E como esses minúsculos peixes fazem isso se não têm braços? Suas nadadeiras são cobertas por estruturas microscópicas que se assemelham a ganchos, permitindo que se agarrem à rocha escorregadia. Eles se deslocam com rajadas de movimento ascendente e depois fazem pausas que podem durar de menos de um minuto a cerca de uma hora. Na verdade, a maior parte de sua jornada de 10 horas é gasta descansando.
Mostrando postagens com marcador peixes. Mostrar todas as postagens
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18 junho, 2026
Peixes escaladores
Durante grandes cheias, milhares de pequenos peixes se reúnem nas Cataratas de Luvilombo, na bacia superior do Rio Congo, para subir uma cachoeira de 15 metros. O comportamento dessa espécie (Parakneria thysi) foi descrito pela primeira vez na revista Scientific Reports por um intrépido estudante de doutorado que levou um equipamento fotográfico para dentro da queda d'água.
E como esses minúsculos peixes fazem isso se não têm braços? Suas nadadeiras são cobertas por estruturas microscópicas que se assemelham a ganchos, permitindo que se agarrem à rocha escorregadia. Eles se deslocam com rajadas de movimento ascendente e depois fazem pausas que podem durar de menos de um minuto a cerca de uma hora. Na verdade, a maior parte de sua jornada de 10 horas é gasta descansando.
É “fabuloso” ver um peixe usar “recursos que aumentam o atrito”, como esses ganchos, para se agarrar e escalar, diz Adam Summers, biólogo da Universidade de Washington, que estuda adaptações incomuns em peixes e não participou do estudo. O comportamento de escalada desses peixes era conhecido de forma anedótica há anos, mas agora está documentado para o mundo todo. — Emma Gometz.
E como esses minúsculos peixes fazem isso se não têm braços? Suas nadadeiras são cobertas por estruturas microscópicas que se assemelham a ganchos, permitindo que se agarrem à rocha escorregadia. Eles se deslocam com rajadas de movimento ascendente e depois fazem pausas que podem durar de menos de um minuto a cerca de uma hora. Na verdade, a maior parte de sua jornada de 10 horas é gasta descansando.
05 setembro, 2024
Eutanásia em peixes
Seis meses atrás, pesquisei no Reddit como sacrificar humanitariamente um peixe doente.
Encontrei um método e agora meu peixe está morto.
Desde então, o Reddit me envia um e-mail todas as semanas com novas maneiras de matar peixes de todos os tamanhos.
O algoritmo deve pensar que sou um assassino em massa (serial killer) de peixes.
Quando isso vai parar?
Dustin Curtis @dcurtis
Encontrei um método e agora meu peixe está morto.
Desde então, o Reddit me envia um e-mail todas as semanas com novas maneiras de matar peixes de todos os tamanhos.
O algoritmo deve pensar que sou um assassino em massa (serial killer) de peixes.
Quando isso vai parar?
Dustin Curtis @dcurtis
25 maio, 2024
13 setembro, 2023
Thompson Esticado
O biólogo e matemático D'Arcy Thompson apresentou uma estranha nova ideia em seu livro de 1917, On Growth and Form:
Ele descobriu que se você desenhar o contorno de um animal ou planta em uma grade cartesiana comum, e então você colocar a grade em alguma transformação matemática (esticando-a, por exemplo, para que seus quadrados se tornem losangos), muitas vezes a forma resultante é a de uma criatura real relacionada.
O que isso pode significar? Thompson realmente não disse.
Ele achava que os biólogos de sua época enfatizavam demais a evolução ao explicar a forma e a estrutura dos seres vivos; ele preferiu procurar leis físicas e especialmente matemáticas. Mas ele não apresentou suas ideias como princípios que poderiam ser testados, então seu livro (até agora) permaneceu apenas como uma curiosidade notável.
Via Futility Closet
Ele descobriu que se você desenhar o contorno de um animal ou planta em uma grade cartesiana comum, e então você colocar a grade em alguma transformação matemática (esticando-a, por exemplo, para que seus quadrados se tornem losangos), muitas vezes a forma resultante é a de uma criatura real relacionada.
O que isso pode significar? Thompson realmente não disse.
Ele achava que os biólogos de sua época enfatizavam demais a evolução ao explicar a forma e a estrutura dos seres vivos; ele preferiu procurar leis físicas e especialmente matemáticas. Mas ele não apresentou suas ideias como princípios que poderiam ser testados, então seu livro (até agora) permaneceu apenas como uma curiosidade notável.
Via Futility Closet
15 julho, 2021
Uns peixes peidorreiros - 2
A história de como o som dos arenques expelindo gás pela retaguarda foi interpretada por engano, por funcionários do governo sueco, como evidência da invasão de submarinos soviéticos, recebe um novo e elegante relato em novo episódio do podcast RadioLab:
Red HerringMagnus Wahlberg e Håkan Westerberg, os cientistas que descobriram que os supostos submarinos eram de fato arenques, receberam o Prêmio Ig Nobel, junto com um grupo de cientistas da Escócia e Canadá que haviam pesquisado independentemente o comportamento dos arenques. O prêmio centrou-se na biologia da descoberta.
Era o início dos anos 80, o auge da Guerra Fria, quando algo estranho começou a acontecer na costa da Suécia. A marinha relatou um som misterioso bem abaixo da superfície do oceano. Repetidas vezes, eles o ouviam perto de suas bases militares secretas, em seus portos e ao longo da costa sueca.
Após uma análise minuciosa, a Marinha tinha certeza. O som era uma invasão em suas águas, um ato de guerra, as salvas iniciais de uma possível aniquilação nuclear.
A primeira apresentação pública dessa descoberta aconteceu em um evento do Ig Nobel no Instituto Karolinska, em março de 2012, com Magnus Wahlberg e Håkan Westerberg, auxiliados por um arenque morto, demonstrando o mecanismo biológico que produz o som.
Uns peixes peidorreiros - 1
22 novembro, 2020
Peixes elétricos da Amazônia
A velha prática de levar canários para minas de carvão subterrâneas já salvou a vida de muitos mineiros. Enquanto o passarinho cantava, tudo estava bem. Se ele silenciasse era sinal de perigo iminente, como um vazamento de gás metano ou monóxido de carbono. Soava, então, um alarme e a mina era evacuada.
O canário de mina é um bioindicador, ou seja, um ser cujo comportamento ou estado de saúde nos informa sobre um possível problema de contaminação ambiental. Infelizmente para os canários, além do silêncio, a morte sempre foi o sinal mais claro de perigo real. Mas hoje já existem muitos outros bioindicadores que não precisam ser sacrificados para nos avisar sobre desastres em curso.
No Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), o grupo liderado pelo cientista Dr. José Alves Gomes tem gerado conhecimento científico e publicações sobre a utilização de peixes elétricos (Gymnotiformes) como biossensores para a qualidade da água.
É que esses peixes (são cerca de 150 espécies distribuídas em 7 famílias), por meio de órgãos especializados, têm a capacidade de gerar initerruptamente pequenas descargas elétricas. Quando acontecem bruscas alterações nas características físico-químicas da água - pH, turbidez, temperatura ou a presença de poluentes - os peixes modificam o padrão de suas descargas elétricas, e sensores instalados nas proximidades fazem soar um alarme.
"Sistemas assim seriam muito mais baratos e eficientes do que realizar análises periódicas da água em diversos pontos ao redor de um campo de exploração de petróleo ou ao longo de um oleoduto, por exemplo, como é feito atualmente", afirma o pesquisador.
Por estas propriedades, eles são recomendados no monitoramento biológico de vazamentos de derivados de petróleo na água.
O canário de mina é um bioindicador, ou seja, um ser cujo comportamento ou estado de saúde nos informa sobre um possível problema de contaminação ambiental. Infelizmente para os canários, além do silêncio, a morte sempre foi o sinal mais claro de perigo real. Mas hoje já existem muitos outros bioindicadores que não precisam ser sacrificados para nos avisar sobre desastres em curso.
No Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), o grupo liderado pelo cientista Dr. José Alves Gomes tem gerado conhecimento científico e publicações sobre a utilização de peixes elétricos (Gymnotiformes) como biossensores para a qualidade da água.
É que esses peixes (são cerca de 150 espécies distribuídas em 7 famílias), por meio de órgãos especializados, têm a capacidade de gerar initerruptamente pequenas descargas elétricas. Quando acontecem bruscas alterações nas características físico-químicas da água - pH, turbidez, temperatura ou a presença de poluentes - os peixes modificam o padrão de suas descargas elétricas, e sensores instalados nas proximidades fazem soar um alarme.
"Sistemas assim seriam muito mais baratos e eficientes do que realizar análises periódicas da água em diversos pontos ao redor de um campo de exploração de petróleo ou ao longo de um oleoduto, por exemplo, como é feito atualmente", afirma o pesquisador.
Por estas propriedades, eles são recomendados no monitoramento biológico de vazamentos de derivados de petróleo na água.
02/10/2021 - Aualizando ...
Do electric eels have predators? (As enguias elétricas têm predadores?)
19 abril, 2019
Bacalhau c/ espinha
Estou aproveitando a Semana Santa para atualizar meus conhecimentos.
Aprendi, por exemplo, que o bacalhau não é uma espécie de peixe, e sim peixes de várias espécies que pertencem a vários gêneros e famílias. O dito "original" ou "verdadeiro" é o Gadus morhua, que habita as águas frias do Oceano Atlântico. Mas só na família Gadidae há cerca de 60 espécies.
Na verdade, todo peixe que passa por um processo de salga para ser conservado por muito tempo para o consumo humano é considerado um bacalhau. Como o pirarucu (Arapaima gigas), o bacalhau da Amazônia.
Minha vida foi uma mentira.
Bônus - Espinha de bacalhau
1 - Orquestra Tabajara [https://youtu.be/7lbSmThcQ9E]
2 - Fabiano Chagas (guitarra) [https://youtu.be/dPv1dgmdjdg] c/ improviso
3 - Sandrinho Higino (guitarra) [https://youtu.be/Q2F8YkwPU_A], ostensivamente em frevo
4 - Zé do Norte (sanfona) c/ Regional Rádio FM Universitária em Fortaleza [https://youtu.be/baSDCycEt9Q]
5 - Ney e Gal [https://youtu.be/QfLLeDJSnSo] c/ letra de Fausto Nilo
O choro clássico do maestro Severino Araújo, tocado por ele à frente de sua Orquestra Tabajara. Foi lançado em disco de 78 rpm pela Continental, em maio de 1945. O cearense Fausto Nilo, muito tempo depois, escreveria a letra de Espinha de Bacalhau (que nada ficou a dever à qualidade da música). E essa versão - com letra - foi gravada pela primeira vez, em 1981, por Ney Matogrosso e Gal Costa, em dueto.
Saxofone, ô Satanás, me intoxica com teu gás
O lado bom do coração que nos separa dos metais.
Se a vida é cara, gigolô, só meu amor conhece a cor
Das harmonias da Orquestra Tabajara...
O roedor gigante que tem gosto de peixe e outras obscuras delícias da Quaresma
Aprendi, por exemplo, que o bacalhau não é uma espécie de peixe, e sim peixes de várias espécies que pertencem a vários gêneros e famílias. O dito "original" ou "verdadeiro" é o Gadus morhua, que habita as águas frias do Oceano Atlântico. Mas só na família Gadidae há cerca de 60 espécies.
Na verdade, todo peixe que passa por um processo de salga para ser conservado por muito tempo para o consumo humano é considerado um bacalhau. Como o pirarucu (Arapaima gigas), o bacalhau da Amazônia.
Minha vida foi uma mentira.
Bônus - Espinha de bacalhau
1 - Orquestra Tabajara [https://youtu.be/7lbSmThcQ9E]
2 - Fabiano Chagas (guitarra) [https://youtu.be/dPv1dgmdjdg] c/ improviso
3 - Sandrinho Higino (guitarra) [https://youtu.be/Q2F8YkwPU_A], ostensivamente em frevo
4 - Zé do Norte (sanfona) c/ Regional Rádio FM Universitária em Fortaleza [https://youtu.be/baSDCycEt9Q]
5 - Ney e Gal [https://youtu.be/QfLLeDJSnSo] c/ letra de Fausto Nilo
O choro clássico do maestro Severino Araújo, tocado por ele à frente de sua Orquestra Tabajara. Foi lançado em disco de 78 rpm pela Continental, em maio de 1945. O cearense Fausto Nilo, muito tempo depois, escreveria a letra de Espinha de Bacalhau (que nada ficou a dever à qualidade da música). E essa versão - com letra - foi gravada pela primeira vez, em 1981, por Ney Matogrosso e Gal Costa, em dueto.
Saxofone, ô Satanás, me intoxica com teu gás
O lado bom do coração que nos separa dos metais.
Se a vida é cara, gigolô, só meu amor conhece a cor
Das harmonias da Orquestra Tabajara...
O roedor gigante que tem gosto de peixe e outras obscuras delícias da Quaresma
26 setembro, 2013
A piranha negra
Este peixe carnívoro (Serrasalmus rhombeus) de rios da bacia amazônica apresenta a mordida mais poderosa do reino animal. Outros animais, como o grande tubarão branco, a hiena e o jacaré podem ter mordidas mais fortes, porém menos poderosas quando consideradas o tamanho e o peso deles. Em relação a seu tamanho (20 a 37 cm), as mordidas da piranha negra podem superar até mesmo as mordidas de monstros pré-históricos como o Tyrannosauros rex e o megalodonte, o animal que precedeu o grande tubarão branco.
Músculos da mandíbula de tamanho extraordinária e um alavancamento modificado no fechamento da mandíbula permitem à piranha negra uma força de mordida equivalente a 30 vezes o seu peso corporal, o que é um feito inigualável no mundo natural.
How the black piranha has the most powerful bite of any animal in history - even a T-Rex, MailOnline
Músculos da mandíbula de tamanho extraordinária e um alavancamento modificado no fechamento da mandíbula permitem à piranha negra uma força de mordida equivalente a 30 vezes o seu peso corporal, o que é um feito inigualável no mundo natural.
How the black piranha has the most powerful bite of any animal in history - even a T-Rex, MailOnline
07 agosto, 2013
27 janeiro, 2013
31 maio, 2012
O peixe pescador
Usa uma "vara de pescar" que paira acima e na frente de sua boca cheia de dentes pontiagudos. Essa "atração" é, na verdade, uma continuação da espinha dorsal do peixe, acrescida de uma estrutura carnosa na ponta. Revestida por bactérias bioluminescentes, a estrutura funciona como uma perfeita isca para os pequenos peixes.
Conhecido pelo nome vulgar de tamboril, pertence aos gêneros Lophius e Lophioides.
Tornou-se um dos vilões do oceano depois que um deles perseguiu Nemo (o peixinho de "Procurando Nemo").
In Photos: Spooky Deep-Sea Creatures, LiveScience.
+ informação
É quase impossível pegar um peixe pescador macho. Por quê? Eles não existem por muito tempo. Quando um tamboril macho nasce é uma pequena criatura sem sistema digestivo. Como tal, deve nadar até encontrar um fêmea da espécie o mais rapidamente possível. Quando isso acontece, ele se funde a ela, tornando-se a seguir uma pequena protuberância da parceira. Uma vez fixo, ele armazena o esperma necessário para fertilizar a fêmea quando ela estiver pronta para reproduzir.
Conhecido pelo nome vulgar de tamboril, pertence aos gêneros Lophius e Lophioides.
Tornou-se um dos vilões do oceano depois que um deles perseguiu Nemo (o peixinho de "Procurando Nemo").
In Photos: Spooky Deep-Sea Creatures, LiveScience.
+ informação
É quase impossível pegar um peixe pescador macho. Por quê? Eles não existem por muito tempo. Quando um tamboril macho nasce é uma pequena criatura sem sistema digestivo. Como tal, deve nadar até encontrar um fêmea da espécie o mais rapidamente possível. Quando isso acontece, ele se funde a ela, tornando-se a seguir uma pequena protuberância da parceira. Uma vez fixo, ele armazena o esperma necessário para fertilizar a fêmea quando ela estiver pronta para reproduzir.
12 janeiro, 2012
Por que o frango não vai mais atravessar a estrada?
Cientistas, políticos, artistas, filósofos e cartunistas não precisam mais responder a esta pergunta:
É que algo aconteceu ao frango que ele não vai mais atravessar a estrada. Nunca mais.
Uma tragédia que passou despercebida, por ter sido noticiada unicamente num jornal de pouca importância, deu fim à vida temerária do frango.
Um dia isso ainda aconteceria, era só uma questão de tempo.
Tudo bem, se não tivesse surgido após esse acontecimento uma nova pergunta...
Por que o frango atravessou a estrada?
Proprietários de granjas, idem.É que algo aconteceu ao frango que ele não vai mais atravessar a estrada. Nunca mais.
Uma tragédia que passou despercebida, por ter sido noticiada unicamente num jornal de pouca importância, deu fim à vida temerária do frango.
Um dia isso ainda aconteceria, era só uma questão de tempo.
Tudo bem, se não tivesse surgido após esse acontecimento uma nova pergunta...
POR QUE O SALMÃO ATRAVESSOU A ESTRADA?
27 outubro, 2011
Uns peixes peidorreiros
Em uma sociedade civilizada, exteriorizar de forma deliberada a flatulência é geralmente uma gafe. Mas, no mundo dos peixes, as sessões de flatulência podem desempenhar um importante papel social. Esta idéia intrigante vem da descoberta de que o arenque cria um misterioso ruído subaquático emitindo gases pelo ânus. Os cientistas suspeitam de que ouvir esses ruídos de alta frequência é o que mantém o cardume reunido durante a noite como uma forma de proteção contra os predadores.
Os estudos que conduziram a esta conclusão foram feitos em grandes tanques de laboratório, com os peixes sendo monitorados por hidrafones e câmeras de infravermelho (porque é um fenômeno que só acontece na escuridão).
Os estudos que conduziram a esta conclusão foram feitos em grandes tanques de laboratório, com os peixes sendo monitorados por hidrafones e câmeras de infravermelho (porque é um fenômeno que só acontece na escuridão).
Herring Break Wind to Communicate, National Geographic
27 janeiro, 2009
12 dezembro, 2008
19 junho, 2008
Pássaros e peixes
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São reproduções de uma xilografia e de uma litografia identificadas como Sky and Water I e II, respectivamente. Foram produzidas em 1938 pelo artista plástico holandês MC Escher.
A temática nas duas obras são os pássaros e os peixes, seres aqui representados partilhando os próprios contornos numa zona intermediária de transição.
Imagens de outras obras de Escher já foram aqui usadas para ilustrar as postagens de 16 e 17 de dezembro de 2006.
A temática nas duas obras são os pássaros e os peixes, seres aqui representados partilhando os próprios contornos numa zona intermediária de transição.
Imagens de outras obras de Escher já foram aqui usadas para ilustrar as postagens de 16 e 17 de dezembro de 2006.
14 janeiro, 2008
29 novembro, 2007
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