Estamos prontos para pedalar rumo a um futuro mais sustentável para a nossa União com a Declaração Europeia sobre o Ciclismo.
Reconhece a bicicleta como um modo de transporte sustentável e acessível e contém compromissos claros para impulsionar a utilização da bicicleta na União Europeia.
Sua mountain bike não é a única coisa que pode se danificar quando você bate com o pedal. No final de agosto de 2016, os investigadores da Inyo National Forest concluíram que um pedal de bicicleta, colidindo com uma rocha, em 5 de agosto, é que começou o Rock Creek Fire na Serra Oriental da Califórnia.
A partir de um único pedal, esse incêndio florestal conseguiu queimar 122 acres de floresta antes de ser contido.
Os pedais de uma mountain bike são normalmente feitos de liga de alumínio, mas também podem incluir titânio, magnésio e plástico com componentes de aço. Embora a liga de alumínio seja geralmente considerada um metal "resistente a faíscas", às vezes pode ser ferrosa, o que significa que contém ferro; isso é importante, porque o ferro é considerado um material pirofórico: ele pode inflamar na simples presença de oxigênio.
Adivinha do que a maioria das rochas são feitas? Minerais como ferro e magnésio, que também são incrivelmente pirofóricos. Embora rochas com ferro não peguem fogo espontaneamente, porque quando o ferro puro é exposto ao ar, ele enferruja, criando uma película protetora.
Quando um pedal de bicicleta raspa na pedra, encontra um certo grau de atrito. Ao raspar, o pedal causa colisões de moléculas, que por sua vez liberam energia térmica – exatamente como quando você bate, de propósito, uma pederneira contra o aço para iniciar uma fogueira. Quanto mais áspera for a rocha, maiores serão essas colisões, o que significa maior potencial para gerar uma faísca.
A faísca é uma pequena partícula de metal incandescente – neste caso, uma que se desprendeu do seu pedal. Ela pode não parecer quente no ar mas, quando se instala em outra superfície, seu calor radiante pode incendiar um objeto inflamável.
Para que um incêndio se instale, ele precisa de uma combinação de calor, oxigênio e combustível. Nesse caso, um declive cheio de capim seco em torno da trilha de mountain bike pode ser o combustível. Fontes de combustível mais secas têm pontos de fulgor mais baixos, o que significa que não precisa ocorrer uma faísca tão quente.
Depois que o pedal da bicicleta envia uma faísca para o mato seco, ao lado da trilha de mountain bike, o mato arde e pega fogo. No momento em que o ciclista com o pedal ofensor atinge o fundo da trilha, a fumaça já pode ser vista à distância.
Quanto mais fortes os ventos e mais seca a encosta, mais rápido o fogo se espalhará. Assim que um incêndio ganha certa proporção, ele pode crescer tão rápido quanto 7 mph em florestas e 14 mph em pastagens. No momento em que o ciclista que acendeu o fogo sem saber já voltou para casa, e está tomando uma cerveja gelada, um incêndio pode ter crescido e queimado toda uma grande área circundante.
Os humanos inventaram dispositivos mecânicos como bicicletas que, amplificando a força de nossas pernas, nos permitem mover mais rapidamente. Madeleine Ravier, de Paris, conjeturou que aquilo que funciona para as pessoas também deve funcionar para os animais. Então, ela inventou e, em 1907, patenteou sua "cycles pour animaux", ou "bicicleta para animais".
Ravier imaginou fazer bicicletas para todos os tipos de animais, incluindo "mulas, burros, elefantes, camelos, dromedários etc.". Mas ela começou com uma bicicleta para cavalos.
A patente está em francês, mas a tradução automática é bastante compreensível. Os desenhos estão nas páginas 5-7.
A bicicleta é um meio de transporte sustentável, simples, acessível, confiável, limpo e ecologicamente correto. Promove a criatividade, o engajamento social e tem um impacto positivo sobre o clima. Seu DIA MUNDIAL é hoje.
Apesar de os zumbis serem fictícios e as "regras" dos zumbis variarem de acordo com os caprichos dos roteiristas, há discussões constantes sobre como sobreviver quando o apocalipse chegar e o mundo estiver cheio de cadáveres tentando comê-lo.
Numa discussão recente no Tumblr surgiram algumas boas ideias.
1. Use uma armadura (você pode ter que fazer a sua).
2. Ganhe velocidade com uma bicicleta. Elas são silenciosas e não precisam de combustível.
Houve outras ideias na discussão. Imagine se "The Walking Dead" usasse essas ideias - - a taxa de sobrevivência poderia subir, mas o programa se pareceria muito com um esquete de Monty Python.
(http://www.neatorama.com/2019/11/10/How-to-Survive-the-Zombie-Apocalypse/)
Carregando quatro pessoas e uma máquina de costura, esta deve ter sido a bicicleta mais estranha do mundo (vídeo). Foi apresentada ao público em Chicago, Illinois, no longínquo ano de 1939.
O veículo de dois andares, conhecido como "Goofybike", foi uma criação de Charles Steinlauf.
Carregava ao mesmo tempo toda a família Steinlauf: o inventor, que cavalgava no alto e guiava a engenhoca por meio de um volante de automóvel; a sra. Steinlauf, que ia sentada abaixo, operando uma máquina de costura, enquanto o filho pedalava atrás e a filha montava no guidão à frente.
Quando o veículo estava em repouso, as pernas salientes da máquina de costura impediam que a alta bicicleta tombasse.
Um dia, seu olhar inventivo pousou numa velha sela de bicicleta e num guidão. Colocando o guidão na parte de trás da sela na posição vertical, ele criou uma cabeça de touro com chifres. A ilusão foi impressionante e o virtuosismo da transformação conferiu uma espécie de notoriedade barulhenta a este Tête de taureau (Cabeça de touro). Quando foi exibida após a libertação de Paris, Picasso olhou para ela com um ar divertido. "Uma metamorfose ocorreu", disse ele a André Warnod, "mas agora gostaria de que outra metamorfose ocorresse na direção oposta. Suponhamos que a cabeça do meu touro fosse jogada no lixo, e um dia um homem aparecesse e dissesse para si mesmo: 'Há algo que eu poderia usar como guidão para a minha bicicleta'. Então, uma metamorfose dupla teria ao final acontecido".
- A. Vallentin, Picasso , 1963
https://www.futilitycloset.com/2019/06/19/there-and-back/
A escultura faz parte das coleções permanentes do Museu Picasso de Paris.
A bicicleta é um meio de transporte sustentável, simples, acessível, confiável, limpo e ecologicamente correto. Sua sinergia com o usuário promove a criatividade e o engajamento social e dá a este uma consciência imediata do ambiente local. A bicicleta transmite uma mensagem positiva para o consumo e a produção sustentáveis e tem um impacto positivo sobre o clima.
Em abril de 2018, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o dia 3 de junho como o Dia Mundial da Bicicleta.
Apesar de informar a data corretamente sobre o Dia Mundial da Bicicleta, em sua página sobre o assunto, a Wikipédia mantém a ilustração (ao lado) em que a data é o dia 19 de abril.
Vários sites no Brasil também divulgam esta segunda data, relacionando-a com a dietilamida do ácido lisérgico, a LSD. Foi em 19 de abril, há 76 anos que o químico suíço Alberto Hofmann, após ingerir a droga intencionalmente, saiu a passear em sua bicicleta para experimentar os seus efeitos. Como era de se imaginar, as consequências foram dramáticas. Assustado com as alterações intensas da percepção, Hofmann pediu que seu assistente o levasse para casa. As restrições por causa da Segunda Guerra Mundial impediam o uso do carro, então eles tiveram que ir de bicicleta. No trajeto, o pesquisador lutava contra sentimentos de ansiedade e euforia, chegando a acreditar que estava ficando louco. Ao chegar em casa, se jogou no sofá e chamou o médico da família. Tudo na sala girava, e os objetos e móveis assumiram formas grotescas e ameaçadoras. Eles estavam em constante movimento, como se estivessem tomados por uma inquietação interna. A vizinha do lado não era mais Mrs. R., mas uma bruxa malévola, que usava uma máscara colorida. Após examinar Hofmann, o médico afirmou que todos os sinais vitais estavam normais, a não ser pelos olhos extremamente dilatados. Então, Hofmann dormiu – acordou várias horas depois, com "uma sensação de renovação e bem-estar". AH - Aventuras na História Vídeo
O vídeo mistura dois incidentes. A exposição acidental que Hoffman teve à LSD foi leve. Sentiu-se tonto, sentou-se e, três horas depois, sentiu-se novamente normal. Foi 3 dias mais tarde, quando ele tomou uma dose experimental de 250 microgramas (cerca de 3 blotters modernos) que ele levou sua bicicleta para casa e teve a assustadora viagem vista neste vídeo.
Dois dias após o impedimento de Dilma Rousseff, por suposto crime de responsabilidade – pela assinatura de decretos orçamentários –, o Senado flexibilizou as regras para abertura de créditos suplementares sem necessidade de autorização do Congresso (Lei 13.332/2016).
Apesar da aparência normal, a bicicleta que aparece neste vídeo tem uma particularidade: a roda gira no sentido contrário ao giro do guidão.
Destin, o proprietário dela, nunca encontrou alguém que, pelo menos de primeira vez, conseguisse andar na bicicleta. Ele mesmo, um experiente ciclista, levou oito meses para chegar a tanto.
Já seu filho, de 5 anos, conseguiu fazê-lo em apenas duas semanas, numa bicicleta do tipo. Não é a toa que uma criança logo aprende uma língua estrangeira.
Mas adivinhem o que aconteceu quando Destin tentou retornar para uma bicicleta normal
No início dos anos 1980, quando a maioria das pessoas via o computador pessoal como uma mera curiosidade, Steve Jobs tentou racionalizar a sua existência com uma metáfora fascinante: Eu acho que uma das coisas que realmente nos separa dos demais primatas é que somos construtores de ferramentas. Eu li um estudo que mediu a eficiência de locomoção para várias espécies do planeta. O condor era o que usava a menor quantidade de energia para percorrer um quilômetro. E o ser humano ocupava um lugar bastante inexpressivo na lista. Não apresentava um desempenho que orgulhasse a coroa da criação. Mas, então, alguém na Scientific American teve o discernimento para testar a eficiência de locomoção para um homem em uma bicicleta. E um homem em uma bicicleta expeliu completamente o condor do topo da tabela. Pois bem, é isso o que o computador faz. O computador é, para mim, a ferramenta mais notável que já foi criada. É o equivalente a uma bicicleta para nossas mentes.
Você já parou para pensar em quantas coisas consegue fazer ao mesmo tempo?
Guillaume Blanchet, um publicitário francês que vive no Canadá, já. Tanto que resolveu gravar um filme mostrando o cotidiano de uma pessoa que faz as refeições, trabalha e até namora, enquanto anda de bicicleta por Montreal.
Para gravar todas as cenas, Blanchet passou 382 dias (uma boa parte deles, aliás) sobre duas rodas. Segundo o francês, a sua inspiração foi seu pai, Yves, de 64 anos, que já pedalou 120 mil quilômetros durante a vida.
O segredo do sucesso dos filmes de Blanchet?
Por ele mesmo: “Adoro o resultado de produções simples, todos entendem como ela foi feita. A simplicidade tem um maior apelo social porque as pessoas compreendem que elas poderiam ter feito a mesma coisa”.
Como uma produção simples inclui a maneira de inserir os créditos na obra, até nisso Blanchet foi coerente.
A American Helicopter Society (AHS) declarou o AeroVelo de Igor I. Sikorsky vencedor da competição de helicópteros movidos a força humana.
Depois de uma análise independente, completa e rigorosa dos dados do voo de 13 de junho de 2013, o comitê da AHS concluiu que, de fato, o voo épico de Igor:
1) excedeu 60 segundos de duração, 2) ultrapassou 3 metros de altura, e 3 ) manteve-se dentro de uma caixa de 10m x 10m.
Misture Leonardo da Vinci, Rube Goldberg, Eddie Merckx e Igor Sikorsky, e você acabará voando em algo parecido com isto: