06 maio, 2015

 

A sombra de sempre

Esta foto foi tirada em uma cidade ensolarada da Espanha:


Serve para ilustrar que... não há nada de novo sobre a sombra.
Como veem:
Ela continua sendo a mesma sombra de sempre, desconhecendo a intenção dos homens.

Arquivo
Com sombra, Se for beber não faça sombra, Regras para as sombras, No mundo das sombras, Do dia para a noite, Quanto pesam as sombras?, Assombrações na areia e Black heron

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05 maio, 2015

 

Bach em Tubos Bem Temperados

Hoje encontrei um espetáculo que necessita de uma coordenação extraordinária para a execução.
É o vídeo em que o grupo francês Les Objets Volants interpreta o Prelúdio Nº. 1 em Dó Maior, de JS Bach, usando boomwhackers (tubos plásticos de percussão) com muita habilidade.



Comentários
É o que eu chamo de arte. Tem tudo: som, cor e movimento!
É também malabarismo.
Bach parece inspirar todos os tipos de interpretações interessantes.
Talvez eles possam carregar os tubos nas costas em algum tipo de suporte.
Fiquei me perguntando se eles iriam fazer o acorde final. Incrível!
Uma definição de piano: boomwhackers com a interface do usuário aprimorada.

+ cinco interpretações interessantes
[1] [2] [3] [4] [5]

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Impagáveis do PG - 6

Quando você mistura farinha e água obtém cola? Aí, você adiciona ovos e açúcar e obtém bolo.


Para onde é que a cola foi?

Impagáveis: 1, 2, 3, 4 e 5

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04 maio, 2015

 

Se todos fossem iguais...








Aprendi a carregar meu próprio peso para não ser um peso a mais 
sobre os ombros de alguém.

Anônimo

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Olha pro céu, meu leitor

O conhecido astrofísico Neil deGrasse Tyson levantou em uma de suas palestras este curioso paradoxo: Sabem vocês quem passa mais tempo olhando para o céu e menos detecta OVNI? Astrônomos! Por quê? Simplesmente porque eles sabem o que estão vendo.
O que Tyson quis dizer com essa retórica é que a grande maioria dos supostos avistamentos de OVNIs são baseados em simples ignorância dos fenômenos naturais e artificiais que existem no céu noturno.
O que esta sigla para Objeto Voador Não Identificado indica depende precisamente do conhecimento ou da ignorância que o observador tem. Quanto menos ele conhece o céu, mais objetos não identificados serão vistos por ele; quanto maior for o seu conhecimento, menos objetos estranhos ele presenciará. [...]
Vivemos numa época em que nos esquecemos de como realmente é o céu. As grandes cidades, a poluição luminosa e até mesmo o nosso próprio ritmo de vida, afastaram-nos da contemplação e, acima de tudo, do conhecimento sobre este grande espetáculo diário e gratuito chamado céu.
A este desconhecimento dos fenômenos naturais, deve-se considerar que a tecnologia vem acrescentando uma grande variedade de reflexos e luzes artificiais que são frequentemente confundidos pelo observador inexperiente. De simples aeronaves, mísseis, drones, estágios de foguetes, satélites, estações espaciais, tais como ISS, até os protagonistas do nosso artigo de hoje: flares (sinais luminosos) de irídio.


Siga lendo:
Los impresionantes flares de iridium y por qué se confunden con OVNIs, artigo de Javier Peláez publicado no YAHOO! NOTÍCIAS - España, em 04/12/2014.

Curiosidade
Em 11 de maio de 1950, o agricultor Paul Trent, de McMinnville, Oregon bateu duas fotos de um objeto que ele dizia ser um disco voador (o termo "objeto voador não identificado", OVNI, ainda não tinha sido criado). Esta (abaixo) é conhecida como a fotoTrent # 1 – considerada por décadas como "a melhor foto (de OVNI) de todos os tempos".
Scout's Atomic Flash

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03 maio, 2015

 

Super-heróis no chuveiro


"Bruce, você fede. Você está realmente precisando de um banho."
"Eu não sou Bruce. Eu sou Batman."
"Sim, nós sabemos. Mas você, de vez em quando, podia tirar essa roupa de Batman. Agora, por exemplo, seria um bom momento. Porque você começa a cheirar mal."
"Eu não posso tirar minha roupa. Eu sou Batman. A roupa e o capuz são quem eu sou."
"Sim, nós sabemos disso. Sabemos também que morcegos selvagens têm um cheiro forte. Mas super-heróis que querem ficar na Sala de Justiça precisam ter um cheiro agradável."
"Mas, eu ..."
"Ora, só o Axe corporal não é suficiente!"
Superheroes in the shower, Neatorama

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O Mágico de Oz, de Ted Eshbaugh

Uma versão em desenho animado da década de 1930
Um tornado [1] [2] varrendo Kansas leva Dorothy e Totó para a terra de Oz, onde eles encontram o Espantalho e o Homem de Lata. Quando chegam à Cidade das Esmeraldas, os quatro (o Leão Covarde não participa dessa história) são recebidos por uma fanfarra. Eles são levados para o Mágico, que passa a realizar uma série de truques de mágica para eles... até que um dos seus truques dá errado!
Baseado vagamente no romance [3] de L. Frank Baum e com música de Carl Stalling, Frank Joslin Baum, o filho mais velho do autor, esteve envolvido no roteiro e na produção do filme. Foi lançado originalmente em Technicolor, antes de ser retirado de exibição por Walt Disney quando obteve os direitos exclusivos para a filmagem do romance.


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02 maio, 2015

 

Instrumentos musicais automáticos


Os fabricantes de instrumentos musicais sempre foram fascinados pela ideia de empurrar (o que só pode ser para frente) os limites do ofício. Daí a criação, por alguns deles, de instrumentos musicais de estranha aparência, que, por serem automatizados, tocam sem a participação do ser humano.
(Não entro no mérito da questão.)

Para ver outros.

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O braço de selfie

Não são apenas as grandes tecnologias que se transformam rapidamente, as pequenas também.
Pois bem, em uma tentativa de deixar menos solitário aquele momento em que você tira uma selfie,
os artistas Aric Snee e Justin Crowe criaram o "braço de selfie", uma evolução do conhecido pau de selfie. SELFIES, BELFIES...
É isso mesmo que você, amigo leitor, acabou de ler: o braço de selfie. O aparelho nada mais é que um pau de selfie em forma de um antebraço de manequim – em manga de camisa.


Para a criação, os artistas basearam-se na ideia de que ninguém gosta de estar sozinho ao fazer uma selfie.
Agora, quando você for registrar "aquele momento inesquecível", parecerá na foto que você estava acompanhada de alguém muito especial, que você ama ou estima.


Oficina da Net

Como era antes
Fotógrafo arrastado pela namorada

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01 maio, 2015

 

Zambujo grava Chico

O cantor português António Zambujo está gravando um disco apenas com músicas do compositor Chico Buarque. O site Espalha Factos, que divulga a informação, acrescenta que o brasileiro também participa da gravação do álbum do fadista português.
Não é a primeira experiência do cantor português em interpretar canções do ícone brasileiro. Em 2011, por exemplo, acompanhado pelo violonista Marcello Gonçalves, Zambujo gravou, no Solar de Botafogo, este vídeo com "Valsinha", de Chico Buarque e Vinicius de Moraes.



Me dá o prazer desta dança?
Valsinha

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Indo ao cerne da questão

O país apelou, até duas semanas atrás, para que uma empregada doméstica não fosse executada no exterior. Não obteve êxito: a empregada doméstica Siti Zaenab, 47, foi enforcada em 14 de abril em Medina, na Arábia Saudita.
Mas "fez o melhor que pôde" para evitar a execução, como disse a ministra das Relações Exteriores, Retno Marsudi. à imprensa local. Ela pedira  a seu congênere no governo da Arábia Saudita o perdão a Zaenab, condenada à morte por assassinar a facadas o patrão, em 1999.
No início do ano, o presidente do país enviou uma carta ao governo saudita em que solicitava clemência a Zaenab, sem êxito. Além disso, se comprometeu a pagar à família da vítima US$ 154 mil, possibilidade prevista na legislação saudita e conhecida por "dinheiro de sangue". Se a família da vítima aceita o pagamento, o réu recebe o perdão. O dinheiro foi recusado.
Graças ao pagamento do "dinheiro de sangue", o país havia conseguido, no ano passado, o perdão para uma outra empregada doméstica condenada à morte.
Que país é esse?
Em 6 de março, o Alto Comissariado da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos criticou o fato de a Indonésia defender internamente a pena de morte enquanto tenta salvar cidadãos indonésios no exterior sob risco de execução.
"Os esforços da Indonésia para lutar contra o flagelo do tráfico de drogas são compreensíveis, mas a execução dos condenados não é meio de fazer isso. Ao seguir esse curso, a Indonésia irá tristemente enfraquecer sua própria posição quando advoga em favor dos seus cidadãos que eventualmente enfrentem a pena de morte no exterior", disse Rupert Colville, porta-voz do órgão.
Há cerca de 230 indonésios condenados à morte pelo mundo.
Fonte: RICARDO GALLO, Folha de SP, 27/04/2015

Os preparativos de uma execução na Indonésia: um deles vai atirar para matar

Cartoon: Thomdean

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30 abril, 2015

 

Hipopotomonstrosesquipedalofobia

Imagem: veio daqui
É uma palavra inventada como uma brincadeira que, por ter se tornado relativamente conhecida e divulgada, acabou sendo tomada como séria por muitas pessoas que não conhecem sua origem.
A hipopotomonstrosesquipedalofobia seria um distúrbio que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas. Caracteriza-se pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial.
Esta fobia pode ser causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem e seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e medo de ser ridicularizado.
A própria palavra hipopotomonstrosesquipedalofobia representa certa ironia, haja vista que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia às palavras semelhantes.
Linguisticamente falando, o termo correto para "fobia de palavras longas" é megalologofobia (usando-se os prefixos gregos megalo e logos) ou sesquipedalofobia (usando-se o prefixo latino sesquipedalis). WIKIPÉDIA

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O atentado do Riocentro

Aconteceu a 30 de abril de 1981 o frustrado atentado do Riocentro. A bomba, planejada pelo SNI e armada pelo DOI-CODI carioca, explodiu minutos antes, ainda no estacionamento do Riocentro, dentro do Puma onde estavam dois agentes do DOI do I Exército. Ao explodir, a bomba matou o sargento do DOI Guilherme Pereira Rosário, que a levava no colo, e feriu gravemente o motorista a seu lado, o capitão do DOI Wilson Machado.
O desastrado atentado do Riocentro, que o Exército nunca assumiu "nem como desvio de conduta", só não se transformou em uma tragédia nacional por conta da incompetência dos terroristas.
No site da Comissão Nacional da Verdade (CNV), com todas as letras, os comissários concluem que o atentado foi “um minucioso e planejado trabalho de equipe realizado por militares do I Exército e do Serviço Nacional de Informações (SNI) e o que o primeiro inquérito policial militar (IPM) sobre o caso, aberto em 1981, foi manipulado para posicionar os autores diretos da explosão apenas como vítimas”. Para o coordenador da CNV, Pedro Dallari, o caso Riocentro foi o último de uma série de 40 atentados, ocorridos entre janeiro de 1980 e abril de 1981, “que visavam dificultar a abertura política iniciada em 1979 e dar uma sobrevida ao regime militar”.
O almirante Júlio de Sá Bierrenbach, que depôs na CNV sobre o caso, era ministro do Superior Tribunal Militar (STM) quando o inquérito policial militar sobre o Riocentro chegou ao tribunal para ser julgado. O caso já veio arquivado da auditoria militar onde tramitou e o militar da Marinha foi o único a votar contra o arquivamento do processo e pedir que o capitão Machado continuasse como investigado e a apuração, retomada.
Para Bierrenbach, “o IPM (do Riocentro) foi uma vergonha e isso é facilmente demonstrável”. Ele afirmou considerar absurdas a absolvição e a promoção até coronel que Wilson Machado, co-autor do atentado, recebeu na carreira. “Vítimas, uma ova! Eles fizeram o atentado. O capitão vai ao Riocentro com uma bomba, a bomba explode. O colega morre. E ele é promovido. Isso é um absurdo!”, torpedeou o almirante. Ao contrário do que seria previsível num país sério, a explosão não implodiu a carreira do militar sobrevivente. O capitão terrorista do Riocentro, apesar de seu estrondoso fracasso, é hoje general reformado do Exército.
Segundo o relatório da CNV, apresentado pelo gerente de projetos Daniel Lerner, cerca de 20 mil pessoas estavam no Riocentro, na noite de 30 de abril de 1981, para assistir a um show organizado por Chico Buarque de Hollanda para o Dia do Trabalhador. O grupo que planejou o atentado conseguiu até que a Polícia Militar recebesse uma ordem para não realizar policiamento dentro do espaço onde ocorria o show.
Os dois militares terroristas do DOI-CODI — o sargento morto e o capitão socorrido com as vísceras de fora — não foram as únicas baixas da ditadura. A evisceração do regime foi ainda mais notável nos meses seguinte. O general João Figueiredo infartou na presidência, o general Golbery do Couto e Silva demitiu-se da Casa Civil, o general Octávio Aguiar de Medeiros (chefe do SNI) implodiu como virtual candidato a uma sexta presidência fardada e o regime militar definhou até morrer, sem choro nem vela, no remanso do Colégio Eleitoral que sagrou Tancredo Neves como primeiro presidente civil desde 1964.
Naquela noite, data do maior "acidente de trabalho" da escalada terrorista do DOI-CODI do Exército, o número de mortos e feridos do atentado poderia ser muito maior. Além da bomba que explodiu no estacionamento, outro artefato explodiu na casa de força do Riocentro. O objetivo era o corte de energia que impedisse o show e causasse tumulto, mas o artefato não causou o efeito desejado. Depoimentos apontam que duas bombas sob o palco foram retiradas do local antes de serem detonadas e testemunhas afirmam que havia outras duas bombas no Puma do DOI-CODI, que foram retiradas da cena do crime.
O tumulto previsível de explosões coordenadas em recinto fechado, com as portas de saída criminosamente trancadas com cadeados, certamente provocaria uma tragédia amplificada na platéia de 20 mil pessoas. E as bombas sob o palco, detonadas no momento esperado do encerramento, quando todos os artistas se reúnem para a apoteose final do show, produziriam uma hecatombe na Música Popular Brasileira. Junto com Chico Buarque, lá estavam 30 dos mais famosos e carismáticos astros da MPB. Entre eles, Paulinho da Viola, Luiz Gonzaga e o filho Gonzaguinha, Cauby Peixoto, Clara Nunes, Gal Costa, Ivan Lins, João Bosco, Alceu Valença, Elba Ramalho, Djavan, Fagner, Moraes Moreira, Ângela Ro-Ro, Simone, Zizi Possi, MPB-4 e Beth Carvalho.
(extraído deste artigo do jornalista Luiz Claudio Cunha para o Jornal JÁ, via site QTMD?)



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29 abril, 2015

 

Como controlar o vício do telefone celular - 2

Com ele sendo furtado/roubado:

Passos anteriores
1 - Com o copo offline
2 - Com o colar elizabetano

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República das Bananas

É um termo pejorativo para um país, normalmente latino-americano, politicamente instável e
submisso a um país rico, e frequentemente governado por um ditador corrupto e opressor. Sua economia é em grande parte dependente da exportação de um único produto, tal como bananas. Esse país tem classes sociais estratificadas, incluindo uma grande e empobrecida classe trabalhadora e uma plutocracia que compreende as elites de negócios, política e militares.
O termo (Banana Republic) foi cunhado por O. Henry (William Sidney Porter), um escritor estadunidense. Originalmente, se referia a Honduras e foi apresentado em seu livro de contos "Cabbages and Kings", de 1904, ambientados na América Central.
O termo fortaleceu-se devido à forte presença das empresas estadunidenses United Fruit Company e Standard Fruit, que dominavam a produção de frutas como bananas e abacaxis nos países do Caribe e América Central. As companhias tinham grande poder sobre a economia desses países, e quando eles não atendiam a seus interesses, utilizavam-se da força para garanti-los.
Exemplo disso foi quando, em 1910, um navio partiu de Nova Orleans para Honduras, com o objetivo de instalar um novo presidente em Honduras, pois o governo local recusara cortar os impostos de uma companhia. Empossado o novo presidente, a empresa ficou livre de pagar impostos durante 25 anos.
O conceito também foi explorado pelo cineasta Woody Allen no filme "Bananas", de 1971, que se passa na fictícia San Marcos.

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28 abril, 2015

 

O diálogo é possível?




Sois reis e tendes espadas.
No entanto, esse diálogo é possível:
– desarmando os espíritos
– ouvindo a sugestão de um súdito.
(Ele é um ás no assunto.)

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Aulas de solidariedade

Nos últimos três anos, o estudante chinês Xie Xu, 18, tem carregado diariamente o colega Zhang Chi, 19, para a escola Daxu, na província de Jiangsu, China. Os músculos de Zhang Chi são afetados pela distrofia muscular, o que torna difícil para ele se locomover sozinho. Xie tomou a decisão de ajudar o amigo depois de vê-lo lutar para ir à escola.
Os dois nunca perderam um dia de aula e são os melhores alunos da escola.

The Telegraph

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27 abril, 2015

 

O direito à privacidade

-
"No futuro todo mundo terá 15 minutos de privacidade."

O direito à fama

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O sismoscópio de Zhang

Este dispositivo podia detectar sismos. Era um vaso com vários dragões de bronze na parte externa, cada um com uma bola de bronze na boca, em torno de vários sapos de bronze com as bocas abertas. Se a máquina detectava um terremoto uma das bolas se soltava e caía na boca de um dos sapos, fazendo barulho. A direção de onde viera o tremor era apontada pela bola que havia caído.
Construído por Zhang Heng no ano de 132, o dispositivo era capaz de detectar tremores que ocorriam a mais de 600 quilômetros de distância. O sismoscópio de Zhang detectava terremotos e em que direção eles tinham ocorrido, mas não media a intensidade deles como fazem os atuais sismógrafos - que não foram desenvolvidos até a sismologia ter sido "reinventada" no Ocidente, quase 1.700 anos mais tarde.
Zhang Heng é considerado o Leonardo da Vinci do Oriente, e seu currículo parece confirmar a comparação. Na maior parte de sua vida, Zhang Heng foi o astrônomo real durante a dinastia Han e desenhou um dos primeiros mapas estelares, rivalizando com o criado por Hiparco em 129 a. C. e do qual ele não tinha conhecimento.

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26 abril, 2015

 

Uma cena forte com a Mulher Melancia

(Salte esta postagem se você é sensível a cenas do tipo.)


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Falecimento de Audifax Rios

Audifax Rios nasceu em Santana do Acaraú, Ceará, onde iniciou os estudos, e depois se transferiu, em 1962, para a capital cearense, prosseguindo os estudos no Liceu do Ceará, radicando-se em Fortaleza, desde então.
Trabalhou na extinta TV Ceará, em jornais e agências de propaganda. Artista plástico, fez duas dezenas de individuais (Brasília, Recife, Vaticano, Nova Canudos, Fortaleza etc.) e participou de inúmeras coletivas e salões onde foi premiado (Novos, Abril, Unifor etc.).
Fez capas e ilustrações para mais de uma centena de obras, a maioria de autores cearenses. Foi ainda cordelista e publicitário.
Autor dos livros "Bar Peixe Frito" (1978), "Já fez a sua fezinha hoje?" (1987), "Gentes da Licânia" (1989), "Porto dos Viventes de Aroeiras" (1993) e "Iracemar" (1996), além de participar de diversas antologias. Há anos vinha assinando uma coluna semanal, às sextas-feiras, no jornal O Povo, na qual dava vazão à sua verve de notável memorialista.
Atualmente, era editor da revista "De Um Tudo" e secretariava as famosas reuniões do Clube do Bode, função que exerceu por longos anos.
Audifax Rios faleceu, ontem à tarde, dia 25/04/2015, de modo súbito, em Santana do Acaraú, e seu corpo foi trasladado para Fortaleza e está sendo velado no Jardim Metropolitano, onde ocorrerá o sepultamento às 15h de hoje.
Transcrito do Blog do Marcelo Gurgel

Veja a última crônica do escritor e artista plástico Audifax Rios, publicada nesta sexta-feira, 24, no jornal O POVO.

Ilustração: do "face" da Luizianne Lins

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A máquina que sabia escrever o nome do inventor

O filme "A Invenção de Hugo Cabret", de Martin Scorsese, foi inspirado em um evento real. Em 1928, o Instituto Franklin, da Filadélfia, recebeu os restos de um autômato de bronze do século 18 que havia sido danificado em um incêndio. Ele havia sido doado pelos descendentes do rico fabricante John Brock Penn.
Eles sabiam que o autômato tinha sido adquirida na França e supunham que fosse um trabalho do inventor alemão Johann Nepomuk Maelzel, famoso por seu metrônomo, seus vários autômatos musicais, bem como por um autômato fraudulento que "jogava xadrez".
Um especialista do Instituto começou a restaurar a máquina e descobriu que o seu mecanismo usava um engenhoso sistema para armazenar cerca de 300 kilobits de informação. Quando ele terminou o seu trabalho, ele colocou uma caneta em sua mão e assistiu ao autômato desenhar quatro ilustrações surpreendentemente elaboradas e escrever três poemas. CLIQUE AQUI



O último poema continha uma surpresa. No rodapé do papel, a máquina escreveu: "Ecrit par L’Automate de Maillardet" (Escrito pelo Autômato de Maillardet). O criador do autômato não era Johann Maelzel, mas o mecânico suíço Henri Maillardet - e este fato só foi descoberto porque ele havia ensinado a máquina a escrever o seu nome!
Pesquisas posteriores mostraram que Maillardet havia criado o autômato em 1700 e, em seguida, exibira-o por toda a Europa. Como ele veio para a América é um mistério. O autômato acha-se hoje em exibição no Instituto Franklin, onde demonstra publicamente seus talentos várias vezes por ano.

Três autômatos | O leão de Leonardo | A pianola

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25 abril, 2015

 

Caminhadas coreografadas - 2

Como se deve andar ao sair de uma dimensão para entrar em outra?
Para não ofender aqueles que residem no interstício que existe entre duas dimensões, o Neatorama preconiza que se caminhe no local de uma forma muito boba. Como o grupo Monty Python faz em O Ministério das Caminhadas Bobas.
Apesar do risco de que seus sonhos de ficção científica se tornem bobos, muito bobos mesmo.


Caminhadas coreografadas - 1

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Paul não morreu. Viva Paul

O primeiro boato de que Paul McCartney morreu (em um acidente de carro) circulou em Londres em janeiro de 1967. Esse boato, porém, foi reconhecido e refutado na edição de fevereiro do fanzine The Beatles Book (fig. 1),
Mas não se sabe se o segundo boato, de 1969, que circulou após o lançamento do álbum Abbey Road, guardou alguma relação com o primeiro. Durante a gravação do disco, Paul teria sido secretamente substituído por um tal "William Campbell", que vencera um concurso de sósias de McCartney, para poupar o público do luto.
No outono de 1969, os Beatles estavam de fato em processo de dissolução. E, como os compromissos públicos de McCartney eram poucos, ele tinha ido passar uma temporada na Escócia, com sua nova esposa Linda, a fim de pensar na próxima carreira solo.
Supostas pistas sobre a morte de McCartney eram encontradas por seus fãs, principalmente em Abbey Road. Elas incluíam mensagens percebidas quando certas músicas eram tocadas ao contrário e interpretações simbólicas de algumas das letras do disco.
Um exemplo sempre citado é o da capa de Abbey Road (fig. 2), que representaria um cortejo fúnebre, onde:
Lennon, vestido de branco, seria o clérigo (ou uma figura celeste), Ringo Starr, vestido de preto, o agente funerário, George Harrison, em jeans e camisa, o coveiro, e McCartney, descalço e fora de sintonia com os outros membros da banda, o cadáver de si próprio.
Paul não morreu, viva Paul. Foi Faul (falso Paul) que morreu.
Saberemos que Paul morreu de verdade quando o satírico The Onion sair com a seguinte manchete:

PAUL McCARTNEY MORRE UMA SEGUNDA VEZ

BOATOS (leiam mas não passem adiante).

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24 abril, 2015

 

Procurando Nessie

"Há 81 anos, a foto de um animal estranho, parecido com um dinossauro, correu o mundo como prova de que a lenda do Monstro do Lago Ness seria verdadeira. A foto foi tirada pelo Coronel Robert Wilson e depois foi desmentida como sendo um hoax. Mas a existência de Nessie, o monstro que habitaria o profundo lago da Escócia, continua na lista dos mistérios por desvendar."


Oops! No ano passado, nós desvendamos esse mistério:
Nessie pertence a uma espécie atual (Trichechus inungis), da ordem dos mamíferos, que nem sequer é exclusiva da Escócia.
http://blogdopg.blogspot.com.br/2014/02/o-monstro-do-lago-ness.html

Bônus
Faça um passeio virtual no Lago Ness através do novo recurso do Google Maps que inclui visão subaquática.

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A teoria geral dos fatos

Filósofos, cientistas e outros têm dados suas contribuições para a teoria geral dos fatos. Contribua você também.
"Os fatos devem provar a bondade das palavras." ~ Sêneca
"Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas." ~ Friedrich Nietzsche
"Primeiro, informe-se dos fatos; depois, pode distorcê-los quanto quiser." ~ Mark Twain
"Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados." ~ Aldous Huxley
"Os fatos são coisas estúpidas antes de serem postos em conexão com alguma lei geral." ~ Louis Agassiz
"Nós estamos neste universo. Mas, talvez, o fato mais importante é que o universo está em nós." ~ Neil DeGrasse Tyson
"Os fatos mudam o tempo todo." ~ Samuel Arbesman. In: "A Meia-vida dos Fatos"
"Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos." ~ Nelson Rodrigues
"Os pequenos fatos inexplicados contêm sempre algo com que deitar abaixo todas as explicações dos grandes fatos." ~ Paul Valéry
"Se os fatos não se adequam à teoria, mude os fatos." ~ Albert Einstein
"Todos os fatos têm três versões: a sua, a minha e a verdadeira." ~ Provérbio chinês
"Fatos podem gerar opiniões. O contrário, nunca. Essa é a minha opinião." ~ Caio Carraro
V. factoide.

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23 abril, 2015

 

Os livros quebram os grilhões do tempo

“What an astonishing thing a book is. It's a flat object made from a tree with flexible parts on which are imprinted lots of funny dark squiggles. But one glance at it and you're inside the mind of another person, maybe somebody dead for thousands of years. Across the millennia, an author is speaking clearly and silently inside your head, directly to you. Writing is perhaps the greatest of human inventions, binding together people who never knew each other, citizens of distant epochs. Books break the shackles of time. A book is proof that humans are capable of working magic."

"Que coisa surpreendente é um livro. É um objeto plano feito de uma árvore com partes flexíveis em que são impressos muitos rabiscos escuros engraçados. Mas um olhar para ele e você está dentro da mente de outra pessoa, talvez alguém morto há milhares de anos. Através dos milênios, um autor está falando claramente e em silêncio dentro de sua cabeça, diretamente para você. Escrever é talvez a maior das invenções humanas, unindo indivíduos que nunca conheceram um ao outro, cidadãos de épocas distantes. Os livros quebram os grilhões do tempo. Um livro é a prova de que os seres humanos são capazes de fazer magia." [ Cosmos, Parte 11: A Persistência da Memória (1980)]

23 de abril - Dia internacional do Livro

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Tico-tico fortíssimo

1 - Na Rússia



2 - Em Berlim
3 - No Havaí
4 - No Brasil



Credit
This song is "Tico-tico no Fubá". The author is called Zequinha de Abreu, one important name in Brazilian music.
Tico-tico (Zonotrichia capensis) is a lovely and frisky bird and fubá is corn flour in Brazilian Portuguese.

23/04 - Dia de São Pixinguinha

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22 abril, 2015

 

A dificuldade para prever os tornados

A formação rápida dos tornados foi o motivo para que o fenômeno que atingiu Xanxerê, no Oeste catarinense, na tarde de segunda-feira (20), não tenha sido previsto com antecedência. Confirmado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o tornado deixou cerca de mil pessoas desabrigadas e causou a morte duas pessoas.
"Esse tipo de precipitação é muito rápida, se forma em poucos minutos, o que torna de difícil previsão", explica Rogério Rezende, meteorologista do Inmet. "Países com alta incidência de tornados possuem equipes que, às vezes, conseguem antecipar sua ocorrência, mas é preciso monitorar dentro da nuvem", aponta Rezende.
Outro meteorologista, Lúcio de Souza, também do Inmet, falou sobre o assunto à GloboNews. "O tornado é talvez o elemento meteorológico mais difícil de prever. Você pode prever uma tempestade severa, como foi feito", explica Souza. De acordo com o especialista, 98% das grandes tempestades não geram tornados.
O Inmet informa que os ventos que formaram o tornado em Xanxerê podem ter variado de 100 km/h até 330 km/h, já que derrubaram ao menos 5 torres de energia que suportariam até 200 km/h. A estação da entidade localizada no município registrou ventos de 84 km/h, porém, fica longe dos bairros onde ocorreu o tornado.
De acordo com o Inmet, foram emitidos avisos de que haveria condições climáticas severas no dia, com tempestades atingindo o oeste de Santa Catarina. Somente em 2015, 42 alertas como este foram realizados na região Sul, mas apenas este culminou em tornado.
Fonte: Rafael Miotto, do G1
A Alameda dos Tornados
A Tornado Alley (em português, "Alameda dos Tornados") é um termo comum para designar a região central dos Estados Unidos que cobre os estados ou parte dos estados onde ocorrem frequentemente tornados. Inclui as terras baixas que circundam o rio Mississippi, o rio Ohio e os vales do rio Missouri, bem com o sudeste dos Estados Unidos. Embora nenhuma região dos EUA esteja totalmente livre do fenômeno dos tornados, estes são bem mais frequentes na Alameda dos Tornados.
Esta abundância dos tornados na região é tornada possível pelo encontro de massas de ar frio vindas do Canadá e de ar quente vindas do golfo do México.
Estatisticamente, a maioria dos tornados americanos produz-se no Texas. Pelo critério da superfície terrestre atingida, é a Florida que tem o mais forte índice de episódios de tornados mas a maior parte destes são fracos. O Oklahoma tem a maior taxa de grandes tornados super-destruidores. [1]
Os EUA figuram com 15 tornados na lista elaborada pela Wikipédia dos 42 tornados mais mortais no mundo. [2] O tornado de Joplin, Missouri, que aconteceu em 22 de maio de 2011, é o mais recente da lista. No rastro de sua destruição, deixou 162 mortos e 1.150 feridos. [3]
Fonte: Wikipédia [1] [2] [3]
Vídeo
Caleb Pence James e sua noiva Candra não deixaram que um tornado qualquer atrasasse os seus votos de casamento em uma cerimônia perto de Harper, Kansas, EUA.
In: O tornado não foi um transtorno

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A redescoberta do Brasil

De nau a pior
Os brasileiros não conseguiram repetir (1) em 2000 o que os portugueses fizeram em 1500. O governo federal e um grupo de empresas investiram 3,5 milhões de reais na construção de uma réplica incrementada com motores e camarotes da nau capitânia (2) usada por Pedro Álvares Cabral.
O objetivo (3) era fazer a viagem entre Salvador e Santa Cruz Cabrália, a tempo de participar da festa dos 500 anos.
Um festival de defeitos fez com que a embarcação voltasse rebocada para o porto de origem.
A caravela pifou, Rafael Greca foi demitido, (4) índio apanhou no dia de sua festa. (5) Nem carnavalesco teria imaginação para esse enredo.
N. do E.
(1) Como farsa.
(2) Não era a frota portuguesa completa.
(3) O objetivo de Cabral era ir de Portugal à Índia.
(4) O ministro Greca, do Esporte e Turismo do governo FHC, já estava marcado para a demissão, desde que começaram os rumores sobre uns negócios esquisitos com bingos.
(5) Quando aqui desembarcaram há 500 anos, os portugueses não evitaram o contato físico com os índios. E com as índias, principalmente. Cinco séculos depois, as autoridades de Brasília jogaram gás lacrimogêneo na turma da tanga para mantê-la a distância.
O jogo dos 7 erros segundo VEJA
Revista Veja, 03/05/2000

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21 abril, 2015

 

O que acontece quando você derrama alumínio derretido em um formigueiro?

Isto.
O alumínio fundido cria um molde dos intrincados detalhes do formigueiro com seus túneis e câmaras.
(Estes vídeos, que mostram o que acontece, não informam se algum membro das colônias das formigas saiu ferido durante as filmagens.) [1] [2]
Walter Tschinkel, que é professor de Biologia da Universidade Estadual da Flórida, aqui aparece ao lado de um dos seus trabalhos. E o professor usa-o como uma peça educacional em suas aulas de ciências.
Já anthillart, usuário do eBay, prefere vender a peça que possui a colecionadores.

Relacionado
O que acontece quando você bombeia concreto em... Um formigueiro gigante?

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As microesculturas de Willard

Willard Wigan dedica-se a uma arte minúscula. Suas esculturas são tão pequenas que, muitas vezes, elas são apresentadas no buraco de uma agulha. Literalmente.
Ele trabalha minuciosamente até tarde da noite, quando as vibrações de tráfego são mínimas e seu pulso é mais lento, e assim ele pode esculpir com menos tremores nas mãos.
"Tudo começou quando eu tinha cinco anos de idade", disse ele. "Eu comecei a fazer casas para as formigas, porque eu pensava que eles precisavam de um lugar para morar. Então, eu lhes fiz sapatos e chapéus. Era um mundo de fantasia para o qual eu escapava. E foi assim que minha carreira como microescultor começou."
Suas ferramentas incluem um pincel formado a partir de um pelo da parte de trás de uma mosca morta.



O trabalho deste artista já foi aqui divulgado na postagem Microesculturas.

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20 abril, 2015

 

Ônibus a biometano

Em Bristol, na Inglaterra, começou a rodar o Bio-Bus, o primeiro ônibus do gênero no país. É movido a dejetos humanos provenientes de 32 mil famílias que residem na rota do ônibus.

GENeco

Mas o veículo não é abastecido em tempo real, isto é, enquanto está a rodar. Como faz parecer o que está desenhado no lado de fora.

Paratodos
O teste do ônibus | Não deixem o pombo dirigir o ônibus | Um verdadeiro herói | Carona para o asilo

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As covinhas da garupa: o romboide de Michaelis

Fonte: Los hoyuelos de la rabadilla: el romboide de Michaelis
In: Per Ardua ad Astra

Vocês devem certamente ter notado que certas mulheres (e alguns homens) têm duas covinhas na parte traseira do corpo. E muitos de vocês consideram-nas pontos sensuais. Um forte apelo para usá-las como um descanso para seus polegares. No entanto, prestam-se também para identificar quem poderia ser uma boa mãe.
Pelo menos, no que diz respeito ao momento do parto.

Essas "covinhas de Vênus", como às vezes são chamadas, são dois dos vértices do losango de Michaelis (A e B no diagrama ao lado). Esse epônimo, por sua vez, deve-se ao obstetra que as descreveu no século XIX, o alemão Gustav Adolph Michaelis, e, anatomicamente, correspondem às articulações sacroilíacas. Curiosamente, a distância entre as covinhas (que seria a diagonal transversal do romboide sacral) é uma indicação indireta do tamanho da pelve e, portanto, do "canal do parto" e do grau de facilidade para o parto, como são a altura da mãe ou a largura de seus quadris (você entende agora por que os homens preferem as mulheres com uma silhueta de violão?).
Agora que vocês sabem isso, já têm uma desculpa para olhar para as ancas femininas que crescem (e como crescem) quando a temperatura aumenta.

Via Acta:
A precisão do diagnóstico de pelvimetria externa e altura materna para prever distocia em mulheres nulíparas: um estudo nos Camarões.

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19 abril, 2015

 

David Morris, assobiador profissional

Assobiar é mais do que uma tarefa casual para o britânico David Morris (foto) – ele é assobiador profissional.
Após vencer o Campeonato Mundial de Assobio, nos Estados Unidos, em 2003, ele abraçou de vez a paixão que hoje se transformou em carreira.
O que começou como hobby nas festas em casas de amigos se tornou a razão pela qual ele deixou um emprego de vendedor.
Desde então, David Morris já gravou CDs acompanhado de bandas de metais – mais recentemente, com a Ashton-Under-Lyne Brass Band – e viaja para fazer shows e gravar comerciais e trilhas sonoras.
Uma de suas mais gratificantes experiências foi gravar nos famosos estúdios em Abbey Road, em Londres, eternizados pelos Beatles.
BBC Brasil - c/ vídeo

+ vídeos: CDZA (com trechos de 26 músicas compiladas e assoviadas pelos rapazes do Collective Cadenza) | A La Gomera me voy

LOUVOR AO ASSOVIO, Preblog

Assobiar ou assoviar
As duas palavras estão corretas e existem na língua portuguesa. Sempre que quisermos referir o ato de emitir um assobio ou assovio com a boca ou com um apito, ou seja, um som agudo, podemos utilizar os verbos assobiar ou assoviar. A palavra assobiar é tida como a mais correta e socialmente aceite, sendo a mais utilizada. A palavra assoviar, embora com menor uso, aparece em dicionários como sendo o mesmo que assobiar.
Os verbos assobiar ou assoviar são formados a partir de derivação prefixal, ou seja, é acrescentado um prefixo a uma palavra já existente, alterando o sentido da mesma. Neste caso, temos o prefixo a- mais a palavra em latim sibilare.
Estes dois verbos se referem também ao ato de vaiar, apupar, reprovar alguma coisa com assobios ou assovios. Significa ainda o som que alguns animais emitem, semelhantes a assobios ou assovios.
http://duvidas.dicio.com.br/assobiar-ou-assoviar/

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