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22 agosto, 2023

Um espelho vs. uma superfície branca

Qual é a diferença entre um espelho e uma superfície branca se ambos refletem toda a luz?
A diferença é que a reflexão do espelho é regular, ordenada. Todos os raios de mesma direção são refletidos em uma mesma outra direção. Já uma superfície branca faz uma reflexão difusa. Raios provenientes de uma mesma direção são refletidos em variáveis direções, não permitindo a formação de imagens. A razão é que a textura de superfície do espelho [A] apresenta irregularidades menores do que o comprimento de onda da luz, enquanto a superfície branca [B] apresenta irregularidades maiores do que o comprimento de onda da luz. Ou seja, o espelho é liso e a superfície branca é rugosa para a luz.


Ernesto von Ruckert, Mestre em Física. In: Quora

29 setembro, 2022

Dawkins e o privilégio de viver

Em "Unweaving the rainbow" (Desvendando o arco-íris), o biólogo evolucionário Richard Dawkins escreve:
"Vamos morrer, e isso nos torna os felizardos. A maioria das pessoas nunca vai morrer porque nunca vai nascer. As pessoas em potencial que poderiam estar aqui, em meu lugar, mas que de fato nunca verão a luz do dia, superam os grãos de areia da Arábia. Certamente, esses fantasmas não nascidos incluem poetas maiores do que Keats, cientistas maiores do que Newton. Sabemos disso porque o conjunto de pessoas possíveis permitidas por nosso DNA excede enormemente o conjunto de pessoas reais. Diante dessas probabilidades estonteantes, somos você e eu, em nossa normalidade, que estamos aqui. Nós que fomos algo privilegiados, ao ganharmos na loteria do nascimento contra todas as probabilidades, como ousamos reclamar de nosso inevitável retorno àquele estado anterior do qual a vasta maioria nunca saiu?"

21 setembro, 2022

In saecula saeculorum

Há uma palavra etrusca, saeculum, que descreve o período de tempo vivido pela pessoa mais velha presente, às vezes calculado em cerca de cem anos. Em um sentido mais amplo, a palavra significa a extensão de tempo durante a qual algo permanece na memória viva. Todo evento tem seu saeculum e depois seu pôr do sol quando a última pessoa que lutou na Guerra Civil Espanhola se foi. Para nós, as árvores pareciam oferecer outro tipo de saeculum, uma escala de tempo mais longa e uma continuidade mais profunda, protegendo nossa efemeridade da mesma forma que uma árvore pode oferecer abrigo literal sob seus galhos.
Reflexão da escritora Rebecca Solnit (depois de visitar com um amigo seis majestosos eucaliptos – lendas locais vivas com raízes profundas na história global).

De acordo com o livro Guinness de recordes, a árvore mais velha alguma vez documentada foi a "Prometeu", no pico Wheeler, Nevada, nos EUA. A árvore teria cerca de 5.200 anos quando foi acidentalmente cortada. Donal Rusk Currey é o professor de geologia norte-americano que acabou por ficar na história por ter sido responsável pelo abate dessa árvore, em 1964.
No Pinus longaeva em causa foi possível contar 4.867 anéis. Considerando-se que o local onde se encontrava pode ter condicionado o crescimento da árvore, os especialistas calcularam uma idade aproximada de 5.200 anos na data em que foi cortada, um recorde que consta do Guinness Book e que até hoje ainda não foi quebrado.
Atualmente, o recorde para a árvore mais velha ainda viva também pertence à mesma espécie de pinheiro. Chama-se "Matusalém" (foto), encontra-se nas Montanhas Brancas, na Califórnia e estima-se que já tenha atingido os 4.854 anos.
Controvérsias
https://www.tricurioso.com/2019/05/16/qual-e-a-arvore-mais-antiga-do-planeta/

31 março, 2022

O branco mais branco

Há alguns anos, um grupo de engenheiros da universidade americana de Purdue, em Indiana, criou um tom de branco que era ainda mais branco que o que conhecíamos até então. O composto foi incorporado em revestimentos para edifícios em forma de tinta com o objetivo de resfriá-los e reduzir a necessidade do uso de ar condicionado no interior dos prédios.
Em outubro de 2020, os pesquisadores foram além e conseguiram desenvolver uma tinta ultra branca que conseguia ser ainda mais clara. Mas, quando se pensava que não era possível ir além, eles superaram as expectativas e criaram uma tinta que não é só mais clara, mas também é mais fria que as formulações anteriores desenvolvidas por eles.
Segundo os pesquisadores, este tom pode ser o equivalente do branco ao Vantablack, "o preto mais preto", que chega a absorver até 99,9% de toda a luz visível (*). Os engenheiros afirmam que essa formulação de tinta mais branca reflete até 98,1% da luz solar recebida e ainda envia o calor infravermelho para longe da superfície ao mesmo tempo.
As tintas comercializadas atualmente ficam mais quentes ao invés de mais frias, enquanto as que são projetadas para rejeitar calor refletem apenas entre 80% e 90% da luz solar recebida, sem o benefício de tornar as superfícies mais frias que um ambiente.
Para atingir um nível de brancura tão alto, são utilizadas duas características fundamentais, sendo a primeira delas a concentração do sulfato de bário, um composto químico que também é utilizado para tornar papéis fotográficos e cosméticos mais brancos. A outra também está relacionada ao sulfato de bário, que têm tamanhos diferentes na tinta. O tamanho de cada partícula interfere no quanto ela espalha a luz, sendo assim, quanto mais ampla a gama de tamanho de partículas, mais a tinta pode se espalhar no espectro de luz solar.

Extraído de: O branco mais branco é também o mais frio; saiba o porquê, Olhar Digital

N. do E.
(*) Uma equipe de engenheiros do MIT desenvolveu o que eles chamam de "o material mais preto até hoje". Composto de microfilamentos de nanotubos de carbono, é mais escuro até do que o famoso Vantablack®, que absorve 99,96% da radiação da luz. Sobre esta descoberta, o Ultrablack®, eles dizem que absorve 99,995% da luz e que, por isso, é dez vezes mais escuro do que o recordista anterior.
http://blogdopg.blogspot.com/2017/03/vantablack.html
http://blogdopg.blogspot.com/2019/10/ultrablack.html

22 fevereiro, 2022

O dever e a alegria

Um curto poema do filósofo e poeta indiano Rabindranath Tagore:

"Dormi e sonhei
que a vida era alegria.
Acordei e vi
que a vida era um dever.
Trabalhei - e eis que o dever
era alegria."

Rabindranath Tagore, o primeiro não europeu a ganhar o Prêmio Nobel, ex-parceiro de conversas com Einstein na contemplação da ciência, espiritualidade e reflexão sobre a natureza humana.
12/04/2021 - Sim à vida, apesar de tudo!

11 setembro, 2020

O estranho poder da música

Numa passagem particularmente comovente, Dr. Oliver Sacks (neurocientista e autor de "Musicofilia"), ao refletir sobre o quinto aniversário dos ataques de 11 de setembro, capturou as peculiaridades do estranho poder da música sobre nós:
"Em meu passeio matinal de bicicleta até Battery Park, ouvi música quando me aproximei da ponta de Manhattan, e depois vi e me juntei a uma multidão silenciosa que estava olhando para o mar e ouvindo um jovem tocando Chaconne em Ré Menor de Bach em seu violino. Quando a música terminou e a multidão silenciosamente se dispersou, ficou claro que a música lhes trouxe um profundo consolo, de uma maneira que nenhuma palavra jamais poderia ter feito.
A música, exclusivamente entre as artes, é ao mesmo tempo completamente abstrata e profundamente emocional. Não tem poder para representar nada de particular ou externo, mas possui um poder único para expressar estados ou sentimentos internos. A música pode perfurar o coração diretamente; não precisa de mediação. Não é preciso saber nada sobre Dido e Enéias (*) para se emocionar com o lamento dela por ele; quem já perdeu alguém sabe o que Dido está expressando. E há, finalmente, um paradoxo profundo e misterioso aqui, pois, embora essa música faça com que a pessoa sinta dor e sofrimento mais intensamente, ela traz conforto e consolação ao mesmo tempo."
(*) Dido e Enéias é uma ópera do compositor inglês Henry Purcell (1659 - 1965). Sua história se baseia no livro IV de "Eneida", do poeta romano Virgílio, que retratata o amor da rainha de Cartago, Dido, pelo herói troiano Enéias. Quando este a abandona, Dido acaba morrendo.

14 agosto, 2020

O leitor escritor e vice-versa

"Aprender a ser um bom leitor é o que faz de você um escritor." ~  Zadie Smith

No quarto dos treze ensaios do livro intitulado "Flight", Rebecca Solnit escreveu:
"Como muitos outros que se transformaram em escritores, eu desapareci nos livros quando eu era muito jovem, desapareci neles como alguém correndo pela floresta. O que me surpreendeu e ainda me surpreende é que havia um outro lado na floresta de histórias e solidão, que eu saí daquele outro lado e conheci pessoas lá. Escritores são solitários por vocação e necessidade. Às vezes, acho que a prova não é tanto talento, o que não é tão raro quanto as pessoas pensam, mas objetivo ou vocação, que se manifestam em parte como a capacidade de suportar muita solidão e continuar trabalhando. Antes de os escritores serem escritores, eles são leitores, vivendo em livros, através de livros, na vida de outras pessoas que também são as cabeças de outras pessoas, naquele ato que é tão íntimo e, no entanto, tão solitário."

28 julho, 2020

Uma faísca inesperada de percepção

"Por mais longa que seja a vida de um ator, ele não tem como declarar: 'Estou pronto'. E se fizer, não é do ramo, Embora no teatro se repita, dia após dia, o mesmo gesto, a mesma intenção, o mesmo texto, dentro da mesma encenação, repentinamente 'uma faísca inesperada de percepção' revela outra zona a seguir – que depende de sua inquietação, Em Reflexões de um comediante, de Jacques Copeau, lê-se sobre essa 'anomalia':
"Nisto consiste o mistério – que um ser humano possa pensar e tratar a si próprio como matéria de sua arte. Ao mesmo tempo agir e ser o que é manobrado. Homem natural e marionete."
— Fernanda Montenegro, em sua autobiografia Prólogo, ato, epílogo: Memorias.

27 março, 2020

A esperança que faz sentido

A partir de uma reflexão de Václav Havel:
A esperança, em seu sentido mais profundo, não é o sentimento de que as coisas vão terminar bem. Mas, antes, a capacidade de lutar por algo porque é bom, e não apenas porque há chance de alcançar sucesso. Quanto mais despropositada a situação em que demonstramos ter esperança, mais poderosa é a esperança. Definitivamente, a esperança não é a mesma coisa que o otimismo. Não é a convicção de que algo vai dar certo, mas a certeza de que alguma coisa faz sentido, independentemente de como evolua.

Art Young, 1926

06 junho, 2016

O que representam as datas?

O grande historiador Alfredo Bosi, em seu livro "O tempo dos tempos", nos fala sobre a importância das datas para a história:
"Datas. Mas o que são datas? Datas são pontos de icebergs. O navegador que singra a imensidão do mar bendiz a presença dessas pontas emersas, sólidos geométricos, cubos e cilindros de gelo visíveis a olho nu e a grandes distâncias. Sem essas balizas naturais que cintilam até sob a luz noturna das estrelas, como evitar que nau se espedace de encontro às massas submersas que não se veem?"
Li esta reflexão há tempos no blog Memórias, de Ana Margarida, e guardei-a para postá-la hoje, quando eu faço 68 anos.

19 agosto, 2015

Matuitando - 2

"Matuitar" é uma fusão de matutar (refletir sobre algo) com tuitar (postar no Twitter).

É difícil para mim confiar em pessoas que têm cabelos longos e sempre os usa para baixo. Sua fisiologia deve ser muito diferente da minha.

Perdão, mas poderá também gostar de:
Rabo-de-cavalo e Por um rabo-de-cavalo

28 dezembro, 2014

Matuitando

"Matuitar" é uma fusão de matutar (refletir sobre algo) com tuitar (postar no Twitter).

Lembra-se de quando nos ríamos dos velhos que passavam o tempo todo recortando artigos dos periódicos e enviando-os uns aos outros? Pois é isso literalmente tudo o que fazemos agora. Julia Santo

Perdão, mas poderá mudar de ideia ao ler
EU blog, TW itter

21 julho, 2014

Reações químicas

Uma compilação de espetaculares reações químicas neste vídeo:



N.B. Nem todos os exemplos acima mostrados são reações químicas.

Ciência com um Sorriso
"É desconcertante refletir sobre o número de alunos que tenham sido reprovados em Química por não saberem o que mais tarde descobriu ser falso." - Atribuído a Deming in Robert L. Weber, "Science with a Smile", 1992.

22 setembro, 2012

Dia Mundial Sem Carro - 2012

"A racionalidade coletiva é aquilo que é melhor para cada indivíduo, partindo do pressuposto de que todos os outros agirão da mesma forma. As Leis da Natureza traduzem aquilo que é coletivamente racional. Podemos ilustrar esta distinção com um exemplo retirado de Jean-Paul Sartre. Consideremos um grupo de camponeses em que cada um cultiva a sua parcela de terreno, na vertente íngreme de um monte. Individualmente, apercebem-se de que poderiam aumentar a parte utilizável do seu terreno abatendo as árvores e semeando mais. Por isso, todos cortam as árvores. Mas, na tempestade seguinte a chuva arrasta o solo do monte, estragando a terra. Neste caso, podemos afirmar que a ação individualmente racional é cortar as suas árvores, de forma a aumentar a área de terra disponível para a agricultura. (O abate de árvores de uma só parcela de terreno não faz uma diferença significativa, no que diz respeito à erosão do solo.) Mas, coletivamente isto é um desastre, pois se todos cortarem as suas árvores, todas as parcelas ficarão inutilizáveis. Portanto, a ação coletivamente racional é deixar a maioria das árvores de pé – se não mesmo todas."
Escrito por Hermes, no blogue Em Busca de Sophia, é uma reflexão apropriada para hoje e sempre.

Vídeo: As ciclovias na Holanda

26/09/2012 - Atualizando...
Desde 2007, o paulistano dispõe de uma rádio só de trânsito, a Rádio SulAmérica Trânsito, dedicada a relatar as condições de tráfego da cidade de São Paulo, e suas rotas alternativas, durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

22 setembro, 2011

Dia Mundial Sem Carro - 2011

O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes. Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis - entre os quais se destaca a bicicleta.
Automóveis: problemas causados pelo uso massivo
Os malefícios causados pelo uso de automóveis são inúmeros e evidentes: poluição atmosférica e sonora, doenças respiratórias, sedentarismo, irritabilidade, perda de tempo em congestionamentos, acidentes, comprometimento de grande parte da renda das pessoas.
Além disso, as viagens de carro degradam a relação dos indivíduos com o espaço público, transformando a rua em um indesejável obstáculo a ser superado no deslocamento de um ponto a outro. Elas também significam um uso desproporcional das ruas, já que a imensa maioria dos carros leva apenas uma pessoa - o que é ainda mais grave em áreas densamente povoadas.
Desafio Intermodal - 6ª edição
20/09/11, às 18 horas
Da movimentada avenida Luís Carlos Berrini, zona sul de São Paulo, foi dada a largada: a motorista, o motociclista, os ciclistas, os usuários de transporte público e os pedestres saíram lado a lado, em direção à prefeitura, no centro, a cerca de 10 km dali.
Veja quem fez o percurso mais rápido:

Empresário Wagner de Carvalho chega com sua bicicleta em frente à prefeitura
Folha.com

18 março, 2011

Ecologicamente correto

por Fernando Gurgel Filho (de Brasília)

Na igreja, depois do sermão, o padre falou:
- Quem quer ir para o céu levante a mão!
Todos os presentes foram rápidos e ergueram as mãozinhas.
- Quem quer ir para o céu AGORA!
Apenas algumas mãozinhas inocentes ficaram levantadas. Não devem ter entendido a proposta do padre.

Cartunista: Pavel Constantin, Romênia
Podemos fazer o mesmo teste:
- Quem quer o mundo livre de poluição e ecologicamente correto?
É quase certo que todo mundo, seja ecologista ou não, levantará as duas mãos de uma vez só. Entusiástica e convictamente.
- AGORA!
Se há turma parecida, podemos esperar que apenas alguns xiitas, mais aqueles que não entenderam as implicações da proposta, levantem timidamente as mãos.
Porque, para termos perspectiva imediata de um mundo melhor no futuro, devemos, em primeiro lugar, acabar definitivamente com a queima de petróleo e seus derivados. Depois, proibir terminantemente a construção de residências, o corte de árvores e a prospecção de minérios.
Isso necessariamente implica acabar imediatamente com qualquer veículo e máquina que utilize óleo, gasolina, álcool, carvão vegetal ou mineral, bem como com indústrias de móveis, decorações e construções de um modo geral.
Isso é possível?
Duvido e posso afirmar com total segurança que NUNCA será viável.
Paliativos sempre existirão, mas serão apenas algumas penitências e rezas para aplacar os deuses - no caso dos fiéis - ou a consciência dos que se dizem ecologistas.
Vamos exemplificar com a construção de uma casa ecologicamente correta. O material utilizado, bem como a forma de construir, pode trazer vários benefícios para o meio ambiente e para os moradores.
Entretanto, nenhuma casinha, por menor que seja, deixa de ser agressiva ao meio ambiente. No meu modesto entender, ecologicamente correta é uma adjetivação totalmente descabida.
Em primeiro lugar, uma construção necessita necessariamente de um terreno limpinho. Nenhuma graminha sobrevive em baixo de uma construção.
Depois, há que se evitar excesso de umidade. Então, qualquer tentativa de frutificar uma nascente na região deve ser eliminada, senão a construção degrada em pouco tempo.
Aí, como não há ser humano que conviva com insetos, devem ser eliminados cupins, formigas, lacraias, escorpiões, aranhas, baratas, mosquitos, moscas etc.
Durante a fase de construção, é enorme a demanda por água, matérias-primas e energia. A produção de lixo e resíduos é imensa. Quando finalmente habitada, os danos ao planeta já terão sido irreversíveis, e aí é que começa a pior parte, com necessidade de mais água, esgoto, energia, matérias-primas para móveis e eletrodomésticos e mais produção de lixos e resíduos.
E haja carros, asfaltos e danos ao meio ambiente.
Então, quem quer salvar o planeta AGORA?

27 setembro, 2009

O Dia Mundial Sem Carro

O objetivo dessa data não foi necessariamente o de ter deixado o automóvel na garagem de casa no dia 22 de setembro. É o de refletir que, todos os dias, a gente pode ir a muitos lugares sem ele.
A propósito do assunto, os símbolos da meritória campanha - tanto em 2008 (à esquerda) quanto em 2009 (à direita) - foram extremamente criativos.