Os primeiros visitantes da caverna Kitum, no Quênia, encontraram as paredes curiosamente arranhadas e sulcadas: descobriram que os elefantes frequentam a caverna todas as noites para extrair pedras das paredes, que eles comem por causa do teor de sal.
Eles fazem isso há séculos, ampliando a caverna por esse processo e efetivamente convertendo-a em uma mina de sal, que agora compartilham com outras espécies.
N. do E.
Esta caverna ficou mundialmente conhecida devido a nefastos acontecimentos: pessoas que a adentraram acabaram falecendo de uma terrível doença hemorrágica, provavelmente relacionada aos vírus Ébola e Marburg.
Acredita-se que essa caverna seja o repositório natural desses vírus.
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28 setembro, 2020
07 abril, 2020
Corona vs. Corona
O Grupo Modelo, fabricante da cerveja mexicana Corona, anunciou que estava interrompendo a produção e a comercialização de sua cerveja, de acordo com o comunicado divulgado na sexta-feira (3), na página da empresa no Twitter .
A empresa disse que está tomando as providências necessárias para "cumprir as medidas adotadas pelo governo federal do México".
Eles também expressaram seu "total compromisso de participar da luta contra o vírus SARS-Cov2", diz o comunicado.
Zica vs. Zika
03/02/2016 - Os nomes do carro e do vírus são muito parecidos. Essa homofonia é preocupante. Poderia o nome comprometer as vendas do veículo? Em vista disso, os gestores da montadora em Nova Deli e Bombaim se reuniram para discutir sobre "o que fazer".
. . .
Foi decidido rebatizar o veículo de Tiago.
A empresa disse que está tomando as providências necessárias para "cumprir as medidas adotadas pelo governo federal do México".
Eles também expressaram seu "total compromisso de participar da luta contra o vírus SARS-Cov2", diz o comunicado.
Zica vs. Zika
03/02/2016 - Os nomes do carro e do vírus são muito parecidos. Essa homofonia é preocupante. Poderia o nome comprometer as vendas do veículo? Em vista disso, os gestores da montadora em Nova Deli e Bombaim se reuniram para discutir sobre "o que fazer".
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Foi decidido rebatizar o veículo de Tiago.
29 maio, 2016
Rir é o melhor alerta
"Olá, eu sou um vírus albanês. Por causa da má tecnologia em meu país, infelizmente não sou capaz de danificar o seu computador. Por favor, seja gentil comigo. Exclua um dos seus arquivos importantes e, em seguida, me envie a outros usuários. Muito obrigado por sua cooperação! Atenciosamente, vírus albanês."
Usuário x Suporte Técnico | Vírus x Antivírus | Um novo vírus | e-mailing
07 abril, 2016
A sopa de morcegos frugívoros
Já se disse que "as nossas diferenças fazem o mundo girar", e essa noção é reforçada aqui. Neatorama
Em partes subtropicais da África, Ásia e ilhas da região do Pacífico, a sopa de morcego é um prato popular.
Saiba aqui como é preparada a sopa na maneira tradicional da Micronésia.
Estes mamíferos voadores, no entanto, podem albergar mais de 60 tipos de vírus zoonóticos que podem infectar os seres humanos (o que é muito mais do que qualquer outro animal faz) e, por isso, eles se tornam perigosos de serem comidos.
O primeiro caso conhecido de Ebola foi documentado em 1976. Em 2014, houve uma epidemia que tirou a vida de mais de 11.000 pessoas, de acordo com o CDC. E especialistas acreditam que a epidemia de Ebola pôde ser rastreada até os seres humanos que entraram em contato com morcegos infectados.
Embora os vírus possam ser mortos quando os morcegos são cozidos por tempo suficiente e em altas temperaturas, qualquer pessoa envolvida na caça, na esfola, ou em outra forma de lidar com o animal antes de ser bem cozido está em risco de contrair uma infecção.
Em 2014, sopa de morcego foi proibida na Guiné, país da África Oriental, em seu esforço para evitar a propagação de Ebola.
A razão pela qual a carne morcego estava na demanda nesta área não foi por causa de crenças tradicionais e práticas médicas, mas porque é localmente considerado um alimento "de luxo", bem como uma fonte importante de proteína animal. E muitos até então desconheciam que o prato favorito local poderia estar repleto de patógenos virais.
Em partes subtropicais da África, Ásia e ilhas da região do Pacífico, a sopa de morcego é um prato popular.
Saiba aqui como é preparada a sopa na maneira tradicional da Micronésia.
Estes mamíferos voadores, no entanto, podem albergar mais de 60 tipos de vírus zoonóticos que podem infectar os seres humanos (o que é muito mais do que qualquer outro animal faz) e, por isso, eles se tornam perigosos de serem comidos.
O primeiro caso conhecido de Ebola foi documentado em 1976. Em 2014, houve uma epidemia que tirou a vida de mais de 11.000 pessoas, de acordo com o CDC. E especialistas acreditam que a epidemia de Ebola pôde ser rastreada até os seres humanos que entraram em contato com morcegos infectados.
Embora os vírus possam ser mortos quando os morcegos são cozidos por tempo suficiente e em altas temperaturas, qualquer pessoa envolvida na caça, na esfola, ou em outra forma de lidar com o animal antes de ser bem cozido está em risco de contrair uma infecção.
Em 2014, sopa de morcego foi proibida na Guiné, país da África Oriental, em seu esforço para evitar a propagação de Ebola.
A razão pela qual a carne morcego estava na demanda nesta área não foi por causa de crenças tradicionais e práticas médicas, mas porque é localmente considerado um alimento "de luxo", bem como uma fonte importante de proteína animal. E muitos até então desconheciam que o prato favorito local poderia estar repleto de patógenos virais.
03 fevereiro, 2016
O carro Zica
Zica, o mais recente carro hatch da Tata Motors, está no centro de uma discussão.
A Tata Motors, que é a maior montadora de veículos da Índia, está prestes a lançar este novo modelo de automóvel. E, para apresentá-lo ao público, providenciou uma grande campanha publicitária que tem como protagonista o craque argentino Leonel Messi.
Mas as coisas foram ficando embaraçosas, quando o vírus Zika, originário de uma floresta de Uganda, começou a fazer manchetes em todo o mundo. No Brasil, onde muitos casos da doença pelo vírus vem acontecendo, foi descoberto que ele, entre outros problemas, causava microcefalia em recém-nascidos. E a ONU, sem demora, declarou que o Zika era responsável por "uma emergência de saúde pública de âmbito internacional".
Os nomes do carro e do vírus são muito parecidos. Essa homofonia é preocupante. Poderia o nome comprometer as vendas do veículo? Em vista disso, os gestores da montadora em Nova Deli e Bombaim se reuniram para discutir sobre "o que fazer".
Foi proposto mudar o nome do carro, mas essa mudança não foi decidida. Ainda avaliam a situação.
Já houve outros desastres na escolha de nomes para carros, tanto na Índia quanto no exterior: Skoda Laura, que na Índia(?) significa pênis, Pajero, da Mitsubishi, que significa punheteiro em espanhol, Creta, da Hyundai, que é gíria para a genitália feminina, pelo menos na República Dominicana, e Nova, da General Motors, que em espanhol quer dizer "Não vá".
Como veem, mudar o nome não virou regra. Mas não apostem nisso.
A Tata Motors, que é a maior montadora de veículos da Índia, está prestes a lançar este novo modelo de automóvel. E, para apresentá-lo ao público, providenciou uma grande campanha publicitária que tem como protagonista o craque argentino Leonel Messi.
Mas as coisas foram ficando embaraçosas, quando o vírus Zika, originário de uma floresta de Uganda, começou a fazer manchetes em todo o mundo. No Brasil, onde muitos casos da doença pelo vírus vem acontecendo, foi descoberto que ele, entre outros problemas, causava microcefalia em recém-nascidos. E a ONU, sem demora, declarou que o Zika era responsável por "uma emergência de saúde pública de âmbito internacional".
Os nomes do carro e do vírus são muito parecidos. Essa homofonia é preocupante. Poderia o nome comprometer as vendas do veículo? Em vista disso, os gestores da montadora em Nova Deli e Bombaim se reuniram para discutir sobre "o que fazer".
Foi proposto mudar o nome do carro, mas essa mudança não foi decidida. Ainda avaliam a situação.
Já houve outros desastres na escolha de nomes para carros, tanto na Índia quanto no exterior: Skoda Laura, que na Índia(?) significa pênis, Pajero, da Mitsubishi, que significa punheteiro em espanhol, Creta, da Hyundai, que é gíria para a genitália feminina, pelo menos na República Dominicana, e Nova, da General Motors, que em espanhol quer dizer "Não vá".
Como veem, mudar o nome não virou regra. Mas não apostem nisso.
26 junho, 2013
Barras de ferramentas dos navegadores
por Thomas Salomon, chefe do Departamento de Desenvolvimento de Software da AVAST na Alemanha
Quase vírus?
Barras de ferramentas
Analisamos muitas destas extensões para aprender como elas atuam, como podemos removê-las e o que podemos esperar delas em um futuro próximo. Durante esta análise, ficou claro que as extensões mal classificadas são piores do que pensávamos inicialmente. Na realidade, uma alta porcentagem das extensões instaladas nos computadores dos nossos usuários atuam de forma similar aos vírus. O nome usual para tais programas “intermediários” é grayware. Você também pode chamá-los de “Malwares licenciados”.
Um das mais interessantes (ou, melhor, assustadoras) características dos graywares são as técnicas utilizadas para evitar a sua desinstalação. Alguns dos fabricantes são muito criativos:
O que você pode fazer para evitar que os graywares prejudiquem o seu computador? Há uma regra simples que frequentemente pode evitá-los (ainda que nem sempre):
Vá devagar e leia cuidadosamente. As barras de ferramentas são geralmente opções em que é preciso “desmarcar” durante o processo de instalação de programas gratuitos. Isto é, a opção que permite a instalação já vem, infelizmente, pré-selecionada para você. Portanto, verifique cuidadosamente e leia cada página que lhe for apresentada pelo instalador. Desmarque tudo o que você não estiver absolutamente certo de que necessita. Se você ainda tiver dúvidas, você deve evitar o programa por completo e pensar em utilizar outro diferente.
No pior dos casos, caso você já tenha sido capturado pelo grayware, o avast! Browser Cleanup ajuda a limpar novamente o seu navegador da internet.
Quase vírus?
- Mais de 1.000.000 (um milhão!) de extensões estão disponíveis para os três principais navegadores
- Mais de 82% de todas as extensões receberam uma classificação ruim ou muito ruim da nossa comunidade de usuários
- Dois terços de todas as extensões do nosso banco de dados são de apenas três companhias
- São 30.000 novas extensões por dia, das quais 90% receberam uma classificação ruim ou muito ruim
Barras de ferramentas
Analisamos muitas destas extensões para aprender como elas atuam, como podemos removê-las e o que podemos esperar delas em um futuro próximo. Durante esta análise, ficou claro que as extensões mal classificadas são piores do que pensávamos inicialmente. Na realidade, uma alta porcentagem das extensões instaladas nos computadores dos nossos usuários atuam de forma similar aos vírus. O nome usual para tais programas “intermediários” é grayware. Você também pode chamá-los de “Malwares licenciados”.
Um das mais interessantes (ou, melhor, assustadoras) características dos graywares são as técnicas utilizadas para evitar a sua desinstalação. Alguns dos fabricantes são muito criativos:
- O programa de desinstalação que vem com as barras de ferramentas é geralmente falso. Se você executá-lo a partir da opção Programas e Recursos do Painel de Controle, muitas vezes não acontece nada além de informar que tudo já foi removido.
- Em alguns casos, o nome da barra de ferramenta é totalmente diferente do item do Painel de Controle e, portanto, você não tem chance de encontrar o item correto.
- Os graywares evitam a desativação no nível da assim chamada política de grupo. Isto significa que adicionando a barra de ferramentas às configurações das políticas do Windows, eles evitam a remoção pelo usuário. A maioria dos usuários não têm experiência suficiente para resolver tais restrições.
- Eles variam o nome da barra de ferramentas para evitar a detecção e remoção automáticas.
- Os programas instalam serviços adicionais do Windows (um programa oculto que roda nos bastidores) que, por sua vez, instalam “atualizações” e, por debaixo do pano, evitam que o usuário reconfigure a sua página inicial e o seu provedor de busca. Estes serviços também garantem que a barra de ferramentas seja reinstalada caso o usuário tentar removê-la.
- Eles instalam arquivos adicionais do Windows chamados bibliotecas dinâmicas (DLL), que são automaticamente carregadas junto com outros programas. Estas DLLs fazem um trabalho similar aos dos serviços do Windows mencionados acima.
- Algumas vezes, é fornecido um desinstalador normal (que funciona). Contudo, este desinstalador pode oferecer a instalação de outro grayware, de forma que removendo uma determinada barra de ferramentas, você “ganha” outra no lugar.
O que você pode fazer para evitar que os graywares prejudiquem o seu computador? Há uma regra simples que frequentemente pode evitá-los (ainda que nem sempre):
Vá devagar e leia cuidadosamente. As barras de ferramentas são geralmente opções em que é preciso “desmarcar” durante o processo de instalação de programas gratuitos. Isto é, a opção que permite a instalação já vem, infelizmente, pré-selecionada para você. Portanto, verifique cuidadosamente e leia cada página que lhe for apresentada pelo instalador. Desmarque tudo o que você não estiver absolutamente certo de que necessita. Se você ainda tiver dúvidas, você deve evitar o programa por completo e pensar em utilizar outro diferente.
No pior dos casos, caso você já tenha sido capturado pelo grayware, o avast! Browser Cleanup ajuda a limpar novamente o seu navegador da internet.
14 maio, 2013
Nós somos realmente nós?
1 De acordo com o último censo biológico realizado, há mais células bacterianas do que células humanas no corpo humano. Até dez vezes mais, segundo alguns estudos. Apesar de seu vasto número, essas bactérias só não ocupam um espaço proporcionalmente maior porque elas são menores do que as células humanas. No entanto, ainda que pareça algo assustador, a participação delas na economia humana deve ser vista como um fato salutar. LINK
2 O genoma humano contém cerca de 100.000 fragmentos de retrovírus endógenos, que compõem cerca de oito por cento de todo o nosso DNA. A evolução, que é um processo infinitamente criativo, pode transformar o que parece totalmente inútil em algo valioso. Desse modo, os detritos virais espalhados em nossos genomas acabam sendo matéria-prima para novos genes. E, de tempos em tempos, o DNA de origem retroviral tem sido aproveitado para nossos próprios fins. LINK
2 O genoma humano contém cerca de 100.000 fragmentos de retrovírus endógenos, que compõem cerca de oito por cento de todo o nosso DNA. A evolução, que é um processo infinitamente criativo, pode transformar o que parece totalmente inútil em algo valioso. Desse modo, os detritos virais espalhados em nossos genomas acabam sendo matéria-prima para novos genes. E, de tempos em tempos, o DNA de origem retroviral tem sido aproveitado para nossos próprios fins. LINK
01 novembro, 2011
e-mailing
Entrada
Roubaram meu endereço eletrônico. Estão enviando mensagens com o assunto "falaram mal de você". Não abra em hipótese algum. É vírus.
Responder
Se eu não concluir esta resposta é porque o vír
Roubaram meu endereço eletrônico. Estão enviando mensagens com o assunto "falaram mal de você". Não abra em hipótese algum. É vírus.
Responder
Se eu não concluir esta resposta é porque o vír
25 novembro, 2010
O ser humano infectado por vírus da informática
Parece utópico, mas Mark Gasson pode ser considerado como o primeiro ser humano infectado por um vírus de informática. Gasson, um cientista da University of Reading's School of Systems Engineering (Inglaterra), tem um chip implantado em uma das mãos, a qual ele usa para ativar telefones móveis e atravessar portas de segurança.Em experimentos, o cientista demonstrou que o chip nele implantado, como qualquer dispositivo do gênero, pode ser infectado por um vírus de informática. E que o chip, nessa situação, torna-se capaz de transmitir esse vírus para sistemas externos.
Isto serve para alertar os cientistas sobre a vulnerabilidade dos implantes biotecnológicos, um dos horizontes mais ambiciosos da medicina, dentre os quais estarão futuramente incluídas as sofisticadas versões dos marcapassos cardíacos e implantes cocleares. Uma infecção em um chip implantado em ser humano põe em risco o funcionamento, não somente de uma unidade em questão, mas de todo o ambiente tecnológico em que estas funcionam.
18 julho, 2010
Esculturas virais
Luke Jerram é um artista multidisciplinar e cientista amador da Universidade de Southampton, Inglaterra. Em sua galeria virtual, Infectious Beauty, ele exibe as imagens das esculturas que criou, em colaboração com uma equipe de sopradores de vidro, sobre as formas apresentadas por diferentes tipos de vírus.O artista contou com a orientação do Dr. Andrew Davidson, virologista da Universidade de Bristol, Inglaterra, durante a realização de seu trabalho.
Através de suas esculturas, Luke Jerram revela a tensão entre o belo e o perigoso para a humanidade, qualidades existentes nesses microscópicos seres.
Vídeo
Documentário de uma peça (escultura do HIV)
sendo feita pelo soprador de vidro Kim George.
Nelson Cunha sugeriu o assunto.
27 maio, 2010
Surpresa evolucionária

Um grupo de cientistas liderado por Keizo Tomonaga, da Universidade de Ozaka, identificou um tipo de vírus que, por volta de 40 milhões de anos atrás, deixou incorporado o seu código genético ao DNA humano. O código deste vírus, um bornavirus, que causa uma forma de esquizofrenia, pode ser transmitido de geração em geração, por estar situado no núcleo celular (no qual preenche 8% do código genético humano) .
A assimilação da sequência viral pelo genoma de um hospedeiro é um processo conhecido pelo nome de endogenização. Ocorre sempre que um DNA viral passa a integrar um dos cromossomas das células reprodutoras e, subsequentemente, pode ser transmitido para a descendência do hospedeiro. Anteriormente, sabia-se que os retrovírus tinham essa propriedade de criar cópias endogênicas nas células dos animais vertebrados. Agora, já se tem o conhecimento de que outras espécies de vírus, como os bornavírus, podem fazer o mesmo.
O bornavírus tem esta designação retirada do nome da cidade de Borna (Alemanha), onde uma epidemia pelo vírus aniquilou, em 1885, um grande número de cavalos. Além do homem e do cavalo, este vírus neurotrópico infecta outros mamíferos e muitas espécies de pássaros.
Comentário
Caso não seja suscetível a crises existenciais, leia também neste blog a nota Você e as bactérias.
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