Álbum do cantor e compositor José Múcio pelo canal Polydisc Music.
Reúne sucessos de sua trajetória musical em "Pra Quem Eu Gosto" - um play list com 10 faixas, entre as quais 4 composições autorais.
A direção do álbum é de Nando Cordel, com arranjos de Tovinho.
Curiosidade "A eleição de 1986 para o governo de Pernambuco foi marcada pela previsibilidade, com a vitória de Miguel Arraes sobre José Múcio.
Franco favorito, Arraes, então com 70 anos de idade era tido como o novo e foi o candidato dos jovens e da esquerda na época, enquanto Múcio, com 38 anos, dos quadros do PFL (partido sucedâneo da Arena), era tido como o candidato dos velhos.
Essa inversão de valores mostrava o quanto Miguel Arraes era uma figura icônica em Pernambuco."
(Blog do Edmar Lyra)
No último dia daquela campanha eleitoral, encontrava-me em Recife como participante de um congresso médico. Na ocasião, com Elba, Rosângela e Brenda, circulamos por points de Boa Viagem e Olinda, que fervilhavam de partidários de Arraes.
Múcio entrou para a história como o derrotado mais vitorioso da história de Pernambuco, pois foi a partir dali que ele viria a ser cinco vezes deputado federal, ministro das Relações Institucionais e presidente do Tribunal de Contas da União. E atualmente ministro da Defesa do governo Lula, ora mostrando que se defende muito bem com a voz.
Ouvi-lo neste play list é como revisitar os primórdios da bossa nova com Dick Farney e Lúcio Alves.
"A Bossa Nova Christmas" - Álbum Completo em pseudovídeo
00:00 - White Christmas
02:26 - Let It Snow
04:48 - The Christmas Song
07:42 - Have Yourself A Merry Little Christmas
11:02 - Christmas Time Is Her
14:18 - Santa Claus Is Coming To Town
16:38 - Deck The Halls
19:27 - Jingle Bells
22:32 - Rocking Around The Christmas Tree
24:58 - Frosty The Snowman
27:07 - Last Christmas
Laura Vall, natural de Barcelona, Espanha, é uma artista, cantora, compositora e produtora de música, aclamada pela crítica e com vários prêmios. Desde muito jovem, Laura canta bossa nova e jazz, entre outros estilos. O amor de Laura pela bossa nova começou muito jovem e, a partir desse amor, ela fundou seu primeiro trio de bossa nova em Barcelona, quando tinha apenas 15 anos. A banda tocava os clássicos da bossa nova por toda a Catalunha e Ilhas Baleares, antes de Laura se mudar permanentemente para os EUA. Lá, Laura fundou a NOVA com o baterista Mike Papagni em 2011, enquanto ambos estudavam no Musicians Institute em Hollywood, CA.
David Irelan nasceu em Portland, Oregon e começou a tocar violão por volta dos 10 anos. Ele se interessou por jazz e guitarra brasileira durante o ensino médio no norte da Califórnia e fez um teste com sucesso na banda de jazz americana durante seu último ano. Ele completou seus estudos de jazz na New School for Jazz and Contemporary Music em NY, onde estudou guitarra e jazz com Vic Juris e música brasileira com Richard Boukas. David conheceu Mike em Los Angeles através de jam sessions locais, onde se tornaram amigos, e Mike convidou David para se juntar à NOVA em 2012. Nos últimos 8 anos, David conseguiu explorar sua paixão pela bossa nova e pela música brasileira tocando como guitarrista da NOVA. Ele se esforça para inovar, seja organizando músicas pop modernas ou clássicos de Natal no estilo bossa nova.
Thomas Hjorth é um guitarrista, baixista, cantor, compositor, programador e produtor musical nascido na Dinamarca. Hjorth é conhecido por criar paisagens sonoras e aprimorar músicas com sua experiência em efeitos e sons. com seu baixo impecável, Thomas mantém a solidez rítmica da NOVA, onde ele toca desde 2018, embora esteja envolvido com a banda desde o início. Como fotógrafo e cinegrafista experiente, ele é responsável por fotografar, dirigir e editar todas as fotos e performances de vídeo ao vivo da NOVA desde a formação da banda em 2011.
Mike Papagni foi criado em Ventura, Califórnia e é um baterista, percussionista, compositor, produtor e engenheiro de múltiplos talentos. Ele tocou seu primeiro groove de bateria na 8ª série e não parou mais. Logo estava fazendo shows localmente no Condado de Ventura, assim como em Los Angeles em várias bandas. Inicialmente focado em rock e funk, ele logo se interessou por jazz e bossa nova.
A capa deste álbum (Parlophone) mostra os Beatles com os braços posicionados de modo a formar uma palavra no semáforo de bandeirolas.
O fotógrafo da capa, Robert Freeman, teve inicialmente a ideia de compor a palavra HELP (a faixa 1 do lado 1 do disco).
Assim:
Mas quando viu o arranjo dos braços para estas letras o resultado não lhe pareceu bom. Então, decidiu improvisar um melhor posicionamento para os braços.
No lançamento do álbum pela Parlophone Records, no Reino Unido, as letras formadas pelos Beatles parecem indicar NUJV.
Ligeiramente reorganizado nos EUA, no lançamento pela Capitol Records a capa do álbum parece indicar as letras NVUJ, com a mão esquerda de McCartney apontando para o logotipo da Capitol.
"Minha irmã gêmea idêntica e eu. Honestamente, isto não foi planejado mas acontece muito."
Na filosofia chinesa a dualidade Yin e Yang costuma ser representada por um conhecido símbolo. É o diagrama de Tai Chi em que estes dois princípios se antagonizam e se complementam. E, no clímax de cada um, ressurge a "semente" do oposto.
Uma busca na internet mostra que muitas variações artísticas já foram criadas para a representação do símbolo. Apreciem algumas delas neste meu álbum no Google+.
Quando prefeito da cidade de São Paulo, o Presidente de Nascença José Serra era um incansável tocador de obras. Ao lado, o flagrante de quando ele inaugurava um tensiômetro de coluna em uma unidade básica de saúde. O fato de o equipamento não estar medindo a pressão arterial, diante de uma imprensa duvidosamente amestrada, não deixou de mangas curtas o Incomparável Gestor. Ele superou mais esse desafio com a força de seu brado: FINGE QUE FUNCIONA.
Agora que o álbum de figurinhas da Copa perdeu a graça, o álbum dos Amiguinhos do Zezinho, editado por Tia Carmela e o Zezinho, é a grande pedida do momento. O novo álbum já está no pacotinho 10 das figurinhas (o lote em que eu fui buscar esta imagem de recordação).
Foi desenvolvido por Sholk, um designer russo que tem nome apropriado para uma guloseima. (Onde estão a Lacta e a Nestlé que não o registram?) Depois de analisar a imagem do protótipo de Sholk, fiquei sem entender como um PC vai reconhecer um periférico destes. Então, resta a possibilidade de que seja um teclado de mentirinha, exclusivamente para ser degustado. Neste caso, escolho o meu pedaço: a barra de espaço.
Enquanto a novidade não chega ao mercado, vá o leitor (chocólatra ou não) deliciando-se através dos olhos com o álbum da UOL sobre a história dos teclados. Que mostra a sua evolução da máquina de escrever ao teclado virtual. É uma mostra imperdível.