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27 janeiro, 2023

O artigo menos visto na Wikipédia

Colin Morris fez uma busca do artigo menos visto na Wikipedia. Como as estatísticas são públicas, é fácil saber quais são os temas mais populares, mas o extremo oposto não é tão trivial.
Eliminando as "páginas de desambiguação", que não são artigos em si, o resultado foi de cerca de seis páginas com pouquíssimas visitas por ano (entre 7 e 9). Mas ele percebeu que algumas dessas visitas podem vir do link "página aleatória".
Eliminando ao máximo esse efeito, ele conseguiu descartar mais algumas páginas, de modo que sua conclusão foi que as páginas menos populares da Wikipedia, medidas em «visitas humanas» são:
  • Trichromia phaeocrota
  • Opharus corticea
A primeira é uma espécie de mariposa e a segunda é uma espécie de mariposa. Portanto, a conclusão pode ser a de que as mariposas não são muito populares na Wikipedia.
(https://www.microsiervos.com/archivo/internet/articulos-menos-populares-wikipedia-pagina-aleatoria.html)

Prestigie "As Mariposas":


15 julho, 2020

Nunca perca seus óculos!

Certa vez, tive a súbita sensação de não estar com os óculos no rosto. Então, comecei a procurá-los nos bolsos, no cavalete do quadro-negro, na mesa do projetor de slides...
(Estava dando uma palestra para médicos e enfermeiros do PSF.)
Notando a aflição, um dos ouvintes me avisou:
- Estão na testa, professor.
De fato, estavam, e dei a busca por encerrada.

(pensando) Há um jeito de se precaver.

Obs. A imagem é só ilustrativa.

05 março, 2020

Procurando Nessie - 2

Cientistas mapeiam o bioma do Lago Ness e chegam a nova teoria sobre "monstro"
É um mistério que perdura. O que exatamente se encontra sob as águas turvas do Lago Ness?
Os avistamentos de Nessie remontam a centenas de anos - mas até agora nenhuma explicação definitiva foi encontrada. Uma equipe de cientistas, liderada pela Universidade Otago da Nova Zelândia, vem testando amostras de água e coletando DNA ambiental de todas as formas de vida no lago, incluindo plantas, insetos, peixes e mamíferos.
Professor Eric Verspoor, University of the Highlands and Islands:
Você basicamente pega um litro ou dois de água e o filtra, e o material filtrado será o DNA. E usando esse DNA, você pode sequenciá-lo. E com base na sequência, identifica os tipos de organismos que estão presentes na água.
A mídia mundial se reuniu no lado do lago para ouvir exatamente o que encontraram
Professor Neil Gemmell, Universidade de Otago:
Essa idéia de um réptil gigante e extinto... Bem, não encontramos nenhum DNA reptiliano, então não achamos que isso pareça muito plausível com base nas amostras e nas análises que realizamos. E também procuramos outra idéia, que é uma enguia gigante. Bem, não sabemos se as enguias são gigantes ou não, mas certamente encontramos uma enorme quantidade de DNA de enguias. Eu acho, muito mais do que eu esperava.
Mas, Steve Feltham, o caçador de Nessie de longa data, não está convencido pelas notícias:.
Enguias em Loch Ness? Pessoalmente, acho que um garoto de 12 anos poderia lhe dizer isso. Pode haver algumas enguias enormes lá - essa poderia ser a explicação. Mas dizer "encontramos evidências de enguias" é como dizer "encontramos evidências de peixes em um lago escocês". Bem feito!
O mistério no Lago, no entanto, permanece. 
Mais de 20% do DNA encontrado não foi identificado - o que significa que a busca por Nessie continua.


Procurando Nessie - 1

26 outubro, 2019

Drones em operações de busca e salvamento

Ethan Haus, de 6 anos, e seu cachorro, Remington, se perderam enquanto brincavam do lado de fora de sua casa, perto de Elk River, Minnesota. Policiais e 600 voluntários começaram a procurá-lo.
Entre eles, estava Steve Fines, um operador comercial de drones. Ele usou um de seus drones equipados com um sensor de calor para procurar o garoto. Fines encontrou-o deitado em um milharal com seu cachorro, a 1,6 km de casa, quando a temperatura da noite já caía para -1 ºC.


Esta não é a primeira vez que um drone apresenta valor inestimável em operações de busca e salvamento - - vimos outros ajudarem a salvar nadadores, vítimas de terremotos e montanhistas perdidos.

03 março, 2019

A busca ativa da vida extraterrestre - 3

Em 1950, o físico Enrico Fermi levantou uma questão que permanece sem resposta: se a probabilidade de vida inteligente no universo é tão alta, por que ainda não a encontramos? De todas as respostas a esse paradoxo, o oferecido por este novo estudo não é apenas o melhor. Também é encorajador.
A explicação dada pelo astrônomo Shubham Kanodia e seus colegas da Penn State University nos Estados Unidos é baseada em dados puros e duros, e esses dados oferecem uma conclusão difícil de refutar: não encontramos extraterrestres simplesmente porque não procuramos o suficiente. Na verdade, mal procuramos por qualquer coisa.
Para testar essa resposta, Kanodia e sua equipe analisaram 60 anos de busca malsucedida por sinais no programa SETI. Em seguida, eles estabeleceram parâmetros de frequência, largura de banda, potência, origem, repetição, polarização e modulação. As características, em resumo, permitiriam confirmar que um sinal de rádio tem origem extraterrestre e não é o simples capricho de um pulsar.
Buscamos vida inteligente em uma esfera de 33.000 anos-luz de diâmetro centrada na Terra. Basicamente, essa esfera compreende o coração da Via Láctea e vários aglomerados globulares vizinhos.
Depois de analisar a parte do universo observável estudada no programa SETI, os pesquisadores fizeram um cálculo matemático simples. Nós exploramos os 0,00000000000000058% do volume total dessa esfera.
Para pôr isto em comparação, é equivalente a estudar o conteúdo de uma banheira de água do mar comparado a toda a água no planeta. Saltando para o chão, supostamente foi explorada apenas um pedaço de 5 x 5 cm da superfície da Terra.
Kanodia explica que os instrumentos modernos com os quais rastreamos o cosmos em busca de sinais extraterrestres estão se tornando mais poderosos e mais rápidos. Apenas 150 minutos do radiotelescópio Murchinson Widefield Array já representam uma grande parte da porcentagem explorada em comparação com os 60 anos anteriores.


#1 e #2 da série

11 dezembro, 2018

A busca de um esquivo planeta

Em janeiro de 2016, os astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown publicaram um artigo em que apresentavam a teoria de que deveria haver um nono planeta no sistema solar. Seria um planeta com um tamanho semelhante ao de Netuno, umas 10 vezes a massa da Terra e que percorre uma órbita enormemente ovalada de 10.000 a 20.000 anos.
Estaria a uma distância média 20 vezes maior do Sol que a de Netuno, atingindo um mínimo de 300 unidades astronômicas (UA) do Sol e um máximo de 1.000. Cada UA equivale a 150 milhões de quilômetros.
Mas, apesar desse estudo estar apoiado em dados e raciocínio consistentes, ninguém viu esse planeta até agora. Isto também não é surpreendente, porque além do fato de que o céu é muito grande, seu brilho pode ser até 25.000 vezes menor que o de Plutão, quando o planetaoculto está em sua órbita na parte mais distante do Sol.
No entanto, Batygin e Brown foram capazes de determinar que, atualmente, o planeta 9 deve estar em uma área do céu entre as constelações de Órion e Touro, e é lá que eles estão tentando localizá-lo. O problema é que, mesmo reduzindo o campo de busca à área do céu entre as duas constelações, a quantidade de céu sob investigação é ainda enorme. E telescópios, como o Hubble ou o Keck, não deram conta do tal desafio.
Sai o 9, entra o 9
Desde 2007, Batygin e Brown usam o telescópio Subaru, no Havaí, para tentar encontrar o planeta 9. Seria irônico que os autores do estudo sobre a existência do nono planeta fossem exatamente os seus descobridores. Mike Brown, um dos autores, foi também o descobridor de Eris, o planeta anão que fez Plutão perdeu o status de nono planeta do sistema solar.
[https://www.microsiervos.com/archivo/ciencia/complicada-busqueda-planeta-9.html]

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10/12/2018 - Em tempo
A NASA anunciou hoje (10) que a Voyager 2 ultrapassou a heliopausa, a última fronteira na qual os ventos solares do nosso Sol ainda têm algum efeito importante no espaço. Essa é a segunda vez na história da humanidade em que um objeto feito pela espécie humana cruzou essa fronteira. A primeira foi em 2012, quando a Voyager 1 concluiu o mesmo feito.
Dentro da heliosfera, os ventos solares da nossa estrela são praticamente onipresentes e impedem grande parte das partículas externas entrarem no nosso sistema. Mais distante do Sol, a influência desses ventos diminui e partículas subatômicas conhecidas como raios cósmicos começam a dominar o espaço.
A barreira entre a influência dos ventos solares e os raios cósmicos, a heliopausa, foi ultrapassada pela Voyager 2 no dia 5 de novembro. Contudo, por conta da distância da Terra, só foi possível confirmar essa marca mais recentemente considerado a demora nas comunicações.
As Sondas Voyager tiveram um importante papel em observar vários planetas mais distantes da Terra e, agora, partem para a fronteira do Sistema Solar. Apesar de terem atravessado a barreira da heliopausa, a última fronteira só deve ser alcançada em cerca de 300 anos.
Essa barreira é onde orbitam objetos como cometas e outros elementos cósmicos, chamada de “Nuvem Oort”. Para ultrapassar totalmente essa nuvem, as Voyager 1 e 2 levaria mais 30 mil anos. Estima-se, contudo, que os aparelhos estarão funcionais por apenas mais 10 anos.
As sondas também carregam discos dourados, criados pela NASA como mensagens da humanidade para outras possíveis cavilações extraterrestre decifrarem.
[https://www.tecmundo.com.br/ciencia/137020-voyager-2-segundo-objeto-humano-entrar-espaco-interestelar.htm]

16 junho, 2018

Dicas contra notícias falsas

  1. Busque a fonte original
  2. Cruze com outras fontes: muitos casos já foram desmentidos
  3. Se a notícia não tem fonte, não repasse
  4. Cheque a data: a "novidade" pode ser antiga
  5. Pesquise a credibilidade de quem publicou
  6. Desconfie de adjetivos demais
  7. Vá além da manchete: leia a notícia inteira.
  8. Faça uma busca reversa da imagem
  9. Acesse os sites que encontram boatos
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Como fazer a busca reversa de imagem usando o Google: Passo 1. Visite o site do Google Imagens e clique no ícone da máquina fotográfica. Passo 2. Escolha entre indicar o endereço da imagem na internet ou enviar a própria imagem para o Google. Passo 3. Fazendo isso o Google retornará resultados na web que sejam ligados à imagem, assim como imagens similares que foram inseridas em outros sites. Passo 4. O Google também indica páginas que utilizam a mesma imagem. http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/12/como-fazer-uma-busca-reversa-por-imagens-usando-o-google-e-o-tineye.html
C.Q.D. Ler também: Fake news

15 agosto, 2017

À la Google

O que não mata 
... engorda
... me fortalece
... ensina
... vira piada
... ainda não terminou


Googleando

14 janeiro, 2017

Ache a música

Gosta de ouvir músicas na internet? Então, conheça o MusicSmasher.
Instruções
Via TudoPorEmail
É muito simples. Embora esteja em língua inglesa, o site tem uma interface muito limpa e simples em que qualquer um pode navegar. Basta clicar no campo branco de busca, logo abaixo de "Find Any Song" (Ache Qualquer Música), e apertar a tecla Enter do teclado.
Você pode procurar por músicas e por artistas nacionais e internacionais. MusicSmasher é tão bom que você certamente vai querer adicioná-los em seus favoritos para ouvir músicas em poucos cliques.
O site faz uma busca por diversos serviços de música e sites, como o SoundCloud e o bom e conhecido YouTube.
Dica de Jaime Nogueira

26 dezembro, 2016

A busca ativa de vida extraterrestre


Tentar entrar em contato com hipotéticas civilizações extraterrestres, através do envio de transmissões de rádio ao espaço, é imprudente, não científico, antiético e potencialmente catastrófico. Assim, sem rodeios, é como um grupo de astrônomos do SETI (Search for ExtraTerrestrial Intelligence at UC Berkeley) diverge de seus colegas que se dedicam a buscar contato com civilizações extraterrestres,
O debate destaca um cisma crescente entre dois ramos da SETI.
De um lado estão os astrônomos que realizam a busca ativa de civilizações extraterrestres. Para isso, defendem o envio de mensagens de rádio para o espaço exterior, a fim de estabelecer contato com alguma hipotética civilização alienígena.
Até agora, a busca passiva de vida extraterrestre não conseguiu encontrar qualquer evidência científica.
Do outro, estão aqueles que argumentam que o fato de buscar ativamente  uma espécie alienígena cientificamente superior, com a ideia de que ela será benevolente e moralmente inclinada a ajudar a humanidade em nossos problemas, trata-se de uma suposição infantil e muito perigosa. Se a história do nosso próprio planeta nos ensinou alguma coisa, é que, quando uma civilização tecnologicamente superior entra em contato com uma forma mais primitiva de civilização, a segunda geralmente é subjugada ou exterminada.

O sexo consentido com aliens |  Como ocultar o nosso planeta dos aliens

09 fevereiro, 2016

O buscador dos Simpsons

Das profundezas da internet chega esta espécie de «Google dos Simpsons» chamado Frinkiac.
No total, o buscador armazena cerca de três milhões de fotogramas de todas as temporadas destes populares personagens, adequadamente associados com palavras descritivas que possibilitam a busca por texto: nomes de personagens, frases, objetos e outros termos.
Por exemplo: d'oh.


O Frinkiac funciona também como um gerador de meme.

02 outubro, 2012

Googlemania - 2

Hoje, eu tentava me lembrar de algo que estaria em um dos livros que eu escrevi. Mas não conseguia sequer me lembrar em que livro estava, muito menos em que capítulo... Eu tentei algumas buscas em minhas pastas no computador, que, não dando resultado, me fizeram pensar em desistir. Então, eu fiz uma pesquisa no Google e, cinco segundos depois, encontrei o que eu procurava. Graças a uma cópia pirata do meu livro, publicada na internet.
John Walkenbach

Googlemania - 1 e As preocupações segundo a idade

07/10/2012 - Atualizando...
Cualquiera que vea un precio de 17 € por un ebook tecleará el nombre en Google y lo tendrá antes y gratis… En fin.

16 fevereiro, 2011

Busque no Busk

Busk é uma nova rede social, que permite os usuários buscar e colecionar notícias de qualquer parte do mundo. Os resultados são mostrados em ordem cronológica, e com apenas um clique, você favorita o link escolhido.
Depois de adicionado à sua página, as notícias são classificadas em categorias, e podem ser visualizadas através de uma nuvem de tags e um gráfico interativo.
Além disso, você pode seguir outros usuários e compartilhar seu conteúdo. Alguns sites, como o Nadave.net (fonte desta informação), têm páginas personalizadas, onde os usuários podem procurar suas notícias preferidas.

27 junho, 2007

Busca e... apreensão

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- Estamos realmente no lugar certo do cemitério?
- Sim, esta é a ala dos eletricistas caseiros.