilla, através dos anos (1)

O quebra-cabeças de deslizar

No Brasil, este jogo (sliding puzzle, em inglês) virou uma verdadeira febre na década de 1950. Era difícil uma criança, e mesmo um adulto, não possuir a sua caixinha com as peças deslizantes.
Tratava-se de uma pequena caixa quadrada, com 15 espaços cobertos por quinze peças (ou pastilhas) também quadradas, que continham números, letras ou desenhos, e um espaço vazio para que se pudesse movimentá-las. As 15 peças deviam ser deslizadas na caixa, fazendo-se quantos movimentos fossem necessários, a fim de serem deixadas em uma sequência crescente, ficando apenas o 16° quadradinho vazio.
As pastilhas não podiam ser retiradas da caixa sob o risco de danificar o brinquedo.


Não se sabe ao certo quem inventou esse quebra-cabeças. O famoso charadista estadunidense Samuel Loyd garantia ter sido o inventor desse jogo, em 1891. Mas Noyes Palmer Chapman já tentara patenteá-lo, sem sucesso, em 1880, por alguém havê-lo precedido.
Este quebra-cabeças permite 21 trilhões de configurações possíveis das peças na caixinha.
Analisando o jogo, o matemático alemão Thomas J. Ahrens, especialista em passatempos, concluiu que, na metade dessas 21 trilhões de configurações iniciais era possível haver vencedor (as peças serem colocadas na ordem 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e espaço), enquanto, na outra metade das configurações, era impossível.

A Charada de Boss
Certa vez, Samuel Lloyd publicou um quebra-cabeças, baseado neste jogo, que ficou conhecido como "A Charada de Boss". Segundo suas próprias palavras, este desafio "levaria o mundo inteiro à loucura".
Ele deixou os números de 1 a 13 em ordem, e o 14 e o 15 invertidos. O objetivo proposto por ele era muito simples: deslizar as pastilhas de um lado para outro e organizá-las na sequência numérica de 1 até 15. Isso significava reverter as posições das pastilhas 14 e 15 na posição inicial.
Como um incentivo adicional, Loyd ofereceu um prêmio de 1.000 dólares (uma quantia magnífica naquele tempo) para qualquer um que apresentasse a solução correta.
Este quebra-cabeças, porém, não tinha solução. Loyd simplesmente escolheu uma das posições impossíveis, onde as pastilhas estavam provocativamente próximas da sequência correta, e convidou seus leitores a passarem pela tortura de chegarem perto do ponto da loucura tentando solucionar o problema. Talvez não tenha sido totalmente honesto Loyd propor um enigma que não tinha solução, mas seus leitores não suspeitaram de nada. Afinal, o problema era fácil de entender, o prêmio era atraente e Loyd desfrutava de uma ótima reputação.

Para Mario Livio, 52 é o número de movimentos necessários para resolver o "enigma 15" do pior início possível.

02 abril, 2017

A breve história do lápis

"Este pequeno objeto de cada dia nos leva de volta ao simples e ao tangível."
Caroline Weaver, proprietária da CW Pencil Enterprise, uma loja especializada em lápis no Lower East Side de Manhattan, conseguiu fazer um sonho de obsessivos se tornar realidade:
E se essa coisa que eu amo, essa pequena coisa estranha, pudesse ser meu trabalho? Para Weaver, essa pequena coisa estranha é o humilde lápis, que forneceu não apenas um negócio (foto) - que celebrou seu aniversário de dois anos em março - mas também um livro: uma história do lápis intitulada The Pencil Perfect.
Lápis não, e nunca, conteve chumbo de qualquer tipo
Demorou muito tempo para as pessoas até mesmo descobrir a composição química da grafite. A grafite foi descoberta na Inglaterra em meados de 1600, e as possibilidades deste novo material foram imediatamente óbvias - mas, saber exatamente do que o material era feito, isso já foi mais complicado. Quando a grafite foi descoberta as pessoas a chamavam de chumbo preto, porque parecia chumbo.
Os primeiros lápis pareciam muito estranhos
A grafite foi originalmente usada como material de artistas, com um barbante enrolado em torno dela. A grafite é bastante frágil, e quebrava-se na mão. Levaria séculos até ser descoberto o processo de misturar argila em pó com grafite em pó para fazer um lápis mais forte - e mais barato.
Na verdade, o lápis foi um item de luxo durante séculos
Eles eram originalmente feitos por marceneiros ou artesãos da madeira. Não era fácil incluir algo pequeno na madeira, e todos os lápis eram feitos à mão. O lápis foi um enorme passo adiante da caneta, que era uma pena, porque o usuário não precisava carregar com ele um frasco de tinta, o que o tornava ideal para os militares e os artistas. Mas, na época, era essencialmente uma escultura artesanal com um mineral raro - muito caro.
A lenda diz que Napoleão foi em grande parte responsável pelo lápis moderno
Esta é uma lenda, e não necessariamente exata. A lenda diz que Napoleão perguntou a Nicholas Conté, que era engenheiro e trabalhava principalmente com balões de ar quente, se podia tornar o lápis melhor e mais forte. Todos os bons lápis na época vinham da Alemanha ou da Grã-Bretanha, e Napoleão não podia importá-los por causa da guerra. Conté descobriu que a grafite, quando em pó e misturada com pó de argila, e levados ao forno, produziam um lápis mais resistente e barato. Conté também criou o método moderno de encerrar a vara de grafite em dois meios cilindros de madeira, ao invés de preencher um buraco no cilindro com uma vara sólida.
A borracha veio depois do lápis - e você não vai acreditar no que era a borracha
A apagabilidade da grafite não era uma qualidade que as pessoas reconheceram no início, porque os apagadores não existiam. A borracha, nativa das Américas era extremamente cara e, até meados de 1800, perecível. Em vez disso, os escritores que usavam lápis usavam também algo que você não acredita. Elas usavam pedaços de pão, um pouco de pão velho para apagar. Porque ainda é um pouco absorvente, mas também um pouco atritante paraarranhar a grafite. [...]
Extraído de uma entrevista de Caroline Weaver para Dan Nosowitz, publicada no site 99u.
http://99u.com/articles/55179/a-brief-history-of-the-pencil-as-told-by-a-pencil-aficionado. Acessado e traduzido em 26/03/2017

A grafite e o grafite: parece mas não é
Surpreende muita gente saber que grafite não é uma palavra com duas acepções, mas duas palavras diferentes. Uma é substantivo feminino nos dicionários, a grafite, e designa o mineral que recheia o lápis; a outra é substantivo masculino, o grafite, e significa desenho ou rabisco feito em muros ou paredes.
A primeira surgiu antes, em meados do século 19, e veio de Graphit, termo técnico criado em 1789 pelo mineralogista alemão A.G. Werner para batizar uma variedade de carbono que, mesmo sendo parente do diamante, tem baixo valor comercial. Já sua utilidade é enorme: a eficiência com que risca certas superfícies porosas, especialmente folhas de papel, não tem rival na natureza. Se o diamante é eterno em si, a grafite também tenta chegar lá por seus próprios meios – os simbólicos.
Sérgio Rodrigues, veja.com

Slideshows
DESENHOS HIPERREALISTAS
NA PONTA DO LÁPIS - MICROESCULTURAS
LÁPIS X CÂMERAS
DESAPONTADORES DE LÁPIS

Como endireitar a cauda de um porco

Um agricultor compartilha uma dica útil de como transformar a cauda enrolada de um porco em uma cauda reta. Tudo o que é preciso é correr o dedo no lugar certo.



Por que os porcos têm caudas enroladas?
Uma das teorias gira em torno de uma necessidade evolutiva para a sobrevivência destes animais: caudas enroladas seriam mais difíceis de morder durante as lutas, reduzindo assim o risco de lesões e infecções para eles.

01 abril, 2017

Canto de grilos, coro de anjos

O compositor Jim Wilson gravou o som do canto dos grilos e depois desacelerou a gravação, revelando algo incrível. Em modo mais lento, a gravação fez com que o canto dos grilos parecesse um coro de anjos. Embora se assemelhe a vozes humanas, tudo o que ouvimos é apenas o canto dos próprios grilos.
Sem vozes humanas ou instrumentos, este áudio contém duas faixas:
  1. Com o som natural dos grilos
  2. Com o som natural dos grilos - em velocidade mais lenta


Depois de ouvir a gravação completa, que dura 1 hora, 3 minutos e 5 segundos, cheguei a esta inesperada conclusão: tampouco gosto de coro de anjos.

O canto do grilo jurássico e O silêncio dos grilos

SAC

Hoje estamos dando início a nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor. Assista ao tutorial abaixo e dê sugestões para que o blog EM enfim melhore.


O PROGRAMA DE QUALIDADE DO BLOG ENTREMENTES
Parte 1
Parte 2

31 março, 2017

Meses perversos

O ano de 2016 teve três meses perversos: janeiro, julho e outubro. Como consequência de 2016 ter sido um ano bissexto, 2017 também terá três meses perversos: abril, julho e dezembro.
O mês é chamado perverso quando sua página no calendário toma seis linhas.
O ano de 2015 teve apenas dois meses perversos. É possível que haja quatro em um único ano? Quando será esse ano? É possível que haja um ano sem meses perversos?
Há uma relação inversa entre as sexta-feiras 13 e os meses perversos. Por isso, 2016 teve apenas uma sexta-feira 13. (a conferir esta informação de Pat Ballew http://pballew.blogspot.com.br/2017/01/on-this-day-in-math-january-31.html#links)
Então, o que é bom para os fabricantes de calendários é ruim para os supersticiosos.

Confira estas assertivas no Supercalendário.

Honorificabilitudinitatibus

É a palavra mais longa utilizada por Shakespeare em sua obra. Aparece apenas uma vez, mencionada pelo personagem Costard, na cena I do ato V de "Love's Labour's Lost" (Trabalhos de Amor Perdidos).
Honorificabilitudinitatibus é dativo e ablativo plural da palavra latina honorificabilitudinitas, que pode ser traduzida como "o estado de ser capaz de alcançar honras".
É também a maior palavra a figurar no idioma inglês alternando consoantes com vogais.
Neste vídeo, um elenco tenta inutilmente pronunciar a tal palavra. Apenas um dos atores foi capaz de alcançar a honra..



No mínimo vai ficar com o papel de Costard .na próxima temporada da peça.

Poderá também gostar de ler: Palavronas

30 março, 2017

O senso comum - 2


O senso comum - 1

Corais da Amazônia, um tesouro natural

Depois de 20 dias de expedição pela costa norte brasileira, o Greenpeace cumpriu a primeira parte de sua missão: mostrar ao mundo os recifes de corais da Amazônia.
Esta barreira fica na foz do Rio Amazonas - a 100 quilômetros da costa do Amapá (imagem) e a uma profundidade média de 180 metros. A estimativa inicial era de que a região dos recifes de corais da Amazônia tivesse 9,5 mil quilômetros quadrados. Nessa expedição, que não chegou a percorrer todo o território conhecido, pôde-se ver que não é só isso. Há indícios de que a área seja duas ou três vezes maior.
A barreira é um mosaico de biodiversidade formado por bancos de esponjas e de rodolitos, corais negros, crustáceos e peixes (inclusive de espécies que não se imaginava que fossem encontrados por lá, como o peixe-borboleta).
Contudo, empresas petrolíferas pretendem fazer perfurações na área da barreira, o que pode ameaçar o bioma. Para defender esta riqueza natural, o Grenpeace disponibiliza, em sua página Green Blog, uma petição em que está colhendo assinaturas.
Ontem (29), cerca de mil pessoas fizeram nas areias da praia de Copacabana uma manifestação em defesa dos corais da Amazônia.

29 março, 2017

Receita para disseminar a corrupção

Ao julgar a realidade através de suas crenças, verifique a VERACIDADE dessas crenças. Elas podem ser mais destrutivas que todos os regimes ditatoriais juntos.

Uma prova: "25 de julho - Receita para disseminar a peste - No século XIV, os fanáticos guardiães da fé católica declararam guerra contra os gatos nas cidades europeias. Os gatos, animais diabólicos, instrumentos de Satã, foram crucificados, empalados, desossados vivos ou jogados nas chamas. Então os ratos, liberados de seus piores inimigos, se fizeram donos das cidades. E a peste negra, transmitida pelos ratos, matou trinta milhões de europeus." In: "Os filhos dos dias", de Eduardo Galeano

Trazida para nossos dias sombrios, esta frase mantém toda sua atualidade. Basta trocar algumas poucas palavras:

No século XXI, os fanáticos guardiães da moral e dos bons costumes, bem como das cruzadas anticorrupção vestidos de camisas amarelas, declararam guerra contra os partidos chamados de esquerda, principalmente o PT, nas cidades brasileiras. Os "esquerdopatas", animais diabólicos, instrumentos de Satã, da Rússia e de Cuba, foram denunciados, presos, destituídos de seus cargos políticos e jogados à sanha de ódio e vingança da população menos esclarecida. Então, os verdadeiros destruidores da Nação, liberados de seus piores inimigos, se fizeram donos das cidades. E a destruição de direitos, do Estado de Direito, da economia e das empresas públicas, mataram todos os projetos de futuro do País, prejudicando milhões de brasileiros.

Fernando Gurgel

História do Universo em 200 palavras ou menos

Flutuação quântica. Inflação. Expansão. Interação nuclear forte. Aniquilação partícula-antipartícula. Produção de hélio e deutério. Perturbações de densidade. Recombinação. Radiação de corpo negro. Contração local. Formação de agregados. Reionização? Relaxamento violento. Virialização. Formação irregular de galáxias? Fragmentação turbulenta. Contração. Ionização. Compressão. Hidrogênio opaco. Formação maciça de estrelas. Ignição do deutério. Fusão do hidrogênio. Depleção do hidrogênio. Contração do núcleo. Expansão do invólucro. Fusão do hélio. Fusão do carbono, oxigênio e sílica. Produção de ferro. Implosão. Explosão de supernova. Injeção de metais. Formação de estrelas. Explosão de supernovas. Formação de estrelas. Condensação. Concreção planetária. Diferenciação planetária. Solidificação crustal. Expulsão de gases voláteis. Condensação da água. Dissociação da água. Produção de ozônio. Absorção de ultravioleta. Organismos unicelulares fotossintéticos. Oxidação. Mutação. Seleção natural e evolução. Respiração. Diferenciação celular. Reprodução sexual. Fossilização. Exploração da terra. Extinção dos dinossauros. Expansão dos mamíferos. Manifestação do Homo sapiens. Domesticação de animais. Produção de alimentos excedentária. Civilização! Inovação. Exploração. Religião. Nações guerreiras. Criação e destruição de impérios. Exploração. Colonização. Impostos sem representação. Revolução. Constituição. Eleição. Expansão. Industrialização. Rebelião. Proclamação da emancipação. Invenção. Produção em massa. Urbanização. Imigração. Conflagração mundial. Liga das Nações. Extensão dos sufrágios. Depressão. Conflagração mundial. Explosões de fissão. Nações Unidas. Exploração do espaço. Assassinatos. Excursões lunares. Resignação. Computadorização. Organização do Comércio Mundial. Terrorismo. Expansão da Internet. Reunificação. Dissolução. Criação da World-Wide Web. Composição. Extrapolação?

Copyright 1996, 1997 by Eric Schulman

Versão para o português por José Manuel N. Azevedo (azevedo@alf.uac.pt), com a ajuda de Rui Ponte

Ir para Universal History Translation Project Page.

Agora, só a parte da evolução em um desenho de animação:

28 março, 2017

Verdade ou Consequências

Um site estranhamente fascinante (us.geotargit.com) com um único serviço:
WHERE IS... (ONDE É...)
Bisbilhotando-o, ficamos sabendo que existem no mundo:
- 15 New York
- 29 London
- 53 Paris
Mas Verdade ou Consequências só 1.

Coordenadas: 33°07'42.0"N 107°15'08.0"W

A sopa de letrinhas




Quem já não tentou formar palavras na colher quando estava tomando uma sopa de letrinhas?
A tal sopa, além de ser bastante deliciosa, é estimulante para a nossa consciência política.

A sopa de pedra

27 março, 2017

A ponte como metáfora para a rainha

Os planos incrivelmente detalhados a serem postos em prática assim que for declarada morta a rainha Elizabeth II. A ideia é que nada fique fora do previsto.

"LONDON BRIDGE IS DOWN"
imagem: Alex Scrivner
tl;dr
= muito longo, não li.

Três pessoas e um cão vadio




Jane, Paul e Bill encontram um cão vadio.
A esta situação, eles reagiram de formas diferentes como mostram suas fotos.

Jane não mostrou interesse no cão porque ela não tem experiência afetiva relacionada com cães. Paul disse que o cão era adorável porque ele cresceu junto com cães de estimação. E Bill manteve-se longe do animal porque já foi mordido por um cão vadio na infância.

A matemática tem como representar suas reações através da função de Heaviside.

N. do E.
Se não tivesse as fotos, o leitor poderia deduzir o estado mental de cada um deles, sabe como? Pelo tamanho da equação.


26 março, 2017

A Revolução Pernambucana de 1817 vira HQ

Pouco antes de se tornar oficialmente independente de Portugal, o Brasil abrigou, durante 74 dias, uma pequena república libertária e abolicionista, muito diferente da monarquia absolutista vigente.
Único movimento separatista do período colonial que ultrapassou a fase conspiratória, a Revolução Pernambucana de 1817 é pouco conhecida entre o grande público. Mas isso pode, aos poucos, mudar. Desenhista da Marvel e da DC Comics, o pernambucano Thony Silas acaba de lançar A Noiva, uma história em quadrinhos sobre a revolta republicana, que está completando 200 anos.
Conhecido por desenhar super-heróis como Homem-Aranha, Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha, Silas adaptou seu traço e sua paleta de cores para contar a história do amor proibido entre Maria Teodora, filha de um rico comerciante português, e Domingos Martins, um dos principais líderes da revolução, conhecido com Leão Coroado. O casamento dos dois acabou sendo um dos momentos mais emblemáticos da revolução de 1817.
"Topei com a história por acaso durante um projeto de restauração de pontos históricos de Recife", conta Silas. "E, de imediato, a sensação que eu tive foi de uma frustração muito grande por não ter conhecido a história antes e ter podido produzir algo sobre ela já há muito tempo."
O roteiro, assinado por Eron Villar, é baseado no livro do jornalista Paulo Santos Oliveira, também pernambucano, A noiva da revolução, lançado há dez anos.
"Não é que a Revolução de 1817 não seja estudada por grandes historiadores; ela o é. Mas o conhecimento ficou restrito à academia", diz Oliveira. "O povo não tem a menor ideia do que aconteceu."
Siga lendo...
(matéria sugerida por Jaime Nogueira)

Ver também: A República do Crato.

Apocalyptos

Quando dois jovens deuses brigam no Olimpo as consequências para a vida na Terra podem ser apocalípticas.
Para você que é interessado em mitologia grega e dinossauros.


25 março, 2017

Gato e ratos

- Se um gato pode matar um rato em um minuto, em quanto tempo esse gato mataria 60.000 ratos?


- Ah, quanto tempo, de fato? Os ratos matariam o gato.

A SAÍDA

USE APENAS EM CASO DE EMERGÊNCIA

NÃO HÁ DEGRAUS DO OUTRO LADO DA PORTA

VOCÊ DEVE SALTAR

DÁ PARA UMA AVENIDA COM GRANDE MOVIMENTO

SEM FAIXA DE SEGURANÇA

FIQUE ESPERTO

Como são consumidos os ovos de Páscoa

Capítulos anteriores:
-----Como são feitos os ovos de Páscoa
-----Como são distribuídos os ovos de Páscoa

– Foi bom pra você também?  – Ora se foi...
Ishtar x Easter
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24 março, 2017

A pergunta que não foi perguntada

Neil deGrasse Tyson (Bronx, EUA, 1958) é um dos divulgadores científicos mais reconhecidos do mundo. Este astrofísico assumiu o lugar de Carl Sagan à frente da nova versão da série Cosmos, programa de sucesso que despertou vocações científicas no mundo inteiro. Tyson estudou no Instituto de Ciência do Bronx (Nova York), um centro público de ensino médio muito seletivo e especializado em matemática e ciência. Ao final do curso, o próprio Carl Sagan o chamou para que fosse visitá-lo, com a intenção de contratá-lo para sua universidade, Cornell. Tyson preferiu Harvard, mas diz que descobriu em Sagan "o tipo de pessoa em que eu queria me transformar".
De uma entrevista que o cientista concedeu em julho de 2016 ao EL PAÍS:
P. Que questões da astrofísica lhe interessam mais na atualidade?
R. Amamos o desconhecido. Estou interessado nas ondas gravitacionais, na matéria escura, na energia escura, na busca por vida. Há um multiverso? Podemos criar um buraco de minhoca? Há vida em Europa, uma das luas de Júpiter? E em Marte? Adoro todas essas perguntas. Mas a que eu mais gosto é daquela que nem sequer sei como formular ainda.

O criptógrafo do Renascimento

Della Porta foi o fundador de uma sociedade científica chamada de Academia Secretorum Naturae. Criada em algum momento antes de 1580, a academia foi uma das primeiras sociedades científicas na Europa e tinha como principal objetivo estudar os "segredos da natureza".
Para aderir a ela, o candidato a acadêmico precisava antes de tudo provar que havia feito uma descoberta em ciências naturais. Entretanto, não era propriamente o método científico que era valorizado, mas o caráter "maravilhoso" da descoberta. Mas, com a suspeita de envolvimento com o ocultismo, a Academia acabou sendo fechada por ordem papal.
Della Porta inventou também um método que lhe permitia escrever mensagens secretas no interior de ovos.
Durante a Inquisição Espanhola, alguns de seus amigos foram presos. Usando uma mistura feita de pigmentos vegetais e alúmen, Della Porta escreveu mensagens para eles na casca de ovos, A tinta penetrava na casca do ovo, que é semiporosa. Quando secava, ele fervia o ovo, e a tinta sobre o exterior do ovo era depois lavada.
No portão da prisão, tudo era verificado pela carceragem. Mas, quando o destinatário na prisão tirava a casca, a mensagem podia ser lida na clara do ovo.
(Será que o método ainda funciona?)
Por esta e outras, o italiano Giovanni Battista della Porta (1535-1615) é considerado o maior criptógrafo do Renascimento.
Extraído de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Giovanni_Battista_della_Porta

TESTAMENTO. Na casca de um ovo

23 março, 2017

Como prever o tempo (à la russa)

Dária Krilova, GAZETA RUSSA
Muitas das aldeias espalhadas pelo vasto território da Rússia não têm, até hoje, antenas parabólicas ou rádio. Então, como prever as condições climáticas a fim de se precaver e cultivar os campos em um frio intenso ou calor abrasador? É simples: por meio dos sinais presentes na antiga mitologia eslava e no folclore!
Transmitidos pelo boca-a-boca ao longo dos séculos, ainda hoje eles são os “barômetros” e "termômetros" não só daqueles que vivem nas aldeias, mas também dos habitantes das cidades. Abaixo estão alguns sinais que ajudam os russos a enfrentar as intempéries.
Indícios de inverno
O gato que dorme enroladinho, cobrindo o focinho com a pata; a gralha que esconde o bico sob a asa; os pardais que se ocultam em meio à ramagem seca e os dom-fafes (Pyrrhula pyrrula) fazendo alarido: todos eles são indícios que anunciam a iminente chegada do frio.
A explicação é simples: o gato, a gralha e os pardais procuram um lugar quentinho para se proteger do frio, enquanto o dom-fafe é um passarinho bem adaptado ao inverno e está chamando o frio, alegrando-se com a aproximação da "sua" época do ano.
Entre os sinais observados durante o inverno também há aqueles que anunciam a chegada do período de degelo ou a aproximação da primavera. Por exemplo, o céu azul sobre a floresta ou crepúsculos vespertinos que se extinguem rapidamente.
Indícios de primavera
O longo inverno russo obrigava e ainda obriga a procurar indícios de degelo – afinal, quando é que virá o sopro da verdadeira primavera?
Desde tempos imemoriais acredita-se que, se a neve está derretendo do lado norte, se as cotovias aparecem e se o gato começa a dormir no chão, então o calor virá em breve e será duradouro.
Porém, se são os tentilhões que estão voando por aí, se a neve está derretendo do lado sul e muita água está correndo, então, infelizmente, vai esfriar novamente.
Indícios de verão
O verão na Rússia é curto e, em muitos lugares, árido. Se a chuva não vem, também não há colheita. Por isso, no verão, as pessoas ficavam observando se as flores estavam se fechando, se os sapos coaxavam no lago, se os lagostins rastejavam para as margens e se o trovão ribombava ininterruptamente. Tudo isso prenunciava chuva.
As geadas repentinas eram outra ameaça que assombrava os antigos eslavos durante o verão. Por isso, eles observavam os pássaros, as abelhas e o sol. Se os passarinhos estivessem fazendo grande alarido e voando baixo, se enxames de abelhas passassem voando rapidamente e se anéis fossem visíveis em torno do sol, então podia-se esperar pelo frio.
Indícios de outono
No foco do outono estão a sorveira (pequena árvore da família das rosáceas), cogumelos, nozes, patos, coelhos e esquilos. Se a sorveira floresce tardiamente, então o outono será longo. A fartura de frutos prenuncia um inverno frio e se suas folhas murcham e não caem, permanecendo quase até a chegada do inverno nos ramos, então virá um frio intenso.
Se há muitas nozes, mas não cogumelos, pode-se esperar muita neve e frio intenso.
Um bom sinal é ver patos nadando no rio mesmo sob a chuva fria. Isso significa que o frio intenso ainda vai demorar a chegar. Se o pelo das lebres fica branco ou se o esquilo constrói seu ninho no alto, então é preciso se preparar para um inverno bem rigoroso.

"Essencialmente, os sertões dos Inhamuns e alhures..." - Jaime Nogueira

Comentou esta nota: Fernando Gurgel

«à la»
É uma locução adverbial de origem francesa e poderá empregar-se no português, escrita em itálico, para nos referirmos «à maneira de, no estilo de ...» (Dicionário Eletrônico Houaiss). Exemplo: «à la grega».