"É de pequenino que se torce o pepino" trata-se de um ditado popular de origem portuguesa, com registros desde o século XVII, que significa que a educação, valores e hábitos de uma pessoa devem ser moldados desde a infância, quando ainda é mais fácil corrigir comportamentos e ensinar virtudes.
"O ponto de não retorno (ou tipping point)" é um limiar crítico a partir do qual um sistema sofre mudanças drásticas e irreversíveis, entrando em um novo estado de equilíbrio do qual não consegue mais retornar às condições originais, mesmo que as causas iniciais do dano sejam interrompidas.
A junção da expressão com o ditado é para significar que a, partir de um certo ponto que o pepino (ou que o menino) alcance, não será mais possível corrigir os desvios verificáveis.
(Não conheço o fedelho. A foto meramente ilustrativa.)
Esta expressão continua em uso, mas a sua origem nos transporta ao passado.
Quando a arquiteta Chu Ming Silveira projetou, em 1971, um novo tipo de telefone público que fosse adequado a um país dos trópicos. Durável, porém leve e barato de fabricar, instalar e manter, o qual logo foi apelidado de orelhão (em alusão a ter a forma de uma grande orelha).
Precisava de fichas para fazer ligações. Mas, em 1992, as tais fichas foram substituídas por cartões.
No auge de sua utilização, havia 1,5 milhão desses aparelhos nas ruas e praças do Brasil.
E fizeram muito sucesso em quadros de humor da televisão brasileira.
Na década de 1980, com o "Zé da Galera" e o "Paquera da Jupira", personagens de Jô Soares no programa humorístico "Viva o Gordo"; e também, com o comediante Aloísio Ferreira Gomes, o "Canarinho", destaque do programa "A Praça É Nossa", que usava o telefone público próximo de outras pessoas, falando alto e provocando grandes confusões.
No cinema nacional, os orelhões foram também utilizados como peças do "mobiliário urbano". Como em "O Agente Secreto" (de 2025), em que foi preciso recriar uma Recife dos anos 1970s para as locações do filme.
Este mês de janeiro marca o início da despedida de nossos confidentes de fibra de vidro. Em povoados onde a cobertura da internet é insatisfatória, apenas 9 mil desses orelhões sobreviverão até 2028.
Não vai sobrar lugar para eles, em um país que atualmente se comunica por meio de 270 milhões de telefones celulares.
A ficha caiu para sempre, mas a conexão com a história será eterna. (Paulo Gurgel)
Se usada de forma irônica, esta expressão pode sugerir o oposto do que é considerado "fino".
Mulher para o marido:
"Quando for às compras, compre meio litro de leite e, se tiver abacates, compre seis."
O homem retorna com seis litros de leite. E ela pergunta "por quê?".
"Eles tinham abacates", ele responde.
A imagem da fila do pão (ou qualquer outra fila) é a de uma ordem, onde todos esperam a sua vez. Se alguém tenta passar à frente, significa que está ignorando essa ordem e os direitos dos outros.
Em alguns contextos, a pergunta pode ser usada para questionar se alguém realmente "merece" estar na posição em que está. Afinal, está comprando pão como todo mundo. Em outros contextos (de desigualdade social, econômica ou política), a pergunta pode também ser usada para criticar a forma como algumas pessoas se beneficiam de privilégios e oportunidades, enquanto outras são negligenciadas.
"Quem é você na fila do pão?" faz par com o emblemático "Você sabe com quem está falando?".
Muitas pessoas já devem ter ouvido essa expressão. Mas o que é neca de pitibiriba (ou necas de pitibiribas)? Quando pesquisamos em algum dicionário online ou em qualquer outra fonte de origem duvidosa vemos que (neca + de + pitibiriba) simplesmente significa nada, nadica de nada. Neca de pitibiriba é uma maneira carinhosa popular latino-brasileira de apelidar o nada. A palavra neca vem do latim "nec", que quer dizer (adivinha?) nada.
É um termo brasileiro inventado por não se sabe quem e nem onde também e que tem o significado de nada.
Há relatos de que tenha sido usado por Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes, ao se referir a um amigo chamado Neca, morador da cidade de Pitibiriba. Após a morte de Tiradentes, passaram a procurar exaustivamente o tal Neca e a tal Pitibiriba. E chegaram à conclusão de que nunca existiram. Outra possibilidade é que tenha origem em Pirituba (SP), onde vivia um sujeito de apelido Neca que trabalhava num cartório. Dizia sempre não, a quem ia ao cartório atrás de documentos (sem ao menos procurá-los). E todos se referiam a ele como o "Neca de Pirituba", que virou de Pitibiriba, como variante, para designar o nada absoluto, mesclando o falso topônimo com o "neca", do latim "nec", que já é uma negativa.
Quando consignam esses termos populares os dicionários brasileiros costumam recorrer ao jeitinho da "formação expressiva", um modo elegante de reconhecer que, sobre eles, não sabem… necas de pitibiribas. A formação expressiva, quase sempre puxada para o cômico, é aquela em que o som pula na frente do sentido e o leva de arrasto. Uma palavra assim formada não tem, portanto, raízes etimológicas que possam ser pesquisadas.
Neca Setúbal Neca, de Maria Alice Setúbal, vem do apelido "Boneca", a única menina entre sete herdeiros do Itaú. Sendo filha do prefeito de SP Olavo Setúbal, neta do deputado e acadêmico da ABL Paulo Setúbal, tetraneta da viscondessa de Campinas, do visconde de Indaiatuba e do barão de Sousa Queirós, sobrinha-trineta do marquês de Três Rios, da baronesa de Itapura e da baronesa de Anhumas, sobrinha-tetraneta do visconde de Vergueiro, do barão de Limeira e da marquesa de Valença, e pentaneta do senador Vergueiro, um dos mais influentes políticos do Império do Brasil, a Neca não se aplica o neca de pitibiriba.
Bom para o DBF, o Dicionário Brasileiro de Frases.
A expressão "pensar na morte da bezerra"significa: estar distante, pensativo, alheio a tudo.
A história mais aceitável para explicar a origem dessa expressão remonta anos antigos hebreus, que sacrificavam animais a Deus como forma de agradecimento ou de redenção dos pecados.
Conta-se que o filho caçula de um rei era muito afeiçoado a uma bezerra, e não queria que ela fosse sacrificada. Contrariando o desejo do filho, o rei mandou sacrificá-la, oferecendo-a a Jeová.
A partir daquele dia, o menino nunca mais deixou de pensar na morte da bezerra, mantendo-se tristonho por toda a vida. E há versões de que o ele faleceu ao contrair uma doença que foi agravada por seu estado de infelicidade.
Significado: coisa nenhuma; absolutamente nada; necas de pitibiribas.
Exemplo: "Ele não comeu nadica de nada". "Um mais um é dois / Nós dois sem um é nada / O amor soma e não separa / Por nadica de nada." (Day e Lara, cantoras)
Para alguns, a expressão correta seria: "Nanica de nada." Isso porque antigamente falavam para não comer banana (nanica, especialmente) antes de ir dormir. O que, a meu ver, tem a cara de ser uma etimologia fantasiosa.
Nadica de Nádia é o nome de uma página no Face.
Bom para o DBF, o Dicionário Brasileiro de Frases.
Puxar a brasa à sardinha (ou: puxar a sardinha à brasa), essas expressões remetem ao tempo em que os moradores de cortiços assavam sardinhas no fogo que iluminava o ambiente e, de tanto quererem que as brasas assassem logo seus próprios peixes, eles acabavam apagando o fogo, o que deixava todo mundo na escuridão. Como resultado, as sardinhas acabaram sendo proibidas de serem assadas no fogo coletivo dos cortiços, e a expressão "puxar a brasa à sua sardinha" passou a se referir a uma pessoa egoísta, que busca somente seus próprios interesses.
Trata-se de uma expressão idiomática brasileira que significa: «reclamar com escândalo ou brigar».
Sua origem não parece clara. Mas a tese mais aceita, segundo o Wikcionário (com base em fonte jornalística brasileira), é a seguinte:
Nos blocos de carnaval do Rio de Janeiro, no início do século XX, alguns foliões tinham a ousadia de beliscar as nádegas das moças fantasiadas que desfilavam. Para evitar isso, alguns capoeristas desfilavam, no meio dessas moças, fantasiados como baianas. Então, quando alguém cometia algum ato desrespeitoso com as moças, eles atacavam. Quem estava de fora e não estava informado da situação via apenas rodar a baiana e, em seguida, iniciar-se uma grande confusão.
No contexto dessa expressão, baiana deve entender-se não como «mulher habitante ou natural da Bahia», mas, sim, como «alguém que se veste com a indumentária tradicional das negras e mestiças da Bahia (vendedoras de quitutes), que consta de saia rodada, bata de renda, turbante, pano-da-costa, chinelas, colares, brincos e balangandãs».
Bom para o DBF.
Estampa de camisa: SE SUA BAIANA NÃO RODA, NÃO TENTE PARAR A MINHA
A origem dessa locução adverbial remonta ao período das grandes navegações portuguesas. A expressão inicial era "de Cabo a Rabat", referindo-se ao fato de se conhecer a costa africana da Cidade do Cabo, ao Sul, até à cidade de Rabat, em Marrocos. Eram pontos da rota de navegação das caravelas portuguesas com destino às Índias.
Seu significado atual é: ir, realizar algo ou conhecer um assunto do começo ao fim, de uma ponta à outra, dos pés à cabeça, de alfa a ômega etc.
Bom para o Dicionário Brasileiro de Frases.
Marco Lucchesi @marcolucbr: - É preciso romper uma tentativa de golpe a cada dia.
Paulo Silva @EntreMentes: - A cada dia sua chicanice. Tu visse?
O que é "visse"
Palavra amplamente usada no Nordeste (Pernambuco) para fundir três interrogativas:
- você viu?
- você escutou?
- você entendeu?
Costuma ser usada precedida de "tu", segunda pessoa do singular (modo indicativo). "Tu visse?" talvez represente a expressão máxima do português informal.
Hoje utilizada para se referir a algo que se pretende tirar de alguma discussão, a expressão, como tantas outras do nosso idioma, vem de Portugal. A origem foi na Península Ibérica, no século XIII.
Quando qualquer fidalgo da época se sentia lesado por alguma injúria tinha o direito de pedir a condenação do agressor. Se fosse constatada de fato a agressão, o responsável teria de pagar 500 soldos (moedas de ouro na Roma antiga) para ser absolvido.
Se o condenado voltasse a cometer um delito semelhante, deveria pagar outros 500 soldos. “Compreende-se que outra qualquer vilta, vitupério sem razão, posterior à multa cobrada, não seria incluída na primeira. Matéria para novo julgamento. Outra culpa. Outro dever. Seriam, evidentemente, outros quinhentos”, escreveu Luis Câmara Cascudo em seu livro "Locuções Tradicionais no Brasil".
Vem daí a expressão: se cometer um delito, vão embora quinhentos soldos. Mas e se cometer uma nova injúria? Bom, aí são outros quinhentos…
No Dicionário de Humor Infantil, de Pedro Bloch: "Eu acho mil reais. Aí eu devolvo ao dono quinhentos reais e fico com os outros quinhentos para pagar minha honestidade."
São outros quinhentos, não é?
Mas a origem da expressão segundo Câmara Cascudo é insuperável.
A expressão "sino, livro e vela" faz referência à excomunhão, uma punição utilizada para retirar ou suspender um crente de uma filiação religiosa. A excomunhão significa literalmente colocar alguém fora da comunhão.
Ex.: "Seremos amaldiçoados com sino, livro e vela".
Na Idade Média, a excomunhão era pública e havia uma cerimônia em que os oficiantes fechavam o livro (dos Evangelhos), apagavam a vela e tocavam um sino, como quem diz já morreu.
Shakespeare usou a frase em King John, 1595:
BASTARDO:
Sino, livro e vela não me levarão de volta
Quando ouro e prata me chamam para ir.
"Bell, Book and Candle" é o título de um filme americano de 1958, estrelado por Kim Novak.
Acrílico "Bell, Book, and Candle"
O filme é um dos meus favoritos há muitos anos. Esta pintura não é um esforço para criar uma cena do filme, mas é inspirada no nome do filme. Foi uma tarefa difícil encontrar este sino. Por fim, encontrei-o em uma loja de antiguidades e perguntei ao proprietário se poderia “alugar” como acessório. Paguei a ele o valor total, com o acordo de que poderia tê-lo de volta, menos $ 5 do preço quando devolvesse o sino. Mas acabei mantendo o preço cheio - ainda assim, a ideia de alugar objetos em antiquários para orientar pinturas parece uma situação vantajosa para o pintor e o lojista. ~ Myke Daymon
"Nunca entendi essa de fritar no mármore. Mármore é gelado!" (http://twitter.com/TuicoMoreira/status/1498323147677970443)
"Fritar no mármore" pode ser o encurtamento da expressão "arder (ou queimar) no mármore do inferno".
Relembrando os cinco bordões mais famosos da novela "O Clone":
"Insh'Allah" (se Deus quiser)
"Não é brinquedo, não"
"Tratada como um camelo"
"Pisada como um tapetinho"
"Arder no mármore do inferno" (uma das frases mais repetidas durante toda a trama por Tio Ali, o personagem de Stênio Garcia, para destacar o que acontece com os pecadores segundo o Corão).
A propósito:
Há no mercado as chamadas frigideiras de mármore, descritas como uma das mais novas tecnologias em antiaderência.
(http://youtu.be/hfMr-FvvXoE, link não patrocinado)
Bom para o Dicionário Brasileiro de Frases, o DBF.
bo.ro.go.dó sm (coloquial) 1 Atrativo físico especial e irresistível. 2 Manifestação delicada de apreço ou de amor; carinho. Etimologia desconhecida (Michaelis)
Na Hemeroteca Digital da BN, o primeiro resultado de "borogodó" é de 1962, na revista teatral "É no Borogodó" (uma revista tradicional que "se desenvolve conforme a rotina entre o bailado e a cortina cômica - com alguns sketches de permeio", e que "está acima dos atuais padrões decadentes da Praça Tiradentes"). Autores: Luiz Peixoto, Roberto Ruiz e Humberto Cunha. Teatro Recreio RJ. Revista Cruzeiro 2/6/1962. [1]
O termo "borogodó" é borogodó de si mesmo. No melhor e no pior sentido.
Reginaldo, o Rossi, o nosso Rei ajudou a popularizar o termo. Uma canção de seu repertório tem como refrão unicamente a palavra "borogodó". A ponto de muita gente pensar que é o título da canção, quando é este, na verdade, "Deixa de banca" (vídeo). [2]
Escreve Carlos Sena:
"Fato é que o nosso 'Reiginaldo' é, digamos assim, o pai dessa expressão tão usual hoje em todo o país. Como ele é pernambucano, justiça temos que fazer à vocação de Pernambuco pela letra "ó". Senão, vejamos as cidades: Cabrobó, Orocó, Orobó, Tacaimbó e Bodocó. De lambujem ainda temos Nossa Senhora do Ó – uma praia que fica no litoral sul de Pernambuco, perto de Porto de Galinhas. Ôxe, que peste de tanto "ó" é essa homem de deus?" [3] O ó do borogodó
Numa palavra que tem superabundância de "o", essa bendita letra sobre a qual incide o acento é por merecimento um "ó do borogodó". Trata-se, pois, de uma singularidade, a deste "ó" que possui um plus com relação aos demais "o" da palavra.
(Bom para o Dicionário Brasileiro de Frases) Webgrafia
[1] http://t.co/VAFwWSJdaJ?amp=1 ou http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=003581&pagfis=143198
[2] http://youtu.be/dId3rdKqojQ
[3] http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/4611507
A expressão completa é: "Cria corvos e eles te arrancarão os olhos".
É a tradução de: "Cria cuervos que te sacarán los ojos", um provérbio espanhol.
Ao cineasta Carlos Saura, inspirou o filme "Cría cuervos":
Sinopse
Ana (Geraldine Chaplin) é uma mulher de tristes lembranças. Duas décadas antes, quando tinha nove anos, ela acreditava ter em suas mãos um misterioso poder sobre a vida e a morte de seus familiares. Assim teria causado a morte inesperada do pai, o militar franquista Anselmo (Héctor Alterio), logo após o doloroso martírio da mãe. Trailer
A cocada preta é um doce típico da culinária brasileira. Em Salvador ele é vendido nos tabuleiros das baianas, entre acarajés, abarás e vatapás.
Dizem que, quando a família real veio ao Brasil, esse quitute era disputado na Corte, onde o rei era o primeiro a se servir da iguaria. Daí a expressão "rei da cocada preta", que a irreverência carioca criou e hoje é usada, como deboche, para identificar uma pessoa convencida.
Fonte: Blog Cocada Preta
Expressões relacionadas: "se achar"; "querer ser as pregas" etc.
O uso bilíngue desta expressão por Millôr Fernandes:
"E, sempre que aproxima mais o país do abismo no qual, segundo a retórica política, o Brasil vive, esse FhC (superlativo de PhD) corre à televisão e deita a fala do trono, com a convicção de que, mais do que nunca, foi ele, the king of the black sweetmeat made of coconuts (o rei da cocada preta), quem conduziu o Brasil à salvação definitiva e à glória eterna." O pensamento de FH analisado por MF. Conclusão
O que significa a expressão "nem que a vaca tussa"?
Significa: de jeito nenhum, não, nunca, jamais, impossível, de forma alguma. Confere a ideia de que algo não acontecerá nem que o Sr. Sobrenatural de Almeida desça no terreiro para mudar o rumo dos acontecimentos.
É uma das muitas expressões de improbabilidade da língua portuguesa. Neste rol também estão:
No dia de São Nunca.
Quando a galinha criar dentes.
Nem que chova canivete.
Pagando para ver.
No tempo que Adão era cadete.
Um dia sim, oito não.
Nas calendas gregas (Ad kalendas graecas).
Em zero de onzembro.
Nem a pau, Nicolau!
Em sua frase original e completa, a expressão já foi "nem que a vaca tussa e o boi espirre".
Sem querer enveredar pela discussão de se os bovinos, de fato, podem tossir ou espirrar, podemos traduzir "nem que a vaca tussa" para o inglês. Palavra por palavra, fica "not even if the cow coughs". Os gringos vão entender?
Bem, somos responsáveis pelo que falamos mas não pelo que eles entendem.
Três vacas leiteiras bolam um plano para salvar a fazenda e suas vidas depois que um novo dono chega para vendê-las para o abate. Título do filme?
"Nem Que a Vaca Tussa", e nós entendemos a Disney.
Nós também entendemos quando Leonam Quirino eruditizou a expressão para "nem sequer considerar a possibilidade de que a fêmea bovina expire com fortes contrações laringo-bucais".
Por fim, é importante salientar que existem inúmeras expressões na língua portuguesa do Brasil contendo nomes de animais. A expressão em questão devido á presença da palavra "vaca" talvez cause um estranhamento ou uma repulsa em falantes estrangeiros. Ora, que vão eles para o brejo!
Te alui, criatura é uma expressão utilizada no Ceará para advertir alguém que precisa mudar de atitude.
Confesso: sou da terrinha e não conhecia esta gíria. Fui aprendê-la num tuíte do Governo do Ceará.