Mostrando postagens com marcador elevador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador elevador. Mostrar todas as postagens

16 agosto, 2020

O ritual do elevador

Você acredita no ritual do elevador?
Basicamente, é que se você apertar uma sequência de números do elevador, você acaba indo para uma outra dimensão. Existem consequências horríveis, se você seguir os passos deste ritual com desleixo.
@crisayonara

O testemunho de um internauta
Eu tentei uma vez. Fiz o ritual todo certinho até o 5° andar. Aí a mulher entrou, mas eu não aguentei e acabei falando com ela. Ela ficou em silêncio total. Eu apertei o 1° andar e a mulher continuou em silêncio. Mas quando o elevador chegou ao primeiro andar ela falou:
"Deixa de ser trouxa, cara."

Os elevadores, com seus botões
http://blogdopg.blogspot.com/2017/05/os-elevadores-com-seus-botoes.html

20 junho, 2020

Limites do cérebro

0 por cento
Se n pessoas estiverem em um elevador e n + 1 forem pressionados, haverá pelo menos um cérebro de pombo no elevador.

100 por cento

22 outubro, 2018

Alguém preso no elevador

Em fevereiro de 2016, Amanda Carpenter, ao ficar presa no elevador de uma estação da Amtrak, tuitou pedindo ajuda. Ela ficou intrigada, ao receber uma resposta da empresa perguntando se ela ainda estava presa... sete meses depois!
Enquanto isso, a gozação rolou solta no Reddit.

"Quem tuíta em vez de apenas ligar para o 911?"
"Tem o botão de alarme."
"O botão não chama os bombeiros. Ele chama os funcionários da empresa."
"Amtrak, que é conhecida pelos atrasos..."
"A Amtrak é definitivamente melhor no movimento horizontal do que no movimento vertical."
"Parece que eles estão usando o modelo de negócios da Tesla."
"Bem, pelo menos, a Tesla traz inovação. A Amtrak, por outro lado, utiliza a tecnologia de ponta do século XIX, com o atendimento ao cliente do século XIV."
"Amtrak é uma agência federal?"
"É uma empresa privada."
"É uma empresa privada que recebe toneladas de subvenções federais para não entrar em colapso no gigantesco e incompetente saco de merda que é. Então, bem que poderia ser uma agência federal."
"Não desanime, o século 14 é assim!"
"Seu cadáver ainda está aí?"
"Um cadáver se decomporia em um elevador com defeito? Ou seria mais um cenário para mumificação?"
"Acabaria por se decompor. A mumificação envolve algumas etapas como remoção de órgãos e formas de enxágue para preservação."
"Embora seja útil no processo, a mumificação não requer a remoção de órgãos. Há muitos exemplos de corpos presos no gelo que foram mumificados com os órgãos presentes. E há os corpos de pântano."
"Um corpo de pântano é um cadáver humano que foi naturalmente mumificado em um pântano de turfa. Seus níveis reais de preservação variam muito muito, de perfeitamente preservados a meros esqueletos."
"Ao contrário da maioria dos restos humanos antigos, os corpos de pântano geralmente mantêm sua pele e órgãos internos devido às condições incomuns da área circundante."
"Será que realmente leva apenas um ano para o corpo de uma pessoa se transformar em um esqueleto?"
"A esqueletização refere-se ao estágio final de decomposição, durante o qual os últimos vestígios dos tecidos moles de um cadáver ou carcaça decaíram ou secaram ao ponto de o esqueleto ficar exposto. No final do processo de esqueletização, todo o tecido mole terá sido eliminado, deixando apenas ossos desarticulados. Em um clima temperado, geralmente requer de três semanas a vários anos para um corpo se decompor completamente até esqueleto, dependendo de fatores como temperatura, umidade, presença de insetos e submersão em um substrato como a água. Em climas tropicais, a esqueletização pode ocorrer em semanas, enquanto nas áreas de tundra, a esqueletização pode levar anos ou nunca ocorrer se temperaturas abaixo de zero persistirem."
"Um de seus sapatos foi encontrado no poço do elevador."
"Enviando boas vibrações e orações."
"Eu vejo que a teoria do gato de Schrödinger pode ser aqui perfeitamente aplicada."

Crédito da imagem: revista Galileu

24 novembro, 2017

"Aqui há Otis"

1
O antigo diretor do Diário de Minas (José Oswaldo de Araújo, poeta parnasiano de renome estadual e futuro prefeito de Belo Horizonte) contaria, anos mais tarde, a impressão que lhe causou o comentário de um amigo, o escritor Afonso Pena Júnior, ao ler os primeiros poemas de Carlos Drummond de Andrade: "Aqui há Otis", sentenciou o futuro ensaísta de "A arte de furtar e seu autor", poeta simbolista já quarentão, que, em sua juventude, já brilhara em dois grupos literários belo-horizontinos, os "Cavaleiros do Luar" e os "Jardineiros do Ideal". "Aqui há Otis" - eram estes os dizeres das placas que anunciavam a instalação de elevadores, um dos símbolos da modernidade que, ufa, desembarcava na jovem capital de Minas.
— "O desatino da rapaziada", por Umberto Werneck
https://books.google.com.br
2
Ainda continuei trabalhando no hospital quase um ano. Já publicando, me pagavam 10 mil réis por desenho. Aí me devolviam os originais que eram grandes assim, e com esse desenhos do "Eu Vi" (revista em que o desenhista cearense Luiz Sá publicou seus primeiros desenhos no início da década de 1930) fiz uma exposição no Museu de Artes e Ofícios. Vendi um bocado de quadros. Inclusive um, "A Fundação da Cidade do Rio de Janeiro", um desenho todo estrambólico: aqueles índios trabalhando, tal e tal, um Estácio de Sá assim, e numa construção eu botei: "Aqui há Otis". Aí chegou um senhor, comprou na hora. Ele falou: "Esse seu quadro aqui, nas 400 agências da Otis no mundo inteiro, tem esse quadro". Então eu disse: "Estou muito importante". Não fiz com maldade nenhuma, que eu não tinha essa maldade de dar golpe. É porque a gente chegava ao Rio e via assim num prédio: "Aqui há Otis", "Aqui há Otis", era só o que se via. Ele me pagou 100 mil réis pelo quadro, que era dinheiro naquele tempo.
— Uma entrevista histórica dada por Luiz Sá ao também cartunista Fortuna, em abril de 1975, no terceiro número da revista "O Bicho".
http://www.onordeste.com
(Os grifos são nossos.)
3
— Uma demonstração da segurança do elevador
Blog EM, 14/08/2017

14 agosto, 2017

Uma demonstração da segurança do elevador

Em 23 de março de 1857, a Otis Elevator Company completou a primeira instalação comercial de elevadores de passageiros em uma loja de departamentos de cinco andares, a E. V. Haughwout Company (*), na esquina da Broome Street com a Broadway, onde é atualmente o distrito de SoHo, em Nova Iorque. Depois das vendas muito lentas, nos primeiros anos da empresa, a Otis decidiu fazer uma demonstração dramática no New York Crystal Palace, um grande salão de exposições construído para a Feira Mundial de 1853.
Empoleirado numa plataforma móvel bem acima da multidão, no Palácio de Cristal de Nova Iorque, um mecânico pragmático (o próprio Otis, ao que parece) chocou a multidão quando cortou dramaticamente a única corda que suspendia a plataforma em que estava. A plataforma caiu alguns centímetros, mas em seguida parou. Seu novo e revolucionário freio de segurança funcionara, impedindo que a plataforma caísse no chão.
- Tudo bem, cavalheiros! - proclamou o homem.
A demonstração de Otis teve o efeito desejado. Ele vendeu sete elevadores naquele ano, e quinze no ano seguinte.
HT Rick Brutti @ Rbrutti

(*) Este foi um dos vários aspectos em que o Edifício EV Haughwout (na gravura) foi um projeto pioneiro. O prédio teve o primeiro elevador de passageiros bem sucedido do mundo, um elevador hidráulico projetado para o edifício por Elisha Graves Otis. Custou US $ 300, desenvolvia uma velocidade de 0,2 metros por segundo, e era movido por uma máquina a vapor instalado no porão. Embora a estrutura de cinco andares não fosse mais alta do que outros edifícios da época, e não precisasse de um elevador, Haughwout sabia que as pessoas viriam para ver a nova novidade e ficariam para comprar mercadorias.

01 agosto, 2017

10 maio, 2017

Os elevadores, com seus botões

1
Entre os muitos símbolos da apressada vida moderna, os elevadores se destacam. Por sua própria natureza, o elevador – o transporte vertical de curto alcance, como a indústria o chama – é um negócio que funciona sob pressão. Embora ainda existam lugares na Terra onde as pessoas têm uma vida plena sem nunca precisarem de um elevador, a Otis Elevator Company estima que seus veículos fazem subir e descer o equivalente a toda a população do planeta a cada nove dias. Esta é uma clientela que não gosta de esperar.
2
Quantas vezes você vai insistir em pressionar um botão de elevador, sabendo que isso não acrescenta nada? Quantas vezes você vai pressionar botões de chamada que já estão acesos – apesar de sua suspeita de que, uma vez que o botão foi pressionado, nenhuma quantidade a mais de toques vai apressar a chegada do elevador? Sua suspeita é pertinente. Os computadores até poderiam instruir os elevadores para dar preferência aos andares com muitas chamadas. Mas os engenheiros de elevadores sabem perfeitamente que não se deve fornecer qualquer incentivo a quem gosta de pressionar o botão repetidamente.
Ilustração: André François
(https://www.brainpickings.org/2016/08/11/james-gleick-faster/)

07 junho, 2015

O meio de transporte mais seguro

Não é o avião, mas o elevador 
Segundo as estatísticas, cerca de 25 pessoas morrem por ano (nos EUA) em acidentes nos elevadores e, geralmente, por queda no fosso devido a defeitos nos elevadores. Mas, a cada ano, bilhões de pessoas "viajam" para cima e para baixo neles.
Comparativamente, cair nas escadas mata 65 vezes mais. São cerca de 1.600 pessoas que morrem destes acidentes, anualmente.
Microsiervos

A disputa pelo título

29 julho, 2013

Num elevador que cai

Se eu estiver em um elevador em queda livre, haverá alguma posição que possa aumentar a minha chance de sobrevivência?
Victoria Roberts
A melhor opção seria "deitar de costas no chão, do modo mais plano possível", diz Eliot H. Frank, engenheiro de pesquisas do Centro de Engenharia Biomédica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. "Isso vai distribuir a força do impacto sobre uma área maior do seu corpo, ao invés de concentrá-la sobre uma parte específica do mesmo."
"Você poderá pensar que se preparar para o impacto do elevador no fundo do poço dobrando as pernas ajudaria, mas sob altas forças da aceleração da gravidade, suas pernas simplesmente não suportariam o peso do corpo", diz ele. "Mesmo o peso de sua própria cabeça seria demais para o pescoço suportar."
Quanto à sabedoria popular de saltar no momento do impacto, esta é desmascarada por um vídeo "MythBusters", do site do "Discovery Channel". Não iria funcionar a menos que você pudesse saber o exato momento do impacto para saltar na mesma velocidade com que o elevador está mergulhando.
Subir em cima de outras pessoas tampouco é uma medida aceitável.

C. Claiborne Ray, The New York Times

03/08/2013 - Comentário físico-sociológico do internauta Cristovam Nunes
Paulo,
Se considerarmos que o elevador seja o Estado e o corpo seja o povo:
01 - Pressão = força/área de aplicação da força, quanto menor a área mais forte o efeito da força, então, deve se ampliar a área de aplicação da força para diminuir o efeito. Assim o Estado e seus agentes devem buscar ampliar sua credibilidade e aglutinar mais apoio.
02 - A ampliação da área base, necessita de mais matéria e, portanto, mais custos, como os recursos são constantes em um dado momento, o quantum per capita também diminui e, sendo assim, surgirão outras forças.
03 - Nestas situações, dificilmente são encontradas resultantes favoráveis à sustentação. E como o ambiente é dinâmico - móvel - o tempo também é escasso....

16 fevereiro, 2013

O elevador expresso

Da série: VIVENDO EM CONDOMÍNIO
Aperte o botão que fecha a porta do elevador.
Com a porta fechada, continue apertando o botão e agora passe a pressionar o botão que corresponde ao andar que você deseja ir.
Quando o elevador começar a se mover, então solte os botões pressionados.
Este método permite-lhe ir direto a um determinado andar - sem paradas intermediárias.
É usado pela polícia quando precisa ir rapidamente a um andar.
Funciona em qualquer elevador.

N. do E.
O método encontra-se sendo testado nos elevadores - social e de serviço - da sede de EntreMentes para termos certeza de que não se trata de uma "trollagem". O fato de estar sendo aqui publicado, como postagem da série VIVENDO EM CONDOMÍNIO, não significa já se ter chegado à conclusão de que o método funciona.

12 fevereiro, 2013

O milagre do elevador

Um menino da roça e seu pai entraram em um shopping pela primeira vez. Eles ficaram impressionados com quase tudo o que viram, mas especialmente com duas paredes prateadas que abriam e fechavam.
O menino perguntou: "O que é isto, pai?"
O pai (que nunca tinha visto um elevador) respondeu: "Filho, eu nunca vi nada parecido em minha vida, eu não sei o que é."
Enquanto os dois viam "aquilo" com perplexidade, uma senhora idosa, gorda, em uma cadeira de rodas, chegou perto das portas e apertou um botão.
As portas se abriram, a senhora rolou entre elas e entrou em um quarto pequeno. As portas se fecharam e o menino e seu pai observaram que, acima delas, acendiam números sequencialmente.
Ficaram a assistir, até que apareceu o último número... e, em seguida, esses números passaram a acender na ordem inversa.
Finalmente, as portas se abriram novamente e uma linda mulher, de mais ou menos 24 anos, saiu do quartinho.
E o pai eufórico, sem tirar os olhos da moça, disse a seu filho: "Vá buscar sua mãe."
(piada da internet repassada por Nilo Mendonça)

Poderá também gostar de ver:
A beldade e o ascensorista, A flor do aborrecimento, Estresse e gravidade, Esperando o elevador, A Recriação de Adão e O lar singular de Jorge George.

27 abril, 2012

O lar singular de Jorge George

Conto

No ano fiscal de 1972, Jorge George morou no Rio. Mais precisamente: Jorge George morou no elevador social de um edifício na Prado Júnior, nas proximidades do Beco da Fome. Um elevador espaçoso (aliás, sobejamente espaçoso se atentarmos para o fato de que não botavam forro de proteção em dia de mudança), com a capacidade máxima para oito pessoas e que contava com uma razoável assistência técnica. Jorge George sonhava ser cidadão de Copacabana e sucedia que, àquela freguesia, só havia aquele elevador cabível no orçamento. Era pegar ou... usar as escadas de um prédio. Ah, os bons tempos bicudos...
A princípio, Jorge George enfrentou a incompreensão dos moradores do edifício. Um deles, por sinal o mais iracundo, era Severino, do 403. Ele, mulher e filhos totalizavam oito "paraíbas", a capacidade máxima do elevador como já vimos; mas, com Jorge George dentro... Por isso, antes que alguém fosse ao fundo do poço, Jotagê, o nosso cuidoso Jorge George, se prontificou a sair do ascensor, sim, toda vez que a ponderável família Severino do utiliário precisasse. E se alguém mais falava contra sua permanência no elevador, sem tardamento Jotagê o punha cativo. Não com palavras, mas com atos. Como, por exemplo, o de pagar rigorosamente em dia a taxa de condomínio.
[...]
Ler tudo no Preblog

09 fevereiro, 2012

Estresse e gravidade

Um homem em sua cadeira de rodas motorizada perde a vez de entrar no elevador. Irritado, ele tenta abrir a "marradas" (bam, bam, bam) a porta do elevador.
Veja o que aconteceu:


Os organizadores do Darwin Awards agraciaram-no com o prêmio do século, postumamente e sob a seguinte justificativa:
"Nada simboliza tanto a queda da raça humana como uma queda real para baixo."

27 novembro, 2010

A Recriação de Adão

Este mural, próximo a um elevador, é uma cópia (parcial) de um dos afrescos que Michelangelo pintou no teto da Capela Sistina.


Na presente reprodução foi intencional o dedo de Deus chegar até o botão do elevador. É para que, ao chamá-lo (o elevador), a pessoa se sinta no papel de Adão.

11 julho, 2007

Subindo...

Eis o meu último pedido:
Que Deus, em sua infinita misericórdia, acrescente em minha vida o tempo que perdi nos elevadores.

18 junho, 2007

A beldade e o ascensorista

Airton Soares, do Li por Aí, me enviou uma trova deveras interessante:

“Sorridente a bela artista
Ao entrar no elevador
Disse para o ascensorista:
Vamos pro quarto, senhor!”

É que o tal ascensorista, AS:
Tinha rezado 1/3 para encontrar 1/2 de levá-la a 1/4.
E, nesse sobe e desce que é a vida, ele está sendo atendido.
Um abraço. PG

16 junho, 2007

Esperando o elevador

No andar térreo do edifício do Ministério da Saúde em Fortaleza existe um quadro de avisos. Com o nome de “esperando o elevador”, por ficar bem próximo das portas que dão acesso ao chamado “meio de transporte vertical” do edifício. Nesse quadro de avisos, entre alguns papéis burocráticos, estava afixada esta interessante descrição do bambu chinês (abaixo).
Pelo que tem de aplicável ao caráter humano, merece ser lida e refletida. É um grande ensinamento sobre as virtudes da paciência e da persistência.


Mas eu não precisei exercê-las naquele momento, o elevador chegou logo. Isto para falar a verdade (que é outra virtude).