"Seu" Chopin, não vá pensar
Que estou a me aproveitar
De seu nome e sua projeção
Mas a sua cooperação
Valoriza este churrasco meu.
Ed Chung,
Toque agora "Smoke gets in your eyes". Nunca lhe pedi nada antes. (PGCS)
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13 outubro, 2024
02 abril, 2023
Ébano e Marfim
Apesar de os princípios do piano como o conhecemos hoje terem sido inventado por Bartolomeo Cristófori, por volta do ano 1710, o instrumento só se tornou realmente popular de meados para o fim do século 18, graças, em grande parte, à prolífica família Bach. E isso fez com que a demanda pelos materiais constitutivos do instrumento aumentasse drasticamente.
Tradicionalmente, as teclas mais longas do piano, as brancas, são tocadas com mais frequência do que as pretas. Por isso, antigamente, eram convencionalmente recobertas com tiras de marfim, que é um material muito resistente. As teclas pretas, por sua vez, não tão tocadas, eram recobertas de madeira escura, como pinheiro-alvar, abeto ou ébano.
Essa união "ébano e marfim" rendeu ótimos frutos e foi escolhida por conta da durabilidade e da sensação táctil. Mas, por causa de sua origem, os materiais foram aos poucos sendo substituídos por outros, mais acessíveis, resistentes e menos danosos ao meio ambiente.
Ébano é uma madeira de lei escura, densa na composição e muito resistente, proveniente de árvores encontradas em regiões tropicais, principalmente na África e na América, mas também em algumas regiões da Ásia. Foi muito utilizada na fabricação de mobiliário, objetos de decoração e de instrumentos musicais, como clarinete, flauta transversal de madeira, oboé e corne inglês, além de ter sido amplamente utilizada como revestimento das teclas pretas do piano.
Marfim é o nome dado ao material branco-leitoso, translúcido a opaco, mais compacto que o osso, que forma as presas de animais como o elefante, o hipopótamo, o narval e a morsa. Essas presas são formadas por dentina, osso, cemento (tecido mole que recobre a raiz) e esmalte. Marfim mesmo é só o esmalte do dente dos elefantídeos, mas popularmente nomeia-se a presa inteira assim.
O revestimento plástico das teclas foi introduzido por volta de 1929, graças ao desenvolvimento da tecnologia desse material. Os plásticos eram mais fáceis de trabalhar e menos propensos aos danos causados pelo uso extensivo e pelas amplas mudanças de temperatura que facilmente danificavam o marfim.
Por conta do desenvolvimento de materiais mais resistentes, duráveis e bem adaptados à prática musical, os pianos modernos são obras-primas de última geração em design e inovação. Atualmente, as teclas são construídas de madeira maciça e revestidas com materiais de resposta igual, senão superior, ao marfim e ao ébano em termos de toque e capacidade de resposta. A maioria dos modelos é fabricado com acrílico nas teclas brancas e poliestireno nas teclas pretas, simulando propriedades dos componentes orgânicos, como textura, porosidade e até mesmo aparência.
Fonte: http://blog.fritzdobbert.com.br/tudo-sobre-piano/acabamento-das-teclas-do-piano-ebano-marfim-e-novos-materiais/#
Tradicionalmente, as teclas mais longas do piano, as brancas, são tocadas com mais frequência do que as pretas. Por isso, antigamente, eram convencionalmente recobertas com tiras de marfim, que é um material muito resistente. As teclas pretas, por sua vez, não tão tocadas, eram recobertas de madeira escura, como pinheiro-alvar, abeto ou ébano.
Essa união "ébano e marfim" rendeu ótimos frutos e foi escolhida por conta da durabilidade e da sensação táctil. Mas, por causa de sua origem, os materiais foram aos poucos sendo substituídos por outros, mais acessíveis, resistentes e menos danosos ao meio ambiente.
Ébano é uma madeira de lei escura, densa na composição e muito resistente, proveniente de árvores encontradas em regiões tropicais, principalmente na África e na América, mas também em algumas regiões da Ásia. Foi muito utilizada na fabricação de mobiliário, objetos de decoração e de instrumentos musicais, como clarinete, flauta transversal de madeira, oboé e corne inglês, além de ter sido amplamente utilizada como revestimento das teclas pretas do piano.
Marfim é o nome dado ao material branco-leitoso, translúcido a opaco, mais compacto que o osso, que forma as presas de animais como o elefante, o hipopótamo, o narval e a morsa. Essas presas são formadas por dentina, osso, cemento (tecido mole que recobre a raiz) e esmalte. Marfim mesmo é só o esmalte do dente dos elefantídeos, mas popularmente nomeia-se a presa inteira assim.
O revestimento plástico das teclas foi introduzido por volta de 1929, graças ao desenvolvimento da tecnologia desse material. Os plásticos eram mais fáceis de trabalhar e menos propensos aos danos causados pelo uso extensivo e pelas amplas mudanças de temperatura que facilmente danificavam o marfim.
Por conta do desenvolvimento de materiais mais resistentes, duráveis e bem adaptados à prática musical, os pianos modernos são obras-primas de última geração em design e inovação. Atualmente, as teclas são construídas de madeira maciça e revestidas com materiais de resposta igual, senão superior, ao marfim e ao ébano em termos de toque e capacidade de resposta. A maioria dos modelos é fabricado com acrílico nas teclas brancas e poliestireno nas teclas pretas, simulando propriedades dos componentes orgânicos, como textura, porosidade e até mesmo aparência.
Fonte: http://blog.fritzdobbert.com.br/tudo-sobre-piano/acabamento-das-teclas-do-piano-ebano-marfim-e-novos-materiais/#
Ebony (Stevie Wonder) and Ivory (Paul McCartney)
23 janeiro, 2022
Hupfeld Phonoliszt-Violina
O restaurador holandês de pianos Frank Bernouw restaurou meticulosamente este impressionante Hupfeld Phonoliszt-Violina, um multiviolino com orquestração que toca uma variedade de concertos de uma maneira fascinante, apesar de mecanicamente. Este instrumento incomum foi inventado em 1907 por Ludwig Hupfeld AG e então apelidado de "oitava maravilha do mundo".
Três violinos (cada um com apenas uma corda ativa) montados verticalmente são tocados por um arco redondo giratório feito de 1300 fios de crina de cavalo, de acordo com o programa do rolo de papel perfurado. Um pequeno fole substitui os dedos do violinista, pressionando as cordas para obter as notas necessárias. E o piano, que dispõe de 32 teclas para o acompanhamento, pode ser tocado à parte ou junto com os violinos. Todos os sistemas pneumáticos são comandados por um motor elétrico de corrente contínua.
"Lotosblumen Walzer", de E. Ohlsen
Três violinos (cada um com apenas uma corda ativa) montados verticalmente são tocados por um arco redondo giratório feito de 1300 fios de crina de cavalo, de acordo com o programa do rolo de papel perfurado. Um pequeno fole substitui os dedos do violinista, pressionando as cordas para obter as notas necessárias. E o piano, que dispõe de 32 teclas para o acompanhamento, pode ser tocado à parte ou junto com os violinos. Todos os sistemas pneumáticos são comandados por um motor elétrico de corrente contínua.
"Lotosblumen Walzer", de E. Ohlsen
20 outubro, 2021
Piano em desintegração
🎹🎹🎹 Jordan Rudess, um mestre do teclado, possui um Pocket Piano. Este é um teclado elétrico que se divide em segmentos. Ele continuará a tocar mesmo quando os segmentos estiverem sendo removidos.
Aqui Rudess toca uma música ragtime, enquanto o amigo Maddi remove os segmentos do piano... até restarem-lhe apenas três teclas!
Com duas teclas ainda toco o tema de um filme.
Aqui Rudess toca uma música ragtime, enquanto o amigo Maddi remove os segmentos do piano... até restarem-lhe apenas três teclas!
Com duas teclas ainda toco o tema de um filme.
24 setembro, 2021
07 janeiro, 2021
Piano e facas
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║░▒║COM ESSA FACA
║░▒║E UM PIANO "STEINWAY AND SONS"
║░▒║O PIANISTA JOACHIM HORSLEY
║░▒║TOCA O TEMA DO FILME "PSICOSE"
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05 janeiro, 2021
Big Piano
Tom Hanks e Robert Loggio na famosa cena do piano, em "Big" (no Brasil: "Quero ser grande"), um filme de 1988.
Eles passaram meses em casa ensaiando os passos desta dança sobre enormes teclas de papelão. Quando apareceram para a filmagem notaram que havia dançarinos disponíveis para a gravação da cena. Loggia disse aos dublês para "fazer uma caminhada" e realizou com Hanks esta sequência - em "apenas uma tomada".
Música: "Heart and Soul", de Hoagy Carmichael.
Outra "versão Big" para a canção.
Eles passaram meses em casa ensaiando os passos desta dança sobre enormes teclas de papelão. Quando apareceram para a filmagem notaram que havia dançarinos disponíveis para a gravação da cena. Loggia disse aos dublês para "fazer uma caminhada" e realizou com Hanks esta sequência - em "apenas uma tomada".
Música: "Heart and Soul", de Hoagy Carmichael.
Outra "versão Big" para a canção.
06 junho, 2020
Feliz Aniversário
A pianista e compositora Nahre Sol gravou vídeo em que toca "Happy Birthday" em 16 níveis de complexidade.
00:51 01.level: Melody
00:59 02.level: One-Finger Bassline
01:09 03.level: Two-Finger Bassline
01:32 04.level: Chord
01:49 05.level: Arpeggio
02:37 06.level: Waltz Form
03:25 07.level: Melodic Embellishment
04:03 Á lá Liszt or Horowitz: broken octaves, repeated notes, chromatic embellishments, arpeggio, wide chord, repeated chords, glissando, chord resolution
04:28 08.level: 2-Voice Melody - High
04:40 09.level: 2-Voice Melody - Low
04:52 10.level: 3-Voice Melody
05:27 11.level: 4-Beat Rhythm
05:35 12.level: 5-Beat Rhythm
06:00 All Levels Combined: broken chords (arpeggios), melody in inner line, melody fit into groups of 5, two independent lines, trill, lines moving different directions,
06:25 13.level: Harmony Change
Extensions: any additional notes beyond first 3 notes of chord
Harmonic Progression: the order of chords accompanying a melody
Scale: an organized sequence of notes
Scale Arrangement: starting your scale on a different note than the first scale note
07:20 14.level: Extended Harmony
Polytonality: combining two different key centers together
07:40 15.level: Melody Manipulation: Melody Backwards, Upside Down, Upside Down+Backwards, fragments displace it in different registers
08:29 16.level: All Levels Combined (Text)
08:55-09:27 All Levels Combined (Music)
Bom Dia a Todos
00:51 01.level: Melody
00:59 02.level: One-Finger Bassline
01:09 03.level: Two-Finger Bassline
01:32 04.level: Chord
01:49 05.level: Arpeggio
02:37 06.level: Waltz Form
03:25 07.level: Melodic Embellishment
04:03 Á lá Liszt or Horowitz: broken octaves, repeated notes, chromatic embellishments, arpeggio, wide chord, repeated chords, glissando, chord resolution
04:28 08.level: 2-Voice Melody - High
04:40 09.level: 2-Voice Melody - Low
04:52 10.level: 3-Voice Melody
05:27 11.level: 4-Beat Rhythm
05:35 12.level: 5-Beat Rhythm
06:00 All Levels Combined: broken chords (arpeggios), melody in inner line, melody fit into groups of 5, two independent lines, trill, lines moving different directions,
06:25 13.level: Harmony Change
Extensions: any additional notes beyond first 3 notes of chord
Harmonic Progression: the order of chords accompanying a melody
Scale: an organized sequence of notes
Scale Arrangement: starting your scale on a different note than the first scale note
07:20 14.level: Extended Harmony
Polytonality: combining two different key centers together
07:40 15.level: Melody Manipulation: Melody Backwards, Upside Down, Upside Down+Backwards, fragments displace it in different registers
08:29 16.level: All Levels Combined (Text)
08:55-09:27 All Levels Combined (Music)
Bom Dia a Todos
29 março, 2020
Piano Phantom
Local: Reino Unido
Site: http://www.pianophantom.com/
Piano Phantom converte lugares públicos como estações de metrô e shopping centers em salas improvisadas de concerto.
Disfarçado de faxineiro, este pianista profissional surpreende os usuários de uma estação de trem com uma execução inesquecível de Bohemian Rhapsody, do Queen.
22 março, 2020
"... ma non troppo"
É possível ser um bom compositor sem ser um bom instrumentista ou vice-versa?
Responde Elio Pastore, em Quora:
George Gershwin, autor de Rhapsody in Blue, foi um dos mais importantes compositores dos EUA no século XX. Entretanto, tinha uma maneira incomum de tocar piano, que lembrava a sonoridade de uma pianola.
Irving Berlin, que foi outro grande nome da música estadunidense, era reconhecidamente limitado: só sabia tocar uma música em uma tonalidade. Ele contornava essa limitação, usando um piano especial com teclado transpositor. No vídeo abaixo, ele próprio demonstra o funcionamento desse sistema.
O teclado transpositor
Mecanismo de alguns órgãos do período Barroco e, posteriormente, de certos pianos. Facultava ao músico tocar a música em mais de uma tonalidade, transpondo-a sem que houvesse necessidade de alterar o dedilhado.
O capotraste
No violão, o capotraste cumpre a mesma função da pestana de apertar simultaneamente todas ou várias cordas do violão em uma determinada casa. Deem uma olhada na imagem abaixo, onde um capotraste faz a pestana na segunda casa do braço do violão:
Utilizando o capotraste, você pode subir a tonalidade da música como se a estivesse tocando com as cordas soltas, ou seja, sem modificar os modelos dos acordes utilizados. Isso, sem dúvida, torna mais fácil a vida de muitos violonistas e ajuda a explicar por que este acessório é popular entre os iniciantes. Para subir a tonalidade da música de meio em meio tom utilizando o capotraste, basta colocá-lo na primeira casa, depois na segunda, na terceira, e assim por diante.
Responde Elio Pastore, em Quora:
George Gershwin, autor de Rhapsody in Blue, foi um dos mais importantes compositores dos EUA no século XX. Entretanto, tinha uma maneira incomum de tocar piano, que lembrava a sonoridade de uma pianola.
Irving Berlin, que foi outro grande nome da música estadunidense, era reconhecidamente limitado: só sabia tocar uma música em uma tonalidade. Ele contornava essa limitação, usando um piano especial com teclado transpositor. No vídeo abaixo, ele próprio demonstra o funcionamento desse sistema.
DICAS DO BLOG EM
O teclado transpositor
Mecanismo de alguns órgãos do período Barroco e, posteriormente, de certos pianos. Facultava ao músico tocar a música em mais de uma tonalidade, transpondo-a sem que houvesse necessidade de alterar o dedilhado.
O capotraste
No violão, o capotraste cumpre a mesma função da pestana de apertar simultaneamente todas ou várias cordas do violão em uma determinada casa. Deem uma olhada na imagem abaixo, onde um capotraste faz a pestana na segunda casa do braço do violão:
Utilizando o capotraste, você pode subir a tonalidade da música como se a estivesse tocando com as cordas soltas, ou seja, sem modificar os modelos dos acordes utilizados. Isso, sem dúvida, torna mais fácil a vida de muitos violonistas e ajuda a explicar por que este acessório é popular entre os iniciantes. Para subir a tonalidade da música de meio em meio tom utilizando o capotraste, basta colocá-lo na primeira casa, depois na segunda, na terceira, e assim por diante.
11 agosto, 2019
Preto e Branco
Com a grande pianista Hazel Scott:
Hazel Dorothy Scott (11 de junho de 1920 - 2 de outubro de 1981) foi uma pianista com formação inicialmente clássica. Nascida em Port of Spain, Trindade e Tobago, ela foi levada aos 4 anos por sua mãe para a cidade de Nova Iorque, onde foi logo reconhecida como um prodígio musical. Hazel Scott foi proeminente cantora de jazz durante os anos 1930 e 1940 e, em 1950, ela se tornou a primeira pessoa negra a ter um programa de TV, "The Hazel Scott Show". Também atuou em vários filmes de Hollywood, sempre se recusando a assumir papéis que a colocavam como uma "empregada cantora". Sua luta contra a segregação racial levou-a a ser colocada na "lista negra" do macartismo, razão pela qual ela teve que morar na França em certo período de sua carreira.
O vídeo acima é uma cena em que Hazel Scott aparece no filme "The Heat's On" (Columbia, 1943).
Hazel Dorothy Scott (11 de junho de 1920 - 2 de outubro de 1981) foi uma pianista com formação inicialmente clássica. Nascida em Port of Spain, Trindade e Tobago, ela foi levada aos 4 anos por sua mãe para a cidade de Nova Iorque, onde foi logo reconhecida como um prodígio musical. Hazel Scott foi proeminente cantora de jazz durante os anos 1930 e 1940 e, em 1950, ela se tornou a primeira pessoa negra a ter um programa de TV, "The Hazel Scott Show". Também atuou em vários filmes de Hollywood, sempre se recusando a assumir papéis que a colocavam como uma "empregada cantora". Sua luta contra a segregação racial levou-a a ser colocada na "lista negra" do macartismo, razão pela qual ela teve que morar na França em certo período de sua carreira.
O vídeo acima é uma cena em que Hazel Scott aparece no filme "The Heat's On" (Columbia, 1943).
23 julho, 2019
Hotel Califórnia
Quando você quer tocar solos de guitarra como os Eagles mas seus pais russos fazem você aprender piano:
Fórum
"Meus pais russos me fizeram beber vodca."
"Não se esqueça de beber sua vodca todos os dias, camarada."
"Eu nunca tinha visto uma barba tingida."
"Agora transforme uma guitarra em um piano."
"Piano-guitarra 100%. Cão 500%."
"Marquei "gostei" por causa do cachorro."
(vídeo indisponível no YouTube, mas ainda com acesso no Snotr)
Fórum
"Meus pais russos me fizeram beber vodca."
"Não se esqueça de beber sua vodca todos os dias, camarada."
"Eu nunca tinha visto uma barba tingida."
"Agora transforme uma guitarra em um piano."
"Piano-guitarra 100%. Cão 500%."
"Marquei "gostei" por causa do cachorro."
07 julho, 2019
Feira de Mangaio e Cantiga de Caicó. Versões eruditas
Peça sinfônica composta por Sivuca a partir de "Feira de Mangaio", baião composto por ele, Sivuca, e por sua esposa, Glorinha Gadêlha.
O que esta canção relata, por Haylane Rodrigues
Aqui interpretada por Sivuca (na sanfona) e pela Orquestra Sinfônica da Paraíba.
=================================================================
A criação de música erudita com inspiração em popular foi muito usado por Villa-Lobos, como "Cantiga de Caicó" (Ô mana deixa eu ir) que era do domínio popular e o inspirou para uma das suas Bachianas.
Neste segundo vídeo, em magistral interpretação (voz e piano) de Ricardo Bacelar.
"Vento soprando sobre montanhas de pedras, num filme em preto e branco. Na sequência, as primeiras notas musicais e as cores surgindo. Assim começa o vídeo da canção “Oh Mana Deixa Eu Ir”, uma composição de Heitor Villa-Lobos, Milton Nascimento e Teca Calazans. A canção fala de sertão, de solitude. Nesse contexto entre o árido e o sensível, escolhemos como cenário os monólitos de Quixadá, em pleno sertão cearense." ~ Ricardo Bacelar, advogado e músico cearense
Aqui interpretada por Sivuca (na sanfona) e pela Orquestra Sinfônica da Paraíba.
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A criação de música erudita com inspiração em popular foi muito usado por Villa-Lobos, como "Cantiga de Caicó" (Ô mana deixa eu ir) que era do domínio popular e o inspirou para uma das suas Bachianas.
Neste segundo vídeo, em magistral interpretação (voz e piano) de Ricardo Bacelar.
Bacelar: entre a ária e o árido
13 maio, 2019
O piano-porco
Vi no SoRisoMail.com, e chama a atenção como este porco é limpinho:
Não confundi-lo com o piganino, o piano de porcos do abade de Baigne.
Não confundi-lo com o piganino, o piano de porcos do abade de Baigne.
10 fevereiro, 2019
Neste clipe se improvisa
Alma Deutscher começou a tocar piano aos dois anos de idade. Aos seis anos, Deutscher compôs sua primeira sonata. E aos sete anos, sua primeira peça operística.
Então ela é boa.
O quão talentosa Deutscher é pode ser visto neste clipe da 60 Minutes, onde a criança prodígio improvisou uma música com quatro notas sorteadas.
Então ela é boa.
O quão talentosa Deutscher é pode ser visto neste clipe da 60 Minutes, onde a criança prodígio improvisou uma música com quatro notas sorteadas.
16 dezembro, 2017
17 agosto, 2017
O tema de Psicose para piano e facas
O pianista Joachim Horsley toca a música-tema do filme "Psicose" - com facas!
O piano (um Steinway and Sons avaliado em 100 mil dólares) não sofreu danos durante a gravação do presente vídeo. Mas, desde então, vem tendo pesadelos (pavor nocturnus) em que o cara das facas volta para matá-lo.
O piano (um Steinway and Sons avaliado em 100 mil dólares) não sofreu danos durante a gravação do presente vídeo. Mas, desde então, vem tendo pesadelos (pavor nocturnus) em que o cara das facas volta para matá-lo.
13 agosto, 2017
Um piano para canhotos
A maioria das músicas para piano é escrita com a melodia para a mão direita, o que parece injusto para os canhotos. Em 1998, o canhoto Chris Seed decidiu fazer algo a respeito: reformou sua casa e gastou 28 mil libras esterlinas em um instrumento "invertido", construído pelos fabricantes holandeses Poletti e Tuinman.
No começo, Seed achou muito mais difícil do que ele esperava aprender a tocar aquele instrumento .
Parecia que ele teria que começar a aprender tudo de novo. Mas, finalmente, ele conseguiu tornar-se tão bom pianista como era em um piano convencional.
Seed disse à BBC: "O piano transformou meu jeito de tocar, e eu espero que isso vá criar um precedente para o futuro dos pianistas canhotos e descobrir uma nova riqueza inteira de talentos no mundo da música."
Canhotos do violão
No começo, Seed achou muito mais difícil do que ele esperava aprender a tocar aquele instrumento .
Parecia que ele teria que começar a aprender tudo de novo. Mas, finalmente, ele conseguiu tornar-se tão bom pianista como era em um piano convencional.
Seed disse à BBC: "O piano transformou meu jeito de tocar, e eu espero que isso vá criar um precedente para o futuro dos pianistas canhotos e descobrir uma nova riqueza inteira de talentos no mundo da música."
Canhotos do violão
08 maio, 2017
O piano de porcos
Athanasius Kircher (1602-1680) foi um jesuíta alemão que possuía uma arrogância intelectual sem limites. Seus contemporâneos diziam que seu conhecimento era universal e comparável ao de Leonardo da Vinci. No meio de seus inventos, estava o piano de gatos. Que ele fabricou ordenando felinos, conforme os tons de seus miados, em uma estrutura semelhante à de um piano.
Luís XI da França desafiou Abbé de Baigne a fazer a mesma coisa com porcos, de forma a produzir o "piganino".
E o mestre da música real, após examinar uma grande variedade de suínos, foi ordenando-os de acordo com os tons e semitons. Pressionando as teclas desse instrumento, hastes que terminavam em pontas afiadas faziam com que os animais habilitados produzissem tanto uma melodia simples quanto uma harmonia complexa.
O resultado era descrito como "impressionante, mas não muito gratificante aos ouvidos humanos".
Luís XI da França desafiou Abbé de Baigne a fazer a mesma coisa com porcos, de forma a produzir o "piganino".
E o mestre da música real, após examinar uma grande variedade de suínos, foi ordenando-os de acordo com os tons e semitons. Pressionando as teclas desse instrumento, hastes que terminavam em pontas afiadas faziam com que os animais habilitados produzissem tanto uma melodia simples quanto uma harmonia complexa.
O resultado era descrito como "impressionante, mas não muito gratificante aos ouvidos humanos".
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| Futility Closet |
04 abril, 2015
Um piano circular
Este é o PianoArc, uma invenção de Brockett Parsons.
Por ser o tecladista de Lady Gaga, ele queria um instrumento tão estranho quanto a chefe. [1], [2] e [3]
Com 294 teclas (o que corresponde a três teclados convencionais), o piano circular de Parsons pode ser tocado por até três tecladistas ao mesmo tempo.
Seu diâmetro exterior é de cerca de 6 pés, sua altura é ajustável e o estande pode ser colocado em diversos graus de inclinação.
Agora eu espero que as pessoas me levem a sério quando eu falar sobre aquela ideia de uma sanfona circular.
VÍDEO
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Uma estante circular
Por ser o tecladista de Lady Gaga, ele queria um instrumento tão estranho quanto a chefe. [1], [2] e [3]
Com 294 teclas (o que corresponde a três teclados convencionais), o piano circular de Parsons pode ser tocado por até três tecladistas ao mesmo tempo.
Seu diâmetro exterior é de cerca de 6 pés, sua altura é ajustável e o estande pode ser colocado em diversos graus de inclinação.
Agora eu espero que as pessoas me levem a sério quando eu falar sobre aquela ideia de uma sanfona circular.
VÍDEO
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Uma estante circular
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