12 setembro, 2013

Cerque o gato

O objetivo deste jogo de estratégia é simples, porém difícil de vencer. Consiste em cercar o gato com círculos verde-escuros. Cada vez que você clica em um círculo verde-claro, o gato pula.
Você consegue cercá-lo antes que ele pule fora do campo?
Aviso: ele é um gato esperto.

jogo online

A coruja sob plumas


O corpo real de uma coruja é muito, muito menor do que o que parece - com a respectiva cobertura de penas. Quando adulta, uma coruja pesa entre 700 e 1.800 gramas.
E a forma da ave se parece com a de um abutre ou algo parecido.
Quem teria pensado nisso?
Moral
Cada bela coruja esconde um feio urubu.

Bônus
O Hungover Owls é um site especializado em fotografias de corujas. Algumas delas com o ar tão sonolento que parecem ter virado o dia anterior numa balada.
Owling - um comportamento que não deve ser esquecido.

11 setembro, 2013

Dinheiro da pinga para professores no Brasil Colonial

Cá para nós, a cachaça tem tudo a ver com a cultura brasileira, mas ela também já teve a ver com a Educação. Vejam vocês: por volta de 1752, Portugal, flertando com ideias iluministas, decidiu diminuir a influência da Igreja Católica nas decisões políticas e expulsou do território tupiniquim a Companhia de Jesus do Brasil.
Se por um lado a coroa portuguesa teria mais autonomia, por outro, ela arranjou um problemão para a cabeça: os jesuítas cuidavam de quase todos os colégios brasileiros.
O que fazer, ora pois? Portugal, então, instituiu a educação pública: escolas passariam a ser geridas pela coroa. Mas, desde aquela época, já se sabia: não há educação sem professor. Eles precisariam ser contratados e, claro, pagos pelo serviço.
E é aí que entra a cachaça na história! Não, Dom José I não passou a beber desenfreadamente para esquecer esse problema! Nem os professores, sem salário, preferiram o pileque para não se lembrarem da falta de grana.
Para conseguir pagar o salário dos professores, a coroa criou mais um tributo e taxou uma atividade que ia de vento em popa: a produção de aguardente de cana-de-açúcar. Isso mesmo, era o dinheiro da pinga que ia pagar o professor!
A partir da Carta Lei de 6 de novembro de 1772, com o objetivo de centralizar o pagamento dos professores e regularizar a profissão, foram constituídas pelo Marques de Pombal novas mudanças na esfera da educação. O imposto foi chamado de Subsídio Literário e para cada tonel de 30 litros de cachaça seriam cobrados mil e quinhentos réis. O professor ganharia naquela época um salário melhor do que hoje em dia: 62 mil réis, o equivalente a R$ 2 mil. Supõe-se que quanto mais o povo bebesse, mais educação teria no Brasil, mas não é bem assim. A escola ainda era para poucos, que aprendiam gramática, retórica, álgebra, geometria e história natural.

Ler o artigo completo (sugerido por Fernando Gurgel) em Mapa da Cachaça.

As cenouras são mutantes

Originalmente, as cenouras eram roxas. Mas havia variantes - cenouras amarelas e brancas - que apareciam no meio selvagem. Com o tempo, de alguma forma, no século 17, cultivando essas variantes os produtores holandeses de cenoura conseguiram obter cenouras de cor laranja, o padrão com que estamos familiarizados até hoje.
As roxas ainda existem, mas são uma minoria no mundo de cores da cenoura. Quer experimentá-las? Cuidado, pode haver uma boa razão por que as cenouras roxas são atualmente tão incomuns. Com a palavra o coelho Pernalonga.
Fonte
Slideshows: Você é o que você come, Cenouras humanóides

Leitura complementar: www.carrotmuseum.com

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25/12/2019 - Frutas, verduras e legumes que foram "domesticados"
(inclui as cenouras)

Quando as ruas falam

"Todos têm algo guardado a dizer. Uma ideia. Um conselho. Uma declaração. Uma raiva. Enfim... Quando nada mais cabe dentro de si, é hora de externar. Há quem use meios tradicionais para isso. Tem gente que escreve livros. Tem gente que usa a internet. Tem gente que usa telas. E tem gente que faz dos muros e das superfícies urbanas seu meio de comunicação e expressão."
Jéssica de Queiroz


10 setembro, 2013

Homens descansando - 2

:-)
Bits and Pieces
Poderá também gostar de ...
Homens descansando - 1 e Com sombra

A Wikipédia impressa

Em uma recente nota no What If ?, Randall Munroe aborda uma questão interessante:
"Se você tivesse uma versão impressa de toda a Wikipedia em inglês quantas impressoras você precisaria para manter-se em dia com a as alterações feitas na versão on-line? "
A resposta é seis:
Seis impressoras não é muito, mas estariam rodando o tempo todo. E isso fica caro.
A eletricidade seria o mais barato, alguns dólares por dia.
O papel custaria cerca de um centavo por folha, o que significa que você estaria gastando cerca de mil dólares por dia.
Você teria de contratar pessoas para administrar as impressoras, mas que iria custar menos do que o papel.
Mesmo as impressoras em si não seriam muito caro, apesar do ciclo de substituição aterrorizante.
Mas a tinta dos cartuchos seria um pesadelo. (*)
Um estudo realizado pela QualityLogic concluiu que, para uma impressora em jato de tinta comum, o custo real de tinta vai de 5 centavos por página em preto-e-branco a 30 centavos por página em cores. E você estaria gastando 4-5 unidades por dia em cartuchos de tinta.
Você definitivamente deve investir em uma impressora laser. Caso contrário, em apenas um mês, este projeto pode acabar lhe custando meio milhão de dólares.
Resumindo:
A Wikipedia inglesa recebe atualmente cerca de 125 mil a 150 mil edições a cada dia, ou 90-100 edições por minuto. Isso custaria US $ 500.000 por mês para a tinta, e você precisaria de 300 metros cúbicos por mês só para guardar o papel.

(*) A propósito:
Pense o senhor na economia que o mundo faria em tintas de impressão. Atrevo-me a profetizar que, no futuro, os cartuchos de tinta estarão entre as coisas mais caras e inacessíveis. Poderá inclusive a humanidade sucumbir numa guerra dos pigmentos.
DR. CARTA PÁCIO E SUAS MEIAS PALAVRAS

O chato de galocha

A expressão é da época das galochas.
Estas eram uma espécie de capa de borracha que as pessoas colocavam sobre os sapatos quando saíam na chuva.
O chato de galocha era aquele que entrava na casa da gente sem o cuidado de retirá-las. Molhando tudo.
Tornou-se necessário explicar a origem desta expressão porque, não sei por que cargas d'água, ninguém usa mais galochas.


Comentários
Foram publicados no Portal GGN, onde a presente nota foi transcrita em 25/09/2013.
25/09/2013 - 15:22
Pois então, e os chatos continuam por aí, mesmo sem as galochas. Cada vez em maior número.
O pior é que, antes, o chato de galochas, invadia nossa casa pela porta. Agora, os chatos sem galocha, nos invadem pelo rádio, pela tv aberta e pela paga, pelos jornais, pelo celular, pelo pc, tablet, android, laptop.....
Gilberto
25/09/2013 - 15:47
Graças a deus a criatividade ainda vive. Valeu, Paulo.
Lembrança sensacional.
peregrino
25/09/2013 - 15:51
Vai na onda do Paulo, peregrino.
Mas é claro que eu vou.
Me animei para montar a minha página.
peregrino
25/09/2013 - 17:02
Existe pelo menos um. Ou vários chatos de galocha na vida de cada um de nós.
Eu mesmo devo ser um deles para muitos que frequentam aqui.
Mas eu eu quero dizer: meu chato de galocha de estimação (aliás, seria muito legal que cada participante do blog dissesse o dele. Fica registrado pro blogueiro pensar sobre o assunto).
O meu preferido é... GILBERTO DIMENSTEIN.
anarquista sério
25/09/2013 - 17:28
Agora caiu a ficha (essa ainda vai ter que se explicada no futuro também).
Ed Döer
25/09/2013 - 18:13
Putz!
Depois de um delay de quase 2h, agora que entendi.
Gilson AS
25/09/2013 - 21:04
Eu usei as tais galochas de borracha flexíveis por cima dos sapatos. Eram heranças de família, rs, e por adorar galochas, eu as uso sempre que chove. Será que sou chata?
Nilva de Souza

09 setembro, 2013

Simplificando contratos

-
Quando o contexto admitir o singular incluirá o plural e vice-versa, e o masculino incluirá o feminino e vice-versa.

Uma escala de dor ampliada

Escolha o rostinho que melhor descreve como você se sente agora:



0: Oi. Não estou sentindo qualquer dor. Nem sei por que eu estou aqui.
1: Eu estou completamente sem saber se eu estou sentindo dor ou comichão ou, talvez, eu só tenha um gosto ruim na boca.
2: Eu provavelmente só preciso de um Band-Aid.
3: É angustiante. Eu não queria que isso estivesse acontecendo comigo.
4: A minha dor não é brincadeira.
5: Por que isso está acontecendo comigo?
6: Ai . Ok, minha dor é super legal agora.
7: Eu vejo Jesus, que vem em minha direção, e eu estou com medo.
8: Eu estou sentindo uma quantidade preocupante de dor. Posso inclusive estar morrendo. Por favor, me ajude.
9: Estou quase morrendo definitivamente.
10: Estou sendo ferozmente atacado por um urso.
11: O sangue vai explodir em meu rosto a qualquer momento.
MUITO SÉRIO PARA NÚMEROS: Você provavelmente tem Ebola, além de estar com uma tremenda conjuntivite.

A camuflagem de navios

Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os países envolvidos em ambos os conflitos também entraram em confronto no mar com suas forças navais. Na Primeira Guerra Mundial, as forças navais impunham ou quebravam bloqueios nas entradas dos portos e, durante a Segunda Guerra Mundial, as forças aliadas navais escoltavam grandes comboios de suprimentos para a Inglaterra, procurando evitar o encontro com os submarinos alemães.
Assim como se usava a camuflagem para evitar ataques aéreos, as forças navais também utilizaram-se de técnicas de camuflagem para enganar os inimigos e fazer os navios passarem despercebidos.
Norman Wilkinson (24 de novembro de 1878 - 31 de maio de 1971) foi um pintor e ilustrador britânico que serviu na reserva da Marinha Real durante a Primeira Guerra Mundial. Embora seja difícil esconder um navio no mar, Wilkinson pensou que pelo menos alguma solução poderia ser buscada para confundir o inimigo.
Nascia a Dazzle Camouflage, uma técnica de pintura cubista que, de acordo com os fundamentos de Norman Wilkinson, ajudaria a esconder os navios:
"Para ocultar... não completamente, mas o suficiente para quebrar as suas formas e confundir o oficial de um submarino que estivesse a olhar através de um periscópio."


Ver (?) também: CAMUFLAGENS URBANAS

08 setembro, 2013

A fortuna de JK Rowling


JK Rowling tem mais de 900 milhões de dólares.
Você faz ideia de quanto é isso?
Olhe, ela tem tanto dinheiro, mas é tanto dinheiro que poderia doar a metade a cada ano e nem assim esse dinheiro iria acabar.
Compliquei.

Lembrando Harry Potter

Por que os piratas usavam o tapa-olho (e a perna de pau)?

Meu caro Paulo,
Há inconsistências na hipótese de que, entre os piratas, houvesse um órgão funcional por debaixo do tapa-olho destinado a enxergar na penumbra dos porões. Quando o olho descoberto é iluminado, sua pupila diminui para regular a quantidade de luz entrante e, assim, evitar o ofuscamento. Este movimento pupilar que chamamos pedantemente de reflexo fotomotor CONSENSUAL acontece também no olho coberto porque compartilha as mesmas fibras nervosas. Ora, uma vez dentro do porão, o pirata ao remover a venda terá a pupila do olho tapado igualmente pequena, obrigando-o a despender alguns segundos para que ela se dilate e abasteça a retina com a luz necessária. Essa é uma objeção teórica baseada na fisiologia ocular. Pode ser que, na prática, a oclusão do olho obtenha alguma vantagem na adaptação rápida ao lusco-fusco.
Como estamos no campo da especulação humorística, ouso aventar a hipótese de que a perna de pau do pirata servia para melhorar a flutuação ou ainda como um engodo a ser oferecido aos tubarões.
Falando seriamente. A figura de um pirata com tapa-olho, perna de pau, dente de ouro e um papagaio pousado no ombro, é uma construção de Hollywood. Os piratas reais deveriam se parecer com marinheiros comuns, o que não quer dizer que um ou outro perneta pudesse estar entre eles.
Nelson José Cunha
N. do E.
Ao oftalmologista Nelson Cunha devemos também a revelação de O segredo do tapa-sexo, uma de nossas postagens mais procuradas (não obstante o pouco apelo existente no título).

A máquina de Rube Goldberg - 4

Como já dissemos, o caricaturista Rube Goldberg se tornou conhecido por retratar dispositivos que realizam tarefas simples de formas complicadas, geralmente por uma reação em cadeia.
Na quarta postagem da série, não apresentamos "uma" máquina, porém "a" máquina, e na qual objetos interagem com pessoas de verdade.
Reunindo colaboradores do Japão, da Coreia e da Índia, o YouTube "comprou" essa ideia.



1, 2  e 3 da série.

07 setembro, 2013

Por que os piratas usavam o tapa-olho?

O fato de que alguns piratas usavam o tapa-olho provavelmente não tinha nada a ver com a falta de um olho. Aliás, tinha tudo a ver com a possibilidade de ver melhor - especificamente, tanto acima quanto abaixo do convés.
Os piratas frequentemente precisavam transitar da parte descoberta do navio para compartimentos fechados, isto é, da luz do dia à situação de quase escuridão. Por isso, os mais espertos usavam um tapa-olho a fim de ter a qualquer tempo um dos olhos adaptados ao escuro.
Ao passar para uma área pouco iluminada do navio, o pirata mudava a posição do tapa-olho e, assim, conseguia ver em torno mais rapidamente com o olho que se adaptara à escuridão.
Jim Sheedy, doutor em ciência da visão, disse ao Wall Street Journal que, enquanto o olho se adapta rapidamente ao passar das trevas à luz, estudos têm mostrado que pode levar até 25 minutos para se adaptar da luz para a escuridão, porque esta última requer a regeneração dos fotopigmentos da retina.


Ao oftalmologista Nelson Cunha para revisar a nota acima. Caso esteja OK, então enviar alguma colaboração sobre o assunto seguinte: por que os piratas usavam perna de pau? Escrito de uma forma que não acirre os ânimos da tradicional família mineira. PG

CUIDADO COM OS HUMANOS

DEVIDO À ESCASSEZ DE ROBÔS 
ALGUNS DE NOSSOS FUNCIONÁRIOS 
SÃO SERES HUMANOS E PODEM REAGIR 
DE UM MODO IMPREVISÍVEL 
QUANDO ABORDADOS.

Ver também...

O raio da morte de Arquimedes

Luz solar refletida por edifício derrete carro
Um homem se queixou de que um arranha-céu londrino recém-construído derreteu partes de seu Jaguar (VÍDEO), o qual estava estacionado em uma rua próxima. Aparentemente, o problema foi causado pela luz solar ao ser refletida do edifício para o carro. De acordo com a  BBC News, a construtora prometeu pagar os reparos no veículo e a prefeitura da cidade, como medida de precaução, interditou três vagas de estacionamento enquanto aguarda as conclusões da investigação.
Será que isso é verdade mesmo?
Eis aqui qual foi a conclusão do E-FARSAS.


O raio da morte de Arquimedes
Luciano de Samósata, escritor do século II, escreveu que durante o cerco a Siracusa (214–212 a.C.), Arquimedes destruiu navios inimigos com fogo. Séculos depois, Antêmio de Trales menciona espelhos ustórios como a arma utilizada por Arquimedes. O dispositivo, chamado de "raio de calor de Arquimedes" , teria sido usado para concentrar a luz solar em navios que se aproximavam, levando-os a pegar fogo.
A credibilidade desta história tem sido objeto de debate desde o Renascimento. René Descartes a considerou falsa, enquanto pesquisadores modernos tentaram recriar o efeito, usando apenas os meios que estavam disponíveis a Arquimedes. Foi sugerido que uma grande quantidade de escudos bem polidos de bronze ou cobre atuando como espelhos poderiam ter sido utilizados para concentrar a luz solar em um navio. Poderia ter-se usado o princípio do refletor parabólico de maneira similar a um forno solar de alta temperatura.
Um teste do raio de calor de Arquimedes foi realizado em 1973 pelo cientista grego Ioannis Sakkas. O experimento foi realizado na base naval de Skaramangas nos arredores de Atenas. Nesta ocasião 70 espelhos foram usados, cada um com um revestimento de cobre e com um tamanho de aproximadamente 1,5 por 1 m. Os espelhos foram apontados para uma réplica de um navio romano, feito de madeira compensada, a uma distância de aproximadamente 50 metros. Quando os espelhos foram enfocados com precisão, o navio irrompeu em chamas em questão de poucos segundos. O navio de madeira compensada era revestido por tinta de betume, o que pode ter facilitado a combustão.
Em outubro de 2005, um grupo de estudantes do MIT conduziu um experimento com 127 espelhos quadrados com lados de 30 cm, focados em uma maquete de navio de madeira a uma distância de cerca de 30 m. Chamas surgiram em uma parte do navio, mas só depois de o céu estar sem nuvens e o navio ter permanecido estacionário por cerca de dez minutos. Concluiu-se que o dispositivo era uma arma viável nessas condições. O grupo do MIT repetiu a experiência para o programa de televisão MythBusters, utilizando um barco pesqueiro de madeira em São Francisco como o alvo. Novamente alguma carbonização ocorreu, juntamente com uma pequena quantidade de chamas. Para pegar fogo, a madeira precisa atingir a sua temperatura de autoignição, que é de cerca de 300 °C.
Quando os MythBusters transmitiram o resultado do experimento de São Francisco, em janeiro de 2006, a afirmação foi categorizada como mentira ("mito detonado") devido à duração do tempo e as condições climáticas ideais necessárias para a combustão ocorrer. Também foi salientado que, como Siracusa vê o mar a leste, a frota romana teria de ter atacado durante a manhã para um ótimo acúmulo de luz usando-se os espelhos. Os MythBusters também salientaram que um armamento convencional, como flechas em chamas ou, ainda, catapultas, seriam uma maneira mais fácil de incendiar um navio a curta distância.
Em dezembro de 2010, os MythBusters (VÍDEO) tentaram novamente reproduzir a história do raio de calor em uma edição especial, com Barack Obama em destaque, intitulada "President's Challenge" (O Desafio do Presidente).  Vários experimentos foram realizados, incluindo um teste em larga escala com 500 crianças escolares mirando espelhos em uma maquete de um barco romano a 120 m de distância. Em todos os experimentos, a vela não alcançou os 210 °C  necessários para que pegasse fogo, e o veredito foi novamente o de "detonado". O programa concluiu que o efeito mais provável dos espelhos teria sido: cegar, ofuscar, ou distrair a tripulação do navio.

06 setembro, 2013

Chris vai às compras

O comediante australiano Chris Taylor esteve nas lojas de seu país com uma meia na cabeça. Observem a reação das pessoas.

"Não preste atenção à câmera atrás de mim.
Nós estamos filmando o roubo para melhorar da próxima vez."

Nos EUA, no Texas principalmente (olha o estereótipo de novo), Chris talvez não tivesse sobrevivido a essa brincadeira.

Médicos Sem Fronteiras

É uma organização humanitária internacional independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam sem discriminação de raça, religião ou convicções políticas.
A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos que faziam com que muitos se calassem frente aos fatos observados.
MSF surge, então, como uma organização humanitária que associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento de seus pacientes, trazendo à luz realidades que não podem permanecer negligenciadas. Em 1999, a organização MSF recebeu o Prêmio Nobel da Paz.
Hoje, mais de 34 mil profissionais, de diferentes áreas e nacionalidades, compõem a organização. Espalhados por mais de 70 países, eles atuam em contextos que envolvem desastres naturais e humanos, conflitos, epidemias, desnutrição e exclusão do acesso à saúde.
Atualmente, Médicos Sem Fronteiras é a maior organização médico-humanitária não governamental do mundo. Sua atuação é fundamentada nos princípios de independência, imparcialidade e neutralidade.
Site oficial: www.msf.org.br

Médicos sem Fronteiras no Brasil
MSF está presente no Brasil desde 1991. Dedica-se à vigilância epidemiológica e ao diagnóstico da doença de Chagas, assim como ao acesso universal ao tratamento de AIDS e à formação de pessoal nas áreas de especialidades da organização.
No Rio de Janeiro, em 2003, MSF implantou um Centro de Saúde na comunidade de Marcílio Dias, no Complexo da Maré. Em 2007, criou, também no Rio, uma Unidade de Emergência no Complexo de Favelas do Alemão, uma das áreas mais violentas do Brasil, conhecida como a "Faixa de Gaza" do Rio, e habitada por cerca de 150 mil pessoas. E, em 2008, realizou treinamento de profissionais em estados da Amazônia para o diagnóstico da doença de Chagas.
Há uma significativa participação de brasileiros na organização. Somente em 2008, 40 profissionais da saúde juntaram-se às equipes internacionais de MSF.
Exposição
A exposição interativa Campo de Refugiados no Coração da Cidade mostra a realidade de pessoas que fogem da violência extrema. Nela, estão reproduzidas as principais instalações por meio das quais organizações humanitárias, como Médicos Sem Fronteiras, prestam assistência às pessoas refugiadas. Conheça como estão organizadas essas instalações e o que cada espaço oferece aos habitantes desses acampamentos.
Data: 6 a 15 de setembro
Horário de visitação: das 10 às 17 horas
Local: Parque do Ibirapuera (Arena de Eventos, acesso pelos portões 3 ou 10)
Entrada gratuita

Como organizar uma biblioteca pública

por Umberto Eco
  1. Os catálogos devem ser divididos ao máximo: deve-se ter muito cuidado em separar o catálogo dos livros do das revistas, este do catálogo por assuntos e ainda os livros de aquisição recente dos livros de aquisição mais antiga. De preferência, a ortografia nos dois catálogos (aquisições antigas e recentes), deve ser diferente: por exemplo, nas aquisições recentes, farmacologia deve vir com f, e nas antigas com ph; Tcheco-Eslováquia deve vir com T nas aquisições recentes, e nas antigas sem T: Checo-Eslováquia.
  2. Os temas devem ser decididos pelo bibliotecário. Os livros não devem jamais trazer no colofão qualquer indicação acerca dos assuntos sob os quais devem ser classificados.
  3. As siglas devem ser instrascrevíveis e de preferência muitas, de modo que nunca reste a quem preencha a ficha espaço suficiente para incluir a última denominação, considerada irrelevante, e assim o encarregado possa sempre restituir-lhe a referida ficha para ser preenchida da maneira correta.
  4. O tempo entre o pedido e a entrega do livro deve ser sempre muito longo.
  5. Não é necessário entregar ao usuário mais de um livro de cada vez.
  6. Os livros entregues ao usuário porque foram solicitados por ficha não podem ser levados para a sala de consultas, isto é, a vida do consulente deve ser dividida em dois aspectos fundamentais: um dedicado à leitura e outro inteiramente votado à consulta. A biblioteca deve desencorajar a leitura cruzada de vários livros, porque pode provocar o estrabismo.
  7. Se possível, desaconselha-se totalmente a presença de máquinas fotocopiadoras; no entanto, se uma delas existir, o acesso a seu uso deve ser muito complexo e cansativo, o custo de cada cópia deve ser superior ao custo nas papelarias e os limites reduzidos a duas ou três páginas copiadas por usuário.
  8. O bibliotecário deve sempre encarar o leitor como um inimigo, um vagabundo (senão, estaria trabalhando), um ladrão em potencial.
  9. A sala de consultas deve ser inatingível.
  10. Os empréstimos devem ser desencorajados.
  11. Os empréstimos entre bibliotecas deve ser impossível, ou pelo menos demandar muitos meses. O melhor, neste caso talvez seja assegurar a impossibilidade de vir a conhecer o que existe nas demais bibliotecas.
  12. Em consequência disso, os furtos devem ser facílimos.
  13. Os horários devem coincidir absolutamente com os horários de trabalho, discutidos previamente com os sindicatos: fechamento irrevogável aos sábados, aos domingos, às noites e na hora das refeições. O maior inimigo da biblioteca é o estudante que trabalha; o maior amigo é qualquer um que tenha uma biblioteca própria, e que portanto não tenha necessidade de vir à biblioteca e, ao morrer, legue a essa os livros que possuía.
  14. Não deve ser possível descansar no interior da biblioteca de modo algum, e em todo caso não deve ser possível descansar sequer do lado de fora da biblioteca sem antes ter devolvido todos os livros que se tinha pedido, de modo a ser obrigado a pedi-los novamente depois de tomar um café.
  15. Nunca deve ser possível reencontrar o mesmo livro no dia seguinte.
  16. Nunca deve ser possível saber quem pegou emprestado o livro que está faltando.
  17. De preferência, nada de banheiros.
  18. Idealmente, o usuário não deveria poder entrar na biblioteca; admitindo-se que entre, usufruindo obstinada e antipaticamente de um direito que lhe foi concedido com base nos princípios da Revolução Francesa, mas que ainda não foi assimilado pela sensibilidade coletiva, não deve e não deverá de modo algum, excetuando as rápidas travessias da sala de consulta, ter acesso à "penetrália" das estantes.
Nota reservada: Todo o pessoal lotado nas bibliotecas públicas deve ser portador de defeitos físicos, porque uma das coisas que se espera de um órgão público é que ofereça possibilidades de emprego aos cidadãos vítimas de deficiências (está presentemente em estudos a extensão deste requisito também ao Corpo de Bombeiros). O bibliotecário ideal deve ser, antes de mais nada, manco, a fim de estender o tempo que transcorre entre o recebimento da ficha preenchida, a descida aos subterrâneos e a volta com os livros pedidos. Para os servidores destinados a subir em escadas para atingir as prateleiras de altura superior a oito metros, recomenda-se que o braço que falta seja substituído por uma prótese em gancho, por questões de segurança. Os funcionários totalmente desprovidos de membros superiores devem pegar os livros pedidos com os dentes (disposição que tem como finalidade impedir a entrega aos leitores de volumes maiores que o formato in-oitavo).

Sobre esse último item, é interessante observar que Umberto Eco escreveu um romance, O Nome da Rosa, em que um dos principais personagens era um monge beneditino cego. Uma evidente homenagem ao escritor argentino Jorge Luis Borges que, quando assumiu a direção da Biblioteca Nacional de Buenos Aires, já não enxergava mais nada.

05 setembro, 2013

Todo livro tem seu leitor

por Fernando Gurgel Filho, de Brasília
Lembro bem de minhas primeiras leituras. Eram gibis. Normalmente os mais baratos, mas alguns eram especiais para mim. E os gibis eram proibidos pelos meus pais. Eles detestavam que eu e meus irmãos lêssemos gibis. Líamos escondidos.
Porém, creio que foi o maior incentivo para pularmos para outros livros, outros literaturas, outras histórias. Os gibis nos despertaram o encantamento pela leitura.
Na adolescência, ganhei do meu avô uma enciclopédia, a "Enciclopédia Fortaleza". Na mesma época, meu avô deu-me uma coleção de livros de matemática. Ambas foram importante fonte de consultas para trabalhos escolares e para sanar dúvidas sobre muita coisa que lia ou ouvia por aí. Às vezes, à toa, pegava um desses livros e passava horas lendo-o.
Foram livros que até há pouco tempo estavam comigo. Livros que ninguém mais lê. Coleções que não existem mais.
Porém, uma coisa sempre me deixou angustiado: meu apego excessivo aos livros. Livro que eu compro ou ganho, quando entra na minha estante, sai apenas para empréstimo ou "morto", estraçalhado.
Hoje, tento me conscientizar que todo livro tem o seu leitor ou a sua leitora. Assim, empurrado pela esposa, Gerusa Saback Gurgel, comecei a doar os livros que estão parados, empoeirados e que estão carentes de um leitor ou uma leitora. Espero que os encontre e sejam muito felizes. Como fui com eles.
Espero, também, que esta minha iniciativa - iniciativa que fui obrigado a tomar - me ajude a libertar mais livros. Para que eles façam a felicidade de quem os adote. E torço para que sejam libertados em seguida.
Pensei até em criar um Movimento pela Liberdade do Livro, mas já existem outros movimentos idênticos por aí. Então, para apoiá-los, deixei um monte de livros e de revistas recentes em um ponto de ônibus da W3.
Quando tiver coragem, liberto outros livros.

Barbeiragens

1
Um homem e um menino entram numa barbearia.
Depois de cortar o cabelo do homem, o barbeiro ouve-o dizer:
"Agora, corte o cabelo do menino, também. Eu estarei de volta logo."
Quando terminou de cortar o cabelo do menino, o barbeiro pergunta:
"Quando é que o seu pai volta para pagar?"
O menino diz:
"Ele não é meu pai. Ele me encontrou na rua e perguntou se eu queria um corte de cabelo gratuito."
Sion Rubi, Intelligent Jokes, 2004
2
"Por ser um barbeiro de ofício, tenho acumulado grande experiência sobre a conformação dos pescoços das pessoas e suas respirações."
Extraído da carta de apresentação de um candidato ao cargo de carrasco na Grã-Bretanha, em 1883
3
Numa barbearia:
- Como quer que eu corte o cabelo?
- Em silêncio.

Uma rã que ouve com a boca

Pensava-se que a rã Gardimer (foto), das Ilhas Seychelles, seria surda, porque ela não tem o ouvido médio, uma estrutura anatômica fundamental para o sentido da audição.
O ouvido médio, que contém três ossículos - martelo, bigorna e estribo - conecta o tímpano ao ouvido interno. Quando uma onda sonora atinge o tímpano, estes ossículos se movimentam, enviando sinais elétricos para o cérebro, o qual, em seguida, interpreta como um sinal de som.
Mas como um macho atendia ao chamado de uma gravação com o coaxar de uma fêmea?

Crédito: R. Boistel/CNRS

Fazendo simulações em 3-D, de como o som viajava através das cabeças das rãs, os cientistas descobriram que os ossos em suas bocas funcionavam como um amplificador de ondas sonoras. E as radiografias também revelaram que o som viajava da boca para o ouvido interno, graças a uma adaptação evolutiva: as rãs têm camadas de tecidos bem finas entre a boca e o ouvido interno.
Depois que se constatou que um girino pode ver através da cauda, então tudo é possível.

Frog Hears With Its Mouth, National Geographic

Da série "abrindo a boca"
Uma rota metabólica diferente

04 setembro, 2013

Como recuperar um e-mail excluído


Primeiro, verifique se o e-mail ainda está na Lixeira, onde deve permanecer por 30 dias até ser automaticamente excluído. Neste caso é só remanejá-lo para a Caixa de Entrada.
Agora, se já estiver excluído da Lixeira, a única solução possível será entrar em contato com a NSA,  a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos.
A NSA grava e armazena o tráfego de e-mails de quase todo o mundo, inclusive do Brasil.
Seja paciente. Eles não têm a obrigação de falar, só de escutar
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Paulo Gurgel

09/09/2013 - Atualizando...

Pinturas corporais



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Slideshow BARRIGAS PINTADAS

O Príncipe da Privataria

Foi o nebuloso processo de privatizações e não a estabilidade econômica alcançada por meio do Plano Real "a primeira e inesquecível marca do governo FHC". A conclusão é do jornalista Palmério Dória, logo no início de seu livro "O Príncipe da Privataria", lançado na semana passada pela Geração Editorial.
Em suas 399 páginas, o livro compila os escândalos públicos e privados dos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, com destaque especial para a compra de votos que viabilizou a aprovação no Congresso Nacional, em 1997, da emenda constitucional que garantiu a reeleição de FHC no ano seguinte.
Pela primeira vez, o ex-deputado pelo PP do Acre e hoje influente empresário Narciso Mendes admite ser o "Senhor X", personagem criado pelo jornalista Fernando Rodrigues, da "Folha de S. Paulo", na série histórica de reportagens que revelou o esquema de compra de votos capitaneado pelo ex-ministro da Comunicação Sérgio Mota.
A identidade secreta do "Senhor X" era há algum tempo um "segredo de polichinelo", segundo o próprio Dória. A novidade é que Narciso assumiu a autoria das gravações com os três ex-deputados acreanos que admitiram ter recebido R$ 200 mil cada para votar a favor da reeleição e embasaram a série de reportagens da "Folha".
A compra de votos para a reeleição de FHC, no entanto, ocupa apenas dois capítulos, isto é, pouco mais de 30 páginas do livro.
Dória traz detalhes e depoimentos inéditos sobre o relacionamento do ex-presidente com a jornalista Miriam Dutra, a operação midiática para abafar o caso, a construção da candidatura, os negócios suspeitos de Paulo Henrique Cardoso, as denúncias de caixa dois das campanhas, a montagem do Instituto Fernando Henrique Cardoso na sede do antigo Automóvel Club de São Paulo, os acordos do tucano com a Casa Branca e, principalmente, as privatizações.
Neste ponto, o livro remete à "Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., publicado pela mesma Geração Editorial em 2011 e citado no prefácio de "O Príncipe da Privataria".
A principal diferença é que enquanto "Privataria Tucana" focava no ex-governador José Serra, os protagonistas do livro de Dória são Sérgio Mota e o próprio FHC.

Fonte: Último Segundo, por Ricardo Galhardo

03 setembro, 2013

Sesquipedal

Aqui o leitor pode ter acesso ao formulário de inscrição para um happening imperdível.
Trata-se de um ciclo de conferências que acontecerá, a 14 de setembro, no Barts Pathology Museum, em Londres, organizado por Beatrice Bazell e Emma Currell, doutorandas da conceituada Birbeck University.
Participando deste evento, o Victorian Body Parts, o leitor tomará pé do nível de exposição do corpo feminino durante o período vitoriano.

A escova de dentes elétrica inversa

Em setembro deo 2011, foi patenteado pela Colgate-Palmolive Company (New York) um "instrumento de higiene bucal com captação de energia mecânica".
Patent No.: US 8,261,399 B2
Date of Patent: Sep 11, 2012

É um instrumento que, através de dispositivos piezoelétricos, gera eletricidade a partir das tensões da escovação sobre a cabeça da escova e as cerdas. Desta forma, a escova não apenas pode fornecer energia necessária a circuitos internos, LEDs etc. da escova, como também é capaz (pelo menos teoricamente) de descarregar a  energia acumulada em uma rede elétrica - e assim contribuindo para a oferta de eletricidade no país.



Conclusão
Escovar os dentes com uma escova do tipo, além de combater a placa dental e as cáries, pode ser uma ajuda valiosa para evitar o apagão elétrico.



A tartaruga e o coelho

02 setembro, 2013

Bandeiras nacionais recriadas com alimentos

Para promover o Festival Internacional de Alimentos de Sydney, o maior festival de alimentos da Austrália, que teve quase um milhão de participantes no ano passado, chefs de todo o mundo recriaram 17 bandeiras nacionais utilizando alimentos comuns a cada nação.
Manjericão, massas e tomates reproduziram as faixas na bandeira da Itália, enquanto cachorros-quentes, ketchup e mostarda foram utilizados para a dos EUA, azeitonas e queijo feta para a da Grécia, e caril com arroz para a da Índia e a da Indonésia.
Mais interessante do que as bandeiras listradas, de reprodução mais simples, foram as soluções encontradas para recriar os símbolos das bandeiras mais complexas. Como o uso da torta de carne com recortes para a da Austrália, das carambolas como estrelas nas bandeiras da China e do Vietnã e de um raminho de erva como a árvore de cedro na bandeira do Líbano. E o sashimi de atum como o círculo vermelho na bandeira do Japão foi simples, mas ficou perfeito.
Você deve estar curioso para saber como foi feita a bandeira do Brasil.


O nosso pavilhão foi feito com folhas de bananeira, rodelas de limão, abacaxi e maracujá.

A música de "Tubarão"

Aprenda aqui a tocar a música do filme "Tubarão" por partitura.  É a primeira vez que ela está sendo divulgada na blogosfera. Apesar de ser uma musiquinha monótona, pois só tem duas notas (mi e fá), estas vão ficando mais rápidas. Ao final, o pentagrama é substituído por um símbolo conhecido no cinema-catástrofe pelo nome de "crescendo ameaçador".

Filosofia com lobos

Um índio velho descrevia seus conflitos interiores:
"Dentro de mim existem dois lobos.
O lobo do ódio e o lobo do amor.
Ambos disputam o poder sobre mim."
Alguém pergunta qual lobo vence.
O velho índio reflete e admite:
"O que eu alimento."

Usando as ferramentas da poesia, Nonato Albuquerque transportou essa ideia (dos conflitos interiores mediados por feras) para um belíssimo soneto: Os cães que alimento.

01 setembro, 2013

Impagáveis do PG - 2




Uma igreja local foi assaltada ontem á noite.
Levaram tudo que não estava pregado.
Pelo menos, Jesus escapou.

Botões-placebo

Há uma boa chance de que sejam placebos: o botão de fechar portas no elevador, o botão da faixa de pedestres no cruzamento e mesmo o termostato do ar-condicionado em seu escritório. Nos últimos 20 anos ou mais, muitos (embora, estranhamente, não todos) desses botões tornaram-se tecnicamente inúteis, mas são deixados no local. Tanto porque é caro substituir os equipamentos existentes como porque, psicologicamente, eles ainda servem a um suposto propósito.
Li isto no Boing Boing, mas não passem adiante.

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O elevador expresso

O mais baixo dos saxofones

Apresento-lhes o saxofone subcontrabaixo (subcontrabass saxophone), um instrumento musical de que a maioria das pessoas nunca ouviu falar. Tocá-lo, então...
Um livro sobre saxofones, publicado pela Wiley, na parte específica sobre ele, diz:
Este é o mais baixo dos baixos e nunca foi produzido em grandes quantidades. Isso provavelmente é uma sorte, porque você precisaria de um reboque para transportá-lo e dos pulmões de um cavalo para soprá-lo.
No entanto, o saxofone subcontrabaixo é, por vezes, usado em concerto.
Este vídeo mostra o tal saxofone naquilo que poderia ser chamado de "ação":



O músico provavelmente desmaiou após gravar este vídeo.

Bônus - Sax
Este curta de animação, de  Deen Heezen, é sobre um saxofonista que se deixa levar por um mundo imaginário criado pelo instrumento. Os desenhos são belíssimos e a música está a cargo do Trio Hiltz Griffith.