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19 março, 2026
Projeto de mariposa
Esta é uma lagarta da família Saturniidae. Parece um habitante de algum planeta da galáxia Andrômeda, mas você poderá encontrá-la no quintal de casa. A natureza sempre inventando...
10 novembro, 2024
Um amor à natureza
"Dindi" é uma canção composta por Antônio Carlos Jobim com letra de Aloysio de Oliveira.
Muitos acreditam que Tom Jobim escreveu a canção especialmente para Sylvia Telles, cantora brasileira cujo apelido era Dindi.
Mas, a verdadeira história é esta:
Muitos acreditam que Tom Jobim escreveu a canção especialmente para Sylvia Telles, cantora brasileira cujo apelido era Dindi.
Mas, a verdadeira história é esta:
"Ele via o rio passar, roncando nas pedras, as águas espumaradas. Aquele ruído o apaziguava. Na outra margem, começava o pasto que ia dar no morro do Dirindi. ‘Dindi’ não era, como muitos pensavam, um nome de mulher. Mas sim toda aquela vasta natureza e seus segredos", narra Helena Jobim, irmã de Tom, no livro 'Antônio Carlos Jobim, Um Homem Iluminado' [Ed. Nova Fronteira]".
18 maio, 2023
O que o fungo viscoso sabe?
"Aqui neste pequeno pedaço de cobertura morta em meu quintal está uma criatura que começa a vida como uma ameba microscópica e a termina como uma mancha vibrante que produz esporos, e durante todo o tempo intermediário, é uma única célula que pode crescer tão grande quanto uma esteira de banho, não tem cérebro, não tem sentido de visão ou olfato, mas pode resolver labirintos, aprender padrões sobre o tempo e transmitir a sabedoria de gerações."
Do ponto de vista taxonômico, o bolor limoso (Fuligo septica) atualmente "frutificando" no meu quintal pertence à família Physaraceae, entre a ordem dos Physarales, na classe Myxogastria, um grupo taxonômico que contém cerca de mil espécies. Essas criaturas existem em todos os continentes e em quase todos os lugares: da Antártica, onde Calomyxa metallica forma contas iridescentes, ao deserto de Sonora, onde Didymium eremophilum se agarra aos esqueletos de cactos saguaros em decomposição; do alto dos Pireneus espanhóis, onde Collaria chionophila frutifica na borda recuada dos bancos de neve que derretem, até as florestas de Cingapura, onde a etália Arcyria denudata junta-se na casca da madeira em decomposição, como tufos de algodão doce fresco.
O bolor limoso pode não ter evoluído muito nos últimos dois bilhões de anos, mas aprendeu algumas coisas.
Lacy M. Johnson, What Slime Knows
Do ponto de vista taxonômico, o bolor limoso (Fuligo septica) atualmente "frutificando" no meu quintal pertence à família Physaraceae, entre a ordem dos Physarales, na classe Myxogastria, um grupo taxonômico que contém cerca de mil espécies. Essas criaturas existem em todos os continentes e em quase todos os lugares: da Antártica, onde Calomyxa metallica forma contas iridescentes, ao deserto de Sonora, onde Didymium eremophilum se agarra aos esqueletos de cactos saguaros em decomposição; do alto dos Pireneus espanhóis, onde Collaria chionophila frutifica na borda recuada dos bancos de neve que derretem, até as florestas de Cingapura, onde a etália Arcyria denudata junta-se na casca da madeira em decomposição, como tufos de algodão doce fresco.
O bolor limoso pode não ter evoluído muito nos últimos dois bilhões de anos, mas aprendeu algumas coisas.
11 dezembro, 2022
Abacateiro: interlocutor de Gil
Abacateiro, acataremos teu ato
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos, brincaremos no regato
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração.
(Gilberto Gil, na canção "Refazenda")
Escrita nos anos 1970, durante os anos de chumbo do regime militar, a letra começa com o verso "Abacateiro, acataremos teu ato", o que levou muita gente a fazer a associação entre: 1) a palavra abacateiro e o verde da farda e 2) a palavra ato e o Ato Institucional nº 5, o AI-5, emitido em dezembro de 1968. De fato, duas semanas após o AI-5 entrar em vigor, Gilberto Gil e Caetano Veloso foram presos e, depois de meses de confinamento, partiram para o exílio em Londres. No entanto, a inspiração para a letra foi outra.
Gilberto Gil:
Na época pensaram que eu me referia à ditadura militar (o verde da farda) e ao ato institucional, o que nem me passou pela cabeça. O que me veio mesmo foi a natureza em seu contexto doméstico, amansada, a serviço da fruição – daí a idéia de pomar e das estações. Refazenda é rememoração do interior, do convívio com a natureza; reiteração do diálogo com ela e do aprendizado do seu ritmo.
(apud Renata Arruda, em Analisando letras)
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos, brincaremos no regato
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração.
(Gilberto Gil, na canção "Refazenda")
Escrita nos anos 1970, durante os anos de chumbo do regime militar, a letra começa com o verso "Abacateiro, acataremos teu ato", o que levou muita gente a fazer a associação entre: 1) a palavra abacateiro e o verde da farda e 2) a palavra ato e o Ato Institucional nº 5, o AI-5, emitido em dezembro de 1968. De fato, duas semanas após o AI-5 entrar em vigor, Gilberto Gil e Caetano Veloso foram presos e, depois de meses de confinamento, partiram para o exílio em Londres. No entanto, a inspiração para a letra foi outra.
Gilberto Gil:
Na época pensaram que eu me referia à ditadura militar (o verde da farda) e ao ato institucional, o que nem me passou pela cabeça. O que me veio mesmo foi a natureza em seu contexto doméstico, amansada, a serviço da fruição – daí a idéia de pomar e das estações. Refazenda é rememoração do interior, do convívio com a natureza; reiteração do diálogo com ela e do aprendizado do seu ritmo.
(apud Renata Arruda, em Analisando letras)
25 junho, 2022
A natureza sempre encontra seu (its) caminho
Esta plantinha, por exemplo, nasce de um cadeado.
A vida
quando quer ir em frente
nunca se dá por vencida.
Este riacho passa por dentro de uma árvore.
19 junho, 2022
A natureza da fábrica e a natureza
Você se lembra da fábula do sapo e o escorpião? Às vezes, as coisas são simplesmente da sua natureza.
Então, o que acontece se você for uma fábrica, expelindo fumaça e gases nocivos? Se você tem algo semelhante a um coração, então você pode começar a se sentir um pouco culpado pelo que está causando ao meio ambiente. Apesar do fato de que é para isso, essencialmente, que você foi criado.
Então, o que acontece se você for uma fábrica, expelindo fumaça e gases nocivos? Se você tem algo semelhante a um coração, então você pode começar a se sentir um pouco culpado pelo que está causando ao meio ambiente. Apesar do fato de que é para isso, essencialmente, que você foi criado.
18 fevereiro, 2022
O Grito da Natureza
A obra mais famosa do norueguês Edvard Munch, O Grito (1893), vem ganhando popularidade ao longo dos anos por supostamente representar uma pessoa que grita desesperadamente. Segundo o Museu Britânico, não existe o tal grito, e eles têm como provar isso, relata The Telegraph.
A instituição afirma ter uma impressão em preto e branco da pintura que seria uma evidência do erro que cometemos há várias décadas. Isto foi afirmado por Giulia Bartrum, curadora da próxima exposição artística em homenagem a Munch:
Essa interpretação é baseada no fato de que a litografia monocromática, diferentemente das pinturas coloridas, possui uma escrita do artista norueguês que diz:
Se essa dedução estiver correta, a conhecida representação de O Grito, uma das obras de arte mais famosas do mundo, teria uma nova conotação após muitos anos de debate. Via
Os artistas são as antenas da raça
Ele verdadeiramente ouviu um grito. Da Indonésia para a Noruega, em 27 de agosto de 1883 - relacionado com a erupção final do vulcão Krakatoa. (PGCS)
A instituição afirma ter uma impressão em preto e branco da pintura que seria uma evidência do erro que cometemos há várias décadas. Isto foi afirmado por Giulia Bartrum, curadora da próxima exposição artística em homenagem a Munch:
"Esta versão rara de O Grito que exibimos no Museu Britânico deixa claro que a obra de arte mais famosa de Munch representa uma pessoa que ouve um 'grito' e não, como muitas pessoas continuam a assumir e debater, uma pessoa que grita."
"Eu senti um grande grito em toda a natureza."O texto de Edvard Munch se refere ao que o inspirou a criar o trabalho. Em 1883, enquanto em Oslo, o pintor estava caminhando ao longo de um fiorde quando o céu começou a ter uma tonalidade avermelhada, uma percepção que teve um enorme impacto sobre ele. Nesse sentido, Bartrum disse:
"Munch deliberadamente incluiu o título desta versão para descrever como ele foi inspirado pela ansiedade que de repente sentiu. Eu estava tentando capturar uma emoção ou momento no tempo. Através da inscrição, sabemos como ele se sentiu. As pessoas pensam que esta é uma pessoa que grita, mas não é isso que está acontecendo."Ele é um homem que ouve, seja na cabeça ou não. Sente a sensação de que a natureza está gritando ao seu redor. Não tenho dúvida de que essa figura icônica está reagindo às forças externas da natureza naquela encosta. O que ainda pode ser debatido é se, para Munch, essas forças eram reais ou psicológicas.
Se essa dedução estiver correta, a conhecida representação de O Grito, uma das obras de arte mais famosas do mundo, teria uma nova conotação após muitos anos de debate. Via
Os artistas são as antenas da raça
Ele verdadeiramente ouviu um grito. Da Indonésia para a Noruega, em 27 de agosto de 1883 - relacionado com a erupção final do vulcão Krakatoa. (PGCS)
01 julho, 2021
A reforma da natureza
Pedro Encerrabodes de Oliveira encontrou esta fruta em seu sítio. Não sabe que nome chamar.
- Abanana, Pedrinho.
O abacate é uma fruta originária da América Central, mais provavelmente do México. O nome abacate vem do espanhol aguacate, que por sua vez vem de náhuati, do idioma asteca, que literalmente quer dizer testículo. Basicamente, o abacate teve origem em três tipos, que após diversos cruzamentos naturais ou introduzidos pelo homem deram nascimento a cerca de 500 variedades diferentes.
Os primeiros relatos de abacateiros no Brasil datam de 1787, pelo naturalista Alexandre Rodrigues que os encontrou às margens do rio Negro, na região amazônica.
O mercado brasileiro consome especialmente as variedades Breda, Fortuna, Geada, Margarida, Ouro Verde, Quintal e o Avocado (Hass), que se diferenciam pelo tamanho, forma e teor de gordura.
O abacate é uma fruta originária da América Central, mais provavelmente do México. O nome abacate vem do espanhol aguacate, que por sua vez vem de náhuati, do idioma asteca, que literalmente quer dizer testículo. Basicamente, o abacate teve origem em três tipos, que após diversos cruzamentos naturais ou introduzidos pelo homem deram nascimento a cerca de 500 variedades diferentes.
Os primeiros relatos de abacateiros no Brasil datam de 1787, pelo naturalista Alexandre Rodrigues que os encontrou às margens do rio Negro, na região amazônica.
O mercado brasileiro consome especialmente as variedades Breda, Fortuna, Geada, Margarida, Ouro Verde, Quintal e o Avocado (Hass), que se diferenciam pelo tamanho, forma e teor de gordura.
23 abril, 2021
A revista Nature
Em 1869, foi publicado o primeiro número da revista Nature, editada pelo astrônomo Norman Lockyer A primeira edição incluiu artigos sobre astronomia, plantas, mariposas, ensino de ciências nas escolas, um obituário para Thomas Graham, paleontologia e avisos de reuniões. A Nature continua sendo uma das revistas científicas mais populares e respeitadas do mundo, publicando artigos de pesquisa em uma ampla gama de campos científicos.
Você pode ler a primeira edição aqui.
Natureza! Estamos cercados e abraçados por ela: impotentes para nos separar dela e impotentes para penetrar além dela. Sem perguntar ou avisar, ela nos puxa para sua dança circular e nos gira até ficarmos cansados e cair de seus braços. Ela está sempre moldando novas formas: o que é, nunca foi; o que foi, não volta. Tudo é novo, mas nada além do velho ...
Até agora, Goethe.
Quando meu amigo, o Editor da Nature, me pediu para escrever um artigo de abertura para seu primeiro número, veio à minha mente essa maravilhosa rapsódia sobre “Nature”, que tem sido um deleite para mim desde a minha juventude. Pareceu-me que nenhum prefácio mais adequado poderia ser colocado antes de um Diário, que visa espelhar o progresso daquela moldagem pela Natureza de uma imagem de si mesma, na mente do homem, que chamamos de progresso da Ciência.
[Em uma carta ao chanceler von Mülle ] Goethe diz que, por volta da data desta composição de “Natureza”, ele estava principalmente ocupado com anatomia comparada; e em 1786, deu a si mesmo um trabalho incrível para fazer outras pessoas se interessarem por sua descoberta, que o homem tem um osso intermaxilar. Depois disso, ele passou à metamorfose das plantas; e à teoria do crânio; e, finalmente, teve o prazer de sua obra ser retomada por naturalistas alemães. A carta termina assim: - “Se considerarmos as grandes conquistas pelas quais todos os fenômenos da Natureza foram gradativamente ligados na mente humana ... iremos, não sem um sorriso ... nos alegrar no progresso de cinquenta anos.” ...
Quando outro meio século se passar, os leitores curiosos dos últimos números da Nature provavelmente verão nosso melhor, "não sem um sorriso"; e, pode ser, que muito depois de as teorias dos filósofos cujas realizações estão registradas nestas páginas, se tornarem obsoletas, a visão do poeta permanecerá como um símbolo verdadeiro e eficiente da maravilha e do mistério da Natureza.
TH Huxley
Da Nature 1 , 9-11 (1869)
doi: https://doi.org/10.1038/d41586-019-03356-z
Você pode ler a primeira edição aqui.
Até agora, Goethe.
Quando meu amigo, o Editor da Nature, me pediu para escrever um artigo de abertura para seu primeiro número, veio à minha mente essa maravilhosa rapsódia sobre “Nature”, que tem sido um deleite para mim desde a minha juventude. Pareceu-me que nenhum prefácio mais adequado poderia ser colocado antes de um Diário, que visa espelhar o progresso daquela moldagem pela Natureza de uma imagem de si mesma, na mente do homem, que chamamos de progresso da Ciência.
[Em uma carta ao chanceler von Mülle ] Goethe diz que, por volta da data desta composição de “Natureza”, ele estava principalmente ocupado com anatomia comparada; e em 1786, deu a si mesmo um trabalho incrível para fazer outras pessoas se interessarem por sua descoberta, que o homem tem um osso intermaxilar. Depois disso, ele passou à metamorfose das plantas; e à teoria do crânio; e, finalmente, teve o prazer de sua obra ser retomada por naturalistas alemães. A carta termina assim: - “Se considerarmos as grandes conquistas pelas quais todos os fenômenos da Natureza foram gradativamente ligados na mente humana ... iremos, não sem um sorriso ... nos alegrar no progresso de cinquenta anos.” ...
Quando outro meio século se passar, os leitores curiosos dos últimos números da Nature provavelmente verão nosso melhor, "não sem um sorriso"; e, pode ser, que muito depois de as teorias dos filósofos cujas realizações estão registradas nestas páginas, se tornarem obsoletas, a visão do poeta permanecerá como um símbolo verdadeiro e eficiente da maravilha e do mistério da Natureza.
TH Huxley
Da Nature 1 , 9-11 (1869)
doi: https://doi.org/10.1038/d41586-019-03356-z
22 março, 2021
Biomimética
É a ciência que estuda a natureza, seus modelos, sistemas, processos e elementos e, em seguida, imita ou tira inspiração criativa deles para resolver problemas humanos de forma sustentável.
O Brainz descreve 15 casos de biomimética.
O primeiro é o velcro que foi inventado em 1941 pelo engenheiro suíço Georges de Mestral. Ele se inspirou nas sementes de uma planta (Arctium) que grudavam tenazmente em sua roupa e no pelo de seu cão, durante as caminhadas que faziam pelos Alpes.
Velcro
O velcro do século 21
O Brainz descreve 15 casos de biomimética.
O primeiro é o velcro que foi inventado em 1941 pelo engenheiro suíço Georges de Mestral. Ele se inspirou nas sementes de uma planta (Arctium) que grudavam tenazmente em sua roupa e no pelo de seu cão, durante as caminhadas que faziam pelos Alpes.
Velcro
O velcro do século 21
09 setembro, 2020
Adeus a Sete Quedas
Foi a maior cachoeira do mundo em volume de água. Para se ter uma ideia de sua grandeza basta compararmos a taxa média de fluxo anual dela com as Cataratas do Niágara (a maior em volume de água atualmente), a Sete Quedas tinha um fluxo de 13.300 m³/s enquanto as Cataratas do Niágara tem hoje 2.407 m³/s. Ela se localizava na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, e fazia parte do Rio Paraná, hoje ela está localizada no fundo do lago artificial de Itaipu.
Sete Quedas (foto) podiam ser consideradas uma das maiores maravilhas naturais. Era constituída por 19 cachoeiras principais divididas em 7 grupos de quedas. A cidade de Guaíra foi construída em 1940 para aproveitar a potência turística da região, e foi nessa época que o Brasil e o Mundo começaram a conhecer o Salto Guaíra (outro nome dado ao Salto de Sete Quedas).
Em 1979, foi decretado o fim do Salto de Sete Quedas, com a previsão da construção da Usina de Itaipu. Em 13 de outubro de 1982, as comportas da recém-construída barragem Usina Hidrelétrica de Itaipu foram fechadas. E deu-se início à formação da represa de Itaipu que fez desaparecer as quedas d’água.
Em 1982, às vésperas de seus 80 anos, Carlos Drummond de Andrade expressou sua inconformidade com a destruição do Salto de Sete Quedas.
Na edição de 9 de setembro do Jornal do Brasil, quando afinal se anunciava o fechamento das comportas para a criação do lago da hidrelétrica de Itaipu, Drummond publicou este poema. Em letras grandes, os versos ocuparam uma página inteira — a capa do Caderno B.
O sentimento ecológico do poeta reverberou em todo o país. Um mês depois, ele voltaria à carga, com a crônica "Sete Quedas poderia ser salva" (JB, 07/10/1982). Nesse texto, Drummond transcreve una carta do engenheiro Octavio Marcondes Ferraz — o projetista da hidrelétrica de Paulo Afonso. A carta fora enviada ao poeta exatamente a propósito do poema "Adeus a Sete Quedas".
Ferraz revela que em 1963 apresentara projeto intitulado "Aproveitamento do Potencial do Salto de Sete Quedas". A idéia do engenheiro era preservacionista. "Em Paulo Afonso", diz ele, "projetei a usina preservando a catarata que Deus nos deu."
"Aproveitamento, em vez de imolação", destacava Drummond. O argumento do governo militar para a destruição é que seria necessário considerar uma "solução simétrica" em relação ao Paraguai.
No final, diz Drummond, os paraguaios não ficaram tão satisfeitos e Sete Quedas vai passar às novas gerações apenas como uma pálida notícia, um cartão postal de longínquo passado.
http://www.algumapoesia.com.br/drummond/drummond30.htm
Sete Quedas (foto) podiam ser consideradas uma das maiores maravilhas naturais. Era constituída por 19 cachoeiras principais divididas em 7 grupos de quedas. A cidade de Guaíra foi construída em 1940 para aproveitar a potência turística da região, e foi nessa época que o Brasil e o Mundo começaram a conhecer o Salto Guaíra (outro nome dado ao Salto de Sete Quedas).
Em 1979, foi decretado o fim do Salto de Sete Quedas, com a previsão da construção da Usina de Itaipu. Em 13 de outubro de 1982, as comportas da recém-construída barragem Usina Hidrelétrica de Itaipu foram fechadas. E deu-se início à formação da represa de Itaipu que fez desaparecer as quedas d’água.
Em 1982, às vésperas de seus 80 anos, Carlos Drummond de Andrade expressou sua inconformidade com a destruição do Salto de Sete Quedas.
Na edição de 9 de setembro do Jornal do Brasil, quando afinal se anunciava o fechamento das comportas para a criação do lago da hidrelétrica de Itaipu, Drummond publicou este poema. Em letras grandes, os versos ocuparam uma página inteira — a capa do Caderno B.
O sentimento ecológico do poeta reverberou em todo o país. Um mês depois, ele voltaria à carga, com a crônica "Sete Quedas poderia ser salva" (JB, 07/10/1982). Nesse texto, Drummond transcreve una carta do engenheiro Octavio Marcondes Ferraz — o projetista da hidrelétrica de Paulo Afonso. A carta fora enviada ao poeta exatamente a propósito do poema "Adeus a Sete Quedas".
Ferraz revela que em 1963 apresentara projeto intitulado "Aproveitamento do Potencial do Salto de Sete Quedas". A idéia do engenheiro era preservacionista. "Em Paulo Afonso", diz ele, "projetei a usina preservando a catarata que Deus nos deu."
"Aproveitamento, em vez de imolação", destacava Drummond. O argumento do governo militar para a destruição é que seria necessário considerar uma "solução simétrica" em relação ao Paraguai.
No final, diz Drummond, os paraguaios não ficaram tão satisfeitos e Sete Quedas vai passar às novas gerações apenas como uma pálida notícia, um cartão postal de longínquo passado.
"Sete quedas por nós passaram,/ e não soubemos, ah, não soubemos amá-las".http://pt.quora.com/Quais-pontos-tur%C3%ADsticos-no-Brasil-deixaram-de-existir
http://www.algumapoesia.com.br/drummond/drummond30.htm
Uma ponte natural
O tronco de uma árvore que caiu tornou-se uma ponte natural sobre um curso d'água. Aproveitando-se da situação, um fotógrafo da vida selvagem instalou uma câmera no local e deixou-a gravando dia e noite.
Guaxinim, urso preto, esquilo, porco-espinho, pescador real, perdiz, rato-almiscarado, lince, coiote, corvo, veado de cauda branca, esquilo cinza, rã-touro, pato-real, castor, maçarico, castor, gaio azul, raposa cinza, peru vs grande coruja com chifres e, por último mas não menos importante, Robert Bush.
A gravação mostra que a demanda é grande na natureza por este tipo de ponte. Em 2:55 até o riacho quer usá-la.
Guaxinim, urso preto, esquilo, porco-espinho, pescador real, perdiz, rato-almiscarado, lince, coiote, corvo, veado de cauda branca, esquilo cinza, rã-touro, pato-real, castor, maçarico, castor, gaio azul, raposa cinza, peru vs grande coruja com chifres e, por último mas não menos importante, Robert Bush.
A gravação mostra que a demanda é grande na natureza por este tipo de ponte. Em 2:55 até o riacho quer usá-la.
24 julho, 2020
Ode à natureza
"Minha filha precisava memorizar um poema para uma apresentação na escola e me perguntou se eu conhecia um bom poema sobre a natureza. É claro que existem muitos bons poemas, mas eu realmente queria que ela tivesse a coisa mais poética já escrita sobre a natureza - o último parágrafo de 'A Origem das Espécies', de Darwin - apresentada em verso. Então, eu tentei." ~ Liza Gross
http://blogs.plos.org/biologue/2012/12/05/darwins-tangled-bank-in-verse
Contemple um riacho luxuriante
Atapetado com muitos tipos de plantas
Insetos e pássaros volitando, aqui e ali,
Vermes rastejando na terra úmida
Reflita que essas formas
Elaboradas e diferentemente construídas
Foram produzidas por um conjunto bem simples
De normas em ação
Crescimento, reprodução e herança
Variação para transmitir
A seleção natural que por fim leva
À extinção dos menos aptos
Da guerra da natureza
Da fome e da morte
Siga as espécies mais exaltadas
Que já respiraram
Há grandeza nessa visão da vida
E seus poderes ainda não acabaram
Tendo sido originalmente inspirados
Em algumas formas ou apenas uma
E de um começo tão simples
Como jamais poderia ser imaginado
As infinitas formas mais belas e maravilhosas
Continuamente evoluem
A escolha do termo Tangled Bank originou-se do livro de Charles Darwin, "A origem das
espécies", que foi publicado em 1859 com o título "On the Origin of Species by Means of Natural
Selection or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life" (Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida).
Eis o trecho que inspirou esta ode à natureza:
“É interessante contemplar um riacho luxuriante, atapetado com numerosas plantas pertencentes a numerosas espécies, abrigando aves que cantam nos ramos, insetos variados que volitam aqui e ali, vermes que rastejam na terra úmida, se se pensar que estas formas tão admiravelmente construídas, tão diferentemente conformadas, e dependentes umas das outras de uma maneira tão complexa, têm sido todas produzidas por leis que atuam em volta de nós. Estas leis, tomadas em seu sentido mais lato, são: a lei do crescimento e reprodução; a lei da hereditariedade que implica quase a lei de reprodução; a lei de variabilidade, resultante da ação direta e indireta das condições de existência, do uso e não uso; a lei da multiplicação das espécies em razão bastante elevada para trazer a luta pela existência, que tem como consequência a seleção natural, que determina a divergência de caracteres, a extinção de formas menos aperfeiçoadas. Assim, da guerra da natureza, da fome e da morte, o objeto mais exaltado que somos capazes de conceber, a saber, a produção dos animais superiores, segue diretamente. Há grandeza nessa visão da vida, com seus vários poderes, tendo sido originalmente inspirada em algumas formas ou em uma; e que, embora este planeta tenha andado de bicicleta de acordo com a lei fixa da gravidade, desde um começo tão simples as infinitas formas mais belas e maravilhosas foram e estão sendo desenvolvidas. (Darwin, 1859, p. 554).
Nova Acta
Post 1145 - A biodiversidade altera as estratégias de evolução bacteriana
http://blogs.plos.org/biologue/2012/12/05/darwins-tangled-bank-in-verse
The Tangled Bank
Contemple um riacho luxuriante
Atapetado com muitos tipos de plantas
Insetos e pássaros volitando, aqui e ali,
Vermes rastejando na terra úmida
Reflita que essas formas
Elaboradas e diferentemente construídas
Foram produzidas por um conjunto bem simples
De normas em ação
Crescimento, reprodução e herança
Variação para transmitir
A seleção natural que por fim leva
À extinção dos menos aptos
Da guerra da natureza
Da fome e da morte
Siga as espécies mais exaltadas
Que já respiraram
Há grandeza nessa visão da vida
E seus poderes ainda não acabaram
Tendo sido originalmente inspirados
Em algumas formas ou apenas uma
E de um começo tão simples
Como jamais poderia ser imaginado
As infinitas formas mais belas e maravilhosas
Continuamente evoluem
A escolha do termo Tangled Bank originou-se do livro de Charles Darwin, "A origem das
espécies", que foi publicado em 1859 com o título "On the Origin of Species by Means of Natural
Selection or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life" (Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida).
Eis o trecho que inspirou esta ode à natureza:
“É interessante contemplar um riacho luxuriante, atapetado com numerosas plantas pertencentes a numerosas espécies, abrigando aves que cantam nos ramos, insetos variados que volitam aqui e ali, vermes que rastejam na terra úmida, se se pensar que estas formas tão admiravelmente construídas, tão diferentemente conformadas, e dependentes umas das outras de uma maneira tão complexa, têm sido todas produzidas por leis que atuam em volta de nós. Estas leis, tomadas em seu sentido mais lato, são: a lei do crescimento e reprodução; a lei da hereditariedade que implica quase a lei de reprodução; a lei de variabilidade, resultante da ação direta e indireta das condições de existência, do uso e não uso; a lei da multiplicação das espécies em razão bastante elevada para trazer a luta pela existência, que tem como consequência a seleção natural, que determina a divergência de caracteres, a extinção de formas menos aperfeiçoadas. Assim, da guerra da natureza, da fome e da morte, o objeto mais exaltado que somos capazes de conceber, a saber, a produção dos animais superiores, segue diretamente. Há grandeza nessa visão da vida, com seus vários poderes, tendo sido originalmente inspirada em algumas formas ou em uma; e que, embora este planeta tenha andado de bicicleta de acordo com a lei fixa da gravidade, desde um começo tão simples as infinitas formas mais belas e maravilhosas foram e estão sendo desenvolvidas. (Darwin, 1859, p. 554).
Nova Acta
Post 1145 - A biodiversidade altera as estratégias de evolução bacteriana
21 fevereiro, 2020
Padrões Infinitos
É um curta-metragem de animação em 3D que «conecta geometria, natureza e arquitetura».
Você precisa vê-lo várias vezes para capturar todos os detalhes - na tela maior, com mais resolução e melhor som - e certamente os destaques são os padrões geométricos, as formas da natureza e alguns edifícios emblemáticos da arquitetura.
No vídeo, você vai encontrar sequências de Fibonacci, proporções áureas, moléculas de DNA, painéis hexagonais, partições de plano, espirais ... e muitas outras geometrias absolutamente fascinantes.
Há também uma espécie de transformação visual de figuras que parecem sair das páginas dos cadernos de Euclides para o fascinante mundo das abelhas e de lá para padrões islâmicos e lugares como o Alhambra em Granada.
Conceito e imagens de Cristóbal Vila, de Etérea Estudios, Zaragoza, Espanha (1919)
Você precisa vê-lo várias vezes para capturar todos os detalhes - na tela maior, com mais resolução e melhor som - e certamente os destaques são os padrões geométricos, as formas da natureza e alguns edifícios emblemáticos da arquitetura.
No vídeo, você vai encontrar sequências de Fibonacci, proporções áureas, moléculas de DNA, painéis hexagonais, partições de plano, espirais ... e muitas outras geometrias absolutamente fascinantes.
Há também uma espécie de transformação visual de figuras que parecem sair das páginas dos cadernos de Euclides para o fascinante mundo das abelhas e de lá para padrões islâmicos e lugares como o Alhambra em Granada.
Conceito e imagens de Cristóbal Vila, de Etérea Estudios, Zaragoza, Espanha (1919)
04 outubro, 2019
Dez frases sobre a natureza
Nunca a sabedoria diz uma coisa e a natureza outra. (Juvenal)
O fato de estarmos tão confortáveis na natureza vem do fato de que ela não tem opinião sobre nós. (Friedrich Nietzsche)
Podemos desafiar as leis humanas, mas não podemos resistir às leis naturais. (Júlio Verne)
Natureza e silêncio vão melhor juntos. (Terri Guillemets)
Na natureza não há recompensas ou punições, há consequências. (Robert Green Ingersoll)
Na natureza nada é supérfluo. (Averróis)
Escolha apenas um professor: a natureza. (Rembrandt)
A natureza não é um lugar para se visitar. É o lar. (Gary Snyder)
A natureza é meu remédio. (Sara Mos)
O poder de salvar o planeta reside no consumidor individual. (Denis Hayes)
O Dia da Natureza é celebrado anualmente em 4 de outubro. Esta data é dedicada a conscientizar a sociedade a refletir sobre métodos sustentáveis de utilizar o meio ambiente, sem danificá-lo.
O fato de estarmos tão confortáveis na natureza vem do fato de que ela não tem opinião sobre nós. (Friedrich Nietzsche)
Podemos desafiar as leis humanas, mas não podemos resistir às leis naturais. (Júlio Verne)
Natureza e silêncio vão melhor juntos. (Terri Guillemets)
Na natureza não há recompensas ou punições, há consequências. (Robert Green Ingersoll)
Na natureza nada é supérfluo. (Averróis)
Escolha apenas um professor: a natureza. (Rembrandt)
A natureza não é um lugar para se visitar. É o lar. (Gary Snyder)
A natureza é meu remédio. (Sara Mos)
O poder de salvar o planeta reside no consumidor individual. (Denis Hayes)
O Dia da Natureza é celebrado anualmente em 4 de outubro. Esta data é dedicada a conscientizar a sociedade a refletir sobre métodos sustentáveis de utilizar o meio ambiente, sem danificá-lo.
25 setembro, 2019
Pantone em 2020: as cores que representam a natureza
Fundada em 1962, a Pantone é mundialmente conhecida por seu sistema de cores, responsável por ditar as cores que a indústria gráfica – assim como nós, iremos usar durante o ano. Se a cor escolhida para o ano de 2019 foi a "living coral", que é um laranja com tons de dourado, nada mais atual do que escolher cores que simbolizem a natureza para 2020. O instituto acaba de anunciar que as cores do ano que vem serão azul e verde, pois juntas representam a natureza.
Representando o oceano e as florestas em 2020, as diversas tonalidades do azul e do verde irão prevalecer em nossas vidas. No entanto, a Pantone também prevê que os tons pastéis irão dominar a cena do design de interiores, já que as pessoas buscam cada vez mais cores "fáceis de conviver". Afinal, de poluição visual já basta todo o resto.
Prepare-se também para as estampas florais e os motivos da natureza em geral. Madeira e outros produtos naturais que nos oferecem acolhimento e paz também têm tudo para entrar em nossas casas.
Pantone em anos anteriores:
http://blogdopg.blogspot.com.br/2013/10/qual-e-o-problema-com-as-calcas-verdes.html
http://blogdopg.blogspot.com/2014/01/a-cor-oficial-de-2014.html
http://blogdopg.blogspot.com/2014/12/a-cor-oficial-de-2015.html
http://blogdopg.blogspot.com/2016/12/a-cor-para-desencorajar-o-vicio-de-fumar.html
http://blogdopg.blogspot.com/2017/08/a-cor-certa-para-as-bananas.html
http://blogdopg.blogspot.com/2018/12/pantone-revela-cor-de-2019-coral-vivo.html
Representando o oceano e as florestas em 2020, as diversas tonalidades do azul e do verde irão prevalecer em nossas vidas. No entanto, a Pantone também prevê que os tons pastéis irão dominar a cena do design de interiores, já que as pessoas buscam cada vez mais cores "fáceis de conviver". Afinal, de poluição visual já basta todo o resto.
Prepare-se também para as estampas florais e os motivos da natureza em geral. Madeira e outros produtos naturais que nos oferecem acolhimento e paz também têm tudo para entrar em nossas casas.
Pantone em anos anteriores:
http://blogdopg.blogspot.com.br/2013/10/qual-e-o-problema-com-as-calcas-verdes.html
http://blogdopg.blogspot.com/2014/01/a-cor-oficial-de-2014.html
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22 julho, 2019
TRANSITÓRIO
Beleza sinistra e assustadora dos elementos dos quais não temos o menor controle. Um claro sinal da mãe Natureza lembrando-nos de que "respeito é bom e eu gosto". Como não diria o sábio filósofo Quintus Horatius Flaccus:"O populacho vaia-me, mas eu me aplaudo".
Em 4k a 1000 quadros por segundo!!
Tela grande e som na caixa!
Jaime Nogueira
Magnífico!!!Em 4k a 1000 quadros por segundo!!
Tela grande e som na caixa!
TRANSITÓRIO (TRANSIENT)
14 abril, 2019
Formas Artísticas da Natureza
Ciência e arte - uma lacuna, alguns podem dizer um abismo, sempre existiu entre elas. Então, ocasionalmente, apenas de vez em quando, surge alguém que tenta (e consegue) suprimir essa lacuna. Assim foi com o alemão Ernst Haeckel quando, em 1899, ele começou a publicar sua obra "Art Forms of Nature"("Kunstformen der Natur", em seu alemão nativo).
Contemporâneo de Darwin, Haeckel mudaria, através de suas impressões litográficas, o modo como muitos consideravam a relação entre arte e ciência.
Ernst Haeckel (1834 — 1919)
Foi médico, naturalista e um artista versado em ilustração que se tornaria professor em anatomia comparada. Descreveu e nomeou muitas espécies, mapeou uma árvore genealógica que relacionou as diferentes formas de vida e ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin. Propôs alguns termos frequentemente utilizados em ciência como filo, ecologia, antropogenia e filogenia, e ampliou as ideias de seu mentor, Johannes Müller, argumentando que os estágios embrionários em um animal recapitulam a história de sua evolução, isto é, que a ontogenia seria uma recapitulação da filogenia.
Contemporâneo de Darwin, Haeckel mudaria, através de suas impressões litográficas, o modo como muitos consideravam a relação entre arte e ciência.
Ernst Haeckel (1834 — 1919)
Foi médico, naturalista e um artista versado em ilustração que se tornaria professor em anatomia comparada. Descreveu e nomeou muitas espécies, mapeou uma árvore genealógica que relacionou as diferentes formas de vida e ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin. Propôs alguns termos frequentemente utilizados em ciência como filo, ecologia, antropogenia e filogenia, e ampliou as ideias de seu mentor, Johannes Müller, argumentando que os estágios embrionários em um animal recapitulam a história de sua evolução, isto é, que a ontogenia seria uma recapitulação da filogenia.
06 abril, 2019
21 setembro, 2018
Dia da Árvore, 2018
Árvores produzem oxigênio (necessário à vida), absorvem os poluentes do ar, fornecem sombra, refrigeram as cidades e os campos, protegem o solo da erosão, atenuam os ventos fortes e reduzem a poluição sonora. Suas folhas e galhos que caem servem de adubo para novas árvores. Elas dão abrigo e alimento para os animais silvestres. Árvores ainda fornecem: sementes, flores, frutos, madeira, papel, óleos, roupas, medicamentos etc. etc. etc. É pouco?
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