Mostrando postagens com marcador fósforos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fósforos. Mostrar todas as postagens

02 outubro, 2019

O que acontece quando você acende 50 mil fósforos?

Este é um feito de pura organização, concentração e imensa paciência. Cinquenta mil fósforos são cortados em vários tamanhos e empilhados para formar os vários componentes de um canhão em miniatura, e carregado com - você adivinhou - mais fósforos. Apesar do pequeno tamanho, se comparado ao dos canhões de Navarone (*), este canhãozinho provoca um efeito espetacular.



➕ 11 milhões de visualizações
➕ 4 mil comentários

(*) Sinopse. Em 1943, 2.000 soldados britânicos estão encurralados na Ilha de Kheros, pertencente à Turquia que ainda não entrou na guerra mas está sendo pressionada pelos alemães. Nao podem ser resgatados pela Marinha em função de dois enormes canhões alemães construídos na escarpada ilha grega de Navarone. Os aliados resolvem montar uma expedição secreta, para dinamitar os canhões.

08 fevereiro, 2018

Triângulo com triângulos adicionais

A imagem mostra a subdivisão de um triângulo equilátero que apresenta três fósforos em cada lado. Você pode encontrar os treze triângulos nele?

(http://pballew.blogspot.com.br/2017/08/on-this-day-in-math-august-23.html#links)

29 dezembro, 2017

Resiliência

Em 2012, o historiador dinamarquês Esben Brage encontrou aquele que pode ser o primeiro conto escrito por Hans Christian Andersen, um dos mais famosos autores de obras infantis (entre elas "A Pequena Sereia", "O Soldadinho de Chumbo" e "O Patinho Feio").
O texto inédito, intitulado "Tællelyset" (A Vela de Sebo, em tradução livre), foi localizado no Arquivo Nacional de Funen, na cidade de Odense.
O personagem central da história é uma triste vela que só encontra o sentido da vida quando conhece uma caixa de fósforos. "Ela passou a brilhar por muito tempo, satisfazendo a si mesma e a todas as criaturas ao seu redor", eis o trecho final do conto.

SANDEEP BELEL'S IMAGE,  2016
Matchstick art

27 dezembro, 2017

Uma breve história do leque

"Uma dama sem leque é como um nobre sem espada." ~ Madame de Stäel
Alguns autores defendem a ideia de que o aparecimento do leque se deu no Japão, entre os séculos VI e VIII.
Outros situam o surgimento do leque quase que ao mesmo tempo do surgimento do homem - e muitos são os mitos e lendas que tratam de sua origem - assim como diferentes povos se consideram responsáveis pela criação deste acessório.
Dizem que Cupido, o deus do amor, inebriado pela beleza de sua amada Psique, furtou uma asa de Zéfiro, o deus do vento, para refrescar sua amada enquanto dormia. A versão chinesa atribui a Kan-Si, filha de um poderoso mandarim, a criação do leque, uma vez que, não mais suportando o calor durante um baile de máscaras, e não desejando expor seu rosto aos olhares indesejáveis, dele se serviu para abanar-se, tendo logo seu gesto sido imitado por outras damas no baile.
Os primeiros leques chegaram à Europa nos séculos XII e XIII, provenientes do Oriente através das Cruzadas. Porém, foi apenas no século XVI, quando os portugueses trouxeram os primeiros exemplares das suas colônias da Ásia, que se iniciou de fato a moda do seu uso na Europa.
Nos séculos XVII, XVIII e XIX tornaram-se um complemento indispensável à vaidade feminina, invadindo salões e despertando paixões. No "leque indiscreto", eram colocados pequenos espelhos que permitiam as damas ver a movimentação ao seu redor, sem serem vistas.
É neste contexto de luxo e sedução que no século XIX toma força a "Linguagem do Leque". Esta era um complicado sistema de posições e gesticulações que possibilitavam as damas se comunicar e flertar.
A palavra portuguesa "leque" é a forma abreviada de "abano léquio", sendo léquio o adjetivo relativo às ilhas Léquias, situadas ao sul do Japão.
Fonte:WIKIPÉDIA

Sharif Ahmad Siddiqui, MATCHSTICK IMAGE

22 maio, 2017

Por que a chama não produz sombra?



Você já se perguntou por que a chama de uma vela ou de um fósforo não produz uma sombra?
Bem, a explicação é simples. Basicamente, uma sombra é criada quando a luz é bloqueada, e uma chama, como a que acontece durante a queima de um fósforo, é uma reação química gasosa ocasionada por um processo de combustão.
Assim, uma chama não é sólida o suficiente (a menos que contenha muita fuligem de carbono) para bloquear a passagem da luz ambiente de modo a lançar uma sombra.

03 dezembro, 2010

Fósforos - 2

EntreMentes
Um amigo comentava o grau de interferência dos familiares da esposa em todas as decisões que ela devia tomar. Até para comprar, por exemplo, uma caixa de fósforos na mercearia da esquina.
Um problema logo se impunha: qual deveria ser a marca da caixa de fósforos?
O telefone tocava. E já era uma das irmãs da esposa, inteirada da existência do problema, a lhe oferecer alguma solução. "Escuta, a marca A é de melhor qualidade e no supermercado X está em promoção. Desligo. Tchau." Mas o caso não estava resolvido, pois o telefone logo tocava novamente. Com outra irmã na linha, estabelecendo uma espécie de dilema. "Não, a marca A vem com menos fósforos na caixa. Compre B."
Pouco tempo após, novos telefonemas tinham elevado o escore para dois a dois. E a esposa, sem sair do pé do telefone, que toca alucinado. São novas ligações que aumentam o escore para três a três, quatro a quatro... Quer dizer, continua tudo ao nível de indecisão (mesmo já tendo sido ouvida a irmã mais velha que mora em Brasília).
E a esposa, desolada, botando o telefone no gancho:
- Não consigo falar com mamãe. Deve ter saído para visitar alguém.
Sim, ainda faltava ouvir a opinião da matriarca da família, o voto de Minerva que dissiparia as dúvidas de tão indeciso espírito.
Por fim consultada, eis como Minerva votou:
- Por que você não compra logo um acendedor elétrico?
A solução perfeita. Ou quase, se considerarmos que houve a seguir novas rodadas de ligações telefônicas. Com sugestões de marcas, modelos, preços, tempos de garantia etc.

Escrito há mais de vinte anos, este texto foi revisado e recentemente publicado no Preblog. De lá para cá, os fogões a gás passaram a ter acendedores elétricos, o que compromete em parte o sentido dessa história. PGCS blogdopg

Posts relacionados: Fósforos - 1, O Homem Palito e Um calendário para piromaníacos.

16 setembro, 2009

Um calendário para piromaníacos

O ucraniano Yurko Gutsulyak criou um calendário que é perfeito para os piromaníacos: à base de fósforos.
No calendário dele, cada dia do ano é representado por um palito de fósforo a ser destacado e... riscado.

11 janeiro, 2008

Fósforos

Um fato intrigante, e que não livra a cara de sociedade alguma, é a enorme quantidade de maridos que somem de casa para sempre. Outro, é que os sumiços quase todos apresentam um ponto em comum. Os maridos saíram de casa pretextando comprar fósforos. Em minhas lucubrações, não afasto a possibilidade de que uns poucos estejam a zanzar por aí, cumprindo um percurso de algum Plano Cruzado roteirizado por Kafka.
A maioria, contudo, encontra-se em algum local bem distante do ponto de desaparecimento. Numa região, geralmente soalheira, onde ninguém os conhece. Digo mais: onde ninguém os julga, já que no presente estão a viver com novas caras-metades. Os especialistas atribuem essas peripécias à andropausa (nesta síndrome, mulher nova, bonita e carinhosa é elixir da juventude). E os franceses, ao dêmon de midi, o diabo que se insinua na alma do homem cinqüentão, com o fito de promover as chamadas uniões entre o Outono e a Primavera.
Existindo ou não o diabretes, o desertor conjugal só veio a surgir, a meu ver, depopis que apareceu a caixa de fósforos. Antes, havia a poligamia, o sadomasoquismo, a inversão, o fetichismo, o bestialismo e mais um monte de práticas sexuais com nomes em latim. Mas marido fujão, não. Surgiu, como eu já disse, com o advento da caixa de fósforos. A seguir, inflamando um coração entediado aqui, outro acolá, a utilitária caixinha deu no que deu: transformou-se num dos clichês da época atual. Um fado que não vislumbro para o isqueiro descartável, por exemplo.

O texto completo está no Preblog, clique aqui.

10 janeiro, 2008

O Homem Palito

Jack Hall é conhecido como o Homem Palito.
Por fabricar instrumentos musicais diversos, nos quais utiliza como matéria-prima os palitos de fósforos. Assim é que, desde 1936, com este inusitado material, JH tem feito violões, banjos, bandolins, violinos (com os respectivos arcos) e outros instrumentos.
Em 2003, entrou para o Guiness Book por haver construído: “10 playable musical instruments made entirely from (106,000) used wooden matchsticks”.

JH com seus instrumentos de palito

E estes instrumentos são realmente “tocáveis”, conforme já atestaram alguns instrumentistas famosos.