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07 janeiro, 2024

Trenzinho do Caipira

Marcos Kaiser e Arnaldo Freitas embarcam no trenzinho do maquinista Heitor Villa-Lobos.

Arranjo para viola caipira e violão clássico.

O "Trenzinho do Caipira" é uma composição que tem parte de suas fontes sonoras baseadas em imagens e sons "não musicais", por isso o som parece haver partido de um trem entrando em ação. ~ Eliana de Castro

25 outubro, 2023

O trem que viaja de navio

Entre Rødby, na Dinamarca, e Putgarten, na Alemanha, o trem da Eurocity usa a balsa (ferryboat) para atravessar o mar. A travessia dura quarenta e cinco minutos, e este vídeo com os melhores momentos, sete e meio.

19 março, 2021

Nos trilhos

O problema do trolley
Você vê um trolley desgovernado na linha principal. Em frente, há cinco pessoas amarradas nos trilhos. Está a seu alcance uma alavanca que pode desviar o veículo para um ramal.
Mas há uma pessoa amarrada nos trilhos desse ramal.

Pergunta - Você desviaria o trolley, sabendo que isso mataria uma pessoa? Ou não faria nada e deixaria morrerem cinco?

A solução de uma criança de dois anos para esse problema.



O problema do trem
Quatro pessoas estavam fazendo uma viagem de trem, todas no mesmo vagão: uma linda e jovem mulher, uma idosa, um homem pobre e um homem muito rico.
É quando o trem entra em um túnel e tudo fica escuro. De repente, ouve-se o barulho de um beijo, seguido do ruído sonoro de um tapa.
Quando o trem sai do túnel, o homem rico está com a mão no rosto e uma expressão de dor.
A idosa pensa: "Finalmente uma mulher jovem e digna! Esse homem aproveitou-se da escuridão e tentou beijá-la, mas ela se defendeu dando-lhe um tapa na cara. Bem feito!"
A mulher jovem pensa: "Que estranho esse ricaço. Ele preferiu beijar aquela bruxa velha ao invés de me beijar! Não acredito!"
O homem rico pensa: "Esse pobretão foi muito esperto! Ele tentou beijar a mulher jovem e sou eu que recebo um tapa!"
E o homem pobre pensa: "Ótimo! Logo vamos passar em outro túnel. Então, mais uma vez vou beijar minha própria mão e dar um tapa na cara desse rico metido a besta!"

01 maio, 2018

Corre, trem

Em Cierny Balog, na Eslováquia, o estádio do time amador TJ Tatran Cierny Balog tem uma característica bem peculiar: o trem passa no campo de futebol entre a lateral e a arquibancada.
A linha férrea foi primeiro construída, há mais de 100 anos, em 1914. O campo de futebol veio na sequência, na década de 1930. E, durante anos, eram colocados apenas alguns bancos e cadeiras do lado de fora do campo, para a torcida. Depois, o clube quis aumentar o número de assentos e, como não havia espaço, a arquibancada foi construída do outro lado da via férrea.
O maior feito do TJ Tatran Cierny Balog foi já ter disputado na quarta divisão de seu país. Seus jogadores brincam dizendo que o veículo serve para distrair os adversários e, com isso, ajudar nas poucas e boas vitórias do time.


Outro vídeo, c/ 7 min de duração: https://youtu.be/5RPF4TezIno

A ideia do time eslovaco é boa e merece ser aproveitada na reestruturação de outros estádios de futebol pelo mundo. Aqui fica a sugestão, especialmente para o Lokomotiv de Moscou, a Ferroviária de Araraquara e o nosso aguerrido "Ferrim".
PS. Estaria aí a origem da expressão "Corre, trem", corrente nos campos de várzea do Brasil?
(Bom para verbete do Dicionário Brasileiro de Frases.)

19 abril, 2018

Grand Trunk Herald

Em 1862, com quase 15 anos de idade, Thomas Edison (1847-1931), tornou-se o primeiro editor de um jornal produzido e vendido em um trem em movimento.
Ele havia montado uma pequena impressora no vagão de bagagem do Grand Trunk Railroad, um trem de Port Huron para Detroit, Michigan. Já obcecado com a telegrafia, ele elaborou a logística de obter notícias antecipadas. Seu semanário, o Grand Trunk Herald, tinha uma uma única folha de 7 por 8 polegadas em que eram publicadas notícias locais e anúncios da loja de seus pais.
Ele vinha vendendo doces e jornais sob encomenda naquele trem desde os 12 anos. Agora, promovendo seu próprio jornal, ele ganhava mais. Edison tornou-se reconhecido como um jornalista menino pioneiro. No auge, ele chegava a vender cerca de 200 cópias por dia.
http://pballew.blogspot.com.br/2017/02/on-this-day-in-math-february-3.html#links

O menino Edison na redação de seu Herald
em um vagão de bagagem do Grand Trunk Railway,
que corria entre Port Huron e Detroit.

O trem em que o jovem "Al" Edison, como era então chamado,
vendia seus doces e jornais.
Imagens: SaltOfAmerica.com

07 outubro, 2017

Prêmio Darwin em dobro!

Nomeado em honra de Charles Darwin, o pai da evolução, os Prêmios Darwin homenageiam aqueles que melhoram o nosso pool genético, removendo-se dele.
2 de março de 2014, Holanda - Dois homens embriagados se atreveram a testar a coragem contra um trem interurbano em uma estação de Roterdã. Eram 18 horas de um domingo, a estação estava lotada com mais de 300 torcedores que retornavam de um jogo de futebol entre o Feyenoord e o Ajax, no De Kuip, o estádio de futebol mais bonito na Holanda.
Os dois homens saíram da plataforma e caminharam para os trilhos. Um deles se deitou entre os trilhos, com a intenção de provar que o trem passaria por cima sem feri-lo. Que história para contar! Seu amigo, que estava menos confiante, simplesmente ajoelhou-se ao lado dos trilhos e manteve a cabeça o mais próximo possível de onde ele achava que o trem passaria. Acontece que o trem, que passou a 130 km/h, alguns segundos após, era menor e mais largo do que eles imaginavam.
Eles morreram instantaneamente.
Os 300 torcedores na plataforma não ficaram muito satisfeitos com o espetáculo, e o trânsito ferroviário foi interrompido por várias horas, enquanto as autoridades limpavam a bagunça.
Comentários de alguns leitores do Darwin Awards:
"Os juízes foram unânimes em sua decisão."
"A vida é difícil. É mais difícil ainda quando alguém é estúpido."
"A justiça imanente é implacável."
"Eu tenho uma ideia. Aqui, segure minha cerveja."

04 setembro, 2017

O caipira do trenzinho

Conta-se que um caipira, ao ver pela primeira vez um trem, tentou laçá-lo e foi arrastado juntamente com seu cavalo. Passados alguns meses de convalescença dos ferimentos sofridos, este caipira foi a cidade comprar um presente para o neto. Ao entrar na primeira loja de brinquedos, deparou-se com um trenzinho a rodar no meio da loja. Pisoteou-o sem piedade. E o dono da loja então lhe perguntou porque ele tinha feito aquilo. Ao que ele respondeu: "Moço, esta coisa a gente tem de matar enquanto é filhote, depois que cresce não dá não".

Relacionada: O caipira do elevador

18 abril, 2017

03 novembro, 2016

O raio salva-vidas

Um trem corria de Buffalo a Lockport, Nova Iorque, levando cerca de 200 passageiros, quando um raio impediu um desastre, em 1894.
Era uma noite chuvosa e escura, e o maquinista Schaffer estava com muita dificuldade para ver a via férrea mostrada pelo feixe de luz da locomotiva. Ele só podia ver a cerca de 50 metros à frente.
De repente, o clarão de um relâmpago, seguido de um forte trovão, iluminou os trilhos por quase um quilômetro à frente, dando a Schaffer a visão momentânea de um perigo. E ele agarrou a alavanca reversa e gritou para que o auxiliar acionasse os freios.
As rodas guincharam, e o trem de passageiros parou a um palmo de um trem de carga que estava parado nos trilhos.
O raio que acabara de cair salvou a vida dos passageiros.

- Peter Viemeister, The Lightning Book, 1961

13 maio, 2016

O trenzinho do traíra

Iniciou-se ontem na República Federativa das Bananas o governo de Michel, o Breve.


Millôr Fernandes diria que esse "trenzinho" (ou o que ele significa, tanto faz) tem um enorme passado pela frente.

09 maio, 2016

Uma rede ferroviária de dormir

Herbert Morley Small, de Massachusetts, tinha dificuldades para dormir nos assentos dos trens quando estava viajando. Em 1889, ele inventou uma rede especificamente para resolver o seu problema.
Patente US 400131 A

Na verdade, era possível dormir no comprimento total da rede se o assento da frente fosse empurrado mais para a frente. Mas aí ele já poderia estar passando dos limites.

12 janeiro, 2016

Uma estação ferroviária para um só passageiro

Durante anos, apenas um passageiro tem esperado o trem na estação Kami-Shirataki, na ilha setentrional de Hokkaido, Japão.
Uma aluna do ensino médio em seu caminho para a aula. O trem para lá duas vezes por dia: uma vez para pegar a menina e outra para deixá-la depois de seu longo dia na escola.
Parece um filme de Hayao Miyazaki. Mas, de acordo com a CCTV Notícias, foi uma decisão que a Japan Railways - o grupo que opera a rede ferroviária no país - tomou mais de três anos atrás.
Naquela época, o número de viagens na estação de Kami-Shirataki tinha caído dramaticamente, por causa de sua localização remota, e o serviço de frete havia terminado também. A Japan Railways estava se preparando para fechar a estação deficitária - até que percebeu que ela ainda estava sendo usado todos os dias pela menina. Então, eles decidiram manter a estação em funcionamento para que ela pudesse concluir o curso. A empresa também ajustou o horário do trem em conformidade com a programação escolar da menina.
A menina (sem o nome divulgado) deverá se formar em 26 de março deste ano, e somente depois a estação será definitivamente fechada.

Esqueça Harry Potter e a plataforma 9¾.

07 agosto, 2014

Homem preso entre um vagão de trem e a plataforma

Um homem em Perth, Austrália, embarcava em um trem, quando escorregou e uma de suas pernas ficou presa entre um vagão do trem e a plataforma (foto).
Ele não conseguia sair daquele aperto sozinho.
Outros passageiros tentaram puxá-lo, mas... nada.
Logo, uma multidão se reuniu em torno do trem. A um sinal, todos passaram a empurrar o vagão que se inclinou o suficiente para libertar o homem.
E ele foi resgatado sem ferimentos graves, graças a seus novos amigos.

Você pode assistir a esse resgate dramático no vídeo abaixo incorporado.



Comentário
Isto acontece quase que diariamente aqui em São Paulo. Na Estação da Luz, há um espaço muito grande entre o trem e a plataforma e, principalmente em horários de pico, é uma loucura. Você não entra no trem, você é empurrado – literalmente jogado. Aí, as chances de meter o pé no lugar errado são grandes!
Ricardo Oliveira Guimarães
Resposta – O metrô de Fortaleza está em fase experimental. Mas eu já estou preparado, Ricardo. Falta só combinar com a multidão.

04 janeiro, 2014

Trens de bambu

Estes trens percorrem o campo em torno de Battambang, no Camboja. Eles apresentam uma estrutura extremamente simples e, como o nome sugere, são feitos de uma quantidade considerável de bambu, o que resulta em pouco peso para muita força.
Eles correm nas linhas ferroviárias antigas que foram construídas pelos franceses, quando o Camboja era ainda uma colônia francesa.
Como funciona entre eles o direito de passagem?
Bem, as regras são as seguintes:
O trem com maior número de passageiros tem o direito de passagem. No entanto, se um trem transporta uma moto, ele tem o direito de passagem sobre o outro trem, mesmo que este transporte mais passageiros.
Mas todos ajudam, uns aos outros, a tirar o trem dos trilhos e a colocá-lo de volta.



Mão dupla (uma cerca com dois gatos)

21 outubro, 2013

Lá vem o trem

O italiano Gerhard, 68, parou o carro sobre os trilhos de uma estrada de ferro, quando o semáforo do cruzamento começou a piscar e a tocar. E as barras de segurança do cruzamento desceram, deixando o Porsche preso nos trilhos.
De acordo com testemunhas, o motorista levou algum tempo para perceber que o carro estava preso. Por fim, ele saltou do carro e começou a correr - em linha reta - em direção ao trem que se aproximava, agitando os braços em uma tentativa de salvar o seu Porsche!
A tentativa foi parcialmente bem-sucedida. O carro recebeu menos danos do que o seu proprietário, que foi arrastado por 30 metros e não houve como reanimá-lo.
A One Track Mind, Darwin Awards

Não está errado você correr em direção a um trem se o seu carro está preso sobre os trilhos. A ressalva é que você é deve correr em direção ao trem... ao lado dos trilhos e não sobre eles!

03 julho, 2011

O maquinista

Conto
Histórias tomadas da boca dos amigos e ajeitadas para caberem inteiras na tirinha que me deram a preencher. Esta é do Dr. Aloísio Horta, meu compadre, e do Dr. Custódio Alvarenga, meu quase-compadre, porque para ele me faltou um filho para dá-lo a apadrinhar.
São pessoas especiais para mim, e para quem deles se acercou algum dia para lhes sentir suas bondades. São os bons camaradas desta vida, exemplos de médicos com alma de anjo, que curam só com a presença, pois enfermidades são metade doença, metade carência, e o afeto é o melhor e mais doce dos remédios. O Aloísio já é um Monlevadense despedido: foi para a capital. O Custódio ainda está por aqui ao alcance de quem duvidar da história que vou lhes narrar.
Recém chegados a Monlevade, em plena temporada de frio junino, o telefone tocou na casa de um deles convocando-os para um atendimento de emergência. Um trem de minério da Vale do Rio Doce havia tombado a poucos quilômetros daqui e havia feridos. Prontamente, desceram para o local do acidente e lá souberam que ainda havia uma vítima debaixo das ferragens. Era o maquinista, que gemia e clamava por socorro. Dizia ter as duas pernas quebradas e não suportava mais a dor das múltiplas fraturas.
O chefe da estação quando viu chegar a dupla de médicos gritou para o maquinista aprisionado:
-Beraldo! Os médicos chegaram, tenha paciência que eles vão te salvar.
Mas, para surpresa de todos, o Beraldo se calou.
Daí em diante, a mudez do maquinista dificultou o atendimento. Como localizar o sobrevivente se ele havia se calado e se perdido naquele monte de ferragens?
Além da escuridão do local havia minério de ferro derramado junto aos destroços dos vagões retorcidos.
O que poderia ter acontecido com ele se há bem pouco gritava pedindo ajuda? Poderia ter desfalecido com a demora do atendimento. Quem sabe até morrido com a peso da locomotiva em cima de si.
E saíram, cada um com a sua lanterna, procurando o Beraldo. Anunciavam que os médicos estavam presentes e chegaram dispostos a dar alívio ao pobre maquinista sepultado.
- Beraldo! Beraaaldo ! Beraldô ! ... Os médicos chegaaaaram...
E nada do Beraldo responder.
Continuaram as buscas revirando ferragens e vasculhando com a lanterna os recônditos do trem acidentado. Finalmente encontraram o infeliz em estado lastimável, mas consciente e capaz de falar.
- Beraldo, porque você se calou justamente agora que os médicos chegaram?
E o Beraldo calado...
- Você não vê que atrasamos o seu resgate ao não ouvir sua resposta?
- Pensamos que você tinha piorado. Já estava todo mundo preocupado.
O Beraldo então abriu a boca:
- Num é por nada não. É porque vocês falaram que tinha chegado um médico.
Neste ponto ninguém entendeu mais nada. O maquinista não queria ser atendido, ou tinha pirado com a pancada? E o Beraldo, meio sem jeito, confessou:
- É que eu tenho medo de injeção.
Foi preciso sair todo mundo de perto segurando o riso.


Nelson José Cunha
médico em João Monlevade - MG

31 maio, 2009

Trilhos urbanos

São percorridos por um trem que não atrapalha por muito tempo os negócios dos feirantes. 
Ô trem bão!