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26 maio, 2026

Novo teste de embriaguez

Um homem é parado na estrada por estar com o farol quebrado. O policial olha para dentro do carro e vê uma coleção de facas no banco de trás.
– Senhor, por que todas essas facas? – pergunta.
– São para o meu número de malabarismo – ele responde.
– Prove – diz o policial.
O homem sai do carro e faz malabarismo com as facas.
Nisso, dois homens passam de carro.
– Puxa – diz um deles –, ainda bem que parei de beber. Esses novos testes de embriaguez estão cada vez mais difíceis.
(http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=15966)

27 fevereiro, 2021

O pai da segurança no trânsito

O homem que inventou o sinal de PARE e também a faixa de pedestres, a rua de mão única, as rotatórias, o ponto de táxi e muito mais - era um americano chamado William Phelps Eno, nascido em 1858. Ele viveria até dezembro de 1945 e, em seus 87 anos de vida, ele criou muitas inovações para o tráfego.
Eno afirmava que, para realizar algo que valesse a pena, três coisas eram necessárias:
1. Devemos ter regras concisas, simples e justas, de fácil compreensão, obedecidas e aplicadas sob promulgação legal.
2. Essas regras devem ser colocadas e divulgadas de maneira que não haja desculpa para não conhecê-las.
3. A polícia deve estar habilitada e ordenada para cumpri-los, e os homens devem ser treinados para esse fim.
Mas... uma coisa que ele não fez. William Phelps Eno nunca aprendeu a dirigir.
Oops!
Carteira de motorista honorário de William Phelps Eno, emitida por A. Bertillon, Préfecture de Police, Nancy, França, 1912.

+ revelações do EntreLeaks: Pilotagens e Treinamento avançado

16 setembro, 2020

O sinal de PARE

Este é um sinal de PARE (de parada obrigatória em cruzamento ou entroncamento). Mas há algo estranho neste sinal, pelo menos em relação a outros sinais: o número de lados que ele possui. A maioria das placas é retangular, pois é dessa forma que geralmente vêm os pedaços de cartolina e outros materiais utilizáveis na confecção das placas.
Alguns outros sinais são redondos. Mas um octógono? Você quase nunca vê isso. Como isso aconteceu?
Para começar, aqui está um aspecto muitas vezes esquecido das placas de rua: o número de lados, que por si só carrega algumas informações. Sinais retangulares são apenas informativos; eles lhe dirão o quão rápido você pode ir, a que distância fica uma saída próxima etc. Mas, além disso, a regra geral é que quanto mais lados o sinal tiver, mais ameaçador será o perigo à frente. Por exemplo, os sinais de de entrada proibida são tipicamente círculos - lados infinitos, como observa Mental Floss, porque é uma idéia incrivelmente ruim seguir o caminho errado numa estrada.
Da mesma forma, os sinais de travessia ferroviária também são círculos, porque é igualmente perigoso atravessar os trilhos quando um trem está chegando. (Os sinais pentagonais são quase exclusivamente usados ​​para "sinais de proximidade de escola". Aqueles que informam que você está na zona da escola e que as crianças podem estar atravessando a rua. Mas eles, geralmente, não estão incluídos nessa hierarquia por algum motivo.) 
E existem outros sinais que instruem os motoristas a diminuir a velocidade e parar, se necessários. Estes têm três lados, porque há menos perigo pela frente.
Na parte superior da hierarquia de sinais - logo abaixo das assustadoras placas circulares - há as placas de PARE com seus oito lados. Os sinais de PARE são algo que você realmente não pode ignorar (ao contrário dos sinais de rendimento). (Ok, você provavelmente também não deve ignorar os sinais de rendimento. Mas você entendeu.)
O design dos sinais de trânsito foi padronizado nos Estados Unidos em 1923. Na época, como Allstate observa em seu blog, "os sinais de PARE originalmente não refletiam", então, "precisávamos de um design que pudesse ser facilmente reconhecido à noite". Eles poderiam ter uma forma de 6, 7 ou 9 lados, porém o octógono venceu. Porque isso nos dá outra vantagem - os motoristas que se aproximam do cruzamento de outras direções antecipam o que fazer. Como observa Allstate, "a forma octogonal facilita para os motoristas que viajam na direção oposta reconhecerem o sinal na parte de trás, o que ajuda a evitar confusões".
Em última análise, isso resulta em menos acidentes, que é o ponto principal dos sinais. O indicador de tráfego de oito lados é icônico e sua forma exclusiva mantém motoristas e pedestres seguros em nossas estradas compartilhadas.

Why Stop Signs Have Eight Sides, NOW I KNOW

N. do E.
Nos Estados Unidos da América, Canadá, Reino Unido, África do Sul e outros países anglófonos, assim como na maior parte da Europa, incluindo Portugal, Espanha, França e Alemanha, o sinal apresenta-se com a palavra inglesa STOP. No Brasil, assim como em muitos países da América Latina, é utilizada a inscrição PARE. No México e em outros países da América Central, o sinal ostenta o termo ALTO.

08 setembro, 2020

A manobra holandesa

Pratique esta manobra para evitar ferir as pessoas no trânsito.
Muitos acidentes envolvendo ciclistas (e também pedestres) acontecem por causa da porta do carro. Quando o carro para e o motorista está saindo, ele facilmente abre a porta na cara do ciclista, isso acontece muito. Mas existe um gesto simples que pode evitar este tipo de acidente.
A solução veio da Holanda e é chamada de manobra holandesa.
Se estiver dirigindo, a porta fica à sua esquerda, certo? Em vez de abrir com a mão esquerda - que é mais prático - faça um esforço a mais e abra a porta com a mão direita. Ao se virar para fazer isso, você automaticamente vai se virar e olhar no retrovisor, e ver se algum ciclista está a pedalar ao lado.
Se estiver no banco do passageiro, faça o contrário. Use a mão esquerda para abrir a porta.
Leva tempo para se acostumar com este hábito, por isso comece logo a praticá-lo.

Transcrito de vídeo.

08 agosto, 2017

Descalço ou de chinelo?

O artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que é infração média dirigir usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais.
(Dirigir descalço é permitido.)

- Descalço e a pé já estou faz tempo! @Express222Klaus


- Quantas infrações de trânsito o Sr. Flintstone está cometendo?

23 fevereiro, 2015

O conhecimento sobre as regras do trânsito

O escritor dinamarquês Mikael Wulff e o cartunista Anders Morgenthaler criaram uma série de gráficos que ilustram algumas das "dolorosas verdades da vida cotidiana". Seus gráficos e diagramas são sarcásticos, mas em sua maior parte verdadeiros. Isso, juntamente com o design simples e de aparência oficial, fazem deles um deleite para o olhar.


SEU CONHECIMENTO SOBRE AS REGRAS DO TRÂNSITO

13 novembro, 2014

Que trabalho só existe em seu país?

Esta pergunta foi recentemente colocada em AskReddit. Aqui está uma das respostas.
Alireza Behooz diz que, em Teerã, no Irã, alguns motoristas contratam pessoas para andar atrás de seus carros quando entram em áreas restritas.
Com isso, as câmeras do trânsito não conseguem capturar os números das placas de seus carros.

22 outubro, 2014

Vamos conversar?

"O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê penas severas para o motorista que dirige embriagado. Ele perde a carteira de motorista e responderá a processos se for apanhado dirigindo bêbado. No entanto, como costuma acontecer em nosso País, não há fiscalização efetiva sobre os transgressores. Parece não existir, ainda, por parte das autoridades e dos cidadãos, a preocupação com o fato de que o álcool é a grande causa de mortes no trânsito, e isso impede a adoção de medidas efetivas para resolver o problema."


Estudos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego revelam que, do total de acidentes de trânsito no Brasil, trinta por cento dos casos envolveram o uso de bebidas alcoólicas. Se considerarmos os casos de acidente de trânsito que resultaram em mortes, os números são ainda mais alarmantes. O Ministério da Saúde relata que cinquenta por cento das mortes ocorridas por consequência de acidentes de trânsito estariam relacionadas à ingestão de bebidas alcoólicas por condutores de veículos automotores.

08 julho, 2014

Rua do Mercado, em 1905

Quando eu vejo estas cenas filmadas de um bonde em Market Street, San Francisco, em 1905 (um ano antes do terremoto), com pedestres, ciclistas, animais, automóveis... tudo circulando, de uma forma organizada e responsável, e comparo-as com as cenas atuais do caótico trânsito de Fortaleza, eu me pergunto:



- ONDE FOI QUE ERRAMOS???

26 junho, 2014

Testes de sobriedade

Muito mais comuns nos EUA, os testes de sobriedade podem parecer uma grande piada, mas produzem resultados que podem indicar (sem o concurso do bafômetro e de outros exames) que a pessoa andou bebendo mais do que deveria.
Confira alguns dos principais testes de sobriedade. Todos são homologados pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration, a Administração Nacional de Segurança e Tráfego nas Autoestradas).
1. Nistagmo horizontal dos olhos
Para quem não sabe, o nistagmo é um movimento involuntário que os olhos fazem por diversas razões, incluindo-se o excesso de álcool no sangue. Segundo dados da NHTSA, em 88 por cento dos casos de nistagmo, a quantidade de álcool está acima da legalmente permitida.


2. Andar e girar
3. Parar em uma perna
4. Teste de equilíbrio de Rhomberg
5. Pôr o dedo no nariz

Leia mais em: www.tecmundo.com.br/mega-curioso

05 outubro, 2013

O caos nosso de cada dia...

geogente.wordpress.com/
Não sabemos em quem botar a culpa pelo caos no trânsito, mas, certamente, temos algumas pistas.
Basta olhar para os vidros dos carros. Do mais moderninho, novinho, potente, brilhante... Ao mais antiguim, vein, degavarzim, sujim...
Está lá: "Presente de Deus", "Deus está no comando", "Dirigido por mim, guiado por Deus", "Propriedade de Jesus".
E por aí vai a justificativa dos que andam a 20 km/h onde deveriam andar, no mínimo, a 80 km/h. Dos que trafegam devagar, quase parando, na faixa de ultrapassagem. Dos que fazem fila dupla, tripla, quádrupla, onde tem apenas duas pistas. Que está devagar justamente por causa de um outro "irmão". Dos que estacionam em qualquer lugar, desde que seja proibido. Etc., etc., etc...
Como o Detran não tem como fazer uma fiscalização rigorosa nas hostes celestes, para evitar tanta barbeiragem, resta-nos apenas, dirigir por nós e pelos motoristas que não assumem nem a responsabilidade pelos seus próprios atos. Precisam colocar a culpa em quem não pode ser responsabilizado e, pelo que se vê nas ruas, nunca soube dirigir o que quer que seja. Muito menos automóvel.
Lamentável essa interferência do Olimpo cristão em assunto tão complexo.

17 maio, 2013

Mão dupla

Two cats on a one lane fence



Uma via de mão dupla pode ser uma fonte de transtornos para seus usuários.Tome-se, como exemplo, o que acontece sobre esta cerca na hora de pico do tráfego.

À consideração das autoridades do Contran para que tomem as medidas cabíveis.

23 janeiro, 2013

Limitador de velocidade em veículos automotores

PROJETO DE LEI N.º 7.434, de 2010, que estabelece a obrigatoriedade de instalação de limitador de velocidade em veículos automotores.
JUSTIFICATIVA
As ligações entre velocidade excessiva e acidentes rodoviários estão há muito tempo extremamente bem estabelecidas. Na Austrália – como em Portugal – tem havido recentemente uma grande mobilização buscando reduzir as taxas de sinistralidade rodoviárias. Daí surgiram propostas de instalar limitadores de velocidades em veículos que seriam capazes de reduzir as mortes em mais de 60%. Tais estimativas escudam-se em inúmeros estudos que apontam que a velocidade surge como principal fator nos acidentes de trânsito com vítimas mortais ou feridos graves. O excesso de velocidade e a velocidade excessiva são responsáveis por cerca de um terço dos acidentes que envolvem vítimas mortais. A velocidade é uma das principais causas de acidentes rodoviários em todo o mundo. (Fonte Relatório das Nações
Unidas 2004).
Segundo o Núcleo de Investigação de Acidentes do IDMEC/IST, de Portugal, quando a velocidade duplica as distâncias de travagem quadruplicam, a violência do impacto quadruplica e a probabilidade de sofrer acidentes graves ou fatais aumenta entre 8 e 16 vezes. A probabilidade de sobrevivência de um pedestre, passa de 90% se for atropelado a 30 km/h para 0% se for atropelado a 80 km/h. Quando a velocidade aumenta o campo visual diminui. A este efeito também chamado efeito de túnel apresenta sérios riscos em particular em ambiente urbano ou em estrada nacional, em que o condutor deixa de conseguir visualizar outros veículos ou pessoas que se aproximem. Por exemplo, tipicamente o ângulo de visão passa de 100 graus a 40 km/h a 30 graus a 130 km/h.
Por cada 5 km/h de aumento de velocidade duplica o risco de acidente (Fonte: Universidade de Adelaide). O risco de acidente ao circular a 80 km/h em vias urbanas é equivalente a circular com 2.1 g/l de álcool no sangue. Cada 5 km/h acima do limite correspondem em termos de risco de acidentes a 0.5 g/l de taxa de alcoolémia (Fonte: Universidade de Adelaide).
A relação entre velocidade e acidentes é clara e é sintetizada numa revisão bibliográfica do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, que diz que se um condutor a 100 km/h detectar um obstáculo, reagir e travar ficando junto ao obstáculo, a 120 km/h colidirá com o obstáculo a uma velocidade entre 70 e 80 km/h que poderá ter consequências fatais
LINK para uma petição eletrônica que eu iniciei no AVAAZ. org em apoio a este Projeto de Lei, de autoria do Deputado Federal Pompeo de Mattos (PDT-RS), em tramitação na Câmara dos Deputados.

16 janeiro, 2013

Morre o inventor do bafômetro

Morreu na segunda-feira (14) em Anglesey, norte de Gales, aos 77 anos, o Dr. Tom Jones Parry (foto), o inventor do bafômetro eletrônico.
O dispositivo inventado pelo Dr. Jones, em 1974, é capaz de informar o nível de álcool no sangue de uma pessoa com base em uma amostra do ar por ela respirado. A proporção do álcool no ar respirado para o álcool no sangue é 2.100: 1. Isto significa que 2.100 mL de ar irá conter a mesma quantidade de álcool que existe em 1 mL de sangue.
Pela contribuição que deu à segurança rodoviária Dr. Jones fora homenageado com a Ordem do Império Britânico.


Nelson Cunha disse...
O nome "bafômetro" foi muito mal escolhido. Em Inglês é breathanalyser e em espanhol, alcoholímetro.
Dizem mais do que o termo jocoso que escolhemos para nomear o aparelho.
Resposta
É o nome pelo qual o aparelho se tornou conhecido no Brasil.
No entanto, é meio confuso. Medir o bafo pode dar a impressão de medir o hálito, mas para esta finalidade já existe o halímetro.
Certa vez, eu tive o seguinte pensamento enquanto dirigia:
Seria o bafômetro o parente pobre do espirômetro?
Não, ninguém me parou. Nem eu não estava bêbado.

25 janeiro, 2012

Multa gravíssima

USE CAPACETE PARA NÃO SER MULTADO


Rolou no Portal LN... ►
Comentário de Marco Antônio Nogueira:
Gurgel, só faltava essa: CAPACETE pra proteger o idem sem PA.
Resposta:
Bem bolado, Marco Antônio. CAPACETE - PA = ?
Comentário de José Roque da Silva Neto:
Gurgel e Marco, o problema é deixar a retaguarda descoberta. E se o fogo vier por trás?
Comentário de Valquiria Farias:
Olá, amigo Paulo Gurgel. Verdade, trata-se de uma multa gravíssima, ímpar. Alguma solução para impedir tamanha infração?
Comentário de Rogério Maestri:
Daqui a pouco as feministas de plantão vão dizer que isto é machismo, pois elas além do capacete vão precisar dos óculos de proteção.
Comentário de Marco Antônio Nogueira:
Maestri, você tá procurando confusão. Está recomendando a elas capacete sem pá? Cuidado, cara! Quem irá precisar de capacete é você.
Comentário de Valquiria Farias:
Rogério, hehehe. Esperarei pela resposta do Sr. Paulo, visse. Se é que há resposta plausível para tamanha multa.
Resposta:
Virou um salve o que puder.

07 julho, 2008

Bombons, antissépticos bucais e a nova lei

A lei federal 11.705, de 16 de junho deste ano, que tornou mais severas as penas aplicáveis aos motoristas brasileiros que são flagrados dirigindo sob o efeito do álcool, passou também a ser mais exigente quanto aos níveis de álcool no sangue que são tolerados. Para efeito de sanção penal, tiveram os seus limites reduzidos de 6 para 2 decigramas de álcool, o que coloca o Brasil entre os países de legislação rígida sobre o assunto.
O equipamento que mede - de forma indireta - esses níveis de álcool no sangue é o etilômetro, popularmente chamado de bafômetro. E o aparelho faz isto a partir do ar exalado, cuja concentração em álcool guarda uma relação fixa com a que esteja presente no sangue, já que seria impraticável puncionar as veias de tantos motoristas nas ruas e estradas para realizar a medição direta.
Com a intensificação do emprego deste tipo de equipamento, nas blitzes de trânsito em nosso país, passou a ser divulgado que atos inocentes como ingerir algum bombom recheado de licor ou usar anti-sépticos bucais (não são todos), caso tenham ocorrido um pouco antes do teste do bafômetro, poderiam ocasionar resultados comprometedores.
É que esses bombons e anti-sépticos bucais, ao impregnarem de álcool por algum tempo a boca de quem os consome, levam a uma leitura de valores elevados de álcool pelo bafômetro.
A defesa, para quem se envolva com tão desconfortável situação, é pedir a repetição do teste uns dez minutos após. Quando esses valores anormais terão certamente retornados ao patamar da normalidade, ao contrário do que se verificará com eles se a pessoa de fato estiver alcoolizada.