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09 novembro, 2023

O cinto de segurança de três pontos

Em 1958, o engenheiro mecânico sueco Nils Bohlin (1920-2002) foi encarregado pela fabricante de veículos Volvo, também sueca, de criar um cinto de segurança para carro que realmente salvasse vidas.
Em apenas três meses, Bohlin criou o cinto de segurança de três pontas, um item que mudaria para sempre os padrões de segurança do setor automobilístico.


Em gesto humanitário, a Volvo decidiu liberar a patente para outras fabricantes de veículos.
Estima-se que esse item criado por Bohlin tenha salvado mais de 1 milhão de vidas.
Bohlin foi incluído no Hall da Fama dos Inventores, nos Estados Unidos, como Thomas Edison e Graham Bell, inventores da lâmpada elétrica e do telefone, respectivamente.
O inventor sueco morreu na manhã em que receberia a premiação. Örnmark, seu enteado, o substituiu na cerimônia.
"Foi a coisa mais difícil em minha vida, confessou ele à BBC. Em seu discurso de agradecimento, no qual ele terminou dizendo:
"Não se esqueçam de apertar os cintos, senhores."
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-64816511
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O cinto de três pontos é um dispositivo de segurança automotivo que é usado em conjunto com os bancos do carro para proteger os ocupantes em caso de colisão. Ele consiste em uma faixa de lona que passa sobre o ombro e o pescoço do ocupante do veículo e se conecta a um mecanismo de travamento que está localizado na estrutura do veículo. O cinto de três pontos é chamado assim porque possui três pontos de ancoragem que ajudam a distribuir a força de um impacto em uma área maior do corpo, reduzindo assim as chances de lesões graves em caso de acidente. Trata-se de um componente de segurança padrão em quase todos os veículos modernos e é obrigatório por lei em muitos países. Ele é considerado um dos dispositivos de segurança mais eficazes em um carro e deve ser usado corretamente por todos os ocupantes do veículo para maximizar sua eficácia.

22 dezembro, 2021

Por que LGBTQIA+ é uma senha forte (segura)

- tem oito caracteres
- combina letras com um caractere especial
- não repete letras
- fácil de lembrar
- cresce por aglutinação

31 agosto, 2021

Falhas na segurança do Palácio de Buckingham (1)

Desde que o Palácio de Buckingham se tornou a principal residência da monarquia britânica, existem relatos de brechas em sua segurança.
O inacreditável aconteceu logo em 1837, o ano em que a rainha Vitória foi viver no palácio, quando um rapaz de 12 anos conseguiu viver mais de um ano no edifício sem o conhecimento dos lacaios.  Escondia-se nas chaminés, ficando pretos os panos onde dormia, e só foi apanhado em dezembro de 1838, o que originou muitas criticas no parlamento a propósito da segurança real.
"The Mudlark", uma novela de 1949 escrita pelo americano Theodore Bonnet, baseia-se vagamente nesta história de meninos de rua que sobreviviam vasculhando o lixo nas margens do Tâmisa.. Em 1950, fez-se um filme baseado no livro. 
Sinopse
Um jovem moleque de rua, meio faminto e sem-teto, encontra um camafeu contendo a imagem da Rainha Vitória. Não a reconhecendo, é informado que ela é a "mãe de toda a Inglaterra". Tomando a observação literalmente, ele viaja para o Castelo de Windsor para vê-la. Quando o menino é pego pelos guardas do palácio, ele é erroneamente considerado parte de uma conspiração de assassinato contra a rainha. O primeiro-ministro Benjamin Disraeli percebe que o menino é inocente e implora por ele no Parlamento, fazendo um discurso que critica indiretamente a rainha por haver se retirado da vida pública. A rainha fica furiosa com o discurso, mas se comove genuinamente ao conhecer o menino e decide retornar para a vida pública.
Trailer: http://youtu.be/fyLtiuIHsGc

27 fevereiro, 2021

O pai da segurança no trânsito

O homem que inventou o sinal de PARE e também a faixa de pedestres, a rua de mão única, as rotatórias, o ponto de táxi e muito mais - era um americano chamado William Phelps Eno, nascido em 1858. Ele viveria até dezembro de 1945 e, em seus 87 anos de vida, ele criou muitas inovações para o tráfego.
Eno afirmava que, para realizar algo que valesse a pena, três coisas eram necessárias:
1. Devemos ter regras concisas, simples e justas, de fácil compreensão, obedecidas e aplicadas sob promulgação legal.
2. Essas regras devem ser colocadas e divulgadas de maneira que não haja desculpa para não conhecê-las.
3. A polícia deve estar habilitada e ordenada para cumpri-los, e os homens devem ser treinados para esse fim.
Mas... uma coisa que ele não fez. William Phelps Eno nunca aprendeu a dirigir.
Oops!
Carteira de motorista honorário de William Phelps Eno, emitida por A. Bertillon, Préfecture de Police, Nancy, França, 1912.

+ revelações do EntreLeaks: Pilotagens e Treinamento avançado

06 novembro, 2019

A segurança do sistema

Seguindo as instruções do fabricante, @heytominie montou esta cadeira em casa. Mas depois ficou se queixando do resultado:
— Não dá para sentar!


— Ora, pare de se lamentar! Em primeiro lugar está a segurança do sistema. SEMPRE.

10 março, 2018

Observatório da Intervenção

OBJETIVO GERAL
Criar um Observatório para acompanhar e divulgar os desdobramentos, impactos e violações de direitos decorrentes da intervenção federal no Rio de Janeiro.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Acompanhar os fatos e desdobramentos da intervenção
  • Identificar, reunir, documentar e divulgar violações de direitos em favelas e bairros
  • Divulgar análises dos resultados da intervenção
  • Mobilizar entidades, lideranças comunitárias, ativistas e jornalistas atuantes nos temas de segurança pública e política de drogas na criação de uma rede apoiadora das ações do Observatório
  • Verificar o impacto da intervenção nas cenas abertas de consumo de crack e de outras drogas
CONTEXTO
Em 16 de fevereiro de 2018, o governo federal decretou uma intervenção na área de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. Como interventor, foi designado um general do Exército, que passa a ter comando direto sobre as polícias estaduais e sobre a Secretaria de Administração Penitenciária até 31 de dezembro desse ano. A medida tem caráter de excepcionalidade em relação ao Estado de Direito e suscita dúvidas sobre sua constitucionalidade. Experiências anteriores no Rio de Janeiro e no Brasil mostram que iniciativas como essa não apenas são ineficazes, como resultam em graves violações de direitos, sobretudo de moradores de favelas e periferias.
Diante do cenário, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania não vê possibilidade de "contribuir" com o interventor federal ou com projetos resultantes da intervenção. O Observatório não tem o sentido de colaborar com a intervenção na criação de propostas na área de segurança; pelo contrário, avalia que os problemas de segurança do Rio de Janeiro, especialmente nas áreas mais vulneráveis da cidade, tenderão a se agravar. O que nos move, portanto, é a intenção de difundir para a sociedade análises objetivas sobre os impactos da intervenção e de contribuir com a mobilização de parceiros que já dedicam suas instituições e vidas à luta contra a violência, as injustiças e a discriminação das favelas.
Usaremos as ferramentas e os parâmetros acadêmicos, técnicos e científicos que balizam há dezoito anos nossas práticas de pesquisas e projetos na área de segurança, violência, polícia e justiça e asseguramos que os resultados do trabalho do Observatório corresponderão rigorosamente aos fatos, impactos, desdobramentos e denúncias de violências efetivamente decorridas da intervenção.
O Observatório pretende ser uma fonte consistente e confiável de consulta, aberta aos interessados em conhecer e entender a intervenção. Também gostaria de ser um espaço de encontro de parceiros e pessoas que se dedicam a preservar a vida, os direitos e a democracia na metrópole.
Site: https://www.ucamcesec.com.br/projeto/observatorio-da-intervencao/. Ler mais.

O Cristo Redentor usando binóculo e megafone criado pelo cartunista Laerte é o símbolo provocativo do Observatório da Intervenção, uma das iniciativas surgidas para monitorar os militares que assumiram o controle da segurança no Rio de Janeiro.

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15/03/2018 - Hashtag #MariellePresente
Vereadora Marielle Franco denunciou atrocidades cometidas por bandidos vestidos de farda, e pagos com o nosso dinheiro, contra moradores do Acari. Hoje ela foi assassinada em pleno centro da cidade. ~ Jornalistas Livres
Marielle não será esquecida, e os jornais do mundo também vão contar o que aconteceu hoje. ~ Mídia NINJA
Durante sessão solene em memória da vereadora Marielle Franco, solicitei a criação de uma comissão externa para acompanhar a investigação sobre seu assassinato e para que esse crime não fique impune. ~ Jean Wyllys
Execução de Marielle Franco repercute no parlamento europeu. ~ Erika Kokay
Não é agenda política. Não é "esquerdizar uma morte". Deixem de ser burros. Uma vereadora foi executada na democracia. Executada. Não assaltada. O autor desse crime pode não ser quem vocês chamam de bandido, mas justamente quem vocês chamam de herói. ~ Pedro Vilanova
O dia em que o Rio de Janeiro parou: dezenas de milhares de pessoas lotam a Cinelândia neste momento em memória de Anderson e Marielle. ~ Gregorio Duvivier
Tristes dias para o país onde uma defensora dos direitos humanos é brutalmente assassinada. Lamento e repudio a morte da ativista Marielle Franco, vereadora pelo PSOL, e de Anderson Pedro Gomes, seu motorista. ~ Dilma Rousseff

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17/03/2018 - Anônimo
Não sei por que tanta comoção pela morte de Jesus. Ficava andando com pobres, desocupados e prostitutas. Quando morre um soldado romano ninguém fala nada.

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20/03/2018 - A Permuta dos Santos, Roda Viva e Gota d'Água
https://pbs.twimg.com/media/DYuoSTRXkAAzf4q.jpg:large

02 novembro, 2017

O primeiro verme da informática

Às 18 horas do dia 2 de novembro de 1988, Robert Tappan Morris Jr, estudante da Universidade Cornell, estava no MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) distribuindo o que seria considerado o primeiro código malicioso a se espalhar pela internet.
Ele escolheu liberá-lo do MIT, para disfarçar o fato de que a praga fora criada em Cornell.
O "Morris worm" (verme de Morris), como ficou conhecido, alastrou-se rapidamente e deixou computadores "catatônicos" em muitos locais, incluindo universidades, instalações militares e instalações de pesquisa médica. Estimativas sugerem que a praga infectou 10 por cento dos 60 mil computadores que formavam a rede mundial da época.
O worm pegou de surpresa os administradores e usuários da internet naquele ano, que nunca tinham visto um ataque parecido. Para se espalhar, a praga tirava proveito de brechas de segurança existentes em softwares como o "sendmail" – responsável pelo envio de correio eletrônico – e o "fingerd" – um fornecedor de informações de usuários.
Além de dar início à valorização da segurança em softwares, a mais notável consequência do episódio foi a criação do CERT (http://www.cert.org), um time de especialistas responsável pela comunicação e tratamento de incidentes de segurança. Muitos países e mesmo empresas hoje possuem equipes com o mesmo objetivo. Quem realiza estas funções na rede brasileira é o CERT.br (http://www.cert.br).
Robert Tappan Morris, criador da praga, foi condenado por fraude em computadores em 1990. Não foi para a cadeia, mas teve que pagar uma multa de 10 mil dólares e prestar 400 horas de serviços comunitários.
Quando Robert Morris Jr disseminou seu worm, seu pai, Robert Morris, trabalhava na Agência Nacional de Segurança dos EUA. Hoje, o "criador do primeiro verme da informática" é professor no MIT – a mesma instituição em que ele iniciou a propagação de seu worm.

Um worm (termo da língua inglesa que significa, literalmente, "verme") é um programa autorreplicante, diferente de um vírus. Enquanto o vírus infecta um programa e necessita deste programa hospedeiro para se alastrar, o worm é um programa completo e não precisa de outro para se propagar. Um worm pode ser projetado para tomar ações maliciosas após infestar um sistema. Além disso, pode deletar arquivos em um sistema, enviar documentos por e-mail e, pelo aumento de tráfego gerado por sua reprodução, pode causar lentidão numa rede de computadores.

15 dezembro, 2016

A mochila salva-vidas

Em muitos lugares do mundo, as crianças têm de enfrentar longas distâncias para chegar à escola, deslocando-se através da selva e cruzando rios em áreas de fortes chuvas. No entanto, esses rios são imprevisíveis e, às vezes, tornam-se caudalosos muito rapidamente.
Apenas na Colômbia, nos últimos 5 anos, mais de 10.000 crianças morreram afogadas quando iam à escola.
A mochila salva-vidas é o resultado da colaboração entre a Cruz Vermelha colombiana e a marca de suco Luki. Uma ideia que foi desenvolvida a fim de ajudar as crianças a chegar em segurança à escola.



Foi projetada e fabricada de tal modo que, caso aconteça de uma criança cair na água, a mochila mantenha (à maneira de um colete salva-vidas) a criança flutuando. A mochila também serve para levar o material escolar, o que idealmente deveria ser a única função.


Slideshow CRIANÇAS QUE VÃO À ESCOLA

07 junho, 2015

O meio de transporte mais seguro

Não é o avião, mas o elevador 
Segundo as estatísticas, cerca de 25 pessoas morrem por ano (nos EUA) em acidentes nos elevadores e, geralmente, por queda no fosso devido a defeitos nos elevadores. Mas, a cada ano, bilhões de pessoas "viajam" para cima e para baixo neles.
Comparativamente, cair nas escadas mata 65 vezes mais. São cerca de 1.600 pessoas que morrem destes acidentes, anualmente.
Microsiervos

A disputa pelo título

01 dezembro, 2014

Modo de segurança



América não foi desligada corretamente.
Gostaria de começar a América em modo de segurança, com cuidados de saúde gratuitos e sem as armas?
(Recomendado)




Em outra versão:


03 setembro, 2014

Nuvem tecnológica


O vaporizador de Ji Won Jun (Data Vaporizer) é um desses equipamentos indispensáveis à modernidade.
É uma espécie de mochila que produz névoa a partir de sua carga de água e gelo seco. Esse equipamento pode ser acionado manual ou automaticamente.
Tem a função de ocultar o usuário (e proteger seus dados) sempre que o seu espaço pessoal esteja sob a ameaça de ser invadido.

Como era antigamente


Slideshows do PG - Apresentação 334

07 dezembro, 2013

Cama elástica

Sacrificou-se para comprar uma boa cama elástica?

AmyOops

Parabéns. Agora escolha - criteriosamente - o local da instalação em que a segurança dos brincantes esteja garantida.

07 outubro, 2012

CICLISMO. A discussão sobre os capacetes


Um denominador comum dos programas bem sucedidos de bicicleta ao redor do mundo - de Paris a Barcelona - é que quase ninguém usa um capacete, e não há pressão para que faça isso.
Nos Estados Unidos, a noção de que os capacetes promovem a saúde e a segurança, evitando lesões nas cabeças dos ciclistas, é tido como muito próximo de uma verdade de Deus. Assim, ciclistas sem capacetes são considerados irresponsáveis como as pessoas que fumam. E as cidades estadunidenses em geral são agressivas na promoção dos capacetes.
Mas, muitos especialistas em saúde europeus vêm tendo uma visão diferente. Sim, há estudos que mostram que, se você cair de uma bicicleta em uma determinada velocidade e bater com a cabeça, um capacete pode reduzir o risco de lesão grave no crânio. Mas tais quedas de bicicletas em sistemas organizados de ciclismo urbano são menos comuns do que se pensa.
Por outro lado, muitos pesquisadores dizem que, se as pessoas são forçadas a usar capacetes, também são desencorajadas a andar de bicicleta. Isso significa mais obesidade, mais doenças cardíacas e mais diabetes. E, com menos menos ciclistas nas ruas, menos interesse em criar ou ampliar ciclovias.
As cidades mais seguras para bicicletas são lugares como Amsterdã e Copenhague, onde os ciclistas de meia-idade são em grande número e o uso dos capacetes é reduzido.
"Forçar a usar capacetes, especialmente em programas de compartilhamento de bicicletas, cria uma sensação de perigo injustificável para o ciclismo, o qual traz muitos benefícios para a saúde", diz Piet de Jong, professor do departamento de Finanças Aplicadas e Estudos Atuariais da Universidade Macquarie, em Sydney. Ele estudou o assunto com modelagem matemática e concluiu que os benefícios podem superar os riscos por 20 a 1.
Ele acrescenta: "Estatisticamente, antes de usar capacetes para andar de bicicleta, talvez devêssemos usá-los para subir escadas ou tomar banho porque há muito mais lesões durante estas atividades." E a Federação Europeia de Ciclistas afirma que ciclistas e pedestres apresentam o mesmo risco de lesão grave por milha percorrida.
No entanto, nos Estados Unidos, a National Highway Traffic Safety Administration recomenda que "todos os ciclistas usem capacetes, não importa onde estejam", como diz Dr. Jeffrey Michael, funcionário da referida agência.
A experiência recente sugere que, caso uma cidade queira que o compartilhamento de bicicletas realmente decole, ela tem que aceitar o uso opcional do capacete. O programa de compartilhamento de bicicletas em Melbourne, na Austrália - onde o uso de capacete é obrigatório - tem apenas cerca de 150 utilizações por dia, apesar de Melbourne ser plana, com ruas largas, e ter clima temperado. Por outro lado, a cidade de Dublin - fria e montanhosa - tem mais de 5.000 passeios diários em seu programa. E a Cidade do México, para pôr em funcionamento o seu programa de compartilhamento de bicicletas, revogou recentemente a sua lei do capacete obrigatório. Nos Estados Unidos, há muita discussão a respeito de uma mudança na atual orientação.

Extraído do artigo To Encourage Biking, Cities Lose the Helmets, The New York Times

26/10/12 - Atualizando...

23 setembro, 2012

Caminhando e aprendendo - 15

Cães de condomínios
Nos últimos tempos, condomínios de edifícios residenciais no bairro do Cocó, Fortaleza, vêm ampliando suas medidas de segurança com o emprego de vigias acompanhados de cães.
Na rua Bento Albuquerque, por exemplo, três condomínios já apelaram para essa forma de segurança.
Contrata-se uma empresa especializada em fornecer vigilantes e cães de guarda e, ao anoitecer, lá estão eles, homem e cão, a cuidar da segurança do condomínio.
Postam-se na calçada, em frente ao portão de garagem do edifício.
Na calçada, eu disse. Que é um espaço público e não de um condomínio residencial.
Dias atrás, eu vi um destes animais arremeter-se contra uma senhora que cometeu a imprudência de passar próximo a ele. O animal foi contido pelo vigia, e a senhora, inerme contra a parede, ficou lívida.
Não é sem razão que, ao avistá-los, eu sempre mudo de calçada em minhas caminhadas.
Os condomínios podem celebrar seus contratos com essas empresas que fazem locação de cães de guarda. Mas a parte contratada deve prestar seus serviços AQUÉM das grades dos prédios.
E que haja um banco onde o vigilante possa se sentar quando estiver cansado.

22 julho, 2012

LADRÕES DE BICICLETAS. Formas de proteção

Há muitas formas de proteger uma bicicleta contra roubos. Na figura abaixo, mostro uma delas: destaca-se pela praticidade, baixo custo e eficácia.


Aprenda a fazer ► BIKE SECURITY

Em tempo
Outra forma é o CADEADO PARA BICICLETA (não é um cadeado comum). Nelson Cunha, que mandou a segunda dica, acrescenta que esta opção "tem a vantagem de elevar o patrimônio".

02 fevereiro, 2012

SENHA. Graus de segurança

123456, password e qwerty são as senhas mais usadas em todo o mundo. O que também significa dizer que elas não apresentam segurança alguma.
Vejam agora os tempos médios com que um hacker viola as senhas pela internet:

Senha de 6 caracteres com...
letras minúsculas: 10 minutos
+ letras maiúsculas: 10 horas
+ números e símbolos: 18 dias

Senha de 7 caracteres com...
letras minúsculas: 4 horas
+ letras maiúsculas: 23 dias
+ números e símbolos: 4 anos

Senha de 8 caracteres com...
letras minúsculas: 4 dias
+ letras maiúsculas: 3 anos
+ números e símbolos: 463 anos

Senha de 9 caracteres com...
letras minúsculas: 4 meses
+ letras maiúsculas: 178 anos
+ números e símbolos: 44.530 anos

26 agosto, 2011

Cuidado: HIV bravo

A médica Miriam Tomkowski Walton fixou 31 seringas na grade externa de sua casa. A seguir colou na grade este aviso:
MURO COM SANGUE HIV POSITIVO. NÃO PULE


Miriam andava aborrecida com os furtos que estavam acontecendo em sua residência, situada num condomínio fechado em Sobradinho, Distrito Federal.
Mas, porém, contudo, todavia...
Fontes: 123...