01 agosto, 2014

 

O violão com função campainha

É este violão (foto) montado acima de uma porta.
Quando a porta é aberta ou fechada, um acorde é tocado no violão. Este é um produto real, que é vendido por 149 dólares.
John Walkenbach recomenda deixá-lo em afinação EBDABE.
E o violão pode ser facilmente retirado da posição em que foi montado, se o dono quiser utilizá-lo fora da função campainha.


Vide vídeo de instalação.

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31 julho, 2014

 

O conhecimento humano

Em 1900, todo o conhecimento matemático da humanidade cabia em cerca de 80 livros. Hoje, pouco mais de um século depois, seriam necessários cerca de 100 mil livros para armazenar tudo o que se sabe sobre a matemática. Comparativamente, estima-se que existam hoje cerca de 130 milhões de diferentes livros sobre todos os tipos de temas (ficção e não-ficção).

– Quando você faz parte de uma empresa que está tentando digitalizar todos os livros do mundo, a primeira pergunta que muitas vezes recebo é: "Quantos livros estão lá fora?"
Leonid Taycher, engenheiro de software
Google Books Search

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O dia é hoje!

Orgasmo

1 - masculino
2 - feminino

Em 1967, Desmond Morris sugeriu, em seu primeiro livro de ciência popular "O Macaco Nu" (The Naked Ape), que o orgasmo feminino evoluiu para encorajar a fêmea a manter uma intimidade física com seu parceiro e ajudar a reforçar a ligação do casal. Morris sugeriu que a relativa dificuldade em se alcançar o orgasmo feminino, em comparação com o orgasmo no sexo masculino, poderia ter uma função favorável por direcionar a fêmea a selecionar um companheiro que tenha qualidades como paciência, atenção, imaginação, inteligência, em oposição a outras "qualidades" tais como tamanho e agressão, que tem relação com a seleção de companheiros em outros primatas. Essas qualidades vantajosas foram-se tornando acentuadas dentro da espécie humana.
31/07 – Dia do Orgasmo
O Dia Mundial do Orgasmo foi informalmente criado na Inglaterra por redes de sex shops. Estas realizaram pesquisas que revelaram que 80% das mulheres inglesas não atingem o clímax em suas relações. Em termos de insatisfação sexual, as brasileiros não ficam longe. Um estudo conduzido pelo Projeto de Sexualidade da USP (ProSex) detectou que 50% das brasileiras têm problemas relacionados à falta de orgasmo.

Mulheres gozando | Sexo. Contagem das calorias | Orgasmo sincronizado | Processos bizarros

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30 julho, 2014

 

O diplomata Paranhos

O brasileiro José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco (Rio de Janeiro, 20 de abril de 1845 — Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1912), foi advogado, diplomata, geógrafo e historiador.
É uma das figuras mais importantes da história do Brasil.
Sua maior contribuição ao País foi a consolidação das fronteiras brasileiras, em especial por meio de processos de arbitramento ou de negociações bilaterais, dos quais se destacam três questões de fronteiras:
Palmas
Em 1895, conseguiu assegurar para o Brasil uma boa parte do território dos Estados de Santa Catarina e Paraná, em um litígio contra a Argentina que ficou conhecido como a questão de Palmas. Essa arbitragem foi decidida pelo presidente norte-americano Grover Cleveland.
Amapá
Obteve uma vitória sobre a França, em 1900, a respeito da fronteira do Amapá com a Guiana Francesa, uma causa ganha pelo Brasil numa arbitragem do governo suíço. A fronteira foi definida pelo rio Oiapoque.
Acre
O prestígio obtido nos dois casos anteriores fez com que Rodrigues Alves escolhesse Paranhos para o posto máximo da diplomacia em 1902, quando o Brasil estava justamente envolvido em uma questão de fronteiras, desta vez com a Bolívia.
Esta tentava arrendar uma parte do seu território a um consórcio empresarial anglo-americano. A terra não era reclamada pelo Brasil, mas era ocupada quase que integralmente por colonos brasileiros, que, liderados por Plácido de Castro, resistiam às tentativas bolivianas de expulsá-los, no episódio que ficou conhecido como "Revolução Acreana".
Em 1903, assinou com a Bolívia o tratado de Petrópolis, pondo fim ao conflito dos dois países em relação ao território do Acre, que passou a pertencer ao Brasil mediante compensação econômica e pequenas concessões territoriais. Esta é a mais conhecida obra diplomática de Rio Branco, cujo nome foi dado à capital daquele território, hoje Estado.
WIKIPÉDIA
Sua morte, durante o carnaval de 1912, alterou o calendário da festa popular naquele ano, para que os brasileiros guardassem luto e lhe rendessem as homenagens.
"Morreu ontem o Barão do Rio Branco. Há dias a sua vida era a agonia prolongada pelos recursos da ciência. A cidade, os estados, o país inteiro, as nações vizinhas, a América, o mundo indagavam ansiosa da saúde do grande homem. E o grande homem caíra para não se levantar. Fora como um imenso soble (sic), que resistindo anos e anos ao vendaval e à intempérie, dominando a vida, de repente estala e cai. Dizer do Barão do Rio Branco uma rápida impressão de dor, de luto, de lágrimas, quando o país inteiro soluça é bem difícil. E sua obra foi enorme e grandiosa. Ele teve duas vidas: a do jornalista de talento que se fez cônsul e a do cônsul que se transformou no maior dos brasileiros pelo seu desinteressado amor à Pátria, e no maior dos diplomatas contemporâneos pelo seu alto espírito, pela alta compreensão da função que exercia. Ele foi o dilatador do Brasil, alargando-o e aumentando-o em terras, graças ao seu engenho, sem um leve ataque à justiça e ao direito." Gazeta de Notícias, 11 de fevereiro de 1912
Por ajudar na consolidação do território nacional, sempre buscando soluções pacíficas para os conflitos com os vizinhos do Brasil, o Barão do Rio Branco é o patrono da diplomacia brasileira. Ele, sem um leve ataque à justiça e ao direito, acrescentou cerca de 900 mil quilômetros quadrados ao território brasileiro.

Manu militari
Ya poca Palestina queda: paso a paso, Israel la está borrando del mapa, Eduardo Galeano

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O amigo de verdade



ELE PODE NÃO SER CAPAZ
DE TRAZER VOCÊ PARA O ALTO
MAS ELE ENCONTRA SEMPRE UM JEITO
DE NÃO DEIXAR VOCÊ CAIR.

Reconhecendo "a pertinência e a importância da amizade como sentimento nobre e valioso na vida dos seres humanos de todo o mundo", a Organização das Nações Unidas decidiu em Assembleia Geral designar o dia 30 de julho como Dia Internacional da Amizade.

Slideshows do PG - Apresentação 329
N em 1

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29 julho, 2014

 

Comer, beber e morrer

Os japoneses comem pouca gordura e sofrem menos ataques cardíacos do que os britânicos ou os norte-americanos. 
Por outro lado, os franceses comem uma grande quantidade de gordura e também sofrem menos ataques cardíacos do que os britânicos ou os norte-americanos. 
Os japoneses bebem pouco vinho tinto e sofrem menos ataques cardíacos do que os britânicos ou os norte-americanos. 
Os italianos bebem grandes quantidades de vinho tinto e também sofrem menos ataques cardíacos do que os britânicos ou os norte-americanos.

Conclusão: Comam e bebam o que quiserem. É falar inglês que mata vocês.

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A rota do gelo

Em 1959, em resposta a um desafio de uma estação de rádio, um fabricante norueguês de material de isolamento transportou um bloco de gelo de três toneladas, do Círculo Ártico até o Equador, sem refrigeração.
O bloco, isolado com madeira e lã de vidro, foi carregado em um caminhão até o sul da Europa, o qual foi levado por um cargueiro de Marselha a Argel e, em seguida, atravessou o Saara, fugindo da guerrilha e enfrentando frequentes atoleiros na areia.
Depois de três semanas, a equipe com o bloco de gelo chegou a Lambaréné, Gabão, onde entregou 300 kg de remédios para o benemérito Dr. Albert Schweitzer (no centro da fotografia). ►
Uma semana depois, a expedição chegou a seu destino, Libreville.
Surpreendentemente, o bloco de gelo havia perdido apenas 11 por cento de seu peso. Eles cortaram-no, dividiram-no entre os cidadãos da cidade equatorial e voltaram para a Noruega.

Ice Route, Futility Closet | Ice block expedition of 1959, Wikipedia

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28 julho, 2014

 

O órgão mouse

VOCÊ PODE CUTUCAR O SEU NARIZ
MAS NÃO O NARIZ DO SEU AMIGO.

Hands-free
Um trabalho publicado em 2004, na Image and Vision Computing (com 12 páginas), já mostrava ser possível a um nariz ter a função mouse. Sabe lá se o dele não é um?!

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Os tratores e a internet

Lee Klancher, autor de um livro sobre tratores, fala como estas máquinas mudaram a maneira de viver da população estadunidense:
"A parte sobre tratores que é realmente interessante para mim", diz Klancher", é o papel que eles desempenharam em nossa sociedade, transformando-o de agrária em urbana. Em meados do século 19, a maioria da população dos EUA estava na agricultura. Em 1993, o governo até parou de contar os agricultores como um grupo populacional único. Hoje, o mundo em que vivemos é extremamente urbano e o modo de vida rural essencialmente desapareceu. Isso é uma enorme mudança, e foram os tratores que a possibilitaram. Sem os tratores, sem a mecanização da fazenda, um percentual maior da população ainda teria que estar dedicada à agricultura. Eu não acho que a revolução "pontocom" teria acontecido sem os tratores ", acrescenta Klancher. "Se você refletir sobre a internet, concluirá que é o produto de um país industrializado."
Extraído de Rise of the Machines: Tractors and the End of Rural America, CW

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27 julho, 2014

 

Os Pássaros

Numa praia fatos assustadores começam a acontecer quando pássaros famintos cercam banhistas desprevenidos.
E a famosa cena da aparição de Hitchcock em nenhum momento se dá. Também pudera, não é o filme dele!
É um vídeo de Roman Atwood.


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O homem certo no lugar certo

No início, parecia que Edwin "Buzz" Aldrin teria a honra de ser o primeiro homem a pisar na Lua. No entanto, faltando apenas três meses para a pioneira viagem tripulada da Apollo 11 ao satélite da Terra, a NASA anunciou que Neil Armstrong seria o primeiro a pisar na Lua.
A principal razão dada pela NASA, ao tomar essa decisão, foi a de que a localização e o modo de
Da esquerda para a direita: Neil Armstrong,
 Michael Collins e Edwin Aldrin
abrir da escotilha do módulo lunar dificultariam a saída em primeiro lugar de Aldrin, que estaria no comando do módulo. Já para Armstrong, ao ser aberta a escotilha, este poderia sair sem qualquer dificuldade, deixando livre o caminho para Aldrin.
Portanto, fazia mais sentido que Armstrong saísse em primeiro lugar.
Nos últimos anos, mesmo com a existência dessa história da escotilha (sustentada inclusive por alguns dos participantes do programa espacial), comenta-se que os diretores da NASA, quando escolheram quem teria a honra de ser o primeiro a pisar em solo lunar, trocaram Aldrin por Armstrong por outra razão.
É que eles acharam que Armstrong lidaria melhor com a fama ao retornar para a Terra. E a escotilha apenas lhes deu a desculpa de que precisavam.
Fonte: Neil Armstrong got first step moon, Today I Found Out

Uma mensagem de solidariedade deste blogue a Michael Collins, o astronauta da Apollo 11 que NÃO desceu na Lua.

Buzzinando...
Você sabia que EU fiz o primeiro selfie espacial durante a missão Gemini 12 em 1966?
Buzz Aldrin
Não diga? Sempre que for o primeiro em qualquer coisa tuíte-me a respeito.
PGCS

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26 julho, 2014

 

A versão Disney do tarô

O uso divinatório do tarô começou com um oculista ocultista francês chamado Alliette, sob o pseudônimo de "Etteilla" (seu nome ao contrário). Atuando como vidente e cartomante, "Etteilla" desenhou o primeiro baralho esotérico, pouco tempo após a Revolução Francesa.
Esse tarô esotérico (ou oracular) é constituído de 78 arcanos, divididos em dois grandes grupos: maiores (22) e menores (56). Os arcanos maiores revelam os estados latentes das ideias e as possibilidades da vida e os arcanos menores expressam os resultados e as formas das ideias contidos no primeiro conjunto.
Na versão Disney do tarô, em que só existem os arcanos maiores, estes foram substituídos por 22 personagens do desenho animado. O 12, que é o Enforcado, por exemplo, é o Pateta.
deviantART

Patético

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A vingança que não será cumprida

Um homem e uma mulher foram casados ​​por muitos anos. Sempre que havia uma discussão em casa, gritos podiam ser ouvidos por muitas horas na vizinhança.
O velho gritava: "Quando eu morrer, vou cavar meu caminho para cima e para fora da sepultura e vou voltar para assombrá-la pelo resto de sua vida!"
Os vizinhos temiam. E o velho gostava do fato de ser temido.
Para alívio de todos, ele morreu de um ataque do coração aos 98 anos. Durante todo o funeral, a viúva manteve o caixão fechado.
Após o enterro, seus vizinhos, preocupados com a segurança dela, perguntaram: "Você não tem medo de que ele possa realmente ser capaz de cavar seu caminho para fora da sepultura e vir assombrá-la pelo resto de sua vida?"
A viúva respondeu: "Deixe-o cavar. Eu o enterrei emborcado. E sei que ele não vai parar para pedir informação."
Bits and Pieces

De morte
Convite EnterroO enterro de Dorothy, Os pinguins quando morremTodo dia..., Não morri para você bailar e Enquanto a imortalidade não chega

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25 julho, 2014

 

Uma peleja mágico-galáctica

A luta espetacular entre um fã de "Harry Potter" e outro de "Star Wars". Quem vence, a Magia ou a Força?
Escolha o seu lado.



Galáctica ou galática?
O adjetivo relativo à nossa Galáxia ou a qualquer outra é “galáctico”, com “c” no meio da palavra.
“Galático”, sem “c” no meio, refere-se à Galácia, uma antiga província romana que ocupava a parte central da Ásia Menor.
Laércio Lutibergue, www.portuguesnarede.com

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Dia do Escritor


Em 25 de julho é comemorado o Dia do Escritor. Nada como se inspirar nas belas palavras de Lima Barreto, o mulato brasileiro que, juntamente com outro mulato, Machado de Assis, forma a maior dupla de escritores do País.
"Mais do que qualquer outra atividade espiritual da nossa espécie, a Arte, especialmente a Literatura, ..., em virtude mesmo do seu poder de contágio, tem e terá um grande destino em nossa triste humanidade.
O homem, por intermédio da Arte, não fica adstrito aos preconceitos e preceitos de seu tempo, de seu nascimento, de sua pátria, de sua raça; ele vai além disso, mais longe que pode, para alcançar a visão total do Universo e incorporar a sua vida na do Mundo.
… a Literatura reforça o nosso natural sentimento de solidariedade com os nossos semelhantes, explicando-lhes os defeitos, realçando-lhes as qualidades e zombando dos fúteis motivos que nos separam uns dos outros.”
E continua: "a Literatura tende a obrigar a todos nós a nos tolerarmos e a nos compreendermos; e, por aí, nós nos chegaremos a amar mais perfeitamente na superfície do planeta que rola pelos espaços sem fim.
Atualmente, nesta hora de tristes apreensões para o mundo inteiro, não devemos deixar de pregar, seja como for, o ideal de fraternidade, e de justiça entre os homens e um sincero entendimento entre eles."
Lima Barreto, “O Destino da Literatura”, 1921, cidade de Mirassol-SP
No texto, Lima Barreto afirma ainda que a literatura não é a beleza plástica da forma e da técnica. Ela serve para unir os homens, estabelecendo uma “harmonia entre eles, orientada para um ideal imenso em que se soldem as almas, aparentemente as mais diferentes, mas semelhantes no sofrimento da imensa dor de serem humanos”
A Arte, tendo o poder de transmitir sentimentos e ideias, sob a forma de sentimentos, trabalha pela união da espécie; assim trabalhando, concorre, portanto, para o seu acréscimo de inteligência e de felicidade.
Fernando Gurgel Filho

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24 julho, 2014

 

Um pequeno templo humano

Trina Merry criou este "pequeno templo humano" com os corpos de 17 artistas circenses e dançarinos. Nus e pintados de vermelho com detalhes dourados, o grupo pretende com essa performance conscientizar as pessoas e levantar fundos para uma organização que busca capacitar as mulheres nepalesas.


Nepal é o único país do mundo onde as mulheres têm uma esperança de vida mais curta do que a dos homens. Muitas meninas são vendidas como escravas para pagar as dívidas da família ou para casar-se ainda crianças. As mulheres são responsáveis ​​por todo o trabalho doméstico e pelos rígidos deveres da casa. Atos de violência contra elas são frequentes. Apenas um por cento das mulheres no Nepal frequentam a faculdade.
Lori Dorn, laughinsquid.com

VÍDEO

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Como pensa a elite brasileira

EntreMentes reproduz este artigo (copyleft) de Antonio Lassance, publicado em 22/07/2014 no Carta Maior:
A elite brasileira é engraçada. Gosta de ser elite, de mostrar que é elite, de viver como elite, mas detesta ser chamada de elite, principalmente quando associada a alguma mazela social. Afinal, mazela social, para a elite, é coisa de pobre.
A elite gosta de criticar e xingar tudo e todos. Chama isso de liberdade de expressão. Mas não gosta de ser criticada. Aí vira perseguição.
Quando a elite esculhamba o país, é porque ela é moderna e quer o melhor para todos nós. Quando alguém esculhamba a elite, é porque quer nos transformar em uma Cuba, ou numa Venezuela, dois países que a elite conhece muito bem, embora não saiba exatamente onde ficam.
Ideia de elite é chamada de opinião. Ideia contra a elite é chamada de ideologia.
A elite usa roupas, carros e relógios caros. Tem jatinho e helicóptero. Tem aeroporto particular, às vezes, pago com dinheiro público – para economizar um pouquinho, pois a vida não anda fácil para ninguém. 14 "MI" PRO AEROPORTO DO TITIO
A elite gosta de mostrar que tem classe e que os outros são sem classe.
Mas, quando alguém reclama da elite por ser esnobe, preconceituosa e excludente, é acusado de incitar a luta de classes.
Elite mora em bairro chique, limpinho e cheiroso, mas gosta de acusar os outros de quererem dividir o país entre ricos e pobres.
O negócio da elite não é dividir, é multiplicar.
A elite é magnânima. Até dá aulas de como ter classe. Diz que, para ser da elite, tem que pensar como elite.
Tem gente que acredita. Não sabe que o principal atributo da elite é o dinheiro. O resto é detalhe.
A elite reclama dos impostos, mesmo dos que ela não paga. Seu jatinho, seu helicóptero, seu iate e seu jet ski não pagam IPVA, mesmo sendo veículos automotores.
Mas a elite, em homenagem aos mais pobres e à classe média, que pagam muito mais imposto do que ela, mantém um grande painel luminoso, o impostômetro, em várias cidades do país.
A elite diz que é contra a corrupção, mas é ela quem financia a campanha do corrupto.
Quando dá problema, finge que não tem nada a ver com a coisa e reclama que “ninguém” vai para a cadeia. “Ninguém” é o apelido que a elite usa para designar o pessoal que lota as cadeias.
A elite não gosta do Bolsa Família, pois não é feita pela Louis Vuitton. MAS GOSTA DO BOLSA TITIA
A elite diz que conceder benefícios aos mais pobres não é direito, é esmola, uma coisa que deixa as pessoas preguiçosas, vagabundas.
Como num passe de mágica, quando a elite recebe recursos governamentais ou isenções fiscais, a esmola se transforma em incentivo produtivo para o Brasil crescer.
A elite gosta de levar vantagem em tudo. Chama isso de visão. Quando não é da elite, levar vantagem é Lei de Gérson ou jeitinho.
Pagar salário de servidor público e os custos da escola e do hospital é gasto público. Pagar muito mais em juros altos ao sistema financeiro é “responsabilidade fiscal”.
Quando um governo mexe no cálculo do dinheiro que é reservado a pagar juros, é acusado de ser leniente com as contas públicas e de fazer “contabilidade criativa”.
Quando o governo da elite, décadas atrás, decidiu fazer contabilidade criativa, gastando menos com educação e saúde do que a Constituição determinava, deram a isso o pomposo nome de “Desvinculação das Receitas da União” - inventaram até uma sigla (DRU), para ficar mais nebuloso e mais chique.
A elite bebe água mineral Perrier. Os sem classe se viram bebendo água do volume morto do Cantareira. ATUALIZAR PARA: ÁGUA DO VOLUME MORTO DO ALTO TIETÊ
A elite gosta de passear e do direito de ir e vir, mas acha que rolezinho no seu shopping particular é problema grave de segurança pública.
A elite comprou o livro de um francês, um tal Piketty, intitulado “O Capital no Século 21″ (SINOPSE). Não gostou. Achou que era só sobre dinheiro, até descobrir que o principal assunto era a desigualdade.
A pior parte do livro é aquela que mostra que as 85 pessoas mais ricas do mundo controlam uma riqueza equivalente à da metade da população mundial. Ou seja, 85 bacanas têm o dinheiro que 3,5 bilhões de pessoas precisariam desembolsar para conseguir juntar.
A elite não gostou da brincadeira de que essas 85 pessoas mais ricas do mundo caberiam em um daqueles ônibus londrinos de dois andares.
Discordou peremptoriamente e por uma razão muito simples: elite não anda de ônibus, nem se for no andar de cima.

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23 julho, 2014

 

Ariano Suassuna, o homem da esperança

ROMANCE D’A PEDRA DO REINO, de Ariano Suassuna
por Fernando Gurgel Filho
Carlos Drummond de Andrade disse: "Extraordinário romance-memorial-poema-folhetim que Ariano Suassuna acaba de explodir. Ler esse livro em atmosfera de febre, febril ele mesmo, com a fantasmagoria de suas desaventuras, que trazem a Idade Média para o fundo Brasil do Novecentos, suas rabelesiadas, seu dramatismo envolto em riso. Ah, escrever um assim deve ser uma graça, mas é preciso merecer a graça da escrita, não é qualquer vida que gera obra desse calibre".
Faltou pouco para o Suassuna escrever "o" romance do Brasil. A partir de fatos históricos, como a chacina ocorrida no sertão de Pernambuco em que inocentes foram assassinados para fazer ressuscitar o Rei Dom Sebastião - a própria contradição do fato é tragicômica - Suassuna coroa o Movimento Armorial com um romance de armas, brasões, fidalguias, reis e vassalos, existentes apenas na imaginação doentia de sertanejos fanáticos.
O narrador, que se autodenomina Dom Dinis Quaderna, em estilo que ele mesmo chama de régio-sertanejo, transforma "uns cavalos pequenos, magros e feios, uma porção de gente suja, magra faminta e empoeirada, arrastando ... uma porção de velhos animais de Circo, famélicos e desdentados, numa tropa pobre e amontoada" em uma "Cavalgada fidalga composta de Ciganos, vestidos de gibões medalhados e cravejados, trazendo onças,veados, gaviões e cobras... ...precedida por duas bandeiras, uma com onças e contra-arminhos, outra com coroas e chamas de ouro em campo vermelho."
Essa visão distorcida da realidade revela, tão-somente, a má formação do narrador e as suas visões de um mundo fantástico em que ele almeja implantar uma monarquia sertaneja-negro-tapuia em oposição à elite ibérica-mouro-portuguesa. A caricatura do País é perfeita, onde a elite e a intelectualidade estão representadas por um filósofo de direita que se diz oriundo da melhor estirpe dos coronéis de engenho e outro de esquerda que diz representar a alma sertaneja e mestiça do índio e do escravo. Os dois vivem às custas do narrador que, em tudo, parece representar o Povo. E se servem dele até para firmar suas ideias caricatas de um País tragicômico.
É um livro que merece ser lido e relido, atentando para os tangenciamentos com a realidade dos sertões e para os fatos históricos narrados - na forma distorcida pelo narrador, claro. (FGF)
Em tempo
O escritor paraibano Ariano Vilar Suassuna, autor de "Auto da Compadecida" e "A Pedra do Reino", morreu nesta quarta-feira (23), aos 87 anos, no Recife.
Nascido em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, em 16 de junho de 1927, era filho do político João Suassuna, que ocupou o governo da Paraíba e foi assassinado no Rio de Janeiro, em 1930.
A família passou a viver em Taperoá, onde Suassuna começou a estudar e viu a primeira peça de mamulengos (fantoches típicos do nordeste brasileiro), que depois teria influência em sua produção teatral.
Em 1942, o autor se mudou para Recife e aos 16 anos começou a escrever poesias. Aos 20 publicou a primeira peça, "Uma Mulher Vestida de Sol".
Em 1950, formou-se advogado, profissão à qual se dedicou durante anos sem abandonar a literatura.
Em 1955, publicou o "Auto da Compadecida", sua obra mais famosa, que em 2000 seria adaptada para uma minissérie e um filme de sucesso, estrelados por Matheus Nachtergaele e Selton Mello.
Com projeção nacional, deixou a advocacia e viu suas peças serem montadas em outros Estados.
Na década de 1970, lançou o Movimento Armorial, com o objetivo de criar arte erudita a partir de elementos da cultura popular, como literatura de cordel e música de viola. Seu livro "O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta", de 1971, é baseado nesses preceitos.
"Eu digo sempre que das três virtudes
teologais , sou fraco na fé e fraco
na caridade, só me resta a esperança.
Eu sou o homem da esperança."
As principais obras de Ariano Suassuna
1947 - "Uma Mulher Vestida de Sol"
1949 - "Os Homens de Barro"
1950 - "Auto de João da Cruz"
1952 - "O Arco Desolado"
1953 - "O Castigo da Soberba"
1954 - "O Rico Avarento"
1955 - "Auto da Compadecida"
1957 - "O Casamento Suspeitoso"
1957 - "O Santo e a Porca"
1958 - "O homem da Vaca e o Poder da Fortuna"
1959 - "A Pena e a Lei"
1960 - "Farsa da Boa Preguiça"
1962 - "A Caseira e a Catarina"
1971 - "O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta"
1976 - "História d'O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao sol da Onça Caetana"
1980 - "Sonetos com Mote Alheio"
1985 - "Sonetos de Albano Cervonegro"
1987 - "As Conchambranças de Quaderna"
Leia +
Ariano e os computadores, Por causa de uma gravata e Aboio

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Flash mobs

São aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada e previamente combinada, com elas se dispersando ao final, tão rapidamente quanto se reuniram.
No Brasil, são chamadas de rolezinhos.
Eis a ficha técnica deste caso:
Promovente - Improv Everywhere
Local – uma loja de departamentos em Manhattan, NY
Ação – invadir a loja, disfarçados de manequins
Dispersão – a cargo da polícia



♪Ode à Alegria♪

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Impagáveis do PG - 4




Quando um assassino faz você cavar sua própria sepultura, jogue a areia longe para que ele tenha sérios problemas ao acabar o serviço.

Impagáveis: 1, 2 e 3

Slideshows do PG - Apresentação 328
PAPEL HIGIÊNICO

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22 julho, 2014

 

Para barbear-se adequadamente na prisão

Adam Landerman, 21, sob a custódia da justiça dos EUA aguardando o julgamento de uma acusação de assassinato.
Na semana passada, Landerman (foto) entrou com uma queixa para remediar diversas condições que ele encontrou no Centro de Detenção de Will County.
Toalhas pequenas, horário das refeições, serviços de barbeiro não disponíveis etc.

"Mas eu tenho que perguntar: creme de barbear?
Há muito tempo este produto é considerado desnecessário e como uma brincadeira com o público consumidor. A água quente e sabão é tudo o que as modernas lâminas de barbear exigem. Alguns de vocês podem discordar, mas certamente ninguém pode argumentar que o creme de barbear seja algo necessário para barbear-se adequadamente em uma prisão."
 Eric Zorn, Chicago Tribune:
Extraído de comentários dos leitores ao colunista:
– A água fria funciona muito bem.
– A ideia de água e sabão me faz estremecer. Tem que ter gel (nem mesmo creme é adequado). E isso é só para minhas pernas.Você deve ter um rosto viril muito difícil.
– Enquanto faço a barba logo após o banho, eu não preciso do creme. Na verdade, ele borra a linha que eu quero manter em meu pescoço (quando faço o cavanhaque).
– E essas barras da cela da prisão me estão dando um bronzeado desigual...
– Você devia estar aprendendo a comportar-se, antes de ser transferido para uma prisão PMITA. Em breve, você estará implorando por vaselina em vez de creme de barbear.
– Se o creme de barbear estiver no acordo coletivo de trabalho, eles terão de fornecê-lo.

CREME BÁRBARO


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Dá banho, mas não balança

Esta rede (abaixo) é uma banheira suspensa. Projeto da Splinter Works, ela foi construída com fibra de carbono e dispõe de um ralo para esvaziá-la após o banho.
Infelizmente, ela não balança.

boingboing.net

N.B. Etiquetei esta postagem como rede e como banheira – porque ela parece ambas as coisas. Pensando melhor, é bem mais uma banheira. Onde se viu uma rede que não balança?

Poderá também gostar de ...
A prova da banheira, Inconfidência de uma banheira, Banho com peixes e O barco banheira

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21 julho, 2014

 

Reações químicas

Uma compilação de espetaculares reações químicas neste vídeo:



N.B. Nem todos os exemplos acima mostrados são reações químicas.

Ciência com um Sorriso
"É desconcertante refletir sobre o número de alunos que tenham sido reprovados em Química por não saberem o que mais tarde descobriu ser falso." - Atribuído a Deming in Robert L. Weber, "Science with a Smile", 1992.

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Os defenestrados de Praga

30 de julho de 1419, o sacerdote tcheco Jan Želivský estava conduzindo sua congregação pelas ruas de Praga para protestar contra a corrupção na Igreja Católica, quando alguém que estava à janela da prefeitura jogou uma pedra nele. Seus seguidores invadiram a sala e jogaram 13 membros do conselho da cidade através de uma janela alta, matando-os.
Notavelmente, algo parecido aconteceu novamente em 1618, quando o rei Fernando II confiscou as propriedades dos protestantes na Boêmia. Os protestantes prejudicados ​​confrontaram as autoridades na chancelaria e jogaram três católicos de uma janela do terceiro andar. Todos os três sobreviveram - os católicos afirmaram que tinham sido salvos por anjos, os protestantes que eles haviam desembarcado em um monturo.
The Defenestrations of Prague, Futility Closet

Ilustração de Mathäus Merian, 1618 - Wikimedia Commons

N. do E.
Defenestrar (do latim de-, para baixo, e fenestra, janela), v.t.d. Lançar, violentamente, alguém pela janela.

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20 julho, 2014

 

Pintando com os olhos

para Nelson Cunha
Leandro Granato, um artista argentino, não precisa de pincel. Ele põe tinta no nariz e, na sequência, a esguicha pelo olho. EYE PAINTING
(Já vi gente fazendo isso com leite na TV.)
Granato inspira-se em Jackson Pollock, o pintor abstrato norte-americano que fazia quadros por gotejamento (pingando tinta diretamente sobre telas em padrões aparentemente aleatórios).
Você pode ver a influência de Pollock nesta pintura de Granato:


Você pode ver também a influência de Pollock no trabalho dos micobacteriologistas: AQUI.
Granato chama sua técnica de "pintura com olhos". Ele usa uma tinta atóxica (sic) que ele garante ser segura para os olhos.
Algumas pessoas pensam que ele é louco, mas Granato se vê como uma pioneiro artístico:
"As pessoas loucas são, muitas vezes, aquelas que constroem as estradas em que os sábios trafegam."
(Breve pergunta: esse talento é inato ou é inato?)

Arquivos
Pintura com a boca e os pés. Pintura com os lábios. Versão Smiley: Grandes mestres da pintura.

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Quinta Sinfonia de Butthoven


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19 julho, 2014

 

"A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião"

Declaração de Trevor Stratton, um consultor sobre HIV/AIDS, em entrevista a uma rede australiana de comunicação, logo após a queda do avião em que viajava o cientista holandês Joep Lange.


A queda do avião da Malaysia Airlines ocorrida nesta quinta-feira (17), reservou tristes notícias para o mundo da ciência. No voo, estavam cerca de 100 cientistas e ativistas a caminho da Conferência Internacional sobre a Aids, prevista para começar neste domingo (20), na Austrália.
Dentre os mortos, estava o holandês Joep Lange (foto), de 60 anos, reconhecido como um dos maiores especialistas sobre a doença no mundo.
O cientista dedicou cerca de 30 anos da sua vida às pesquisas sobre o vírus HIV e à Aids. Ele ficou mundialmente conhecido por defender a diminuição dos custos do tratamento para os países mais pobres.
Saiba mais.

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Visita ao necrotério

No século 19, passear no necrotério de Paris chegou a ser uma diversão popular para homens, mulheres e crianças. Junto com a Torre Eiffel e as Catacumbas (com seus ossários), a morgue da cidade alinhava-se entre os monumentos mais visitados de Paris.
Era organizado em duas partes, separadas por uma divisória de vidro. Na primeira, ficavam os cadáveres refrescados por correntes de água (os equipamentos de refrigeração só foram instalados em 1897). E, na segunda, aconteciam os desfiles públicos.


A exposição pública dos corpos tinha uma finalidade administrativa clara: a identificação e o reconhecimento das vítimas de morte violenta. Mas a visita ao necrotério era motivada principalmente pela curiosidade mórbida das pessoas em ver a morte e os corpos, sobretudo por que estes eram expostos despidos.
Em 1907, um decreto moral do prefeito Lépine fechou as portas do necrotério para o público. Depois de uma forte campanha promovida pelos ativistas do "higienismo moral".

La morgue : l’un des monuments parisiens les plus visités du XIXe siècle, La Ligne 5

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Como você gasta cada hora de seu dia?

Com base em informações confiáveis, News.Mic criou uma série de gráficos de como pensadores, escritores, artistas e filósofos da vida moderna passavam os seu dias.
A maioria deles parece ter conseguido dormir o suficiente. Privação do sono pode causar grandes problemas para a saúde física e mental, de modo que esse dado não é uma surpresa. Kafka foi a exceção, pois era o único que ficava acordado a noite toda.
Nelson Cunha
Poderá também gostar de ver
COMO ALGUNS ANIMAIS PASSAM SEUS DIAS

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18 julho, 2014

 

João Ubaldo (1941–2014)

Morreu o escritor João Ubaldo Ribeiro.
Em "Aventuras Naturais", do livro "O Rei da Noite" (sinopse), João Ubaldo Ribeiro descreve um restaurante de comida natural.
A descrição é divertidíssima. Apesar de, segundo ele, ter sido uma experiência "acabrunhante".
"Pior do que", continua João Ubaldo, "a que tive num restaurante macrobiótico de Salvador, ao qual concordei que me levassem num momento de insensatez e que me deixou abaladíssimo - aqueles mastigadores obstinados, aquela aura de expiação de pecados através de penitências alimentares, aquela atmosfera pálida e astênica."
Bebedor contumaz, o escritor ficou ainda mais avesso ao lugar quando pediu algo para beber. Tinha suco de espinafre – "que nunca vi, mas considero imoral por definição", dizia ele – "suco de beldroega, chá de tília e água descansada".
– Água descansada? Descansada?
Dai pra frente tem que ler. Imperdível.
Fernando Gurgel

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O sole mio


Tecnologia elimina reflexo do Sol na tela do smartphone
Jornal GGN, 17/07/2014 – Um grupo de pesquisadores desenvolveu uma tecnologia que pode tornar uma superfície áspera o suficiente para espalhar a luz e afastar o brilho, sem que isso interferira na transparência dela. A novidade pode ser aplicada em telas de smartphone, facilitando a visualização em dias de Sol ou com muita luminosidade.
Ler mais.

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"Les Djinns"

Victor Hugo (1802–1885) escreveu um poema cujos versos crescem progressivamente ("como uma bola de neve silábica") e, em seguida, decrescem pouco a pouco, descrevendo a passagem de uma tempestade de demônios.
É o poema "Les Djinns", de 1829.
Interessante que, no Brasil, o poeta Gonçalves Dias (1823–1864) usou semelhante técnica em seu poema "A Tempestade" (postagem deste blogue em 13/08/07).
Gonçalves Dias estreou literariamente em 1846, com a obra "Primeiros Cantos".

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17 julho, 2014

 

Em tempo real

O mais preciso e atualizado boletim do tempo:


Meteorologia índígena

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Besouros que galopam

A maioria dos insetos anda em uma marcha que mantém três patas no chão enquanto as outras avançam. Mas, em algum momento ao longo da linha evolutiva, três espécies de besouro decidiram romper com essa regra, desenvolvendo uma espécie de galope: o Pachysoma endroedyi, o P. hippocrates e o P. glentoni, que movem cada par de pernas em sincronia. Como um coelho saltando ou um cavalo a galopar.
Porque exatamente esses besouros aderiram ao galope é motivo de especulação. É muito ineficiente. Nesse tipo de marcha, os insetos usam as patas dianteiras e do meio, enquanto as patas traseiras em nada contribuem para a propulsão deles.
POPULAR SCIENCE


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16 julho, 2014

 

Sabe aquelas botas?


Resposta ao Reciclando sapatos velhos, entrada do blog SE VIRANDO SEM GRANA.

SLIDESHOWS DO PG - APRESENTAÇÃO 327
ANIMAIS QUE AMAM FLORES

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