São aranhas que pertencem ao gênero Cyclocosmia, descrito pela primeira vez por Anton Ausserer em 1871. Em abril de 2019, o gênero continha dez espécies.
Não tecem teias, em vez disso cavam tocas. Elas têm abdomes abruptamente truncados que terminam em um disco endurecido.
Quando ameaçadas, elas utilizam-se do disco abdominal para fechar a entrada do seu lar subterrâneo -- um método defensivo chamado fragmose (quando o animal usa o próprio corpo como barreira), que é também observado em formigas, pulgões e rãs.
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10 maio, 2022
16 maio, 2019
O besouro-artilheiro
O termo besouro-artilheiro é a designação comum a diversas espécies de besouros da família dos carabídeos, como o Brachinus crepitans. Esse inseto vive a maior parte do tempo escondendo-se entre raízes de árvores ou debaixo de pedras. Sendo um animal carnívoro, eles alimentam-se de insetos de corpo mole. Podem ser encontrados em todo mundo, menos na Antártida.
Sua defesa consiste em produzir um jato quente para repelir possíveis predadores. Esse material fica localizado em seu abdômen, em duas glândulas, que possuem substâncias químicas que explodem quando misturadas (hidroquinona e peróxido de hidrogênio), mas são inertes quando mantidas separadas.
Assim, a primeira capacidade é que esse besouro possui duas bolsas distintas que mantêm as substâncias químicas separadas até que ele precise da reação química para protegê-lo.
A segunda capacidade é que esse besouro possui um revestimento de amianto em seu "caldeirão", uma câmara onde os produtos químicos são misturados. Esse revestimento impede que a explosão química destrua o corpo do besouro ao ser projetada para fora.
Entretanto, uma terceira capacidade se faz necessária para impedir que a explosão, que ocorre fora do corpo do besouro, atinja-o quando a corrente da química explosiva irrompe para fora do corpo. Se essa corrente fosse contínua, o besouro seria explodido pela reação química que sai do corpo; no entanto, o besouro expele sua corrente em pulsações gotejantes pequenas e contínuas. Assim, a corrente de material explosivo não é continua, de forma que o besouro não é morto por seu próprio mecanismo de proteção. Depois disso, a substância, que atinge uma temperatura média de 100 °C, é pulverizada no animal que lhe tiver causando incômodo.
O vapor resultante desta substância irritante é conhecido como p-benzoquinona, que explode embaixo do abdômen fazendo um barulho tão poderoso que pode ser ouvido pelos humanos. O resultado é uma substancia com uma temperatura tão alta que é capaz de escaldar o possível predador, ou causar queimaduras em animais maiores, como nós!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Besouro-bombardeiro
https://www.megacurioso.com.br/animais/70105-conheca-o-besouro-nervoso-que-dispara-jatos-superquentes-pelo-traseiro.htm
https://diariodebiologia.com/2010/09/besouro-bombardeiro-o-unico-animal-capaz-de-produzir-uma-bomba/
Bônus: O mundo dos besouros
Sua defesa consiste em produzir um jato quente para repelir possíveis predadores. Esse material fica localizado em seu abdômen, em duas glândulas, que possuem substâncias químicas que explodem quando misturadas (hidroquinona e peróxido de hidrogênio), mas são inertes quando mantidas separadas.
Assim, a primeira capacidade é que esse besouro possui duas bolsas distintas que mantêm as substâncias químicas separadas até que ele precise da reação química para protegê-lo.
A segunda capacidade é que esse besouro possui um revestimento de amianto em seu "caldeirão", uma câmara onde os produtos químicos são misturados. Esse revestimento impede que a explosão química destrua o corpo do besouro ao ser projetada para fora.
Entretanto, uma terceira capacidade se faz necessária para impedir que a explosão, que ocorre fora do corpo do besouro, atinja-o quando a corrente da química explosiva irrompe para fora do corpo. Se essa corrente fosse contínua, o besouro seria explodido pela reação química que sai do corpo; no entanto, o besouro expele sua corrente em pulsações gotejantes pequenas e contínuas. Assim, a corrente de material explosivo não é continua, de forma que o besouro não é morto por seu próprio mecanismo de proteção. Depois disso, a substância, que atinge uma temperatura média de 100 °C, é pulverizada no animal que lhe tiver causando incômodo.
C6H4(OH)2 + H2O2 → C6H4O2 + 2 H2O
O vapor resultante desta substância irritante é conhecido como p-benzoquinona, que explode embaixo do abdômen fazendo um barulho tão poderoso que pode ser ouvido pelos humanos. O resultado é uma substancia com uma temperatura tão alta que é capaz de escaldar o possível predador, ou causar queimaduras em animais maiores, como nós!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Besouro-bombardeiro
https://www.megacurioso.com.br/animais/70105-conheca-o-besouro-nervoso-que-dispara-jatos-superquentes-pelo-traseiro.htm
https://diariodebiologia.com/2010/09/besouro-bombardeiro-o-unico-animal-capaz-de-produzir-uma-bomba/
Bônus: O mundo dos besouros
19 fevereiro, 2019
NOTA DO CORECON-CE EM DEFESA DO BANCO DO NORDESTE
As últimas notícias veiculadas nos periódicos regionais, deixam senões acerca do futuro de um dos maiores bancos de desenvolvimento da América Latina, o BANCO DO NORDESTE DO BRASIL (BNB).
O BNB foi criado pela Lei nº1.640 DE 19.07.1952, sediado em Fortaleza, com missão diferenciada das demais instituições financeiras que desde sua fundação a cumpre - "Atuar como Banco de Desenvolvimento da Região Nordeste".
Para efetivar seu papel de agente indutor do desenvolvimento regional conta com a capilaridade de 280 Agências, localizadas nas cidades nordestinas, norte de Minas e parte do Espírito Santo, das quais algumas situadas nos mais distantes rincões do semi-árido nordestino. O Banco conta ainda em sua estrutura com o ETENE cuja missão é “ Elaborar, promover e difundir estudos, pesquisas e informações socioeconômicas e avaliar políticas e programas do Banco do Nordeste, subsidiando a ação do BNB e da sociedade na busca do desenvolvimento regional sustentável.
Concordamos com posição espelhada em artigo publicado em janeiro de 2019 pela AFBNB-Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste, "O BNB exerce um protagonismo econômico junto a diferentes setores da economia – agricultura, indústria, comércio, serviços, turismo, infraestrutura etc. – sendo o principal braço do Estado, enquanto instituição de fomento na região em que atua. Sua expertise, de quase 67 anos, promovendo o desenvolvimento regional o credencia, enquanto empresa séria que, ao contrário de ser ignorada deve ser reconhecida.
Os resultados positivos apresentados pelo Banco ao longo dos anos, seriam ainda mais eficazes se houvesse uma política macroeconômica de desenvolvimento nacional, com o suporte de um arcabouço institucional pensado para de fato superar as desigualdades entre as regiões e estimular as potencialidades locais. Não custa lembrar que órgãos que poderiam construir essa rede foram sucateados e/ou esvaziados de sua missão ao longo do tempo, a exemplo da Sudene, do DNOCs e da Codevasf."
Ainda segundo artigo da AFBNB, "os números mostram a força do BNB e a sua relevância para a política de desenvolvimento do País. Isto confirma ser a Instituição uma das mais relevantes para a superação das desigualdades regionais, devendo, portanto, ser fortalecida e reconhecida como tal, desconstruindo qualquer equívoco de privatização, incorporação, fusão ou qualquer outra medida que implique em seu desmonte."
Vale registrar que o BNB em 2018 atingiu a marca histórica de R$ 41,4 bilhões emprestados com recursos do FNE – sendo R$ 30 bilhões do próprio FNE e o restante do CrediAmigo e AgroAmigo – microcrédito urbano e rural, respectivamente.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste-FNE, foi criado em 1988 (artigo 159, inciso I, alínea "c" da Constituição da República Federativa do Brasil e artigo 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) e regulamentado em 1989 (Lei nº 7.827, de 27/09/1989). O FNE é um instrumento de políticas públicas no âmbito federal viabilizado pelos diversos programas de financiamento aos setores produtivos, cujos recursos não são contingenciados em orçamento da União,
Os que representam o CORECON-CE entendem que todos os segmentos da sociedade precisam se imbuir de uma causa comum, “Defender a Valorização e Manutenção do BNB”, enquanto braço do Governo Federal na efetivação, dentre outras missões, a constitucional, via operacionalização dos recursos do FNE. FNE.
O BNB foi criado pela Lei nº1.640 DE 19.07.1952, sediado em Fortaleza, com missão diferenciada das demais instituições financeiras que desde sua fundação a cumpre - "Atuar como Banco de Desenvolvimento da Região Nordeste".
Para efetivar seu papel de agente indutor do desenvolvimento regional conta com a capilaridade de 280 Agências, localizadas nas cidades nordestinas, norte de Minas e parte do Espírito Santo, das quais algumas situadas nos mais distantes rincões do semi-árido nordestino. O Banco conta ainda em sua estrutura com o ETENE cuja missão é “ Elaborar, promover e difundir estudos, pesquisas e informações socioeconômicas e avaliar políticas e programas do Banco do Nordeste, subsidiando a ação do BNB e da sociedade na busca do desenvolvimento regional sustentável.
Concordamos com posição espelhada em artigo publicado em janeiro de 2019 pela AFBNB-Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste, "O BNB exerce um protagonismo econômico junto a diferentes setores da economia – agricultura, indústria, comércio, serviços, turismo, infraestrutura etc. – sendo o principal braço do Estado, enquanto instituição de fomento na região em que atua. Sua expertise, de quase 67 anos, promovendo o desenvolvimento regional o credencia, enquanto empresa séria que, ao contrário de ser ignorada deve ser reconhecida.
Os resultados positivos apresentados pelo Banco ao longo dos anos, seriam ainda mais eficazes se houvesse uma política macroeconômica de desenvolvimento nacional, com o suporte de um arcabouço institucional pensado para de fato superar as desigualdades entre as regiões e estimular as potencialidades locais. Não custa lembrar que órgãos que poderiam construir essa rede foram sucateados e/ou esvaziados de sua missão ao longo do tempo, a exemplo da Sudene, do DNOCs e da Codevasf."
Ainda segundo artigo da AFBNB, "os números mostram a força do BNB e a sua relevância para a política de desenvolvimento do País. Isto confirma ser a Instituição uma das mais relevantes para a superação das desigualdades regionais, devendo, portanto, ser fortalecida e reconhecida como tal, desconstruindo qualquer equívoco de privatização, incorporação, fusão ou qualquer outra medida que implique em seu desmonte."
Vale registrar que o BNB em 2018 atingiu a marca histórica de R$ 41,4 bilhões emprestados com recursos do FNE – sendo R$ 30 bilhões do próprio FNE e o restante do CrediAmigo e AgroAmigo – microcrédito urbano e rural, respectivamente.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste-FNE, foi criado em 1988 (artigo 159, inciso I, alínea "c" da Constituição da República Federativa do Brasil e artigo 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) e regulamentado em 1989 (Lei nº 7.827, de 27/09/1989). O FNE é um instrumento de políticas públicas no âmbito federal viabilizado pelos diversos programas de financiamento aos setores produtivos, cujos recursos não são contingenciados em orçamento da União,
Os que representam o CORECON-CE entendem que todos os segmentos da sociedade precisam se imbuir de uma causa comum, “Defender a Valorização e Manutenção do BNB”, enquanto braço do Governo Federal na efetivação, dentre outras missões, a constitucional, via operacionalização dos recursos do FNE. FNE.
13 dezembro, 2017
A defesa possível
O exato momento em que você se encontra com um terrível jacaré no meio aquático e a única defesa possível é uma lembrancinha que você comprou no porn shop.
(post não patrocinado)
15 outubro, 2012
Apologia de Sócrates
É a versão de Platão de um discurso de Sócrates, no qual este se defende das acusações de "corromper a juventude, não acreditar nos deuses e criar uma nova Deidade".
Síntese
Sócrates começa a sua defesa advertindo que dirá unicamente a verdade e, ao mesmo tempo, afirmando que seus acusadores nada disseram de verdadeiro, embora tenham sido tão convincentes que quase fizeram o próprio Sócrates crer que era culpado pelo que não fez. Demarca-se aqui a contraposição entre a sofística e a filosofia: Sócrates alega que, apesar de não ter a experiência de falar em tribunais e não dominar a retórica própria desse ambiente, pronunciará exclusivamente a verdade, sua preocupação como filósofo; seus denunciadores, ao contrário, não teriam compromisso com ela, mas apenas com a persuasão, com o uso da retórica para obtenção de seus interesses.
O filósofo resgata as acusações que pesam sobre ele, desde as mais antigas, que não faziam parte do processo, mas poderiam influenciar a decisão dos juízes, até as mais recentes e oficiais. As denúncias que pesam contra Sócrates são a de não reconhecer os deuses que o Estado reconhece, de introduzir novos cultos e, também, de corromper a juventude, pelo que receberia pena capital, caso fosse julgado culpado. Essa acusação é assinada por Meleto, que representa os poetas, mas não somente ele; também Ânito, representante dos políticos e artífices, e Licon, ligado aos oradores, tendo os três o mesmo direito de palavra no desenvolvimento do processo.
Em sua defesa, Sócrates, que atesta veementemente sua franqueza, busca um elemento que possa convencer os juízes de sua sabedoria. Menciona que o Oráculo de Delfos afirmou ser ele o homem mais sábio de sua época, pois, ao inquirir os políticos, os poetas e os artífices, todos afirmavam obter a plena sabedoria; e que somente ele, Sócrates, era o verdadeiro sábio, porque tinha a plena noção de sua “douta-ignorância” (“Sei que nada sei”).
Depois de ser julgado, enquanto aguarda a sentença, Sócrates volta à ideia de fazer o que pensa ser justo, mesmo que suas ações o levem à morte. Toma como exemplo Aquiles, que, mesmo sabendo que seu ato iria levá-lo à morte, recusou-se a agir injustamente, vingando a morte de seu grande companheiro Pátroclo.
Ao ser julgado, Sócrates diz não estranhar a decisão, mas sim a razão dos votos contra (230) e a favor (280) da condenação, pois, se apenas 30 juízes da acusação tivessem votado contra, ele teria sido absolvido. Afirma que deveria fazer parte dos célebres que se encontram no Pritaneu e lamenta as leis de Atenas, que lhe concedem pouco tempo para sua defesa, em comparação a outras cidades em que a lei impede que uma pena de morte possa ser ditada em apenas um dia, e que por isso seria impossível se desfazer de tantas acusações em tão pouco tempo. Sócrates declara ter sido condenado pela falta de pudor, mas não pela falta de argumentos e afirma que não se arrepende da sua defesa, pois os que o condenam serão condenados mais tarde.
Àqueles que votaram favoravelmente, diz serem justos como juízes. E pronuncia um discurso elogioso sobre a morte, destacando o desconhecimento que o homem tem de sua real natureza, e elencando as duas hipóteses: a da morte ser um sonho eterno e uma ausência de sentidos ou uma simples passagem para um outro mundo, regozijando-se com ambas.
E termina, afetando a necessidade de encurtar a sua defesa torpe:
Sócrates e Veríssimo, Lar, amargo lar e Sócrates e Platão
Síntese
Sócrates começa a sua defesa advertindo que dirá unicamente a verdade e, ao mesmo tempo, afirmando que seus acusadores nada disseram de verdadeiro, embora tenham sido tão convincentes que quase fizeram o próprio Sócrates crer que era culpado pelo que não fez. Demarca-se aqui a contraposição entre a sofística e a filosofia: Sócrates alega que, apesar de não ter a experiência de falar em tribunais e não dominar a retórica própria desse ambiente, pronunciará exclusivamente a verdade, sua preocupação como filósofo; seus denunciadores, ao contrário, não teriam compromisso com ela, mas apenas com a persuasão, com o uso da retórica para obtenção de seus interesses.
O filósofo resgata as acusações que pesam sobre ele, desde as mais antigas, que não faziam parte do processo, mas poderiam influenciar a decisão dos juízes, até as mais recentes e oficiais. As denúncias que pesam contra Sócrates são a de não reconhecer os deuses que o Estado reconhece, de introduzir novos cultos e, também, de corromper a juventude, pelo que receberia pena capital, caso fosse julgado culpado. Essa acusação é assinada por Meleto, que representa os poetas, mas não somente ele; também Ânito, representante dos políticos e artífices, e Licon, ligado aos oradores, tendo os três o mesmo direito de palavra no desenvolvimento do processo.
Em sua defesa, Sócrates, que atesta veementemente sua franqueza, busca um elemento que possa convencer os juízes de sua sabedoria. Menciona que o Oráculo de Delfos afirmou ser ele o homem mais sábio de sua época, pois, ao inquirir os políticos, os poetas e os artífices, todos afirmavam obter a plena sabedoria; e que somente ele, Sócrates, era o verdadeiro sábio, porque tinha a plena noção de sua “douta-ignorância” (“Sei que nada sei”).
Depois de ser julgado, enquanto aguarda a sentença, Sócrates volta à ideia de fazer o que pensa ser justo, mesmo que suas ações o levem à morte. Toma como exemplo Aquiles, que, mesmo sabendo que seu ato iria levá-lo à morte, recusou-se a agir injustamente, vingando a morte de seu grande companheiro Pátroclo.
Ao ser julgado, Sócrates diz não estranhar a decisão, mas sim a razão dos votos contra (230) e a favor (280) da condenação, pois, se apenas 30 juízes da acusação tivessem votado contra, ele teria sido absolvido. Afirma que deveria fazer parte dos célebres que se encontram no Pritaneu e lamenta as leis de Atenas, que lhe concedem pouco tempo para sua defesa, em comparação a outras cidades em que a lei impede que uma pena de morte possa ser ditada em apenas um dia, e que por isso seria impossível se desfazer de tantas acusações em tão pouco tempo. Sócrates declara ter sido condenado pela falta de pudor, mas não pela falta de argumentos e afirma que não se arrepende da sua defesa, pois os que o condenam serão condenados mais tarde.
Àqueles que votaram favoravelmente, diz serem justos como juízes. E pronuncia um discurso elogioso sobre a morte, destacando o desconhecimento que o homem tem de sua real natureza, e elencando as duas hipóteses: a da morte ser um sonho eterno e uma ausência de sentidos ou uma simples passagem para um outro mundo, regozijando-se com ambas.
E termina, afetando a necessidade de encurtar a sua defesa torpe:
"Mas já é hora de nos retirarmos, eu, para morrer, e vocês para viverem. Entre vocês e eu, quem está melhor? Isso é o que ninguém sabe, exceto Zeus"Pós-Socráticas
Sócrates e Veríssimo, Lar, amargo lar e Sócrates e Platão
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