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15 abril, 2021

O céu fotografado do Parque Nacional do Iguaçu

O fotógrafo Victor Lima foi o responsável por captar cenas raras do céu nas Cataratas do Iguaçu. Apaixonado pela astrofotografia, ele fez uma primeira visita ao Parque Nacional do Iguaçu com a família há cerca de dois anos. Em sua segunda visita, em março de 2021, veio ao parque com as imagens e sonhos na cabeça, fotografias memorizadas, e organizou, junto com a administração da unidade, a liberação especial para realizar uma expedição fotográfica à noite, fora do horário de atendimento ao público.
Victor, que ficou hospedado no Hotel das Cataratas, localizado dentro da unidade de conservação, dedicou quatro dias e três noites às captações. Para o fotógrafo, que contou com a companhia de 11 alunos de fotografia, a experiência do céu nas Cataratas foi a melhor experiência fotográfica já registrada por todos os visitantes.
Para captar essas cenas, Victor Lima utilizou uma câmera Canon 6D full-frame e fez uso da técnica de longa exposição, quando o sensor precisa de mais tempo para captar a imagem, e geralmente isso é feito em ambientes com pouca luminosidade. O profissional apoiou a câmera em um tripé e utilizou lente convencional.


Leitura astronômica do céu nas Cataratas

Poderá também gostar de ler:
Da passagem de Santos Dumont por Foz do Iguaçu

16 junho, 2015

Na imensa descida

"Fomos em uma viagem à Foz do Iguaçu, que é a versão brasileira de nossa Niagara Falls. Lá, como na maioria dos lugares turísticos, você pode tirar uma foto na frente de uma tela verde e, depois, acrescentar à foto a imagem do lugar. Esta foto, deixada por um visitante anterior, chamou minha atenção por ser tão incrivelmente estranha e politicamente incorreta (o pensamento de lançar uma mulher em uma cadeira de rodas sobre as Cataratas), mas eu acho que devo admirar esse casal desconhecido por seu senso de humor (sic) muito inusitado".

(foto enviada por Rhys - com o comentário acima - para Awkward Family Photos)

Haicai
"Na imensa descida
a catarata
se suicida." – Millôr Fernandes

01 março, 2014

Da passagem de Santos Dumont por Foz de Iguaçu

A história do Parque Nacional do Iguaçu começa no ano de 1916, com a passagem por Foz do Iguaçu de Alberto Santos Dumont, o pai da aviação.
A área pertencia ao uruguaio Jesus Val. Santos Dumont intercedeu junto ao Presidente do Estado do Paraná, Affonso Alves de Camargo, para que fosse desapropriada e tornada patrimônio público. No dia 28 de julho, através do decreto nº 63, foi declarada de utilidade pública com 1.008 hectares e, em 1939, por decreto do Presidente Getúlio Vargas, a área passou a ter 156.235 hectares.
Em 1994, os decretos nº 6506 de 17 de maio e de nº 6587 de 14 de junho consolidaram e ampliaram a área do Parque Nacional, dando-lhes os limites propostos pelo chefe da seção de Parques Nacionais. Hoje, a sua área abrange 185.000 hectares. WIKIPÉDIA
Tombado pela UNESCO, o Parque Nacional do Iguaçu  é considerado um Patrimônio Mundial Natural da Humanidade. E as quedas d'água do rio Iguaçu, suas famosas cataratas que se localizam na divisa Brasil-Argentina, foram escolhidas em concurso internacional como uma das 7 Maravilhas da Natureza.
Em homenagem a Santos Dumont os iguaçuenses erigiram uma estátua no Parque, a qual foi por mim dias atrás fotografada – com Elba, minha esposa, incluída no cenário. (PGCS)

N. B.
Esta nota é complementar à postagem BRASÍLIA E FOZ DO IGUAÇU de Linha do Tempo.