A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução não vinculativa para eliminar gradualmente a tradicional projeção de Mercator em favor da projeção Equal Earth, a fim de exibir com precisão as proporções das massas terrestres.
Principais diferenças
Projeção de Mercator (1569): Concebida para a navegação marítima pelo cartógrafo flamengo Gerardus Mercator, preserva as formas e os ângulos, mas distorce severamente as dimensões das terras, ampliando as regiões próximas aos polos e reduzindo os continentes equatoriais. Por exemplo, faz com que a Groenlândia pareça tão grande quanto a África, embora a África seja aproximadamente 14 vezes maior.
Projeção da Terra Equivalente (2018): Criado por Tom Patterson, Bernhard Jenny e Bojan Šavrič, este modelo de áreas iguais retrata o tamanho relativo dos continentes e países de forma fiel, sem distorcer os territórios de altas latitudes.
A Resolução da ONU
A votação: Apresentada por Togo (país da África Ocidental) com o apoio de 54 países do Grupo Africano, esta resolução foi adotada pela ONU em 04/09/2026 com 164 votos a favor, seis abstenções e apenas os Estados Unidos votando contra.
Impacto: O mandato não é vinculativo e não proíbe o uso da classificação de Mercator na navegação marítima e aérea, onde esta se mostre viável. Os defensores da campanha #CorrectTheMap esperam que ela reformule os materiais educativos e a consciência global para representar de forma justa o Sul Global.
Em 13 de abril de 2029, o asteroide 99942 Apophis passará com segurança a uma distância de cerca de 32.000 quilômetros acima da superfície da Terra, dentro da órbita geoestacionária, não representando nenhuma ameaça ao planeta. Essa aproximação extremamente próxima tornará o asteroide visível a bilhões de pessoas a olho nu no céu noturno claro.
Este será um evento único no milênio e uma ocasião única para uma campanha mundial de conscientização sobre asteroides, seu valor científico e de recursos e o perigo potencial que eles representam.
Em dezembro de 2016, a Assembleia Geral da ONU adotou a resolução A/RES/71/90 , em que declarou 30 de junho o Dia Internacional dos Asteroides para "comemorar todos os anos, em nível internacional, o aniversário do impacto de Tunguska sobre a Sibéria, hoje Federação Russa, em 30 de junho de 1908, e conscientizar o público sobre o risco de impacto de asteroides".
Em 2024, a Assembleia Geral declarou 2029 o Ano Internacional de Conscientização sobre Asteroides e Defesa Planetária para aproveitar a aproximação do 99942 Apophis e aumentar a conscientização global sobre asteroides.
Você sabia?
Como todos os asteroides, Apophis é um remanescente da formação inicial do nosso sistema solar, há cerca de 4,6 bilhões de anos. Ele se originou no cinturão principal de asteroides entre Marte e Júpiter.
Apophis tem cerca de 340 metros de largura. É classificado como um asteroide tipo S, ou tipo pedregoso, feito de materiais de silicato (ou rochosos) e uma mistura de níquel metálico e ferro.
A órbita de Apophis cruza a órbita da Terra. Ele completa uma órbita ao redor do Sol em pouco menos de um ano terrestre (cerca de 0,9 anos).
Os brasileiros estão (um pouco) mais felizes – essa foi a constatação do World Happiness Report de 2024, estudo anual que classifica a felicidade global em 143 nações ao redor do mundo. Em comparação com o ano passado, o Brasil subiu cinco posições e foi do 49º ao 44º lugar.
Supervisionado pela Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, o relatório é lançado todos os anos em homenagem ao Dia Internacional da Felicidade, comemorado sempre em 20 de março.
Em 2024, o top 10 da lista é bem semelhante às classificações dos últimos cinco anos (mesmo antes da pandemia), com os mesmos países nórdicos ocupando os primeiros lugares. A Finlândia (imagem) encabeça o ranking pela sétima vez consecutiva.
Várias razões justificam a liderança da Finlândia no relatório, como a alta recompensas de altos impostos e planejamento urbano que fazem as pessoas se sentirem saudáveis e seguras.
Entre as mudanças mais significativas na edição, essa é a primeira vez que os Estados Unidos não estão no top 20 desde que o relatório começou a ser publicado, em 2012.
Já o Afeganistão continua na parte inferior do ranking geral, como a nação “mais infeliz” do mundo.
De acordo com o relatório World Population Prospects 2022, a população global deverá atingir 8 bilhões em 15 de novembro de 2022, e a Índia deverá superar a China como o país mais populoso do mundo em 2023.
A população mundial cresceu em cerca de um bilhão de pessoas nos últimos 12 anos.
"Esta é uma ocasião para celebrar nossa diversidade e admirar os avanços na saúde que aumentaram a longevidade e reduziram drasticamente as taxas de mortalidade materno-infantil", disse o secretário-geral da ONU, António Guterres. "Ao mesmo tempo, é um lembrete sobre a nossa responsabilidade compartilhada de cuidar de nosso planeta".
O pico do crescimento populacional deverá ser registrado em 2080, quando o mundo deverá ter cerca de 10,4 bilhões de habitantes, e só então sua população deverá começar a ser reduzida.
O relatório também afirma que a fecundidade caiu acentuadamente nas últimas décadas para muitos países. Hoje, dois terços da população global vive em um país ou região onde a fecundidade ao longo da vida está abaixo de 2,1 nascimentos por mulher, aproximadamente o nível necessário para um "crescimento zero" a longo prazo para uma população com baixa mortalidade.
Sobre o Brasil
Em 1990, o país registrava a quinta maior população mundial, com 149 milhões de pessoas. Ocupa atualmente a sétima posição (215 milhões) e deverá ficar na oitava posição em 2050, quando deverá ter 231 milhões de habitantes.
É o documento mais importante na história dos direitos humanos. Elaborado por representantes de diferentes contextos jurídicos e culturais de todas as regiões do mundo, a Declaração foi proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948, como um padrão comum de conquistas para todos os povos e todas as nações.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem um preâmbulo, 30 artigos e foi traduzida para mais de 500 idiomas.
Nota pública
Em atenção à solicitação da Presidente do Partido dos Trabalhadores, o Presidente do Senado Federal informa que o Brasil é signatário do "Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos" e de seus Protocolos Facultativos, assinados na ONU em 16 de dezembro de 1966. (1)
O tratado internacional tramitou na Câmara e no Senado entre janeiro de 2006 e junho de 2009, sendo aprovado em ambas as Casas, e foi promulgado pelo Decreto Legislativo nº 311, de 2009, conforme publicado no Diário Oficial da União de 17 de junho de 2009, encontrando-se em pleno vigor. (2)
Senador Eunício Oliveira
Presidente do Senado Federal
(1) Era então presidente do Brasil o Marechal do Exército Humberto de Alencar Castello Branco.
(2) O DL nº 311 é supralegal. Portanto, está acima da legislação eleitoral e das leis que tratam de inelegibilidades e das execuções penais. Não vamos acatar?
- Não cabe à Justiça brasileira, ou a qualquer outro poder que seja neste país, alegar soberania nacional para descumprir uma decisão. O Brasil, por sinal um dos membros fundadores da ONU, é signatário dos pactos internacionais sobre direitos humanos. Vamos deixar a ONU?
- É bom dar antes uma espiada no organograma do Sistema das Nações Unidas. O combo da ONU inclui UNICEF, OIT, FAO, UNESCO, OMS, Banco Mundial, CEPAL etc. etc. etc.
[...] Finalmente, o capitão de pantufas. Querer sair da ONU é inédito. Estados brigam para entrar nela. Mudam até de nome, se for necessário, como a Macedônia que aceitou ser Fyrom! ~ Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça
A Macedônia é um país da península balcânica no sudeste da Europa. É um dos estados sucessores da antiga Iugoslávia, da qual se declarou independente em 1991. Tornou-se membro das Nações Unidas em 1993, mas, como consequência de uma disputa com a Grécia sobre o uso do nome "Macedônia", foi admitida sob a designação provisória de Former Yugoslav Republic of Macedonia (Antiga República Iugoslava da Macedônia), por vezes abreviada como FYROM, um termo que é também utilizado por organizações internacionais como a União Europeia, o Conselho da Europa e a OTAN. Em 17 de junho de 2018, a Macedônia e a Grécia assinaram um acordo que permitiria o país mudar seu nome para "República da Macedônia do Norte", na dependência de um referendo nacional sobre o assunto e da aprovação pelo parlamento europeu.
Pensar, capitão, pensar. Em Indiana e Yowa, nos Estados Unidos, há cidades chamadas Brazil. Além disso, tem uma ilha mítica no Oceano Atlântico que é Brasil com "s", e vá que ela reapareça. Em caso de arrependimento, o país Brasil vai ter um sério problema para ser readmitido na ONU, se for para continuar com o nome que tinha antes do desligamento.
Na ONU:
O então ministro da Cultura do governo Lula, @gilbertogil, toca "Toda menina baiana". Com a participação ("on congas") do ex-secretário geral da ONU e Nobel da Paz, Koffi Annan. (*)
Vídeo para a gente se lembrar do tempo em que o país fazia bonito. Mas pode o Brasil ser feliz de novo!
(*) Koffi Annan faleceu na madrugada de ontem (18).
Como é de amplo conhecimento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou, em 2016, com base na hipótese prevista no art.1º do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (com competência reconhecida pelo Brasil através do Decreto Legislativo 311/2009), o Comitê de Direitos Humanos da ONU (órgão previsto no art. 28 de citado Pacto, também reconhecido pelo Brasil através do Decreto 592/92), alegando violação em determinadas liberdades fundamentais, por exemplo, o fato de haver sido vítima de violenta condução coercitiva determinada judicialmente, operacionalizada por centenas de policiais, numa época em que sequer era réu da Justiça; determinação judicial ilegal (oriunda do mesmo juízo) de quebra de sigilo telefônico de chamada realizada com a então presidenta Dilma Rousseff, sem autorização do STF, inclusive, com eventual vazamento do teor do áudio para a imprensa nacional; ofensa à sua dignidade e honra, dentre outros aspectos que demonstravam que o ex-presidente estava sendo forçosamente submetido a um juízo parcial, inquisitório e seletivo, não por acaso estando hoje aprisionado sem sequer haver usufruído de seu direito constitucional de recorrer em liberdade a todas as instâncias judiciárias.
O comunicado do ex-presidente endereçado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU em 2016 (Comunicado n. 2841/2016) não foi decidido em definitivo. Porém, considerando factíveis e bem fundamentadas as violações alegadas, adensadas, agora, de outro elemento que diz respeito a uma possível nova violação do art. 25 do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, que se refere à garantia de não discriminação em matéria de direitos políticos, no caso, ao registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República nas eleições em curso, incluídos aí seu direito de participação político-eleitoral pleno, o Comitê de Direitos Humanos da ONU determinou, em resposta à comunicação incidental realizada pela diligente defesa do ex-presidente, em 27 de julho passado, que o Estado brasileiro, por suas instituições competentes, gestione no sentido de garantir ao ex-presidente o gozo dos direitos de candidato à Presidência da República, em igualdade de condições com os demais candidatos.
A requisição internacional não impressiona, pois todo ser humano dentro ou fora do Brasil deveria ter direito de usufruir da máxima da presunção de inocência até o esgotamento dos recursos judiciais cabíveis. Saliente-se que, no caso concreto, está-se falando de uma situação permeada de transgressões jurídicas e judiciais em série, que mais dia, menos dia serão desmascarados nacional e internacionalmente. A medida do Comitê de Direitos Humanos da ONU também em nada abala o bom senso, quando se percebe, com clareza induvidosa, que o ex-presidente está sendo impedido de candidatar-se por ser o candidato potencialmente com maior preferência popular. A denegação de sua candidatura seria, portanto, um erro de impossível reparação, uma hipótese que nenhuma reversão judicial poderia eventualmente compensar.
Neste momento em que se discute se o Brasil deve ou não cumprir a determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, é importante deixar muito bem esclarecido que não cabe à Justiça brasileira, ou a qualquer outro poder que seja neste país, alegar soberania nacional para descumprir tal decisão. O Brasil é signatário de todos os pactos internacionais de direitos humanos atinentes ao caso. Descumprir a medida seria, por exemplo, em sentido diverso, porém perspectiva semelhante, não atender o que ninguém ousa questionar acerca dos deveres de proteção cautelar determinados internacionalmente no caso de Mônica Benício, viúva da ex-vereadora Marielle Franco, que vem sofrendo ameaças desde a covarde execução, com um agravante ainda mais enfático de que no caso do ex-presidente brasileiro a matéria não tramita na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, porém, no Comitê de Direitos Humanos da ONU, principal órgão monitorador do sistema global de proteção dos direitos humanos das Nações Unidas. Por isso, achando-se bom ou não, Lula é candidato, sim, à Presidência da República.
Marcelo Ribeiro Uchôa, in: Jornal GGN
Advogado e Professor Doutor de Direito Internacional Público da UNIFOR
05/09/2018 - Nosso país mergulhou na infâmia
Na fase atual, tanto o Itamaraty quanto o STF resolveram descumprir vergonhosamente uma decisão válida e eficaz da ONU para atender os interesses parciais, privados e inconfessados dos big players nacionais e internacionais que pretendem impedir Lula de disputar a presidência para continuar saqueando as riquezas do Brasil.
Fábio de Oliveira Ribeiro, in: Jornal GGN
Aos 19 anos, Christo Brand, um rapaz do interior nascido na mesma cultura africâner que criou o apartheid, conheceu Nelson Mandela. Pertencentes a mundos opostos, seus destinos se cruzaram quando Christo, então recruta do serviço carcerário da África, foi enviado para trabalhar na Ilha Robben, na Cidade do Cabo, no presídio de segurança máxima onde ficavam desde terroristas mais perigosos até líderes políticos anti-apartheid. O jovem carcereiro e o veterano lutador pela liberdade – então com 60 anos – tinham tudo para uma convivência lastreada no ódio, mas, em vez disso, desenvolveram uma amizade extraordinária, cujos detalhes são relatados no livro Mandela - Meu prisioneiro, meu amigo.
Confira abaixo sete frases extraídas do livro sobre o homem por trás do nome Nelson Mandela:
1 “Mandela, um prisioneiro altivo e um grande líder, fez a minha cabeça jovem entrar em parafuso.”
2 “Como não se interessar por um homem tão altivo e humilde, disposto a acatar ordens de um adolescente?”
3 “Aos poucos fui entendendo a causa pela qual ele e seus companheiros lutavam, arriscavam a vida, abriam mão da liberdade.”
4 “Ele não era um estudante nato e admitiu para mim que a idade dificultava os estudos.”
5 “Eu via Mandela se exercitando em sua cela às cinco da manhã, normalmente por uma hora.”
6 “Era sempre Mandela quem acalmava os ânimos e resolvia a situação.”
7 “Ele não permitiria que mesquinharias desfizessem o bem maior pelo qual estavam trabalhando.”
Confira no Instagram a mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas António Guterres sobre o Dia Internacional Nelson Mandela. Comemorado pela primeira vez em 18 de julho de 2010, o Mandela Day é a primeira data que a ONU dedica a uma pessoa.
22 de abril: Dia da Mãe Terra No dia 22 de abril de 2009 realizou-se a 63ºAssembleia Geral da ONU, cujo objeto de discussão era se convinha chamar a Terra de Mãe Terra. Caso fosse aprovada a ideia, o dia 22 de abril não seria mais simplesmente o Dia da Terra, como a partir de vários anos se havia introduzido, mas o Dia da Mãe Terra. O Presidente da Bolívia Evo Morales Ayma, em nome das nações indígenas, fez o discurso mais de ordem política, provocando grande aplauso da plateia. A mim coube a tarefa de fazer a fundamentação filosófica-ecológica desta proposta. O discurso recebeu ampla acolhida de forma que, por unanimidade, se tomou a resolução de celebrar sempre o dia 22 de abril como o Dia da Mãe Terra. O Papa Francisco em sua encíclica Laudato Si: como cuidar da Casa Comum assumiu esta expressão Mãe Terra. Publico aqui o meu discurso proferido na 63º Assembleia da ONU para reforçar esta compreensão verdadeiramente revolucionária, pois transforma nossa visão da Terra, como mãe e correspondentemente os comportamentos face a ela. Eis o texto do discurso feito aos 192 representantes dos povos que compõem a Assembleia da ONU. É escusado dizer que os dados correspondem àquela data, pois hoje são outros com uma natureza muito mais grave.
Leonardo Boff
Gaia
Três painéis envolvendo um ser humano (em cinza) e uma representação antropomórfica da natureza como uma mulher verde (Gaia).
Em um exercício de conscientização sobre o problema das Ilhas do Lixo no Oceano Pacífico, a Plastic Oceans Foundation lançou uma campanha para solicitar que todo esse lixo seja oficialmente reconhecido como um país, The Trash Isles.
A campanha afirma que, de acordo com o artigo 1 da Convenção de Montevidéu de 1993 sobre os Direitos e Deveres dos Estados, um país deve ser capaz de:
ter um território definido,
formar um governo,
interagir com outros estados,
ter uma população permanente.
As Ilhas do Lixo têm fronteiras (mais ou menos), condições para criar um governo e instituições que sejam capazes de interagir com outros estados. Agora, com o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, inscrevendo-se como o primeiro cidadão da nação e com mais de 100 mil pessoas assinando a petição para obter a cidadania, a campanha pôde apresentar a candidatura das Ilhas, às Nações Unidas, para obter seu reconhecimento como o 196º país do mundo.
Como a LadBible diz: "Se você acha que isso é ridículo, considere a ideia de que existe uma área do tamanho da França inteiramente composta por resíduos de plástico no mar"".
Com cerca de 700.000 km², The Trash Isles serão o 40º país do mundo em tamanho.
"É desagradável e triste": a imagem de um cavalo-marinho agarrado a um cotonete.
Com esta foto, Justin Hofman é finalista no concurso de melhor fotógrafo da vida selvagem, organizado pelo Museu de História Natural, de Londres.
O Dia Mundial da Água celebra-se anualmente a 22 de Março.
A data visa a alertar as populações e os governos para a urgente necessidade de preservação e poupança deste recurso natural tão valioso.
A gestão dos recursos de água tem impacto em vários setores, nomeadamente em saúde, produção de alimentos, energia, abastecimento doméstico e sanitário, indústria e sustentabilidade ambiental. Origem da Data
Surgiu no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Ambiente, que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1992. O alerta da ONU G1 – A ONU divulgou nesta terça-feira (24) um alerta mundial sobre os efeitos da escassez de água.
Água para beber, água para comer, para produzir a comida, para higiene, limpeza. Água para trabalhar e para gerar energia para trabalhar. E se ela falta?
O relatório das Nações Unida alerta: muitos países estão perto de enfrentar situações de desespero e conflito por falta d'água. Isso seria uma barreira não só à saúde das populações, mas também ao crescimento econômico e à estabilidade política.
Segundo os pesquisadores, daqui a apenas dez anos, 48 países não terão água suficiente para as suas populações. Isso atingiria quase três bilhões de pessoas. E até 2030, a demanda por água doce no planeta deverá ser 40% maior do que a oferta.
Cachoeira
Aqui apresentamos o vídeo "Cachoeira" feito pelo artista brasileiro Rodrigo EBA!, Dirigindo minúsculos atores (gotas de água), ele obteve um surpreendente resultado.
A trilha musical é dada por uma viola caipira.
Um segundo vídeo (Cachoeira - making of) mostra os desafios que o artista teve de enfrentar ao fazer este maravilhoso curta-metragem de animação.
"Não é que eu tenha paciência. Eu faço animação para ter paciência." – Rodrigo EBA!
Vocês sabiam que a FIFA reconhece 208 países, enquanto a ONU só tem 192 inscritos? Surpreendente, não? Bem, a FIFA reconhece a Grã-Bretanha como sendo quatro países (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte), por exemplo, o que já explica uma parte do mistério.
Taiwan, Montserrat e Samoa Americana, que não estão representados na ONU, também estão registrados na FIFA. Mas o Vaticano e o Tibete não recebem a mesma honraria.
Não é por falta de padrinho forte.
Era só uma questão de tempo. Cedo ou tarde, o mundo teria de reconhecer essa realidade.
A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas reconheceu que o acesso à Internet é um direito humano. Através de um comunicado, emitido pelo relator Frank La Rue, o órgão mundial recomendou aos governos ao redor do mundo que garantissem este acesso a seus cidadãos. Também condenou os países que filtram ou bloqueiam conteúdos da Internet.
Permitir que os indivíduos exerçam o direito de opinar e de expressar-se e, em muitos casos, de fazer a dissidência, é uma ferramenta imprescindível ao progresso social.
“Por favor, diga honestamente qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo.” Feita pela Organização entre seus países membros, esta pesquisa apresentou os seguintes resultados:
Os europeus não entenderam o que seria escassez. Os africanos não sabiam o que eram alimentos. Os norte-americanos perguntaram o que vinha a ser o resto do mundo. Os cubanos pediram explicações sobre o que significava opinião. Os argentinos estranharam a presença do por favor. E os brasileiros pensaram que era uma “pegadinha” por causa da palavra honestamente.
(*) trata-se de uma anedota de domínio público, mutatis mutandis.