A grafia correta é ÁLCOOL e não ÁLCOOL. Algumas pessoas põem o segundo O antes do primeiro O, o que é completamente errado.
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24 agosto, 2021
07 agosto, 2020
O efeito do álcool sobre a percepção da beleza
É notório que o álcool afeta a percepção da beleza. Pesquisas feitas in anima nobile confirmam a existência desse fenômeno.
Há casos em que o simples manuseio de uma garrafa já é suficiente para mudar a percepção.
Há casos em que o simples manuseio de uma garrafa já é suficiente para mudar a percepção.
16 setembro, 2019
Saúde e comunidade
Michael Foley (*)
Então, por que um registro tão impressionante de criatividade alcoólica entre os religiosos? Eu acredito que há duas razões subjacentes.Primeiro, as condições eram certas para isso. Comunidades monásticas e ordens religiosas similares possuíam todas as qualidades necessárias para produzir bebidas alcoólicas finas. Eles tinham vastas extensões de terra para plantar uvas ou cevada, uma longa memória institucional através da qual o conhecimento especial poderia ser transmitido e aperfeiçoado, uma facilidade para o trabalho em equipe e um compromisso com a excelência, até mesmo nas menores tarefas, como meio de glorificar a Deus.
Em segundo lugar, é fácil esquecer, em nossa época atual, que durante grande parte da história humana o álcool foi fundamental na promoção da saúde. As fontes de água geralmente carregavam agentes patogênicos perigosos, e pequenas quantidades de álcool seriam misturadas com água para matar os germes.
Os soldados romanos, por exemplo, recebiam uma dose diária de vinho, não para embriagar-se, mas para purificar qualquer água que encontrassem em campanha. E dois bispos, Santo Arnulfo de Metz e São Arnold de Soissons, são responsáveis por salvar centenas de pessoas de uma praga porque eles admoestaram seu rebanho a beber cerveja em vez de água. Uísque, licores de ervas e até mesmo bitters também foram inventados por razões medicinais.
E se a cerveja pode salvar almas da peste, não admira que a Igreja tenha uma bênção especial para ela que começa assim: "Ó Senhor, abençoe esta criatura (cerveja), que por Sua bondade e poder foi produzida a partir de grãos, e pode ser uma bebida saudável para a humanidade".
(*) Michael Foley é Professor Associado de Patrística na Baylor University. Este texto integra o artigo Feeling guilty about drinking? Well, ask the saints, originalmente publicado em The Conversation.
18 abril, 2019
Cenouras, álcool e visão
Cenouras podem melhorar sua visão. O álcool fará isso em dobro.
Slideshow CENOURAS HUMANOIDES
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Que é um bêbado?
| "Mãe, eles querem me comer." |
Slideshow CENOURAS HUMANOIDES
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Que é um bêbado?
11 outubro, 2018
Veneno federal
VOCÊ SABIA?
EM 1926, O GOVERNO DOS EUA ENVENENOU O ÁLCOOL NUM ESFORÇO PARA CONTROLAR O SEU CONSUMO DURANTE A PROIBIÇÃO (LEI SECA). COMO RESULTADO DA MEDIDA ESTIMA-SE QUE, AO ACABAR A PROIBIÇÃO EM 1933, DEZ MIL PESSOAS HAVIAM MORRIDO NO PAÍS ENVENENADAS PELO PRÓPRIO GOVERNO.19 julho, 2018
Eletricidade e álcool não combinam
Algumas vezes acontece que uma solução para um problema acaba criando um novo problema.
Como exemplo, aqui está um caso em que a solução era um gel à base de álcool a 70% em um dispensador montado na parede de um hospital. O gel destinava-se a resolver os chamados problemas nosocomiais associados à fraca higiene das mãos nos hospitais.
Infelizmente, um profissional de saúde precisou de retirar uma roupa de isolamento de poliéster a 100%, pouco depois de usar o desinfetante, e isso causou uma centelha de eletricidade estática (de pelo menos 3000 volts), que então incendiou o gel em suas mãos e braços.
O relatório do incidente levou à remoção temporária dos dispensadores de mão à base de álcool em alguns hospitais, inclusive naqueles em que os profissionais de saúde foram encontrados repetidamente a lamber os dedos enquanto revisavam os gráficos hospitalares.
(https://www.improbable.com/2018/02/15/a-flash-fire-caused-by-a-hospital-hand-sanitizer/)
Sanitizante - tipo particular de desinfetante que reduz o numero de contaminantes bacterianos em níveis relativamente seguros.
Ver também: Cerveja e Viagra não combinam
Como exemplo, aqui está um caso em que a solução era um gel à base de álcool a 70% em um dispensador montado na parede de um hospital. O gel destinava-se a resolver os chamados problemas nosocomiais associados à fraca higiene das mãos nos hospitais.
Infelizmente, um profissional de saúde precisou de retirar uma roupa de isolamento de poliéster a 100%, pouco depois de usar o desinfetante, e isso causou uma centelha de eletricidade estática (de pelo menos 3000 volts), que então incendiou o gel em suas mãos e braços.
O relatório do incidente levou à remoção temporária dos dispensadores de mão à base de álcool em alguns hospitais, inclusive naqueles em que os profissionais de saúde foram encontrados repetidamente a lamber os dedos enquanto revisavam os gráficos hospitalares.
(https://www.improbable.com/2018/02/15/a-flash-fire-caused-by-a-hospital-hand-sanitizer/)
Sanitizante - tipo particular de desinfetante que reduz o numero de contaminantes bacterianos em níveis relativamente seguros.
Ver também: Cerveja e Viagra não combinam
16 março, 2018
Um discurso [não comprometedor] sobre um assunto controverso
Num discurso em 1952, perante a casa de representantes do Mississipi, o legislador Noah S. Sweat abordou a questão de saber se o Estado deveria continuar a proibir bebidas alcoólicas:
Meus amigos,https://www.futilitycloset.com/2017/05/14/in-a-word-567/
Eu não tinha a intenção de discutir este assunto controverso neste momento em particular. No entanto, eu quero que vocês saibam que eu não evito a controvérsia. Pelo contrário, eu tomarei minha posição sobre qualquer assunto e a qualquer momento, independentemente de quão cheio de controvérsia possa ser o assunto. Você me perguntou como me sinto sobre o uísque. Tudo bem, aqui está o que eu sinto sobre o uísque:
Se você ao dizer uísque, você quer dizer a bebida do diabo, o flagelo venenoso, o monstro sangrento, que contamina a inocência, destrona a razão, destrói a casa, cria miséria e pobreza, sim, literalmente tira o pão da boca de crianças... se você quer dizer a bebida maléfica que derruba o cristão e a mulher no auge de uma vida justa e graciosa no poço sem fundo da degradação e do desespero, da vergonha, da impotência e da desesperança, então certamente eu sou contra.
Mas, se você ao dizer uísque, você quer dizer o óleo da conversa, o vinho filosófico, a cerveja que é consumida quando bons companheiros se reúnem, que coloca uma canção em seus corações e um riso em seus lábios, e o brilho ardente do contentamento em seus olhos... se você quer dizer a alegria do Natal... se você quer dizer a bebida estimulante que coloca a primavera no passo do velho cavalheiro em uma manhã gelada... se você quer dizer a bebida que permite ao homem magnificar sua alegria e sua felicidade e esquecer, ainda que por pouco tempo, as grandes tragédias da vida, as mágoas e as dores... se você quer dizer aquela bebida, cuja venda derrama em nossos tesouros incalculáveis milhões de dólares, que são usados para cuidar com ternura dos nossos pequenos aleijados, nossos cegos, nossos surdos, nossos mudos, nossos idosos e enfermos, e para construir rodovias, hospitais e escolas... Esta é a minha posição. Não vou me afastar disso. Não vou me comprometer.
10 novembro, 2016
Um atestado médico para fim de beber
O ano era 1931, e Churchill estava em uma turnê de palestras nos Estados Unidos. À época, estava em vigor no país a lei seca, e Winston devia saber que faria uma longa viagem sem libações.
Em Nova York, ao atravessar uma rua, Churchill foi atropelado por um carro.
Levado às pressas para um hospital, ele foi tratado de um ferimento na cabeça, um nariz e várias costelas quebradas, entre outras lesões.
Ao deixar o hospital, ele foi para as Bahamas para descansar e curar-se completamente. Mas ele ainda queria completar a sua turnê de palestras.
O médico que cuidara de Churchill em Nova York não achou que prosseguir com a turnê fosse uma boa ideia, tendo em vista os ferimentos do seu paciente, mas encontrou a melhor maneira possível para aliviá-lo do sofrimento.
Ele deu a Churchill um atestado médico. Contornando a lei seca, o documento lhe permitia ter acesso ao álcool que quisesse.
A nota, escrita pelo Dr. Otto Pickhardt, dizia:
Em Nova York, ao atravessar uma rua, Churchill foi atropelado por um carro.
Levado às pressas para um hospital, ele foi tratado de um ferimento na cabeça, um nariz e várias costelas quebradas, entre outras lesões.
Ao deixar o hospital, ele foi para as Bahamas para descansar e curar-se completamente. Mas ele ainda queria completar a sua turnê de palestras.
O médico que cuidara de Churchill em Nova York não achou que prosseguir com a turnê fosse uma boa ideia, tendo em vista os ferimentos do seu paciente, mas encontrou a melhor maneira possível para aliviá-lo do sofrimento.
Ele deu a Churchill um atestado médico. Contornando a lei seca, o documento lhe permitia ter acesso ao álcool que quisesse.
A nota, escrita pelo Dr. Otto Pickhardt, dizia:
Esta é para certificar que o convalescente de um acidente Hon. Winston S. Churchill requer o uso de bebidas alcoólicas, especialmente nas refeições. A quantidade é naturalmente indeterminada, mas as necessidades mínimas seriam de 250 centímetros cúbicos.E assim Sir. Winston Churchill foi autorizado a beber livremente nos Estados Unidos, quando a todos era proibido.
26 outubro, 2016
Uma nuvem estelar de álcool
Espreitando-nos entre as estrelas, no vazio frio e escuro, há uma enorme nuvem de álcool. Sim, álcool etílico, o mesmo que é por nós utilizado para aromatizar alguns momentos de nossas vidas. Falamos de uma nuvem centenas de vezes maior do que o diâmetro do nosso sistema solar.
A nuvem fica a cerca de 390 anos-luz do centro da nossa Via Látea. Passando por Sagittarius B2, certo?
É tão grande que mede mais de 460 bilhões de quilômetros. Só para comparar: o sistema solar, medido de ponta a ponta, tem cerca de 3 bilhões de quilômetros.
Mas o álcool não está flutuando por aí sozinho. O álcool etílico desta enorme nuvem, como é mostrado por análise, está misturado com álcool metílico, muito tóxico. E o álcool, nesta apresentação, tem o sabor de framboesa. Assim, podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o centro de nossa galáxia sabe a framboesa.
O álcool é uma molécula orgânica. Assim como as moléculas que são tipicamente utilizadas por seres vivos. Isso significa que está relacionado à vida. O álcool, por exemplo, pode ser metabolizado, utilizado para tornar-se açúcares essenciais, que fornecem energia ou constroem componentes celulares
Mas não se enganem: ao falarmos que são moléculas orgânicas, isto não significa dizer que as moléculas dessa nuvem apresentem uma origem "orgânica". Não foram lá deixadas por convivas intergalácticos, portanto.
Sua origem está associada à evolução estelar. E a compreensão de como o álcool é formado nos permitirá obter novas hipóteses sobre o surgimento da vida.
Una nube de alcohol más grande que el sistema solar, Hipertextual
Ver também:
(B)ar alcoólico
A nuvem fica a cerca de 390 anos-luz do centro da nossa Via Látea. Passando por Sagittarius B2, certo?
É tão grande que mede mais de 460 bilhões de quilômetros. Só para comparar: o sistema solar, medido de ponta a ponta, tem cerca de 3 bilhões de quilômetros.
Mas o álcool não está flutuando por aí sozinho. O álcool etílico desta enorme nuvem, como é mostrado por análise, está misturado com álcool metílico, muito tóxico. E o álcool, nesta apresentação, tem o sabor de framboesa. Assim, podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o centro de nossa galáxia sabe a framboesa.
O álcool é uma molécula orgânica. Assim como as moléculas que são tipicamente utilizadas por seres vivos. Isso significa que está relacionado à vida. O álcool, por exemplo, pode ser metabolizado, utilizado para tornar-se açúcares essenciais, que fornecem energia ou constroem componentes celulares
Mas não se enganem: ao falarmos que são moléculas orgânicas, isto não significa dizer que as moléculas dessa nuvem apresentem uma origem "orgânica". Não foram lá deixadas por convivas intergalácticos, portanto.
Sua origem está associada à evolução estelar. E a compreensão de como o álcool é formado nos permitirá obter novas hipóteses sobre o surgimento da vida.
Una nube de alcohol más grande que el sistema solar, Hipertextual
Ver também:
(B)ar alcoólico
07 janeiro, 2016
(B)ar alcoólico
Um bar inaugurado em Londres, o Alcoholic Architecture (o Arquitetura Alcoólica), inovou na maneira de servir seus clientes. Além de oferecer bebidas alcoólicas, como qualquer bar que se preza, ele disponibiliza para seus frequentadores uma "nuvem de álcool", apelidada de "drinque respirável". Trata-se de um vapor que mistura álcool e energético numa proporção de 1:3. Os efeitos são bastante fortes, pois o álcool é absorvido pelo corpo humano através dos pulmões, olhos e pele. Dessa forma, ele entra diretamente na corrente sanguínea, sem passar pelo fígado (onde seria metabolizado), o que acentua seus efeitos sobre o cérebro. Por isso, os clientes só têm autorização para ficar 50 minutos desfrutando da citada "nuvem".
Não se sabe, porém, se o bar será uma nuvem passageira. Psiquiatras ouvidos pelo jornal The Independent já se mostraram totalmente contrários a essa novidade.
E o Dr. Niall Campbell, um especialista em dependência de álcool, do Hospital Priory, em Roehampton, foi ainda mais contundente:
"A última coisa que este país precisa é de uma outra maneira de alcoolizar-se."
04 abril, 2015
O homem do fígado de ouro
James Bond estava realmente bêbado o tempo todo
Três conceituados médicos do Reino Unido assumiram a nobre tarefa de catalogar todas as ingestões alcoólicas de James Bond nos 14 romances de Ian Fleming, dando uma base científica para o que todos nós já sabíamos: Bond é um bêbado incorrigível.
Os resultados dos levantamentos feitos, publicados em uma "edição festiva" do British Medical Journal (347/bmj.f7255), mostraram que o seu consumo médio foi de 97 unidades por semana. Quanto ao consumo máximo diário, foi de 49,8 unidades, no terceiro dia de "From Russia With Love".
Também pudera
Os copiosos consumos alcoólicos de Bond diminuíam sensivelmente em suas hospitalizações e passagens por prisões distantes, quando ele se contentava com cinco martinis por dia.
N. do E.
Você entregaria a esse homem a missão de desarmar uma bomba nuclear?
Poderá também gostar de ver
Com licença para mudar, Bond no bondinho, slideshow Bonds, 50 anos de James Bond, Tudo junto e misturado e James Bond com o passar do tempo
Três conceituados médicos do Reino Unido assumiram a nobre tarefa de catalogar todas as ingestões alcoólicas de James Bond nos 14 romances de Ian Fleming, dando uma base científica para o que todos nós já sabíamos: Bond é um bêbado incorrigível.
Os resultados dos levantamentos feitos, publicados em uma "edição festiva" do British Medical Journal (347/bmj.f7255), mostraram que o seu consumo médio foi de 97 unidades por semana. Quanto ao consumo máximo diário, foi de 49,8 unidades, no terceiro dia de "From Russia With Love".
Os copiosos consumos alcoólicos de Bond diminuíam sensivelmente em suas hospitalizações e passagens por prisões distantes, quando ele se contentava com cinco martinis por dia.
N. do E.
Você entregaria a esse homem a missão de desarmar uma bomba nuclear?
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24 janeiro, 2015
O homem com o fígado de ouro
James Bond estava realmente bêbado o tempo todo
Três conceituados médicos do Reino Unido assumiram a nobre tarefa de catalogar todas as ingestões alcoólicas de James Bond nos 14 romances de Ian Fleming, dando uma base científica para o que todos nós já sabíamos: Bond é um bêbado incurável.
Os resultados dos levantamentos feitos, publicados em uma "edição festiva" do British Medical Journal (347/bmj.f7255), mostraram que o seu consumo médio foi de 97 unidades por semana. Quanto ao consumo máximo diário, foi de 49,8 unidades, no terceiro dia de "From Russia With Love".
Os copiosos consumos alcoólicos de Bond diminuíam sensivelmente em suas hospitalizações e passagens por prisões distantes, quando ele se contentava com cinco martinis por dia.
N. do E.
Você entregaria a esse homem a missão de desarmar uma bomba nuclear?
Três conceituados médicos do Reino Unido assumiram a nobre tarefa de catalogar todas as ingestões alcoólicas de James Bond nos 14 romances de Ian Fleming, dando uma base científica para o que todos nós já sabíamos: Bond é um bêbado incurável.
Os resultados dos levantamentos feitos, publicados em uma "edição festiva" do British Medical Journal (347/bmj.f7255), mostraram que o seu consumo médio foi de 97 unidades por semana. Quanto ao consumo máximo diário, foi de 49,8 unidades, no terceiro dia de "From Russia With Love".
N. do E.
Você entregaria a esse homem a missão de desarmar uma bomba nuclear?
22 outubro, 2014
Vamos conversar?
"O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê penas severas para o motorista que dirige embriagado. Ele perde a carteira de motorista e responderá a processos se for apanhado dirigindo bêbado. No entanto, como costuma acontecer em nosso País, não há fiscalização efetiva sobre os transgressores. Parece não existir, ainda, por parte das autoridades e dos cidadãos, a preocupação com o fato de que o álcool é a grande causa de mortes no trânsito, e isso impede a adoção de medidas efetivas para resolver o problema."
Estudos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego revelam que, do total de acidentes de trânsito no Brasil, trinta por cento dos casos envolveram o uso de bebidas alcoólicas. Se considerarmos os casos de acidente de trânsito que resultaram em mortes, os números são ainda mais alarmantes. O Ministério da Saúde relata que cinquenta por cento das mortes ocorridas por consequência de acidentes de trânsito estariam relacionadas à ingestão de bebidas alcoólicas por condutores de veículos automotores.
Estudos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego revelam que, do total de acidentes de trânsito no Brasil, trinta por cento dos casos envolveram o uso de bebidas alcoólicas. Se considerarmos os casos de acidente de trânsito que resultaram em mortes, os números são ainda mais alarmantes. O Ministério da Saúde relata que cinquenta por cento das mortes ocorridas por consequência de acidentes de trânsito estariam relacionadas à ingestão de bebidas alcoólicas por condutores de veículos automotores.
26 junho, 2014
Testes de sobriedade
Muito mais comuns nos EUA, os testes de sobriedade podem parecer uma grande piada, mas produzem resultados que podem indicar (sem o concurso do bafômetro e de outros exames) que a pessoa andou bebendo mais do que deveria.
Confira alguns dos principais testes de sobriedade. Todos são homologados pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration, a Administração Nacional de Segurança e Tráfego nas Autoestradas).
1. Nistagmo horizontal dos olhos
Para quem não sabe, o nistagmo é um movimento involuntário que os olhos fazem por diversas razões, incluindo-se o excesso de álcool no sangue. Segundo dados da NHTSA, em 88 por cento dos casos de nistagmo, a quantidade de álcool está acima da legalmente permitida.
2. Andar e girar
3. Parar em uma perna
4. Teste de equilíbrio de Rhomberg
5. Pôr o dedo no nariz
Leia mais em: www.tecmundo.com.br/mega-curioso
Confira alguns dos principais testes de sobriedade. Todos são homologados pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration, a Administração Nacional de Segurança e Tráfego nas Autoestradas).
1. Nistagmo horizontal dos olhos
Para quem não sabe, o nistagmo é um movimento involuntário que os olhos fazem por diversas razões, incluindo-se o excesso de álcool no sangue. Segundo dados da NHTSA, em 88 por cento dos casos de nistagmo, a quantidade de álcool está acima da legalmente permitida.
2. Andar e girar
3. Parar em uma perna
4. Teste de equilíbrio de Rhomberg
5. Pôr o dedo no nariz
Leia mais em: www.tecmundo.com.br/mega-curioso
15 agosto, 2013
Absinto muito
O absinto foi inventado pelo médico francês Pierre Ordinaire como um tônico de saúde, em 1700. Esse produto, porém, não se popularizou até que houve uma praga nos vinhedos da França. As pessoas geralmente misturavam vinho com a água em um esforço para reduzir a enorme quantidade de bactérias na água potável. Quando a cultura da uva passou a ter problema, e os preços do vinho subiram, as pessoas buscaram outros apresentações de álcool para misturar na água. E o absinto, um álcool destilado da erva Artemisia absinthium e aromatizado com anis, era uma forma barata de purificar a água. Contudo, aqueles que o usavam em demasia notaram um efeito indesejável: alucinações.
Beber absinto floresceu durante La Belle Epoque, quando artistas, poetas e boêmios começavam e terminavam o dia consumindo grandes quantidades de absinto. Muitos deles inclusive se inspiravam nas visões trazidas pela "Fada Verde" (La Fée Verte) durante a apelidada "hora verde". Mas exatamente o quanto disso era ilusão é debatido até hoje. Havia produtores inescrupulosos, que acrescentavam ingredientes venenosos e, às vezes, com propriedades alucinógenas ao absinto. A tujona, um produto químico do absinto, é também causa de alucinações, por exemplo. Mas, na maioria das vezes, não estava concentrada o suficiente para gerar esse efeito sobre os bebedores.
Não, a razão mais provável pela qual o absinto provocava tanto comportamento estranho e visões absurdas era que tinha quase o dobro do teor de álcool do uísque. O absinto, por isso, era regularmente diluído antes de ser bebido. Como a diluição variava de acordo com o gosto do usuário e alguns bebedores de absinto não ligavam muito para isso... Oscar Wilde, supostamente, viu tulipas brotando do seu corpo enquanto caminhava em direção ao sol, após uma noite de bebedeira com absinto. É evidente que ele não diluiu bem a bebida.
08 fevereiro, 2013
25 janeiro, 2013
16 janeiro, 2013
Morre o inventor do bafômetro
Morreu na segunda-feira (14) em Anglesey, norte de Gales, aos 77 anos, o Dr. Tom Jones Parry (foto), o inventor do bafômetro eletrônico.
O dispositivo inventado pelo Dr. Jones, em 1974, é capaz de informar o nível de álcool no sangue de uma pessoa com base em uma amostra do ar por ela respirado. A proporção do álcool no ar respirado para o álcool no sangue é 2.100: 1. Isto significa que 2.100 mL de ar irá conter a mesma quantidade de álcool que existe em 1 mL de sangue.
Pela contribuição que deu à segurança rodoviária Dr. Jones fora homenageado com a Ordem do Império Britânico.
Nelson Cunha disse...
O nome "bafômetro" foi muito mal escolhido. Em Inglês é breathanalyser e em espanhol, alcoholímetro.
Dizem mais do que o termo jocoso que escolhemos para nomear o aparelho.
Resposta
É o nome pelo qual o aparelho se tornou conhecido no Brasil.
No entanto, é meio confuso. Medir o bafo pode dar a impressão de medir o hálito, mas para esta finalidade já existe o halímetro.
Certa vez, eu tive o seguinte pensamento enquanto dirigia:
O dispositivo inventado pelo Dr. Jones, em 1974, é capaz de informar o nível de álcool no sangue de uma pessoa com base em uma amostra do ar por ela respirado. A proporção do álcool no ar respirado para o álcool no sangue é 2.100: 1. Isto significa que 2.100 mL de ar irá conter a mesma quantidade de álcool que existe em 1 mL de sangue.
Pela contribuição que deu à segurança rodoviária Dr. Jones fora homenageado com a Ordem do Império Britânico.
Nelson Cunha disse...
O nome "bafômetro" foi muito mal escolhido. Em Inglês é breathanalyser e em espanhol, alcoholímetro.
Dizem mais do que o termo jocoso que escolhemos para nomear o aparelho.
Resposta
É o nome pelo qual o aparelho se tornou conhecido no Brasil.
No entanto, é meio confuso. Medir o bafo pode dar a impressão de medir o hálito, mas para esta finalidade já existe o halímetro.
Certa vez, eu tive o seguinte pensamento enquanto dirigia:
Seria o bafômetro o parente pobre do espirômetro?
Não, ninguém me parou. Nem eu não estava bêbado.
17 novembro, 2012
Uma festa dos bichos na África
A maruleira está carregada. Um macaquinho dá o sinal de partida ao subir na árvore para saborear seus frutos. Não querendo ser excluído da comilança, um elefante dá trombadas na maruleira para que os frutos caiam onde possa comê-los. E, ao vê-los amontoados no chão sob a árvore, a girafa, a avestruz, o gnu, o cervo e os javalis vão chegando...
É uma festa dos bichos na África!
Bem, excessos acontecem...

Amarula
É um licor de origem africana preparado com creme de leite e suco do fruto da maruleira (Sclerocarya birrea). Tem 17% de álcool em sua composição e o sabor é suave, semelhante ao do caramelo.
Este licor é comercializado pela Southern Liqueur Company of South Africa.
É uma festa dos bichos na África!
Bem, excessos acontecem...

Amarula
É um licor de origem africana preparado com creme de leite e suco do fruto da maruleira (Sclerocarya birrea). Tem 17% de álcool em sua composição e o sabor é suave, semelhante ao do caramelo.
Este licor é comercializado pela Southern Liqueur Company of South Africa.
18 abril, 2012
Amnésia alcoólica
Amnésia alcoólica pode levar a confiar em fontes pouco seguras de informação
“Os dados mostram que o desejo das pessoas de ‘preencher os espaços em branco’ pode levá-las a confiar em fontes pouco confiáveis e pode também encorajá-las a adotar um critério de monitoramento de fontes mais fraco”, relata o estudo conduzido pelos psicólogos Robert Nash, do Departamento de Psicologia da Universidade de Surrey, e Melanie Takarangi, do Departamento de Psicologia da Universidade de Leicester. Tal monitoramento “mais fraco” diz respeito ao fato de que as pessoas, por desejarem completar as memórias esquecidas, flexibilizam o critério de confiança, especialmente se há poucas fontes de informação disponíveis. Ou seja, elas adaptam seus critérios à sua necessidade. [...]
Por Aline Naoe, Com Ciência
O esquecimento provocado pelo consumo de bebidas alcoólicas ingeridas por estudantes universitários ajudou pesquisadores do Reino Unido a compreender melhor o processo de reconstrução da memória. Segundo os pesquisadores, “os apagões proporcionam uma excelente oportunidade para estudar as estratégias que as pessoas utilizam para reconstruir experiências esquecidas”. O estudo relatado no artigo "Reconstructing alcohol-induced memory blackouts" (em português, "Reconstruindo apagões de memória induzidos pelo álcool") revela que as pessoas tendem a querer reconstruir os fatos esquecidos, o que pode levá-las a construir falsas memórias.“Os dados mostram que o desejo das pessoas de ‘preencher os espaços em branco’ pode levá-las a confiar em fontes pouco confiáveis e pode também encorajá-las a adotar um critério de monitoramento de fontes mais fraco”, relata o estudo conduzido pelos psicólogos Robert Nash, do Departamento de Psicologia da Universidade de Surrey, e Melanie Takarangi, do Departamento de Psicologia da Universidade de Leicester. Tal monitoramento “mais fraco” diz respeito ao fato de que as pessoas, por desejarem completar as memórias esquecidas, flexibilizam o critério de confiança, especialmente se há poucas fontes de informação disponíveis. Ou seja, elas adaptam seus critérios à sua necessidade. [...]
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