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24 julho, 2026

Nosso "Barretão"

Luiz Carlos Barreto, cearense de Sobral - Ceará, nasceu em 20 de maio de 1928. Foi repórter e fotógrafo da revista "O Cruzeiro", nos anos 1950 até 1963, e diretor de cinema.
Começou no cinema em 1961, como co-autor do roteiro e co-produtor do filme "Assalto ao Trem Pagador", dirigido por Roberto Farias. Essa película obteve um enorme sucesso, tanto no Brasil, como no exterior. A partir de então começou uma série de grande produções cinematográficas, divididas com uma importante atividade política e cultural.
Conhecido como "Barretão", ele esteve por trás de clássicos do Cinema Novo ("O Padre e a Moça", "Terra em Transe"), de adaptações literárias consagradas ("A hora e a vez de Augusto Matraga", "Dona Flor e seus dois maridos", "Luzia Homem") e de filmes que levaram o Brasil ao Oscar, consolidando uma trajetória de mais de seis décadas dedicada à produção cinematográfica.
Além dos filmes que marcam sua carreira como produtor, foi pai de Bruno Barreto e Fábio Barreto - dois diretores da geração pós-Cinema Novo - e de Paula Barreto, formada em Comunicação Social.
Internado no Hospital Copa Star para tratar de uma infecção pulmonar, Barreto morreu em 22 de julho de 2026, aos 98 anos, no Rio de Janeiro.


Ele era militante do Partido dos Trabalhadores.
"Em reconhecimento à sua obra e à sua contribuição para a cultura brasileira, decreto luto oficial de três dias", escreveu o presidente Lula em sua rede social. Destacando a atuação de Barreto desde o Cinema Novo, movimento que ganhou força nos anos 1960 e do qual o produtor participou com obras como "Vidas Secas" e "Terra em Transe".
O presidente afirmou que Barreto teve um papel central na produção cinematográfica brasileira e ajudou a revelar talentos e viabilizar produções que marcaram época. E também citou filmes como "Dona Flor e seus dois maridos", "O Quatrilho" e "O que é isso, companheiro?", produções associadas à trajetória profissional de Barretão.
Os dois últimos levaram o Brasil à disputa do Oscar de melhor filme internacional.
Segundo o presidente, o produtor LC Barreto também se destacou pela defesa do audiovisual brasileiro e por atuar em favor de políticas públicas para o setor.

15 abril, 2026

O Cavalo em Movimento

A imagem abaixo mostra a famosa série de fotografias "The Horse in Motion" (O Cavalo em Movimento), criada por Eadweard Muybridge (1830 - 1904).


Objetivo. O trabalho foi encomendado para resolver um debate sobre se um cavalo levanta todos os quatro cascos do chão simultaneamente durante o galope.
Descoberta. As fotografias provaram que o cavalo realmente fica com todos os cascos no ar em determinado momento.
Inovação. Utilizando um sistema de 12 câmeras com obturadores ultrarrápidos disparados por fios, Muybridge capturou momentos imperceptíveis ao olho humano.
Legado. Este experimento é considerado um precursor fundamental do cinema moderno e do estudo científico do movimento.


Muybridge foi contratado pelo magnata das ferrovias e ex-governador da Califórnia, Leland Stanford, para resolver um debate popular e uma aposta significativa de US$ 25.000. Stanford apostara que todos os quatro cascos de um cavalo deixariam o chão simultaneamente durante o galope. Essa questão desafiava os limites da tecnologia fotográfica da época e levou Muybridge a uma busca para congelar um momento invisível a olho nu.

25 dezembro, 2025

"O Beijo da Vida"

A cópia desta foto ("The Kiss of Life"), tirada em 1967 por Rocco Morabito, do Jacksonville Journal, mostra o eletricista J.D. Thompson realizando respiração boca a boca em seu colega Randall G. Champion.
O colega havia sofrido uma eletrocussão e estava inconsciente, pendurado em um poste de eletricidade.
Thompson, treinado em procedimentos de emergência, manteve Champion vivo até a chegada de ajuda.
Sobrevivendo ao acidente, Randall G. Champion viveu até 2002.
Quanto a esta fotografia, além de seu valor jornalístico (que conferiu na categoria o Prêmio Pulitzer de 1968 ao fotógrafo Morabito), imortalizou o ato de heroismo do eletricista Thompson.

18 julho, 2025

Keith e Cher

Keith Richards e Cher nos bastidores do Grammy de 1890. Fotografados pelo cantor country Willie Nelson

Poderá também gostar de ver:
Fotos de bebês estrelas do rock (Keith Richards não mudou nada.)
Ascensão e queda de Keith

09 setembro, 2024

Aula de fotografia - 21

Subtítulo: A gelatina resiste
Amigos veganos, 
Preciso da vossa ajuda. A gelatina animal é usada para fazer emulsão fotográfica, especialmente a chamada gelatina fotográfica. Gostaria de tentar usar a gelatina vegetal, mas estou a deparar-me com um problema. Para a fotografia, é necessária uma gelatina com um Índice de Bloom* igual a 240. Mas não consigo encontrar esta informação para a gelatina vegetal? Existe algo equivalente para ela ou a orientação só se aplica à gelatina animal? Alguma ideia?
~ Pasquale

* Formulado por Oscar T. Bloom em 1925, este índice expressa a resistência ao afundamento de uma gelatina.

25 março, 2024

História da fotografia e do selfie

Fotografia é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível. O criador da palavra que designou esse invento, photographie, foi Hércules Florence, um francês radicado em Campinas-SP. Quanto a selfie é palavra inglesa, diminutivo de self, por sua vez redução de self-portrait, "autorretrato".

1826 Primeira fotografia reconhecida no mundo, foi obtida após a exposição por oito horas de uma placa de liga metálica composta de estanho revestido com betume da Judeia, em uma câmara escura.
https://blogdopg.blogspot.com/2012/08/fotografia-curiosidades.html

1838 Primeira foto com pessoas, foi produzida por Louis Daguerre. A imagem da rua Boulevard du Temple, que entrou para a história por ser a primeira foto a mostrar duas pessoas. A rua estava muito movimentada, mas os 15 minutos de exposição exigidos para o clique impediu o registro do trânsito e dos pedestres em movimento. Os únicos que podemos ver nessa foto são um engraxate e seu cliente, que permaneceram mais ou menos parados durante aquele período.
https://incrivel.club/admiracion-fotografias/16-primeras-fotos-de-la-historia-desde-la-mas-antigua-hasta-la-que-inauguro-instagram-1037410/

1839 Primeira selfie do mundo, a foto que Cornelius (EUA) tirou de si mesmo em frente à loja de sua família, a qual exigiu que ele ficasse imóvel por 15 minutos.
https://incrivel.club/admiracion-fotografias/16-primeras-fotos-de-la-historia-desde-la-mas-antigua-hasta-la-que-inauguro-instagram-1037410/

1840 Primeira foto no Brasil, a foto do chafariz do Paço Imperial (RJ) feita pelo capelão francês Louis Comte.
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/01/16/livro-traz-o-primeiro-registro-fotografico-da-historia-do-rio.ghtml

1844 Primeiro livro ilustrado com fotografias, o Pencil of Nature (O Lápis da Natureza) que foi publicado em Londres por Henry Fox
https://blogdopg.blogspot.com/2012/08/fotografia-curiosidades.html

1861 Primeira foto colorida, foi tirada pelo físico James Maxwell.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia_colorida

1893 Primeira foto subaquática, feita pelo biólogo francês Louis Boutan.
https://www.revistahcsm.coc.fiocruz.br/os-primordios-da-fotografia-subaquatica/

1920 Selfie com amigos, em que a técnica estava longe de alcançar o estado de arte.
https://blogdopg.blogspot.com/2016/03/um-selfie-dos-antigos.html

1946 Primeira foto de um computador (ENIAC, de 30 toneladas)

1957, Primeira foto digital, que tinha apenas 176 pixels, criada por Russell Kirsch
https://lume-re-demonstracao.ufrgs.br/fotografia-digital-analogica/digital.html

1966 Primeiro selfie humano no espaço, também incluindo a Terra, foi tirada por "Buzz" Aldrin durante a missão Gemini 12.
https://blogdopg.blogspot.com/2015/08/o-primeiro-selfie-humano-no-espaco.html

1966 Criação da Internet

2002 Criação da palavra selfie e do fotolog

2011 Selfie do macaco Naruto,
https://blogdopg.blogspot.com/2016/11/obras-em-que-falta-autoria-humana.html

2013 Selfie, escolhido pelo Dicionário Inglês de Oxford como a palavra do ano

2021 Primeiro Museu do Selfie, com cenários "instagramáveis" em São Paulo.

2022 Messi com o troféu da Copa do Mundo, a foto mais curtida da história.

(completar)

26 dezembro, 2023

Um riflinho, um canhão

Você pode estar se perguntando o que estaria acontecendo na imagem abaixo. Qual seria o motivo de colocar um rifle em um canhão?

vídeo YT (print screen)

Bem, é simples e engenhoso, mesmo que pareça um tanto estúpido.
A razão para isso era realmente apontar um canhão para tiros de longo alcance. O soldado artilheiro dispararia o rifle (Mosin, de fabricação soviética) para ver quanto o canhão deveria ser elevado, com base no desempenho da bala do rifle para atingir o alvo desejado. Isso lhe ofereceria uma precisão para longo alcance, sem usar um mecanismo complexo que eles não possuíam.

12 julho, 2022

Foto (sem?) cabeça

Para parecer sem cabeça em uma foto, inventou-se uma forma de posar na década de 1920, que era conhecida como "horsemanning" (cavalgamento).
Pessoal - sério, vamos trazer isso de volta!

"Estava na minha gola apenas um segundo atrás..."

Para aqueles que estão se perguntando como essa imagem foi feita, na verdade era bem simples. A técnica requeria fotografar duas pessoas: uma, que escondia a cabeça para parecer um corpo decapitado, e a outra, escondendo o corpo para aparecer apenas a cabeça. Nenhum truque de edição ou ilusão de óptica entrou em jogo aqui.

Fontes
http://www.reddit.com/r/interestingasfuck/comments/qxwm8a/to_appear_headless_while_taking_a_photo_aka
http://en.wikipedia.org/wiki/Victorian_headless_portrait

Uma lição de vida | Pinguins sem cabeça

17 junho, 2022

Fototrova # 9

(fotografia meramente ilustrativa)


    Se corno eu sou

    Não me apoquento

    Chifre também

    É ornamento.

16 junho, 2022

Cebola cortada - 4

"É um lugar tão secreto, a terra das lágrimas."
Saint -Exupéry, em "O Pequeno Príncipe"

Em "The Topography of Tears", a fotógrafa Rose-Lynn Fisher explora uma série de fotografias duotônicas de lágrimas derramadas (*), secas em lâminas de vidro e capturadas em uma ampliação cem vezes maior por meio de um microscópio óptico de alta resolução.

(*) por um caleidoscópio de razões: alegria, tristeza, remorso, esperança, compaixão etc.

(por cebola cortada)

1, 2 e 3 da série

25 janeiro, 2022

Aula de fotografia - 20

O fotógrafo foi a uma festa VIP em Nova York. Assim que entra na festa a anfitriã diz: Eu amo suas fotos, são lindas, você deve ter uma câmera fantástica. O fotógrafo não falou nada até o jantar terminar de ser servido. Então, o fotógrafo respondeu: Foi um jantar maravilhoso, você deve ter um fogão fantástico.
~ Sam Haskins

espiriteira, o fogãozinho a álcool

07 dezembro, 2021

Mãos de peixe

FishyHands® faz sua captura parecer maior!


(post não patrocinado)

Olhos de peixe

Trimetilaminúria: é uma condição incomum que causa um cheiro desagradável de peixe. É também chamada de "síndrome do odor de peixe". Às vezes, é causado por genes defeituosos que uma pessoa herda de seus pais, mas nem sempre é o caso. Atualmente não há cura, mas existem medidas que podem ajudar.

nhs.uk

15 abril, 2021

O céu fotografado do Parque Nacional do Iguaçu

O fotógrafo Victor Lima foi o responsável por captar cenas raras do céu nas Cataratas do Iguaçu. Apaixonado pela astrofotografia, ele fez uma primeira visita ao Parque Nacional do Iguaçu com a família há cerca de dois anos. Em sua segunda visita, em março de 2021, veio ao parque com as imagens e sonhos na cabeça, fotografias memorizadas, e organizou, junto com a administração da unidade, a liberação especial para realizar uma expedição fotográfica à noite, fora do horário de atendimento ao público.
Victor, que ficou hospedado no Hotel das Cataratas, localizado dentro da unidade de conservação, dedicou quatro dias e três noites às captações. Para o fotógrafo, que contou com a companhia de 11 alunos de fotografia, a experiência do céu nas Cataratas foi a melhor experiência fotográfica já registrada por todos os visitantes.
Para captar essas cenas, Victor Lima utilizou uma câmera Canon 6D full-frame e fez uso da técnica de longa exposição, quando o sensor precisa de mais tempo para captar a imagem, e geralmente isso é feito em ambientes com pouca luminosidade. O profissional apoiou a câmera em um tripé e utilizou lente convencional.


Leitura astronômica do céu nas Cataratas

Poderá também gostar de ler:
Da passagem de Santos Dumont por Foz do Iguaçu

02 abril, 2021

Katalog

A artista que pacientemente fotografou e classificou os 10.532 objetos em sua casa, um por um
Sob o nome de Katalog, há um projeto pessoal muito curioso da artista Barbara Iwens, uma fotógrafa belga que decidiu que seria interessante capturar em imagens eternas todos os objetos que estavam em sua casa.
Barbara diz que essa inspiração veio depois de perceber que ela havia feito onze mudanças ao longo de sua vida, levando milhares de objetos de um lugar para outro.
Ela começou a tarefa e, no total, acabou fotografando 10.532 objetos em dois anos, trabalhando duas horas por semana. O que poderíamos chamar de um projeto de constância quase infinita, porque é preciso ser uma pessoa muito metódica e paciente para não se desesperar, para fazê-lo de maneira ordenada e sem repetição.
Isto me lembrou um pouco do projeto das cem coisas, embora neste caso houvesse um excesso. Temos mais ou menos 10.000 desses objetos em nossas casas?
A classificação é tão detalhada que, no site em que o catálogo é exibido, os objetos podem ser selecionados por cor, material, frequência ou dependência da casa.
A seção mais interessante é, sem dúvida, a chamada O que eu salvaria em um incêndio, onde há exatamente 20 objetos, recordações mais valiosas do que qualquer coisa no mundo, cada uma acompanhada de um comentário.

por Alvy, Microsiervos
Trad. PGCS


23 dezembro, 2020

Os rios voadores da Amazônia

A maior floresta tropical do mundo apresenta dimensões e encantos superlativos, mas seus 5,5 milhões de km² estão cada vez mais ameaçados de destruição pela ação humana – em 2020, o desmatamento atingiu o nível mais alto dos últimos 12 anos. Nas imagens deste especial da Folha de SP, o principal fotógrafo da atualidade, Sebastião Salgado, revela as belezas do relevo e dos rios voadores do bioma que ocupa metade do território brasileiro.

Vista da Serra Curicuriari, chamada de "Serra da Bela Adormecida" pelos habitantes de São Gabriel da Cachoeira (AM), em foto de Sebastião Salgado.

"A Amazônia tem tanta água nos céus quanto nos rios que cruzam o território. São um furo jornalístico as imagens que Sebastião Salgado produziu mostrando com nitidez os chamados 'rios voadores', fenômeno que a ciência brasileira vem estudando nas últimas décadas. Esses “rios” transportam uma enorme quantidade de água do Atlântico para o continente em um corredor de ventos que atravessa as Guianas e a região norte do Brasil. Quando sobre terra firme, eles banham a floresta ao mesmo tempo em que se alimentam da 'evapotranspiração' gerada pelas quase 600 bilhões de árvores da Amazônia. Árvores com copas de 10 a 20 metros de diâmetro 'suam' entre 300 e 1.000 litros de água por dia que são levados pelos ventos a uma altura entre 2 e 4 mil metros. O curso desses ventos alísios segue desde o norte até chocar-se com a Cordilheira dos Andes. Ali, em um movimento circular, vão em direção ao norte da Argentina, ao Uruguai e ao sul e sudeste brasileiros. A quantidade de água em movimento é avaliada em cerca de 20 bilhões de litros." ~ Leão Serva

Grato a Jaime Nogueira por me trazer à lembrança esta reportagem especial.

16 janeiro, 2020

A colorização das imagens em preto-e-branco

A luz é uma onda eletromagnética cujo comprimento de onda se inclui num determinado intervalo dentro do qual o olho humano é a ela sensível. Trata-se, de outro modo, de uma radiação eletromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta. As três grandezas físicas básicas da luz são herdadas das grandezas de toda e qualquer onda eletromagnética: intensidade, frequência e polarização. No caso específico da luz, a intensidade se identifica com o brilho e a frequência com a cor.
Só podemos ver uma pequena fração da luz, a que está no chamado espectro visível. Na retina humana são as células cones que captam a luz refletida pelos objetos. Temos três diferentes tipos de cones sensíveis a comprimentos de onda da luz: longos, médios e curtos. Que correspondem, aproximadamente, a vermelho, verde e azul no espectro visível.
Estas são as cores primárias da luz. Todas as outras são uma combinação destas três cores. E esta combinação é o princípio orientador da colorização de imagens em preto-e-branco.


Este retrato, que foi tomado em 1911, é um dos primeiros exemplos de fotografia colorida. Na verdade são três fotos em preto-e-branco compostas em conjunto. O químico e fotógrafo russo Prokudin-Gorsky tirou três fotos - todas idênticas - deste homem Alim Khan, usando filtros para cores específicas de luz. Um permitindo a passagem da cor vermelha, outro permitia a cor verde e outro permitia a cor azul. Ao combinar os três negativos resultou nisso.
Sergey Mikhaylovich Prokudin-Gorsky foi um químico e fotógrafo russo. Ele é mais conhecido por seu trabalho pioneiro em fotografia colorida e seu esforço para documentar a Rússia do início do século XX. Usando uma câmara escura fornecida pelo czar Nicolau II, Prokudin-Gorsky viajou o Império Russo de 1909 a 1915 usando sua fotografia colorida de três imagens para registrar seus muitos aspectos.
O método de fotografia colorida usado por Prokudin-Gorsky foi sugerido, pela primeira vez, por James Clerk Maxwell em 1855 e demonstrado em 1861, mas bons resultados não foram possíveis com os materiais fotográficos disponíveis na época. Imitando o modo como um olho humano normal percebe a cor, o espectro visível de cores foi dividido em três canais de informação, capturando-o na forma de três fotografias em preto-e-branco: uma por um filtro vermelho, outra por um filtro verde e ainda outra através de um filtro azul. As três fotografias resultantes poderiam ser projetadas através de filtros das mesmas cores e sobrepostas exatamente em uma tela, sintetizando a faixa original de cores aditivamente.
https://en.wikipedia.org/wiki/Sergey_Prokudin-Gorsky

A Rússia em cores um século atrás

11 janeiro, 2020

Um eclipse visto do Espaço

A sombra da Lua na Terra fotografada pela equipe da estação espacial russa Mir, na eclipse solar de 11 de agosto de 1999.

Imagem: Mir 27 Crew / CNES
Na Terra
Aqueles que estavam no caminho da sombra (umbra) viram um eclipse total. No caminho da penumbra, um eclipse parcial.
Esta sombra se moveu pela Terra a quase 2.000 km por hora.

Na Wiki
Umbra, penumbra e antumbra