Isto é possível?
Sim. E o processo é simples: basta colocá-las, enquanto estão crescendo na pereira, no interior de moldes que têm esse formato. Com isso, as peras crescem à imagem de Buda, e taí (ao lado) como ficam.
É uma idéia que, devo acrescentar, não começou com peras. Nem com Buda.
Itapiúna-CE
13/05/2020 - Veja outras frutas com estranhos formatos:
- peras em forma de Buda
- melancias quadradas
- laranjas pentagonais
- abóboras com cara de Frankstein
No Quora
Uma dica que pode ser útil em caso de roubo de veículo:
Funciona na Polícia Rodoviária Federal (PRF) o sistema ALERTA, que permite os registros desses roubos, via web, e que repassa essas informações imediatamente para os postos e viaturas do estado onde ocorreu o crime e também dos estados vizinhos.
Assim, todo o aparato da PRF se mantém em estado de vigilância com relação a veículos e indivíduos que tenham as características denunciadas. E consegue-se um aumento na eficiência da recuperação dos veículos e prisão dos criminosos, já que as primeiras horas após a ocorrência de um crime são cruciais para o sucesso da ação policial.
Desde o momento em que o cidadão dá queixa do roubo de um veículo numa delegacia de polícia (providência também necessária), são gastas aproximadamente 36 horas para que a informação esteja disponibilizada no sistema RENAVAM, o que pode comprometer o sucesso da operação policial. Com a utilização do sistema ALERTA, diminui-se substancialmente o tempo que a informação leva para chegar às unidades da PRF e aumenta-se a chance de impedir que esse veículo seja levado para um desmanche ou para fora do país.
"Después de estudiar las pruebas que encontramos en los 25 iPhones, 15 Blackberries, 10 cámaras de vídeo y 40 cámaras digitales incautadas a los asistentes de la fiesta… hemos podido reconstruir lo que sucedió, segundo a segundo."
É um vídeo do genial humor de The Onion que nos mostra como, neste mundo hiperdigital em que vivemos, já está se tornandou trivial encontrar as «provas» de un crime ou acidente.
Um rapaz passou numa loja para comprar um par de luvas. Seria um presente que ele enviaria à namorada que morava numa cidade do interior. Mas, no momento de embrulhar a compra, a moça da loja cometeu um "pequeno" engano, trocando o par de luvas por uma calcinha. E o jovem, não tendo notado a troca, enviou o seu presente, via SEDEX, com a seguinte carta:
"Querida: Sabendo que, no domingo próximo, será o Dia dos Namorados, resolvi lhe enviar esta lembrancinha. Embora eu saiba que você não costume usá-las (pelo menos eu nunca a vi usando uma), acho que vai gostar da cor e do modelo, pois a moça da loja experimentou e, pelo que vi, ficou ótima. Apesar de um pouco grande, é melhor assim do que muito apertada, pois a mão consegue passar com mais facilidade e os dedos podem se movimentar à vontade. Depois de usar, é sempre bom virar pelo avesso e colocar um pouco de talco para evitar aquele odor desagradável. Espero que goste, pois vai cobrir o que em breve vou pedir a seu pai, além de proteger o local em que colocarei aquilo com que você tanto sonha!"
O norte-americano Bill Dan se dedica a esse passatempo (que ele considera arte), o qual consiste em posicionar pedras, de diferentes formas e tamanhos, de um modo que elas se equilibrem umas sobre as outras. Com o mesmo propósito, ele também lança mão de outros objetos, como latas, copos e garrafas.
Na fotografia ao lado, um desses conjuntos de pedras, montado por Bill na baía de San Francisco, EUA, está sendo desafiado por aves da região.
Elas querem saber se esse tal equilíbrio é mesmo para valer.
Fundado em 2005 por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karin, na época empregados da PayPal, e adquirido em 2006 pelo todo-poderoso Google, o YouTube é um dos maiores fenômenos da internet. Em conjunto, os vídeos postados nesse website já recebem cerca de 1.000.000.000 de acessos por dia de internautas do mundo inteiro.
Nas palavras de Chad Hurley, um de seus criadores, o YouTube foi desenvolvido para cumprir os seguintes princípios:
A velocidade é o que importa: os vídeos devem ser carregados e reproduzidos rapidamente.
A cultura do clipe veio para ficar: os clipes curtos são extremamente procurados e são perfeitos para assistir a uma grande variedade de conteúdo.
Plataformas abertas abrem muitas possibilidades: criar conteúdo não é o nosso negócio, é o de vocês. Nós queríamos criar um lugar em que qualquer pessoa com uma câmera, um computador e uma conexão com a internet pudesse dividir a sua vida, a sua arte e a sua voz com o mundo todo, e, em muitos casos que pudesse também ganhar a vida fazendo isso.
Princípios esses que foram transformados nas regras fundamentais que hoje norteiam o mundo dos vídeos on-line.
No existir monótono do ser humano, e tornado ainda infeliz pelos projetos não realizados, tudo seria bem mais venturoso se súbito um deus aparecesse. Eu não falo de um deus bíblico, muito poderoso, mas de um deus em carne e osso, não preocupado com a espiritualidade. Apenas capaz de transformar algum sonho em realidade, porque instrumentalizado se achasse para isso. Embora coubesse também ao eleito: abrir a porta, recebê-lo cordialmente (não se desleixando nos detalhes de cada situação) e indicar-lhe o quarto de dormir. Eis a experiência - inesquecível - vivida pelo terceiro de quatro eleitos que aqui deram seus testemunhos.
Juvenal, 56, leitor inveterado - "Bem, eu sou agnóstico. Mas um dia deus dormiu lá em casa. Na pessoa de um vendedor de enciclopédia que bateu à minha porta, com a proposta de vender uma coleção por um plano especial. Não tem ninguém mais bibliomaníaco que eu, mas, ultimamente, eu vinha me privando do hábito. Sem dinheiro para comprar livros e, por vezes, até o jornal. Os tempos bicudos... Aí, eu disse ao vendedor que desculpe mas não dá... Ele até não insistiu muito. E desabafou que fizera uma rota enorme, achava-se naquele momento longe de casa... Já era noite, e eu entendi aquela conversa mole como um pedido de hospedagem. Então, mandei que ele arriasse os livros num canto da sala, e mostrei-lhe o quarto onde ele podia descansar o corpo afadigado. E, noite adentro, enquanto ele ressonava, fiz meu serviço esperto na enciclopédia. Bendita a hora em que fiz meu curso de leitura dinâmica! De modo que, quando o homem despertou pela manhã, eu já estava no verbete 'zwinglianismo'. Depois disso, voltei à realidade só que mais instruído."
"Ultimamente, tenho procurado através da literatura referências de pneumoconiose na vida de personagens em livros como Cidadela, Germinal, e qual não foi minha surpresa em ficar sabendo que, na década de 30, um cantor de blues, Josh White, escreveu uma música em protesto ao grande número de trabalhadores negros acometidos de silicose aguda durante a construção de um túnel nos EUA. Depois disso, o compositor foi convidado a visitar a Casa Branca, tornando-se amigo de Franklin Rooseelvet e, a partir daí, foi quando se iniciou nos EUA toda uma mobilização social, que culminou com a criação de uma legislação específica para a área da mineração."
Transcrição (parcial) de uma mensagem
que me foi enviada pelo Dr. Jefferson Freitas,
médico pneumologista em São Paulo.
Hawk's nest
De fato, a construção desse túnel para uma hidrelétrica em West Virginia, Estados Unidos, no início da década de 1930, resultou no adoecimento e morte de centenas de trabalhadores norte-americanos por silicose aguda. Uma tragédia que envolveu um grande número de operários da Union Carbide (empresa responsável pela condução do projeto) e que passou à história com o nome de "Hawk's Nest Disaster".
Quanto ao blues em questão, desconhecia eu a sua existência. Pesquisando, porém, na internet encontrei a letra de "Silicosis is killin' me", esse blues que Josh White compôs em 1936.
Silicosis is killin' me ---------------(music and words by Josh White)
"Silicosis, you made a mighty bad break of me
Silicosis, you made a mighty bad break of me
Robbed me of my youth and health
All you brought poor me was misery.
Silicosis, you're a dirty robber and a thief
Yes, silicosis, you're a dirty robber and a thief
Robbed me of my right to live and all you brought poor me is grief.
I was there diggin' that tunnel for just six bits a day
I was diggin' that tunnel for just six bits a day
Didn't know I was diggin' my grave — silicosis was eatin' my lungs away.
Six bits I got for diggin' — mmm, diggin' that tunnel hole
I got for diggin' — six bits for diggin' that tunnel hole
Takes me 'way from my baby and sure done wrecked my soul
I says Mama, Mama, Mama, please cool my fevered head
I says Mama, Mama, Mama, cool my fevered head
Going to mee my Jesus, God knows I'll soon be dead.
Now tell all my buddies, tell my friends you see
Tell all my buddies, tell my friends you see
I'm going 'way up yonder and please don't grieve for me."
A seguir, continuando a pesquisa no YouTube, encontrei a canção interpretada pelo próprio Josh White. Passei essa informação também ao Dr. Jefferson.
A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores - Regional do Ceará convida a família cearense para a solenidade de lançamento de sua 24ª antologia anual - "Ressonâncias Literárias".
O livro, prefaciado pela Acad. Giselda de Medeiros Albuquerque (da Academia Cearense de Letras), bem como os autores, serão apresentados pelo Prof. José Maria Chaves, Presidente da SOBRAMES, e pelo organizador da obra, Prof. Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
Autores
Airton Fontenele Sampaio Xavier, Airton Ferro Marinho, Antero Coelho Neto, Antônio Sílvio de Araújo, Antonio Vicente de Alencar (convidado), Celina Côrte Pinheiro, Christiane Araujo Chaves Leite, Dalgimar Beserra de Menezes, Dimas Macedo (convidado), Emanuel de Carvalho Melo, Fernando Antônio Siqueira Pinheiro, Francisco Antônio Tomaz Ribeiro Ramos, Francisco das Chagas Dias Monteiro (Chico Passeata), Francisco Flávio Leitão de Carvalho, Francisco José Pessoa de Andrade Reis, Geraldo Beserra da Silva, Maria Ilnah Soares e Silva, Jesus Irajacy Fernandes da Costa, João de Deus Pereira da Silva, José Luciano Sidney Marques, José Maria Bonfim, José Maria Chaves, José Teúnes Ferreira de Andrade Filho, Josué Viana de Castro Filho, Luciano Nunes Maia (convidado), Luiz de Araujo Barbosa, Luiz Gonzaga de Moura Júnior, Luiz Luciano Menezes de Arruda, Luiz Teixeira Neto, Marcelo Gurgel Carlos da Silva, Martinho Rodrigues Fernando, Nilson de Moura Fé, Paulo Gurgel Carlos da Silva, Sebastião Diógenes Pinheiro, Vladimir Távora Fontoura Cruz, Walter Gomes de Miranda Filho, Wellington Alves e William Moffitt Harris.
Data: 4 de novembro de 2009, às 19h30 (hoje).
Local: Náutico Atlético Cearense
Traje esporte fino. Após o lançamento do livro será servido coquetel acompanhado de música ao vivo.
Usando milhares de lápis Faber-Castell o artista alemão Kerstin Schulz criou esta original cadeira. É apenas para ser vista como se fosse uma escultura. Sentar nela, além de não ser nem um pouco confortável, vai deixar todo riscada a roupa de quem se atreva a tanto.
Ver mais desse estranho "mobiliário" no CrookedBrains.
Espero que esse espetáculo de intolerância que aconteceu recentemente na UNIBAN de São Bernardo, por parte de estudantes da universidade com relação a uma colega que ousou ir à aula de minissaia, não tenha dado origem a um novo dilema ("qual burca uso hoje?") para as demais estudantes da referida instituição.
A lei é dura, mas é lei. Assim se manifestavam os antigos romanos quanto à observância da lei, ainda que ela fosse rigorosa. Com o passar do tempo, essa frase de origem latina passou a sofrer adaptações para atender às necessidades do chamado mundo real.
Em nosso país, algumas versões novas para ela já estão disponíveis.
Dura lex, sed...
Latex, para significar que a lei apesar de dura pode ser esticada;
Jontex, para significar que a lei mesmo rígida não deve suprimir o gozo sem culpa;
Denorex, para significar que o rigor da lei vai depender da cabeça de quem a aplica;
Errorex, para significar que a lei pode ser corrigida em sua dureza pelas instâncias superiores;
Rolex, para significar que a lei não faz tic-tac para os ladravazes dos relógios.
As quatro últimas modificações da frase são criações exclusivas do departamento jurídico do blog EntreMentes.
02/02/2015 - Atualizando ... Non lex, sed faex (Não lei, mas fezes). – Uguccione da Pisa, jurista da Idade Média
27/01/2018 - Atualizando ... Dura lex, sed lex. Conosco é no tríplex. – Torquemoro de Curitiba e os 3 Desembagrinhos de POA
Tem um bicho que a preguiça chegou ali, parou. A ficha dele: mamífero desdentado, da família dos bradipodídeos e que atende pelo nome de preguiça. Aliás, não atende. Gritar "ei, preguiça" e aguardar que ele dê a mínima... é tempo jogado fora. O bicho, caso um mau movimento o ponha sentado sobre os bagos, vai ter uma enorme dificuldade para se livrar da situação. Mas... conjeturo eu que, em vez de chão (que lhe criaria o problema descrito), a preguiça é parada mesmo numa árvore. Em cujos galhos (onde também encontra as folhas de que se alimenta) deixa-se pender horas e horas, indiferente ao desassossego do mundo.
Um zoológico que se preze tem de ter pelo menos uma preguiça no plantel. E bem tratada, hein, para que nunca bata o prego. Como isso, entretanto, apesar de todos os cuidados nem sempre é possível, então o zoológico tem de ter a alternativa. Um "aspone" (recrute-se da administração pública) que substitua a preguiça até que apareça outra da espécie. Sabem como é, a preguiça é um espetáculo - em slow-motion - que não pode parar. E do "aspone", além de ser um substituto, deve-se ainda exigir que seja um PHD (passe as horas dormindo).
Pois é, a preguiça... vida boa, não quer pressa. Lembro-me agora de alguém que, indagado a respeito de que se ocupava, assim respondeu: "levo algodão nas costas". Esclarecendo, a seguir, de que algodão estava a se referir. Era o algodão de "uma boa rede cearense", na qual ele, um homem pouco afeito ao trabalho, gostava de preguiçar em suas horas de ócio (que não eram poucas).
Um livro organizado por Marcelo Gurgel Carlos da Silva (que também escreve a apresentação e quatro capítulos) e Elsie Studart Gurgel de Oliveira, em homenagem póstuma a este emérito professor de três universidades.
O título "Smile" foi retirado do nome da famosa canção de Charles Chaplin (a favorita de Eilson), que nos ensina a sorrir para triunfar sobre a dor. E o universo chapliniano também se apresenta sob a forma de reprodução das tapeçarias de Elda Gurgel e Silva (mãe de Marcelo) - com imagens de Carlitos - que ilustram o livro.
Quem foi Eilson Goes de Oliveira
Natural de Fortaleza, Ceará (1941).
Graduou-se em Medicina pela UFC (1964).
Dedicou-se ao magistério superior (UECE, UFC e UNIFOR), nas áreas de Patologia Geral e Bioestatística, tendo publicado o "Guia para o ensino da Estatística na área de Saúde" (1987).
Foi fundador e primeiro coordenador do Registro de Câncer do Ceará (1971-77) e diretor do Instituto do Câncer do Ceará (1978-2008).
Aposentou-se do magistério em 1992 e nos últimos anos de vida ocupou-se da literatura, legando: "Chove em Copacabana, Chove na Beira-Mar" (memórias, 2005); "Nosso Pai Acaso" (memórias, 2006); e "Os Novos Náufragos" (contos, 2007).
Faleceu em 18 de outubro (Dia do Médico) de 2008.
O lançamento da obra será hoje (dia 29, quinta-feira), às 19h30, no Centro Cultural Oboé (rua Maria Tomásia, 531, telefone 3264 7038), em Fortaleza (CE).
É o mesmo rosto (de um rapaz) mostrado em duas imagens, nas quais houve alterações nos contrastes. À esquerda, os contrastes do rosto foram acentuados, dando lugar a uma aparência feminina; na imagem da direita, aconteceu justamente o contrário.
De Richard Russel (Harvard University, USA), terceiro prêmio do concurso Melhor Ilusão Óptica de Ano (2009).
27 outubro, 2009
Nos idos de 1980, Henrique de Sousa Filho esteve no Ceará para o lançamento do livro "Henfil na China", editado pela Codecri. Em meu exemplar, como dedicatória, Henfil desenhou o frade Baixinho, um dos personagens que ele criara e que, atazanando o frade Cumprido, fazia estrondoso sucesso nas páginas do Pasquim.
Este slideshow, que mostra os seus principais personagens, é uma homenagem que faço ao "guerrilheiro do cartum".
Em 29 de outubro de 1969, computadores da Universidade da Califórnia (UCLA) e da Universidade de Stanford foram conectados - pela primeira vez - para o envio de uma mensagem entre eles.
A mensagem enviada foi
L...O...
Supõe-se ter sido o início da palavra LOGIN. E que a transmissão dessa palavra ficou incompleta por causa de uma queda na conexão.
Eram os tempos da arpanet e o ano de 1969 terminou com 4 hosts no mundo. De lá para cá, muita tecnologia fez crescer a pioneira arpanet, que se transformou na internet com seus 700 mil hosts.
Esses 40 anos de conquistas tecnológicas que deram origem à atual internet estão muito bem documentados (inclusive com uma linha do tempo) no site abaixo:
Morando aí nas Gerais, você não tem a menor ideia de como Fortaleza está se preparando para a Copa do Mundo de 2014. Indicada para ser uma das sedes da futura competição, o que certamente trará muitos turistas para a cá, a cidade já vem adotando uma série de providências. Uma delas é a colocação de placas bilingues nos logradouros públicos para uma melhor orientação dos turistas. Nesse sentido, a população local tem ajudado bastante com as traduções que vem fazendo para o inglês (Garden of Olives, Alligator Beach Wrap e Cock Brush, por exemplo, foram contribuições minhas).
Como surgem os nomes dos modelos de automóveis? A gente imagina que se originem da criatividade de uma equipe especializada e multidisciplinar que, analisando as tendências de mercado, os públicos-alvo, as mensagens subliminares e os fatores psicológicos subjacentes, acabe por encontrar a melhor solução. Nesse caso, por que há nomes de carros tão ruins (inclusive obscenos)? Saiba a resposta lendo este artigo no Obvious.
P.S.>
Entrementes fica devendo a seus leitores um artigo afim: Como surgem os nomes dos remédios.
Manuel de Falla (1876-1946) foi um dos mais importantes compositores de música erudita da Espanha. E a "Danza Ritual del Fuego (Dança Ritual do Fogo)", composta por ele em 1925 e que faz parte de "El Amor Brujo", tem sido executado por orquestras sinfônicas e corpos de baile do mundo inteiro.
Neste primeiro vídeo, "Danza Ritual del Fuego" é executada por Alicia de Larrocha, uma consagrada pianista espanhola recentemente falecida.
Neste segundo, é o fundo musical de uma "coreografia" improvisada por uma ardente noiva.
A senhora Robyn Crook leva a passear seus dezoito cães em um carrinho de bebê. Esta situação (fotografada em Tauranga, Nova Zelândia) só é possível por dois motivos:
- os animais (da raça chihuahua) são de pequeno porte;
- o carrinho de bebê é o que se utiliza para trigêmeos.
Um leitor desconfiado desse número de animais, e que esteja pensando em contá-los, deve incluir em sua contagem aqueles cachorrinhos que se encontram no "porão" do carrinho.
"Você deve estar lembrado de que, na postagem anterior (http://conscienciaacademica.blogspot.com/2009/10/monday-monday.html), eu disse que os médicos estão cada vez mais deixando de usar o jaleco no local de trabalho. Pois bem, ontem, estava eu tomando café-da-manhã no refeitório do hospital, quando um certo médico ginecologista, que eu não me lembro quando foi a última vez que o vi de jaleco, disse para outro médico que estava na mesa que, no seu tempo de interno, ninguém podia adentrar seu hospital-escola, nem mesmo o diretor do hospital, sem um crachá. Não sei por que ele falou isso. Eu só prestei atenção na conversa a partir do momento em que ele falou isso. Talvez porque tenha perguntado a alguém porque os internos não usam crachá. Então, pensei com meus botões, que, se há médicos que entram no hospital sem jaleco e que, se entrassem só de cueca, ninguém chiaria, imagine sem crachá. Talvez esse desuso do jaleco tenha alguma influência da série de TV Dr. House. O protagonista, que atende pelo nome do programa, não usa jaleco, é antiético, mal-educado, frio, sarcástico, fanfarrão, faz o que lhe der na telha dentro do seu hospital e desmoraliza a diretora do lugar. Mesmo assim, ele desperta a tolerância entre os que estão ao seu redor e a simpatia dos telespectadores por conta de sua genialidade e criatividade. Mas não era bem sobre isso que eu queria teclar agora. Depois eu escrevo mais coisas interessantes sobre a série. Voltando à questão dos jalecos, questionei duas autoridades cearenses em educação médica sobre a tradição do uso do jaleco, se ela deve ser mantida ou não. Eles me prometeram respostas em seus blogues http://preblog-pg.blogspot.com/, http://blogdomarcelogurgel.blogspot.com/ e http://blogdopg.blogspot.com/. Por sinal, eu já comentei sobre uma dessas autoridades em http://conscienciaacademica.blogspot.com/2008/07/podia-ser-um-blogueiro.html. Eu fiz a eles as seguintes indagações:
'...o que os senhores pensam sobre o jaleco? Qual a importância de usar jaleco? Tenho observado que os médicos pouco a pouco estão querendo abolir o jaleco. Muitos médicos, em diversas especialidades, especialmente na psiquiatria, não usam mais ou nunca usaram jaleco em serviço. Nunca vi um psiquiatra usando jaleco em canto algum. Nas outras especialidades, como nefrologia, infectologia, gineco-obstetrícia, hematologia, reumatologia, neurologia, oncologia, entre outras, existem profissionais que não usam jaleco, enquanto os residentes e os internos são obrigados a suportar diariamente um "gibão branco" feito de tecido incompatível com nosso clima tropical, senão são barrados nas portas dos serviços. Em Sobral, já houve até staff passando visita na enfermaria calçando chinelos. Ai de mim se eu fizesse isso." "Sobre o jaleco, o que os senhores acham? Devemos continuar militando em defesa deste costume para não permitir que ele sucumba nas próximas gerações de médicos, apesar de alguns acharem que não precisam mais dele para serem identificados como médicos? Da minha parte, vou manter este costume, independentemente de minha especialidade. Só não concordo com quem desfila de jaleco fora do ambiente de trabalho, transportando microorganismos.'
Publico aqui, após tê-lo escaneado, um antigo cartum do Klevisson. Revela esse cartum sobre o que costumeiramente meditavam o menino Caine e o seu tutor, Mestre Pô.
Para entender o desenho
Inspirado na série "Kung Fu", produzida nos anos 70, e que foi considerada o primeiro Eastern Western da história da televisão. O personagem principal desse seriado chamava-se Kwai Chang Caine, um mestiço nascido na China, filho de pai norte-americano e mãe chinesa. Ainda menino, órfão e sem ter onde ficar, Caine foi bater aos portões de um templo Shaolin onde foi adotado. Com grandes mestres no templo para ensiná-lo, o infante realizou o aprendizado de segredos e técnicas de artes marciais e assimilou conhecimentos relativos à milenar sabedoria chinesa. O seu principal mentor, nos anos em que permaneceu no templo, foi um cego, o Mestre Pô, que o tratava afetuosamente por Gafanhoto. Adulto, e já na condição de Meste Shaolin, Caine (interpretado nessa fase pelo ator David Carradine, recém-falecido) se viu obrigado a cometer um assassinato para defender Mestre Pô. Com a cabeça a prêmio pelo crime praticado, Caine procurou refúgio no "Velho Oeste" norte-americano. E, nessa região inóspita e violenta, ele passou a enfrentar novos desafios, sendo o maior deles o de como controlar seus demônios interiores.
Diz a lenda que a bela Lady Godiva teve pena do povo de Coventry, Inglaterra, que sofria com os altos impostos cobrados pelo marido Leofric, o Duque de Mercia. E tanto apelou a Leofric, que ele aceitou reduzir os impostos. Sob uma condição: Lady Godiva deveria cavalgar nua pelas ruas de Coventry.
Ela aceitou o desafio e deu ordem a que todos os moradores da cidade se fechassem em suas casas ("não quero voyeurismo por aqui") enquanto ela passasse despida.
A lenda também diz que somente uma pessoa se atreveu a olhá-la durante a cavalgada. Um tal "Peeping Tom" que, como consequência do tresloucado ato, ficou cego.
Gostando ou não do que a mulher fez, Leofric manteve a palavra e baixou os impostos de Coventry, até então bem cavalares.
É possível que a nudez de Godiva tenha se restringido a uma falta de adereços e de jóias preciosas, marcas da nobreza a qual ela pertencia. Ah, bom!
Faleceu hoje, aos 65 anos, a médica Maria do Socorro Távora de Sousa. O fato se deu em Baturité, onde a profissional trabalhava nos últimos meses, como integrante de uma das equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) do município. Socorro Távora formou-se em medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em 1971. A seguir, fixou residência em Teresina, onde constituiu família e ocupou vários cargos, inclusive o de professora da Universidade Federal do Piauí. Com a sua aposentadoria no serviço público, retornou a nosso estado para residir e trabalhar. Há alguns anos, quando fui a Pacoti ministrar um curso sobre o controle da tuberculose, tive a honra de tê-la entre os alunos. Socorro Távora estava prestando serviços no PSF desse município e era a primeira vez que nos reencontrávamos após formados (fomos colegas de turma na UFC). Faleceu Socorro Távora quando estava prestes a iniciar mais um dia de atendimento no PSF de Baturité, seu último local de trabalho. E, velando o seu corpo na Santa Casa de Baturité, todos os companheiros de trabalho destacavam a sua competência profissional e a sua dedicação aos pacientes (o que eu já sabia). Descanse em paz, amiga.
O seu sepultamento está previsto para amanhã, às 8 horas, no cemitério Jardim Metropolitano, no Eusébio.
Faça uma análise sobre a importância do Vale do Paraíba.
Resposta de um candidato
"O Vale do Paraíba é de suma importância, pois não podemos discriminar esses importantes cidadãos. Já que existem o vale-transporte e o vale do idoso, por que não existir também o Vale do Paraíba?! Além disso, sabemos que os paraíbas, de um modo geral, trabalham em obras ou portarias de edifícios e ganham pouco. Então, o dinheiro que entra no meio do mês - que é o vale - é muito importante para ele equilibrar a economia familiar."
Fonte: Internet > Universidade Gama Filho - RJ > Vestibular de 2006 (para a maioria dos sites que divulgam essa resposta).