A expressão "determinismo nominativo" foi sugerida pela primeira vez por um leitor do New Scientist em 1994, diz Jesse Singal no New York Times, em resposta a uma coluna que apontava que cientistas e escritores frequentemente pareciam "atraídos por seus próprios nomes em direção a certos assuntos".
O melhor exemplo que a coluna forneceu, de longe, foi "um artigo sobre incontinência no British Journal of Urology escrito pela equipe de AJ Splatt (1) e D Weedon (2)".
(1) salpico
(2) xixi
O maior número de nomes já detidos por uma realeza histórica pertenceu a Don Alfonso de Borbón y Borbón (1866-1934), filho do infante Sebastião de Portugal e Espanha e de sua segunda esposa, a infanta Maria Cristina. Os 88 nomes do nobre espanhol Don Alfonso incluem vários com mais de uma palavra, que são hifenizados. No total, 115 palavras precedem o sobrenome de Borbón y Borbón.
Seu nome completo, conforme o Guinness World Records, era Alfonso María Isabel Francisco Eugenio Gabriel Pedro Sebastián Pelayo Fernando Francisco de Paula Pío Miguel Rafael Juan José Joaquín Ana Zacarías Elisabeth Simeón Tereso Pedro Pablo Tadeo Santiago Simón Lucas Juan Mateo Andrés Bartolomé Ambrosio Gerónimo Agustín Bernardo Cándido Gerardo Luis-Gonzaga Filomeno Camilo Cayetano Andrés-Avelino Bruno Joaquín-Picolimini Felipe Luis-Rey-de-Francia Ricardo Esteban-Protomártir Genaro Nicolás Estanislao-de-Koska Lorenzo Vicente Crisóstomo Cristano Darío Ignacio Francisco-Javier Francisco-de-Borja Higona Clemente Esteban-de-Hungría Ladislado Enrique Ildefonso Hermenegildo Carlos-Borromeo Eduardo Francisco-Régis Vicente-Ferrer Pascual Miguel-de-los-Santos Adriano Venancio Valentín Benito José-Oriol Domingo Florencio Alfacio Benére Domingo-de-Silos Ramón Isidro Manuel Antonio Todos-los-Santos de Borbón y Borbón.
Doralice - Dorival Caymmi e Antônio Almeida
Doralice, eu bem que lhe disse / Que amar é tolice / É bobagem, ilusão. / Eu prefiro viver tão sozinho / Ao som do lamento / Do meu violão.
Com Sant Andreu Jazz Band (de Barcelona). Bandleader: Joan Chamorro
Doralice - Banda Eva É dia de ver / A Doralice dançar / Na ponta do pé / Levantando a saia / Pra não molhar. http://youtu.be/Ft37kq5cfE4
Doralice - Moreira da Silva
Samba de breque Então Doralice / Só faltou me bater / Eu dei o sofá, Doralice / Pra me vingar de você. http://youtu.be/LehUrlKnPVI
Casamento da Doralice - Adelar Bertussi
Edson Dutra (fandango) Vou me embora dessa terra / Vou morar noutra morada / Quem quiser que eu vá embora / Mande varrer a estrada. http://youtu.be/QtvNioJD_8M
Berenice (citação de Doralice) - Jorge Ben
Mas quando eu disse para a Doralice / Que estava a fim de você, Berenice / Ela me disse que eu não insistisse / Pois você estava amarrada num tal de Tom Mix.
http://youtu.be/5vvAIcOBXKU
Mulheres - Toninho Geraes
Foi lançada por Martinho da Vila em 1995 no auge de sua carreira. Alvo de críticas por retratar estereótipos do gênero feminino, a letra recebeu uma segunda versão das cantoras Doralyce e Silvia Duffrayer
Nós somos mulheres de todas as cores / De várias idades, de muitos amores / Lembro de Dandara, mulher foda que eu sei / De Elza Soares, mulher fora da lei. http://youtu.be/piaRbXyy7D0 (cantora: Doralyce)
Dorinha, meu amor - José Francisco de Freitas
Dorinha, meu amor / Por que me fazes chorar / Eu sou pecador / E sofro só por ti amar.
Com Mário Reis
http://youtu.be/OpqTEVBsVxo
Dora - Dorival Caymmi
Caymmi (vídeo com fotos de Recife, frevo e maracatu) Ô, Dora / Rainha do frevo e do maracatu / Ninguém requebra nem dança / Melhor do que tu. http://youtu.be/vJZlL83vF8I
Dora - Arlindo Cruz
Grupo Revelação Vou chorar, meu bem (não chora) / Vou chorar, meu bem (não chora) / Eu já vou embora / Com Deus e Nossa Senhora http://youtu.be/Q0xMySgm0oQ
Samba que nem Rita a Dora
Compositor: Luís Carlos da Vila. Cantor: Seu Jorge O Chico falou que a Rita levou / O sorriso dele e o assunto / Eu sofri seu sofrer mas pergunto / Se o meu ele ia aguentar. http://www.cifras.com.br/cifra/seu-jorge/samba-que-nem-rita-a-dora
P. echinata, a árvore representativa do Brasil, espécie ameaçada de extinção (IUCN red list)
Antes de receber o nome de Brasil nosso país teve oito nomes: Pindorama (nome dado pelos indígenas);
Ilha de Vera Cruz, em 1500;
Terra Nova em 1501;
Terra dos Papagaios, em 1501;
Terra de Vera Cruz, em 1503;
Terra de Santa Cruz, em 1503;
Santa Cruz do Brasil, em 1505;
Terra do Brasil, em 1505;
Brasil, desde 1527. E por que Brasil?
Nosso país recebeu este nome porque nos primeiros anos de sua colonização era retirada das matas na costa brasileira a madeira da Paubrasilia echinata (imagem), chamada popularmente de pau-brasil. Desta madeira era extraída uma resina de cor vermelha cor-de-brasa, que era usada para tingir tecidos.
RAQUEL - Luís de Camões
Jacob serviu Labão durante sete anos para obter Raquel, que amava, como prêmio desse trabalho. Enquanto os dias passavam vagarosamente, o sofrido pastor tinha só o sustento da visão da amada, com a esperança de a alcançar no futuro. Contudo, quando acabou esse longo período, Labão decidiu que Jacob recebesse Lia, outra filha, e não Raquel, tal como era o seu desejo.
Jacob não ficou desiludido e começou a servir Labão durante mais sete anos. As palavras finais do soneto, pronunciadas pela própria personagem emotivamente em estilo directo, manifestam o ânimo firme de Jacob, que exprime que estaria disposto a servir Labão ainda mais tempo para conseguir Raquel.
[http://www.omarrare.uerj.br/numero15/xosemanuel.html]
Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; Mas não servia ao pai, servia a ela, E a ela só por prémio pretendia. Os dias, na esperança de um só dia, Passava, contentando-se com vê-la; Porém o pai, usando de cautela, Em lugar de Raquel lhe dava Lia. Vendo o triste pastor que com enganos Lhe fora assi negada a sua pastora, Como se a não tivera merecida; Começa de servir outros sete anos, Dizendo: – Mais servira, se não fora Para tão longo amor tão curta a vida!
São João na Roça (citação)
Luiz Gonzaga Dança Joaquim com Isabé / Luiz com Iaiá / Dança Janjão com "Raqué" / E eu com Sinhá.
[http://www.cifraclub.com.br/luiz-gonzaga/sao-joao-na-roca/] Raquel (valsa)
Francisco Alves Raquel! Raquel! / Ao despertar das rosas / Vou, pela noitinha, / Tu és minha! / Dos teus encantos cativo, ó flor, / Murmuro baixinho, "amor"!
[http://www.letras.com.br/francisco-alves/raquel]
LIA Esta ciranda quem me deu foi Lia / que mora na ilha de Itamaracá.
Para muita gente, trata-se de uma personagem que vive apenas nos versos "Essa ciranda quem me deu foi Lia,/que mora na Ilha de Itamaracá", uma música de domínio público gravada pela primeira vez por Teca Calazans, em 1963. Mas Lia é real, tem 63 anos e poderá ser vista num documentário, dirigido pela cineasta carioca Karen Akerman, que dará origem a livro, CD e DVD. "Eita! É muita felicidade!", festeja Lia. "Nunca pensei que um dia fosse virar uma estrela de cinema". Nome real: Madalena
Maria Madalena começou a ficar conhecida como Lia de Itamaracá, nos anos 1960 e é a fonte de um refrão famoso, recolhido pela compositora Teca Calazans: Ó cirandeiro/cirandeiro ó / a pedra do teu anel / brilha mais do que o sol. A estes versos Teca incorporou uma toada informativa, que também teve grande sucesso: Esta ciranda quem me deu foi Lia / que mora na ilha de Itamaracá.
[http://www.geledes.org.br/esta-ciranda-quem-me-deu-foi-lia-que-mora-na-ilha-de-itamaraca/] Esta terra ainda vai tornar-se um imenso Bacurau
As mulheres de "Bacurau" miram-se no exemplo das heroínas de Tejucopapo, as destemidas que expulsaram, a pau e pedra, os holandeses que pretendiam saquear o vilarejo a 60 km do Recife, em 1646. Aí vemos Carmelita (Lia de Itamaracá), a matriarca que representa a utopia da água e da fartura da nação semiárida; Domingas (Sônia Braga), com sua blasfêmia alcoolizada e a valentia do cuidado rotineiro com o povo; a Teresa (Bárbara Colen) que retorna mais forte ainda... Sem falar na Deisy (Ingrid Trigueiro), que dá um tiro de escopeta ao melhor estilo Chigurh (Javier Barden) no faroeste americano "Onde os fracos não têm vez".
[http://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/13/opinion/1568332061_508519.html]
[http://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7737/1/arquivo7662_1.pdf] DISSERTAÇÃO
[http://twitter.com/hashtag/liadeitamarac%C3%A1?src=hashtag_click] Eu sou Lia (Ciranda de Lia)
Paulinho da Viola Eu sou Lia da beira do mar / morena queimada do sal e do sol / da Ilha de Itamaracá.
Em 1984, a Fundarpe lançou o LP "80 anos de Capiba", por ocasião da comemoração dos 80 anos do compositor pernambucano. O disco registrou, entre outras canções, a ciranda "Minha ciranda", com Lia de Itamaracá.
[http://dicionariompb.com.br/capiba/dados-artisticos] Ciranda Praieira (ciranda/rock'n roll)
Lenine Mas foi na casa de Lia / numa ciranda praieira / que eu vi minha estrela guia / nos olhos da cirandeira.
[http://youtu.be/9kPTlR8for4] Na ilha de Lia, no barco de Rosa
Autores: Edu Lobo e Chico Buarque Quando adormecia na ilha de Lia / Meus Deu, eu só vivia a sonhar / Que passava ao largo no barco de Rosa / E queria aquela ilha abordar.
[http://youtu.be/kOslkKpmKmo]
Era X Æ A-12. Agora é X Æ A-Xii. Não mudou muito, mas foi o suficiente para o estado da Califórnia autorizar a certidão de nascimento com o nome do bebê, filho da cantora canadense Grimes e do empresário Elon Musk, da Tesla e da SpaceX. Sim, o nome continua "incomum". Mas, antes, não era autorizado por conter algarismos arábicos. A lei da Califórnia não permite numerais, emojis, caracteres especiais e símbolos de pronúncia nos nomes.
O 12 virou, portanto Xii, que remete a XII, ou doze em algarismos romanos. Segundo Grimes, "X" remete à variável desconhecida de uma equação, enquanto Æ seria uma ortografia élfica de Ai (inteligência artificial) e A-12 seria sobre uma aeronave de combate da qual ela gosta muito, criada pelos EUA e que teve o apelido de "Arcanjo". Mas "Æ" não é apenas "élfico" ou algo saído de "O Senhor dos Anéis" ou "Dungeons and Dragons". O símbolo é uma ligatura (sin.: ligadura) do latim para o ditongo "ae", que sumiu nas línguas românicas, como no português e no espanhol. Ainda assim, ele aparece como letra oficial do alfabeto de línguas como islandês e norueguês.
Quando o casal revelou o nome, muitas pessoas se esforçaram também para descobrir como deveria ser pronunciado.
Segundo Grimes, o nome é simplesmente pronunciado "XAI", mas falando com a Bloomberg, ela esclareceu que o chama de "pequeno X". É uma pronúncia que difere da pronúncia de Musk. Falando a Joe Rogan, em seu podcast de mesmo nome, Musk disse que o AE é pronunciado como "Ash". "Quero dizer, é apenas X, a letra X", disse Musk, acrescentando: "Hum, e então, o Æ é como 'Ash' pronunciado. E,quanto A-12, contribuição minha.
Junho Este mês tem o nome de Juno, a deusa romana do amor e do casamento. Segundo a mitologia romana, Juno cuidava de mulheres grávidas e crianças, garantindo seu nascimento seguro. Por esse motivo, casar em junho é considerado boa sorte. Junho não é apenas o momento ideal para casamentos, é também um bom mês para renovar os votos e conceber filhos.
Começará "oficialmente" em 1.º de junho, atingirá o clíMAX em 10 de setembro e terminará em 30 de novembro.
Abaixo estão os nomes dos furacões da temporada de 2020.
A Organização Meteorológica Mundial é responsável pela seleção dos nomes. Alternam-se nomes masculinos e femininos, listados alfabeticamente e em ordem cronológica, começando com A e omitindo Q, U, X, Y e Z.
Se forem necessários mais de 21 nomes durante a temporada, o alfabeto grego surfará nas ondas.
Rosa
De Pixinguinha e Otávio de Souza http://thepointcarioca.wordpress.com/2015/11/02/a-histria-da-msica-rosa/ http://jornalggn.com.br/musica/o-misterio-sobre-o-letrista-de-rosa-de-pixinguinha/ http://blogdopg.blogspot.com/2019/08/rosa-de-pixinguinha.html Rosa Morena
De Dorival Caymmi Rosa morena / Aonde vais, morena Rosa? / Com essa rosa nos cabelos / E esse andar de moça prosa?
Canção lançada em 1942 pelo grupo vocal "Anjos do Inferno" e, em 1959, por João Gilberto, no LP "Chega de Saudade". http://youtu.be/v4Ti20FcO8U - c/ Anjos do Inferno http://youtu.be/8lOD3qqfQZA - c/ João Gilberto Maria Rosa
De Lupicínio Rodrigues (1950) Vocês estão vendo aquela mulher de cabelos brancos / Vestindo farrapos calçando tamancos / Pedindo nas portas pedaços de pão? / A conheci quando moça era um anjo de formosa / Seu nome: Maria Rosa, seu sobrenome: Paixão.
"A personagem-título desta música ostentava impressionante beleza, e choviam pretendentes em torno dela, inclusive o próprio Lupicínio Rodrigues, mas era pouco fiel a eles. Um acontecimento fez com que ela perdesse a beleza, mas Lupi continuou seu amigo, ambos prometendo se ajudarem. Originalmente lançada por Francisco Alves, em 1950." (Samuel Machado) http://youtu.be/7yssgiJfN60 - c/ Paulinho da Viola Rosinha
(citação em "Quando o samba acabou")
De Noel Rosa. Intérprete: Mário Reis Lá no morro da Mangueira / Bem em frente à ribanceira / Uma cruz a gente vê / Quem fincou foi a Rosinha / Que é cabrocha de alta linha / E nos olhos tem um não sei quê.
http://youtu.be/-jcrvx9i-88 Rosinha
(citação em "Asa branca")
De Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira Até mesmo a asa branca / Bateu asas do sertão / Entonce eu disse, adeus Rosinha / Guarda contigo meu coração.
(citação em "A volta da asa branca")
De Luiz Gonzaga e Zé Dantas Sentindo a chuva / Eu me arrecordo de Rosinha / A linda flor / Do meu sertão pernambucano. Rosinha
De Oswaldo Audi e Athayde Julio (1964)
A singela "Rosinha" do LP "É proibido fumar" de Roberto Carlos Oh! Rosa / Rosinha / Que bom seria /Se tu fosses minha. http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/rosinha.html Rosinha
De Ary Toledo Vou construir minha casinha / Lá no alto do cerrado / Mas eu só levo a Rosinha / Depois de tudo arrumado.
(O final desta letra é surpreendente. Ou não, em se tratando de Ary Toledo.) http://www.letras.mus.br/ary-toledo/451784/ Rosinha dos Limões
De Maximiano de Sousa e Artur Ribeiro
Fado ligeiro Quando ela passa, franzina e cheia de graça, / Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro. / Lá vai catita, cada dia mais bonita, / E o seu vestido, de chita, tem sempre um ar domingueiro. http://youtu.be/Df_HK0Ax1Es - c/ António Azambuja Eu, heim, Rosa?!
Autores: Paulo Cesar Pinheiro e João Nogueira Eu, hein, rosa! / Te manca, segura essa banca, que escrupulosa! / Eu, hein, rosa! / O meu jogo é na retranca, área muito perigosa.
Canção que recebeu de Elis Regina sua interpretação definitiva. http://youtu.be/dFNtuaqkIss - c/ Elis
Como nasce um samba: "Eu heim, Rosa!" http://aquelesamba.blogspot.com/2011/06/como-nasce-um-samba-eu-heim-rosa.html Na ilha de Lia, no barco de Rosa
De Edu Lobo e Chico Buarque Quando adormecia na ilha de Lia, meu Deus eu só vivia a sonhar / Que passava ao largo no barco de Rosa e queria aquela ilha abordar / Prá dormir com Lia que via que eu ia sonhar dentro do barco de Rosa / Rosa que se ria e dizia nem coisa com coisa. http://youtu.be/kOslkKpmKmo - c/ Edu Lobo, álbum "Dos Navegantes"
Ganhador de uma estatueta do Grammy Latino em 2017, na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, A Rosa
De Chico Buarque A Rosa e o meu projeto de vida? / Bandida, cadê minha estrela guia:? / Vadia, me esquece na noite escura / Mas jura, me jura / Que um dia volta pra casa.
Versos com rimas internas brilhantemente encadeadas. Coisa de gênio.
https: c/ Chico Buarque. Partcipação especial de Sergio Endrigo.
Helena
Valsa francesa de Jean-Pierre Guiran executada ao acordeão. https://youtu.be/XZcleZfX0q0 Helena, Helena
De Antonio Almeida e Constantino Silva (1942)
Anjos do Inferno, Miltinho, Demônios da Garoa, Eu ontem cheguei em casa, Helena / Te procurei e não encontrei / Fiquei tristonho a chorar / Passei o resto da noite a chamar / Helena, Helena, vem me consolar. https://youtu.be/rrcRiDO6HhA Helena, Helena, Helena
De Alberto Land Talvez um dia / Por descuido ou fantasia / Helena, Helena, Helena / Nos meus braços debruçou. https://jornalggn.com.br/noticia/helena-helena-helena
Em 1968, Alberto Land participou do I Festival Universitário da Música Popular Brasileira, promovido pela TV Tupi e pela Secretaria De Turismo da Guanabara, com a canção "Helena, Helena, Helena" que, defendida por Taiguara, conquistou o primeiro lugar e logo se tornou um sucesso popular. Esta canção também foi gravada por Lúcio Alves e Emílio Santiago.
Maria Helena
Muitos conhecem esta canção por seu título original "Tuyo Es Mi Corazón", mas no Brasil ficou consagrada como "Maria Helena". Composição do mexicano Lourenzo Barcelata Castro, esta música foi escrita originalmente para Maria Elena Torres Espinel em 1932 e foi tema do filme "Bordertown". Maria Helena és tu / A minha inspiração / Maria Helena vem / Ouvir meu coração. https://youtu.be/dXwWnk8FLNg Acalanto para Helena (1971)
Chico Buarque fez para sua filha Helena Dorme 'nha pequena / Não vale a pena despertar. https://youtu.be/YhlZ8fE2lbw Canção por Helena
Ludov Vou, vou vivendo / sempre sempre correndo / corro contra chuva, contra o vento / pra dar tempo de te ver / Helena, Helena, Helena. https://www.letras.mus.br/ludov/1580901/ Mulheres de Atenas (citação)
De Chico Buarque e Augusto Boal
Da peça "Mulheres de Atenas", do dramaturgo Augusto Boal, a qual foi baseada na obra "Lisístrata", do comediógrafo grego Aristófanes (447 a.C. - 385 a.C.). http://blogdopg.blogspot.com/2013/06/mulheres-de-atenas.html Quando eles se entopem de vinho / Costumam buscar o carinho / De outras falenas / Mas no fim da noite, aos pedaços / Quase sempre voltam pros braços / De suas pequenas Helenas. https://youtu.be/q_OnBu1QJew Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor (citação)
De Zé Ramalho e Otacílio Batista
Amelinha, 1982 Numa luta de gregos e troianos / Por Helena, a mulher de Menelau / Conta a história de um cavalo de pau / Terminava uma guerra de dez anos. https://youtu.be/Yf3K0mvXyeY Enquanto engoma a calça (citação)
De Ednardo e Climério (1979) Ai, mas como é triste / Essa nossa vida de artista / Depois de perder Vilma pra São Paulo / Perder Maria Helena pro dentista. https://blogdopg.blogspot.com/2013/01/enquanto-engoma-as-calcas.html
Zoilo (ca. 400 a.C. — 320 a.C.) foi um filósofo cínico de Anfípolis, na Macedônia Oriental, então conhecida como Trácia. No fim de sua vida, tomou o nome de "Homeromastix" ("chicoteador de Homero") por suas duras críticas ao poeta Homero, conforme nos relata Ovídio em "Remedium Amoris".
Usa-se este antropônimo para designar um "crítico invejoso, mordaz ou detrator".
"Os meus zoilos", de 1924, é o título de uma das obras do escritor baiano-cearense Rodolfo Teófilo.
"O invejoso se sente incompreendido, ele acha que o mundo lhe deve alguma coisa." ~ Alexandre Bez
Sete novas espécies de aranha do gênero Matta foram encontradas em cavernas de Minas Gerais. Destas sete espécies, seis foram consideradas troglóbias, pois possuem características morfológicas consistentes com a especialização em ambiente subterrâneo.
Os aracnólogos que as descreveram, ANTONIO D. BRESCOVIT e IGOR CIZAUSKAS, batizaram as novas espécies de aranhas com os nomes mais fofos possíveis: Matta zuiuda sp. n. , Matta pititinha sp. n., Matta humhum sp. n., Matta cambito sp. n., Matta humrrum sp. n., Matta nuusga sp. n. e Matta teteia sp. n.
Inspirado pelo esforço incessante de uma aranha cavernícola, o rei escocês Bruce fortaleceu o espírito para derrotar os ingleses. A aranha que inspirou Bruca
NOMES DOS BICHOS
Deus delegou a Adão a responsabilidade de dar nomes aos bois e aos bichos em geral. Então, Adão saiu por aí dando os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo.
(Gênesis 2:20)
Alguns vieram à mente do primeiro homem com certa facilidade. O nome da rã, por exemplo. Outros, nem tanto, dentre estes os nomes para o hipopótamo e o ornitorrinco.
Adão levou seis dias para concluir o nomeamento, e no sétimo descansou.
Uma folga que, aliás, não merecia. Pois deixou por aí um rastro de nomes enganosos tais como urso d'água e escorpião voador. E cobra de duas cabeças para a anfisbena. Contudo, Deus gostou do que viu e, meio que sondando, comentou que Adão seria a pessoa mais indicada para designar os animais pelos nomes científicos.
Adão é que não gostou do que ouviu. E tratou logo de arranjar uma boa desculpa: não ser fluente em latim, lhe pareceu a melhor. Sabe Deus, a primeira flor do Lácio não é para já. Deixemos com Lineu para começar essa taxonomia. Etc.
Um endônimo (endonym) é o nome de um lugar, site ou local no idioma das pessoas que moram lá. Esses nomes podem ser oficialmente designados pelo governo local ou podem simplesmente ser amplamente utilizados.
Este mapa descreve endônimos dos países do mundo em suas línguas oficiais ou nacionais. Nos casos em que um país tem mais de uma língua nacional ou oficial, a linguagem mais usada pela população local é mostrada.
Alguns fatos de linguagem mundial:
A língua oficial ou nacional mais comum do mundo é o inglês, com 86 países ou territórios. Essas jurisdições representam aproximadamente um terço do número de países totais e aproximadamente 30% da área terrestre do planeta.
Após o inglês, as línguas oficiais mais comuns são o francês, o espanhol e o árabe.
Combinados, estas quatro línguas são usadas em suas formas oficiais em 157 países, cerca de dois terços de todos os países.
Na temporada de furacões – entre junho e novembro (para o Caribe) – sempre se pergunta, por que são usados nomes de pessoas para designar esses fenômenos meteorológicos.
A resposta é mais simples do que parece: além de facilitar a divulgação dos alertas e avisos para a população (protocolos de evacuação, medidas de segurança etc.), a adoção de nome para esses fenômenos meteorológicos é importante para reduzir os sofrimentos e perdas humanas que eles causam. O site oficial da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (a NOAA, na sigla em inglês) explica que, sem essas designações, a população local poderia ficar confusa. E as consequências seriam ainda mais sérias, principalmente no caso de furacões simultâneos no tempo ou numa região (vide imagem).
Como os nomes são escolhidos?
O livro "Furacões", de Ivan Tannehill, é citado como referência na história dos nomes dos furacões pelo NOAA. Segundo ele, no século XIX os furacões eram "batizados" em função do dia de santos católicos. Exemplos: o furacão Santa Ana, que devastou Porto Rico em 26 de julho de 1825, e o São Filipe, que atingiu a mesma região em 13 de setembro de 1876.
Atualmente, a definição dos nomes é feita pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na Suíça, uma agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). A OMM mantém uma lista com 21 nomes selecionados de nomes previamente enviados por entidades oficiais regionais. Essa lista, em ordem alfabética, alterna nomes masculinos e femininos. Um comitê de membros da Organização reavalia e acrescenta novos nomes para substituir os que foram "arquivados" e, a cada seis anos, uma nova lista é elaborada.
Nomes de furacões que causaram grandes tragédias não voltam a ser usados. Portanto, não haverá outro Katrina, o nome do furacão responsável pela tragédia de Nova Orleans em 2005. Nem outro Irma, assim espero.
27/08/2020 - Atualizando ...
Está em curso a temporada 2020 de furacões no Atlântico Norte.
A lista da Organização Meteorológica Mundial com os nomes dos furacões (21) é repetida a cada 6 anos.
2014 = 2020
Laura é o 12.º da atual sequência.
Quando o furacão é extremamente destrutivo o nome é retirado da lista.
"O diabo na rua, no meio do redemoinho." (Guimarães Rosa)
O Diabo queria porque queria entrar na igreja, mas o padre, com toda razão, não permitia. Todo dia o Diabo, bem cedo, se colocava em frente à porta da igreja e insistia com o padre. Padre, dizia com uma doce voz o Diabo, posso entrar somente um pouquinho na igreja? O padre, experiente e conhecedor das manobras e artimanhas do Diabo, negava com veemência sua pretensão. Mas, o Diabo, como ele só, não desistia e, todos os dias, antes mesmo de o grande e suntuoso portão da igreja se abrir, já estava lá à espera do padre para renovar seu pedido. Padre – com humildade pedia o Diabo – posso entrar em sua bela igreja, somente por pouquíssimo tempo? O padre, mais firme do que nunca, com uma grande cruz ornamentando o peito dizia um sonoro não. Os anos se passaram e o Diabo não desistia, todo dia, mesma hora, na mesma igreja, com o mesmo padre, fazia o mesmo pedido.
Certo dia o Satanás, que até então não tinha alcançado seu objetivo, perguntou ao padre: – Padre eu posso entrar na igreja? O padre, já abatido pela idade e pela insistência do Demo, ainda bravamente resistia. Mas o Coisa Ruim não desiste fácil. Padre, com voz aveludada, indagava o Diabo, posso então só dar uma pequena olhadela na igreja, eu prometo que só coloco a ponta do meu nariz na sua sagrada igreja. O padre, querendo se livrar do Cão, já cansado do obstinado Demo, pensou: “somente a ponta do nariz não terá problema”. Então o padre concordando, porém sem antes deixar de alertar ao Diabo com voz poderosa e firme, segurando seu crucifixo, disse: – Está certo, vou lhe deixar olhar a igreja, por um único instante e você não poderá passar da “ponta do seu nariz”. Perfeitamente, disse o Diabo com um enigmático sorriso. O que fez então o Diabo? Entrou na igreja de costas, de modo que a ponta do seu nariz foi à última parte do corpo do Diabo a entrar na igreja.
Moral da estória: Não negocie jamais com o Diabo. Não transija com seus direitos. Se você abdicar de um direito fundamental, estará escancarando a porta para que outros direitos sejam violados.
Um artista, muitas vezes, adota um nome artístico porque seu nome verdadeiro é desinteressante, sem graça ou divertido sem querer, difícil de pronunciar ou de soletrar, ou porque ele é utilizado por outra pessoa notável ou porque projeta uma imagem indesejada.
Você não acha que Silvio Santos seja um nome real, não é mesmo?
Aqui estão os nomes artísticos de algumas pessoas célebres no Brasil:
Adoniran Barbosa - João Rubinato
Beto Carrero - João Batista Sérgio Murad
Bussunda - Cláudio Besserman Vianna
Carmen Miranda - Maria do Carmo Miranda da Cunha
Cazuza - Agenor de Miranda Araújo Neto
Chacrinha - José Abelardo Barbosa de Medeiros
Chitãozinho e Xororó - José de Lima Sobrinho e Durval de Lima
Dalva de Oliveira - Vicentina de Paula de Oliveira
Dercy Gonçalves - Dolores Gonçalves Costa
Dolores Duran - Adiléia Silva da Rocha
Dunga - Carlos Caetano Bledorn Verri
Fafá de Belém - Maria de Fátima Palha de Figueiredo
Fernanda Montenegro - Arlette Pinheiro Esteves Silva
Gal Costa - Maria da Graça Costa Penna Burgos
Grande Otelo - Sebastião Bernardes de Souza Prata
Jorge Ben Jor - Jorge Duílio Lima Meneses
Lima Duarte - Ariclenes Venâncio Duarte
Mussum - Antônio Carlos Bernardes Gomes
Paulinho da Viola - Paulo César Batista de Faria
Paulo Gracindo - Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo
Pelé - Edson Arantes do Nascimento
Ratinho - Carlos Roberto Massa
Silvio Santos - Senor Abravanel
Tiririca - Francisco Everaldo Oliveira Silva
Tony Ramos - Antônio de Carvalho Barbosa
Toquinho - Antonio Pecci Filho
Xuxa (apresentadora) - Maria da Graça Xuxa Meneghel
Xuxa (nadador) - Fernando de Queirós Scherer
Zeca Pagodinho - Jessé Gomes da Silva Filho
Uma carta de John Phillips, da Escola de Medicina da Universidade de Yale, para o New England Journal of Medicine, que foi publicada a 14 de fevereiro de 1991:
Referindo-se à mão, os nomes digitus pollicis, indicis, medius, annularis e minimus especificam os cinco dedos. Em situações de relevância clínica, o uso de tais nomes podem impedir ambiguidades anatômicas. São termos consagrados que honram os dedos da mão, o que não acontece aos dedos do pé, que são identificados apenas por números. Exceto, claro, o dedo grande do pé, o hálux. Não é hora de a comunidade médica, com relação aos dedos dos pé, contar não apenas com os números? Submeto à consideração a seguinte nomenclatura para se referir aos dedos do pé: para o hálux, porcellus fori; para o segundo dedo, p. domi; para o terceiro dedo, p. carnivorus; para o quarto dedo, p. non voratus; e para o quinto dedo, p. plorans domum.
Usando porcellus como a forma diminutiva de porcus , ou leitão, pode-se traduzir a terminologia sugerida como se segue: leitão na feira, leitão em casa, leitão carnívoro, leitão sem comer, e leitão chorando para voltar para casa, respectivamente. N. do T.
No Brasil, os dedos da mão são honrados da seguinte maneira: polegar – cata piolho, indicador – fura bolo, médio – pai de todos, anular – seu vizinho e mínimo – dedo mindinho.
Quando a cineasta Ellen Cooperman, de Long Island, divorciou-se do marido, em 1975, ela mudou seu sobrenome para "Cooperperson" como uma forma de "refletir mais adequadamente o seu senso de igualdade humana".
A Corte de Justiça de Scileppi recusou-se a ratificar tal mudança, dizendo que "isso ocasionaria repercussões graves e indesejáveis, talvez em todo o país. Assim, uma pessoa com o nome 'Jackson' poderia tentar se tornar 'Jackchild', uma 'Manning' poderia preferir 'Peopling', e uma mulher chamada 'Carmen' poderia querer ser 'Carperson'. Seria verdadeiramente o reino do absurdo".
Destemida, ela recorreu da decisão de Scileppi e ganhou em 1978. E usa o sobrenome "Cooperperson" até hoje.
Agnotologia
É o estudo da ignorância ou da construção da ignorância.
Em 1927, o fisiologista húngaro Albert Szent-Györgyi isolou uma substância em limões e laranjas que parecia prevenir o escorbuto.
Ele não conseguia identificá-la quimicamente, então a chamou de "ignose", que significa "eu não sei".
Quando os editores do Biochemical Journal reivindicaram um nome diferente, Szent-Györgyi sugeriu "godnose".
Finalmente, chegaram a um acordo sobre o nome da substância: "ácido hexurônico".
Acabou sendo ácido ascórbico, vulgo vitamina C.
Canguru = eu não sei?
A palavra canguru deriva de gangurru, do idioma aborígene Guguyimidjir. Este nome foi registrado pela primeira vez como kangooroo, a 4 de Agosto de 1770, pelo tenente (posteriormente capitão) James Cook, nas margens do rio Endeavour, no local da atual Cooktown, quando o seu navio HM Bark Endeavour permaneceu durante quase sete semanas para reparar danos sofridos na Grande Barreira de Coral.
Curiosamente, uma lenda, erroneamente generalizada como fato, conta que o nome canguru deve-se a uma falha de comunicação entre os exploradores ingleses e os nativos da Austrália.
Na viagem de descoberta da Austrália, um grupo de marinheiros do capitão Cook capturou um bebê canguru, e trouxe a estranha criatura a bordo do navio. Ninguém sabia o que era aquilo, então alguns homens foram enviados à praia para perguntar aos nativos. Quando os marinheiros retornaram, disseram aos seus companheiros: "é um canguru". Muitos anos mais tarde, descobriu-se que quando os aborígenes disseram "canguru" significava "não estou entendendo absolutamente nada", na linguagem deles. WIKIPÉDIA
Nikkei (日系?)
É uma denominação em língua japonesa para os descendentes de japoneses nascidos fora do Japão ou para os japoneses que vivem regularmente no exterior.
Cada geração nikkei recebe denominação própria: issei (imigrantes japoneses), nissei (filhos de japoneses), sansei (netos de japoneses), yonsei (bisnetos de japoneses), não sei (descendentes de japoneses de qualquer geração que não sabem bulhufas da língua e da cultura do Japão).
O mais curto é Å, que significa "rio" nas línguas escandinavas. E todas as localidades assim chamadas (existem Å na Suécia, Noruega e Dinamarca) enfrentam um antigo problema: o roubo das placas de sinalização.
E o mais longo é Taumatawhakatangihangak oauauotamateaturipukaka pikimaungahoronukupokaiwhe nua kitanatahu (com 85 letras), uma colina na Nova Zelândia, e que é uma frase maori que significa "lugar onde Tamatea, o homem com os joelhos grandes, que escorregou, escalou e engoliu montanhas, conhecido como comedor de terras, tocou sua flauta para sua amada".
Bem, Taumata... fica com este título até que o Livro Guiness dos Recordes reconheça a candidatura de Krung Thep maha Nakorn Amorn Ratana kosinmahintar ayutthay amaha dilok phop noppa ratrajathani burirom Udom rajaniwesmahasat Harn Amorn phimarn avatarn sathit sakkattiya visanukamprasit (com 163 letras), um lugar que fica na Tailândia.