05 janeiro, 2017

O Photoviz

Photoviz: Visualizing Information Through Photography é um álbum de 240 páginas sobre como utilizar a fotografia para criar visualização de dados, com uma parte teórica e outra de exemplos a respeito.
Uma forma típica de criar uma visualização é mediante a captura de imagens de longa exposição, combinando fotografias e criando efeitos 3D. Outras formas permitem ver o invisível (como o wi-fi) e ressaltar detalhes que, de outro modo, passariam despercebidos.
A capa do Photoviz é um grande exemplo destas técnicas. Com a famosa fotografia de Mike Kelley que compila 8 horas de decolagens no aeroporto de Los Angeles (LAX) em uma única imagem.
Microsiervos

N. do E.
Uma fotografia do gênero já ilustrou aqui a postagem Em busca do tempo perdido, de 28 de abril de 2010.

Citações em latim

Com latim, rocim e florim, andarás mandarim. Provérbio português
Segismundo Gontijo, co-titular do escritório, foi quem começou a anotar o que identificou como brocardos (citações latinas). Assim, colecionou-os pela vida afora, desde os seus tempos de internato no Ginásio Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, MG, onde tomou gosto pelo Latim, passando pelos estudos de Direito na UFMG, e continuando por sua longa militância na advocacia e nas horas de vigília na leitura de todos os gêneros de livros.
Posteriormente, seus dois filhos, Juliana Gontijo e Fernando Gontijo, hoje professores de Direito de Família e colegas co-titulares, se interessaram pelo assunto e passaram a enriquecer aquele repositório que ora é, também, oferecido aos visitantes deste site.
Essa equipe, ao franquear aos visitantes o que foi apurado e joeirado naquela garimpagem, o faz esperando, com isso, de um lado provocar a gentileza dos que se dispuserem a colaborar através da remessa de outros exemplares do mesmo objetivo e, de outro lado, esperando motivar visitantes deste seu site para meditar sobre o significado de cada um dos respectivos aforismos e pensamentos selecionados com tanto trabalho.
Dica de Jaime Nogueira

N. do E.
No Brasil, uma obra clássica sobre o assunto é "Não Perca o seu Latim" (1980), de Paulo Rónai, escrita com a colaboração de Aurélio Buarque de Holanda. Este livro contém um razoável número de citações: provérbios, máximas, lemas, divisas, inscrições, epitáfios, e até desses latinismos vulgares de que se perdeu a consciência. O conjunto de tais itens compendia boa parte da experiência humana de muitos séculos, vazadas em fórmulas impressionantes de tão lapidares.

04 janeiro, 2017

Alimentos com sentimentos

Seth Rogen mostra aos nova-iorquinos que a comida pode ter sentimentos. Ele espalhou em sua mercearia alimentos que dialogam com os fregueses.



– Isso é que é brincadeira. Todos riem, ninguém se machuca.
– O que você quer dizer com "ninguém se machuca"? Eles comem o melão, os pães, as salsichas... Ah, a humanidade!

As experiências mais longas da história

Segundo o Microsiervos, as três experiências mais longas da história são:
A Campainha Oxford, que funciona com duas pilhas secas desde 1840. Desconhece-se a exata composição dessas pilhas que fornecem eletricidade para que a campainha funcione há 176 anos.
O Relógio Beverly, situado no Departamento de Física da Universidade de Otago, em Dunedin, Nova Zelândia. Acionado por variações de temperatura e pressão atmosférica, o relógio funciona desde que foi construído em 1864.
A Gota de Piche, [1] [2] na Universidade de Queensland, na Austrália, um experimento que teve início em 1927. Desde que o piche começou a fluir através de um funil já gotejou em nove ocasiões: a primeira, em 1938 (onze anos depois), e a última, em julho de 2013. Destina-se a demonstrar aos alunos que algumas substâncias que parecem ser sólidas são, de fato, fluidos de altíssima viscosidade.


Bônus
Uma lâmpada fora de série (que está acesa há 115 anos).

03 janeiro, 2017

Urbanistas no Velho Oeste




EU ACREDITO
QUE MUITOS CONFLITOS
NO VELHO OESTE
PODIAM TER SIDO EVITADOS
SE OS URBANISTAS DA ÉPOCA
TIVESSEM PROJETADO AS CIDADES
COM O TAMANHO SUFICIENTE
PARA TODO MUNDO.


Ver também:
Químicos Analistas no Velho Oeste

Retrospectiva 2016

O ano de 2016, como todos os outros do calendário gregoriano, teve seus 12 meses e suas 52 semanas. Entretanto, como ano bissexto, teve 366 dias, 8.784 horas, 527.040 minutos e 31.622.400 segundos. Foram acrescentadas insuportáveis 24 horas, 1.440 minutos e 86.400 segundos a este 16º ano do século XXI.
Nada mais que isso, mas parece infindável. Parece? Nã, nã, nim, nã, não!!! Ele teve apenas um dia a mais que os outros, mas para os brasileiros 2016 vai durar para sempre, porque as consequências deste ano insano se perpetuarão pelos séculos afora.
Não sabemos se foi por causa desse dia a mais que o Brasil perdeu o bonde da história e vai se afundando, solapando as instituições democráticas, o Estado de Direito, as garantias fundamentais dos cidadãos, os direitos trabalhistas tão arduamente conquistados, o enterro de suas empresas e a perda de seus recursos naturais mais caros, etc., etc., etc... Milhões de etcéteras mais.
E as esperanças de um futuro melhor para o Brasil vão, em ritmo acelerado, escoando pelo ralo.
2016, o ano em que o Brasil perdeu o Direito de sonhar e de construir sua Utopia.
Para sempre?
Fernando Gurgel Filho

02 janeiro, 2017

Que é a Ilha Zero?

É uma ilha fictícia no Golfo da Guiné que foi adicionada à coleção de mapas de domínio público da Natural Earth. Está localizada precisamente no encontro da linha do Equador com o primeiro meridiano (o de Greenwich) e corresponde às coordenadas 0 ° N 0 ° E.
É definida como uma ilha de um metro quadrado e, numa escala de 1: 100.000, ela nem sequer deveria aparecer no mapa.
Sua "existência" é uma meia-piada. No entanto, a ilha é útil para detetar erros no desenho de mapas e na programação de sistemas que fazem uso das coordenadas terrestres.
Ela está no Twitter como @NullIsland e no YouTube como https://youtu.be/nimtoVLusXc.

Uma cidade muda o centro

Em Kiruna, a cidade mais ao norte da Suécia, vivem 18.000 pessoas. É uma cidade de mineração no Círculo Ártico. Há um monte de coisas interessantes para aprender sobre Kiruna e seu povo encantador, mas a grande mudança da cidade é o que há de mais interessante.
No plano físico, explico a seguir.
A mineração de ferro transformou o terreno sob a cidade em um queijo suíço, por assim dizer. Para evitar que todo o centro da cidade caia em um buraco, quando o terreno entrar em colapso, eles estão movendo a praça principal da cidade e os edifícios circundantes para um local a duas milhas de distância.

Não é algo fácil, mas não há realmente nenhuma alternativa. A mina é muito rentável para fechar, a enorme atividade mineira local necessita da cidade para sustentá-la, e as pessoas que vivem lá amam essa cidade.

01 janeiro, 2017

A dança dos robôs

No Festival da Cerveja de Qingdao, em Shandong, China, 1.007 robôs conquistaram o novo recorde mundial de maior número de robôs dançando juntos.


Feriados em 2017

Feriados nacionais, estaduais no Ceará e municipais em Fortaleza, Maracanaú e Itapiúna:
01/01 – Confraternização Universal
28/02 – Carnaval
06/03 – (em Maracanaú)
19/03 – Dia de São José (no Ceará)
14/04 – Paixão de Cristo e Data Magna do Ceará
21/04 – Tiradentes
01/05 – Dia do Trabalhador
12/06 – (em Maracanaú)
15/06 – Corpus Christi
23/06 – (em Itapiúna)
15/08 – N. Sra. da Assunção (em Fortaleza)
07/09 – Independência do Brasil
04/10 - (em Itapiúna)
12/10 – N. Sra. Aparecida
02/11 – Finados
15/11 – Proclamação da República
08/12 – (em Itapiúna)
25/12 – Natal

31 dezembro, 2016

Na lata - II

Quero agradecer ao coral que esteve em minha residência, fazendo uma apresentação especial na véspera de Natal.
Seus integrantes estão todos convidados para o Ano-Novo.

Ideia: @Logan

Bônus: crushed can art

05/01/2017- Jaime Nogueira disse ...
QUANDO CHEGAR A VONTADE DE ABRIR AQUELA LATINHA, LEMBRE-SE DA INCRÍVEL JORNADA DE UM BARRO VERMELHO AOS LINGOTES DE ALUMÍNIO...
Fundamentos e Aplicação do Alumínio (Manual da Abal)

Poema do Fim do Ano

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano

Mora uma louca chamada Esperança:

E quando todas as buzinas fonfonam

Quando todos os reco-recos matracam

Quando tudo berra quando tudo grita quando tudo apita

A louca tapa os ouvidos

e

atira-se

e – ó miraculoso voo! –

Acorda outra vez menina, lá embaixo, na calçada.

O povo aproxima-se, aflito

E o mais velhinho curva-se e pergunta:

– Como é teu nome, menininha dos olhos verdes?

E ela então sorri a todos eles

E lhes diz, bem devagarinho para que não esqueçam nunca:

– O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

"Poemas para a Infância" (Mario Quintana – Poesia Completa, Editora Nova Aguilar, 2005)

Madame Wu e o experimento de fim de ano

Jenifer Ouellette, GIZMODO
1º de janeiro de 2016
A maioria de nós recebe o ano novo com a família e os amigos. A ciência, entretanto, não tira férias – nem os cientistas responsáveis ​​por grandes experimentos em curso. Um dos mais famosos exemplos históricos disso é o caso da física Chien-Shiung Wu — muitas vezes chamada de "Madame Wu" — que desistiu de passar a virada com seu marido na década de 1950 para provar que a natureza é ligeiramente canhota.
Por muito tempo, os físicos pensaram que, quando se trata das leis da Física, a natureza não tem preferência de direita ou esquerda. Isso significa que o nosso mundo deveria ser praticamente idêntico a sua imagem espelhada. É uma forma de simetria. Matematicamente, ela é conhecida como paridade, e deveria ser conservada em todos os processos subatômicos. E é, de fato, pelo menos para o eletromagnetismo e para a força nuclear forte. Vários experimentos mostram que as coisas eram exatamente desse jeito.
Mas em 1956, dois teóricos americanos de origem chinesa enviaram um pequeno artigo para o periódico Physical Review, questionando se a paridade seria conservada em interações nucleares fracas. Tsung-Dao Lee e Chen Ning Yang tinham até mesmo algumas ideias de como poderiam testar sua hipótese, e convenceram Wu — que se especializou em experimentos de interação fraca na Universidade de Columbia — a trabalhar no projeto.
Wu, por sua vez, se tornou parceira de físicos do que era então o National Bureau of Standards, em Washington, DC, já que eles tinham as instalações certas para fazer as medições de precisão necessárias. (O órgão é agora conhecido como NIST, ou Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia.)
Os experimentos cruciais foram realizados no NBS entre o Natal e o Ano Novo de 1956 — em grande parte porque Wu percebeu a importância fundamental que eles poderiam ter, e ela queria se antecipar a todos os outros.
Ela deveria acompanhar o marido em uma viagem para a China; eles tinham até mesmo reservado passagens no navio Queen Elizabeth. Em vez disso, ela ficou para trabalhar nos experimentos, e seu marido viajou sem ela.
Wu e seus colegas usaram átomos de cobalto-60 mantidos em campos magnéticos a temperaturas muito baixas. Os núcleos de cobalto-60 têm uma rotação intrínseca — o equivalente quântico ao momento angular, como um pequeno giroscópio, exceto que é mais uma propriedade da partícula do que uma rotação real. Eles também emitem partículas beta à medida que decaem.
A ideia era usar os campos magnéticos para orientar os núcleos, fazendo com que todos girassem na mesma direção, e, em seguida, contar quantos elétrons foram emitidos para cima e para baixo, depois do decaimento dos núcleos. Se a paridade fosse conservada, deveria haver números iguais.
Para surpresa de todos, não havia números iguais de partículas beta emitidas em ambas as direções. A natureza, ao que parece, é "uma canhota semi-ambidestra", mostrando uma ligeira preferência pela esquerda.
A queda da paridade foi um resultado tão importante e emocionante que alguns físicos não acreditaram em um primeiro momento. Wolfgang Pauli, que recebeu o Nobel de Física em 1945, supostamente exclamou "Isso é um absurdo total!" quando ouviu falar sobre isso. Houve pressa para replicar o experimento. Os resultados foram confirmados e a conservação da paridade foi, sem dúvidas, violada. Até mesmo Pauli estava convencido.
Lee e Yang receberam o Prêmio Nobel de Física no ano seguinte. No que é amplamente percebido dentro da comunidade da física como uma injustiça, Madame Wu não foi incluída no prêmio, apesar de ter sido seu conhecimento sobre experimentos que ajudou a provar a hipótese de Lee e Yang.
Ela teve uma carreira científica bastante destacada, no entanto. E, definitivamente, teve muito a comemorar na virada de 60 anos atrás.
http://gizmodo.uol.com.br/madame-wu-e-o-experimento-de-fim-de-ano-que-mudou-a-fisica-para-sempre/

31/12/2016 - 10:00
O BLOG ENTREMENTES ALCANÇA A MARCA DE 900 MIL VISUALIZAÇÕES

30 dezembro, 2016

Índice de calor e sensação térmica

Como calcular online o índice de calor e a sensação térmica em sua cidade
Site: EPAGRI/CIRAM do Governo de Santa Catarina
Exemplo: Cidade, dia e hora: Fortaleza, 30/12/2016 07:00
Índice de calor
O índice de calor ou heat index, em inglês, é a temperatura sentida devido a combinação entre a temperatura aparente do ar e a umidade relativa do ar.
Temperatura 27°C
Umidade relativa 72%
Resultado 29°C
Sensação térmica
A sensação térmica ou wind chill, em inglês, é a temperatura aparente sentida pela pele exposta, em virtude da combinação entre temperatura do ar e velocidade do vento.
Temperatura 27°C
Velocidade do vento 18 km/h
Resultado 25°C
Dica enviada pelo colaborador Jaime Nogueira

Amor moderno

Estas são as 36 perguntas que farão você se apaixonar. Este questionário faz parte de um experimento de 1997 sobre como criar intimidade em casais. O estudo terminou com o casamento de dois dos participantes. Voltou a ganhar importância depois de um artigo publicado no "The New York Times".
Mandy Len Catron publicou em 2015 o artigo To Fall in Love With Anyone, Do This, no The New York Times, no qual narrou como se apaixonou com a ajuda de 36 perguntas elaboradas pelo psicólogo Arthur Aron.
Embora a escritora tenha usado as perguntas de Aron para se apaixonar e para que se apaixonassem por ela, Aron colocou-as em seu estudo como uma ferramenta para gerar intimidade, não necessariamente amorosa, de forma gradual. O objetivo era ajudar os psicólogos a criar uma relação próxima no contexto de um laboratório, de modo que fosse possível manipular e estudar as variáveis desta relação.
Quando Aron testou o questionário, distribuiu alguns dos participantes em casais de homens e mulheres. Um dos casais que participou e se conheceu neste estudo acabou se casando seis meses mais tarde. Segundo explicou Aron à revista Wired, em 2010, “a última vez que entrei em contato com eles, ainda estavam juntos”.
Quer dizer, é possível que este questionário, criado para que as pessoas se abram aos poucos, realmente funcione. Nós o reproduzimos a seguir se alguém quiser testá-lo (sob sua responsabilidade). O estudo original exige que se trate de alguém completamente desconhecido. Recomenda-se empregar 45 minutos: quinze para cada conjunto de 12 perguntas, embora tanto Mandy Len Catron quanto estes dois voluntários do The Guardian precisaram de mais tempo. Os participantes devem ler em voz alta uma pergunta cada um, embora os dois devem responder todas.
Quando terminarem o questionário, os dois devem se afastar e responder às perguntas feitas pelos pesquisadores.
No estudo original não se menciona a necessidade de olhar nos olhos durante quatro minutos ao terminarem, mas não é desaconselhável: funcionou para Mandy Len Catron.

29 dezembro, 2016

A Miséria Crônica e a Crônica da Miséria

por Fernando Gurgel Filho
Apesar da degradação econômico-financeira do País, creio que isto não é o mais pernicioso para o bem-estar futuro da sociedade, pois é uma situação passageira e reversível. Desde que sejam aplicadas políticas públicas adequadas que, infelizmente, o governo atual não quer e não tem condições de adotar.
O que nos parece de uma intensidade de destruição nunca vista é a degradação moral e ética das classes mais representativas e consideradas cultas de nossa sociedade. Essa degradação, aliada à ignorância e à visível desinformação desse imenso contingente de analfabetos letrados, é que pode ser fatal para o País e levá-lo a situações irreversíveis de atraso e miséria.
Apenas um exemplo simples de ignorância e desinformação, entre milhares e milhares de outros exemplos muito piores: dia de Natal, ambiente de fraternidade, solidariedade entre as pessoas e "otras cositas e milongas" do gênero, um amigo - desses bem posicionado na vida, tido como tendo bom conhecimento acadêmico, bom pai de família, cheio de boas intenções - dispara uma imagem de uma enxada roçando o mato com os dizeres de que aquilo, "há cerca de 40 anos era uma excelente Bolsa Família" e que sustentava e alimentava muita gente.
Ora, além de desconhecer totalmente as condições medievais, insalubres e cruéis em que vive o pai de família que trabalha na roça, desconhece ainda um mínimo de economia e de sociologia para endossar tal afirmativa de forma tão leviana. E o mais espantoso: revela claramente uma face desumana, insensível e totalmente contrária ao que este mesmo amigo apregoa em seus relacionamentos pessoais.
Isto é assustador e pode nos levar ao fundo do poço, porque este tipo de ignorância e desinformação é encontrado em parcela significativa de nossa sociedade e, o que é pior, mesmo não sendo o caso do amigo citado, é que vem ancorado numa dose cavalar de falta de ética e de moral e, portanto, de muita má intenção para com os mais desassistidos e para com os que mais precisam de políticas públicas que garantam um futuro promissor para todo o País.
Não sei como, esse pessoal todo imagina um País seguro, saudável e próspero com um nível de exclusão social altíssimo como o do Brasil.
Ou, quem sabe?, estão esperando que o próximo Papai Noel traga segurança, educação e saúde em seu trenó. Não entendem que, do jeito como agem, mesmo se Papai Noel existisse e pudesse trazer, seria abatido, por eles mesmos, antes de cruzar a fronteira.
Conclusão: a miséria crônica tem cura, basta um Estado Social atuante, mas a miséria é perpetuada pela atuação da própria sociedade, principalmente quando o Estado é fascista ditatorial.

A neta de Zuenir

Minha neta Alice, de cinco anos e meio, disse que as duas únicas pessoas famosas na família são ela e o avô. “Mas meu avô só é famoso porque fala de mim”. Ela sabe das coisas.

Zuenir Ventura é jornalista.

http://jornalggn.com.br/noticia/o-risco-de-saturar-por-zuenir-ventura

Mortes bizarras na Grécia Antiga

  1. O filósofo grego Empédocles acreditava que não era humano, mas que era um deus grego. Para provar isto aos céticos, ele prometeu saltar em um vulcão e voltar ileso. Mas ele só conseguiu cumprir a primeira metade de sua promessa.
  2. Ésquilo, o pai da tragédia grega, morreu quando uma águia que voava confundiu a sua careca com uma pedra. A águia, numa tentativa de quebrar o casco de uma tartaruga que levava, arremessou o quelônio sobre a sua cabeça.
  3. Diz-se que Chrysippus, um grego de vida estoica, morreu em 203 a.C. de um ataque de riso causado por um burro bêbado que tentava comer figos.
Fonte: Neatorama

28 dezembro, 2016

RIP, Canales

O texano Leonso Canales liderou um movimento em seu país para substituir "hell" (inferno) por "heaven" (céu) na palavra "hello". Para ele, diabos, esta saudação que cheirava a enxofre deveria ser mudada para "heaven-o".

Foi uma campanha de décadas. E Canales faleceu em 2014 sem ver o sonho de sua vida realizado.
N. do E.
Não há nenhuma ligação etimológica entre "hell" e "hello".

Hello, Canales

A confiança é tudo!

Alguns professores de uma faculdade de engenharia foram convidados a entrar em um avião.
Após todos se acomodarem nos assentos, eles foram informados de que o avião havia sido construído por seus alunos.
Os professores se levantaram e correram desesperadamente para fora do avião.
Somente um deles continuou sentado em seu lugar. Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:
"Sei da capacidade dos meus alunos e, se foram eles que construíram este avião, tenho total confiança de que não vai dar nem a partida…"
(fazendo a ronda na internet)

Bon mot
Confiança é como borracha. Fica menor a cada erro cometido.

27 dezembro, 2016

Acidente no show dos crocodilos

Durante um espetáculo no Samphram Crocodile Farm, em Banguecoque, Tailândia, houve um acidente terrível quando um homem enfiava a mão na garganta de um enorme crocodilo..
Uma câmera registrou toda a cena.


A temerária pesca de piranhas

O grande "trollador"

J. P Cuenca, The Intercept_Brasil
O sorriso forçado causado pela contração involuntária dos músculos faciais chama-se ríctus. Nada que não seja familiar, temos visto bastante essa expressão facial cretina. Ela pode aparecer em cadáveres, em doentes de tétano, nas vítimas do gás do riso criado pelo vilão Coringa e em presidentes ilegítimos. Esse riso postiço, que faz as extremidades da boca levantarem-se num arco perverso, é chamado desde a antiguidade de "sorriso sardônico".
Vale ir à origem da expressão, criada por Homero no século VIII A.C. Ele contava a história de um povoado fenício na ilha da Sardenha cujos habitantes mais velhos, sem condições de se sustentar, eram assassinados com uma poção da planta Oenanthe crocata. (Ainda não era possível emplacar uma reforma da previdência como hoje planeja o governo.) Conhecida por "nabo do diabo", a erva da Sardenha tem folha semelhante à salsa e é extremamente tóxica – sua natureza exata é uma uma descoberta científica recente, de 2009. Os envenenados por ela apresentam o mesmo sorriso bizarro e irônico no rosto, daí a descrição do poeta grego.
A palavra "sardônico", para a tristeza dos habitantes da bela ilha italiana, ficou assim associada a sarcasmo, zombaria e malícia. Ao longo da história da arte, a humanidade tentou representar o mesmo sorriso espasmódico em caricaturas grotescas (penso na fase negra de Goya ou em alguns detalhes infernais de Bosch) e, em todo o esplendor de sua ambiguidade, em obras como a "Mona Lisa" e a "Dama com arminho" de Leonardo.
Mas é cerca de 2.800 anos depois da invenção do termo que o riso sardônico ganha sua forma definitiva ao retratar um personagem onipresente: o trollador da internet. Criada pelo artista Carlos Ramirez em 2008, a imagem do trollface virou um hit instantâneo. A estética de MS Paint e seu traço grosseiro e infantil foram no nervo do zeitgeist da zoeira – quando cada um é um assediador moral em potencial projetando seus traços sociopatas via internet, milhões se sentiram representados pelo bonequinho sacana e seu sorriso de desprezo.

26 dezembro, 2016

O menor boneco nanofabricado do mundo

Um boneco "de neve" realmente minúsculo foi criado usando três microesferas de sílica, um rosto esculpido com um feixe de íons, e com braços e nariz de platina. Tendo menos de 3 micra de altura, este"snowman" foi fabricado na Western University, em Ontário, Canadá, utilizando litografia por feixe de elétrons.

http://nanofabrication.tumblr.com



A busca ativa de vida extraterrestre


Tentar entrar em contato com hipotéticas civilizações extraterrestres, através do envio de transmissões de rádio ao espaço, é imprudente, não científico, antiético e potencialmente catastrófico. Assim, sem rodeios, é como um grupo de astrônomos do SETI (Search for ExtraTerrestrial Intelligence at UC Berkeley) diverge de seus colegas que se dedicam a buscar contato com civilizações extraterrestres,
O debate destaca um cisma crescente entre dois ramos da SETI.
De um lado estão os astrônomos que realizam a busca ativa de civilizações extraterrestres. Para isso, defendem o envio de mensagens de rádio para o espaço exterior, a fim de estabelecer contato com alguma hipotética civilização alienígena.
Até agora, a busca passiva de vida extraterrestre não conseguiu encontrar qualquer evidência científica.
Do outro, estão aqueles que argumentam que o fato de buscar ativamente  uma espécie alienígena cientificamente superior, com a ideia de que ela será benevolente e moralmente inclinada a ajudar a humanidade em nossos problemas, trata-se de uma suposição infantil e muito perigosa. Se a história do nosso próprio planeta nos ensinou alguma coisa, é que, quando uma civilização tecnologicamente superior entra em contato com uma forma mais primitiva de civilização, a segunda geralmente é subjugada ou exterminada.

O sexo consentido com aliens |  Como ocultar o nosso planeta dos aliens

25 dezembro, 2016

O tempo voa [cada vez mais]

Fez parecer que o último ano foi mais curto do que o anterior?
É que a percepção do tempo pelo cérebro também muda à medida que alguém envelhece, fazendo parecer que o tempo esteja passando cada vez mais rápido.
Esta linha do tempo interativa, de Maximilian Kiener, com base em uma teoria do filósofo Paul Janet, permite que, ao rolar o seu mouse, você entenda o conceito de comparar o tempo relativo com o tempo absoluto.
Em outras palavras, quanto mais tempo você está vivo, menor se torna um ano com relação a sua vida. Por exemplo, quando você tem 5 anos, um ano é 20 por cento de sua vida. No entanto, quando você tem 50, um ano é apenas 2 por cento.
Portanto, se o seu tempo parece estar passando mais rápido do que costumava passar, você não está louco, está apenas ficando mais velho. Aproveite cada bom momento que você puder porque há uma boa chance de que esses momentos também passem rapidamente.

Um astro do barulho

Se pudéssemos ouvir o som emitido pelo Sol, viveríamos sob um ruído contínuo que, após haver percorrido 150 milhões de quilômetros, chegaria a nosso planeta com a intensidade de 100 dB.
Para fim de comparação, equivaleria a ouvirmos continuamente o som de uma broca elétrica.
A situação lembraria muito aquela do "Planeta do Sol Berrante", com Rick e Morty.


(O Sol berra por que está sendo queimado vivo?)

Por sorte, o som não se propaga no vácuo.

24 dezembro, 2016

Contos de fadas NRA e Papai Noel

Contos de fadas reescritos com mais armas e menos derramamento de sangue
A introdução de armas no mundo dos irmãos Grimm reduz drasticamente as taxas de mortalidade, de acordo com um estudo - bem, OK, de acordo com um par de histórias publicadas pela NRA.
Até agora, existem apenas dois pontos de dados. E eles são imaginários. Mas a linha de tendência é clara: Nos contos de fadas reimaginadas da NRA, colocando rifles nas mãos de crianças cria-se um mundo mais seguro.
Tomem, por exemplo, Little Red Riding Hood. Na versão original, uma menina e sua avó são ambas devoradas pelo lobo. Um lenhador com um machado mata o lobo e rasga-o salvando as duas mulheres.
Na reescrita da NRA , Red passeia pelo bosque com um rifle nas mãos, afastando o lobo ao longo do caminho. E na casa da avó, a situação foi concluída, sem uma única bala disparada.
"O lobo se inclinou, com as mandíbulas bem abertas, em seguida, parou de repente. Aqueles grandes ouvidos ouviram o som inconfundível da segurança de uma arma sendo engatilhada. Aqueles grandes olhos olharam para baixo e viram que a avó tinha um scattergun apontado diretamente para ele. Ele percebeu que a avó não tinha sido afastando dele, ela vinha em direção a ele, com espingarda em punho para proteger a si mesma e sua casa."
"'Eu não acho que eu vou ser comida hoje", disse a avó, "e você não vai estar comendo alguém de novo". A avó manteve a arma apontada para o lobo, que estava com muito medo de se mexer. Em pouco tempo, ele ouviu uma voz familiar "Vovó, eu estou aqui!" Red espreitou a cabeça na porta. O lobo não podia acreditar em tanto azar. Oh, como ele odiava quando as famílias aprenderam a se proteger!
O lobo é levado pelo caçador a um fim indefinido, mas desagradável.
A série NRA tem inspirado algumas críticas, como o Washington Post observou : grupos de defesa do controle de armas criticaram-lo para o avanço da cultura da arma.
Mas a NRA é bastante clara sobre a sua própria intenção: As histórias são com etiquetas "Fun Friday" e "Just for fun" no site.
http://www.npr.org/sections/thetwo-way/2016/03/25/471726704/nra-rewrites-fairy-tales-with-more-firearms-less-bloodshed
http://www.nrafamily.org/
http://www.nrafamily.org/articles/2016/1/13/little-red-riding-hood-has-a-gun/ (c/ imagem)

Se cuida Papai Noel
Isso me fez pensar:
É muita tolice da parte de Papai Noel.
Viajar à noite, carregando esses bens tão valiosos... Principalmente sabendo que tem de passar por certas regiões frequentadas por caçadores de cervos.
Não sei como ele ainda está vivo.

No Acta
por Luis Cláudio Correia (*)
Papai Noel baseado em evidências
Publicado In: Medicina Baseada em Evidências, 24/12/2015
Na verdade, todo mundo acredita em Papai Noel, mesmo aqueles que fingem não acreditar.
Feliz Natal a todos.
(*) Luis Cláudio Correia é Professor Livre Docente em Cardiologia, Doutor em Medicina e Saúde e Professor Adjunto da Escola Bahiana de Medicina

No EM
por Fernando Gurgel
Hõ, hô, hô - A lenda de Papai Noel
Data da publicação: 21/12/2015

Os 7 Perpétuos no Natal

por Marcelo Naranjo

  1. Panetone
  2. Peru
  3. Pernil
  4. Passas
  5. Papai Noel
  6. Parentes
  7. Pavê (ou Pacumê)

N. do E.
Os Perpétuos (Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio) são um grupo de seres que personificam vários aspectos do universo na série de história em quadrinhos Sandman, de Neil Gaiman. Eles existem desde a aurora dos tempos e acredita-se que estão entre as criaturas mais poderosas (ou, pelo menos, influentes) do universo Sandman, desempenhando papel central ao longo da história, em que Sonho é o protagonista.
Os Perpétuos são uma família pouco convencional de sete irmãos. Em suas formas mais comuns, todos têm a pele branca (apesar de Destruição, Delírio e Destino serem bem menos pálidos que os outros) e a maioria tem cabelos negros, mas as aparências e personalidades variam bastante. Eles têm algum controle sobre os conceitos que representam mas, da mesma forma que os deuses retratados em Sandman, também são modelados a partir de expectativas e crenças subconscientes dos seres humanos. Em particular, a aparência de Sonho varia bastante, dependendo do observador.
Embora seja perdida na tradução em português, há uma aliteração interessante nos nomes da família dos Perpétuos: todos eles, no inglês original, começam com "D" (Destiny, Death, Dream, Destruction, Desire, Despair, Delirium/Delight). Existe inclusive a suspeita de que outros conceitos importantes, como Tempo, tenham ficado de fora da lista dos Perpétuos por não haver nenhuma palavra equivalente (em inglês) com "D" inicial. WIKIPÉDIA

23 dezembro, 2016

A armação de Mae

Em 1934, depois de receber cartas com extorsão, chantagem e ameaças de sequestro, Mae West aprendeu a manejar uma Tommy. Tinha fotos tiradas de si mesma para provar isso.

"Machine Gun" Mae: "Isso é uma pistola em seu bolso, ou só está feliz em me ver?" 

A armação funcionou, e as cartas ameaçadoras pararam de chegar.
Bem, por precaução, o FBI designou guarda-costas para acompanhá-la durante algum tempo.

Citações de Mae West: 1 e 2

Última linha, última gota

Victor Hugo escreveu "O Corcunda de Notre-Dame" sob enorme pressão financeira, deixando a sua mesa apenas para comer ou dormir.
Finalmente, sua filha Adèle escreveu:
"Em 14 de janeiro, o romance terminou. E o frasco de tinta que Victor Hugo comprou ao iniciar a obra terminou junto; ele chegou, no mesmo momento, à última linha e à última gota."
Ler também: Nenhum dia sem uma linha

22 dezembro, 2016

Pedro Pintor

Em 1964, o jornalista sueco Åke Axelsson pagou um tratador de zoológico para dar pincel e tintas a um chimpanzé de 4 anos chamado Peter. Então, ele escolheu as melhores pinturas de Peter e exibiu-as na Gallerie Christinae, em Gotemburgo, Suécia, dizendo que elas eram obras de um artista francês, até então desconhecido, chamado Pierre Brassau.
O crítico de arte Rolf Anderberg, do Göteborgs-Posten, assim escreveu:
"Brassau pinta com movimentos poderosos, mas também com determinação clara. Suas pinceladas são de uma furiosa meticulosidade. Pierre é um artista que produz com a delicadeza de um bailarino."
Após Axelsson revelar a farsa, e Anderberg sustentou que os trabalhos de Peter eram "ainda as melhores pinturas da exposição".

Foto: Peter (aka "Pierre Brassau"), em 1964. In: Wikipedia

Os cigarros de cravo da Indonésia

Os kreteks são cigarros aromatizados e também conhecidos como cigarros de Bali, devido à origem da Indonésia.
Diferenciam-se do cigarro comum pela adição de 30-40% de cravo à mistura de tabaco. Quando esse cigarro é fumado, a queima do cravo produz um som característico ("crec-crec") que deu origem ao nome.
Os cigarros do tipo kreteks produzem teores de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono maiores que os cigarros comuns. A queima do cravo também produz diversos compostos tóxicos. Além disso, o eugenol, que é um composto muito presente no cravo, possui um efeito anestésico, que faz com que o fumante inale mais profundamente a fumaça. E por isso, causam danos graves à saúde. Diversos estudos científicos tem demonstrado que a incidência de câncer é maior nos fumantes de kreteks do que nos fumantes regulares.
Fumantes de kreteks tem também risco maior de desenvolver asma e infecções respiratórias que fumantes de cigarros convencionais. Como o cravo contem grande quantidade do composto eugenol, que tem um efeito anestésico, os fumantes tendem a aspirar maior quantidade de fumaça.
Referências Bibliográficas
1.HEALTH CANADA. Clove and Herbal Cigarettes. Disponível em: http://www.hc-sc.gc.ca/hecs-sesc/tobacco/prof/cessation_ program/other_opt_en.html#10.
2.MALSON, JL, et. all. (2003). Clove cigarette smoking: biochemical, physiological and subjective effects. Pharmacol Biochem Behav. 2003:74;739–745.
3.HEALTH CANADA. Clove and Herbal Cigarettes. Disponível em: http://www.hc-sc.gc.ca/hecs-sesc/tobacco/prof/cessation_program/other_opt_en.html#10
4.AMERICAN CANCER SOCITY. The Tobacco Atlas. Disponível em: http://www.tobaccoatlas.org/typesoftobacco.html
5.LAVOIE, E.J. (1989). Toxicity Studies on Clove Cigarrete Smoke and Constituens of Clove: Determination of the LD50 of Eugenol by intratracheal Instillation in Rats and Hamsters. . Archieves of Toxicology 63:1-6, 1989.
6.CLARK, G.C. (1989). "Comparasion of kretek (clove cigarette) smoke with that of American cigarrete smoke", Archives of Toxicology 63:1-6. Disponível em: http://www.gethealthyclarkcounty.org/tobacco/bidis-kreteks.html

Vídeo

21 dezembro, 2016

Palavras ao vento

Três pilares importantes da estrutura social brasileira, construída com muito sacrifício, têm sido debatidos de forma estéril, talvez por utilizarem argumentos intencionalmente deturpados. Para mim, esses três pitares são as estruturas: política, tributária e previdenciária.
Não precisamos falar de educação, saúde e segurança porque, resolvida a equação estrutural acima, esses outros três pilares saem automaticamente fortalecidos, desde que as necessárias reformas política, tributária e previdenciária sejam feitas de forma a evitar TODAS as distorções que hoje corroem suas bases.
Mas, dentro deste contexto de debate distorcido, onde parece prevalecer o "precisamos fazer alguma coisa" dentro de um espírito de "mudar tudo para que tudo permaneça como está" vemos propostas que afetam apenas a parte mais frágil da sociedade, justamente aquela que deveria ter seus direitos defendidos de forma mais firme pelos que se dizem "seus representantes".
Mas essas frases/pensamentos são recorrentes desde a Independência, passando pela Lei Áurea, Proclamação da República até chegarmos à Ditadura de 1964. E desaguam sempre no mesmo mar de sofrimento dos trabalhadores e dos cidadãos que precisam do amparo social que lhes é devido legalmente e que lhes é negado todo dia, toda hora, todo segundo, em todas as instâncias mantidas com a suada contribuição da mesma sociedade que é desassistida sistematicamente.
Então, o que esperar? Tomem nota: reforma política que atendam aos interesses das classes dominantes; reforma tributária que penalize o contribuinte assalariado em benefício dos rentistas; e, reforma previdenciária apenas para fazer caixa às custas do trabalhador, seja ele da iniciativa privada ou servidor público.
E, se puderem, Feliz 2017 pra vocês também.

Fernando Gurgel Filho

Quanto custa uma pérola de sururu?

Respondendo a uma pergunta de Kaka Andrade.
Kaka,
A pérola sempre foi muito apreciada ao longo da história da humanidade.
Um exemplo disso foi o fato de que, no apogeu do Império Romano, quando a febre das pérolas estava no auge, Júlio César, conhecido por suas conquistas amorosas, ofereceu a Servília Cepião uma pérola no valor de seis milhões de sestércios.
Uma pérola de ostra, Kaka. Irritada com um cisco na algibeira, uma ostra gerou aquela pérola maravilhosa para Servília Cepião.
Fosse uma pérola de sururu não teria aberto o caminho do sucesso para Júlio César. Nem as pernas da cortesã.
Quem foi Servilia Cepião
Servília Cepião foi uma patrícia romana, [carece de fontes] descendente de Caio Servílio Ahala, [carece de fontes] amante de Júlio César, esposa de Décimo Júnio Silano [carece de fontes] e de Marco Júnio Bruto, o Velho, [carece de fontes] com quem teve Bruto. [carece de fontes],
Ela era também irmã de Quinto Servílio Cepião [carece de fontes] e meio-irmã de Marco Pórcio Catão Uticense (Catão, o Jovem) [carece de fontes] e Pórcia Catão. [carece de fontes]
Sua filha, [carece de fontes] Júnia Segunda, meio-irmã de Bruto, foi casada com o triúnviro Lépido [carece de fontes], com quem teve um filho, Marco Emílio Lépido Menor, [carece de fontes] executado por planejar o assassinato de Otaviano. [carece de fontes]
Outra filha, [carece de fontes] Júnia Tércia, meio-irmã de Marco Júnio Bruto [carece de fontes] e sobrinha de Catão, o Jovem, casou-se com o senador Caio Cássio Longino. [carece de fontes]
Marco Júnio Bruto e Caio Cássio Longino foram os assassinos [não carece de fontes] de Júlio César.