Qual é a diferença entre um espelho e uma superfície branca se ambos refletem toda a luz?
A diferença é que a reflexão do espelho é regular, ordenada. Todos os raios de mesma direção são refletidos em uma mesma outra direção. Já uma superfície branca faz uma reflexão difusa. Raios provenientes de uma mesma direção são refletidos em variáveis direções, não permitindo a formação de imagens. A razão é que a textura de superfície do espelho [A] apresenta irregularidades menores do que o comprimento de onda da luz, enquanto a superfície branca [B] apresenta irregularidades maiores do que o comprimento de onda da luz. Ou seja, o espelho é liso e a superfície branca é rugosa para a luz.
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22 agosto, 2023
28 outubro, 2022
Espelhos mágicos - 3
3 de 3
O Espelho Mágico é um elemento imprescindível ao filme de 1937, "Branca de Neve e os Sete Anões". Dentro dele habita o Escravo, um espírito aprisionado (semelhante a uma máscara teatral, cercada por fogo e fumaça) que sempre fala a verdade.A introdução do filme (contada na forma de um livro) informa ao público que a Rainha todo dia consulta o Espelho Mágico para saber quem é a mais bela de todas. Enquanto o Escravo no espelho responde que é a Rainha, ela se mostra contente, sabendo que o Espelho Mágico nunca mente.
(No entanto, receosa de que a sua enteada, Branca de Neve, possa um dia tornar-se mais bonita do que ela, a Rainha veste a menina em trapos e força-a a trabalhar como criada no castelo.)
Mas, um dia...
A Rainha então ordena que o Caçador mate a enteada na floresta. Descumprindo a ordem, o Caçador manda a moça fugir. E, no retorno ao castelo, entrega à Rainha o coração de um bicho - como prova de que matou Branca de Neve na floresta.Rainha: Fala, Mágico Espelho meu. Quem é mais bela do que eu?Espelho: Famosa é a vossa beleza, Majestade. Porém, há uma menina, entre nós, com tanto encanto e suavidade que eu digo: ela é mais bela do que vós.
Rainha: Pior para ela. Revela o seu nome.
Espelho: Lábios vermelhos como a rosa, cabelos negros como o ébano, pele branca como a neve.
Rainha: Branca de Neve!
Mas a Rainha fica sabendo a verdade em nova consulta ao Espelho Mágico.
Espelho: Sobre as sete colinas de joias, além da sétima parede, na Cabana dos Sete Anões, mora Branca de Neve, a mais bela de todas.
Esta é a última aparição do Espelho no filme. O que acontece com ele não fica claro. Como o Caçador, o Espelho e o Escravo que o habita são personagens menores usados para fazer avançar a história.
Curiosidade. No Brasil, Almirante fez a voz do Espelho Mágico. O dublador é o cantor, compositor e radialista Henrique Foréis Domingues (RJ, 19 de fevereiro de 1908 — RJ, 22 de dezembro de 1980)
(Diga espelho meu se há na avenida alguém mais feliz que eu?)
21 outubro, 2022
Espelhos mágicos - 2
2 de 3
Pesquisadores descobriram que um "espelho espiritual" usado por John Dee, famoso conselheiro político da rainha Elizabeth I, foi fabricado no México asteca há cerca de 500 anos. A descoberta publicada no periódico "Antiquity" reforça a hipótese de que o espelho tenha sido usado pelo ocultista elizabetano em suas tentativas de comunicação com os anjos.
Além de conselheiro na corte da rainha do século 16, Dee foi um talentoso alquimista, astrólogo, cartógrafo e matemático. Alguns acreditam que ele pode ter servido de inspiração para o personagem Próspero, um mágico da peça "A Tempestade", de Shakespeare.Pesquisadores usaram um scanner portátil de fluorescência de raios-X para examinar o espelho de John Dee, bem como três outros objetos de obsidiana — dois espelhos circulares quase idênticos e uma placa retangular polida — adquiridos pelo Museu Britânico de colecionadores no México nos anos 1800.
Os astecas tinham uma tradição de fazer espelhos de obsidiana para fins mágicos, afirma Stuart Campbell, arqueólogo da Universidade de Manchester e principal autor do estudo mais recente. Espelhos circulares de obsidiana são retratados em códices astecas produzidos logo após o período da conquista espanhola no início do século 16 e em representações da divindade Tezcatlipoca ("Espelho Fumegante"), que possuía poderes de adivinhação. Os astecas acreditavam que os espelhos podiam exibir uma fumaça, que então se dissiparia para revelar uma época ou lugar distante.
Registros mostram que vários espelhos astecas foram enviados do México para a Europa logo após Hernán Cortés e suas tropas tomarem a capital asteca de Tenochtitlan, em 1521. E, como os astecas, os europeus da época também acreditavam nos poderes mágicos dos espelhos. Foi possivelmente essa crença que levou John Dee a tentar se comunicar com os anjos através do espelho espiritual.
A reputação de Dee como um protocientista elisabetano continua inabalada no Reino Unido (ele é o tema de uma ópera composta pelo vocalista da banda Blur, Damon Albarn, por exemplo). A figura de John Dee está relacionada a vários relatos históricos da época.
"Você pode estar lendo algo onde não espera encontrá-lo, então o nome de John Dee aparece de repente”, diz Campbell. “Dee teve envolvimento em diversas áreas e em fases iniciais de muitas experiências diferentes também no mundo natural."Ilustração. Os códices astecas, como o Codex Tepetlaoztoc do século 16 mostrado aqui, são representações de espelhos de obsidiana. Os antigos mesoamericanos acreditavam que tais espelhos poderiam servir como portais para mundos espirituais.
Extraído de: Espelho ‘mágico’ da corte elizabetana tem origem mística asteca, por Tom Metcalfe, National Geographic
14 outubro, 2022
Espelhos mágicos - 1
1 de 3
John Dee (retrato) era um tipo histórico de Jekyll e Hyde - gigante intelectual ou charlatão sombrio, dependendo do seu ponto de vista. Nascido em 1527, quando a Inglaterra estava gostando desse florescimento da arte (a qual chamamos de Renascimento), ele treinou com a cientista e fabricante de instrumentos técnicos Gemma Frisius, em Lovaina, nos Países Baixos e passou a ser um distinguido matemático.
Conselheiro pessoal e escritor oficial de "documentos de posição" técnicos sobre assuntos de política de navegação e marítima para a Rainha Elizabeth I, sua opinião foi buscada pelo governo Tudor no investimento em novas tecnologias e projetos para farejar metais.
O prefácio de Dee para a primeira edição em língua inglesa dos "Elementos de Geometria", do matemático grego Euclides (1570), editado por Sir Henry Billingsley, é considerado uma referência histórica nas aplicações da matemática pura em ciência e tecnologia.
Por outro lado, Dee associou-se a "skryvers" de má reputação, ou médiuns espirituais, como William Backhouse e Edward Kelley, e era amplamente conhecido em sua vida como um "conjurador notório". (*) Ele lançou horóscopos, mergulhou na alquimia e participou de elaboradas tentativas de adquirir conhecimentos consultando espíritos convocados com auxílio de bolas de cristal, feitiços e encantamentos derivados de manuscritos misteriosos.
1580. John Dee tornou-se um dos poucos plebeus visitados pela rainha Elizabeth. Poucas horas depois da morte da segunda esposa de Dee, a rainha e todo o seu conselho privado apareceram à sua porta. Dee tentou entretê-la usando o "espelho mágico" que ele havia recebido de Sir William Pickering, que antes fora o pretendente de Elizabeth. O espelho, feito de obsidiana altamente polida (vidro vulcânico), foi um dos muitos objetos e tesouros mexicanos trazidos para a Europa após a conquista do México por Cortés, entre 1527 e 1530.
Dee se tornou um "mágico" de cultura popular. Ele faz uma aparição no filme "Jubilee" (Jubileu), de Derek Jarman, concedendo a Elizabeth I uma visão de como será Londres na década de 1970.
(*) O biógrafo Benjamin Woolley juntou as evidências muitas vezes contraditórias dos restos fragmentários sobre a vida de Dee com considerável circunspecção, para que o leitor possa decidir por si mesmo em qual Dr Dee eles preferem acreditar. "The Queen's Conjuror: The Science and Magic of Dr Dee", por Benjamin Woolley. 394p. HarperCollins
Extraído de: The science of spiritualism, por Lisa Jardine, The Guardian
(Seria de obsidiana o espelho utilizado pela madastra da Branca de Neve?)
Conselheiro pessoal e escritor oficial de "documentos de posição" técnicos sobre assuntos de política de navegação e marítima para a Rainha Elizabeth I, sua opinião foi buscada pelo governo Tudor no investimento em novas tecnologias e projetos para farejar metais.
O prefácio de Dee para a primeira edição em língua inglesa dos "Elementos de Geometria", do matemático grego Euclides (1570), editado por Sir Henry Billingsley, é considerado uma referência histórica nas aplicações da matemática pura em ciência e tecnologia.
Por outro lado, Dee associou-se a "skryvers" de má reputação, ou médiuns espirituais, como William Backhouse e Edward Kelley, e era amplamente conhecido em sua vida como um "conjurador notório". (*) Ele lançou horóscopos, mergulhou na alquimia e participou de elaboradas tentativas de adquirir conhecimentos consultando espíritos convocados com auxílio de bolas de cristal, feitiços e encantamentos derivados de manuscritos misteriosos.
1580. John Dee tornou-se um dos poucos plebeus visitados pela rainha Elizabeth. Poucas horas depois da morte da segunda esposa de Dee, a rainha e todo o seu conselho privado apareceram à sua porta. Dee tentou entretê-la usando o "espelho mágico" que ele havia recebido de Sir William Pickering, que antes fora o pretendente de Elizabeth. O espelho, feito de obsidiana altamente polida (vidro vulcânico), foi um dos muitos objetos e tesouros mexicanos trazidos para a Europa após a conquista do México por Cortés, entre 1527 e 1530.
Dee se tornou um "mágico" de cultura popular. Ele faz uma aparição no filme "Jubilee" (Jubileu), de Derek Jarman, concedendo a Elizabeth I uma visão de como será Londres na década de 1970.
(*) O biógrafo Benjamin Woolley juntou as evidências muitas vezes contraditórias dos restos fragmentários sobre a vida de Dee com considerável circunspecção, para que o leitor possa decidir por si mesmo em qual Dr Dee eles preferem acreditar. "The Queen's Conjuror: The Science and Magic of Dr Dee", por Benjamin Woolley. 394p. HarperCollins
Extraído de: The science of spiritualism, por Lisa Jardine, The Guardian
(Seria de obsidiana o espelho utilizado pela madastra da Branca de Neve?)
18 fevereiro, 2019
Beijo no espelho
Only for your information,
Mr. Ringo Starr:
Em um espelho, você só pode
se beijar nos lábios.
Foto: Richard Avedon, 1965
07 setembro, 2013
O raio da morte de Arquimedes
Luz solar refletida por edifício derrete carro
Um homem se queixou de que um arranha-céu londrino recém-construído derreteu partes de seu Jaguar (VÍDEO), o qual estava estacionado em uma rua próxima. Aparentemente, o problema foi causado pela luz solar ao ser refletida do edifício para o carro. De acordo com a BBC News, a construtora prometeu pagar os reparos no veículo e a prefeitura da cidade, como medida de precaução, interditou três vagas de estacionamento enquanto aguarda as conclusões da investigação.
O raio da morte de Arquimedes
Luciano de Samósata, escritor do século II, escreveu que durante o cerco a Siracusa (214–212 a.C.), Arquimedes destruiu navios inimigos com fogo. Séculos depois, Antêmio de Trales menciona espelhos ustórios como a arma utilizada por Arquimedes. O dispositivo, chamado de "raio de calor de Arquimedes" , teria sido usado para concentrar a luz solar em navios que se aproximavam, levando-os a pegar fogo.
A credibilidade desta história tem sido objeto de debate desde o Renascimento. René Descartes a considerou falsa, enquanto pesquisadores modernos tentaram recriar o efeito, usando apenas os meios que estavam disponíveis a Arquimedes. Foi sugerido que uma grande quantidade de escudos bem polidos de bronze ou cobre atuando como espelhos poderiam ter sido utilizados para concentrar a luz solar em um navio. Poderia ter-se usado o princípio do refletor parabólico de maneira similar a um forno solar de alta temperatura.
Um teste do raio de calor de Arquimedes foi realizado em 1973 pelo cientista grego Ioannis Sakkas. O experimento foi realizado na base naval de Skaramangas nos arredores de Atenas. Nesta ocasião 70 espelhos foram usados, cada um com um revestimento de cobre e com um tamanho de aproximadamente 1,5 por 1 m. Os espelhos foram apontados para uma réplica de um navio romano, feito de madeira compensada, a uma distância de aproximadamente 50 metros. Quando os espelhos foram enfocados com precisão, o navio irrompeu em chamas em questão de poucos segundos. O navio de madeira compensada era revestido por tinta de betume, o que pode ter facilitado a combustão.
Em outubro de 2005, um grupo de estudantes do MIT conduziu um experimento com 127 espelhos quadrados com lados de 30 cm, focados em uma maquete de navio de madeira a uma distância de cerca de 30 m. Chamas surgiram em uma parte do navio, mas só depois de o céu estar sem nuvens e o navio ter permanecido estacionário por cerca de dez minutos. Concluiu-se que o dispositivo era uma arma viável nessas condições. O grupo do MIT repetiu a experiência para o programa de televisão MythBusters, utilizando um barco pesqueiro de madeira em São Francisco como o alvo. Novamente alguma carbonização ocorreu, juntamente com uma pequena quantidade de chamas. Para pegar fogo, a madeira precisa atingir a sua temperatura de autoignição, que é de cerca de 300 °C.
Quando os MythBusters transmitiram o resultado do experimento de São Francisco, em janeiro de 2006, a afirmação foi categorizada como mentira ("mito detonado") devido à duração do tempo e as condições climáticas ideais necessárias para a combustão ocorrer. Também foi salientado que, como Siracusa vê o mar a leste, a frota romana teria de ter atacado durante a manhã para um ótimo acúmulo de luz usando-se os espelhos. Os MythBusters também salientaram que um armamento convencional, como flechas em chamas ou, ainda, catapultas, seriam uma maneira mais fácil de incendiar um navio a curta distância.
Em dezembro de 2010, os MythBusters (VÍDEO) tentaram novamente reproduzir a história do raio de calor em uma edição especial, com Barack Obama em destaque, intitulada "President's Challenge" (O Desafio do Presidente). Vários experimentos foram realizados, incluindo um teste em larga escala com 500 crianças escolares mirando espelhos em uma maquete de um barco romano a 120 m de distância. Em todos os experimentos, a vela não alcançou os 210 °C necessários para que pegasse fogo, e o veredito foi novamente o de "detonado". O programa concluiu que o efeito mais provável dos espelhos teria sido: cegar, ofuscar, ou distrair a tripulação do navio.
Um homem se queixou de que um arranha-céu londrino recém-construído derreteu partes de seu Jaguar (VÍDEO), o qual estava estacionado em uma rua próxima. Aparentemente, o problema foi causado pela luz solar ao ser refletida do edifício para o carro. De acordo com a BBC News, a construtora prometeu pagar os reparos no veículo e a prefeitura da cidade, como medida de precaução, interditou três vagas de estacionamento enquanto aguarda as conclusões da investigação.
Luciano de Samósata, escritor do século II, escreveu que durante o cerco a Siracusa (214–212 a.C.), Arquimedes destruiu navios inimigos com fogo. Séculos depois, Antêmio de Trales menciona espelhos ustórios como a arma utilizada por Arquimedes. O dispositivo, chamado de "raio de calor de Arquimedes" , teria sido usado para concentrar a luz solar em navios que se aproximavam, levando-os a pegar fogo.
A credibilidade desta história tem sido objeto de debate desde o Renascimento. René Descartes a considerou falsa, enquanto pesquisadores modernos tentaram recriar o efeito, usando apenas os meios que estavam disponíveis a Arquimedes. Foi sugerido que uma grande quantidade de escudos bem polidos de bronze ou cobre atuando como espelhos poderiam ter sido utilizados para concentrar a luz solar em um navio. Poderia ter-se usado o princípio do refletor parabólico de maneira similar a um forno solar de alta temperatura.
Um teste do raio de calor de Arquimedes foi realizado em 1973 pelo cientista grego Ioannis Sakkas. O experimento foi realizado na base naval de Skaramangas nos arredores de Atenas. Nesta ocasião 70 espelhos foram usados, cada um com um revestimento de cobre e com um tamanho de aproximadamente 1,5 por 1 m. Os espelhos foram apontados para uma réplica de um navio romano, feito de madeira compensada, a uma distância de aproximadamente 50 metros. Quando os espelhos foram enfocados com precisão, o navio irrompeu em chamas em questão de poucos segundos. O navio de madeira compensada era revestido por tinta de betume, o que pode ter facilitado a combustão.
Em outubro de 2005, um grupo de estudantes do MIT conduziu um experimento com 127 espelhos quadrados com lados de 30 cm, focados em uma maquete de navio de madeira a uma distância de cerca de 30 m. Chamas surgiram em uma parte do navio, mas só depois de o céu estar sem nuvens e o navio ter permanecido estacionário por cerca de dez minutos. Concluiu-se que o dispositivo era uma arma viável nessas condições. O grupo do MIT repetiu a experiência para o programa de televisão MythBusters, utilizando um barco pesqueiro de madeira em São Francisco como o alvo. Novamente alguma carbonização ocorreu, juntamente com uma pequena quantidade de chamas. Para pegar fogo, a madeira precisa atingir a sua temperatura de autoignição, que é de cerca de 300 °C.
Quando os MythBusters transmitiram o resultado do experimento de São Francisco, em janeiro de 2006, a afirmação foi categorizada como mentira ("mito detonado") devido à duração do tempo e as condições climáticas ideais necessárias para a combustão ocorrer. Também foi salientado que, como Siracusa vê o mar a leste, a frota romana teria de ter atacado durante a manhã para um ótimo acúmulo de luz usando-se os espelhos. Os MythBusters também salientaram que um armamento convencional, como flechas em chamas ou, ainda, catapultas, seriam uma maneira mais fácil de incendiar um navio a curta distância.
Em dezembro de 2010, os MythBusters (VÍDEO) tentaram novamente reproduzir a história do raio de calor em uma edição especial, com Barack Obama em destaque, intitulada "President's Challenge" (O Desafio do Presidente). Vários experimentos foram realizados, incluindo um teste em larga escala com 500 crianças escolares mirando espelhos em uma maquete de um barco romano a 120 m de distância. Em todos os experimentos, a vela não alcançou os 210 °C necessários para que pegasse fogo, e o veredito foi novamente o de "detonado". O programa concluiu que o efeito mais provável dos espelhos teria sido: cegar, ofuscar, ou distrair a tripulação do navio.
13 junho, 2013
Que animais se reconhecem no espelho?
O chimpanzé, o orangotango, o bonobo, o gorila, o golfinho e o elefante são os únicos animais que, além dos seres humanos (*), são capazes de reconhecerem a si mesmos em um espelho.
(*) Nós, com alguns vieses:
▼ TDC ▼
O que é o transtorno dismórfico corporal
O TDC é um tipo de distúrbio mental em que a pessoa se vê diferente do que é na vida real. Como consequência, ela é também extremamente crítica com relação ao próprio corpo. E, se há algo de errado com este, mesmo que o problema seja pouco perceptível ou localizado, ela se sente completamente infeliz com o corpo que tem.
Dra. Katharine Philips, que fez uma pesquisa (A Broken Mirror, Oxford University Press, 2005) em mais de 500 pessoas com TDC, encontrou no grupo pesquisado os seguintes percentuais de insatisfação com as várias partes do corpo:
pele (73%)
cabelo (56%)
nariz (37%)
peso (22%)
estômago (22%)
seios / peito / mamilos (21%)
olhos (20%)
coxas (20%)
dentes (20%)
pernas (geral) (18%)
forma do corpo / forma do osso (16%)
todos de rosto (14%)
lábios (12%)
nádegas (12%)
queixo (11%)
dedos (11%)
sobrancelhas (11%)
13 abril, 2013
Ambigrama - 2
Ambigramas são formas que têm a mesma aparência quando giradas ou viradas.
Abaixo, o exemplo de um ambigrama do tipo reflexivo inscrito numa T-shirt do NeatoShop.
CLEVER (inteligente) vira STUPID (estúpido) na imagem em espelho.
Ambigrama - 1
Abaixo, o exemplo de um ambigrama do tipo reflexivo inscrito numa T-shirt do NeatoShop.
CLEVER (inteligente) vira STUPID (estúpido) na imagem em espelho.
Ambigrama - 1
13 dezembro, 2012
12 setembro, 2011
O espelho do futuro
Trata-se do Cybertecture Mirror, um espelho que causaria inveja a uma personagem do passado: a rainha do conto da Branca de Neve.Ele vem com funções de correio eletrônico, previsão do tempo, conexão a redes sociais, controle de peso, exercícios de fitness, gestão de perfis de uso, tudo através de um software especialmente desenvolvido para o espelho.
Além de fazer o básico, que é refletir a imagem do usuário.
Mas esse atendimento de uma vaidade, combinado com os recursos tecnológicos do espelho, tem um preço. Algo em torno de 5.500 euros ou 12.700 reais, vai dar para encarar?
03 maio, 2011
O espelho das memórias
Uma interessante coleção de fotos foi criada pelo fotógrafo texano Tom Hussey para a campanha "Reflections" de uma empresa farmacêutica. Ao produzir essa série de fotos, Tom se baseou na ideia de uma pessoa idosa que observa, refletida no espelho, uma de suas imagens do passado.

Para ver mais.
06 dezembro, 2009
Um espelho à altura

WHO TALL ARE YOU
É um espelho que possibilita comparar a altura do usuário com as estaturas de 120 celebridades.
Bem, para que eu me interesse por um objeto de consumo desses, uma das seguintes exigências terá de ser atendida:
1) O Danny DeVito figurar na relação.
2) Na falta dele, o Arnold Schwarzenegger. Mas aí eu vou ter que instalar o espelho numa posição mais baixa.
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