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20 março, 2024

Cores do outono

20/21 março 2024 - A Fada do Outono está aqui no Hemisfério Sul. Tome com ela um chá com biscoitos e aproveite todas essas cores maravilhosas.

31 março, 2022

O branco mais branco

Há alguns anos, um grupo de engenheiros da universidade americana de Purdue, em Indiana, criou um tom de branco que era ainda mais branco que o que conhecíamos até então. O composto foi incorporado em revestimentos para edifícios em forma de tinta com o objetivo de resfriá-los e reduzir a necessidade do uso de ar condicionado no interior dos prédios.
Em outubro de 2020, os pesquisadores foram além e conseguiram desenvolver uma tinta ultra branca que conseguia ser ainda mais clara. Mas, quando se pensava que não era possível ir além, eles superaram as expectativas e criaram uma tinta que não é só mais clara, mas também é mais fria que as formulações anteriores desenvolvidas por eles.
Segundo os pesquisadores, este tom pode ser o equivalente do branco ao Vantablack, "o preto mais preto", que chega a absorver até 99,9% de toda a luz visível (*). Os engenheiros afirmam que essa formulação de tinta mais branca reflete até 98,1% da luz solar recebida e ainda envia o calor infravermelho para longe da superfície ao mesmo tempo.
As tintas comercializadas atualmente ficam mais quentes ao invés de mais frias, enquanto as que são projetadas para rejeitar calor refletem apenas entre 80% e 90% da luz solar recebida, sem o benefício de tornar as superfícies mais frias que um ambiente.
Para atingir um nível de brancura tão alto, são utilizadas duas características fundamentais, sendo a primeira delas a concentração do sulfato de bário, um composto químico que também é utilizado para tornar papéis fotográficos e cosméticos mais brancos. A outra também está relacionada ao sulfato de bário, que têm tamanhos diferentes na tinta. O tamanho de cada partícula interfere no quanto ela espalha a luz, sendo assim, quanto mais ampla a gama de tamanho de partículas, mais a tinta pode se espalhar no espectro de luz solar.

Extraído de: O branco mais branco é também o mais frio; saiba o porquê, Olhar Digital

N. do E.
(*) Uma equipe de engenheiros do MIT desenvolveu o que eles chamam de "o material mais preto até hoje". Composto de microfilamentos de nanotubos de carbono, é mais escuro até do que o famoso Vantablack®, que absorve 99,96% da radiação da luz. Sobre esta descoberta, o Ultrablack®, eles dizem que absorve 99,995% da luz e que, por isso, é dez vezes mais escuro do que o recordista anterior.
http://blogdopg.blogspot.com/2017/03/vantablack.html
http://blogdopg.blogspot.com/2019/10/ultrablack.html

17 junho, 2020

A música colorida de Castel

Louis-Bertrand Castel (1688 - 1757), matemático francês, jesuita e oponente vociferante da ciência newtoniana.
Ao lado: uma caricatura de Castel fazendo uma demonstração de seu cravo óptico.
O cravo óptico tinha sessenta pequenos painéis de vidro colorido, cada um com uma cortina que se abria quando uma tecla era tocada. Um segundo modelo melhorado do cravo foi demonstrado para uma pequena audiência em dezembro de 1754. Pressionar uma tecla fazia com que uma pequena haste se abrisse, permitindo que a luz brilhasse através de um pedaço de vitral. Castel considerava a música colorida semelhante à linguagem perdida do paraíso, onde todos os homens falavam da mesma forma, e afirmou que, graças à capacidade de seu instrumento de pintar sons, até um ouvinte surdo poderia apreciar a música.
Fontes: WIKI e Great Exhibionists


16 janeiro, 2020

A colorização das imagens em preto-e-branco

A luz é uma onda eletromagnética cujo comprimento de onda se inclui num determinado intervalo dentro do qual o olho humano é a ela sensível. Trata-se, de outro modo, de uma radiação eletromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta. As três grandezas físicas básicas da luz são herdadas das grandezas de toda e qualquer onda eletromagnética: intensidade, frequência e polarização. No caso específico da luz, a intensidade se identifica com o brilho e a frequência com a cor.
Só podemos ver uma pequena fração da luz, a que está no chamado espectro visível. Na retina humana são as células cones que captam a luz refletida pelos objetos. Temos três diferentes tipos de cones sensíveis a comprimentos de onda da luz: longos, médios e curtos. Que correspondem, aproximadamente, a vermelho, verde e azul no espectro visível.
Estas são as cores primárias da luz. Todas as outras são uma combinação destas três cores. E esta combinação é o princípio orientador da colorização de imagens em preto-e-branco.


Este retrato, que foi tomado em 1911, é um dos primeiros exemplos de fotografia colorida. Na verdade são três fotos em preto-e-branco compostas em conjunto. O químico e fotógrafo russo Prokudin-Gorsky tirou três fotos - todas idênticas - deste homem Alim Khan, usando filtros para cores específicas de luz. Um permitindo a passagem da cor vermelha, outro permitia a cor verde e outro permitia a cor azul. Ao combinar os três negativos resultou nisso.
Sergey Mikhaylovich Prokudin-Gorsky foi um químico e fotógrafo russo. Ele é mais conhecido por seu trabalho pioneiro em fotografia colorida e seu esforço para documentar a Rússia do início do século XX. Usando uma câmara escura fornecida pelo czar Nicolau II, Prokudin-Gorsky viajou o Império Russo de 1909 a 1915 usando sua fotografia colorida de três imagens para registrar seus muitos aspectos.
O método de fotografia colorida usado por Prokudin-Gorsky foi sugerido, pela primeira vez, por James Clerk Maxwell em 1855 e demonstrado em 1861, mas bons resultados não foram possíveis com os materiais fotográficos disponíveis na época. Imitando o modo como um olho humano normal percebe a cor, o espectro visível de cores foi dividido em três canais de informação, capturando-o na forma de três fotografias em preto-e-branco: uma por um filtro vermelho, outra por um filtro verde e ainda outra através de um filtro azul. As três fotografias resultantes poderiam ser projetadas através de filtros das mesmas cores e sobrepostas exatamente em uma tela, sintetizando a faixa original de cores aditivamente.
https://en.wikipedia.org/wiki/Sergey_Prokudin-Gorsky

A Rússia em cores um século atrás

25 setembro, 2019

Pantone em 2020: as cores que representam a natureza

Fundada em 1962, a Pantone é mundialmente conhecida por seu sistema de cores, responsável por ditar as cores que a indústria gráfica – assim como nós, iremos usar durante o ano. Se a cor escolhida para o ano de 2019 foi a "living coral", que é um laranja com tons de dourado, nada mais atual do que escolher cores que simbolizem a natureza para 2020. O instituto acaba de anunciar que as cores do ano que vem serão azul e verde, pois juntas representam a natureza.


Representando o oceano e as florestas em 2020, as diversas tonalidades do azul e do verde irão prevalecer em nossas vidas. No entanto, a Pantone também prevê que os tons pastéis irão dominar a cena do design de interiores, já que as pessoas buscam cada vez mais cores "fáceis de conviver". Afinal, de poluição visual já basta todo o resto.
Prepare-se também para as estampas florais e os motivos da natureza em geral. Madeira e outros produtos naturais que nos oferecem acolhimento e paz também têm tudo para entrar em nossas casas.


Pantone em anos anteriores:
http://blogdopg.blogspot.com.br/2013/10/qual-e-o-problema-com-as-calcas-verdes.html
http://blogdopg.blogspot.com/2014/01/a-cor-oficial-de-2014.html
http://blogdopg.blogspot.com/2014/12/a-cor-oficial-de-2015.html
http://blogdopg.blogspot.com/2016/12/a-cor-para-desencorajar-o-vicio-de-fumar.html
http://blogdopg.blogspot.com/2017/08/a-cor-certa-para-as-bananas.html
http://blogdopg.blogspot.com/2018/12/pantone-revela-cor-de-2019-coral-vivo.html

29 março, 2019

A corrida das cores

Eis uma divertida visualização de diferentes comprimentos de onda da luz no espectro visível. Da caminhada a passos largos do Sr. Vermelho até a corrida miudinha do menino Azul.

https://kottke.org/plus/misc/images/rain-bros.gif

07 janeiro, 2019

Rosa nem sempre foi "cor de menina"; nem o azul, "de menino"

"A regra geralmente aceita é que rosa é para os meninos, e azul para as meninas. O motivo é que o rosa, sendo uma cor mais decidida e forte, é mais apropriado para meninos. Enquanto o azul, que é mais delicado e gracioso, é mais bonito para a menina."

O parágrafo acima foi publicado há cem anos, em 1918, por uma revista de moda infantil americana, a "Earnshaw", voltada para profissionais da área. Foi encontrado por Jo Paoletti, professora emérita de Estudos Americanos na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e autora do livro "Pink and Blue: Telling the Boys from the Girls in America" (Rosa e Azul: Distinguindo Meninos de Meninas nos Estados Unidos).

"(Encontrar essa frase) virou minhas suposições de cabeça para baixo", lembra a pesquisadora, em conversa com a BBC News Brasil. Afinal, o rosa nem sempre havia sido uma cor de menina, nem o azul cor de menino.

"A ideia de que há algo natural e permanente sobre o uso de rosa para as meninas e azul para garotos é historicamente errada", diz Paoletti. "Assim, também é errada a ideia de que se você não tratar as crianças segundo um estereótipo de gênero elas vão crescer confusas, serão pervertidas, vão se tornar homossexuais, transgênero. Não há nenhuma evidência disso. Não é dos estereótipos de gênero que nasce a identidade homossexual ou trans."

COR NÃO TEM GÊNERO

Nem em Cabul.

Para o pessoal do humor a ministra vai ser um prato rosa. Cheio.

27 novembro, 2017

O teorema das quatro cores - 2

O teorema das quatro cores foi conjeturado há mais de 150 anos e, de forma conclusiva, foi comprovado em 1976. É um excelente exemplo de como as idéias antigas se combinam com novas descobertas e técnicas em diferentes campos da matemática para fornecer novas abordagens para um problema. É também um exemplo de como um problema, inicialmente pensado em ser simples para ser "resolvido", tornou-se mais complexo. Além disso, é o primeiro espetacular exemplo em que um computador esteve envolvido para provar um teorema matemático.
O começo
A conjetura de que qualquer mapa poderia ser colorido usando apenas quatro cores apareceu pela primeira vez, em 1852, numa carta de Augustus De Morgan (1806-1871), professor de matemática do University College, em Londres, para seu amigo William Rowan Hamilton (1805-1865), famoso matemático irlandês.
O problema, tão simplesmente descrito, mas tão tentadoramente difícil de provar, atraiu a imaginação de muitos matemáticos na época. No final da década de 1860, o próprio De Morgan tomou para si o problema e tentou resolvê-lo usando um mapa com quatro regiões. Neste modelo, cada região tocava nas outras três, sendo uma delas completamente fechada pelas outras. Mas, por não encontrar uma maneira de provar, ele usou o modelo como um axioma - a base de sua prova.
Uma "prova" feita em um computador é uma prova adequada?
Como a prova foi feita com a ajuda de um computador, houve um protesto imediato. Muitos matemáticos e filósofos alegaram que a prova não era legítima. Alguns disseram que as provas só deveriam ser "comprovadas" pelas pessoas, e não pelas máquinas, enquanto outras, de uma mente mais prática, questionavam a confiabilidade dos algoritmos e da capacidade das máquinas para executá-las sem erros. No entanto, como muitas das provas escritas por matemáticos são consideradas defeituosas, então o argumento sobre a confiabilidade parece vazio. Independentemente das opiniões expressas, a situação produziu uma discussão séria sobre a natureza da prova que ainda continua atual.

The Four Theorem, por Leo Rogers, Projeto NRICH

15 novembro, 2017

As cores em mudança do nosso planeta vivo

Vida. É a única coisa que, até agora, torna a Terra única entre os milhares de outros planetas que descobrimos. Desde o outono (no hemisfério norte) de 1997, os satélites da NASA observaram de forma contínua e global toda a vida vegetal na superfície da terra e do oceano. Durante a semana de 13 a 17 de novembro, a NASA está compartilhando histórias e vídeos de como essa visão da vida captada no espaço está promovendo o conhecimento do nosso planeta natal e a busca pela vida em outros mundos.


Do espaço, os satélites podem ver a Terra respirar. Uma nova visualização da NASA mostra 20 anos de observações contínuas da vida vegetal em terra e na superfície do oceano, de setembro de 1997 a setembro de 2017. Em terra, a vegetação aparece em uma escala de marrom (vegetação baixa) a verde escuro (muita vegetação). Na superfície do oceano, o fitoplâncton é indicado em uma escala de roxo (baixo) a amarelo (alto). Esta visualização foi criada com dados de satélites, incluindo o SeaWiFS, e instrumentos, incluindo NASA/NOAA Visible Infrared Imaging Radiometer Suite and the Moderate
Resolution Imaging Spectroradiometer. Créditos: NASA

30 junho, 2017

Mais luz!

para Luciano Hortencio

Em sua obra Teoria das Cores, Goethe dizia que a soma de todas as cores era o cinza – e não a luz branca como Newton propunha. Para Goethe, todas as cores produziam o cinza ao serem misturadas.
A tragédia de Goethe é que ele não diferenciava a "mistura aditiva" (somatória da luz colorida do arco-íris, em que se obtém a luz branca – que propôs Newton) da "mistura subtrativa" (somatória das matérias corantes, em que teremos o cinza/preto). Goethe não queria acreditar que elas obedeciam a leis diferentes das que eram seguidas pelas cores que estavam em sua caixa de aquarela (mistura subtrativa). Mas, acredite, ele não foi o único a pensar assim.
Suas últimas palavras antes de morrer foram: "Mais luz!" – seu grande e eterno problema.
Carol T. Moré (adaptado)

http://followthecolours.com.br/gotas-de-cor/cinza-50-curiosidades-interessantissimas-que-voce-nao-sabia-sobre-cor/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_cores

"Lich, mehr Licht!" (Luz, mais luz)
(últimas palavras atribuídas a Goethe)

"Luz, quero luz,
Sei que além das cortinas
São palcos azuis
E infinitas cortinas
Com palcos atrás."

https://www.vagalume.com.br/chico-buarque/vida-nao-cifrada.html
https://www.youtube.com/watch?v=6sLDf3ZpJEw (Luciano Hortencio)

01 dezembro, 2016

A cor para desencorajar o vício de fumar

As cores podem evocar uma série de associações e algumas delas, aparentemente, têm o poder de impactar negativamente com o nosso humor. É o caso da tonalidade Pantone 448 C, também chamada de "couché opaca", que lembra a cor de um esgoto de verdade.
No entanto, esta tonalidade recebeu uma importante missão. Em todo o espectro do arco-íris, foi aquela escolhida para desencorajar o tabagismo.
Um breve olhar para esta amostra irá convencê-lo das habilidades para a quebra de vícios. Não é para os fracos de coração, mas aqui está:


Nojenta, certo? Voltemos a 2012, quando o governo australiano contratou a agência de pesquisas GfK para criar um novo design de embalagem para os produtos do tabaco. Sendo que, em vez da meta habitual de uma empresa de marketing, eles tiveram que fazer exatamente o oposto. Cada caixa de cigarros tinha de parecer tão desagradável quanto possível.
Três meses após, com sete estudos envolvendo mais de 1000 fumantes regulares, eles finalmente determinaram a cor mais desagradável – para ser impressa, juntamente com as novas advertências ilustradas, nas caixas de cigarros. Também estiveram no pelotão de frente: o verde-limão, o branco, o bege, o cinza-escuro, e a mostarda-marrom, que ficou em segundo lugar parecendo inclusive muito apetitosa (chocolatey!).
Proclamado o vencedor (ou o perdedor, neste caso), o governo anunciou-o pelo nome de "olive green" (verde-oliva). Mas, depois de uma carta urgente da Australian Olive Association, mudou o apelido para "drab dark brown" (marrom-escuro apagado).
(Sem ressentimentos, azeitonas?)
Graças à conclusão desses estudos coloridos, outros países também estão adotando a tonalidade. Como a Irlanda, o Reino Unido e a França (que aprovou recentemente a sua lei da "embalagem simples", com representações que caracterizam a tonalidade).
Agora, o "apagado" talvez possa ter conseguido o melhor papel de sua vida.


A cor do ano da Pantone em 2013, 2014 e 2015.

20 fevereiro, 2016

A origem do atual esquema de cores para os semáforos

Este esquema de cores deriva de um sistema utilizado nas ferrovias inglesas a partir da década de 1830. Naquela época, as companhias ferroviárias adotaram um sistema de cores iluminadas que, representando ações diferentes, indicava aos condutores de trem quando deveriam parar ou ir adiante.
Escolheram o vermelho como a cor em que deviam parar porque o vermelho, por séculos, vinha sendo usado para indicar perigo. Para as outras ações, escolheram o branco como a cor para ir e o verde como a cor para esperar.
A escolha da cor branca para ir acabou por causar uma série de problemas. Como um incidente, em 1914, causado por uma lente vermelha que, ao cair de sua posição, deixou a luz branca atrás dela exposta. Disso resultando que um trem se chocasse com outro.
Então, a ferrovia decidiu que, daí em diante, a luz verde passaria a significar ir. A luz vermelha continuaria sinalizando como anteriormente. E, para a advertência, foi escolhida a luz amarela, principalmente por ser uma cor bem distinta das outras duas cores.

Posts com semáforos
Novo design, Um semáforo químicoSemáforos turísticos e, latu sensu, o slideshow SINAIS DE TRÂNSITO ALTERNATIVOS

02 julho, 2015

A visão super-humana em mulheres

Quando Concetta Antico levava seus alunos ao parque para uma lição de arte, ela muitas vezes apontava para uma cena, dizendo-lhes:
"Olhem para a luz sobre a água. Vocês pode ver o rosa cintilante naquela pedra? Vocês podem ver também o vermelho na borda daquela folha?"
Os alunos acenavam positivamente.
Somente anos depois, foi que ela percebeu que eles eram muito educados para dizer a verdade. As cores que ela via de forma tão vívida eram invisíveis para eles.
Hoje, ela sabe que isso é o resultado de uma condição conhecida como tetracromacia. Graças à variação em um gene do cromossoma X que influencia o desenvolvimento da retina, pessoas como Concetta (12 por cento das mulheres) podem ver cores invisíveis para a maioria de nós.
www.bbc.com

Que é tetracromacia?
É a condição de possuir quatro canais independentes para receber informações de cores, ou possuir quatro tipos diferentes de células cones no olho. Em organismos tetracromatas, o espaço sensorial de cores é quadridimensional, significando que para repetir o efeito sensorial de um espectro luminoso arbitrariamente escolhido dentro de seu espectro visível é necessária a mistura de pelo menos quatro diferentes cores primárias. Sobre o tricromatismo normal em humanos, a gama de cores que podem ser feitas com estas cores primárias não cobre todas as cores possíveis.
Wikipédia

10 abril, 2015

O relógio das cores

Um site criado exclusivamente para mostrar as horas não é novidade na internet. Novidade é The Colour Clock, que faz isso de um modo diferente: alterando a cor de fundo do relógio pelo sistema de numeração hexadecimal.


N. do E.
O sistema hexadecimal é um sistema de numeração posicional que representa os números em base 16. Ele é muito utilizado para representar números binários de uma forma mais compacta, pois é muito fácil converter binários para hexadecimal e vice-versa. Dessa forma, esse sistema é bastante utilizado em aplicações de computadores e microprocessadores (programação, impressão e displays).

Relógios solares e lunaresO relógio da saideira, O relógio com homens despidos, O relógio do cão, Um relógio carnívoroPassam as horas e Três minutos de quebra

SLIDESHOW - APRESENTAÇÃO 357

Ideias para uma série de logomarcas honestas, assim denominadas porque revelam a verdadeira missão de suas empresas.
Algumas são simples, outras, engraçadas, e, talvez, algumas outras venham a ser brilhantes. Eu não sei.