Mostrando postagens com marcador The Beatles. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador The Beatles. Mostrar todas as postagens

20 abril, 2025

The Beatles a cappella

Jared Halley gravou este medley (pot-pourri) a cappella (música vocal sem acompanhamento instrumental) de trechos de diversas canções dos Beatles.


InDICAção do vídeo: Nelson Cunha

Outros medleys com Jared Halley no YouTube.

12 novembro, 2023

O quinto Beatle

O "quinto Beatle" é um termo que se refere a várias pessoas que tiveram uma conexão significativa com os Beatles durante sua carreira, mas que não eram membros oficiais da banda. Existem várias pessoas que foram consideradas o "quinto Beatle" ao longo dos anos.
Malcolm Evans - fazia de tudo: era o roadie, isto é, o técnico de apoio que viajava com a banda em suas turnês, encarregado de lidar com as produções de shows. Malcolm montava os instrumentos no palco (ver foto), fazia a segurança, trabalhava de motorista, comprava qualquer coisa (ternos, botas, meias, comida, bebidas, drogas...) para o grupo e até falsificava autógrafos em nome dos Beatles (devidamente autorizado). Também apareceu como figurante em três filmes do grupo etc. etc. etc.


Dentre os que foram chamados de "quinto Beatle", também se incluem:
Stuart Sutcliffe - amigo de infância de John Lennon e baixista original dos Beatles.
Pete Best - baterista original dos Beatles que foi demitido da banda antes da gravação do primeiro álbum.
Brian Epstein - empresário dos Beatles que ajudou a lançar a banda ao estrelato.
George Martin - produtor musical dos Beatles que trabalhou em muitas de suas gravações mais famosas.
Billy Preston - tecladista americano que tocou com os Beatles em algumas de suas gravações (ver vídeo).


Neil Aspinall - amigo de longa data dos Beatles que se tornou o executivo-chefe da Apple Corps, a empresa de propriedade dos Beatles.
Em resumo, o "quinto Beatle" é uma figura simbólica que representa a influência significativa de várias pessoas na história da banda.

10 fevereiro, 2021

O método Coué

Emile Coué (1857 - 1926), farmacêutico e psicólogo francês. Introduziu na Europa e nos Estados Unidos um método popular de psicoterapia e auto-aperfeiçoamento, baseado na auto-sugestão otimista. Depois de observar que, em certos casos, ele conseguia melhorar a eficácia de um medicamento ao elogiar sua eficácia para o paciente.
Coué encorajava seus pacientes a dizerem a si mesmos, 30 vezes por noite, antes de dormir: "Todos os dias, de todas as formas, estou cada vez melhor".
Quando perguntado, se ele se considerava um curador, Coué costumava afirmar:
"Nunca curei ninguém em minha vida. Tudo o que faço é mostrar às pessoas como elas podem se curar."
1980: O refrão da música "Beautiful Boy" - que John Lennon escreveu para Sean (seu único filho com Yoko Ono) - faz uma referência ao mantra de Coué:

"Antes de ir dormir
Faça uma pequena oração:
Todos os dias, de todas as maneiras
Estou ficando cada vez melhor."



A letra de "Beautiful Boy" também  contém uma famosa citação de Lennon, "Vida é o que acontece com você enquanto você está ocupado com outros planos". No entanto, a expressão desse sentimento pode ser rastreada até um artigo do Reader's Digest, de 1957, que a atribui a Allen Saunders.

04 novembro, 2020

Com uma pequena ajuda de vocês

Há 57 anos (04/11/1963), os Beatles se apresentaram no The Royal Variety Show, no The Prince Of Wales Theatre.
Naquela noite, John Lennon fez sua famosa observação:
"For our last number, I'd like to ask your help. Would the people in the cheaper seats clap your hands. And the rest of you, if you'll just rattle your jewelry....." (Para nosso último número, eu gostaria de pedir a ajuda de vocês. As pessoas nos assentos mais baratos batam palmas. O resto apenas sacode suas jóias...").



Esse era John Lennon! Who else would have the courage to make fun of the Queen? (Quem mais teria a coragem de tirar esse sarro da Rainha?).

10 maio, 2020

Eleanor Rigby

Todas as pessoas solitárias
De onde elas todas vêm?
Todas as pessoas solitárias
De onde elas todas são?



Imortalizada em uma música dos Beatles, originalmente em "Revolver", álbum de 1966, Eleanor Rigby foi enterrada em um cemitério em Liverpool, não por coincidência o berço dos "garotos" John Lennon e Paul McCartney.
A canção também entrou como o Lado B de "Yellow Submarine", em 1966.
Quanto ao nome dado à canção, de acordo com Paul, foi um que ele escolheu aleatoriamente. Não por coincidência (talvez fruto do subconsciente). Descobriu-se que "Eleanor Rigby" estava escrito em uma lápide no cemitério por onde ele, o autor da letra, e John cortavam caminho.
Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/tumulo-de-eleanor-rigby-sera-leiloado-no-reino-unido/

Poderá também gostar de ver:
A história da canção "Lucy in the sky with diamonds".

27 fevereiro, 2019

O mistério solucionado de uma composição

A matemática prova que John Lennon escreveu "In My Life".
John Lennon e Paul McCartney fizeram letras e músicas para quase 200 canções e os Beatles venderam centenas de milhões de álbuns. A história conta que os dois adolescentes Beatles concordaram quanto ao crédito conjunto de todas as canções que criaram, não importando a divisão no trabalho.
Ao longo dos anos, Lennon e McCartney revelaram quem realmente escreveu o quê, mas algumas músicas ainda estão em debate. Os dois até debatem entre si - suas memórias parecem diferir quando se trata de identificar quem compôs a música para "In My Life", de 1965.
Se as memórias dos compositores falharam, como esse mistério poderia ser resolvido?
Bem, podemos contar com uma pequena ajuda da matemática.
O professor de matemática Jason Brown passou 10 anos trabalhando com estatísticas para resolver o mistério. As descobertas de Brown foram apresentadas em 1.º de agosto, no Joint Statistical Meeting, em uma apresentação chamada "Avaliando a autoria de músicas dos Beatles a partir de conteúdo musical: modelagem de classificação bayesiana a partir de representações de sacos-de-palavras".
"Sacos de palavras"? O que eles são?
Na verdade, remonta aos anos 50. O que você faz é pegar um pedaço de texto, ignorar a gramática, ignorar a ordem das palavras e apenas considerá-la como uma coleção de palavras. E uma vez feito isso, você pode contar as frequências das diferentes palavras no saco de palavras. Para fazer isso para a música, você tinha que conseguir pequenos trechos, e a maneira que eles fizeram foi a equipe analisada, eu acho, sobre 70 músicas de Lennon e McCartney, e eles descobriram que havia 149 transições muito distintas entre notas e acordes que são presente em quase todas as músicas dos Beatles. E essas transições serão exclusivas para uma pessoa ou para a outra pessoa.
Sacos de notas e acordes. Esses são os pequenos itens, e você apenas os conta.
Parte da confusão é que Paul McCartney disse que ele escreveu a música. John Lennon disse que Paul McCartney escreveu uma seção de música.
Chegando ao ponto, Lennon escreveu a coisa toda. Quando você faz as contas contando os pequenos pedaços que são únicos para as pessoas, a probabilidade de que McCartney tenha escrito a música é O,018 - isso é essencialmente zero. Em outras palavras, isso é bem definitivo. Lennon escreveu a música. E em situações como essa, é melhor acreditar na matemática, que é muito mais confiável do que as lembranças das pessoas, especialmente daquelas que quando compunham estavam com um estado mental alterado por coisas que ingeriam.

https://www.npr.org/2018/08/11/637468053/a-songwriting-mystery-solved-math-proves-john-lennon-wrote-in-my-life


18 fevereiro, 2019

Beijo no espelho






Only for your information, 
Mr. Ringo Starr:
Em um espelho, você só pode 
se beijar nos lábios.

Foto: Richard Avedon, 1965

23 dezembro, 2018

Cruzando a faixa

Animando a imagem da capa do álbum Abbey Road de 1969, Pierre Gombaud fez um vídeo dos Beatles cruzando a faixa de pedestres mais icônica da história. Mas isso é apenas o começo! Assim que os Fab Four chegam ao outro lado da Abbey Road (cruzando-a de um modo meio estranho), eles entram em seu período psicodélico.
As músicas utilizadas no vídeo são "Two-Finger Chord and Whistle" (Acordes de Dois Dedos e Assovio), de Paul McCartney, e "Tomorrow Never Knows", dos Beatles.



N. do E.
Registro aqui (01:00 - 01:04) um personagem andando no contrafluxo, saído ao que parece do esquete "O Ministério das Caminhadas Bobas", do grupo Monty Python.

ABBEY ROAD: slideshows 1 e 2

07 novembro, 2018

HERE COMES THE SON

O dentista que comprou um dente de John Lennon mudou ligeiramente de ideia.
Ele agora está à procura de potenciais filhos amorosos do falecido Beatle numa tentativa de reivindicar uma fatia de bens e direitos de John Lennon avaliados em 400 milhões de libras.
Lennon, que foi baleado e morto em Nova Iorque em 1980, deu o dente para sua governanta Dot Jarlett, na década de 1960. Em 2011,  Dr. Michael Zuk, 45, de Alberta, Canadá, comprou em leilão esse molar decadente do lendário compositor por cerca de 20 mil libras.
Falando com o The Sun Online, o dentista revelou sensacionalmente que planeja usar o DNA daquela parte do corpo para legitimar as reivindicações sobre o vasto patrimônio do ícone da música.
Ele disse:
"Estou à procura de pessoas que acreditam que são filhos de John Lennon e que têm direito ao seu patrimônio.
"John era um cara muito popular que fazia sexo com muitas mulheres e eu duvido que o controle da natalidade estivesse em sua mente.
“Eles assinariam um acordo de comissão, o que significaria que, se eles fossem reconhecidos, pagariam à minha empresa uma porcentagem da herança.
"Como uma taxa de corretagem."
Aqui está a reportagem.

10 setembro, 2018

HELP

The Beatles, standing in a row and wearing blue jackets, with their arms positioned as if to spell out a word in flag semaphore
A capa deste álbum (Parlophone) mostra os Beatles com os braços posicionados de modo a formar uma palavra no semáforo de bandeirolas.
O fotógrafo da capa, Robert Freeman, teve inicialmente a ideia de compor a palavra HELP (a faixa 1 do lado 1 do disco).
Assim:

Mas quando viu o arranjo dos braços para estas letras o resultado não lhe pareceu bom. Então, decidiu improvisar um melhor posicionamento para os braços.
No lançamento do álbum pela Parlophone Records, no Reino Unido, as letras formadas pelos Beatles parecem indicar NUJV. 


Ligeiramente reorganizado nos EUA, no lançamento pela Capitol Records a capa do álbum parece indicar as letras NVUJ, com a mão esquerda de McCartney apontando para o logotipo da Capitol.

14 fevereiro, 2017

Ringo o Batera


Numa entrevista em 1964, um repórter perguntou aos Beatles se Ringo era o melhor baterista do mundo.
(Supostamente, a resposta esperada era: "Sim, é o melhor dos melhores de todo o mundo".)
Mas Lennon respondeu, sarcasticamente:
"Não é sequer o melhor entre os Beatles."
Era uma referência ao multi-instrumentista Paul, e Ringo não se ofendeu. Os Beatles eram conhecidos por seu senso de humor, as ironias com a imprensa e pelas brincadeiras que faziam entre si.

Beatlemania
Jesus ama vocês, As contribuições de Paul no campo da fotografia e Paul não morreu. Viva Paul

19 setembro, 2015

De utilidade lúdica

Aqui tendes um link para ver a faixa de pedestres mais famosa do mundo: Abbey Road, Londres. Com imagem, som, informações de hora e temperatura locais – tudo transmitido por uma câmera 24 horas.

O cruzamento é uma festa. Graças aos turistas que, a todo instante, lá comparecem para viver a "experiência Beatles".

Uma crônica de Alberto Villas, publicada em CartaCapital.

25 abril, 2015

Paul não morreu. Viva Paul

O primeiro boato de que Paul McCartney morreu (em um acidente de carro) circulou em Londres em janeiro de 1967. Esse boato, porém, foi reconhecido e refutado na edição de fevereiro do fanzine The Beatles Book (fig. 1),
Mas não se sabe se o segundo boato, de 1969, que circulou após o lançamento do álbum Abbey Road, guardou alguma relação com o primeiro. Durante a gravação do disco, Paul teria sido secretamente substituído por um tal "William Campbell", que vencera um concurso de sósias de McCartney, para poupar o público do luto.
No outono de 1969, os Beatles estavam de fato em processo de dissolução. E, como os compromissos públicos de McCartney eram poucos, ele tinha ido passar uma temporada na Escócia, com sua nova esposa Linda, a fim de pensar na próxima carreira solo.
Supostas pistas sobre a morte de McCartney eram encontradas por seus fãs, principalmente em Abbey Road. Elas incluíam mensagens percebidas quando certas músicas eram tocadas ao contrário e interpretações simbólicas de algumas das letras do disco.
Um exemplo sempre citado é o da capa de Abbey Road (fig. 2), que representaria um cortejo fúnebre, onde:
Lennon, vestido de branco, seria o clérigo (ou uma figura celeste), Ringo Starr, vestido de preto, o agente funerário, George Harrison, em jeans e camisa, o coveiro, e McCartney, descalço e fora de sintonia com os outros membros da banda, o cadáver de si próprio.
Paul não morreu, viva Paul. Foi Faul (falso Paul) que morreu.
Saberemos que Paul morreu de verdade quando o satírico The Onion sair com a seguinte manchete:

PAUL McCARTNEY MORRE UMA SEGUNDA VEZ

BOATOS (leiam mas não passem adiante).

15 fevereiro, 2015

As contribuições de Paul

As contribuições de Paul McCartney são imensuráveis ​​para a música moderna, a cultura popular e a caridade. Além isso, o ex-Beatle revelou-se um grande pioneiro no campo da fotografia.
Diz ele que inventou o selfie, como dá para ver aqui:
Paul fotografa sua imagem no espelho

A revelação aconteceu durante a sua participação no Jimmy Fallon, quando ele também pediu os créditos pelo primeiro photobomb:
George Harrison aparece ladeado por duas fãs.
Paul é o photobomber

Não me surpreenderia se ele depois acrescentar, no rol de suas contribuições para a humanidade, o pau de selfie.


P.S. - Tomar imágenes donde aparezca el fotógrafo
La función principal del dispositivo es la de que el fotógrafo aparezca en todas las imágenes que realice. La ¿estúpida? moda del selfie stick, Hipertextual

18 agosto, 2014

♪Lucy in the Sky with Diamonds♪

A história da canção
Em uma tarde, no início de 1967, Julian Lennon voltou do jardim de infância com um desenho que havia feito de sua colega de classe, Lucy O’Donnell, de quatro anos. Ao ser perguntado por John sobre o que se tratava, ele disse que era “Lucy no céu com diamantes”.
John ficou tão impressionado com o desenho e, especialmente, o título dado por seu filho, que começou a compor “Lucy in the Sky with Diamonds”, uma das três faixas de "Sgt. Pepper..." que supostamente falava de drogas. Logo que se apontou que as iniciais da canção formavam a sigla “LSD” parecia certo que John estava descrevendo uma viagem alucinógena. Ainda assim, ele negou isso veemente, pública e particularmente, mesmo nunca tendo evitado falar de músicas que realmente faziam referência às drogas. John sempre insistiu que a ideia surgira de um simples desenho infantil e que nada tinha a ver com drogas e alucinações. [...]
John afirmou que as imagens de alucinações na canção tinham sido inspiradas pelo capítulo de "Através do Espelho", de Lewis Carroll, em que Alice é levada rio abaixo em um barco a remo pela Rainha, que de repente se transforma em um carneiro. "Alice no País das Maravilhas" e "Através do Espelho" eram dois dos livros preferidos de John quando criança. Em uma entrevista de 1965, ele afirmou que quando criança os relia uma vez por ano. Em outro momento, ele declarou que, em parte, foi graças à leitura que ele percebeu que as imagens em sua cabeça não eram sintomas de insanidade. “Surrealismo para mim é realidade”, ele afirmou. “A visão psicodélica é realidade para mim e sempre foi”.
Outra inspiração para a canção fora o "The Goon Show", programa de rádio britânico com Spike Milligan, Harry Secombe e Peter Sellers transmitido pela BBC entre junho de 1952 e janeiro de 1960. Os roteiros, escritos principalmente por Milligan, satirizavam figuras do establishment, atacavam o conservadorismo do pós-guerra e popularizavam um humor bem nonsense. A famosa excentricidade de John devia muito aos Goons. Ele disse a Spike Milligan que “Lucy in the Sky with Diamonds” e diversas outras canções tinham sido parcialmente inspiradas em diálogos do "The Goon Show". [...]
A canção
Com "The Beatles", legendada em inglês, traduzida pelo "Vagalume". Aqui
Com Dan Torres:



Os ócios do ofício
Em 1974, o professor Donald Johanson e o estudante Tom Gray atribuíram, inspirados pela canção que tocava no gravador do acampamento, o nome de "Lucy" ao fóssil de um hominídeo do sexo feminino, com 3,2 milhões de anos, descoberto por eles no deserto de Afar, na Etiópia.

09/09/2020 - Marcado há 3 meses como "Comentário em destaque" no YouTube.

22 junho, 2014

Beatles em discussão

CDZA, Opus 19
A raiva, a frustração, o perdão e a vingança sendo representadas with a little help from The Beatles.
Com 17 canções deles, para ser preciso.


11 janeiro, 2014

The "Eatles"

Paul Baker foi encomendado pelo Beefeater Grill para recriar uma famosa foto usando os alimentos de uma refeição inglesa.
Então, depois de um hard day's night (na verdade quatro dias), Paul veio com esta versão para a foto da capa de "Abbey Road": uma obra intitulada "Let It Bean".

"Foi um desafio encontrar a melhor maneira de representar Paul McCartney. Eu queria interpretar suas preferências vegetarianas e, depois de experimentar algumas coisas, decidi por cogumelos."
Já Ringo Starr foi feito de bacon.

Slideshows
ABBEY ROAD - 1
ABBEY ROAD - 2

01 janeiro, 2014

Abbey Road 2

para Emanuel de Carvalho Melo
Um segundo slideshow com paródias e versões existentes na internet para a famosa capa do 12º álbum (de 1969) da banda britânica The Beatles.

06 junho, 2013

Eu, 65

Completo hoje 65 voltas em torno do Sol.
Aqui estão os Beatles cantando a canção Dia de Aniversário:



Aqui está uma lista resumida de pessoas famosas e infames que compartilham a data:
1956 Bjorn Borg, tenista sueco,vencedor de Wimbledon (1976-79)
1935 Dalai Lama 14, Tibete, o líder espiritual dos budistas
1909 Isaiah Berlin, filósofo
1892 Pearl S. Buck, romancista americano
1875 Thomas Mann, Alemanha, romancista, Magic Mountain-Nobel 1929
1869 Siegfried Wagner, compositor alemão de ópera e maestro
1868 Robert Falcon Scott, líder britânico da malfadada expedição ao Pólo Sul
1840 Marcelino Champagnat, França, sacerdote e educador, canonizado em 1999 V. COMENTÁRIOS
1599 Diego Velázquez, pintor espanhol
Extraída de Brainy History

05 março, 2013

♪Hey Jude♪

Pegue uma canção triste e faça-a ainda mais triste.
É o que acontece, por exemplo, com esta canção dos Beatles. O truque consiste em transportar a música, originalmente composta em tom maior, para um tom menor.
Vi a violonista Rosinha de Valença (1941 - 2004), em show no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, fazer isto com a música "Asa Branca".



"Hey Jude" foi escrita em junho de 1968, quando Paul McCartney foi visitar Cynthia Lennon e seu filho Julian. Após o interesse de John em Yoko Ono e o pedido de divorcio de Cynthia, Paul como amigo do ex-casal, sentiu que precisava dar seu apoio a ela.
Segundo Paul, no “The Beatles Anthology”: "Eu achei que como amigo da família eu poderia ir a casa deles dizer que tudo ficaria bem, tentar animá-los e ver como estavam. Eu dirigi cerca de uma hora. Eu costumava desligar o rádio nessas viagens e cantarolar, vendo se conseguia compor canções. Então comecei a cantar - 'Hey Jules - don't make it bad, take a sad song, and make it better...' – como uma mensagem de esperança para Julian. Tipo, ‘qual é cara, seus pais estão se divorciando, sei que não esta feliz, mas você ficará bem.’ Depois eu mudei o nome de Jules para Jude, que era um personagem em Oklahoma! e eu gostei do nome.” WIKIPÉDIA

08/09/2013 - Atualizando...
"Hey Jude" como um fluxograma