- Partiremos em busca de um novo SPA.
23 dezembro, 2007
22 dezembro, 2007
Medusas gigantes
A medusa, que já é um ingrediente bastante apreciado na cozinha chinesa, poderá também fazer parte da culinária japonesa. Esta idéia não se trata de uma moda gastronômica, nem de uma influência alimentar do país vizinho, mas simplesmente de tirar proveito da invasão que, há alguns anos, sofre o Japão de medusas gigantes procedentes da costa chinesa. Agora em grande número nas águas japoneses, estes animais marinhos, que pertencem à espécie Echizen kurage (em que um exemplar pode chegar a medir dois metros e a pesar 220 quilos), têm-se constituído num pesadelo para os pescadores locais. Pois destroem as redes e, com o veneno de seus tentáculos, provocam a morte dos peixes aprisionados. Então, como forma de compensar as perdas que as medusas gigantes causam na indústria pesqueira, o governo do Japão está promovendo o seu consumo pela população japonesa.Fonte: www.publico.es/ciencias
21 dezembro, 2007
Creme bárbaro
Sou de um país onde os carros enferrujam, as lâmpadas queimam, os relógios dão defeito e as bonecas perdem a fala. A bem da verdade, diga-se: estes incidentes também acontecem no resto do mundo; mas, com a saliência que se vê entre nós? Aqui, o usufruto de um bem qualquer chega a ser virtual. Compramos algo e rezamos para que dure um terço do que foi garantido. No atendimento das multiformes necessidades de homem, que se quer atual, o brasileiro é um desprotegido. E, como somos uns anestesiados, raro chiamos. No Brasil, nem asmático chia... quando se demora na fila da Previdência.Neste ponto começa minha triste sina. Há oito meses, quando eu comprei uma lata de barbear Bozzano, uma marca de creme por mim nunca dantes usada. No início, dia após dia, com pequenos toques na válvula da lata eu punha a espuma na face, sem saber o que a sorte me reservara. Foi quando notei o fim de meu perturbador extrato de almíscar selvagem, que eu vinha usando à razão de uma gota/orelha/dia. Ora, se o extrato (em que pese o meu zelo econômico) se acabara, como então entender o creme de barbear que, comprado na mesma ocasião, ainda estava me oferecendo a cada vez mais generosa espuma? Só se eu estava diante de um bem de consumo anômalo, por assim dizer. Fiquei perplexo e tomado de uma ansiedade progressiva.
Continue a ler esta crônica dos anos 80 no Preblog.
20 dezembro, 2007
Vasectomia e APP
Um trabalho publicado em dezembro de 2006 concluiu que a vasectomia poderia constituir um fator de risco para a afasia progressiva primária (APP). Como mecanismo de produção desta síndrome demencial, estariam envolvidos os anticorpos anti-esperma (produzidos nos indivíduos vasectomizados), que seriam também capazes de reagirem com antígenos do cérebro. Contudo, por se tratar de um estudo com desenho de caso-controle, há necessidade de outros estudos e, principalmente, de uma revisão sistemática, que estabeleçam com um melhor grau de evidência se este risco realmente existe.
Referência: Vasectomy in Men with Primary Progressive Aphasia, Cognitive & Behavioral Neurology, 19(4): 190 - 193, dezembro 2006.
Humor na Web
A figura acima mostra um procedimento cirúrgico sendo realizado para o controle da natalidade. Através de um método bem rústico, que não é tecnicamente uma vasectomia. Assim é que o paciente se lembrará - para sempre - do profissional que a fez.
Referência: Vasectomy in Men with Primary Progressive Aphasia, Cognitive & Behavioral Neurology, 19(4): 190 - 193, dezembro 2006.
Humor na Web
A figura acima mostra um procedimento cirúrgico sendo realizado para o controle da natalidade. Através de um método bem rústico, que não é tecnicamente uma vasectomia. Assim é que o paciente se lembrará - para sempre - do profissional que a fez.
19 dezembro, 2007
18 dezembro, 2007
Pássaro Vermelho - 2
No domingo, após o café da manhã, fomos ao Pesqueiro. A fim de que Natália se divertisse um pouco pescando no lago das tilápias. Funcionando no estilo “pesque-e-pague”, o estabelecimento é um local bem agradável, com toda a infra-estrutura de um restaurante, e que fica ao lado do Hotel Senac Guaramiranga.
Quem usa o “pesque-e-pague” do Pesqueiro, paga uma pequena taxa pelo caniço que é fornecido e outra pela massa que servirá de isca. Daí em diante, o que pagará vai depender da eficiência do pescador. Que comprará os peixes que houver capturado, conforme o peso deles, ao final da pescaria. Se, ao invés de levá-los para casa, desejar comê-los no restaurante do Pesqueiro, então pagará outras taxas para que os seus peixes sejam eviscerados e fritos.
O insucesso de Natália na pescaria pôde inicialmente ser explicado pela chuva que caía. Um funcionário do Pesqueiro me explicou que, nessa situação, os peixes “preferem ficar na lama do lago”. Pouco tempo após, a chuva passou. Grandes e brilhantes tilápias começaram a sair do lago pelos caniços de outros pescadores. O anzol de Natália até que era bem disputado pelos peixes, mas nenhum o abocanhava de uma forma que pudesse ser fisgado.

Natália: alimentando os peixes.
Ao meio-dia, desistimos daquela idéia de comer tilápias à beira do lago. E fomos almoçar uma carne-do-sol no restaurante do hotel. A seguir, arrumar a bagagem, pagar as contas e pegar o nosso carro no estacionamento do hotel para fazer a viagem de volta a Fortaleza, que foi bastante tranqüila.
Aqui, um comentário final sobre este hotel em que mais uma vez estivemos hospedados. Administrado pelo Senac, o Hotel de Guaramiranga (85 33211106), além de bem cuidado, apresenta um serviço de boa qualidade.
Quem usa o “pesque-e-pague” do Pesqueiro, paga uma pequena taxa pelo caniço que é fornecido e outra pela massa que servirá de isca. Daí em diante, o que pagará vai depender da eficiência do pescador. Que comprará os peixes que houver capturado, conforme o peso deles, ao final da pescaria. Se, ao invés de levá-los para casa, desejar comê-los no restaurante do Pesqueiro, então pagará outras taxas para que os seus peixes sejam eviscerados e fritos.
O insucesso de Natália na pescaria pôde inicialmente ser explicado pela chuva que caía. Um funcionário do Pesqueiro me explicou que, nessa situação, os peixes “preferem ficar na lama do lago”. Pouco tempo após, a chuva passou. Grandes e brilhantes tilápias começaram a sair do lago pelos caniços de outros pescadores. O anzol de Natália até que era bem disputado pelos peixes, mas nenhum o abocanhava de uma forma que pudesse ser fisgado.

Natália: alimentando os peixes.
Ao meio-dia, desistimos daquela idéia de comer tilápias à beira do lago. E fomos almoçar uma carne-do-sol no restaurante do hotel. A seguir, arrumar a bagagem, pagar as contas e pegar o nosso carro no estacionamento do hotel para fazer a viagem de volta a Fortaleza, que foi bastante tranqüila.
Aqui, um comentário final sobre este hotel em que mais uma vez estivemos hospedados. Administrado pelo Senac, o Hotel de Guaramiranga (85 33211106), além de bem cuidado, apresenta um serviço de boa qualidade.
17 dezembro, 2007
Pássaro Vermelho - 1
É o significado em nossa língua do nome Guaramiranga, de origem tupi. O nome que designa uma pequena cidade, situada no Maciço de Baturité, a qual dista cerca de 120 quilômetros de Fortaleza. Muito procurada pelos que apreciam o clima ameno que, por estar incrustada na serra, a (ainda) bucólica Guaramiranga propicia. Outro atrativo do município é a sua exuberante vegetação, típica da Mata Atlântica.
Passamos lá este fim de semana: Elba (esposa), Natália (filha) e eu. Após termos feito uma viagem de carro, pela rota da CE-060, só interrompida em Acarape (terra natal de meu falecido pai), onde visitamos familiares que residem neste município ao pé da serra.
Por volta do meio-dia, estávamos preenchendo as nossas fichas de hóspedes do Hotel Senac Guaramiranga. Almoçamos. E dedicamos a tarde do sábado ao descanso. Ao entardecer, fui a pé ao centro da cidadezinha onde constatei inequívocos sinais de seu crescimento urbano. Novos restaurantes, lojas de artesanato e até uma agência bancária.
A seguir, caminhando pela estrada que vai ao distrito de Pernambuquinho, fui até o CTL, uma pousada de saudosa lembrança, onde tantas vezes me hospedei com a família. O que era o Centro de Treinamento e Lazer se transformou, nos últimos anos, numa espécie de condomínio fechado. Com a construção de um segundo andar inclusive.
E voltei do agradável passeio embalado pelo canto das cigarras.
À noite, refiz o percurso que fizera a pé - de carro, desta segunda vez, e levando Elba e Natália. Numa lanchonete em que paramos, encontramos o casal Ciro Ciarlini, ambos médicos e que possuem uma casa na região. Conversamos, enquanto Natália tomou uma ligeira refeição.
Já sabíamos que logo mais haveria um show musical na cidade. Às 21 horas, no Restaurante Manjericão, onde Elba e eu, após deixarmos Natália no hotel, fomos terminar a noite.
Por lá rolou o melhor da MPB. Saibam quem eram as "feras" (da esquerda para a direita na fotografia):
Márcio Rezende (flauta e sax)
Amaro Penna (voz e violão)
Jorge Helder (baixo)
Manassés (violão)
Edson Filho (órgão)
PS >
Jorge Helder, o baixista, integra a banda de Chico Buarque, Manassés é um exímio violonista, Edson é filho de outro grande tecladista, o Edson Távora, e por aí vai o grupo.
Passamos lá este fim de semana: Elba (esposa), Natália (filha) e eu. Após termos feito uma viagem de carro, pela rota da CE-060, só interrompida em Acarape (terra natal de meu falecido pai), onde visitamos familiares que residem neste município ao pé da serra.
Por volta do meio-dia, estávamos preenchendo as nossas fichas de hóspedes do Hotel Senac Guaramiranga. Almoçamos. E dedicamos a tarde do sábado ao descanso. Ao entardecer, fui a pé ao centro da cidadezinha onde constatei inequívocos sinais de seu crescimento urbano. Novos restaurantes, lojas de artesanato e até uma agência bancária.
A seguir, caminhando pela estrada que vai ao distrito de Pernambuquinho, fui até o CTL, uma pousada de saudosa lembrança, onde tantas vezes me hospedei com a família. O que era o Centro de Treinamento e Lazer se transformou, nos últimos anos, numa espécie de condomínio fechado. Com a construção de um segundo andar inclusive.
E voltei do agradável passeio embalado pelo canto das cigarras.
À noite, refiz o percurso que fizera a pé - de carro, desta segunda vez, e levando Elba e Natália. Numa lanchonete em que paramos, encontramos o casal Ciro Ciarlini, ambos médicos e que possuem uma casa na região. Conversamos, enquanto Natália tomou uma ligeira refeição.
Já sabíamos que logo mais haveria um show musical na cidade. Às 21 horas, no Restaurante Manjericão, onde Elba e eu, após deixarmos Natália no hotel, fomos terminar a noite.
Por lá rolou o melhor da MPB. Saibam quem eram as "feras" (da esquerda para a direita na fotografia):

Márcio Rezende (flauta e sax)
Amaro Penna (voz e violão)
Jorge Helder (baixo)
Manassés (violão)
Edson Filho (órgão)
PS >
Jorge Helder, o baixista, integra a banda de Chico Buarque, Manassés é um exímio violonista, Edson é filho de outro grande tecladista, o Edson Távora, e por aí vai o grupo.
16 dezembro, 2007
Um presente durável
É o que garante dispor um site especializado em dar nome às estrelas. Muito procurado por pessoas que gostam de ser diferentes na difícil arte de presentear.
Acertados os detalhe$, o cliente faz jus a um kit com:
- um certificado personalizado, tipo pergaminho, com o nome, a data de registro e as coordenadas da estrela, tudo em impressão colorida;
- um mapa estelar personalizado contendo o nome, a data de registro da estrela e a constelação de que ela faz parte (com a estrela em destaque, colocada no centro de um círculo vermelho).
Isto em sua versão mais simples. Pois, para os clientes mais abonados, há outros kits ainda mais completos – com estrelas de primeira grandeza.
Eis o nome deste cartório: www.starregistry.com
(Guaramiranga, CE)
Acertados os detalhe$, o cliente faz jus a um kit com:

- um certificado personalizado, tipo pergaminho, com o nome, a data de registro e as coordenadas da estrela, tudo em impressão colorida;
- um mapa estelar personalizado contendo o nome, a data de registro da estrela e a constelação de que ela faz parte (com a estrela em destaque, colocada no centro de um círculo vermelho).
Isto em sua versão mais simples. Pois, para os clientes mais abonados, há outros kits ainda mais completos – com estrelas de primeira grandeza.
Eis o nome deste cartório: www.starregistry.com
(Guaramiranga, CE)
15 dezembro, 2007
Tome cinco
Neste vídeo:
Cinco pianistas da família Brown em cinco pianos da marca Steinway. Tocando a belíssima "Rhapsody in Blue", música com que o compositor George Gershwin capturou a essência de Nova Iorque.
E não à-toa incluída por Woody Allen na trilha musical de seu filme "Manhattan".
Cinco pianistas da família Brown em cinco pianos da marca Steinway. Tocando a belíssima "Rhapsody in Blue", música com que o compositor George Gershwin capturou a essência de Nova Iorque.
E não à-toa incluída por Woody Allen na trilha musical de seu filme "Manhattan".
14 dezembro, 2007
Um parafuso de menos
Esta semana surgiu um defeito no meu carro 1495 km: uma das portas emperrando. Ao investigar a causa do emperramento encontrei - meu olho mecânico encontrou - que, quando ia abrir ou fechar a porta, a fechadura patinava, e isto porque um de seus dois parafusos de sustentação havia caído. Era um parafuso omisso o causador do problema inteiro, portanto.
Levei o veículo a uma das concessionárias do fabricante. Lá, após uma distraída consulta num maçudo catálogo de autopeças, o funcionário me despachou com um "tem mas está faltando". (O parafuso que eu procurava - cabe aqui um esclarecimento - era daqueles que têm na cabeça, chata, os sulcos em cruz.)
Continuei minha "via parafuso crucis". Fui a uma segunda concessionária onde, novamente, ouvi o "tem mas está faltando", desta vez acrescido de "o senhor poderá, em caráter de urgência, solicitar do fabricante em São Paulo". Porca miseria, teria exclamado um italiano na minha situação.
Continue a ler esta crônica dos anos 80 no Preblog.
Uma achega para cá
Passado este tempo todo, encontro agora na Web o motivo por que o parafuso desertou do meu carro:
Levei o veículo a uma das concessionárias do fabricante. Lá, após uma distraída consulta num maçudo catálogo de autopeças, o funcionário me despachou com um "tem mas está faltando". (O parafuso que eu procurava - cabe aqui um esclarecimento - era daqueles que têm na cabeça, chata, os sulcos em cruz.)
Continuei minha "via parafuso crucis". Fui a uma segunda concessionária onde, novamente, ouvi o "tem mas está faltando", desta vez acrescido de "o senhor poderá, em caráter de urgência, solicitar do fabricante em São Paulo". Porca miseria, teria exclamado um italiano na minha situação.
Continue a ler esta crônica dos anos 80 no Preblog.
Uma achega para cá
Passado este tempo todo, encontro agora na Web o motivo por que o parafuso desertou do meu carro:
13 dezembro, 2007
Em pleno funcionamento
-
Esta máquina que transforma:
QUEM SOU? em SOU EU!
Como? Retificando a interrogação!
12 dezembro, 2007
O realismo mágico de Rob
Um violinista, sentado a uma varanda, toca para girassóis que, em planos mais próximos ao observador, vão-se transformando em pessoas que estão num aparente transe hipnótico.

O quadro acima postado, “Listening fields”, é do pintor Rob Gonsalves, um canadense de Toronto, cuja produção artística se enquadra no chamado realismo mágico - o gênero escolhido pelo artista para representar os desejos de o ser humano acreditar no impossível.
Post scriptum
“Na manhã que nasceu azul” (22/04) - Foi uma postagem neste blog em que me inspirei num outro quadro de Rob Gonsalves: “The performer and his public”. Para compará-lo com o que ilustra esta nota, clique aqui.
E, caso queira ver mais trabalhos do criativo pintor canadense, clique nos seguintes endereços:
www.progressiveart.com
www.sapergalleries.com
www.hrosecure.com

O quadro acima postado, “Listening fields”, é do pintor Rob Gonsalves, um canadense de Toronto, cuja produção artística se enquadra no chamado realismo mágico - o gênero escolhido pelo artista para representar os desejos de o ser humano acreditar no impossível.
Post scriptum
“Na manhã que nasceu azul” (22/04) - Foi uma postagem neste blog em que me inspirei num outro quadro de Rob Gonsalves: “The performer and his public”. Para compará-lo com o que ilustra esta nota, clique aqui.
E, caso queira ver mais trabalhos do criativo pintor canadense, clique nos seguintes endereços:
www.progressiveart.com
www.sapergalleries.com
www.hrosecure.com
11 dezembro, 2007
Dez anos de transplantes cardíacos
O primeiro transplante cardíaco realizado no Hospital de Messejana (HM) aconteceu em 1997. Daquele ano até o presente, 138 pacientes cardíacos (25 no ano de 2007) já foram beneficiados pela realização deste importante tipo de cirurgia, fato que tem colocado o HM entre os grandes centros transplantadores de coração no Brasil.
Destaquem-se aqui os esforços dos médicos João David e Juan Mejia, e de toda a equipe multidisciplinar que ambos coordenam no Hospital de Messejana, por estes 10 anos de transplantes cardíacos realizados com sucesso no Estado do Ceará.
Destaquem-se aqui os esforços dos médicos João David e Juan Mejia, e de toda a equipe multidisciplinar que ambos coordenam no Hospital de Messejana, por estes 10 anos de transplantes cardíacos realizados com sucesso no Estado do Ceará.
10 dezembro, 2007
Só dói quando eu penso
Detesto escrever (es)premido pelo tempo. É horrível, principalmente quando se tem, à mão escritora, uma caneta-relógio procedente de Formosa. Apesar disto, ouso apertar o teu corpo, ó sereia tecnológica. Ambígua és. Se, por tua porção-relógio, cantas as horas, os minutos e os segundos, com isto desviando os meus pensamentos da serena rota, no oposto extremo, por tua porção-caneta, os ancoras para a nova vida: gráfica.
Minhas pernas não se colocam. Tremebundas, estão sendo varridas por uma sensação de inquietude que percorre agora o corpo como um todo. É que, acima de minha cabeça, se fez ameaçadoramente real uma arma branca. Eu diria se tratar da Espada de Dâmocles, na sua versão 82. E a dita-cuja do teto pende, sustentada apenas por um fio (não confiável), exatamente acima de minha cabeça. Exatamente.
Adivinhem quem armou o terrífico dispositivo? Cronos, o Tempo, que preside a criação e a destruição de todas as coisas, concretas e abstratas. Dono de um estilo consagrado, Cronos, quando o assunto é de seu especial interesse, deixa o tempo correr frouxo, sem peias, mas, se o assunto é do interesse de um mortal qualquer, não, sem demora estabelece cronogramas e quejandos.
No meu caso: Cronos encurtará seu pavio da tolerância, minuto a minuto, na medida em que se aproximem as "digitadas" da meia-noite, o tempo-limite para esta léria terminar. Um segundo a mais, uma fração de segundo a mais... e Cronos me destruirá, uma desgraça que não fica somente no plano alegórico. Ele sempre exorbita.
Continue a ler a crônica no Preblog.
Minhas pernas não se colocam. Tremebundas, estão sendo varridas por uma sensação de inquietude que percorre agora o corpo como um todo. É que, acima de minha cabeça, se fez ameaçadoramente real uma arma branca. Eu diria se tratar da Espada de Dâmocles, na sua versão 82. E a dita-cuja do teto pende, sustentada apenas por um fio (não confiável), exatamente acima de minha cabeça. Exatamente.

Adivinhem quem armou o terrífico dispositivo? Cronos, o Tempo, que preside a criação e a destruição de todas as coisas, concretas e abstratas. Dono de um estilo consagrado, Cronos, quando o assunto é de seu especial interesse, deixa o tempo correr frouxo, sem peias, mas, se o assunto é do interesse de um mortal qualquer, não, sem demora estabelece cronogramas e quejandos.
No meu caso: Cronos encurtará seu pavio da tolerância, minuto a minuto, na medida em que se aproximem as "digitadas" da meia-noite, o tempo-limite para esta léria terminar. Um segundo a mais, uma fração de segundo a mais... e Cronos me destruirá, uma desgraça que não fica somente no plano alegórico. Ele sempre exorbita.
Continue a ler a crônica no Preblog.
09 dezembro, 2007
08 dezembro, 2007
"Ave Maria no Morro"
Composta por Herivelto Martins em 1942, a canção descreve de uma forma romantizada o morro carioca ao anoitecer. Apresentada em primeira audição ao grande Benedito Lacerda, este assim se manifestou: “meu compadre, isso é música de igreja”. No entanto, gravada por Dalva de Oliveira, a música contrariou esse prognóstico e alcançou um estrondoso sucesso em nosso país. Por ironia, o principal obstáculo para a divulgação desta música, que é um samba-canção, foi colocado pela própria Igreja. Na pessoa do Cardeal Dom Leme o qual, após considerar a música uma heresia, apelou à rígida censura da época para que a proibisse.
Além de Dalva, muitos cantores já gravaram esta música (Nelson Gonçalves, Trio Irakitan, João Gilberto, entre outros). Abaixo, a versão italiana de Ave Maria no Morro, na voz do cantor Andréa Bocelli.
Além de Dalva, muitos cantores já gravaram esta música (Nelson Gonçalves, Trio Irakitan, João Gilberto, entre outros). Abaixo, a versão italiana de Ave Maria no Morro, na voz do cantor Andréa Bocelli.
Para ser benquisto
07 dezembro, 2007
O Hino Nacional
Apresenta uma letra pouco assimilada pela maioria dos brasileiros. Em parte, por conter palavras de difícil uso, muitas das quais proparoxítonas (lábaro, impávido, fúlgidos, flâmula etc). Noutra, porque a letra de Duque Estrada, em sua estrutura sintática, emprega muito a ordem indireta.
Colocados na ordem direta, eis como os seus primeiros versos ficariam:

Bem mais compreensíveis do que são eles em sua versão oficial. Só que este “Novo Hino Nacional” não seria, digamos, tão cantável.
Colocados na ordem direta, eis como os seus primeiros versos ficariam:

Bem mais compreensíveis do que são eles em sua versão oficial. Só que este “Novo Hino Nacional” não seria, digamos, tão cantável.
06 dezembro, 2007
A banana texana
Uma gigantesca banana voadora será vista no céu do Texas. Atualmente em construção, os seus idealizadores esperam que ela esteja pronta em agosto de 2008. Quando, inflada pelo gás hélio, subirá a 40 quilômetros de altura onde, durante uma temporada, passará a fazer suas evoluções aéreas. Do solo, a banana será vista com um tamanho de 15 por cento do tamanho com que a lua é observada.
Com uma estrutura interna de bambu e coberta por um papel sintético (que imita nos detalhes a casca de uma banana), ela será basicamente um dirigível. E quais os conceitos que essa fruta - em desenvolvimento - já des...fruta? Virar um ícone pop, um símbolo do nada, uma representação fálica, uma profecia, uma forma de marcar presença, um agente da alegria, um monumento à estupidez, uma crítica à militarização do espaço aéreo, uma celebração da indústria dos entretenimentos etc etc etc.
Dá para ver como estão divididas as opiniões dos futuros observadores da banana.
Site: www.geostationarybananaovertexas.com
Ainda bem que a banana texana não vai sobrevoar o Ceará. Por aqui já teria neguinho preparado para recebê-la de uma forma nada amistosa.
Com uma estrutura interna de bambu e coberta por um papel sintético (que imita nos detalhes a casca de uma banana), ela será basicamente um dirigível. E quais os conceitos que essa fruta - em desenvolvimento - já des...fruta? Virar um ícone pop, um símbolo do nada, uma representação fálica, uma profecia, uma forma de marcar presença, um agente da alegria, um monumento à estupidez, uma crítica à militarização do espaço aéreo, uma celebração da indústria dos entretenimentos etc etc etc.
Dá para ver como estão divididas as opiniões dos futuros observadores da banana.
Site: www.geostationarybananaovertexas.comAinda bem que a banana texana não vai sobrevoar o Ceará. Por aqui já teria neguinho preparado para recebê-la de uma forma nada amistosa.
05 dezembro, 2007
Penso, logo cito - 3
Steve Jobs, fundador da Apple:
“Se você vive cada dia como se fosse o último, algum dia você vai estar totalmente certo.”
“Se você vive cada dia como se fosse o último, algum dia você vai estar totalmente certo.”
O planeta dos homens e dos macacos
Um hospital de Boston buscando economizar recursos humanos passou a empregar macacos na assistência aos pacientes inválidos. Treinados pela Dra. Mary Williard, uma entusiasta do método, os símios executam para os enfermos um sem-número de atividades, desde apanhar objetos pessoais até pôr um disco na vitrola.
Um disco na vitrola? É que isto foi escrito ainda no início dos anos 80, com base numa reportagem que li na época. É o começo de uma crônica que publiquei no livro "Encontram-se", a qual acabo de colocá-la também no Preblog onde o leitor poderá ler o texto na íntegra. Aqui.
Um disco na vitrola? É que isto foi escrito ainda no início dos anos 80, com base numa reportagem que li na época. É o começo de uma crônica que publiquei no livro "Encontram-se", a qual acabo de colocá-la também no Preblog onde o leitor poderá ler o texto na íntegra. Aqui.
04 dezembro, 2007
Não ouve, não vê, não fala
-
É bastante conhecida esta cena dos três macacos: um não ouve, outro não vê e um terceiro não fala. Às vezes, há a participação de um quarto símio cujas mãos escondem a genitália.Agora, que tal darmos uma olhada num slideshow em que outros trios de seres, reais e imaginários, imitam os macacos da famosa cena?
Com imagens que obtive na net, eu montei esta seqüência através do slide.com.
Aviso - Com a autoexclusão (nome bonito para saída) do site www.slide.com da internet este slideshow deixou de estar disponível. Uma pena! Era um servidor que tinha recursos interessantes. Contudo, as imagens que faziam parte do slideshow ainda podem ser vistas como álbum no Google+.
Aviso - O Google+ não está mais disponível para contas pessoais e de marca. A equipe do Google+ agradece a todos que tornaram o Google+ tão especial.
Aviso (em bom mineirês) - Oncovô?
03 dezembro, 2007
Residência Médica e ESP-CE
Ontem, na função de entrevistador (avaliador de currículos), participei do Processo Seletivo 2008 que a Escola de Saúde Pública do Estado do Ceará (ESP-CE) realizou para selecionar, dentre os médicos candidatos, os que vão ingressar na Residência Médica (RM) dos hospitais da rede pública estadual. Como já tenho feito anualmente, desde 1995, ano em que tive o nome pela primeira vez lembrado para essa função pelo Professor Marcelo Gurgel, o qual tem sido o coordenador desses processos seletivos.
Para disputarem as 154 vagas ofertadas pela Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA-CE), que se acham distribuídas em 57 programas de Residência Médica, inscreveram-se 745 médicos. E no certame ontem realizado, que consistiu de provas escritas e entrevistas com avaliações curriculares, foram selecionados aqueles que preencherão as vagas da RM destes sete hospitais:
Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), Hospital de Messejana (HM), Hospital São José de Doenças Infecciosas (HSJ), Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), Hospital de Saúde Mental de Messejana (HSMM) e Hospital Geral Dr. Waldemar de Alcântara (HGWA).
A boa prática médica, que deve ser humanitária e respaldada em evidências científicas, além de constantemente atualizada, necessita desta forma de treinamento em serviço chamada de Residência Médica, a qual é considerada por nós, profissionais da saúde, como o padrão-ouro da pós-graduação médica.
Para disputarem as 154 vagas ofertadas pela Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA-CE), que se acham distribuídas em 57 programas de Residência Médica, inscreveram-se 745 médicos. E no certame ontem realizado, que consistiu de provas escritas e entrevistas com avaliações curriculares, foram selecionados aqueles que preencherão as vagas da RM destes sete hospitais:
Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), Hospital de Messejana (HM), Hospital São José de Doenças Infecciosas (HSJ), Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), Hospital de Saúde Mental de Messejana (HSMM) e Hospital Geral Dr. Waldemar de Alcântara (HGWA).
A boa prática médica, que deve ser humanitária e respaldada em evidências científicas, além de constantemente atualizada, necessita desta forma de treinamento em serviço chamada de Residência Médica, a qual é considerada por nós, profissionais da saúde, como o padrão-ouro da pós-graduação médica.
02 dezembro, 2007
Do ofício de dilapidar conselhos
01 dezembro, 2007
Micropoemas do infortúnio – 5
Arte "expresso-nista"
Fazer café é uma arte. Notadamente quando, sobre a rubiácea preparada, porções de leite são cuidadosamente adicionadas. Com a intenção de criar desenhos artísticos na superfície do café.
Digamos que aí temos uma nova forma de arte. Com seus entusiasmados praticantes, espalhados pelo mundo, a trocarem experiências e a disputarem competições entre si.

E veja mais exemplos desta arte bebível, clicando aqui.
No YouTube, há também diversos vídeos de demonstração sobre o assunto. Para encontrá-los, pesquise com a expressão "latte art".
24/05/2013 - Atualizando...
A latte art está fora de controle. Veja:
Digamos que aí temos uma nova forma de arte. Com seus entusiasmados praticantes, espalhados pelo mundo, a trocarem experiências e a disputarem competições entre si.

E veja mais exemplos desta arte bebível, clicando aqui.
No YouTube, há também diversos vídeos de demonstração sobre o assunto. Para encontrá-los, pesquise com a expressão "latte art".
24/05/2013 - Atualizando...
A latte art está fora de controle. Veja:
| Fail Blog |
30 novembro, 2007
Minha luta com Popó
Não sei onde andava com o meu juízo quando resolvi desafiar o grande pugilista baiano para uma luta. Detentor de um cartel inigualável, Popó era (ainda é) um nome respeitadíssimo no mundo do boxe. Uma fortaleza humana com punhos que a tornavam inexpugnável. E, para dificultar as coisas, com um abdome protegido com cinturões de ouro.
Quanto a mim, algumas baratas nocauteadas em meu apartamento (com o chinelo) eram em que se resumia o meu currículo de lutador. E, aí já fora do currículo oficial, algumas “pernas pra que vos quero” de penosa recordação. Porém, por haver feito o tal desafio, resolvi não retroceder mais. As boas idéias não morrem nunca, a menos que estejam em cérebros de gladiadores.
Antes do encontro, numa tentativa de intimidá-lo (os lutadores sempre fazem isso!), deixei escapar algumas informações a meu respeito: idade (59) e os dados antropométricos (160 cm de altura, 70 kg de peso, 150 cm de envergadura). No entanto, astuciosamente, fiz sigilo de algumas morbidades pessoais, como a artrose nos dedos. Um aperto de mãos, antes da luta, poderia já acabar com ela. A luta, claro, já que essa artrose nunca teve jeito.
Acho que não funcionou esse ensaio de intimidação. Pois soube que Popó riu muito, muitíssimo ao receber dos segundos essas informações. E, a seguir, deu férias ao sparring e foi espairecer na Ilha de Comandatuba. Não sem antes comentar para o seu saco de pancadas como já vislumbrava a luta. “Não vai dar tempo para esse cara dizer soteropolitano”.
Devolvi-lhe a gentileza através de uma correspondência. Nela deixando claro que uma lutazinha qualquer não me afetaria nas propriedades silábicas. Eu diria, no calor da futura refrega, palavras até bem maiores. Após essa jactância toda, por via das dúvidas, interrompi o preparo físico para passar mais horas com o Aurélio e o Houaiss.
No íntimo, sabia que teríamos um enfrentamento rápido. Algo do tipo round único com perspectiva de acabar em morte súbita. Popó viria com os seus jabs, uppercuts e hooks. Era assim que ele demolia os adversários. Isso quando não incluía em seu repertório de pugilato alguns humilhantes cascudos. E todo um YouTube com vídeos do Popó passou a freqüentar a minha mente.
Por isso, eu decidi montar uma estratégia bem diferente. Não deixaria o Popó ter o controle da situação. Não deixaria o Popó chegar perto de mim. Pensando bem, não deixaria nenhum soteropolitano (pelo trauma psíquico que esta palavra já me causava) aproximar-se de minha frágil aura. E, o tempo todo, eu buscaria uma luta de resultados.
Pois foi exatamente o que eu fiz, quando levei essa luta para o Googlefight.
Quanto a mim, algumas baratas nocauteadas em meu apartamento (com o chinelo) eram em que se resumia o meu currículo de lutador. E, aí já fora do currículo oficial, algumas “pernas pra que vos quero” de penosa recordação. Porém, por haver feito o tal desafio, resolvi não retroceder mais. As boas idéias não morrem nunca, a menos que estejam em cérebros de gladiadores.
Antes do encontro, numa tentativa de intimidá-lo (os lutadores sempre fazem isso!), deixei escapar algumas informações a meu respeito: idade (59) e os dados antropométricos (160 cm de altura, 70 kg de peso, 150 cm de envergadura). No entanto, astuciosamente, fiz sigilo de algumas morbidades pessoais, como a artrose nos dedos. Um aperto de mãos, antes da luta, poderia já acabar com ela. A luta, claro, já que essa artrose nunca teve jeito.
Acho que não funcionou esse ensaio de intimidação. Pois soube que Popó riu muito, muitíssimo ao receber dos segundos essas informações. E, a seguir, deu férias ao sparring e foi espairecer na Ilha de Comandatuba. Não sem antes comentar para o seu saco de pancadas como já vislumbrava a luta. “Não vai dar tempo para esse cara dizer soteropolitano”.
Devolvi-lhe a gentileza através de uma correspondência. Nela deixando claro que uma lutazinha qualquer não me afetaria nas propriedades silábicas. Eu diria, no calor da futura refrega, palavras até bem maiores. Após essa jactância toda, por via das dúvidas, interrompi o preparo físico para passar mais horas com o Aurélio e o Houaiss.
No íntimo, sabia que teríamos um enfrentamento rápido. Algo do tipo round único com perspectiva de acabar em morte súbita. Popó viria com os seus jabs, uppercuts e hooks. Era assim que ele demolia os adversários. Isso quando não incluía em seu repertório de pugilato alguns humilhantes cascudos. E todo um YouTube com vídeos do Popó passou a freqüentar a minha mente.
Por isso, eu decidi montar uma estratégia bem diferente. Não deixaria o Popó ter o controle da situação. Não deixaria o Popó chegar perto de mim. Pensando bem, não deixaria nenhum soteropolitano (pelo trauma psíquico que esta palavra já me causava) aproximar-se de minha frágil aura. E, o tempo todo, eu buscaria uma luta de resultados.
Pois foi exatamente o que eu fiz, quando levei essa luta para o Googlefight.
29 novembro, 2007
28 novembro, 2007
Usuário x Suporte Técnico
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A RECLAMAÇÃO
Senhor Técnico:
Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o novo programa gerou um aplicativo inesperado chamado [Bebê.exe] que ocupa muito espaço no HD. Por outro lado, o [Esposa 1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo. Aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_Futebol 2.8] não funcionam mais e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente. Além disso, de tempos em tempos, um executável oculto (vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando abruptamente a execução de algum comando. Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0] quando estou rodando meus aplicativos preferidos. Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona adequadamente. Poderia ajudar-me? Por favor!
A RESPOSTA
Prezado Usuário:
Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas se deve, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva x.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo utilitário e de entretenimento. Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema. É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva x.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1.0], como o [Filhos.dll], que não podem ser deletados, os quais também ocupam muito espaço e não rodam sem o [Esposa 1.0]. É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva x.0] porque [Esposa 1.0] não foi programado para isso. Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar o [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes. A propósito, leia os capítulos "Cuidados Gerais" (sobre Pensões Alimentícias) e "Guarda das Crianças" do software [CASAMENTO]. Uma das soluções é o comando [DESCULPAR.EXE/flores/all] assim que aparecer o menor problema ou travar o micro. Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar). Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0], aconselho o uso de [Flores 5.1], [Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3]. Os resultados são bem interessantes. Mas nunca instale [Secretária_De_Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada 2.6] ou [Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de haver sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis no sistema. Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [Esposa1.0] a orientação teria sido: NUNCA INSTALE O [Esposa 1.0] SEM TER A CERTEZA DE QUE VAI SABER USÁ-LO. Agora..... Boa sorte!
Fonte: Web
27 novembro, 2007
Como se fosse fotografia
Este cartum é um achado. Possivelmente, deve ser do tempo em que a radiologia médica dava os seus primeiros passos, esquadrinhando o corpo humano com o aparelho criado por Roentgen.
Neste desenho, o cartunista deu a sua versão, de uma forma bem divertida, a respeito de como seria a realização de uma radiografia de alguém no campo.
Nem o sol escapou.
Neste desenho, o cartunista deu a sua versão, de uma forma bem divertida, a respeito de como seria a realização de uma radiografia de alguém no campo.
Nem o sol escapou.
26 novembro, 2007
Descubram seus rostos
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Que anjos são essesQue me protegem - com dedais - das agulhadas
Mas que não trazem os escudos
Quando me ameaçam as lanças?
Que anjos são esses
Que ungüentam as minhas cicatrizadas feridas
Mas que nada fazem
Co'as rugas daninhas do meu rosto?
Que anjos são esses
Que espantam de mim os mosquitos do verão
Mas que não se importam
Quando me rondam os abutres?
Que anjos são esses
Que me agasalham ao primeiro sereno
Mas que me deixam
Ao relento durante a borrasca?
Que anjos são esses
Que me nutrem com a celestial ambrósia
Mas que não diligenciam
Quando mastigo cogumelos venenosos?
PS - também no Preblog.
25 novembro, 2007
Surge o Preblog
É um blog irmão deste. Nele, eu pretendo colocar os textos que produzi nos anos 80 e 90. Os meus escritos do tempo em que não havia a tal blogosfera (que surgiu em 1997). Muitos dos quais já foram publicados em coletâneas (e que serão os primeiros do Preblog); enquanto outros, que saíram em revistas, jornais e suplementos, virão na seqüência. Até chegar a vez dos textos que, rascunhados naquele período, ainda permanecem inconclusos e/ou inéditos.
Não se encontrando em formato digital, editá-los na internet será uma longa empreitada. Ao lado do trabalho que já realizo (em notas como esta) para manter o Blog do PG atualizado. Para tanto, eu espero contar com a paciência do leitor.
Clique aqui para visitar o canteiro de obras do Preblog.
Não se encontrando em formato digital, editá-los na internet será uma longa empreitada. Ao lado do trabalho que já realizo (em notas como esta) para manter o Blog do PG atualizado. Para tanto, eu espero contar com a paciência do leitor.
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