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16 abril, 2024
24 outubro, 2021
A ciência funcionando como deve funcionar (1)
Até onde sabemos, não há nada que possa viajar mais rápido que a velocidade da luz. Mas, por um breve momento, acreditou-se que sim.
Em 2011, foi anunciada uma descoberta que ameaçou anular tudo o que sabemos sobre a velocidade da luz, a Teoria da Relatividade e toda a física moderna.
Na Suíça, físicos europeus conduziam um experimento chamado Oscillation Project with Emulsion-tRacking Apparatus (Opera, na sigla em inglês), para estudar o fenômeno da oscilação de neutrinos.
Diferentemente das partículas de luz, os neutrinos são partículas que possuem uma pequena quantidade de massa. Por isso, segundo a Teoria da Relatividade Especial de Einstein, deveriam viajar a uma velocidade menor que a da luz.
No entanto, naquele ano, o projeto chamou a atenção de toda a comunidade internacional quando anunciou a detecção de neutrinos se movimentando em uma velocidade superior à da luz.
"Os pesquisadores que realizaram esse experimento com neutrinos na Suíça e na Itália publicaram os resultados, e todos ficaram muito emocionados: aquilo ia revolucionar a Física", relembra Jim Al-Khalili.
"Mas eles conseguiram aquele resultado por causa de um cabo frouxo de um relógio digital em um computador num laboratório italiano. Quando alguém percebeu e o conectou corretamente, tudo voltou à normalidade e ficou comprovado que os neutrinos estavam viajando a uma velocidade mais baixa que a da luz."
Toda a Física moderna foi questionada, portanto, por causa de um cabo de fibra óptica solto, que fez com que a passagem do tempo fosse registrada de maneira incorreta.
Mas isso foi justamente uma amostra da ciência funcionando como deve funcionar.
"A ciência é cometer erros e aprender com eles. É preciso ter provas muito fortes para derrubar um século de Física, mas isso não significa dizer que nunca acontecerá", afirma Al-Khalili.
"Desde que Einstein formulou sua teoria tentamos provar que ela está errada e não conseguimos, mas nunca devemos deixar de tentar."
Na Suíça, físicos europeus conduziam um experimento chamado Oscillation Project with Emulsion-tRacking Apparatus (Opera, na sigla em inglês), para estudar o fenômeno da oscilação de neutrinos.
Diferentemente das partículas de luz, os neutrinos são partículas que possuem uma pequena quantidade de massa. Por isso, segundo a Teoria da Relatividade Especial de Einstein, deveriam viajar a uma velocidade menor que a da luz.
No entanto, naquele ano, o projeto chamou a atenção de toda a comunidade internacional quando anunciou a detecção de neutrinos se movimentando em uma velocidade superior à da luz.
"Os pesquisadores que realizaram esse experimento com neutrinos na Suíça e na Itália publicaram os resultados, e todos ficaram muito emocionados: aquilo ia revolucionar a Física", relembra Jim Al-Khalili.
"Mas eles conseguiram aquele resultado por causa de um cabo frouxo de um relógio digital em um computador num laboratório italiano. Quando alguém percebeu e o conectou corretamente, tudo voltou à normalidade e ficou comprovado que os neutrinos estavam viajando a uma velocidade mais baixa que a da luz."
Mas isso foi justamente uma amostra da ciência funcionando como deve funcionar.
"A ciência é cometer erros e aprender com eles. É preciso ter provas muito fortes para derrubar um século de Física, mas isso não significa dizer que nunca acontecerá", afirma Al-Khalili.
"Desde que Einstein formulou sua teoria tentamos provar que ela está errada e não conseguimos, mas nunca devemos deixar de tentar."
12 agosto, 2020
F-16
O caça a jato F-16 é um maldito de um avião.
Ele pode acelerar até Mach 2, que é o dobro da velocidade do som. E por voar tão rapidamente já se envolveu em incidentes em que foi atingido por balas disparadas por suas próprias armas
Ars Technica
24 novembro, 2012
Guiada por Deus
Policiais em Fort Pierce, Florida, detiveram a motorista Melissa Miller (foto), 41, por dirigir a 100 milhas por hora com um dos braços para fora da janela do carro. A velocidade máxima ali permitida é de 30 milhas por hora.
A mulher justificou-se: "Eu estava deixando o espírito do Senhor me guiar".
- Teve sorte, senhora. Jesus podia tê-la guiado a um lago, por exemplo.
O Detran adverte
Comentários
Ela tem cara de quem estava sendo guiada por "Spirits" (distilled beverages) que produzem o mesmo efeito do transe místico.
A mulher justificou-se: "Eu estava deixando o espírito do Senhor me guiar".
![]() |
| "In God I trust." |
- Teve sorte, senhora. Jesus podia tê-la guiado a um lago, por exemplo.
O Detran adverte
Comentários
Ela tem cara de quem estava sendo guiada por "Spirits" (distilled beverages) que produzem o mesmo efeito do transe místico.
Nelson Cunha
Spirits" e direção não combinam; "Sprite" e diabetes, também não.
PGCS
13 setembro, 2011
27 fevereiro, 2011
Google Chrome. Testes de velocidade
Aqui o Google testa a velocidade de seu navegador contra:
o canhão de batatas,
o som e...
o raio.
Tire suas conclusões.
Leitura
Cinco razones por las cuales elegir Google Chrome, artigo de Carlos Rebato, no qual ele explica por que prefere o navegador da turma de Mountain View.
o canhão de batatas,
o som e...
o raio.
Tire suas conclusões.
Leitura
Cinco razones por las cuales elegir Google Chrome, artigo de Carlos Rebato, no qual ele explica por que prefere o navegador da turma de Mountain View.
14 outubro, 2007
O radar já era?
Frase escrita na traseira de um trailer, com placas de Canela – RS, ontem estacionado na Praça Martins Dourado, em Fortaleza:
VELOCIDADE CONTROLADA
VELOCIDADE CONTROLADA
POR BURACOS
20 janeiro, 2007
Micropoemas do infortúnio - 3
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